REVISÃO DE ALGUMA MATÉRIA (MAL) DADA
BRIOSA, VERSÃO 06/07Caros Companheiros,
Tenho que começar obviamente pelo princípio. O “SIMPLESMENTE BRIOSA” é um espaço verdadeiramente académico, sereno, sensato, inteligente, e acima de tudo muito coerente e onde se trata bem a gramática.
Tem uma “cultura” e forma de comunicar (leia-se escrever) muito própria, que pega de “estaca”, como diria um saudoso jornalista acerca do futebol da Académica.
Tive claramente esta preocupação, quando amenamente, conversei com o Gonçalo Pereira e o João Amaral.
Sou doutra geração, sou mais racional do que emocional, mas tenho o meu próprio estilo de escrever. Sou determinado, convicto e não abdico de ser independente em tudo o que escrevo.
Procuro ser sempre intelectualmente sério, ajo sempre de boa fé, mas não dispenso uma boa e acalorada discussão, que quando bem “partilhada”, é um dos melhores exercícios lúdicos que me podem dar.
Irei escrever no “SB” de acordo com a minha vontade e disponibilidade, mas irei obrigatoriamente subordinar-me à metodologia de trabalho aqui praticada.
A prioridade será a publicação de “textos” de acordo com a importância dos temas, e fundamentalmente que tenham um tempo de “exposição” suficientemente amplo, para que possam ser comentados e discutidos por todos.
Vamos então ao “trabalho”.
“REVISÃO DE ALGUMA MATÉRIA (MAL) DADA.
Zé Castro – Serei sempre um admirador incondicional deste grande jogador. Excelente profissional, sério, disponível e muito responsável. Decidiu (e bem) enveredar pela carreira profissional. Para isso, abandonou ( ou suspendeu, para não ferir susceptibilidades) os estudos, e entregou a gestão da sua carreira profissional a uma Sociedade de Empresários, reconhecidos pela FIFA.
Está hoje no Atlético de Madrid a “custo zero”!
A actual Direcção, “atabalhoadamente” fez chegar às mãos do jogador tarde e más horas, uma proposta, que afinal tinha como única preocupação salvaguardar os interesses da Académica, numa possível passagem em “trânsito” para um clube português. Houve claramente incúria e algum desleixo da Direcção em deixar sair a custo “zero” o seu grande activo.
Mas esta história, está “amputada” do resto da verdade. Em Dezembro de 2005 ( repito, DEZ 2005) o Zé Castro, estava irreversivelmente comprometido com o Atlético de Madrid. Pela voz dos seus “tutores”, era inegociável.
Uma última palavra para os Empresários. Como foi possível , terceiros terem ”devassado” publicamente as negociações (?), que o jogador teve com a Direcção, quando deveria ter sido um processo perfeitamente sigiloso.
Que lhes sirva de exemplo para o futuro!
Guimarães na pre-época – Por puro “amadorismo”, o Departamento Profissional de Futebol, resolveu agendar um jogo com o Guimarães. Nada de mais desleixado e insensato. Há cerca de 60 equipas de futebol profissional em Portugal, já não considerando as que “militam” na 2ª B. Não nos faltava por onde escolher.
Somos uma Instituição com memória, daí a indignação e revolta generalizada da esmagadora maioria dos Sócios e simpatizantes da Briosa.
A minha indignação, foi exactamente igual há que tive há alguns (poucos) anos. Fi-lo na linha de coerência que me acompanha desde o caso N´Dinga.
Pena é que a memória ( e a coerência) de alguns seja “curta”. Eu ajudo a “esticá-la”. Há poucos anos atrás, a Académica resolveu participar e jogar num Torneio Oficial das Caldas da Rainha ( pre-época ) no qual estava incluído exactamente o Guimarães.
Só a “roleta” dos resultados, impediu que as duas equipas se encontrassem.
E para mim não vale a desculpa “esfarrapada” de que foi em condições especiais.
Que fique registado para “memória futura” dos mais novos esta verdadeira “leviandade”.
