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  - Quarta-feira, Novembro 30, 2005

O Futuro



PROJECTO DE FORMAÇÃO DA AAC/OAF - LINHAS DE ORIENTAÇÃO

Os objectivos da formação devem estar sempre contextualizados com a realidade da instituição que a acolhe. A AAC/OAF não foge a essa regra.

Nesta perspectiva a AAC/OAF procura intervir ao nível de duas dimensões:

a) no desenvolvimento pessoal, social e académico dos seus atletas;
b) na preparação de futebolistas capazes de enriquecer o plantel sénior.

A tentativa de criação de um departamento de futebol juvenil que assente numa estrutura humana e logística com condições para perseguir os desideratos anteriores, tem sido uma preocupação de sempre da AAC/OAF. No entanto, era fundamental criar um conjunto de linhas norteadoras que assegurassem uma lógica de progressão e continuidade entre as diferentes etapas de desenvolvimento e diversos escalões de formação do jovem futebolista.
Assim, parece ter cabimento fazer referência às seguintes dimensões:

Recursos humanos

Atletas:

Temos aproximadamente 380 jovens futebolistas nos quadros do futebol juvenil. Este número apresenta uma tendência decrescente consoante se sobe no escalão etário. Esta tendência revela uma preocupação acentuada em aumentar a massa de praticantes nos escalões iniciais da prática desportiva. A preocupação inerente a esta lógica reside no facto de crermos que o potencial desportivo não estará definido antes da fase final das principais transformações pubertárias (dimensionalidade e funcionalidade) o que “obriga” a procurar manter todos os elementos inseridos no canal de formação até aos 13/14 anos de idade.

Treinadores:

21 técnicos filiados aos escalões de formação sendo 16 deles profissionais de Educação Física. Para além destes existem actualmente 6 alunos da Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra a realizar “estágios de intervenção no treino” nos diversos escalões.

A colocação dos técnicos nos diferentes escalões de formação obedece a uma preocupação: a definição do perfil de treinador.

Como em qualquer situação pessoal ou profissional há maneiras de ser e de estar, experiências de vida e conteúdos científicos, que aparentam ser mais condizentes com determinadas especificidades de algumas faixas etárias. Assim, procura-se encontrar nos treinadores em contacto com os escalões mais novos, características como a capacidade pedagógica, a um nível multidisciplinar (entenda-se também multimodalidade), gosto para lidar com faixas etárias mais novas e um alheamento do sucesso no imediato. Com a introdução dos atletas numa fase de especialização procura-se que os seus técnicos tenham um pleno domínio da lógica interna do jogo de futebol, a experiência do jogo, trabalho em equipas seniores (noção do “output” do processo de formação) e uma boa capacidade para a gestão da tríade grupo/opções técnicas/resultados.


Conteúdos

Um atleta que faça a sua introdução nos escalões de formação da AAC/OAF na base da pirâmide (escolinhas Briosa/Escolas) terá como principal preocupação
dos técnicos, actividades vocacionadas para a expressão físico-motora na perseguição de um desenvolvimento multidisciplinar.

Quando da chegada de um atleta ao escalão de Iniciados (centro de gravidade dos escalões de formação) torna-se fundamental fazer uma avaliação mais aprofundada do seu estado de crescimento assim como do nível em que se encontram os seus mecanismos biológicos responsáveis por esse mesmo crescimento. Esta preocupação é uma inevitabilidade dada a grande variabilidade que existe entre os jovens, quer ao nível do seu tamanho corporal, quer ao nível da sua aptidão física. Deste modo torna-se imprescindível adequar o nível de capacidade de cada um ao estímulo proporcionado pela sessão de treino e até pelo próprio jogo.

Considerando o escalão de juvenis como o início da etapa de especialização procura-se, de uma forma progressiva entre este escalão e o de juniores, aproximar o treino e o jogo do contexto do futebol sénior, sendo certo de que a exigência deste pressuposto no escalão de juniores é uma realidade.

Este acréscimo de responsabilidade do escalão de juniores no estado de prontidão do jovem futebolista, para uma realidade de Superliga, é uma consequência da inexistência actual de uma equipa de transição para a alta competição.



Importância do resultado desportivo



O objectivo central de um jogo de futebol é a vitória, e a perseguição desse objectivo é uma constante em todos os jogos em que intervenham equipas do futebol juvenil da AAC/OAF.

No entanto, numa hierarquização de prioridades, o resultado desportivo não aparece na mesma posição em todos os escalões de formação.

Assim, nos escalões etariamente abaixo da etapa de especialização, o resultado não se constitui como uma prioridade, sendo colocado a ênfase em matérias que gravitem em redor dos processos de assimilação e reorganização mental, onde a vivência de situações técnico-tácticas se assume como o mecanismo central de aprendizagem. Um exemplo desta perspectiva é dado pela preocupação de, no escalão de Escolas e de Infantis, se ter procedido a uma distribuição o mais equilibrada possível do conjunto de atletas pelas três equipas de cada escalão. Desta forma procura-se tornar equitativo o número de episódios de ataque e de defesa a que os jovens estão sujeitos, isto em detrimento, nesta fase do percurso de formação, da conquista de títulos no imediato.

Com a entrada na etapa de especialização o valor da vitória começa a assumir uma maior importância, sendo o escalão de Juniores o expoente máximo desta exigência. Aqui a maior “pressão” sobre o resultado adquire também uma valência selectiva, uma vez que o processo de selecção/exclusão durante o percurso de formação já tem vindo a contemplar as variáveis técnicas e tácticas, sendo agora fundamental colocar os atletas perante situações mais desafiantes sob o ponto de vista volitivo/comportamental.



Acções paralelas ao treino propriamente dito


O departamento técnico do futebol juvenil da AAC/OAF tem vindo a organizar acções de formação internas com vista ao desenvolvimento social e desportivo
dos seus atletas.

