Grande desilusão
Belenenses 1-0 Académica
O habitual, o adversário ainda não tinha vencido no campeonato, a Académica podia dar um importante salto na tabela classificativa e para isso bastava uma vitória. Uma vitória que estava longe de ser difícil, mas que a Académica não soube simplificar. O Belenenses ganhou e ganhou bem. Mesmo sem ser brilhante nem superior à Académica soube aproveitar a oportunidade dada e à sua maneira conseguiu defender o resultado. Longe de ser um bom jogo, a Académica continua sem ganhar fora, sem marcar fora e tem já o 2º pior ataque da Liga. Números que preocupam e exibições que não convencem.
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Mas vamos ao jogo, o treinador Domingos Paciência voltou a fazer alterações no onze, apresentando mais uma vez uma equipa inédita em provas oficiais. Peskovic foi o guarda-redes, com quatro defesas centrais de raiz à sua frente. Luiz Nunes e Orlando pelo centro, Edson pela esquerda e Markus Berger como defesa direito. Como capitão de equipa, o regressado Nuno Piloto habitou o vértice mais recuado do habitual losango de Domingos Paciência, funcionando como médios interiores Cris e Tiero. Mais avançado estreou-se Licá, tentando servir a dupla de avançados Éder e Garcés. Um misto de ideias, mas à partida uma atitude claramente ofensiva. A Académica até entrou melhor, mas o esquema de Domingos Paciência pecou pela ausênsia de alas para servir os três avançados colocados em campo. O Belenenses conseguiu segurar a batalha a meio campo e pelas alas, se Edson não gosta de subir, então Berger muito menos. E pedir a Cris e Tiero que façam esse papel, por muito que se esforçem, os resultados nunca poderão ser satisfatórios. Com isto, o Belenenses foi à frente pela primeira vez aos 12 minutos. Numa jogada pela direita da defesa da Briosa, Berger não consegue cortar e a bola vai para a entrada da área. Com uma falha terrível, Vinícius combina com Zé Pedro, fura a defesa da Académica e sem dificuldade faz o 1-0.
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A partir daqui, tudo muito mais difícil para os "estudantes". Sem imaginação, sem criatividade e sem técnica a Académica não conseguiu dar futebol aos cerca de 6 mil adeptos presentes no estádio. Jogo muito pelo ar e a transposição defesa-ataque a ser feita muito lentamente, o que permitiu a defesa azul controlar o ataque adversário. A primeira parte chegava ao fim e era também o fim do suplício para quem assistia. Era necessário muito mais para a segunda parte e por isso Domingos deixou a aquecer Pavlovic e Sougou.
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O segundo tempo começou com a entrada de Pavlovic para o lugar de trinco. Domingos Paciência deixou no balneário Willian Tiero fazendo avançar Nuno Piloto para a posição que o ganês ocupava. E a Académica até surgiu melhor, mostrando alguma vontade em virar o resultado. Mas cedo a esperança caiu por terra. Com uma defesa do Belenenses que mostrava claras fragilidades nas bolas paradas, foi Edson o encarregado pelas marcações dos livres e cantos, o que fez com lances que podiam levar perigo, acabassem na barreira ou nas mãos de Júlio César.
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Miguel Pedro e Sougou renderam Licá e Éder. O número 10 da Briosa foi o responsável pelo início da jogada mais perigosa da Académica. Aos 64 minutos, livre pela direita batido pelo português e Garcés acerta em cheio no poste esquerdo. A partir daí, mais perigoso o Belenenses que esteve mais perto de aumentar a vantagem que a Académica de empatar.
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A Académica está na 11ª posição da Liga Sagres com apenas nove pontos. Para a semana recebe o Benfica e na 10ª jornada, viaja até ao Estádio do Dragão. Até ao final do ano, a Académica ainda recebe o Paços de Ferreira e vai a Alvalade. Calendário difícil numa altura em que os pontos são fundamentais. O exercício que vos deixo é o do costume: somem dois pontos ao jogo com o Trofense, três ao jogo com o Marítimo e mais três ao jogo de hoje com o Belenenses - jogos em que o adversário ainda não tinha qualquer vitória. O resultado seria 17 pontos e o terceiro lugar na tabela. Mas isto seria sonhar, e na Académica já fomos ensinados que isso não é permitido.
