Estádio Cidade de Coimbra
Um Elefante Branco? Ou talvez não…
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Basta uma foto, uma simples foto e todo um turbilhão de memórias tenta a toda a força invadir o pensamento de cada um de nós, onde tantas e tantas coisas que nos podemos recordar parecem sobrepor-se continuamente numa incessante procura de momentos, briosos(!) momentos do passado. Muitas e muitas memórias nos passam de facto pela cabeça, mas com toda a certeza que nas melhores estarão momentos com o na altura Estádio Municipal de Coimbra ‘pelas pontas’, rondando os 25.000 lugares que este possuía antes da colocação de cadeiras. O Calhabé, podia ter os topos sempre vazios, podia ter uma acústica péssima, podia até chover em cima da grande maioria das gentes que assistiam ao jogo, mas ninguém nunca irá esquecer a magia que morava em cada pedaço de bancada do nosso “velhinho”, a revolta que não era calada dos mais fervorosos adeptos que em momentos de rara inspiração soltavam um pequeno riso dos restantes ainda que sustido pelo nervosismo que é a cada segundo em que vemos a nossa Briosa jogar, momento onde os problemas ficam fora do estádio e as energias se concentram apenas e só em mais uma apetecível vitória do se diz ser o único clube no mundo que equipa totalmente de negro.
No entanto os tempos evoluíram, tal como a nossa Briosa, para melhor ou para pior ninguém saberá ao certo, e o Calhabé também deu lugar a um familiar seu, familiar pelas aparências semelhantes, que parece só ter levado em cima de si um segundo andar com cobertura total, juntamente com um novo colorido das cadeiras que já não possuem o amarelo e grená que dão cor à bandeira de Coimbra. Hoje e mesmo que se recorde o passado com alguma nostalgia, precisaremos acima de tudo de projectar o futuro para uma Briosa condizente com as exigências dos novos tempos, saindo do refúgio de sempre o passado, que nos esquecemos que o passado do futuro…é o presente e aos poucos e poucos vamos perdendo este refúgio que tantas e tantas vezes nos aparece como saída mais fácil para as situações.
O Estádio Cidade de Coimbra é sem sombra de dúvida uma boa construção do ponto de vista arquitectónico. É bonito, moderno, “arejado” – como uma vez disse Gabriel Alves - o tom azul presente nas bancadas transmite alegria e vivacidade aos seus visitantes, e se nas duas centrais os espectadores presentes satisfazem o mínimo necessário, o mesmo já não acontece em ambos os topos dos estádio. Aqui se encontra uma falha da actual gestão directiva, que em conjunto da TBZ não têm sido capazes de rentabilizar o estádio para que se sinta o verdadeiro espírito de jogar em casa! E as soluções, fazendo aqui uma comparação com uma alimentação correcta, não se pode dizer que o alimento x seja o mais importante e que só bebendo leite por exemplo podemos ser saudáveis. Também na solução de um complexo problema como é o das assistências nos estádios, não podemos atribuir a totalidade das culpas às coberturas televisivas, nem aos preços dos bilhetes, nem às horas menos próprias a que os jogos são feitos, nem ao descrédito do futebol português e outras razões que não chegaria este texto para as enumerar, mas o que é facto é que todas juntas, sendo que umas mais importantes do que outras fazem com que as assistências estejam longe das desejáveis, e que são prática noutros países europeus.
O problema como se disse, é extremamente complexo, mas não se pode esperar de um país onde o ordenado mínimo ronda os 374€ que para uma família comum de 5 pessoas ir assistir a um jogo se paguem mais de ¼ desse valor para assistir a um jogo entre duas equipas medianas… e a realidade em Coimbra é esta!
Basta uma foto, uma simples foto e todo um turbilhão de memórias tenta a toda a força invadir o pensamento de cada um de nós, onde tantas e tantas coisas que nos podemos recordar parecem sobrepor-se continuamente numa incessante procura de momentos, briosos(!) momentos do passado. Muitas e muitas memórias nos passam de facto pela cabeça, mas com toda a certeza que nas melhores estarão momentos com o na altura Estádio Municipal de Coimbra ‘pelas pontas’, rondando os 25.000 lugares que este possuía antes da colocação de cadeiras. O Calhabé, podia ter os topos sempre vazios, podia ter uma acústica péssima, podia até chover em cima da grande maioria das gentes que assistiam ao jogo, mas ninguém nunca irá esquecer a magia que morava em cada pedaço de bancada do nosso “velhinho”, a revolta que não era calada dos mais fervorosos adeptos que em momentos de rara inspiração soltavam um pequeno riso dos restantes ainda que sustido pelo nervosismo que é a cada segundo em que vemos a nossa Briosa jogar, momento onde os problemas ficam fora do estádio e as energias se concentram apenas e só em mais uma apetecível vitória do se diz ser o único clube no mundo que equipa totalmente de negro.No entanto os tempos evoluíram, tal como a nossa Briosa, para melhor ou para pior ninguém saberá ao certo, e o Calhabé também deu lugar a um familiar seu, familiar pelas aparências semelhantes, que parece só ter levado em cima de si um segundo andar com cobertura total, juntamente com um novo colorido das cadeiras que já não possuem o amarelo e grená que dão cor à bandeira de Coimbra. Hoje e mesmo que se recorde o passado com alguma nostalgia, precisaremos acima de tudo de projectar o futuro para uma Briosa condizente com as exigências dos novos tempos, saindo do refúgio de sempre o passado, que nos esquecemos que o passado do futuro…é o presente e aos poucos e poucos vamos perdendo este refúgio que tantas e tantas vezes nos aparece como saída mais fácil para as situações.