O âmbito das referidas acções assenta em temáticas como a “Higiene do treino e prevenção de lesões”; “Constituição de hábitos alimentares compatíveis com
o desporto e a escola”; “Introdução às leis do jogo de futebol”; “As Memórias da Briosa” e “Comportamentos sociais de risco para com um estilo de
vida saudável”. Os destinatários das acções são, naturalmente, os jovens futebolistas mas também, em alguns casos, os seus familiares.

Estas actividades tiveram o seu inicio ao longo da época desportiva transacta, fazendo parte de um desenvolvimento integral com o qual se pretende impregnar o futuro atleta profissional da AAC/OAF e aqueles que, nunca o chegando a ser, se tornarão indivíduos inseridos numa sociedade onde a nossa instituição procura participar de uma forma positiva.



(Texto da responsabilidade do Departamento de Futebol Juvenil da AAC/OAF)

MARCEL em todas as frentes!



Eurosport:

Marcel é neste momento o jogador mais votado pelos leitores do sobejamente conhecido Eurosport , para golo da jornada europeia. Votemos todos no Marcel porque todos sabemos que Domingo a dose se repete…

Mais Futebol:

O site http://www.maisfutebol.iol.pt/ está a aceitar perguntas para Marcel responder. As melhores serão aceites e terão o previlégio de ouvir as respostas do craque. Não perca a oportunidade!

Esclarecimento sobre o Jornal da Académica




«Tendo, por minha iniciativa, posto à disposição do Dr. Fernando Pompeu este blog, para esclarecer as dúvidas existentes, em relação às acusações de que foi alvo, na Assembleia Geral da AAC/OAF, recebemos do mesmo o seguinte texto.

" Escrevo para os Pardalitos do Choupal, porque dos sítios na Internet que conheço acerca da nossa Briosa, me parece o mais livre e independente.»
«Pelo que tenho lido, critica-se a Direcção, os técnicos e os atletas quando é de criticar».

«a minha intervenção neste sítio destina-se fundamentalmente a esclarecer questões relativas ao «JORNAL ACADÉMICA» ( e à Sociedade Privada que o tornou possível - a Sociedade Académica de Publicações e Produções), da qual fui Director, com responsabilidades exclusivamente editoriais, desde a sua fundação em 1997 e até Dezembro de 2002, data na qual foi extinta a publicação por decisão da Comissão de Gestão da AAC/OAF, então presidida pelo saudoso Dr. João André Moreno.»

«Faço-o a propósito das referências ao meu nome, na última AG da Briosa, por parte de um colaborador da actual Direcção, o qual se terá referido a proventos que auferi pela Direcção do periódico citado, sem que pudesse ter tido a oportunidade de esclarecer a questão de viva voz»

« Esclareço que o jornal nasceu em 1997 por vontade própria de 4 associados da Briosa.»

«Nessa altura o jornal surgiu como projecto completamente amador, sendo os 4 nomes citados os responsáveis directos por todas as suas envolventes, designadamente a sustentabilidade financeira, assegurada dos próprios «bolsos» dos fundadores, desde 1997 e até 2000.»

«Nunca até esta última data os associados citados auferiam quaisquer proventos do lugar que ocupavam na gestão do jornal»

« limitando-se a Direcção da Académica de então a apoiar a ideia e a ceder a logística para que o jornal pudesse ser feito e saír para as bancas.»

«Em 2000, decidiu a Direcção da Académica - ante alguns prejuízos acumulados pela Sociedade gestora do jornal e a possibilidade de o jornal ter de deixar de sair para as bancas - assumir a maioria do capital da Sociedade tornando o projecto profissional»

«utilizando-o como oferta publicitária aos patrocinadores da instituição, mediante o compromisso de pagar ao jornal os espaços ocupados com essa publicidade, por forma a assegurar a sua continuidade.»

« todos os participantes passaram a ser remunerados, a saber o Director, o Jornalista principal, um Jornalista Estagiário (pago à peça) e dois Paginadores/Grafistas (igualmente pagos por edição).»

«Desde essa altura o jornal saiu sempre semanalmente, cresceu em termos de qualidade e começou a chegar a todas as partes do País e do Mundo, alcançando mesmo os países de expressão portuguesa e todas as filiais da Briosa, espalhadas pelo planeta, onde era lido com uma impressionante regularidade e apreciado entusiasmo.»

«Questão diversa da profissionalização do projecto é a de algumas responsabilidades financeiras que a Sociedade deixou por liquidar e nas quais não tive qualquer responsabilidade pessoal.»

«Tais dívidas foram na sua esmagadora maioria reflexo do facto de, por dificuldades financeiras existentes na altura e que são sobejamente conhecidas de todos, a Académica não ter podido cumprir com a sua parte nos pagamentos da publicidade que fazia inserir no jornal»

«Ao que sei, tais dívidas foram» - como aliás não podia deixar de ser -«assumidas pela Comissão de Gestão liderada pelo Dr.João Moreno»

«nessa reunião foi decidida a extinção do jornal, tendo a Académica contactado telefonicamente todos os sócios - incluído eu - para que cedessem gratuitamente as respectivas quotas, por forma a que se assegurasse a percentagem legal de capital necessária à decisão da extinção (85%) e que fossem posteriormente liquidadas as dívidas.»

«Todos os sócios anuíram então a tal solicitação, tendo então sido iniciado o processo tendente ao encerramento de contas, em vista da posterior liquidação da totalidade das dívidas e da dissolução da Sociedade.»

« não tendo os dirigentes que lhe sucederam dado andamento aos compromissos assumidos na reunião aludida.»

« Em suma, a minha participação no jornal da «Académica» foi - como aliás toda a minha passagem pela instituição, de que muito me orgulho - transparente e impoluta, por mais que insinuações maldosas queiram demonstar o contrário.»

«O meu obrigado ao sítio dos "Pardalitos do Choupal" que me permitiu prestar a todos os interessados, os presentes esclarecimentos.
Parabéns ao sítio.Viva a Briosa!"»


«Nota: Não tens nada que agradecer Fernado Pompeu.Este blog é de TODA a gente, e se alguém pedir para ripostar, ou o quiser fazer, poderá enviar o texto para o nosso e-mail, que será publicado.
Um abraço amigo, com os agradecimentos de toda a equipa por escolheres este blog para prestares os esclarecimentos devidos.»