BRIOSA, VERSÃO 06/07 – O caminho seguido pelo Treinador Manuel Machado era inevitável. Desfazer um dos plantéis mais débeis e medíocres da história da nossa Instituição. Procurar no mercado “global” a melhor relação preço/qualidade.
Um amigo íntimo do Prof. Manuel Machado, e meu amigo há mais de 20 anos caracterizou-me sem hesitações o actual Técnico da Académica:
Personalizado, disciplinador, intransigente nas intromissões na sua área de trabalho, não abdica de ser ele a recomendar e propor os jogadores para o plantel.
Aliás, é notório o seu “dedo” na maioria das aquisições. Não conheço praticamente nenhum dos reforços, nem tão pouco ainda vi treinar ou jogar a Equipa. Tenho para mim, que há acima de tudo uma linha de coerência nas aquisições.
Pouco me interessa se são 10, 12 ou 15 os estrangeiros ( num dos próximos textos, abordarei esta questão, sem qualquer tipo de “tabus” ou preconceitos).
Interessa sim, “construir” uma equipa consistente, competitiva e competente, e que nos tire deste “sufoco” repetido das últimas épocas.
Nuno Piloto, estudante brilhante, jogador mediano. Fez uma época apagada, sem chama e “trapalhona”. Tenho a certeza que ele próprio o reconhecerá. Este é indiscutivelmente o seu ano de afirmação. Estou convencido que o Prof. Manuel Machado lhe vai dar essa oportunidade. Espero que não a desperdice. É um jogador exemplar, de brio de dedicação e de profissionalismo. Fico a torcer por ele.
Fernando, jogador medíocre, indisciplinado e mau profissional. Foi uma “fonte de problemas” durante a época passada, juntamente com o Luciano. Só a tolerância e os “brandos costumes” do anterior Técnico o seguraram até ao fim da época.
Esta Direcção resolveu “premiá-lo” e mantê-lo no plantel. Imerecidamente.
Gelson, Um caso típico de falta de vocação. Nos antípodas do jogador atrás referido. Grande profissional, um “moiro” de trabalho dentro do campo, mas só um verdadeiro milagre ( nem a irmã Lúcia o conseguiria) faria dele jogador de futebol. Dificilmente “cabe” numa equipa da 2ª B. Jogador perfeitamente dispensável.
Zé Nando e André Lage, duas mais valias para a nossa Instituição. Estudantes exemplares, foram dois jogadores que não desperdiçaram a oportunidade de jogar na Académica. Licenciaram-se e só uma infeliz lesão, privou o André Lage de uma excelente e promissora carreira. Que sejam felizes nesta nova etapa das suas vidas desportivas.
Uma Académica mais profissional. Vê-se notoriamente. Informação mais blindada, gestão da comunicação mais centralizada, pelouros e funções mais definidos.
A disciplina e o sigilo, são áreas determinantes para que qualquer Empresa tenha sucesso. Sem isso nada feito.
A nova época está “à porta”. Estou moderadamente optimista. Temos notoriamente “massa crítica” para fazer um campeonato tranquilo.
Por último, um modesto convite. Gostava de ver por aqui, alguns comentadores como o Avilanes , o Dr.Xanax, o Jorge Faustino, a M. Rosmaninho, o Morcego de Prata o André Miguel e obviamente de maneira saudável os “Pardalitos”. Mas os verdadeiros.
É um desperdício v
er de fora, esta rapaziada.
Dispenso claramente, os “falsos” Correia Mendes, Jaime Cortês ( este é um pobre delator), o “Astro”, os irmãos Dalton, a Etelvina, Alfredo Lencastre, Ricardo Dourado etc, etc.
Estes, são a parte “suja” dos blogues.
Só há uma forma de conviver com eles. É ignorá-los.
PS – A cor da nossa BRIOSA é e será eternamente o negro. Negro, que até uma “hemodiálise” imaginária, nos faz “correr” nas veias.
Dourado, só conheço o bico do “papagaio”. Se for preciso, pintamo-lo de “negro”!
