Marítimo, 0 - AAC, 0 (*)

Um penalty falhado por Marcinho, que atirou fraco e denunciado, permitindo a defesa de Pedro Roma, roubou a Alberto Pazos a primeira vitória no comando técnico do Marítimo.(...) Já a Académica, que criou ocasiões suficientes para ganhar, somou mais um ponto e ficou quatro acima da linha de água..
A Académica sempre a criar mais perigo
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Regressando ao jogo, e começando pelo início, é necessário dizer que a primeira parte deixou poucas saudades nos cerca de três mil espectadores que assistiram ao jogo nos Barreiros. Três quartos de hora de muitas faltas e pouco futebol. O Marítimo mostrou pouca imaginação para vencer uma equipa de Coimbra que esteve bem em termos defensivos.
A Académica conseguiu transformar o maior domínio insular numa mão cheia de nada e depois, na saída para o ataque, jogou rápido, com transições velozes que pecaram apenas no último passe ou na hora do remate. Mesmo assim, só por infelicidade não saíram para o intervalo em vantagem. Nos minutos finais da primeira parte, Filipe Teixeira e Dame ficaram muito perto do golo. Já o Marítimo, apenas por uma vez criou perigo. Foi na sequência de um erro de Pedro Roma, que deixou antecipar-se por Gregory e conseguiu depois em esforço agarrar a bola. Da primeira parte sobra ainda um golo que parece bem anulado a Lipatin e nada mais. Muito pouco, portanto.
A Académica conseguiu transformar o maior domínio insular numa mão cheia de nada e depois, na saída para o ataque, jogou rápido, com transições velozes que pecaram apenas no último passe ou na hora do remate. Mesmo assim, só por infelicidade não saíram para o intervalo em vantagem. Nos minutos finais da primeira parte, Filipe Teixeira e Dame ficaram muito perto do golo. Já o Marítimo, apenas por uma vez criou perigo. Foi na sequência de um erro de Pedro Roma, que deixou antecipar-se por Gregory e conseguiu depois em esforço agarrar a bola. Da primeira parte sobra ainda um golo que parece bem anulado a Lipatin e nada mais. Muito pouco, portanto.
Na segunda parte, houve mais um bocadinho de emoção e sobretudo mais um bocadinho de oportunidades de golo.
A Briosa continuou por cima, mais perto da vitória do que o contrário, também porque Manuel Machado arriscou, retirou o lateral Vítor Vinha para colocar o avançado Joeano (fazendo recuar Lino para a defesa), o que trouxe um carácter mais ofensivo ao futebol da equipa. A formação de Coimbra continuou a manter a defesa insular em alerta permanente, cada vez mais, aliás, e pelo menos por duas vezes (num remate de Joeano que levou os suplentes da equipa a gritar golo e numa cabeçada de Litos que obrigou Marcos a grande defesa) podia ter feito o golo. Já o Marítimo, e para além da tal grande penalidade, criou perigo também num outro remate de Marcinho, arrancado quando seguia isolado para a baliza, por cima da barra. Este não era, definitivamente, um jogo para desfazer o nulo.
A Briosa continuou por cima, mais perto da vitória do que o contrário, também porque Manuel Machado arriscou, retirou o lateral Vítor Vinha para colocar o avançado Joeano (fazendo recuar Lino para a defesa), o que trouxe um carácter mais ofensivo ao futebol da equipa. A formação de Coimbra continuou a manter a defesa insular em alerta permanente, cada vez mais, aliás, e pelo menos por duas vezes (num remate de Joeano que levou os suplentes da equipa a gritar golo e numa cabeçada de Litos que obrigou Marcos a grande defesa) podia ter feito o golo. Já o Marítimo, e para além da tal grande penalidade, criou perigo também num outro remate de Marcinho, arrancado quando seguia isolado para a baliza, por cima da barra. Este não era, definitivamente, um jogo para desfazer o nulo.
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Sob a arbitragem de Paulo Pereira, de Viana do Castelo, as equipas alinharam:
Marítimo - Marcos; Zé Gomes (Djalma, 78), Milton do Ó, Gregory e Evaldo; Smit; Olberdam, Filipe Oliveira e Marcinho; Lipatin e Mbesuma (Gonçalo, 54).
Académica - Pedro Roma; Sarmento, Litos, Medeiros e Vítor Vinha (Joeano, 46); Paulo Sérgio e Alexandre (Roberto Brum, 57); Miguel Pedro, Filipe Teixeira e Lino; Dame (Gyano, 84).
Disciplina: Cartões amarelos a Olberdam (49) e Medeiros (65).
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Classificação atribuída aos jogadores da Briosa:
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Pedro Roma (4)
Sarmento (3)
Litos (3)
Medeiros (2)
Vítor Vinha (2)
Paulo Sérgio (3)
Alexandre (3)
Miguel Pedro (2)
Filipe Teixeira (4)
Lino (3)
Dame (4)
Joeano (2)
R. Brum (2)
Gyano (-)
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O melhor da Briosa: Filipe Teixeira
O melhor da Briosa: Filipe Teixeira
Filipe Teixeira não sabe jogar mal. É o criativo da Académica. Sempre que tem a bola nos pés, dá-lhe um bom caminho. Por isso mesmo conferiu ao futebol da Briosa um toque de criatividade que lançou o perigo sobre a defesa do Marítimo, ao mesmo tempo que se mostrou o municiador do ataque de Coimbra. Por uma vez ficou perto do golo, num remate que Marcos defendeu, mas em mais duas ocasiões serviu os companheiros para finalizações que ameaçaram o golo: a primeira num remate de Dame, a segunda num cabeceamento de Litos.
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(*) Crónica, ficha do jogo, classificações e destaque de João Manuel Fernandes, retirados do site "Maisfutebol".



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