* A leitura do excerto não deve dispensar o completo visionamento do post nos «Pardalitos do Choupal».

Por bem ou por mal o esclarecimento está prestado. De facto, há que saudar quem o faz. Independentemente de todos os exercícios posteriores de análise que sobre tal documento pessoal possam ser rabiscados. Há uma primeira contribuição, embora em ténue forma, para a descoberta da verdade material. Uma nota apenas, antes de passar à análise (necessariamente subjectiva) da missiva: Todos os esforços estão a ser desenvolvidos da nossa parte, para que seja possível realizar o confronto de opiniões de facto sobre tal matéria. Só assim se poderá, em abstracto, condensar uma opinião.

Sobre tal carta que o Dr. Fernando Pompeu escrevinhou no Blog «pardalitos do choupal», realizando assim o contraditório da Briosa, achamos que ao invés de firmar opiniões (embora até os ratos calados tenham direito à dita) rígidas, deveríamos colocar questões. Questões essas que serviriam de reflexão para quem nos lê ( e temos constatado com que o número de participantes e leitores tem aumentado – uma média de 400 a 450 visitantes diários no último mês), mas também como potenciadoras da abertura do debate e da discussão séria sobre tal matéria. O nosso contributo, embora modesto, é certamente esforçado.


Diz-nos o prezado associado, que se constituiu uma «Sociedade Privada» em 1997. Temos para nós, que este conceito de «Sociedade Privada» é demasiadamente «sui generis», no âmbito da sua qualificação objectiva e que infelizmente não permite que se retire qualquer tipo de conclusão sobre o tipo de sociedade em questão. Subjectivamente podemos promover uma qualificação «a contrario». Se é privada, é porque não é pública (conceito arrastado por formulação de antítese). Mas isso, poder-nos-á dizer qualquer pessoa com experiência mediana de vida societária.

Que tipo de sociedade foi constituída?

Sabemos igualmente que esta sociedade, constituída por acto de vontade de 4 sócios era uma sociedade «amadora». Sabemos igualmente que o jornal saias «para as bancas».

Era vendido? Se era, será que podemos falar de uma «venda amadora»?

Esta é uma dificuldade que se nos atravessou no caminho, na encruzilhada que foi a leitura do esclarecimento público e da qual não conseguimos, apenas por mera compreensão do texto – e intertexto – compreender.

Reparámos com agrado que a direcção da Académica, apenas, acedeu a «apoiar a ideia» e a «ceder a logística». Que tipo de logística? Luz e maquinaria? Papel? Instalações? Assegurava a distribuição?

Seja lá qual for a parcela do bolo que remanesça desta «cessão de logística», sabemos que era na integra custeada pelo 4 sócios. Pode ser muito, pode ser pouco, ou pode ser nada. Para além do mais pode colocar graves problemas no aspecto de qualificação desta «sociedade» que se passeava entre o limite da pessoa jurídica autónoma e da mera «secção» da nossa Associação Académica de Coimbra. Necessariamente porque conjunturalmente estes meios logísticos poderiam ser de tal monta que esvaziassem o conteúdo de autonomia comercial que este tipo de sociedade (pensamos) queria alcançar. Algo mais que se deveria, necessariamente esclarecer.


Até 2000 nenhum desses sócios recebeu qualquer tipo de remuneração. Este é ponto assente, que não consideramos sequer debater, porque foi concretamente explicitado.


Contudo, e apesar do «apoio da ideia» e da «logística cedida» pela AAC-OAF, esta «sociedade privada» acumulava dívidas que não poderiam mais ser suportadas pelos quatro sócios.

No mesmo ano de 2000 a Académica decide então tomar conta da sociedade em questão. Assumindo as dívidas contraídas no exercício de gestão anterior e passando o projecto a profissional. Teria certamente a direcção de então um forte projecto de viabilidade do dito jornal. Um projecto que apesar de «amador», de ter «ajudas logísticas» não conseguiu mais, comercialmente, do que acumular dívidas, teria de ter um projecto de viabilidade sem riscos. Assim um dos ex-sócios fundadores da dita sociedade e ex-membro da direcção da AAC-OAF que assumiu um cargo de responsabilidades editoriais.

Infelizmente e apesar de o jornal crescer «em termos de qualidade e começou a chegar a todas as partes do País e do Mundo, alcançando mesmo os países de expressão portuguesa e todas as filiais da Briosa, espalhadas pelo planeta, onde era lido com uma impressionante regularidade e apreciado entusiasmo.», a Académica deixou de poder cumprir a sua parte do pagamento de PUB. E por isso foi responsável pelo declínio do dito jornal.

Um exercício de lógica esquemática: A Académica «cedia a logística», «pagava aos funcionários», «cedia a marca e o formato», «assumiu as dívidas», e ainda assim foi a responsável pelo fecho de tão importante veículo de comunicação da nossa Briosa?

Parece até, que a posição da nossa querida Associação, foi de verdadeira dama da coorte. Assumir todas as dívidas quando nenhum propósito a ligava ao jornal. Pelo menos juridicamente. Reunir as QUOTAS de todos os sócios, que estes cederam gratuitamente (de que outra forma poderia ser), «a que todos anuíram», para proceder à extinção da sociedade.

Não vislumbramos outra qualquer Associação que se comportasse socialmente de forma mais adequada. Separando o trigo do joio na seara do tempo, lançou mão àqueles que serviram a instituição de forma altruísta.

É pois necessário que os ratos não roam as sementes do trigo e que esta ideia possa, agora com passos mais firmes, novamente avançar. Com outros fundamentos e interpretes. Sem a anuência e o «subsidio de pobreza» da casa-mãe. Que se prove que a ideia tinha pernas para andar e um mercado em crescendo a ser explorado.

É um voto e uma ideia, que deixamos ao critério daqueles que estejam em condições de a lançar. Porque seguramente é um projecto com asas. E não de penas de pardais que já não voam, coladas com cera das laboriosas abelhas.

