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  - Domingo, Março 04, 2007

Nacional, 4 - AAC, 0


A Briosa foi hoje goleada na Choupana, numa partida em que começou melhor mas onde os erros defensivos e o desgaste do encontro de Alvalade acabaram por ser fatais.
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Manuel Machado voltou ao habitual 4-3-3, com Danilo no lugar do lesionado Litos. No meio-campo, Brum a "trinco", Alexandre à direita e Filipe Teixeira à esquerda e uma frente de ataque alargada, com Dame e Cláudio Pitbull bem abertos nas alas no apoio a Gyano.
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O ascendente da Académica foi evidente desde o início da partida, com o ataque a conseguir maior profundidade quase sempre pela disponibilidade de Dame, em tarde inspirada no transporte da bola pelos flancos. No entanto, apesar da maior posse de bola e dos muitos pontapés de canto conquistados (oito na primeira parte), a equipa não conseguia espaços para visar a baliza de Diego Benaglio.
Foi, assim, contra a corrente do jogo que surgiu o primeiro golo, à passagem da meia-hora, na sequência de um bom trabalho de Chilikov. Chaínho, vindo de trás, aproveitou uma desatenção dos centrais da academistas para ganhar espaço e bater Pedro Roma com um remate à meia-volta.
A Briosa reagiu, intensificando a pressão, sempre com Dame em destaque, mas o Nacional manteve um muro intransponível junto da sua área com um quarteto defensivo bem afinado.
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Logo a abrir o segundo tempo, a equipa da "casa" voltou a marcar, desfazendo desde logo as esperanças dos "pretos" em regressar a casa com pontos no bolso. Juliano deixou Paulo Sérgio para trás e serviu Cássio, que atirou a contar.
A Académica já tinha poucas reservas de energia e os sucessivos erros defesivos acabaram por ditar o volumoso resultado que os primeiros minutos não faziam, minimamente, prever.
Já perto do final do jogo, mais uma falha da nossa defesa permitiu a Diego passar por toda a gente antes de atirar, já em queda, para as redes da Briosa.
Antes do final, mais um golo, após um cruzamento de Ricardo Pateiro com desvio de Diego. Pedro Roma ainda defendeu mas Cássio, na recarga, aproveitou para bisar.
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Em conclusão, os madeirenses permitiram que a Académica assumisse, inicialmente, a condução de jogo, mas apenas de forma ilusória, aproveitando da melhor forma uma das poucas oportunidades criadas para ganhar vantagem. O segundo tento, logo a abrir a etapa complementar, sentenciou a partida. A equipa acusou depois o desgaste provocado pelo jogo da Taça e caiu definitivamente aos pés dos madeirenses.
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Sob a arbitragem de Rui Costa, do Porto, as equipas alinharam:
Nacional - Diego Benaglio; Patacas, Ricardo Fernandes, Ávalos e Bruno Basto; Chaíno (Ricardo Pateiro, 85); Bruno Amaro, Bruno (Leandro do Bonfim, 68) e Juliano Spadacio; Chilikov (Diego, 58) e Cássio.
Académica - Pedro Roma; Paulo Sérgio, Danilo, Káká e Lino; Roberto Brum (Gelson, 56), Alexandre e Filipe Teixeira; Dame, Gyano (Nuno Piloto, 80) e Cláudio "Pitbull" (Miguel Pedro, 55).
Marcadores: Chaínho (30), Cássio (47 e 88) e Diego (83).
Disciplina: Cartões amarelos a Bruno Basto (15); Roberto Brum (24), Danilo (39) e Gyano (64).
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Esta crónica foi escrita com base nas informações do site "Maisfutebol".
De acordo com a mesma fonte, foram as seguintes as pontuações atribuídas aos jogadores da Briosa:
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Pedro Roma (3)
Paulo Sérgio (1)
Danilo (1)
Káká (1)
Lino (2)
Roberto Brum (2)
Alexandre (2)
Filipe Teixeira (3) - Foi o único jogador da Académica a merecer destaque no "Maisfutebol", que lhe dedicou estas linhas: "Foi o mais inconformado de uma equipa completamente perdida no 2º tempo. Foram seus os principais remates e as melhores jogadas dos estudantes como já começa a ser habitual. Lutou muito, mas foi impotente para travar a turma madeirense". Por isso, é por nós considerado o melhor da Briosa.
Dame (3)
Gyano (2)
Cláudio "Pitbull" (2)
Miguel Pedro (2)
Gelson (2)
Nuno Piloto (-)

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