Polícia Judiciária investiga após denúncia anónima
Esta em marcha um alegado processo de investigação conduzido pela Polícia Judiciária, tendente à investigação sobre o funcionamento de esferas de relações entre José Eduardo Simões, determinados empresários do ramo da construção civil e o organismo responsável pela elaboração dos planos de urbanismo da Câmara Municipal de Coimbra, segundo alguns jornais locais e nacionais.
O hipotético móbil da investigação, ainda não confirmado por qualquer instãncia formal, foi uma denúncia por carta anónima para as instâncias de investigação da Judiciária e Ministério Público. Embora o processo seja meramente investigatório, sem acusação formalizada, este é uma pesada sombra sobre todo o universo académico.
Continuaremos a acompanhar de perto, apenas com informações que considerarmos válidas, este processo de investigação.
A Académica venceu ontem o Tarouquense, clube que pela primeira vez participa na III divisão nacional, no Torneio das festas da cidade. De saudar, a boa exibição de alguns académicos, bem como a estreia de muitos juniores no plantel principal da equipa.
Os golos foram marcados por Rui Miguel e Gelson.
De destacar igualmente a estreia de Zada que jogou a partida completa.
Na sequência de alguns comentários feitos neste espaço, o SimplesmenteBriosa esclarece que:
O jogador Paulo Adriano nunca actuou nas camadas jovens da Académica, tendo apenas assinado contrato com o clube já no 2º ano de sénior.
Acrescenta-se ainda, os jogadores actualmente integrantes do plantel, que são provenientes das camadas jovens são:
Pedro Roma (Pombal) Nuno Piloto (Repesenses) Ito (Arganil e entretanto passou pelo Sporting) Sarmento (Taboeira) Vitor Vinha (Oliveira de Frades) Zé Castro (sempre na AAC)
A 3ª derrota da Briosa deu-se hoje no estádio do Bessa. A equipa foi constituída por Pedro Roma na baliza. Nuno Luís, Zé Castro, Danilo e Lira na defesa. O meio campo era comandado por Roberto Brum, Paulo Adriano, Filipe Teixeira e Nuno Piloto. Luciano e Fernando ocupavam o ataque. Sem ponta de lanças de raiz a Briosa entrou bem no jogo. Começou logo a pressionar o Boavista para a sua defensiva. Mas aos 6’ na marcação de um canto, Fary abre o marcador. Minutos depois do golo a equipa da casa volta a criar perigo rematando uma bola à barra! A Académica não se deixou dominar e Paulo Adriano tentou a sua sorte rematando fraco. Aos minuto16, Filipe Teixeira após uma jogada fantástica passou para Fernando que rematou para a baliza. William não defende à primeira e Luciano aproveita, na recarga, para empatar o jogo. Com o golo a Académica encheu-se de esperanças e mais uma vez Filipe Teixeira após grande jogada sofre falta dentro de área. O árbitro fazendo jus a todo o jogo nada marca. Mais um ataque da Académica, Lira isola Paulo Adriano, mas este marcado por um adversário prefere passar ao companheiro que falha. Aos 35’ Fary quase marcava de cabeça mas a bola foi ao lado. O intervalo chegou após 1’ de compensação. A 2ª parte começou bem e aos 50’ Luciano remata forte mas mais uma vez para fora. Aos 58’ entra Marcel em detrimento do capitão. O brasileiro entra e falha escandalosamente um golo certo! Não marcou a Académica, marcou o Boavista. João Pinto sem marcação atirou para o fundo das redes. Nelo Vingada ainda acreditou numa possível reviravolta e substituiu Brum por Joeano. A Académica reagiu aos 66’ com um cabeceamento forte de Marcel. Aos 72’ Hugo Alcântara remata estrondosamente à trave. Aos 82’ entra Pedro para a saída de Lira. Quando a Briosa tentava atacar para empatar a partida, João Pinto e companhia simulavam faltas e o árbitro ajudava à “palhaçada”. O jogo acabou com uma injusta derrota.
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Filipe Teixeira – Grandes jogadas! Excelente mais uma vez!
Nuno Piloto – 21 anos, licenciado, trabalhador dentro e fora de campo, e muito talento!
Mancha Negra – Foi só na minha TV em que só se ouvia a claque da Briosa?
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Pela Negativa
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A incapacidade aérea da Briosa!
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Penalty que fica por marcar sobre Filipe Teixeira.
O resultado embora dilatado, não reflecte a essência do jogo. A Briosa sentiu muitas dificuldades em levar de vencida a turma do Vizela, que deu luta, foi aguerrida e detém dois ou três jogadores de qualidade excepcional.
A Académica foi surpreendida com trocas de bola rápidas e objectivas que rasgavam todo o meio-campo e sector defensivo dos capas negras. O golo dos azuis e brancos surgiu numa dessas rápidas jogadas de ataque, em 4 toques de simplicidade. Um bonito golo quase que a abrir o encontro, aos nove minutos, por Israel.
O meio-campo académico não funcionava, demasiadamente desgarrado, partido em dois. Ataque e defesa não se interligavam enquanto equipa e os espaços no centro do terreno era demasiadamente notados para não serem aproveitados pela equipa do norte.
O jogo não parecia querer mudar, até ao golo do empate Académico. Tó Zé no seguimento de um canto exemplarmente marcado por Ito, correspondeu com eficácia e de cabeça fez o empate. O ponta-de-lança da Briosa rubricou uma exibição bastante positiva, sendo o dínamo de ataque e o finalizador revelado por essência, mesmo quando as coisas não corriam tão bem. O Vizela sentiu o golo, a Briosa reagrupou-se, modificando o seu jogo defensivo, muito pela acção dos homens de meio terreno que actuavam à frente da defensiva. Recuperaram muito mais bolas, correram muitos mais tendo como resultado o atrofio completo do jogo do adversário. Já na segunda parte em jogadas de pique de velocidade e entendimento os capas negras dilataram a vantagem. Pedro Ribeiro a passe de Tó-Zé encostou para o 2-1, e o mesmo Tó-Zé com chapéu de brilhante execução fechou o placard em 3-1 , perto do final da partida, aos 84 minutos.
Destaques positivos:
1- Tó-Zé: Embora nestas coisas da bola a idade engane, parece ser um jogador de ataque de futuro. Força, velocidade e técnica de finalização são atributos que não lhe podemos negar. Dois golos e uma assistência para outro, fazem dele o homem do jogo. Peca por forçar em demasia a falta quando recebe a bola de costas para o defesa. Aos 20 minutos já o árbitro não ia na cantiga, e os contra-ataques gerados por tal situação poderiam de facto ter sido fatais.