Questões que lançamos com o intuito de promoção do alargamento do debate deste tema.

Vitória parcial sobre o fisco

A Académica ganhou uma acção judicial em que contestava uma dívida fiscal por alegada falta de liquidação de IRC sobre a actividade da sala de Bingo, disse à Agência Lusa o advogado do clube de Coimbra.

A Briosa, como aliás havia referido o Revisor Oficial de Contas (ROC) no ponto 48.3 do relatório do último exercício, "impugnou e não contabilizou uma notificação das finanças para pagamento de IRC de 1993 e 1994 no montante de 724.374,83 euros, à qual acresciam juros de mora, dando à penhora, como garantia da referida impugnação, o Pavilhão Jorge Anjinho".

Segundo o advogado José Manuel Ferreira da Silva, a posição da Académica, segundo a qual as salas de Bingo não eram devedoras de IRC, por destinarem preferencialmente os seus lucros às camadas de formação e às modalidades amadoras, terá sido determinante para a decisão do Tribunal que apreciou a causa.

A acção foi interposta em 1997, durante o mandato do ex- presidente José Emílio Campos Coroa, e a decisão poupou aos cofres da Briosa uma quantia, que, contabilizados os juros moratórios, poderia ascender perto de um milhão de euros.

José Manuel Ferreira da Silva disse ainda à Lusa que a decisão ainda não transitou em julgado e que a Administração Fiscal poderá recorrer da sentença.

*Agência Lusa

  - Terça-feira, Novembro 29, 2005

A Figueira é já ali















"A Académica desloca-se no próximo domingo ao Estádio Municipal José Bento Pessoa, para defrontar a vizinha Naval 1.º de Maio.Para este “derby do centro”, a Mancha Negra está a preparar uma MEGA deslocação a Figueira, de Comboio, como nos bons velhos tempos, e assim “Invadir” a Figueira da Foz com uma enorme “Mancha Negra”.
Assim, a Mancha Negra Organiza a Viagem de Comboio com o respectivo Bilhete de Jogo por Apenas 9,00€ (Viagem+Bilhete) para os sócios MN e adeptos da Académica que se desloquem connosco nesta Festa de Apoio a nossa Magica BRIOSA.As Inscrições estão abertas na Sede da Mancha sito, Pavilhão Jorge Anjinho, de Quarta a Sexta-feira das 15h ás 19h, e Quinta-feira das 21h ás 24h, ou através dos Telefones: 919485361 Miguel / 961945917 Daniel. Nota: o pagamento terá que ser efectuado até Sexta-feira ás 18horas.

A concentração para o Jogo será Domingo dia 04 de Dezembro pelas 11:45h na Estação Coimbra B, Hora de saída do comboio 12:15h.
VAMOS TODOS FAZER DESTE DERBY UMA GRANDE FESTA E COBRIR A FIGUEIRA DE “BRIOSA”… "

Mntours85@manchanegra85.com

  - Segunda-feira, Novembro 28, 2005

INICIADOS

Seia 0-3 Académica
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Os Iniciados venceram o U.D. Seia por 3-0 vencendo todas as adversidades num jogo fora de casa, às portas da serra da Estrela com a temperatura próxima dos zero graus.
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Um jogo que começou mal, com discussões entre arbitro e adeptos da briosa que viajaram para apoiar a sua equipa. O jogo foi bem disputado e equilibrado na primeira parte, com a Académica a tentar aproveitar a velocidade dos seus jogadores mais avançados. ´
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Na entrada para o ultimo terço da primeira parte a Académica acabou por marcar num cabeceamento na sequência de um canto, aproveitando a maior altura dos seus jogadores. Na segunda parte a briosa dominou as operações e controlou por completo o jogo marcando o segundo golo numa boa jogada, com um bom cruzamento ao segundo poste onde o avançado da briosa se antecipa ao defesa e marca o melhor golo do desafio. A partir daí a equipa adversária mostrou-se desorganizada sem vontade ou capacidade de alterar o rumo dos acontecimentos jogando apenas no contra-ataque mas sem resultados práticos. A Académica acabou por chegar com naturalidade ao terceiro golo do encontro depois de um livre do lado direito com o aproveitamento do jogo aéreo dos seus jogadores.
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Até ao final da partida a briosa foi criando algumas oportunidades com destaque para um remate ao poste quando estava isolado podendo ter feito o quarto golo do jogo.
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O SimplesmenteBriosa agradece a colaboração de Paulo Albuquerque para o relato deste jogo!

  - Domingo, Novembro 27, 2005

MARCEL RESOLVE!

