Tempo de balanço (1): avaliação do desempenho dos nossos jogadores

Agora que caiu o pano sobre a edição de 2006/2007 da Bwin Liga e "a poeira começa a assentar", é altura de fazermos um balanço do desempenho da equipa e dos atletas da Briosa na competição.
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Julgo que nenhum adepto academista terá ficado satisfeito com a prestação do conjunto na temporada que agora findou. Na verdade, face ao investimento realizado, o 13º lugar final é gerador de enorme frustração. Se é certo que a época não se revestiu do dramatismo da anterior, em que só assegurámos a permanência no último "suspiro" da Liga, a verdade é que o espectro da "linha de água" esteve sempre presente até à penúltima jornada da prova.
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Julgo que nenhum adepto academista terá ficado satisfeito com a prestação do conjunto na temporada que agora findou. Na verdade, face ao investimento realizado, o 13º lugar final é gerador de enorme frustração. Se é certo que a época não se revestiu do dramatismo da anterior, em que só assegurámos a permanência no último "suspiro" da Liga, a verdade é que o espectro da "linha de água" esteve sempre presente até à penúltima jornada da prova.
Por outro lado, os jogos no ECC constituíram um verdadeiro "calvário" para os adeptos: três vitórias, dois empates e dez derrotas em "casa" (sendo que, na 2ª "volta", dos sete encontros disputados no nosso terreno, perdemos todos, à excepção de um, e apenas marcámos um (!...) golo e de penalti) é demasiado mau.
Valeu-nos a "almofada" conseguida em meados da 1ª "volta" e que foi sendo mantida, depois, graças a uma prestação menos má nas partidas disputadas em terreno alheio.
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Vejamos, agora, aquilo que, na minha opinião, esteve na base da inconsistência exibicional e dos fracos resultados obtidos pela equipa:
- globalmente, o plantel era desequilibrado, embora dispusesse de alguns jogadores de qualidade: havia excesso de "trincos" e faltava um "lateral" direito, por exemplo.
- sectorialmente, a defesa nunca inspirou confiança, denotando quase sempre uma enorme fragilidade, como prova o facto de ter sido a segunda mais batida da Liga; o ataque foi muitas vezes quase inofensivo, o que explica a má prestação em "casa"; valeu-nos o meio-campo, claramente o sector mais forte da equipa, em especial quando esta actuava mais em contra-ataque, o que explica que 15 dos 26 pontos obtidos tenham sido conquistados nos jogos "fora".
- sectorialmente, a defesa nunca inspirou confiança, denotando quase sempre uma enorme fragilidade, como prova o facto de ter sido a segunda mais batida da Liga; o ataque foi muitas vezes quase inofensivo, o que explica a má prestação em "casa"; valeu-nos o meio-campo, claramente o sector mais forte da equipa, em especial quando esta actuava mais em contra-ataque, o que explica que 15 dos 26 pontos obtidos tenham sido conquistados nos jogos "fora".
- individualmente, poucas aquisições corresponderam às expectativas (Lino, Paulo Sérgio, Dame, Káká e Hélder Barbosa - que, infelizmente, cedo ficou "fora de combate" - foram as excepções), sendo que algumas constituíram autênticos "flops" (Estevez, Sonkaya, Nestor Alvarez, Medeiros, Douglas, só para referir os casos mais gritantes).
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É esta componente individual que pretendo esmiuçar um pouco mais, com recurso a alguns dados estatísticos simples, trabalhados a partir de uma consulta ao sítio da Liga Portuguesa de Futebol Profissional. Claro que, para além destes elementos objectivos, existe uma apreciação subjectiva que se traduzirá na classificação que atribuiremos.
Tal como no final da 1ª "volta", o critério de avaliação baseia-se, não nas potencialidades dos atletas, mas, antes, no seu rendimento em campo durante a época.
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É esta componente individual que pretendo esmiuçar um pouco mais, com recurso a alguns dados estatísticos simples, trabalhados a partir de uma consulta ao sítio da Liga Portuguesa de Futebol Profissional. Claro que, para além destes elementos objectivos, existe uma apreciação subjectiva que se traduzirá na classificação que atribuiremos.
Tal como no final da 1ª "volta", o critério de avaliação baseia-se, não nas potencialidades dos atletas, mas, antes, no seu rendimento em campo durante a época.
Não serão avaliados quantitativamente os jogadores que não satisfaçam, pelo menos, uma destas condições: terem efectuado quatro jogos completos, alinhado em oito jogos ou actuado durante 500 minutos.
De fora desta estatística ficam as quatro partidas da Taça de Portugal, em que atingimos os quartos-de-final. Sendo uma competição com características diferentes, entendemos que não devíamos misturar os dados desta com os da Liga.
Eis, então, a minha análise:
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PEDRO ROMA
Posição: Guarda-redes
Jogos efectuados: 30 (todos completos)
Tempo de utilização: 2700 minutos
Golos sofridos: 46
Disciplina: 2 cartões amarelos
Avaliação: É o único totalista. Apesar de ter tido à sua frente a defesa mais fraca dos últimos anos, que permitiu com demasiada frequência ocasiões fáceis de concretização aos adversários, voltou a realizar uma excelente época, que uma ou duas prestações menos conseguidas não deslustram minimamente. Esteve particularmente bem na 2ª “volta”, em especial na ponta final, quando defendeu duas grandes penalidades (uma das quais decisiva, na Madeira, frente ao Marítimo). Aos 37 anos, “São Pedro" ainda mantém as suas qualidades de “milagreiro”. Por isso, mesmo que tenhamos de começar a preparar a sua sucessão, a palavra de ordem só pode ser uma: renovação, já!