2- A vitória dilatada ante um dos líderes do campeonato. 4 vitórias consecutivas, 12 pontos, 16 golos marcados, 5 sofridos, são reveladores da qualidade de jogo que a equipa neste momento patenteia.
3- As substituições de ataque produzidas pelo treinador Tó Miranda resultaram na perfeição. Lançou duas gazuas, uma bem afiada à direita do ataque, que esventraram por completo o Vizela.
4- A presença de notáveis no jogo. Não apenas o Presidente da Académica e o treinador da equipa profissional, o Prof Nelo Vingada –que a meu ver deveriam ser sempre presenças habituais, directamente ou por intreposta pessoa – mas igualmente figuras como Paulo Adriano, Dimas, Arnaldo e obviamente o senhor Fernando. Esquecia-me, quase que, de mencionar o homem da banca da fruta por detrás da penitenciária que se lamuriava constantemente pelo estado do esférico… «Está toda torta, a bola…», bramia essa mítica personagem.
Destaques negativos:
1- O posicionamento de Ito no lado esquerdo da defensiva. O rapaz bem queria mostrar algo, mas com tal missão em campo era difícil. Sempre que pegava na bola criava perigo. Via-se que queria algo mais, subir a preceito. Foi positivamente desperdiçado.
2- A forma como a Briosa se deixou dominar nos primeiros minutos do encontro. Por momentos, todos pensámos que aquela iria ser uma tarde para recordar…por factores menos positivos.
«O Penetra»
Havia bilheteira no Luso. 3,5 euros por bilhete para um jogo de juniores, não se pode considerar acessível. Em tempo de reflexão sobre o preço dos bilhetes, o encontro do centro de estágio do Luso, poderia bem ser laboratório de experiência. Os afectos ao Vizela bem queriam entrar no recinto, mas com tal exorbitância preferiram ficar no parque de estacionamento em posição elevada e de boa vista face ao relvado. Um dos adeptos do Vizela, farto de ver o jogo aos quadradinhos, saltou o gradeamento e entrou para a bancada. Esqueceu-se que, eventualmente, um dia teria de sair do campo e que a bancada para onde tinha saltado estava fechada. Como a posição do parque de estacionamento face à bancada é elevada era missão quase impossível voltar pelo sítio de onde originariamente tinha surgido. Único local de fuga possível? O salto para o relvado, rumo à liberdade. O problema é que no relvado se encontravam cinco zelosos GNR que lhe barravam a passagem. O «bicho» estava furiosamente «enjaulado» e por lá ficou, pelo menos até ao Simplesmente Briosa rumar a Coimbra. Quase que 30 minutos depois do final do jogo…
Mais uma vitória dos juniores da Académica ante o Vizela por 3-1. O jogo do Luso foi sempre bem disputado, com algumas curiosidades que mais logo revelaremos, lá para o fim da noite.Pela calada, sai post sobre todas as incidências desta partida.
A Académica venceu o torneio de futsal Memorial Jorge Anjinho, após prolongamento e marcação de grandes penalidades por 4-3 contra o Famalicense. O jogo foi sempre bem disputado e no final do tempo regulamentar e posteriormente no adicional prolongamento, o resultado manteve-se empatado a um golo.
A Académica venceu com naturalidade o S.João, em jogo a contar para o Torneio Memorial Jorge Anjinho, no pavilhão da Solum. O resultado foi feito na primeira parte, sendo dado concreto que nunca a supremacia Académica foi posta em causa. O resultado de 3-0 foi feito na primeira parte e não mais se alterou.
Árbitros da Associação de Futebol de Coimbra não estiveram presentes
A Briosa requereu a presença de árbitros para os encontros em disputa hoje, mas apesar dos faxes e documentação necessária terem sido atempadamente enviados, por motivos alheios à Instituição, estes não compareceram ao torneio. Assim elementos da equipa da casa cumpriram exemplarmente (!) a função.
Alguém apaixonado na cabine de som
Geralmente quem se desloca aos pavilhões e eventos desportivos afins é brindado ao intervalo com sons mexidos, batuques a rasgar ou brasileiradas. Hoje no pavilhão, a música foi outra...melodias de embalar paixões... Por certo alguém apaixonado elaborou a play-list.
É certo que Jardel escreveu a tinta de ouro, muitas das páginas da história recente do futebol português. Os seus golos influenciaram sobremaneira a forma de análise de jogadores de estampa física similares ou de características mais ou menos idênticas. Jardel era um jogador completo de área, que assumia o papel de «solitário» como poucos no mundo. A grande área era o seu espaço por natureza, e fazer golos era para ele, quase que tão vital como respirar. Marcel está sem dúvida alguma, a pagar a factura das reminiscências que os adeptos de futebol, treinador e mesmo companheiros têm, deste tipo de jogador. As diferenças são óbvias, e a factura a ser paga pelo jogador que actua ao serviço da Briosa é demasiadamente pesada.
Marcel é uma finalizador nato. Não podem existir quanto a esse pressuposto qualquer tipo de dúvidas. Em 2003 pelo Coritiba fez 10 golos no Campeonato Paranaense, 2 na Copa do Brasil e 20 golos no Brasileirão. Em 2004 foi campeão pelo Samsung Blue Wings com 12 golos marcados. Veio em Dezembro passado para a Briosa, e ,marcou alguns golos decisivos, que valeram pontos importantes. Não existem hiatos de golos na sua carreira, ou tempos «em que a bola teima em não entrar».
As suas características são contudo diferentes de um «matador» de área. Características futebolísticas, note-se. Observando o seu trajecto como jogador, e a maneira com se encaixou nas equipas por onde passou, facilmente chegamos à conclusão que nunca foi um homem abandonado à sua sorte na frente. Nem é assim que gosta de jogar, diferentemente de Jardel que cumpria exemplarmente, mesmo quando vetado ao abandono na frente de ataque. Todos os títulos conquistados por Marcel, as conquistas a nível individual e os muitos golos marcados, foram fruto de um trabalho de equipa. Equipa, que não joga para um jogador, mas essencialmente para praticar futebol colectivo ofensivo.
No Corítiba, clube brasileiro onde mais brilhou, teve sempre ao seu lado companheiros que lhe facilitavam a manobra ofensiva. Tcheco e Lima nas alas, Edu Salles e mesmo Gelson, fizeram interessantes parelhas com Marcel. Mesmo Adriano, lateral agora ao serviço do Sevilha, serviu este futebol ofensivo na perfeição. Todos eles eram jogadores de colectivo e de grande capacidade técnica individual. Gostavam de dar e de marcar golos. Não existia uma obsessiva vontade de dar a marcar ao Marcel. Mas Marcel marcava… cada vez mais.