É certo que houve alturas em que a qualidade de futebol praticado foi bem melhor que os resultados, no entanto e frente a um adversário que quanto a mim é bastante inferior, basta dizer que o Moreirinha é o defesa esquerdo... ou que o homem mais adiantado da equipa era... Rafael Gaúcho! Mas hoje Marcel resolveu... é um facto inegável, e sinceramente começo a aceitar a Marcel-dependência tão apregoada nos media portugueses, porque hoje Marcel mostrou o que é, a sua qualidade, porque aquele remate não era de fácil execução e arrisco-me a dizer que 80% dos jogadores da primeira liga não acertariam sequer na baliza ao fazer tal gesto técnico.
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Quanto ao jogo, foi dos piores que já vi, tudo muito previsível e uma igualdade demasiadamente igual entre as duas equipas sob o terreno de jogo, e mesmo tendo a Académica assumido as despesas do jogo desde o inicio, tal como seria sua competência ao jogar em casa e com mais do dobro do orçamento do adversário. E se as diferenças entre as duas equipas como conjunto eram poucos, foi tempo de se fazer notar as reais assemelhanças, porque um jogador com a classe e qualidade de Zé Castro, não há para os lados da reboleira, e valeu a pena ver as danças de Manu frente-a-frente com o internacional sub21, e a classe do desarme devidamente conciliada com a arte de organizar a partir dali a próxima etapa do jogo academista. Eu já falei no golo do Marcel? Não falo mais, porque só mesmo visto! Mas claro que se tudo fosse assim, o jogo ficaria demasiadamente desigual, e então tivemos na defesa o lateral Nuno Luís que não sabe que mais há-de fazer para ter um pequeno descanso no banco.
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A segunda parte chegou com o nulo, e Fernando entrou para substituir Joeano que na primeira vez que foi titular desiludiu... a frente de ataque alargou-se mas ainda assim o jogo continuou monótono, sem grandes oportunidades para marcar. Até que um rasgo do Marcel, me fez valer a pena de ter saído de casa pelas 10 da manhã e ter chegado as 8 da tarde, sozinho na viagem, da Serra da Estrela rumo a Coimbra. De facto, não me canso de elogiar, porque como me disse o Embriolado à saída, "o Marcel ganhou o jogo sozinho", ele que também tanto bateu no homem, tal como eu e tantas outras pessoas que certamente hoje estamos arrependidos da calúnia provocada. Até ao final, em apenas um minuto foram expulsos dois jogadores do estrela, o que facilitou em muito a tarefa de Nelo Vingada que ainda assim foi obrigado a lançar Hugo Alcantara para "limpar" o bombardeamento aéreo.
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Individualmente falando....
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Pedro Roma teve uma das suas mais tranquilas tardes de que tenho memória, mas Bruno Vale não esteve também longe disso. Já na defesa, se já falamos de Nuno Luís e Zé Castro, é conveniente também relembrar a surpresa da tarde com Danilo na vez de Hugo Alcantara, foi uma aposta ganha de um jogador que cumpre sempre e com o Estrela a jogar num sistema sem Avançados fixos, claramente que foi acertada a inclusão de Danilo. Na esquerda, Ezequias é claramente um bom jogador, mas confesso, estou delirante com Lira, e na próxima jornada o rapaz que usa o relógio no braço direito deve voltar à titularidade. Brum esteve ao seu nível habitual, e Paulo Adriano hoje esteve enorme! Na primeira parte foi o principal auxiliar da "parede", tendo no entanto baixado o seu rendimento na segunda, já que à sua frente, Filipe Teixeira teve a sua pior exibição da época e tantas e tantas bolas perdeu...
Valeu a dupla Luciano/Marcel que mais uma vez esteve em grande forma com muito e muito trabalho provocado à defesa da reboleira.
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* por Gonçalo Cabral

  - Sábado, Novembro 26, 2005

Vitória por 2-0 dos Juvenis ante o Guarda Tenório.

No Botão não se jogam jogos tradicionais a «Paço». Antes futebol e do bom. Mais uma vez a Briosa na sua acepção mais miúda, mostrou grande personalidade, garra e força bruta. Uma equipa que modificou a estrutura material da equipa, mas não a essência do colectivo. Makukula não jogou, o médio-defensivo habitual recuou para central (não perdendo a equipa a consistência defensiva porque prima), o meio-campo também sofreu alterações –talvez antevendo a dupla jornada que se aproxima na quinta-feira – sendo que foi o ataque, o sector menos forte da equipa, que curiosamente não se alterou.














A Briosa mandou sempre no jogo, actuou num 4x3x3 móvel, que deu frutos logo aos 18 minutos num lance de complicação na pequena área, no seguimento de um canto. Guarda-Redes e defesa dos de Viseu atrapalharam-se pontapés, bola e jogadores pelo ar, até que aquela se anichou carinhosamente no fundo das redes dos visitantes. 1-0, estava aberto o activo contra uma equipa que sobejava em determinação defensiva. Afinal e ao que dizem, o 1-0 é o golo mais difícil de marcar.

Nem sempre a populaça acerta

Já se sabe que o povo é quem mais ordena. Ditado atrás de provérbio, já se sabe que «mais vale um pássaro na mão do que dois a voar» e que «quem não arrisca não petisca». Este foi o académico dilema de toda a segunda-parte. O primeiro golo chegou, teoricamente era o mais difícil, mas o segundo é que verdadeiramente custou. A Associação Académica de Coimbra criava oportunidades atrás de oportunidades e a bola teimava em não entrar.

A baliza do Académico parecia estar guardada à lei do cacete do Guarda Tenório, figura que se passeou pela linha lateral, sempre pomposo e bem «enrolado», lançando olhares de fúria para os tiritantes espectadores. Cada um de nós era para esta personagem um mítico kamikase pronto a rebentar. Ao intervalo (como a foto comprova) pediu ao agente técnico de medição e avivamento de linhas laterais, para que delimitasse o terreno de jogo. Daqui para ali, ninguém passava!

















Aos 68 minutos o descanso


Depois de muitas oportunidades perder e de tantas outras desperdiçar o descanso Brioso chegou ao morder da meia-hora. Um bom lance de entendimento de ataque, bem finalizado, com calma por um aposta ganha de Rui Silva.

Até ao final o passeio à chuva continuou sem preocupações.

A Briosa reagiu bem à goleada sofrida em Gaia, ante o FCP no último encontro do Campeonato Nacional de Juvenis. Uma equipa que conta apenas com 5 golos sofridos (todos eles ante os jovens Dragões).

Uma enorme mancha de orgulho


É um orgulho falar da Mancha em qualquer lugar que se esteja ou a que se vá. Basta visitar o blog da especialidade Megafone e logo vemos a importância dela. Considerada a claque do ano 2004/2005, a Mancha não falha.... 90 minutos à chuva, com a equipa a ser goleada, mas aquela faixa nem por um só segundo se baixou. Fantástico!
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"As marcas no corpo...
Que a história nos deixou
Em 20 anos de história
A Mancha nunca falhou!"
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Para amanhã, a Mancha e todos os adeptos poderão ver em campo os seguintes convocados:

- Dani, 12
- Pedro Roma, 24
- Joeano, 2
- Danilo, 3
- Ezequias, 4
- Hugo Alcântara, 5
- Luciano, 7
- Gelson, 9
- Marcel, 10
- Zé Castro, 13
- Filipe Teixeira, 14
- Pedro, 16
- Paulo Adriano, 19
- Fernando, 20
- Nuno Luís, 27
- Nuno Piloto, 28
- Zada, 87
- Roberto Brum , 88

  - Sexta-feira, Novembro 25, 2005

Melhor Jogador do Ano para os Adeptos




Mais uma vez, alterações na Tabela Classificativa do «Melhor Jogador no Ano para os Adeptos». É realmente impressionante que nenhum dos jogadores da Briosa que consiga agarrar firmemente ao primeiro lugar, após quase um milhar de votos no computo global das votações (o que comprava a adesão dos adeptos a tal iniciativa)!