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Simplesmente Briosa ofereceu bilhetes
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Foi um sucesso a iniciativa do Simplesmente Briosa levar gente ao estádio. Devido ao nosso blog, hoje entraram gratuitamente 16 pessoas.
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Mas vamos ao jogo, o treinador Domingos Paciência voltou a fazer alterações no onze, apresentando mais uma vez uma equipa inédita em provas oficiais. Peskovic foi o guarda-redes, com quatro defesas centrais de raiz à sua frente. Luiz Nunes e Orlando pelo centro, Edson pela esquerda e Markus Berger como defesa direito. Como capitão de equipa, o regressado Nuno Piloto habitou o vértice mais recuado do habitual losango de Domingos Paciência, funcionando como médios interiores Cris e Tiero. Mais avançado estreou-se Licá, tentando servir a dupla de avançados Éder e Garcés. Um misto de ideias, mas à partida uma atitude claramente ofensiva. A Académica até entrou melhor, mas o esquema de Domingos Paciência pecou pela ausênsia de alas para servir os três avançados colocados em campo. O Belenenses conseguiu segurar a batalha a meio campo e pelas alas, se Edson não gosta de subir, então Berger muito menos. E pedir a Cris e Tiero que façam esse papel, por muito que se esforçem, os resultados nunca poderão ser satisfatórios. Com isto, o Belenenses foi à frente pela primeira vez aos 12 minutos. Numa jogada pela direita da defesa da Briosa, Berger não consegue cortar e a bola vai para a entrada da área. Com uma falha terrível, Vinícius combina com Zé Pedro, fura a defesa da Académica e sem dificuldade faz o 1-0.
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A partir daqui, tudo muito mais difícil para os "estudantes". Sem imaginação, sem criatividade e sem técnica a Académica não conseguiu dar futebol aos cerca de 6 mil adeptos presentes no estádio. Jogo muito pelo ar e a transposição defesa-ataque a ser feita muito lentamente, o que permitiu a defesa azul controlar o ataque adversário. A primeira parte chegava ao fim e era também o fim do suplício para quem assistia. Era necessário muito mais para a segunda parte e por isso Domingos deixou a aquecer Pavlovic e Sougou.
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O segundo tempo começou com a entrada de Pavlovic para o lugar de trinco. Domingos Paciência deixou no balneário Willian Tiero fazendo avançar Nuno Piloto para a posição que o ganês ocupava. E a Académica até surgiu melhor, mostrando alguma vontade em virar o resultado. Mas cedo a esperança caiu por terra. Com uma defesa do Belenenses que mostrava claras fragilidades nas bolas paradas, foi Edson o encarregado pelas marcações dos livres e cantos, o que fez com lances que podiam levar perigo, acabassem na barreira ou nas mãos de Júlio César.
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Miguel Pedro e Sougou renderam Licá e Éder. O número 10 da Briosa foi o responsável pelo início da jogada mais perigosa da Académica. Aos 64 minutos, livre pela direita batido pelo português e Garcés acerta em cheio no poste esquerdo. A partir daí, mais perigoso o Belenenses que esteve mais perto de aumentar a vantagem que a Académica de empatar.
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A Académica está na 11ª posição da Liga Sagres com apenas nove pontos. Para a semana recebe o Benfica e na 10ª jornada, viaja até ao Estádio do Dragão. Até ao final do ano, a Académica ainda recebe o Paços de Ferreira e vai a Alvalade. Calendário difícil numa altura em que os pontos são fundamentais. O exercício que vos deixo é o do costume: somem dois pontos ao jogo com o Trofense, três ao jogo com o Marítimo e mais três ao jogo de hoje com o Belenenses - jogos em que o adversário ainda não tinha qualquer vitória. O resultado seria 17 pontos e o terceiro lugar na tabela. Mas isto seria sonhar, e na Académica já fomos ensinados que isso não é permitido.
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Simplesmente Briosa ofereceu bilhetes
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Foi um sucesso a iniciativa do Simplesmente Briosa levar gente ao estádio. Devido ao nosso blog, hoje entraram gratuitamente 16 pessoas.



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