Classificação: 4+
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NUNO LUÍS
Posição: Defesa direito
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PEDRO ROMA
Posição: Guarda-redes
Jogos efectuados: 30 (todos completos)
Tempo de utilização: 2700 minutos
Golos sofridos: 46
Disciplina: 2 cartões amarelos
Avaliação: É o único totalista. Apesar de ter tido à sua frente a defesa mais fraca dos últimos anos, que permitiu com demasiada frequência ocasiões fáceis de concretização aos adversários, voltou a realizar uma excelente época, que uma ou duas prestações menos conseguidas não deslustram minimamente. Esteve particularmente bem na 2ª “volta”, em especial na ponta final, quando defendeu duas grandes penalidades (uma das quais decisiva, na Madeira, frente ao Marítimo). Aos 37 anos, “São Pedro" ainda mantém as suas qualidades de “milagreiro”. Por isso, mesmo que tenhamos de começar a preparar a sua sucessão, a palavra de ordem só pode ser uma: renovação, já!
Classificação: 4+
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NUNO LUÍS
Posição: Defesa direito
Jogos efectuados: 7 (6 completos e 1 em que foi substituído)
Tempo de utilização: 585 minutos
Disciplina: 2 cartões amarelos
Avaliação: Voltou a passar a maior parte da época no “estaleiro”, a exemplo do que sucedera no ano anterior. Nos poucos jogos em que actuou (todos na 1ª “volta”), não esteve bem, denotando falta de velocidade e deficiente recuperação defensiva, o que o levou a pouco arriscar subir no terreno. Deu muito à Académica, mas parece-nos que o seu “prazo de validade” chegou ao fim.
Classificação: 2-
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SONKAYA
Posição: Defesa direito
Avaliação: Voltou a passar a maior parte da época no “estaleiro”, a exemplo do que sucedera no ano anterior. Nos poucos jogos em que actuou (todos na 1ª “volta”), não esteve bem, denotando falta de velocidade e deficiente recuperação defensiva, o que o levou a pouco arriscar subir no terreno. Deu muito à Académica, mas parece-nos que o seu “prazo de validade” chegou ao fim.
Classificação: 2-
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SONKAYA
Posição: Defesa direito
Jogos efectuados: 4 (todos completos)
Tempo de utilização: 360 minutos
Avaliação: Emprestado pelo FC Porto, depois de não ter vingado no Dragão, o turco voltou a falhar rotundamente em Coimbra. Lento, incapaz de subir no terreno, pouco acrescentou à equipa e cedo deixou de ser opção para Manuel Machado. Para completar o quadro, deu uma entrevista em que criticou duramente o clube, o que lhe valeu um processo disciplinar. Em suma, um verdadeiro “barrete”.
Classificação: 1
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SARMENTO
Posição: Defesa direito (médio-ala adaptado)
Avaliação: Emprestado pelo FC Porto, depois de não ter vingado no Dragão, o turco voltou a falhar rotundamente em Coimbra. Lento, incapaz de subir no terreno, pouco acrescentou à equipa e cedo deixou de ser opção para Manuel Machado. Para completar o quadro, deu uma entrevista em que criticou duramente o clube, o que lhe valeu um processo disciplinar. Em suma, um verdadeiro “barrete”.
Classificação: 1
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SARMENTO
Posição: Defesa direito (médio-ala adaptado)
Jogos efectuados: 14 (4 completos, 4 em que foi substituído e 6 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 680 minutos
Disciplina: 2 cartões amarelos
Avaliação: Até meados da 2ª “volta”, quase não foi utilizado. A partir do encontro com a U. Leiria, em “casa”, passou a ser opção para “lateral” direito, onde alternou exibições regulares com outras menos conseguidas. Apesar da época não lhe ter corrido bem, é jogador em que devemos continuar a apostar. Quanto mais não seja, pela sua polivalência.
Classificação: 2+
LITOS
Posição: Defesa central
Disciplina: 2 cartões amarelos
Avaliação: Até meados da 2ª “volta”, quase não foi utilizado. A partir do encontro com a U. Leiria, em “casa”, passou a ser opção para “lateral” direito, onde alternou exibições regulares com outras menos conseguidas. Apesar da época não lhe ter corrido bem, é jogador em que devemos continuar a apostar. Quanto mais não seja, pela sua polivalência.
Classificação: 2+
LITOS
Posição: Defesa central
Jogos efectuados: 22 (19 completos, 2 em que foi expulso e 1 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 1880 minutos
Golos: 2 (frente ao Beira Mar, em "casa", e ao Braga, "fora")
Disciplina: 2 cartões vermelhos (1 directo e 1 por acumulação) e 4 cartões amarelos
Avaliação: As suas prestações acabaram por ficar aquém do esperado. Pensava-se que seria o "patrão" da defesa, dado o seu passado (campeão pelo Boavista e três anos a actuar na Liga espanhola), mas a verdade é que esteve longe de o conseguir, em especial durante a primeira parte da temporada, onde se mostrou quase sempre demasiado lento e sem tempo de desarme, o que lhe valeu duas expulsões. Na 2ª “volta”, subiu de rendimento e, apesar de a velocidade não ser o seu forte, mostrou maior sentido posicional, o que o tornou mais consistente. Nas acções defensivas, desiludiu no jogo de cabeça, tido como um dos seus pontos fortes. Já nas ofensivas, esteve melhor, tendo marcado por duas vezes. Em suma, cumpriu os “serviços mínimos”.