Fez também oito jogos ao serviço da Selecção sub-23 Brasileira. Jogou sempre ao lado de Robinho ou de Nênê (Maiorca), nunca vetado a missões ostracistas. Até porque a sua capacidade de cumprir fisicamente em missões defensivas é bastante curta. Não ajudado por companheiros da frente de ataque, torna-se pouco menos que inofensivo. Tem técnica, sabe jogar de trás para a frente, faz óptimos passes a rasgar e um bom remate. Para um jogador da sua estatura, um jogo de cabeça mediano. Todas estas características reunidas, fazem dele um jogador de ataque colectivo, e não um «pistoleiro solitário».
Na Coreia, na K-league, marcou 12 golos e sagrou-se campeão pelo Samsung Blue Wings. Obviamente nunca jogou sozinho na frente de ataque. Fez uma dupla, caracterizada pelos jornalista locais como «terrível e temível» com Nadson. Os dois juntos, fizeram, numa liga que têm em média menos de dois golos por jornada (por jogo), mais golos do que o somatório do total de golos de cinco (!) equipas do mesmo campeonato. Brilharam os dois, Nadson e Marcel. Nunca o ponta-de-lança jogou sozinho na frente de ataque.
Na Briosa a situação é diferente. Marcel é um jogador desacompanhado na frente para o qual as bolas são bombeadas. É sua missão cabecear bolas cruzadas pelos companheiros, ir às bolas de ressalto, fazer recargas, e vir buscar jogo atrás. Um erro crasso, pelo qual pagamos caro. Mesmo alguns jogadores modificaram a sua forma de actuar, na onda desta «jardelização» do Marcel. Esqueçam o Luciano «que vai à linha, flecte para dentro, remata e faz golo…». Este ano temos o Luciano que «vai à linha e centra para se perder mais um golo…». Marcel beneficia pela vontade de golo dos restantes companheiros. Pode paracer ilógico, mas quantas mais vezes Luciano, Fernando, Filipe Teixeira, Paulo Adriano, Ezequias, Nuno Luís e Joeano, rematarem, mais golos fará Marcel.
Terá Marcel companheiros de ataque à altura?
Claramente. O melhor de todos eles, na frente de ataque, é Joeano. Pela complementaridade entre os dois. Pelos espaços que o «2» da Briosa abre, pela vontade e disponibilidade, pelo cumprimento de missões defensivas de ataque e meio-de-campo. Se nenhum motivo, que os meramente desportivos, condicionarem as opções de Nelo Vingada, Joeano tem claramente lugar ao lado de Marcel, na frente de ataque académica, abdicando de um jogador de meio-terreno (no passado Domingo, Nuno Piloto ou Paulo Adriano) de características mais interiores.
De notar que nunca Nelo Vingada, tomou esta opção. Nem mesmo num jogo de treino ante o Beira-Mar. É tempo de alguém o exigir.
Está oficialmente aberto a partir deste momento o espaço «BriosóMilhões», para o jogo com o Boavista. A classificação geral, bem como os resultados da passada jornada serão afixados em «post» ulterior. Os resultados do concurso têm sido sobremaneira prejudicados pelos mais recentes resultados da nossa equipa. Situação que esperamos todos, se altere já na próxima jornada da Liga.
A ideia já tinha surgido. Agora é posta em práctica...
"saio de casa ás 8, volto depois das 23... é complicado visitar todos os sites que gosto de frequentar." foi sensivelmente isto que o nosso colega de comentários H.Paiva disse.
Para evitar estes casos, o Simplesmente Briosa lançou uma nova opção a todos os visitantes do Blog. A partir de agora, a cada noticia nova, todos os visitantes que estiverem interessados poderão receber no seu e-mail um resumo dessa mesmo, possivel de a consultar na totalidade no Simplesmente Briosa. Sendo assim, todos os que tiverem interessados poderão deixar o seu e-mail em simplesmentebriosa@hotmail.com ou em comentário.
O seu nome é Leonardo Martins Dinelli, e tal como Roberto Brum, é natural do Rio de Janeiro no Brazil, 1,75m, 74kg e 29 anos feitos a 21 de Maio, é este o perfil da mais recente opção para as escolhas de Nelo Vingada. . Zada é um jogador experiente, e aos 29 anos, terá certamente a maturidade que um jovem não teria, e espera-se que tal facto ajude à sua integração na equipa e na cidade. Com hábitos de títulos, todos ao serviço do Vasco da Gama (Rio São Paulo 1999, João Havelange 2000, Mercosul 2000), foi no Santa Cruz que o brasileiro teve o seu último clube no país natal, pois em Agosto de 2005 volveu à Académica de Coimbra.
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Dentro de campo
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Na troca de e-mails com adeptos do Santa Cruz, a ideia foi só uma, a de patrão do meio campo! "Era um líder em campo" dizia-nos um webmaster do Site oficialdo "Santa", como é tratado vulgarmente pelos seus adeptos. Em várias entrevistas que nos foram enviadas, fica-se com a clara ideia de Zada ser um "vagabundo", no bom sentido da palavra, onde e o treinador quiser, ele joga lá, por exemplo, numa altura em que o Santa Cruz alinhava com 3 avançados na frente Zada apoiava mais os dois trincos, mas quando o esquema lhe permitira, o agora médio academista, jogava numa posição quase de segundo Ponta de Lança e dizem os "relatos" que marcava muitos golos, sendo sempre o timoneiro. Como o mesmo webmaster disse: " Zada aqui era o maestro do time. Se encaiva perfeitamente na equipe e comandava as ações ofensivas do time. Era um líder em campo.",acrescentando ainda, "Marcava muitos gols também. "
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Face à enorme falta de informação, o SimplesmenteBriosa, tentou descobrir o que pôde, e que espera ser útil no prévio conhecimento do jogador.
A Briosa perdeu hoje no terreno do Paços, por duas bolas a uma. A equipa titular foi constituída por Pedro Roma na baliza, Nuno Luís, Zé Castro, Danilo e Lira na defesa. O meio campo era composto por Brum, Paulo Adriano, Filipe Teixeira e Nuno Piloto. Marcel e Luciano ocupavam o ataque.
A 1º parte teve alguns momentos de perigo para ambas as equipas, mas foi o jovem Nuno Piloto que criou a 1º grande oportunidade, rematando mesmo ao lado do poste da baliza do Paços. A equipa da casa tentou responder mas sem nunca convencer. Minutos depois Nuno Luís tentou a sua sorte rematando fraco. Ao minuto 29, depois de um passe atrasado de Luciano, Paulo Adriano atirou a bola ao poste. Seis minutos depois, e contra a corrente do jogo, o Paços de Ferreira ganhou vantagem com um golo de Júnior. Estava aberto o marcador. Aos 43’ Filipe Teixeira sofre falta na grande área. O árbitro marcou grande penalidade a favor da Académica. Como não há dois (golos) sem três, Marcel rematou forte para o fundo das redes e empatou a partida. O jogo chegou ao intervalo após 1 minuto de compensação.