VIVA A BRIOSA !
Tenho que começar obviamente pelo princípio. O “SIMPLESMENTE BRIOSA” é um espaço verdadeiramente académico, sereno, sensato, inteligente, e acima de tudo muito coerente e onde se trata bem a gramática.
Tem uma “cultura” e forma de comunicar (leia-se escrever) muito própria, que pega de “estaca”, como diria um saudoso jornalista acerca do futebol da Académica.
Tive claramente esta preocupação, quando amenamente, conversei com o Gonçalo Pereira e o João Amaral.
Sou doutra geração, sou mais racional do que emocional, mas tenho o meu próprio estilo de escrever. Sou determinado, convicto e não abdico de ser independente em tudo o que escrevo.
Procuro ser sempre intelectualmente sério, ajo sempre de boa fé, mas não dispenso uma boa e acalorada discussão, que quando bem “partilhada”, é um dos melhores exercícios lúdicos que me podem dar.
Irei escrever no “SB” de acordo com a minha vontade e disponibilidade, mas irei obrigatoriamente subordinar-me à metodologia de trabalho aqui praticada.
A prioridade será a publicação de “textos” de acordo com a importância dos temas, e fundamentalmente que tenham um tempo de “exposição” suficientemente amplo, para que possam ser comentados e discutidos por todos.
Vamos então ao “trabalho”.
“REVISÃO DE ALGUMA MATÉRIA (MAL) DADA.
Zé Castro – Serei sempre um admirador incondicional deste grande jogador. Excelente profissional, sério, disponível e muito responsável. Decidiu (e bem) enveredar pela carreira profissional. Para isso, abandonou ( ou suspendeu, para não ferir susceptibilidades) os estudos, e entregou a gestão da sua carreira profissional a uma Sociedade de Empresários, reconhecidos pela FIFA.
Está hoje no Atlético de Madrid a “custo zero”!
A actual Direcção, “atabalhoadamente” fez chegar às mãos do jogador tarde e más horas, uma proposta, que afinal tinha como única preocupação salvaguardar os interesses da Académica, numa possível passagem em “trânsito” para um clube português. Houve claramente incúria e algum desleixo da Direcção em deixar sair a custo “zero” o seu grande activo.
Mas esta história, está “amputada” do resto da verdade. Em Dezembro de 2005 ( repito, DEZ 2005) o Zé Castro, estava irreversivelmente comprometido com o Atlético de Madrid. Pela voz dos seus “tutores”, era inegociável.
Uma última palavra para os Empresários. Como foi possível , terceiros terem ”devassado” publicamente as negociações (?), que o jogador teve com a Direcção, quando deveria ter sido um processo perfeitamente sigiloso.
Que lhes sirva de exemplo para o futuro!

Guimarães na pre-época – Por puro “amadorismo”, o Departamento Profissional de Futebol, resolveu agendar um jogo com o Guimarães. Nada de mais desleixado e insensato. Há cerca de 60 equipas de futebol profissional em Portugal, já não considerando as que “militam” na 2ª B. Não nos faltava por onde escolher.
Somos uma Instituição com memória, daí a indignação e revolta generalizada da esmagadora maioria dos Sócios e simpatizantes da Briosa.
A minha indignação, foi exactamente igual há que tive há alguns (poucos) anos. Fi-lo na linha de coerência que me acompanha desde o caso N´Dinga.
Pena é que a memória ( e a coerência) de alguns seja “curta”. Eu ajudo a “esticá-la”. Há poucos anos atrás, a Académica resolveu participar e jogar num Torneio Oficial das Caldas da Rainha ( pre-época ) no qual estava incluído exactamente o Guimarães.
Só a “roleta” dos resultados, impediu que as duas equipas se encontrassem.
E para mim não vale a desculpa “esfarrapada” de que foi em condições especiais.
Que fique registado para “memória futura” dos mais novos esta verdadeira “leviandade”.