Classificação: 3-
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KÁKÁ
Posição: Defesa central
Avaliação: As suas prestações acabaram por ficar aquém do esperado. Pensava-se que seria o "patrão" da defesa, dado o seu passado (campeão pelo Boavista e três anos a actuar na Liga espanhola), mas a verdade é que esteve longe de o conseguir, em especial durante a primeira parte da temporada, onde se mostrou quase sempre demasiado lento e sem tempo de desarme, o que lhe valeu duas expulsões. Na 2ª “volta”, subiu de rendimento e, apesar de a velocidade não ser o seu forte, mostrou maior sentido posicional, o que o tornou mais consistente. Nas acções defensivas, desiludiu no jogo de cabeça, tido como um dos seus pontos fortes. Já nas ofensivas, esteve melhor, tendo marcado por duas vezes. Em suma, cumpriu os “serviços mínimos”.
Classificação: 3-
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KÁKÁ
Posição: Defesa central
Jogos efectuados: 22 (20 completos e 2 em que foi expulso)
Tempo de utilização: 1906 minutos
Disciplina: 2 cartões vermelhos (1 directo e 1 por acumulação) e 3 cartões amarelos
Avaliação: Foi, sem sombra de dúvida, o menos mau dos “centrais”. Como referimos anteriormente, é rápido, sóbrio e tem a vantagem de não inventar. Porém, apresenta limitações técnicas que, por vezes, vêm ao de cima e originam situações de apuro para as nossas redes. A isso podemos acrescentar alguma ingenuidade, que esteve na origem das suas duas expulsões. Apesar de tudo, parece-nos que se tratou de uma boa aquisição, ainda por cima com alguma margem para progredir, especialmente se tiver um colega mais consistente ao seu lado.
Classificação: 3
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DANILO
Posição: Defesa central
Avaliação: Foi, sem sombra de dúvida, o menos mau dos “centrais”. Como referimos anteriormente, é rápido, sóbrio e tem a vantagem de não inventar. Porém, apresenta limitações técnicas que, por vezes, vêm ao de cima e originam situações de apuro para as nossas redes. A isso podemos acrescentar alguma ingenuidade, que esteve na origem das suas duas expulsões. Apesar de tudo, parece-nos que se tratou de uma boa aquisição, ainda por cima com alguma margem para progredir, especialmente se tiver um colega mais consistente ao seu lado.
Classificação: 3
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DANILO
Posição: Defesa central
Jogos efectuados: 10 (8 completos, 1 em que foi substituído e 1 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 787 minutos
Golos: 1 (frente ao Aves, em "casa")
Disciplina: 2 cartões amarelos
Avaliação: Se já havia sido pouco utilizado na 1ª “volta”, quase deixou de ser opção após o encontro da Choupana, onde teve uma actuação desastrada. Nunca revelou grande consistência e, por isso, nunca inspirou grande confiança, apesar de ir procurando cumprir a sua missão. O seu futuro poderá não passar por Coimbra.
Classificação: 2
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MEDEIROS
Posição: Defesa central
Avaliação: Se já havia sido pouco utilizado na 1ª “volta”, quase deixou de ser opção após o encontro da Choupana, onde teve uma actuação desastrada. Nunca revelou grande consistência e, por isso, nunca inspirou grande confiança, apesar de ir procurando cumprir a sua missão. O seu futuro poderá não passar por Coimbra.
Classificação: 2
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MEDEIROS
Posição: Defesa central
Jogos efectuados: 15 (9 completos, 1 em que foi expulso, 2 em que foi substituído e 3 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 1058 minutos
Disciplina: 1 cartão vermelho (por acumulação) e 3 cartões amarelos
Avaliação: Foi aposta pessoal de Manuel Machado mas nunca se revelou digno da confiança do técnico. A sua insegurança foi quase sempre notória, tendo revelado pouca velocidade e deficiente sentido posicional. Como corolário dessas insuficiências, alguns dos seus erros originaram golos dos adversários. Pode ser uma coincidência infeliz, mas, sempre que jogou de início, a Briosa nunca ganhou. Será que continua?
Classificação: 2
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LINO
Posição: Defesa esquerdo
Avaliação: Foi aposta pessoal de Manuel Machado mas nunca se revelou digno da confiança do técnico. A sua insegurança foi quase sempre notória, tendo revelado pouca velocidade e deficiente sentido posicional. Como corolário dessas insuficiências, alguns dos seus erros originaram golos dos adversários. Pode ser uma coincidência infeliz, mas, sempre que jogou de início, a Briosa nunca ganhou. Será que continua?
Classificação: 2
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LINO
Posição: Defesa esquerdo
Jogos efectuados: 29 (27 completos e 2 em que foi substituído)
Tempo de utilização: 2586 minutos
Golos: 5 (frente à Naval e ao FC Porto (gp) em "casa", e ao Boavista, ao Braga e ao Belenenses, "fora")
Disciplina: 1 cartão vermelho (por acumulação, no final do jogo em Paços de Ferreira) e 1 cartão amarelo
Avaliação: Confirmou-se como uma das mais interessantes aquisições desta época, tendo sido o segundo jogador mais utilizado. Extremamente ofensivo, mostrou-se bastante útil a criar desequilíbrios pelo seu flanco. Daí que tenha sido, muitas vezes, utilizado como médio-ala esquerdo. Porém, no início, mostrou-se pouco consistente nas tarefas defensivas, obrigando os médios a frequentes compensações. Apesar de tudo, melhorou, nesse aspecto, ao longo da 2ª “volta”. O seu pontapé forte e colocado revelou-se uma mais-valia nas bolas paradas. Surge, assim, como o melhor marcador da equipa na “Liga”, com 5 golos marcados (dos quais 3 na marcação de “livres” directos e um na transformação de uma grande penalidade). Infelizmente, tudo indica que não continuará em Coimbra, devendo o seu futuro passar pelo futebol alemão, onde já militou.