Desta feita e ante um jogo mal escrevinhado por parte dos jogadores de Capas Negras, os adeptos penalizaram quase todos os jogadores. O único que conseguiu alcançar uma classificação média positiva foi Marcel (3,46). O Ponta-de-lança brasileiro só teve dois votos negativos na votação parcial do FCP-AAC. Dois votos de estimação, permitam-me o comentário.

Ao invés Nuno Luís foi o jogador com pior classificação parcial de sempre desta eleição (1,42) e de todos os jogos e jogadores de disputas anteriores. Nunca ninguém, mesmo entrado a 1 minuto do fim, conseguiu ter tudo «1» e apenas dois «2» (teve duas notas 5, como todos os outros, mas essas quase que administrativas).

Roberto Brum (2,92), Pedro Roma (2,57) e Luciano (2,38) foram os que mais se aproximaram da nota positiva.

Destaque também para Danilo (2,34) que conseguiu suplantar em termos pontuais parciais o seu companheiro de defesa Zé Castro (2,07).



MELHOR JOGADOR DO ANO PARA OS ADEPTOS:

Classificação Total


1. Filipe Teixeira 19 pontos de média
2. Luciano 18,46
3. Roberto Brum 18,33
4. Marcel 18,32
5. Zé Castro 18,12
6. Nuno Piloto 16,25
7. Lira 15,74
8. Pedro Roma 14,99
9. Paulo Adriano 14,16
10. Nuno Luís 12,94
11. Joeano 10,60
12. Ezequias 9,58
13. Pedro Silva 9,22
14. Danilo 7,94
15. Fernando 4,11
16. Zada 2,88
17. Gelson 1,84

  - Quinta-feira, Novembro 24, 2005

Briosómilhões

O jogo mais famoso do mundo continua disputado. A liderança está a apenas 1 ponto dos 2ºs classificados. Para a semana, o jogo com o Estrela pode alterar muita coisa...












Classificação após a 11ª jornada:

Acp - 21 Pontos


Luis Correia – 20 Pontos
J L - 20 Pontos
Ivo Correia – 20 Pontos


D - 19 Pontos


Ricardo Guimarães - 18 Pontos


Paulo Alexandre - 17 Pontos


Zeca - 16 Pontos


Kilkus – 15 Pontos
SOBRAL - 15 Pontos


_Fury_-14 Pontos
vet1985 - 14 Pontos
Inex – 14 Pontos


Jonas – 13 Pontos
F. Zagalo - 13 Pontos

10ºAna Carolina -12 pontos

11ºJoão Lemos - 11 Pontos
Paulo Albuquerque - 11 Pontos

12º
Pedro Santos – 10 Pontos
Ana Castro – 10 Pontos
fpires - 10 pontos

13º
Laranjeiro – 9 pontos

14º
Chicao – 8 Pontos
ClaraF - 8 Pontos
Filipe Barata – 8 Pontos
T_T - 8 Pontos

15º
Filipe Goucha - 7 Pontos
Filipe Santos - 7 Pontos
Mário - 7 Pontos

16º
Ana – 6 Pontos
Hugo Manaia - 6 pontos
Zandinga - 6 Pontos
Zé Preto - 6 Pontos
Ricardo Nuno - 6 pontos

17º
Cajo – 5 Pontos
18º
Marco – 4 Pontos
Gonçalo Cabral – 4 Pontos
Ricardo Carvalho – 4 Pontos
FaceToFace - 4 pontos
João Amaral - 4 Pontos

19º
teoricoVI - 2 Pontos
David Matias - 2 Pontos
Jota Pê – 2 Pontos
H. Paiva – 2 Pontos
Sys7eM - 2 Pontos
MPS - 2 Pontos
nuno - 2 Pontos
João Saldanha – 2 Pontos

20º
Badameco – 1 Ponto
Ultra MN – 1 Ponto
José Sobral - 1 ponto
Paulo - 1 Ponto
Ponto Black - 1 Ponto
capa e batina - 1 Ponto
Dr. Xanax - 1 Ponto
Far Away - 1 Ponto
Arodrigues – 1 Ponto

Aberto o briosómilhões para o jogo com o Estrela da Amadora,

Académica - Estrela da Amadora
Tótó-Bola:
Fura Redes:
Espaço Maya:


No final da Temporada?




Zé Castro falou sobre a derrota no jogo de Sábado, da arbitragem e do seu futuro. Embora comedido nas palavras, cedo se percebe da sua vontade. Algo que custa a um coração de adepto.

Sobre o último embate no Dragão, ante o Futebol Clube do Porto, o jovem central académico sublinha essencialmente um lugar comum do futebol. «Não faz parte de mim falar nos erros de arbitragem». Contudo explícita «Nem quero pensar que os erros são premeditados, mas já se sabe que as equipas grandes são sempre beneficiadas».

A arbitragem prejudicou sobremaneira, não a vitória indiscutível do Futebol Clube do Porto mas sim a exibição da Briosa. «Foi o resultado em si e não a vitória do Porto que esteve em causa, com o anular do golo».

Zé Castro parece perceber – e defender – o pragmatismo da abordagem do treinador a estes encontros: «É bonito dizer-se que se pode bater de igual para igual e sair de lá com zero pontos». Este campeonato parece ser talhado para as equipas mais pragmáticas e lutadoras. Caso facilmente vislumbrável pela posição classificativa do Vitória de Setúbal.


