Académica pode ganhar três pontos na secretaria
A eventual inscrição irregular do avançado Mateus do Gil Vicente na partida com a Académica, relativa à 23.ª jornada, foi alvo de protesto pela Briosa. A derrota no campo (4-3) pode agora… resultar em três pontos.No passado dia 19 de Fevereiro, a Académica deslocou-se até Barcelos para defrontar o Gil Vicente, num encontro referente à 23.ª jornada da Liga Betandwin.com, tendo perdido por 4-3. Até aqui, nada de anormal. A questão é que na ficha do clube de Barcelos estava incluído o angolano Mateus, contratado semanas antes ao Lixa pelo clube minhoto e que, curiosamente, até marcou na partida em questão, mas que podia ter a sua situação por regularizar, uma vez que de acordo com os regulamentos desportivos o futebolista só podia estabelecer contrato de profissional no final desta temporada, o que não veio a acontecer.
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Inicialmente, a Federação Portuguesa de Futebol e a Liga Portuguesa de
Futebol Profissional impediram que o número 11 gilista jogasse, mas uma providência cautelar possibilitou ao técnico Ulisses Morais (agora no Marítimo) utilizar Mateus em quatro desafios (V. Setúbal, Paços de Ferreira, Académica e Boavista) do escalão maior do futebol português.
No entanto, na véspera da visita ao Alvalade XXI, em virtude da providência cautelar ter sido levantada, os dois principais organismos do futebol português voltaram a impedir que o ex-Lixa actuasse, o que motivou, numa primeira fase, o protesto por parte do V. Setúbal (foi goleado por 5-0 com Mateus também a facturar) e, na pretérita sexta-feira, foi a vez da Briosa.
De resto, o pedido estudantil já teve resposta por parte da Liga que abriu um processo de inquérito para «averiguar da eventual conformidade regulamentar e relevância disciplinar da utilização em competição e das condutas conducentes ao registo provisório, obtido através do recurso à via judicial, do contrato de trabalho desportivo celebrado entre o Gil Vicente Futebol Clube e o jogador Mateus Galiano da Costa», conforme se pode ler num comunicado.
Trinta dias respeitados
O responsável pelo departamento jurídico da Académica, Ricardo Guedes Costa, lembra que o emblema de Coimbra enviou a participação para a LPFP antes de findarem os necessários 30 dias para a homologação dos resultados, pelo que caso se verifique que houve irregularidade, o Gil Vicente será punido com uma derrota, revertendo os três pontos para a Briosa . Caso o referido prazo não tivesse sido respeitado, o Gil seria castigado, mas os três pontos já não vinham para a cidade do Mondego.
Esta é a novidade (a não homologação do resultado) trazida a debate, neste momento. A restante notícia havia sido já colocada pelo Simplesmente Briosa e jornal «O Jogo» há umas semanas atrás.
Inicialmente, a Federação Portuguesa de Futebol e a Liga Portuguesa de
Futebol Profissional impediram que o número 11 gilista jogasse, mas uma providência cautelar possibilitou ao técnico Ulisses Morais (agora no Marítimo) utilizar Mateus em quatro desafios (V. Setúbal, Paços de Ferreira, Académica e Boavista) do escalão maior do futebol português.No entanto, na véspera da visita ao Alvalade XXI, em virtude da providência cautelar ter sido levantada, os dois principais organismos do futebol português voltaram a impedir que o ex-Lixa actuasse, o que motivou, numa primeira fase, o protesto por parte do V. Setúbal (foi goleado por 5-0 com Mateus também a facturar) e, na pretérita sexta-feira, foi a vez da Briosa.
De resto, o pedido estudantil já teve resposta por parte da Liga que abriu um processo de inquérito para «averiguar da eventual conformidade regulamentar e relevância disciplinar da utilização em competição e das condutas conducentes ao registo provisório, obtido através do recurso à via judicial, do contrato de trabalho desportivo celebrado entre o Gil Vicente Futebol Clube e o jogador Mateus Galiano da Costa», conforme se pode ler num comunicado.
Trinta dias respeitados
O responsável pelo departamento jurídico da Académica, Ricardo Guedes Costa, lembra que o emblema de Coimbra enviou a participação para a LPFP antes de findarem os necessários 30 dias para a homologação dos resultados, pelo que caso se verifique que houve irregularidade, o Gil Vicente será punido com uma derrota, revertendo os três pontos para a Briosa . Caso o referido prazo não tivesse sido respeitado, o Gil seria castigado, mas os três pontos já não vinham para a cidade do Mondego.
Esta é a novidade (a não homologação do resultado) trazida a debate, neste momento. A restante notícia havia sido já colocada pelo Simplesmente Briosa e jornal «O Jogo» há umas semanas atrás.



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