Classificação: 4
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VÍTOR VINHA
Posição: Defesa esquerdo
Avaliação: Confirmou-se como uma das mais interessantes aquisições desta época, tendo sido o segundo jogador mais utilizado. Extremamente ofensivo, mostrou-se bastante útil a criar desequilíbrios pelo seu flanco. Daí que tenha sido, muitas vezes, utilizado como médio-ala esquerdo. Porém, no início, mostrou-se pouco consistente nas tarefas defensivas, obrigando os médios a frequentes compensações. Apesar de tudo, melhorou, nesse aspecto, ao longo da 2ª “volta”. O seu pontapé forte e colocado revelou-se uma mais-valia nas bolas paradas. Surge, assim, como o melhor marcador da equipa na “Liga”, com 5 golos marcados (dos quais 3 na marcação de “livres” directos e um na transformação de uma grande penalidade). Infelizmente, tudo indica que não continuará em Coimbra, devendo o seu futuro passar pelo futebol alemão, onde já militou.
Classificação: 4
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VÍTOR VINHA
Posição: Defesa esquerdo
Jogos efectuados: 9 (1 completo, 6 em que foi substituído e 2 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 503 minutos
Disciplina: 2 cartões amarelos
Avaliação: ”Tapado" por Lino, acabou por ser utilizado de forma bastante intermitente, tendo apenas efectuado um jogo completo. Aliás, sempre que Manuel Machado efectuava alguma alteração táctica, era normalmente um dos sacrificados. Apesar disso, sempre que actuou, não foi brilhante mas também não comprometeu (à excepção do jogo do Bessa), pelo que lhe atribuímos nota positiva. Julgamos que merece mais oportunidades, até porque ainda é jovem e tem alguma margem de progressão.
Classificação: 3-
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PAULO SÉRGIO
Posição: Médio defensivo
Avaliação: ”Tapado" por Lino, acabou por ser utilizado de forma bastante intermitente, tendo apenas efectuado um jogo completo. Aliás, sempre que Manuel Machado efectuava alguma alteração táctica, era normalmente um dos sacrificados. Apesar disso, sempre que actuou, não foi brilhante mas também não comprometeu (à excepção do jogo do Bessa), pelo que lhe atribuímos nota positiva. Julgamos que merece mais oportunidades, até porque ainda é jovem e tem alguma margem de progressão.
Classificação: 3-
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PAULO SÉRGIO
Posição: Médio defensivo
Jogos efectuados: 25 (17 completos, 3 em que foi substituído e 5 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 1860 minutos
Disciplina: 4 cartões amarelos
Avaliação: Este brasileiro proveniente do Moreirense confirmou-se, claramente, como uma das boas aquisições desta época. Tardou a impor-se na equipa mas, a partir daí, nunca mais de lá saiu. É um “poço de energia” e possui bom sentido posicional, mostrando-se extremamente eficiente nas tarefas defensivas. No entanto, o capítulo do passe continua a ser o seu ponto fraco, pois nem sempre entrega a bola em boas condições, criando, por vezes, algumas situações embaraçosas para a equipa. Actuou durante vários jogos a “lateral” direito e, apesar de revelar algumas dificuldades na posição, não comprometeu.
Classificação: 4
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ALEXANDRE
Posição: Médio defensivo
Avaliação: Este brasileiro proveniente do Moreirense confirmou-se, claramente, como uma das boas aquisições desta época. Tardou a impor-se na equipa mas, a partir daí, nunca mais de lá saiu. É um “poço de energia” e possui bom sentido posicional, mostrando-se extremamente eficiente nas tarefas defensivas. No entanto, o capítulo do passe continua a ser o seu ponto fraco, pois nem sempre entrega a bola em boas condições, criando, por vezes, algumas situações embaraçosas para a equipa. Actuou durante vários jogos a “lateral” direito e, apesar de revelar algumas dificuldades na posição, não comprometeu.
Classificação: 4
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ALEXANDRE
Posição: Médio defensivo
Jogos efectuados: 22 (10 completos, 1 em que foi expulso, 6 em que foi substituído e 5 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 1474 minutos
Disciplina: 1 cartão vermelho (por acumulação) e 2 cartões amarelos
Avaliação: Igualmente aposta pessoal de Manuel Machado, mostrou-se sempre algo irregular, alternando exibições de bom nível com outras mais discretas. Após a expulsão nas Aves, a sua utilização passou a ser mais intermitente. É um jogador útil, mas não faz a diferença, especialmente numa posição onde a equipa se encontra bem servida.
Classificação: 3
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PAVLOVIC
Posição: Médio defensivo
Avaliação: Igualmente aposta pessoal de Manuel Machado, mostrou-se sempre algo irregular, alternando exibições de bom nível com outras mais discretas. Após a expulsão nas Aves, a sua utilização passou a ser mais intermitente. É um jogador útil, mas não faz a diferença, especialmente numa posição onde a equipa se encontra bem servida.