O Estádio Cidade de Coimbra é sem sombra de dúvida uma boa construção do ponto de vista arquitectónico. É bonito, moderno, “arejado” – como uma vez disse Gabriel Alves - o tom azul presente nas bancadas transmite alegria e vivacidade aos seus visitantes, e se nas duas centrais os espectadores presentes satisfazem o mínimo necessário, o mesmo já não acontece em ambos os topos dos estádio. Aqui se encontra uma falha da actual gestão directiva, que em conjunto da TBZ não têm sido capazes de rentabilizar o estádio para que se sinta o verdadeiro espírito de jogar em casa! E as soluções, fazendo aqui uma comparação com uma alimentação correcta, não se pode dizer que o alimento x seja o mais importante e que só bebendo leite por exemplo podemos ser saudáveis. Também na solução de um complexo problema como é o das assistências nos estádios, não podemos atribuir a totalidade das culpas às coberturas televisivas, nem aos preços dos bilhetes, nem às horas menos próprias a que os jogos são feitos, nem ao descrédito do futebol português e outras razões que não chegaria este texto para as enumerar, mas o que é facto é que todas juntas, sendo que umas mais importantes do que outras fazem com que as assistências estejam longe das desejáveis, e que são prática noutros países europeus.O problema como se disse, é extremamente complexo, mas não se pode esperar de um país onde o ordenado mínimo ronda os 374€ que para uma família comum de 5 pessoas ir assistir a um jogo se paguem mais de ¼ desse valor para assistir a um jogo entre duas equipas medianas… e a realidade em Coimbra é esta!
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Mais… porque não abrir toda a bancada superior sul a quem traga capa e batina??? Porque não fazer disso medida corrente em todos os jogos do campeonato numa tentativa efectiva de fazer regressar a Briosa de outros tempos e aproximar um pouco da cidade da equipa!
Porque não abrir livremente o topo norte ao todos os miúdos das escolas do concelho bastando-lhes apresentar o cartão de estudante? Não seria preferível ter ali juventude, juventude que não nos podemos esquecer que é nossa base de futuro, e começar já(!), desde novos a cultivar neles o espírito de Académica como em todos nós foi cultivado. Qual é o miúdo que fica indiferente a um estádio cheio todas as semanas, com centenas a apoiar efusivamente e não sente aquela adrenalina toda a correr pelas veias? Vamos desde já assegurar o futuro ao mesmo tempo que cobrimos clareiras do estádio, proporcionemos um melhor espectáculo e cativemos a miudagem que no futuro será a gente que nos guiará. Aproximemos a Cidade do clube e certamente “ela” a senhora Briosa, voltará a crescer em muitos corações como hoje bate!
Com esperança num futuro melhor me despeço…
Mais… porque não abrir toda a bancada superior sul a quem traga capa e batina??? Porque não fazer disso medida corrente em todos os jogos do campeonato numa tentativa efectiva de fazer regressar a Briosa de outros tempos e aproximar um pouco da cidade da equipa!Porque não abrir livremente o topo norte ao todos os miúdos das escolas do concelho bastando-lhes apresentar o cartão de estudante? Não seria preferível ter ali juventude, juventude que não nos podemos esquecer que é nossa base de futuro, e começar já(!), desde novos a cultivar neles o espírito de Académica como em todos nós foi cultivado. Qual é o miúdo que fica indiferente a um estádio cheio todas as semanas, com centenas a apoiar efusivamente e não sente aquela adrenalina toda a correr pelas veias? Vamos desde já assegurar o futuro ao mesmo tempo que cobrimos clareiras do estádio, proporcionemos um melhor espectáculo e cativemos a miudagem que no futuro será a gente que nos guiará. Aproximemos a Cidade do clube e certamente “ela” a senhora Briosa, voltará a crescer em muitos corações como hoje bate!
Com esperança num futuro melhor me despeço…



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