Na 2ª parte, apesar das primeiras investidas terem pertencido à equipa da casa, a Briosa entrou melhor no jogo. Filipe Teixeira esteve muito bem, e foi dos pés dele que saiu uma grande jogada que Marcel não finalizou da melhor maneira. Pouco tempo depois o brasileiro saiu para a entrada de Joeano. O avançado ofereceu um golo a Luciano mas este falhou. A partida foi jogada muito a meio campo mas com uma superioridade academista notável. Aos 87’ entrou Gelson para a saída de Paulo Adriano. Dois minutos depois, quando já ninguém previa modificações no resultado, Geraldo finalizou da melhor maneira um canto do Paços de Ferreira. Nelo Vingada ainda acreditou no empate ao fazer entrar Pedro para a saída de Filipe Teixeira mas nada adiantou na partida. Com este resultado a Académica somou a 2º derrota na Liga. Destaques Positivos
- Dominámos? Sim! Acreditámos? Sempre! Infelizmente não chegou.
- Filipe Teixeira – Único! Bons passes, boas investidas, um GRANDE jogo!
- Paulo Adriano – Justificou o facto de ter voltado à titularidade. Quase marcou mas a bola embateu no poste. Fez um bom jogo. Saiu devido a cansaço.
- Lira - Um bom jogo do brasileiro. Boa escolha de Nelo Vingada.
Destaques Negativos
- Zé Castro - Um erro infantil que deu num golo.
- Marcel - Apesar do golo marcado, continua sem jogar nada.
«Com esta atitude vamos acabar por ganhar jogos»(in MaisFutebol)
«O futebol é feito de resultados e os jogos só acabam quando o árbitro apita pela última vez, portanto não se pode contestar muito porque eles fizeram dois golos e nós apenas um. Mesmo assim, e apenas em relação ao futebol jogado, acho que o empate seria mais justo. Não foi um jogo muito bonito, mas foi esforçado de ambos os lados. Da nossa parte perdemos, mas pelo menos limpámos a má imagem deixada no jogo da última jornada com o V. Setúbal. É verdade que não ganhar jogos não traz boas influências, mas hoje entrámos muito bem na partida, tivemos disponibilidade mental e com esta atitude vamos acabar por ganhar jogos e vamos ganhá-los também fora de casa».
É já amanhã que a Académica se desloca a Paços de Ferreira, a capital do móvel. Os convocados já estão escolhidos, são 18. As únicas novidades são a entrada de Lira e Vitor Vinha provavelmente, para um dos dois ocupar a vaga deixada por Ezequias (lesionado). Também Filipe Sucena Morais Sarmento está nos eleitos por Nelo Vingada para o jogo. Já o central Hugo Alcântara fica em Coimbra devido a lesão assim como Dionattan. Um jogo onde o treinador da Académica considera importantissimo para "recuperar a auto-estima e a identidade". "Vamos encarar este jogo, com ambição, com determinação" que foi o que faltou no jogo contra o V.Setúbal.
Sendo assim, esta é a lista dos 18 convocados para o jogo de Domingo às 16h:
É um vício, como tantos outros jogos... Mas este é um vício saudável (não, não estou a falar do Actimel) Estou a falar do BriosóMilhões como é obvio! O jogo dos academistas, o jogo de todos nós. O jogo dos palpites e que nos põe a rezar para que seja o Marcel ou o Luciano a marcar para termos mais pontos.
Esta semana, a derrota caseira deixou-nos abatidos. Tão abatidos que só hoje é apresentada a classificação após 2 jornadas de BriosóMilhões. Uma jornada claramente má, apenas 2 pontuadores, Teorico VI e Marco (2 pontos cada por terem acertado no fura redes) Sendo assim, a classificação actual é a seguinte:
teoricoVI - 2 Pontos Marco – 2 Pontos Ricardo Carvalho – 1 Ponto Pedro Santos – 1 Ponto Gonçalo Cabral – 1 Ponto Jonas – 1 Ponto Ivo Correia – 1 Ponto Badameco – 1 Ponto Cajo – 1 Pontos Laranjeiro – 1 Ponto Ana – 1 Ponto _Fury_-1 Ponto Filipe Barata – 1 Ponto Chicao – 1 Ponto Ultra MN – 1 Ponto Jota Pê – 1 Ponto Luis Correia – 1 Ponto H. Paiva – 1 Ponto Ricardo – 1 Ponto Kilkus – 1 Ponto Inex – 1 Ponto Ricardo Nuno – 0 Pontos Pirex – 0 Pontos D – 0 pontos Joao Lemos – 0 Pontos Filipe Goucha – 0 Pontos N. Couto Esp. – 0 Pontos vet1985 – 0 Pontos Sobral – 0 Pontos João Amaral – 0 Pontos Nuno – 0 Pontos Rsd – 0 Pontos Zeca – 0 Pontos Facetoface – 0 Pontos J L – 0 Pontos Mário – 0 Pontos David Matias – 0 Pontos EU! – 0 Pontos Sys7eM – 0 Pontos Vasco Garcia – 0 Pontos Paulo Alexandre - 0 Pontos Filipe Santos - 0 Pontos Acp - 0 Pontos F. Zagalo - 0 Pontos Hugo Manaia - 0 Pontos Black - 0 Pontos Daniel! - 0 Pontos 44 - 0 Pontos Libelinha - 0 Pontos PEPE - 0 Pontos Zenden da Palmeira - 0 Pontos Carlos Cabral - 0 Pontos AzPereira - 0 Pontos P.Oliveira - 0 Pontos Zandinga - 0 Pontos AnaL - 0 Pontos Nuno André - 0 Pontos sobral - 0 Pontos Ricardo - 0 Pontos
Como não houve totalistas nas duas semanas anteriores, para o jogo com o Paços de Ferreira há duplo Jackpot! Quem acertar em cheio a pontuação correspondente a esse jogo triplica.
BriosóMilhões 3ª "rodada"
Paços de Ferreira - Académica Tótó-Bola: Fura-Redes: Espaço Maya:
Hugo Alcântara que já tinha estado em dúvida para o jogo de Domingo, arrisca-se a não ser opção para a partida em Paços de Ferreira. O defesa após ter faltado a um treino matinal, não trabalhou com a equipa na sessão da tarde de ontem. Também Dionattan está em dúvida para a deslocação ao Norte. O brasileiro vai hoje realizar uma ecografia. Andrade, Zada e Ezequias continuam indisponíveis.