Classificação: 3
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PAVLOVIC
Posição: Médio defensivo
Jogos efectuados: 11 (5 completos, 4 em que foi substituído, 1 em que foi expulso e 1 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 668 minutos
Disciplina: 1 cartão vermelho (por acumulação) e 5 cartões amarelos
Avaliação: O “internacional” sub-21 sérvio jogou de forma intermitente durante a 1ª “volta”, constituindo uma relativa desilusão. Mostrou-se razoável a destruir jogo, embora com o senão de alguma impetuosidade que lhe valeu alguns "amarelos". Em contrapartida, revelou grandes dificuldades na construção ofensiva. Estava a subir de rendimento quando sofreu uma grave lesão na recepção ao Boavista, que o afastou dos relvados até ao final da temporada. Um jogador que, em nossa opinião, merece uma segunda oportunidade.
Classificação: 2+
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ROBERTO BRUM
Posição: Médio defensivo
Avaliação: O “internacional” sub-21 sérvio jogou de forma intermitente durante a 1ª “volta”, constituindo uma relativa desilusão. Mostrou-se razoável a destruir jogo, embora com o senão de alguma impetuosidade que lhe valeu alguns "amarelos". Em contrapartida, revelou grandes dificuldades na construção ofensiva. Estava a subir de rendimento quando sofreu uma grave lesão na recepção ao Boavista, que o afastou dos relvados até ao final da temporada. Um jogador que, em nossa opinião, merece uma segunda oportunidade.
Classificação: 2+
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ROBERTO BRUM
Posição: Médio defensivo
Jogos efectuados: 29 (12 completos, 14 em que foi substituído e 3 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 2040 minutos
Disciplina: 8 cartões amarelos
Avaliação: O seu início de época esteve algo distante das duas temporadas anteriores, parecendo algo inadaptado aos sistemas tácticos de Manuel Machado (em especial, ao losango, onde é deslocado para a direita) e/ou frustrado por não ter conseguido “dar o salto”. Assim, embora cumprindo sem comprometer, não conseguia fazer a diferença, sendo frequentemente substituído. Na parte final da temporada, voltou a subir de “forma” e foi possível notar-se novamente a sua qualidade técnica, a par com a sua "garra" e entrega ao jogo. Esperemos que continue por cá.
Classificação: 3+
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NUNO PILOTO
Posição: Médio
Tempo de utilização: 2040 minutos
Disciplina: 8 cartões amarelos
Avaliação: O seu início de época esteve algo distante das duas temporadas anteriores, parecendo algo inadaptado aos sistemas tácticos de Manuel Machado (em especial, ao losango, onde é deslocado para a direita) e/ou frustrado por não ter conseguido “dar o salto”. Assim, embora cumprindo sem comprometer, não conseguia fazer a diferença, sendo frequentemente substituído. Na parte final da temporada, voltou a subir de “forma” e foi possível notar-se novamente a sua qualidade técnica, a par com a sua "garra" e entrega ao jogo. Esperemos que continue por cá.
Classificação: 3+
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NUNO PILOTO
Posição: Médio
Jogos efectuados: 9 (2 completos, 2 em que foi substituído e 5 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 337 minutos
Disciplina: 1 cartão amarelo
Avaliação: Repetimos o que escrevemos no fim da 1ª “volta”: tarda em afirmar-se e arrisca tornar-se (mais) uma esperança eternamente adiada. Manuel Machado procurou adaptá-lo a defesa direito e colocou-o a titular nos dois primeiros encontros, mas os resultados não foram felizes. A partir daí, raramente foi utilizado, jogando apenas alguns minutos no final das partidas. Já próximo do final da época sofreu uma apendicite aguda e ficou “fora de combate”. Ainda terá futuro na Briosa?
Classificação: 2-
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MIGUEL PEDRO
Posição: Médio-ala direito
Avaliação: Repetimos o que escrevemos no fim da 1ª “volta”: tarda em afirmar-se e arrisca tornar-se (mais) uma esperança eternamente adiada. Manuel Machado procurou adaptá-lo a defesa direito e colocou-o a titular nos dois primeiros encontros, mas os resultados não foram felizes. A partir daí, raramente foi utilizado, jogando apenas alguns minutos no final das partidas. Já próximo do final da época sofreu uma apendicite aguda e ficou “fora de combate”. Ainda terá futuro na Briosa?
Classificação: 2-
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MIGUEL PEDRO
Posição: Médio-ala direito
Jogos efectuados: 26 (9 completos, 10 em que foi substituído e 7 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 1647 minutos
Golos: 2 (frente ao Paços de Ferreira, "fora", e ao Aves, em "casa")
Disciplina: 6 cartões amarelos
Avaliação: Iniciou a época em bom plano, mostrando-se rápido, dotado de boa técnica e sentido de desmarcação. Porém, já era notória uma certa falta de consistência, traduzida em alguma irregularidade exibicional, não só de jogo para jogo, mas também durante os encontros. No primeiro encontro da 2ª “volta”, frente ao V. Setúbal, lesionou-se com alguma gravidade. A partir daí, a sua utilização passou a ser mais intermitente e não voltou a atingir os mesmos patamares exibicionais, embora as actuações nas últimos jornadas já tenham sido mais conseguidas. É ainda muito jovem e a sua margem de progressão é grande. Com um pouco mais de confiança, poderia “explodir” na próxima temporada, mas tudo indica que rumará ao Shakthiar Donetsk, da Ucrânia.
Classificação: 3
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DAME
Posição: Médio ofensivo
Avaliação: Iniciou a época em bom plano, mostrando-se rápido, dotado de boa técnica e sentido de desmarcação. Porém, já era notória uma certa falta de consistência, traduzida em alguma irregularidade exibicional, não só de jogo para jogo, mas também durante os encontros. No primeiro encontro da 2ª “volta”, frente ao V. Setúbal, lesionou-se com alguma gravidade. A partir daí, a sua utilização passou a ser mais intermitente e não voltou a atingir os mesmos patamares exibicionais, embora as actuações nas últimos jornadas já tenham sido mais conseguidas. É ainda muito jovem e a sua margem de progressão é grande. Com um pouco mais de confiança, poderia “explodir” na próxima temporada, mas tudo indica que rumará ao Shakthiar Donetsk, da Ucrânia.
