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  - Quinta-feira, Abril 03, 2008

João Francisco quer "apostar na formação" (*)


O candidato da Lista D para a presidência da Académica, João Francisco Campos, deixou claro que vai apostar nos quadros de formação do clube se vencer as eleições do próximo dia 14 de Abril.
Acompanhado por quase todos os elementos da sua lista e com o apoio dos representantes da Lista E para a Mesa da Assembleia Geral e da Lista B para o Conselho Académico, o jovem candidato destacou o papel da recém-inaugurada Academia Dolce Vita para a formação de jovens do clube. "A Academia será o viveiro para a formação com o devido acompanhamento. Vamos ainda fazer parcerias com outros lubes para intercâmbio de jogadores de formação. Queremos de volta o papel do jogador-estudante e queremos cultivar o conceito de famílias de acolhimento para termos cá jovens bem integrados na cidade", realçou João Francisco Campos, sublinhando que o actual presidente, José Eduardo Simões, falhou neste aspecto.
Num discurso improvisado, o ex-presidente da claque Mancha Negra destacou alguns pontos-chave que a sua direcção seguirá se vencer as eleições: a aposta na prospecção em jovens talentos nacionais através da observação de dois a três olheiros na "Briosa", o reforço do orçamento para a formação para cerca de 15 por cento do orçamento (actualmente é de cerca de cinco por cento) e a integração de sete atletas por época provenientes das camadas jovens do clube reforçaram a sua opção para um conceito inovador no clube, que "tem apostado sistematicamente em brasileiros".
João Francisco Campos abordou ainda outras apostas como o marchandising, o marketing do clube, a requalificação do Pavilhão Jorge Anjinho, a nova sede do clube, a criação de um Museu Académico e uma gestão profissional com um director para a formação, um director desportivo e um director financeiro para que a "marca Académica" seja um sucesso a médio e longo prazo.
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(*) in "Record"


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CAMPOS COROA QUER CONSELHO ACADÉMICO "MAIS VIVO" (*)
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Campos Coroa lidera a lista B, que concorre ao Conselho Académico (CA), frente a Jaime Dória Cortesão (representante da lista A).
Coroa defende um órgão mais vivo do que tem sido nos últimos anos. “Nos últimos três anos, durante a presidência de José Eduardo Simões, o CA não reuniu uma única vez”, começou por lembrar o ex-presidente.
Juntámo-nos para debater algumas estratégias que iremos desenvolver se vencermos”, esclareceu Coroa no jantar-convívio que teve lugar, ontem à noite, em Santa Clara. O médico reiterou depois que "o CA não deve ser um órgão mudo como tem sido e deverá ser chamado a intervir quando se passarem situações gravosas, como por exemplo a exclusão da condição de associado [como aconteceu com Álvaro Amaro]”.
Coroa lançou críticas à disposição das listas inseridas na lista A, congregadas num só grupo. “A separação feita na Lista A é absolutamente inadmissível e não quero partir do princípio que se tratou de uma situação deliberada”, frisou o candidato da lista B.
Sobre os anteriores grupos de académicos que formaram o CA, Coroa não tem dúvidas: “os últimos CA entraram mudos e saíram calados, o que deu um grande jeito à direcção de José Eduardo Simões”.
Em remate, Coroa frisou que o projecto que lidera “não está contra ninguém, mas sim pela Académica”, até porque “esta é uma paixão que nos une e que continuará, mesmo depois de termos todos desaparecido”. A ideia passa por reunir o CA, a partir de Abril, “sempre que for necessário”, mas “pelo menos uma vez por mês”. Será essa a periodicidade indicada, na visão de Coroa, num projecto que defende “transparência e separação de poderes”.
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(*) in "As Beiras"

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