Um pouco de nós onde as ruas não têm nome II
Levando a Briosa ao coração de ÁfricaEnfrentando com bravura a noite gélida e ventosa, transidos de frio mas com a alma aquecida por 11 camisolas pretas, contemplamos a plateia na esperança de encontrar algum conforto nos cânticos da sempre presente Mancha Negra.
O jogo nem correu especialmente bem, o adversário tripeiro aliado às costumeiras arbitragens tendenciosas não nos deixaram festejar sequer um ponto, mas os olhos do amigo que hoje vos apresento brilhavam com alegria enquanto percorríamos o caminho de regresso a casa.
Na despedida ficou a promessa, que um dia haveria de ser cumprida, de trocar o frio glacial do Cidade de Coimbra em Dezembro pelo calor intenso da savana Africana, de levar a terras distantes um pouco da nossa cultura, do nosso conhecimento, e ao mesmo tempo ir beber um pouco da boa água da Namaacha e da cultura de um povo que sendo pobre em dinheiro é rico em tudo o resto para além de dócil e afável.
Parti com algumas "guloseimas" na bagagem, substituindo o galo de Barcelos pelas insígnias da velha Académica, sem fazer ideia de como seriam bem recebidas por quem segue com grande interesse o nosso campeonato, e posso dizer que ainda hoje enquanto passeio pelas ruas do Maputo sou algumas vezes abordado por quem reconhece o nosso emblema e a nossa camisola e que me pedem "... quando voltar traga-me uma camisola da Académica ...".
São promessas que vou cumprindo como posso, muito por culpa desse amigo Africano que encontrei há poucos dias com um brilho nos olhos e uma exclamação na ponta da língua "Ena Gonçalo, demos 4 no Rio Ave !! Espectáculo !!" e que apanhei neste instantêneo que vos mostro, numa tarde de Sábado (em que o "dress code" fica arrumado na gaveta) ensinando os seus alunos com a camisola preta orgulhosamente vestida!
Um grande abraço Mariano !!
Nota: Ele nem sabe que lhe tirei esta foto ...
O jogo nem correu especialmente bem, o adversário tripeiro aliado às costumeiras arbitragens tendenciosas não nos deixaram festejar sequer um ponto, mas os olhos do amigo que hoje vos apresento brilhavam com alegria enquanto percorríamos o caminho de regresso a casa.
Na despedida ficou a promessa, que um dia haveria de ser cumprida, de trocar o frio glacial do Cidade de Coimbra em Dezembro pelo calor intenso da savana Africana, de levar a terras distantes um pouco da nossa cultura, do nosso conhecimento, e ao mesmo tempo ir beber um pouco da boa água da Namaacha e da cultura de um povo que sendo pobre em dinheiro é rico em tudo o resto para além de dócil e afável.
Parti com algumas "guloseimas" na bagagem, substituindo o galo de Barcelos pelas insígnias da velha Académica, sem fazer ideia de como seriam bem recebidas por quem segue com grande interesse o nosso campeonato, e posso dizer que ainda hoje enquanto passeio pelas ruas do Maputo sou algumas vezes abordado por quem reconhece o nosso emblema e a nossa camisola e que me pedem "... quando voltar traga-me uma camisola da Académica ...".
São promessas que vou cumprindo como posso, muito por culpa desse amigo Africano que encontrei há poucos dias com um brilho nos olhos e uma exclamação na ponta da língua "Ena Gonçalo, demos 4 no Rio Ave !! Espectáculo !!" e que apanhei neste instantêneo que vos mostro, numa tarde de Sábado (em que o "dress code" fica arrumado na gaveta) ensinando os seus alunos com a camisola preta orgulhosamente vestida!
Um grande abraço Mariano !!
Nota: Ele nem sabe que lhe tirei esta foto ...



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