Classificação: 3
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DAME
Posição: Médio ofensivo
Jogos efectuados: 25 (14 completos, 9 em que foi substituído e 2 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 1894 minutos
Golos: 4 (frente ao Nacional, ao Estrela da Amadora e ao Beira Mar, em "casa", e ao Aves, "fora")
Disciplina: 5 cartões amarelos
Avaliação: Um achado, trazido pelo seu irmão, o nosso ex-atleta Ousmane N'Doye. Veio só para treinar, agradou a Manuel Machado e tornou-se um dos jogadores mais influentes da equipa. Mostrou boa técnica individual, grande espírito de luta e de entrega ao jogo, o que o tornou igualmente útil em tarefas defensivas. A sua potente meia-distância valeu-lhe quatro excelentes golos. Contudo, pouco depois do início da 2ª “volta”, viu-se envolvido numa “cilada” para a renovação do contrato, alegadamente armada pelo vice-presidente Luís Godinho. Terá ficado psicologicamente afectado por esse acontecimento e, a partir daí, o seu rendimento não voltou a ser o mesmo. Como já se esperava, não será possível segurá-lo em Coimbra, sendo quase certa a sua ida para o Panathinaikos, um dos "grandes" da Grécia.
Classificação: 4
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FILIPE TEIXEIRA
Posição: Médio ofensivo
Avaliação: Um achado, trazido pelo seu irmão, o nosso ex-atleta Ousmane N'Doye. Veio só para treinar, agradou a Manuel Machado e tornou-se um dos jogadores mais influentes da equipa. Mostrou boa técnica individual, grande espírito de luta e de entrega ao jogo, o que o tornou igualmente útil em tarefas defensivas. A sua potente meia-distância valeu-lhe quatro excelentes golos. Contudo, pouco depois do início da 2ª “volta”, viu-se envolvido numa “cilada” para a renovação do contrato, alegadamente armada pelo vice-presidente Luís Godinho. Terá ficado psicologicamente afectado por esse acontecimento e, a partir daí, o seu rendimento não voltou a ser o mesmo. Como já se esperava, não será possível segurá-lo em Coimbra, sendo quase certa a sua ida para o Panathinaikos, um dos "grandes" da Grécia.
Classificação: 4
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FILIPE TEIXEIRA
Posição: Médio ofensivo
Jogos efectuados: 29 (17 completos, 7 em que foi substituído e 5 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 2070 minutos
Golos: 1 (frente ao Aves, "fora")
Disciplina: 3 cartões amarelos
Avaliação: A grave lesão que sofreu perto do final da temporada anterior condicionou muito as suas prestações nos primeiros jogos, onde mostrou uma natural falta de ritmo competitivo e um certo medo de "meter o pé". Gradualmente, foi melhorando as suas actuações e, a partir de meados da 1ª “volta” (após a lesão de Hélder Barbosa) tornou-se o jogador mais influente da equipa. Dotado de uma técnica aprimorada, possui, claramente, uma classe extra. Por outro lado, mostrou muito mais "pulmão" que o ano passado, o que o tornou ainda mais consistente. Manuel Machado terá colocado a sua permanência como condição para a sua continuidade no comando técnico da Briosa. Resta saber se é possível segurá-lo.
Classificação: 4+
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DIONATTAN
Posição: Médio ofensivo
Avaliação: A grave lesão que sofreu perto do final da temporada anterior condicionou muito as suas prestações nos primeiros jogos, onde mostrou uma natural falta de ritmo competitivo e um certo medo de "meter o pé". Gradualmente, foi melhorando as suas actuações e, a partir de meados da 1ª “volta” (após a lesão de Hélder Barbosa) tornou-se o jogador mais influente da equipa. Dotado de uma técnica aprimorada, possui, claramente, uma classe extra. Por outro lado, mostrou muito mais "pulmão" que o ano passado, o que o tornou ainda mais consistente. Manuel Machado terá colocado a sua permanência como condição para a sua continuidade no comando técnico da Briosa. Resta saber se é possível segurá-lo.
Classificação: 4+
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DIONATTAN
Posição: Médio ofensivo
Jogos efectuados: 4 (1 em que foi substituído e 3 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 111 minutos
Avaliação: Veio de demorada lesão e voltou a ressentir-se. Pouco jogou e, em Dezembro, acabou por regressar ao Brasil. Uma saída “pela porta pequena”.
Classificação: ---
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HÉLDER BARBOSA
Posição: Médio-ala esquerdo
Avaliação: Veio de demorada lesão e voltou a ressentir-se. Pouco jogou e, em Dezembro, acabou por regressar ao Brasil. Uma saída “pela porta pequena”.