BRIOSA, VERSÃO 06/07 – O caminho seguido pelo Treinador Manuel Machado era inevitável. Desfazer um dos plantéis mais débeis e medíocres da história da nossa Instituição. Procurar no mercado “global” a melhor relação preço/qualidade.
Um amigo íntimo do Prof. Manuel Machado, e meu amigo há mais de 20 anos caracterizou-me sem hesitações o actual Técnico da Académica:
Personalizado, disciplinador, intransigente nas intromissões na sua área de trabalho, não abdica de ser ele a recomendar e propor os jogadores para o plantel.
Aliás, é notório o seu “dedo” na maioria das aquisições. Não conheço praticamente nenhum dos reforços, nem tão pouco ainda vi treinar ou jogar a Equipa. Tenho para mim, que há acima de tudo uma linha de coerência nas aquisições.
Pouco me interessa se são 10, 12 ou 15 os estrangeiros ( num dos próximos textos, abordarei esta questão, sem qualquer tipo de “tabus” ou preconceitos).
Interessa sim, “construir” uma equipa consistente, competitiva e competente, e que nos tire deste “sufoco” repetido das últimas épocas.
Nuno Piloto, estudante brilhante, jogador mediano. Fez uma época apagada, sem chama e “trapalhona”. Tenho a certeza que ele próprio o reconhecerá. Este é indiscutivelmente o seu ano de afirmação. Estou convencido que o Prof. Manuel Machado lhe vai dar essa oportunidade. Espero que não a desperdice. É um jogador exemplar, de brio de dedicação e de profissionalismo. Fico a torcer por ele.
Fernando, jogador medíocre, indisciplinado e mau profissional. Foi uma “fonte de problemas” durante a época passada, juntamente com o Luciano. Só a tolerância e os “brandos costumes” do anterior Técnico o seguraram até ao fim da época.
Esta Direcção resolveu “premiá-lo” e mantê-lo no plantel. Imerecidamente.
Gelson, Um caso típico de falta de vocação. Nos antípodas do jogador atrás referido. Grande profissional, um “moiro” de trabalho dentro do campo, mas só um verdadeiro milagre ( nem a irmã Lúcia o conseguiria) faria dele jogador de futebol. Dificilmente “cabe” numa equipa da 2ª B. Jogador perfeitamente dispensável.
Zé Nando e André Lage, duas mais valias para a nossa Instituição. Estudantes exemplares, foram dois jogadores que não desperdiçaram a oportunidade de jogar na Académica. Licenciaram-se e só uma infeliz lesão, privou o André Lage de uma excelente e promissora carreira. Que sejam felizes nesta nova etapa das suas vidas desportivas.
Uma Académica mais profissional. Vê-se notoriamente. Informação mais blindada, gestão da comunicação mais centralizada, pelouros e funções mais definidos.
A disciplina e o sigilo, são áreas determinantes para que qualquer Empresa tenha sucesso. Sem isso nada feito.
A nova época está “à porta”. Estou moderadamente optimista. Temos notoriamente “massa crítica” para fazer um campeonato tranquilo.
Por último, um modesto convite. Gostava de ver por aqui, alguns comentadores como o Avilanes , o Dr.Xanax, o Jorge Faustino, a M. Rosmaninho, o Morcego de Prata o André Miguel e obviamente de maneira saudável os “Pardalitos”. Mas os verdadeiros.
É um desperdício v
er de fora, esta rapaziada.Dispenso claramente, os “falsos” Correia Mendes, Jaime Cortês ( este é um pobre delator), o “Astro”, os irmãos Dalton, a Etelvina, Alfredo Lencastre, Ricardo Dourado etc, etc.
Estes, são a parte “suja” dos blogues.
Só há uma forma de conviver com eles. É ignorá-los.
PS – A cor da nossa BRIOSA é e será eternamente o negro. Negro, que até uma “hemodiálise” imaginária, nos faz “correr” nas veias.
Dourado, só conheço o bico do “papagaio”. Se for preciso, pintamo-lo de “negro”!
VIVA A BRIOSA !




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