Ezequias, defesa esquerdo da Briosa, lesionou-se no passado jogo e não se encontra disponível para jogar no terreno do Paços de Ferreira, este fim-de-semana. Existem quatro jogadores disponíveis para ocupar a lacuna deixada pelo brasileiro. Lira e Vítor Vinha são duas das opções visto serem defesas esquerdos de raiz. Mas inexperiência de ambos faz com que Nelo Vingada pense em outras escolhas. A ida de Nuno Luís para a esquerda é uma opção válida, sendo que Pedro iria jogar na direita. No entanto o brasileiro também poderá ir para o lado esquerdo. “Estou preparado para jogar onde o professor Nelo Vingada quiser”, afirmou Pedro Silva.
Zada a caminho da competição.
Zada, um dos últimos reforços da Briosa, lesionou-se num dos primeiros treinos que fez com a camisola negra. No entanto os exercícios realizados pelo brasileiro nos últimos treinos, têm dado a entender que falta pouco para Zada voltar à competição. Andrade, Ezequias e Dionattan também estão no lote dos indisponíveis.
3 jornadas decorridas e a Académica ocupa o 13º lugar da classificação geral. Mais do que o lugar ou os pontos conquistados, nestes três primeiros testes já deu para ver que tipo de Académica devemos ter ao longo do campeonato. Já muito se leu e ouviu acerca da nossa Briosa, desde "a equipa mais italiana de Portugal" depois do 1º jogo, até ao "domina muito mas finaliza pouco" passando pelo elogio do treinador do Chelsea ao sistema defensivo de Nelo Vingada, de tudo um pouco se disse.
E os adeptos? O que acham? Existe qualidade para se chegar ao final do ano num patamar europeu como foi inicialmente traçado? Até onde pode chegar esta Briosa?
O defesa Ezequias lesionou-se quase no final do jogo com o Setúbal, e está em dúvida para os jogos das próximas jornadas. O tempo de paragem do jogador ainda é uma incógnita, mas em principio será hoje que se saberá os resultados dos exames. Pedro Saraiva, o médico da Académica, já informou que a lesão do brasileiro é grave. No entanto a equipa da Briosa vai voltar de novo ao trabalho amanhã, pelas 17h30 no ECC.
Calcorreando caminhos de cabras, vinhas e plantações de árvores de fruto, sitiados entre casebres e eucaliptos, lá encontrámos o campo do Paço, lá para os lados da Pampilhosa do Botão. Depois de mais de uma hora de labuta, de um cento de perguntas a quem por lá perto vive – e que acho que a dois passos, não conhece o campo do Paço – lá encontrámos um velhote de traços vincados, acabadinho de sair da «tasca da Cobra», que montou no seu carro e nos escoltou até ao campo de jogos. O diabo do velho tinha «fogo no rabo» e fomos ziguezagueando a toda a velocidade entre curvas e contra-curvas, fazendo jus ao nome da tasca, até ao recinto desportivo. Ao chegar assombrou-me à memória o homem do monóculo e uma passagem do «A Cidade e as Serras»:
«Sacudi violentamente Jacinto: - Acorda, homem, que estás na tua terra! Ele desembrulhou os pés do meu paletó, cofiou o bigode, e veio sem pressa, à vidraça que eu abrira, conhecer a sua terra. - Então é Portugal, hem?...Cheira bem. - Está claro que cheira bem, animal!"»
O meu delicado nariz não pôde deixar de pensar que se na última frase, em vez de uma vírgula estivesse um «a», Jacinto seria certamente, natural do Paço…
Estacionado o carro pudemos finalmente confirmar que estávamos em presença de um jogo do União. Uma bola «despejada» com violência do campo, bate com estrondo à nossa frente, ricocheteia nas águas furtadas de uma vivenda contígua, e «explode» no tejadilho de um carro, fazendo accionar o seu alarme. Meia dúzia de palmas, e toca a entrar no estádio, que o jogo já havia começado.
A Académica mostrou-se sempre coesa na sua defensiva (especial destaque para os laterais – direito e esquerdo – e para o centro da defesa, onde se destacou o número 5 da Briosa. Um central alto com cultura táctica acima da média e forte capacidade de liderança (liderança positiva invulgar num jovem de tão tenra idade). Sem dúvida o destaque do jogo. Para mais estava a si incumbida a marcação do mais perigoso atacante Unionista, um daqueles que no meu tempo se chamavam de «calmeirões», com técnica refinada. Escreveu a historia do jogo académico com traços de serenidade.
O meio campo e ataque não estiveram, francamente, nada bem. Melhores dias, com certeza virão, mas na manhã de Sábado nada correu como planeado. Muita complicação no centro do terreno, fintas a mais, clarividência de menos. Por vezes mostra-se mais num jogo simples e directo, que em meia dúzia de fintas embrulhadas que acabam com a bola nos pés do adversário.
O ataque, mal servido, foi quase que, inexistente. Uma ou outra cabeçada, um ou outro apontamento, uma ou outra correria e pouco mais. De notar a excelente réplica dada pela miudagem da arregaça. Raçudos a defender e com um avançado fixo na frente, de grande qualidade (altura e corpo…), imprimiram sempre uma toada agradável ao jogo, sendo até a espaços dominadores.
Rui Silva, o treinador da Briosa, tentou sempre rumar contra a maré, tentando imprimir outro tipo de jogo que não aquele disputado. Esforços inglórios, o nulo manteve-se até ao final. Justiça feita!
ACADÉMICA:
1 Bruno Faria 2 Rafa (Cap.) 3 Hernâni > 63´ 4 Eduardo Joanico 5 Makukula 6 João Pedro 7 Galvão 8 Fábio Pereira > 50´ 9 Miranda > 50´ 10 João Pedro Rodrigues 11 David Matado
Suplentes:
12 Francisco 13 Samuel < 63´ 14 Barreto 15 Figueiredo < 50´ 16 Peixinho 17 André Silva 18 Vinhas < 50´
Treinador: Rui Silva
UNIÃO DE COIMBRA:
Miguel J. Miguel Kata (Cap.) João Amaral Moita Alexandro > 79´ Alex Marcelo > 62´ Vasco > 53´ Luís Reinaldo
Suplentes:
Diogo Branco < 62´ Joel Figo Hugo André < 79´ Pinheiro < 53´
Treinador. Hermínio Moita
Equipa de Arbitragem:
Árbitro: Licínio Santos (Leiria) Auxiliares: Patrick Pinto e Álvaro Nunes
Ao intervalo: 0-0
Análise individual:
Bruno Faria – Pouco trabalho teve ao longo do encontro. Sempre que foi chamado a acções de responsabilidade correspondeu com empenho, determinação e segurança.