Classificação: ---
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HÉLDER BARBOSA
Posição: Médio-ala esquerdo
Jogos efectuados: 7 (4 completos, 1 em que foi substituído e 2 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 505 minutos
Golos: 2 (frente ao Vitória de Setúbal, "fora", e ao Estrela da Amadora, em "casa")
Disciplina: 2 cartões amarelos
Avaliação: Emprestado pelo FCPorto, mostrou ser uma das grandes promessas do futebol português. Veloz, dotado de boa técnica individual, forte no 1x1 e procurando sempre a linha, é um jogador que não engana. Foi, nos primeiros jogos, a grande referência da equipa, numa altura em que o seu talento individual conseguiu disfarçar algumas fragilidades colectivas. Porém, a infelicidade "bateu-lhe à porta": primeiro, sofreu uma arreliadora lesão ao serviço da selecção de sub-21, que o afastou durante alguns jogos; depois, quando tudo parecia correr pelo melhor, foi vítima de uma ruptura de ligamentos no joelho num jogo-treino com o Pampilhosa. Para ele, a época terminou ali. Apesar de apenas ter actuado em sete partidas, merece nota de “bom”, pois a sua acção foi decisiva em várias delas. Se mantiver intactas as suas qualidades, seria óptimo conseguir dos "dragões" a renovação do empréstimo.
Classificação: 4-
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ESTEVEZ
Posição: Avançado
Avaliação: Emprestado pelo FCPorto, mostrou ser uma das grandes promessas do futebol português. Veloz, dotado de boa técnica individual, forte no 1x1 e procurando sempre a linha, é um jogador que não engana. Foi, nos primeiros jogos, a grande referência da equipa, numa altura em que o seu talento individual conseguiu disfarçar algumas fragilidades colectivas. Porém, a infelicidade "bateu-lhe à porta": primeiro, sofreu uma arreliadora lesão ao serviço da selecção de sub-21, que o afastou durante alguns jogos; depois, quando tudo parecia correr pelo melhor, foi vítima de uma ruptura de ligamentos no joelho num jogo-treino com o Pampilhosa. Para ele, a época terminou ali. Apesar de apenas ter actuado em sete partidas, merece nota de “bom”, pois a sua acção foi decisiva em várias delas. Se mantiver intactas as suas qualidades, seria óptimo conseguir dos "dragões" a renovação do empréstimo.
Classificação: 4-
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ESTEVEZ
Posição: Avançado
Jogos efectuados: 3 (1 completo, 1 em que foi substituído e 1 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 206 minutos
Avaliação: Um autêntico "flop". O argentino actuou (muito mal) nos três primeiros jogos e não mais foi utilizado. Não se adaptou ao futebol europeu e cedo regressou ao seu país.
Classificação: ---
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GELSON
Posição: Avançado
Avaliação: Um autêntico "flop". O argentino actuou (muito mal) nos três primeiros jogos e não mais foi utilizado. Não se adaptou ao futebol europeu e cedo regressou ao seu país.
Classificação: ---
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GELSON
Posição: Avançado
Jogos efectuados: 12 (2 completos, 2 em que foi substituído, 1 em que foi expulso e 7 como suplente utilizado
Tempo de utilização: 626 minuto
Golos: 1 (frente ao Belenenses, em "casa")
Disciplina: 1 cartão vermelho (por acumulação) e 1 cartão amarelo
Avaliação: Mostrou entrega, "garra" e espírito de sacrifício mas, igualmente, enormes limitações técnicas. Por isso, raramente foi solução para os problemas atacantes da equipa, acabando por ser utilizado de forma esporádica. Parece-nos que o seu tempo na Briosa se esgotou.
Classificação: 2-
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NESTOR ALVAREZ
Posição: Avançado
Avaliação: Mostrou entrega, "garra" e espírito de sacrifício mas, igualmente, enormes limitações técnicas. Por isso, raramente foi solução para os problemas atacantes da equipa, acabando por ser utilizado de forma esporádica. Parece-nos que o seu tempo na Briosa se esgotou.
Classificação: 2-
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NESTOR ALVAREZ
Posição: Avançado
Jogos efectuados: 13 (2 completos, 2 em que foi substituído e 9 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 552 minutos
Golos: 2 (frente ao FC Porto e ao Belenenses, ambos "fora")
Disciplina: 5 cartões amarelos
Avaliação: Mais uma contratação falhada. O colombiano não correspondeu, minimamente, às expectativas. Terá vindo ligeiramente lesionado, o que condicionou as suas prestações iniciais: quase não corria. Apesar de denotar alguns pormenores técnicos interessantes, parece-nos um jogador demasiado lento para o futebol europeu. A partir de meados da 2ª "volta" deixou de ser opção para Manuel Machado. Dois golos numa época é fraco pecúlio para um ponta-de-lança. Não ficará em Coimbra.
Avaliação: Mais uma contratação falhada. O colombiano não correspondeu, minimamente, às expectativas. Terá vindo ligeiramente lesionado, o que condicionou as suas prestações iniciais: quase não corria. Apesar de denotar alguns pormenores técnicos interessantes, parece-nos um jogador demasiado lento para o futebol europeu. A partir de meados da 2ª "volta" deixou de ser opção para Manuel Machado. Dois golos numa época é fraco pecúlio para um ponta-de-lança. Não ficará em Coimbra.
Classificação: 2
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GYANO
Posição: Avançado
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GYANO
Posição: Avançado
Jogos efectuados: 22 (6 completos, 6 em que foi substituído e 10 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 1323 minutos
Golos: 4 (frente ao Boavista, "fora", ao Beira Mar, em "casa" e "fora", e ao Marítimo, em "casa")
Disciplina: 3 cartões amarelos
Avaliação: É pouco dotado tecnicamente, o que o leva a falhar algumas boas oportunidades, mas possui um bom sentido posicional e um razoável jogo de cabeça. Na 1ª "volta", obteve três golos e julgávamos que, melhor adaptado, poderia tornar-se a nossa referência atacante. Porém, às suas limitações juntou-se uma enorme crise de confiança, virando o "mal amado" dos adeptos. A verdade é que o empenho, dedicação e espírito de luta que sempre mostrou em campo foram compensados com o golo decisivo que obteve em Aveiro, numa altura em que actuava em precárias condições físicas. Foi o único da 2ª "volta" mas pode ter valido a permanência. Merece uma segunda oportunidade, mas o ataque não pode estar dependente dele.
