Apresentado o Delta de meio-campo!
N'Doye já treinará hoje

O Senegal é um país estrategicamente colocado na geografia do último continente desconhecido. Esventrado por quatro rios, um dos quais, dá nome à nação pela sua imponência e importância vital na sobrevivência da terra africana, o país dos pastores do delta, dá-se altruisticamente para que grande parte do majestoso continente possa sobreviver. O seu hino e cânticos locais apelam quase todos, a esta importância estratégica do Senegal face a Africa. N’Doye será certamente para a Briosa, aquilo que o Senegal é para o Gigante Negro. Nas suas próprias palavras, quando alguém, hoje, lhe perguntava como se definia como jogador, o 78 da Briosa afirmou «Sou um jogador que quando a equipa me pede para subir e marcar golos, faço-o. Quando a equipa me pede para defender, defendo». Quando o convite da Briosa surgiu o médio africano não pensou duas vezes «era um clube que me agradava e imediatamente concordei, já conhecia a Académica, e o clube agradava-me». O Presidente José Eduardo Simões, obviamente satisfeito, enalteceu as características humanas do jogador. «É um jovem, mas um Homem». Quanto ao jogador ter tido problemas noutros clubes por onde passou o comandante dos destinos briosos lembrou um «dito» africano. «Em Africa o aperto de mão vale mais do que qualquer coisa assinada. Mesmo que o jogador tivesse recebido outra qualquer proposta, quatro ou cinco vezes superior, viria para a Académica», honrando assim a sua palavra. A estratégia do contentamento, será a de sempre «a de a Académica cumprir com o que acordou, e o jogador também. Assim não existirão problemas».Sobre a estratégia de financiamento para a compra do polivalente senegalês, o Presidente afirmou «que a venda de Marcel «ajudou», embora «não tenha sido decisiva».
Quanto aos valores da transferência, José Eduardo Simões mostrou-se agastado com aquilo que foi escrito e dito nos media. «Enquanto não fizerem mea culpa» o líder dos destinos dos capas negras, nada revelará sobre a operação financeira.
Está assim apresentado, mais um reforço de Inverno criteriosamente escolhido. Mais um jogador que impressiona pela estampa física. E que apesar de vestir o número 78, calça o 45…
Roberto Brum de «pedra e cal na Briosa»
José Eduardo Simões referiu que a contratação de N’Doye é para somar e não subtrair ou dividir. «Apenas uma proposta fantástica» poderia fazer com que o enorme centro-campista da Briosa saísse, nesta janela do período de transferências. Roberto Brum está, segundo o presidente, «de pedra e cal na Briosa».
O Senegal é um país estrategicamente colocado na geografia do último continente desconhecido. Esventrado por quatro rios, um dos quais, dá nome à nação pela sua imponência e importância vital na sobrevivência da terra africana, o país dos pastores do delta, dá-se altruisticamente para que grande parte do majestoso continente possa sobreviver. O seu hino e cânticos locais apelam quase todos, a esta importância estratégica do Senegal face a Africa. N’Doye será certamente para a Briosa, aquilo que o Senegal é para o Gigante Negro. Nas suas próprias palavras, quando alguém, hoje, lhe perguntava como se definia como jogador, o 78 da Briosa afirmou «Sou um jogador que quando a equipa me pede para subir e marcar golos, faço-o. Quando a equipa me pede para defender, defendo». Quando o convite da Briosa surgiu o médio africano não pensou duas vezes «era um clube que me agradava e imediatamente concordei, já conhecia a Académica, e o clube agradava-me». O Presidente José Eduardo Simões, obviamente satisfeito, enalteceu as características humanas do jogador. «É um jovem, mas um Homem». Quanto ao jogador ter tido problemas noutros clubes por onde passou o comandante dos destinos briosos lembrou um «dito» africano. «Em Africa o aperto de mão vale mais do que qualquer coisa assinada. Mesmo que o jogador tivesse recebido outra qualquer proposta, quatro ou cinco vezes superior, viria para a Académica», honrando assim a sua palavra. A estratégia do contentamento, será a de sempre «a de a Académica cumprir com o que acordou, e o jogador também. Assim não existirão problemas».Sobre a estratégia de financiamento para a compra do polivalente senegalês, o Presidente afirmou «que a venda de Marcel «ajudou», embora «não tenha sido decisiva».
Quanto aos valores da transferência, José Eduardo Simões mostrou-se agastado com aquilo que foi escrito e dito nos media. «Enquanto não fizerem mea culpa» o líder dos destinos dos capas negras, nada revelará sobre a operação financeira.
Está assim apresentado, mais um reforço de Inverno criteriosamente escolhido. Mais um jogador que impressiona pela estampa física. E que apesar de vestir o número 78, calça o 45…
Roberto Brum de «pedra e cal na Briosa»
José Eduardo Simões referiu que a contratação de N’Doye é para somar e não subtrair ou dividir. «Apenas uma proposta fantástica» poderia fazer com que o enorme centro-campista da Briosa saísse, nesta janela do período de transferências. Roberto Brum está, segundo o presidente, «de pedra e cal na Briosa».



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