No fim da temporada…


Já não é segredo para ninguém que a jovem esperança do plantel académico poderia ter saído no final da época com um substancial encaixe financeiro para os cofres do clube. No entanto, os responsáveis pelos destinos da nossa Associação, preferiram privilegiar a vertente desportiva e honrar a promessa aos sócios e treinador que apenas um central sairia daqueles que compuseram o plantel que disputou a Superliga 2003 / 2004.

«No fim da temporada tive propostas, conversei com o Mister e garanti-lhe que esta temporada jogaria na Académica». >«Quero ajudar a Académica a cumprir os objectivos até ao final do meu contrato».
Contudo deixa o alerta: Em Dezembro «Pode aparecer algo que seja bom para mim e para o clube. Mas que seja certo, que tenho sempre uma palavra a dizer».

  - Quarta-feira, Novembro 23, 2005

Relatório e Contas 2005


No SimplesmenteBriosa, está a partir deste momento disponível o Relatório e Contas 2005, para aqueles que em comentário ou através do e-mail simplesmentebriosa@hotmail.com, nos derem o seu número de sócio, endereço de correio electrónico e nome. Pretendemos assim que tão delicado assunto, não saia fora de mãos de académicos.
Sendo assim, se for sócio do clube, e não tiver possibilidade de ter acesso ao documento, pode requisitar-nos que rapidamente chegará até si, se for realmente associado.
Saudações Académicas para todos!

Ezequias de inicio?



Além de Dionattan, Andrade e Zada, Lira também está indisponível para o jogo com o Estrela de Amadora, pois levou o 5º cartão amarelo no Dragão.
Nelo Vingada deve optar por Ezequias para o substituir. O brasileiro entrou bem no campeonato mas no jogo com o Setúbal lesionou-se e deu lugar a Lira que tem vindo a fazer jogos brilhantes.
Depois da goleada sofrida com o FCP, é mais que provável que o treinador faça algumas alterações na equipa.


.

  - Terça-feira, Novembro 22, 2005

Aprovado!






Relatório e Contas aprovado


Foi através de uma votação de maioria que foi aprovado o relatório e contas da Briosa. Entre a abstenção e os votos a favor, assim ficou dividida a sala de imprensa que serviu de auditório à reunião de associados da noite de ontem. Depois de estabelecido o quórum estatutário, a reunião começou com cerca de uma hora de atraso, mas com pouco substractum. As intervenções dos associados foram em escasso número e de escassa pertinência. Os oposicionistas-situacionista de há muito não compareceram. Pergunto-me mesmo, como é que opositores do último combate eleitoral, nem sequer se dignam a aparecer, esclarecendo os sócios através do confronto da pluralidade de opinião. Aparecerão, certamente, entre bombos e foguetes lançados ao ar, quando o tempo dos votos se aproximar. Nesse particular aspecto, destaque para Emílio Campos Coroa, que deu efectivamente a cara, criticou quem tinha de criticar, apontou o que achava que estava efectivamente mal e no fim pediu aos sócios «que aprovassem o relatório em questão. Podemos duvidar de muita coisa, mas nunca do seu verdadeiro academismo – que valeu ressalva dos elementos da direcção em funções e de José Eduardo Simões em particular.

Explicações dadas pelo Presidente

José Eduardo Simões explicou que esta direcção fez um esforço para realçar o valor acrescido que neste momento tem a equipa de futebol, que pela opção estratégica da actual direcção, consiste fundamentalmente em privilegiar a aquisição dos direitos sobre o passe de jogadores, que mais tarde resultarão em mais-valias financeiras, que por sua vez serão aplicados na amortização do passivo a curto prazo na rubrica de «Empréstimos obtidos».

O passivo e a sua gestão, estão intimamente ligados à vertente desportiva e à capitalização dos activos que são o passe dos jogadores. É um capital de risco, é certo, condicionado pelas influências de mercado, mas que poderá sendo efectivamente bem gerido, constituir o futuro solidificado da nossa Associação. Referiu o presidente que "Em Agosto, por exemplo, recebemos propostas por três jogadores, no total de 4,7 milhões de euros, que foram recusadas para evitar problemas desportivos"

Questão Simbólica

O actual presidente da Briosa, demonstrou algum descontentamento por ainda não se ter conseguido potenciar todas as vertentes da marca Académica. As vendas estão um pouco aquém, os produtos mais procurados não são repostos à velocidade que o mercado exige, e isso origina alguma perda de receita.

Contudo é questão essencial, a homogeneidade do símbolo. Como é que se pode ter uma marca forte «Briosa», quando ninguém sabe bem qual é o símbolo da nossa Académica? Ontem, em plena assembleia geral, a Direcção disponibilizou 3 (!) símbolos diferentes, à escolha de quem por lá estivesse presente. Assim não podemos ter um símbolo forte, porque pura e simplesmente ninguém sabe muito bem qual é. É essencial um acordo gráfico, que liberte a Académica desta questão.

Polémica sobre o Jornal da Académica e Remunerações de Fernando Pompeu

O agitar de águas foi de facto, a questão do jornal da Académica e das possíveis mais-valias que efectivamente poderia gerar. Das eventuais remunerações e dos prejuízos que a esta publicação estão imanentemente ligados. Luís Santarino, sócio da Briosa e participante na Sociedade que detinha o jornal, exigiu explicações do Presidente para declarações que na sua óptica devassaram o seu bom-nome e integridade pessoal.

O Presidente não deu relevo à questão, e respondeu na voz de Carlos Clemente. Este associado (que se encontra ligado à direcção) referiu que era mentira que não houvesse quem ganhasse dinheiro com o Jornal. Que nem tudo era feito por carolice e que afinal havia quem tivesse ganho uns contos de reis. Fernando Pompeu, referiu Clemente, ganhava cerca de 150 contos mensais (na época) os quais eram pagos «por recibo verde» e cujos comprovativos estariam na posse da direcção. Se tal for verdadeiro é de facto de estranhar e de reprovar. Lembro-me ainda de um outro Fernando, desta feita, Pessoa, referir aquando da sua participação na revista «Orpheu» que os proveitos que lhe advinham da escrita era reduzir a condição do homem a «humilhados de salários ínfimos que mal dá para sustentar um pouco de vida». Mas que raio, este era apenas uma Pessoa. E a sua escrita nem era, por aí além, de boa…

Este é um assunto que deveria ficar transparentemente resolvido. Não o ficou. Não foram apresentados os ditos recibos, ou comprovação destes, nem se conseguiu um desmentido oficial de quem foi mencionado neste chorrilho de acusações mútuas. A bem da Académica e do academismo dos envolvidos, tentaremos esclarecer algo mais das graves acusações que sobre uns e outros pairaram.