Rafa (cap) – Certo na marcação ajudou sempre os centrais na marcação às rápidas investidas do contra-ataque unionista. No plano atacante poderia ter feito algo mais. As acções de tabela com os companheiros teimavam em não sair e a sua acção, foi por isso, limitada.
Hernâni - Muito combativo, mostrou que raça e abnegação não faltam. Subiu a propósito, mas por vezes a sua entrega ao jogo, demasiadamente físico, diminuem a sua capacidade de leitura táctica.
Eduardo Joanico – O companheiro de Makukula no eixo de defesa mostrou postura e capacidade de entrega. Bom posicionamento no eixo da defensiva.
Makukula – O melhor em campo. Um esteio defensivo que secou as investidas do União. Excelente na marcação e subidas no terreno sempre com inteligência. Parece um líder, daqueles mais crescidos…
João Pedro - Varreu a bom varrer o meio de campo enquanto a força física assim o permitiu. Mostrou igualmente que detém capacidade técnica. Necessita de alguma correcção no posicionamento em campo, mas no global uma actuação positiva.
Galvão – Algumas investidas no ataque, uma corrida aqui, outra ali, mas na generalidade uma exibição pouco conseguida. Tem capacidade para mais e melhor.
Fábio Pereira – Tem na sua visão de jogo e posicionamento táctico as suas melhores armas. No jogo contra o União perdeu-se em fintas e numa necessidade quase inexplicável de complicar o jogo. Mal no capítulo do passe.
Miranda – Lutou sozinho enquanto as forças assim o permitiam. Cedeu o seu lugar após lesão. A recordar a combatividade e entrega.
João Pedro Rodrigues – Ajudou sempre que solicitado o meio campo mais defensivo, mas não esqueçamos que as suas funções são atacantes…
David Matado – Passou ao lado do jogo. Investidas pelos flancos sempre bem anuladas pelos defensores contrários.
Figueiredo e Vinhas – Entraram e deram alguma consistência ao jogo da equipa. Bem nas acções de recuperação.
Foi uma Académica pobre de ideias contra um Setúbal que soube adormecer a Briosa e partir de uma forma perigosa para o contra-ataque. "Anestesiada", a Académica foi sempre uma equipa demasiadamente previsível, não causando grandes embaraços à equipa Vitoriana.
4-3-3, foi o esquema utilizado por Nelo Vingada para abordar este jogo. Com a defesa habitual, as novidades acabaram por aparecer no meio campo com Dionattan a ocupar o lugar que habitualmente pertence a Paulo Adriano, e com Luciano à direita do ataque. O esquema revelava uma maior acutilância ofensiva, mas um Setúbal bem fechado na sua intermediária deitou por terra as aspiraçoes académicas, e mesmo com Luciano bem encostado na linha, a tentar "abrir" a defesa tinha perante si um dos melhores laterais da Superliga, Nandinho, que quase nunca lhe deu espaços para centrar bolas para Marcel finalizar. Do outro lado Fernando, que ainda não compreendeu que tem de abrir o jogo e continua a tentar romper no meio, sempre com marcação adequada e que sendo um esquerdino nato, não tira nem proveito do cruzamento nem do remate. A meio campo quase sempre era previsivel o que se ia passar e na defesa veio ao de cima alguma falta de velocidade de Hugo Alcantara, juntamente com falhas de Nuno Luís na marcação individual.
Passando agora ao desenrolar do jogo, a Académica entrou bem na partida e nos primeiros minutos encostou o Setúbal na sua intermediária, assim foi que aos 5' minutos de jogo, Marcel tem uma soberana oportunidade e atira contra Moretto, não conseguindo Dionattan emendar da melhor forma na recarga à boca da baliza. O jogo decorria e a Académica dominava mas sem nunca criar o perigo desejado, e foi então o Setúbal que criou a maior oportunidade do jogo, numa bola onde a defesa academista teve os deuses do seu lado, Nuno Luís falha na marcação a Tchomogo, este consegue cruzar com perigo e Fábio cabeceia ao poste, com a bola a percorrer a linha de baliza mas sem ninguém para a emenda. Até ao intervalo destaque apenas para uma grande defesa de Moretto a cabeceamento de Hugo Alcantara, e assim chegava o intervalo. com um nulo no marcador mas ainda assim com uma ligeira supermacia academista.
Na 2ª parte, o Setúbal entrou melhor e logo surpreendeu a Académica com algumas oportunidades que se iriam materializar num golo que seria o único da partida. A defesa ficou a dormir perante um cruzamento de Nandinho a que Fábio corespondeu com um cruzamento sem nada a fazer para Pedro Roma. Faltava meia hora para o apito final mas ainda assim e apesar de algumas boas oportunidades a Académica não mais conseguiu chegar ao tão desejado golo.
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Nelo Vingada:
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«Quero começar por registar a maneira empenhada e alegre como a nossa massa associativa, apesar do resultado negativo, se entregou ao jogo. Eles cumpriram a parte deles. Da nossa parte foi um jogo muito mau, sem querer tirar mérito ao Setúbal. Estivemos sempre previsíveis e praticamente não conseguimos criar oportunidades. Temos de jogar melhor porque, mesmo a perder, nunca senti que pudéssemos empatar o jogo. Tivemos uma má atitude, mas isto não significa falta de empenho. Quando o Vitória marcou, tínhamos tido duas oportunidades mas, depois do golo, o Vitória justificou o resultado. Fomos bem anestesiados, bem adormecidos, o Vitória ganhou bem o jogo»
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A Briosa um por um*:
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Pedro Roma – O melhor da Briosa! Sem culpas no golo sofrido. Fez grandes defesas que evitaram a derrota por números mais expressivos. Mereceu os aplausos dos adeptos.
Hugo Alcântara – Não esteve bem. Assustou os adeptos quando quase marcava auto-golo. Inseguro no ataque.
Zé Castro – Melhor que o companheiro. Organizou o jogo e tentou sempre meter a bola no ataque.
Nuno Luís – Nada inspirado. Foi do lado dele que surgiu o golo do Setúbal.
Ezequias – Esteve abaixo do que é habitual. Na 2ºparte melhorou mas saiu lesionado.
Roberto Brum – Alguns bons pormenores. Mas em geral muito aquém do que sabe fazer.
Filipe Teixeira – Não foi o jogador imaginativo que a Académica precisava no meio-campo. Dionattan – Muito apagado.
Fernando – Idem
Luciano - Lutou bastante. Um dos mais inconformados da equipa.