Classificação: 2+
Disciplina: 3 cartões amarelos
Avaliação: É pouco dotado tecnicamente, o que o leva a falhar algumas boas oportunidades, mas possui um bom sentido posicional e um razoável jogo de cabeça. Na 1ª "volta", obteve três golos e julgávamos que, melhor adaptado, poderia tornar-se a nossa referência atacante. Porém, às suas limitações juntou-se uma enorme crise de confiança, virando o "mal amado" dos adeptos. A verdade é que o empenho, dedicação e espírito de luta que sempre mostrou em campo foram compensados com o golo decisivo que obteve em Aveiro, numa altura em que actuava em precárias condições físicas. Foi o único da 2ª "volta" mas pode ter valido a permanência. Merece uma segunda oportunidade, mas o ataque não pode estar dependente dele.
Classificação: 2+
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CLÁUDIO “PITBULL”
Posição: Avançado
CLÁUDIO “PITBULL”
Posição: Avançado
Jogos efectuados: 9 (1 completo, 2 em que foi substituído e 6 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 426 minutos
Golos: 1 (frente ao Estrela da Amadora, "fora")
Avaliação: Emprestado pelo FC Porto em Janeiro, mostrou a sua utilidade em alguns jogos, permitindo abrir mais o jogo ofensivo pelas alas. O seu principal senão é não ser um jogador que actue ao mesmo nível durante os 90 minutos. Infelizmente, na semana após uma boa exibição na Amadora, sofreu uma lesão muscular num treino e a sua época acabou, praticamente, aí. Tudo indica que não regressará.
Classificação: 3
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JOEANO
Posição: Avançado
Jogos efectuados: 10 (3 completos, 2 em que foi substituído e 5 como suplente utilizado) Avaliação: Emprestado pelo FC Porto em Janeiro, mostrou a sua utilidade em alguns jogos, permitindo abrir mais o jogo ofensivo pelas alas. O seu principal senão é não ser um jogador que actue ao mesmo nível durante os 90 minutos. Infelizmente, na semana após uma boa exibição na Amadora, sofreu uma lesão muscular num treino e a sua época acabou, praticamente, aí. Tudo indica que não regressará.
Classificação: 3
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JOEANO
Posição: Avançado
Tempo de utilização: 596 minutos
Golos: 3 (frente à Naval e ao Estrela da Amadora (2), todos "fora")
Avaliação: O "desejado" voltou em Janeiro, emprestado pelo Beitar de Jerusalém, clube detentor do seu passe. O regresso não podia ter sido mais auspicioso, marcando o golo da vitória na Figueira da Foz. Contudo, lesionou-se logo na semana seguinte e demorou a reencontrar a "forma". Dois golos na Amadora pareciam pressagiar a volta das boas exibições mas nova lesão muscular tornou a condicionar as suas actuações. Em suma, um retorno algo infeliz: frequentemente lesionado, não teve um rendimento global consentâneo com as suas reconhecidas qualidades de goleador. Mesmo assim, marcou mais golos que Nestor Alvarez e apenas menos um que Gyano. Infelizmente, a sua saída parece certa.
Classificação: 3
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SÍLVIO
Posição: Avançado
Avaliação: O "desejado" voltou em Janeiro, emprestado pelo Beitar de Jerusalém, clube detentor do seu passe. O regresso não podia ter sido mais auspicioso, marcando o golo da vitória na Figueira da Foz. Contudo, lesionou-se logo na semana seguinte e demorou a reencontrar a "forma". Dois golos na Amadora pareciam pressagiar a volta das boas exibições mas nova lesão muscular tornou a condicionar as suas actuações. Em suma, um retorno algo infeliz: frequentemente lesionado, não teve um rendimento global consentâneo com as suas reconhecidas qualidades de goleador. Mesmo assim, marcou mais golos que Nestor Alvarez e apenas menos um que Gyano. Infelizmente, a sua saída parece certa.
Classificação: 3
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SÍLVIO
Posição: Avançado
Jogos efectuados: 2 (1 em que foi substituído e 1 como suplente utilizado)
Tempo de utilização: 55 minutos
Avaliação: Apenas actuou em dois jogos (nos 10 minutos finais da recepção à U. Leiria e na 1ª parte do jogo da Luz). Obviamente, pouco ou nada teve oportunidade de mostrar.
Classificação: ---
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Não foram utilizados os guarda-redes DOUGLAS e EDUARDO e o defesa-esquerdo LIRA.
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Esperemos que, na próxima época, se não repitam os erros da que agora termina. Mas, pelo que vemos acerca das saídas e entradas que se perspectivam, tememos que o "filme" se repita. Oxalá me engane!
Avaliação: Apenas actuou em dois jogos (nos 10 minutos finais da recepção à U. Leiria e na 1ª parte do jogo da Luz). Obviamente, pouco ou nada teve oportunidade de mostrar.
Classificação: ---
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Não foram utilizados os guarda-redes DOUGLAS e EDUARDO e o defesa-esquerdo LIRA.
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Esperemos que, na próxima época, se não repitam os erros da que agora termina. Mas, pelo que vemos acerca das saídas e entradas que se perspectivam, tememos que o "filme" se repita. Oxalá me engane!



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