Marcel – Falhou um golo escandalosamente no ínicio do jogo. Até na marcação de livres, em que na época passada se destacou, esteve mal.
Paulo Adriano – Trouxe maior vivacidade ao meio-campo, mas não foi suficiente para alterar o rumo dos acontecimentos.
Gelson – Lutador. Entrou para dar apoio a Marcel no ataque e a equipa tornou-se mais perigosa com a sua entrada.
Pedro – Entrou para o mesmo lugar do Nuno Luís, o que deve ter resultado de problemas físicos do lateral. Não adiantou muito no jogo.
Diferente, é a melhor palavra para adjectivar este Vitória em relação ao do ano passado, um ano histórico para o clube, mas em que muito mudou desde aí. Moretto, Eder, Verissimo, Hugo Alcantara, Nandinho, Sandro, Ricardo Chaves, Manuel José, Jorginho, Zé Rui e Meyong; eram estes, em traços largos, os principais obreiros de um ano que para sempre irá ficar na memória dos vitorianos, pela 1ª posição temporária da Liga, e pela conquista da Taça de Portugal, algo dificilmente repetível num futuro próximo. Do 11 base, apenas quatro ainda fazem parte do plantel, e o "motor" da equipa já não... Jorginho.
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Em Coimbra com a cabeça em Itália...
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O Vitória de Setúbal terá na próxima semana um importante compromisso ante a Sampdória e assim sendo o treinador Norton de Matos deixou de fora dos convocados os defesas Verissímo e Bruno Ribeiro, juntando-se estes ao lesionado Lacombe.
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O que disse Norton de Matos?
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A Turma de Setúbal já tens os olhos em Itália, ainda assim reina a frase "o mais importante agora é a Académica", "em 1º lugar a liga". Certo é que para os lados do Sado, já cheira a uefa. "O futebol vive de realidades, de empenhamento, concentração e força mental para se acreditar que podemos fazer mais e melhor. O importante, para mim, é que os jogadores trabalhem, joguem bem e pretendam vencer. A partida com a Académica é a mais importante. O objectivo primordial é a Liga", disse o treinador.
Para o jogo ante o Setúbal, o treinador Nelo Vingada voltou a convocar os jogadores Dionattan e Hugo Alcantâra o que pode indicar que estes estarão a 100%, mesmo com as limitações que ocorreram durante a semana. Destaque ainda para a chamada do reforço Pedro Silva que apesar de ainda só trabalhar com o restante plantel há duas semanas, tem mostrado bastante empenho e qualidade. Segue a lista dos 18:
"Vamos lutar pela vitória em qualquer circunstância"
Sereno e confiante, assim se apresenta Nelo Vingada na antevisão do jogo do próximo domingo, ante o Vitória de Setúbal, que segundo o técnico, "é um adversário do nosso nível".
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“Jogamos em casa e temos que assumir que queremos ganhar, que vamos lutar pela vitória em qualquer circunstância.”
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"É importante vencer o Setúbal"
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"Tem de ser uma Académica boa, forte e consistente do ponto de vista ofensivo, organizada no meio-campo e precavida para os argumentos do adversário"
A novela Marcel continua. A decisão sobre o futuro do atacante de 23 anos, que sairia nesta quinta-feira em Coimbra, Portugal, numa reunião entre o procurador do atleta, Paulo Afonso, e o presidente da Académica, José Eduardo Simões, foi adiada para domingo. O Cruzeiro só deverá ter uma posição sobre a libertação ou não do atleta na segunda-feira, 12, a cinco dias do encerramento das inscrições no Brasileiro. Paulo Afonso disse que falará com o presidente da Académica sobre a proposta do Cruzeiro antes do jogo entre Académica e Vitória de Setúbal, marcado para domingo, em Coimbra. “Já falei com o Rui, supervisor da Académica e ele me garantiu que domingo falarei com o presidente. Falarei possivelmente no estádio. Esperamos que ele entenda a vontade do jogador e que aceite as condições do Cruzeiro”, disse. O empresário informou que o Cruzeiro vai oferecer à Académica um montante por parte dos direitos de Marcel. “O Cruzeiro quer o Marcel e ponto final. Inicialmente tentamos por empréstimo, a Académica não quis nem ouvir. Agora há a possibilidade de uma oferta de compra de 50%, mas dentro dos valores de mercado. O Cruzeiro tem seus limites. O que importa é que o Marcel quer jogar no Cruzeiro e essa também é nossa vontade. Ele poderá ajudar muito o time no Brasileiro”. Nos últimos dias, o presidente da Acadêmica esclareceu que o clube detém 80% dos direitos de Marcel. Os 20% restantes são do Samsung Blue Wings, da Coréia do Sul, clube que o atacante defendeu em 2004. O empresário Emídio Mendes, a quem era atribuído o maior percentual, foi, segundo José Eduardo Simões, apenas o avalista da compra, uma vez que a Acadêmica adquiriu os 80% de forma parcelada.
Enviando para o SIMPLESMENTE BRIOSA pela leitora Inês, a ela, o nosso obrigado!
O BriosoMilhões entra na sua 2ª "rodada" e mais uma vez todos os teóricos de bancada, aqueles que sabem tudo antes de acontecer, os usuários da frase "eu já sabia, é sempre a mesma coisa!", têm a oportunidade de por os seus dons de futurologia em acção. Aos outros, continuem a apostar, para que o sucesso da 1ª ronda continue.. e se ao longo do ano forem os melhores, já sabem, a camisola oficial está à vossa espera!
(*alteração: Os marcadores só serão contabilizados se o “espaço-Maya” estiver correcto, relativamente ao número de golos marcados pela equipa da Académica)
Esta história dos fundos de investimento, do passe dos jogadores, dos direitos desportivos e das suas situações contratuais foi sempre, para o adepto uma questão dúbia que já muita tinta (ou desgaste do teclado dos computadores pessoais, fez já correr). A culpa não é certamente apenas dos adeptos. Dever-se-á dividir em três partes. A culpa diz o povo, não morre solteira, e esta a meu ver, é uma rameira das antigas…
Culpa atribuída aos dirigentes, aos adeptos e às condicionantes do negócio. Aos dirigentes porque têm o dever de informar. O clube é feito de sócios participantes, da qual emana a faculdade, ou mesmo o direito, arrisco a dizer, de participarem dos destinos do clube. A participação de cada um poderá ser diminuta, mas a globalidade dos sócios e a sua força, não poderá nunca, por alguém que se encontre no leme dos destinos do clube, menosprezada. Culpa também aos adeptos, que por vezes criticam por criticar sem conhecer todas as premissas. A sua crítica essencial, não deveria nunca ser «o fundo de investimento», mas o dever de informação que quem governa o clube deveria prestar «sobre» o fundo de investimento. A crítica fácil sobre aquilo que não se conhece não pode nunca ser tida como opinião válida. Por fim culpas para as condicionantes do negócio. Não tenho dúvidas, já, em afirmar, que este pomposo nome «fundo de investimento» é mais um encapotado financiamento da compra de passes de jogadores, por pessoas singulares ou colectivas com vista à rentabilização, não do jogador, mas de interesses vários, entre eles, a do próprio dinheiro. Chamem-lhe agiotas ou simples investidores no mundo do futebol. Investimentos esses, mais ou menos legítimos, consoante o «grau do interesse» que leva ao investimento.
O jogador pertence a quem?
De notar que nunca o «investidor», mesmo detendo 80% do passe do jogador, poderia colocá-lo imediatamente num outro clube, sem passar pelo entendimento com o clube com quem o jogador tem contrato. Temos de separar as águas. Uma coisa são «Os Direitos Desportivos do Jogador», vulgo «Passe», outra é o contrato de trabalho, o vínculo laboral que liga o individuo à entidade empregadora. Findo esse vínculo, ou após rescisão, unilateral (com justa causa) ou consensual, é que o detentor dos direitos desportivos do jogador, poderá ter fundamental palavra. Antes o seu direito é comprimido por um outro direito maior, fundado na relação de trabalho.
No caso Marcel, muito concretamente, o detentor dos direitos desportivos do jogador (seja lá quem ele for) não poderia coloca-lo imediatamente no Cruzeiro, por simples acto de vontade. Antes era necessário que fosse findo, o vínculo laboral, entre o jogador e a AAC-OAF.
José Eduardo Simões revela que 80% dos direitos desportivos do jogador são Académicos
O Presidente da Académica lançou ontem novos dados para a mesa. Os direitos desportivos do jogador Marcel, pertencem à Académica, sendo que os restantes 20% estão na posse do Samsung Suwong, clube de onde o brasileiro saiu rumo a Coimbra. «Estamos a pagar o jogador através de um empréstimo bancário cuja letra está avalizada por mim. Esta é a realidade, o resto é especulação».
O jogo de ontem frente ao Beira-Mar servia intentos nobres, uma causa de todos (de muitos mais do que apenas os 1500 que compareceram no estádio) e não se compadece com análises futebolísticas ou outros assuntos do universo «futeboleiro». A Briosa perdeu por 1-2 pela falta de atitude competitiva que apresentou no Cidade de Coimbra. Esqueceu-se que a sua maior força sempre foi a do colectivo, tentou resolver individualmente problemas que apenas uma verdadeira equipa conseguiria ultrapassar.
Começaram os Capas Negras a todo o gás, com um belo golpe de cabeça de Hugo Alcântara a solicitação de Roberto Brum, depois de marcação de livre, exemplar. Depois o momento do jogo. O central académico que fazia parelha com Danilo sente uma picada na face anterior da coxa e por precaução acaba por sair. Paulo Adriano entra para o seu lugar, e compreensivelmente a equipa ressente-se. Nunca mais a Académica se encontrou. Perdeu solidez a meio do terreno e o centro nevrálgico defensivo foi pouco menos do que uma desgraça. No entretanto, Marcel teve ainda tempo de falhar uma grande penalidade e a recarga consequente da mesma, em duas grandes intervenções do guarda-redes aveirense.
Depois disso o jogo foi sempre do Beira-Mar, até à obtenção do segundo golo, apontado de grande penalidade por Rui Lima. Um castigo a penalizar uma mão ridícula na área do central Danilo. A Académica sentiu necessidade de puxar dos galões, e deu velocidade ao jogo. Dionattan foi figura de destaque e por duas vezes poderia ter, em rasgos individuais, ter virado o marcador. Uma dessas jogadas parece ter tido, um ou dois passes de mágica…
Destaques
Estreia de Pedro Silva – Tem qualidade. È certinho, não falha passes curtos, arrisca alguma investidas em diagonais para o centro do terreno, mas falta-lhe algum posicionamento defensivo. Nas suas costas viveram alguns dos mais perigosos contra-ataques aveirenses. Nada que o ritmo de jogo não cure.
Para Marcel… Aplausos – Existia uma inegável expectativa em torno da entrada de Marcel em campo. O 10 académico foi recebido com aplausos e rubricou uma exibição positiva, plena de vontade.
Personagens nas bancadas – José Eduardo Simões, Fredy (ex-jogador da Briosa), o presidente da CMC, entre outros estiveram presentes no estádio. Também de outra forma não poderia ser…
Dionattan – No miolo do terreno, na segunda-parte, tomou conta do jogo académico e não se pode dizer que o fez mal. Está em alta e poderá render bem mais do que na pretérita época. Duas ou três jogadas de mágico…
Entendimento Marcel / Luciano - Já fez miséria na Madeira e promete dar que falar ao longo de todo o campeonato. Ele cruza o outro chuta, um ganha a posse de bola o outo corre… Dá gosto de ver!
Amanhã, pelas 18h, vai-se realizar um jogo de solidariedade no Estádio Cidade de Coimbra. O adversário vai ser o Beira Mar e a partida consiste em angariar fundos para ajudar a população que foi afectada pelos incêndios, na zona de Coimbra. O preço dos bilhetes é de 5€. Será, talvez, um jogo de preparação para a próxima jornada.
Juniores venceram...
Os juniores da Briosa venceram mais uma vez. Depois da goleada em casa ao Rio Ave (7-2), foram a Braga e voltaram a ganhar desta vez por 2-4, (golos de Tó Zé (dois), Pedro Ribeiro e Hugo Seco).
O treino da Briosa realizou-se, hoje, apenas em meio-campo. Jogadores na selecção, no ginásio ou na piscina condicionaram os trabalhos da tarde ao Professor Nelo Vingada, que executou exercícios de finalização e uma peladinha em meio terreno. Entre os ausentes, de destacar o reforço Pedro Silva que fez trabalho específico de piscina (recuperação de esforço) e de Marcel. As aventadas notícias da sua saída, nada mais parecem que especulação, sendo que o Presidente José Eduardo Simões, não deve sequer considerar a proposta, pela impossibilidade de retocar a equipa (agora que as inscrições estão fechadas), e pelo ridículo da proposta apresentada.
Búlgaro à experiência
Nedkov nunca mostrou credenciais e foi despachado no final da pretérita semana. Hoje foi tempo de mais um búlgaro treinar à experiência na Briosa. O jogador, cujo nome ainda não foi revelado, é de imponente porte atlético, com bom «pique», e remate mediano. Fez da entrega ao treino a sua principal arma, estando particularmente acertado, nos lances de recuperação após finalização.