Votação jogador do Ano

O jogo foi uma desgraça, em tudo, mas mesmo assim, é sempre de destacar os mais abnegados frente a um Porto muito, muito forte.

Os jogadores a votação são os seguintes:

- Pedro Roma
- Nuno Luis
- Ze Castro
- Danilo
- Lira
- Roberto Brum
- Nuno Piloto
- Paulo Adriano
- Filipe Teixeira
- Luciano
- Marcel

- Ezequias
- Gelson
- Fernando

  - Segunda-feira, Novembro 21, 2005

Analíse do Relatório e Contas Simplesmente Briosa.




A nossa análise subjectiva


Alguém um dia escreveu que a análise de um Relatório e Contas não é mais do que olhar para uma fotografia. Não podemos ter a pretensão de olhar para o filme todo, mas apenas captar um fragmento, um instante, uma centelha de tempo arrancada da realidade temporal da vida de uma empresa ou de uma qualquer forma de sociedade. É como olhar para um fragmento de película de filme sem ter a pretensão de querer ver a trama do início ao fim.

E como é natural, é mais ou menos arbitrária, dentro de certos parâmetros, as perspectivas que analisamos a fotografia. A coisa é mais ou menos assim. Imagine-se uma fotografia de um casamento. Numa herdade rural. Em primeiro plano os noivos. Aperaltados, noiva aprumada e noivo sorridente. Acaso dos acasos, pastavam por detrás, nas colinas da dita herdade, uma manada de bovinos. Como muito pasto comem,
muito pasto…bom…enfim, já se sabe. Uma enorme mancha de estrume invade o canto superior da fotografia. Ao mostrar a foto do casamento, muitos dirão «Que bem que estão os noivos!». Outros haverá, que menos dados às lides do contrato de casamento, dirão «Chi! Que grande estrumaria para ali vai ao fundo!». A análise depende sempre do olhar de quem a alcança, o que não quer dizer, que uma ou outra análise visual esteja errada. O que estaria certamente errado, era apenas vislumbrar a bosta, ou apenas agraciar o casal de noivos.

Os números não são realidades estáticas, muito menos analisadas no âmbito do financeiro, pela óptica das remunerações de factores produtivos (despesas) e com o rendimento de bens recebidos e com os bens de serviço vendidos (receitas). O que cada um de nós enquanto gestor faz com esses números é a verdadeira essência da perspectiva económica da realidade empresarial. A maneira como se gasta e compra, como adequam despesas a receitas, como se potenciam fluxos reais de entrada e fluxos imediatos, diferidos ou autónomos, (fluxos financeiros de contrapartida) é que interessa realmente analisar. A análise de tesouraria não pode ser nunca desafectada, rasgada, face a análise económica e igualmente da vertente financeira. Parece pois que a ciclópica análise de um dos factores, de apenas uma das premissas sem olhar para o «conjunto da fotografia» pode deixar de lado os verdadeiros critérios de gestão e pasme-se, até os verdadeiros resultados do exercício!

Quem em seu perfeito juízo de valor pode afirmar que a Briosa não fez durante a época passada um forte ciclo de investimento (ou como alguns lhe pretendem acintosamente chamar,passivo), reciclando activos, transformando moeda em activos físicos, cujo resultado não possa ser visto numa análise de curtas vistas de um simples período económico? Esse rendimento terá de ser, forçosamente discutido ao longo dos anos, em ciclos económicos emparelhados. A recuperação do investimento terá de ser feita, não tenhamos disso dúvidas, através de vendas posteriores (obviamente após se ter incluído no custo da produção o valor das reintegrações).

Alguém pode dizer outra equipa mais valiosa, não em termos desportivos (esses de subjectiva análise), mas na forma real de valor dos passes de jogadores, do que a do presente momento?

Alguém pode afirmar que os Campos do Bolão existiam (e as suas realidades físicas corpóreas, à vista de todos)e estavam por lá há 10, 12 anos? Há 2 anos? Não. Como ainda ninguém nos convence que os tijolos e cimento empilhados nascem de geração espontânea, ou pululam como cogumelos e fungos, sem ajuda do capital, poderemos perceber melhor, estas contas do consolidado. E lá nos demos ao trabalho de ir ver ao relatório e contas. Por lá estavam, sim senhor, um aumento de mais de 1.468.244,76 euros em activos de Imobilizações Corpóreas referentes a «Edifícios e outras construções». Em 30 de Junho de 2004, 1.661.342,54 euros. Um ano exacto volvido 3,129,587.30 euros referentes a tais existências. Igualmente cresceram activos na forma de «Equipamento básico», «Equipamentos de Transporte», «Ferramentas e utensílios» e «Outras imobilizações corpóreas». A tudo isto, corresponde uma fatia no bolo dos activos de aproximadamente (e por defeito às centenas) de 497 mil euros. Repito, num ano de exercício.

Também em dívidas de curto prazo, das quais somos credores e das quais existem garantias especialmente reforçadas do recebimento e que correspondem ao valor nominal das dívidas de terceiros o valor é de 1.216.023,53 euros. Também aqui a Briosa efectivamente cresceu. 1.0826.614 Euros, para ser mais preciso.

No domínio da equipa de futebol, também as coisas se alteraram e muito. A equipa encontra-se valorizada no domínio do Balanço e Demonstração de resultados, de forma séria e até (mas esta análise no plano subjectivo, passível de discussão) subvalorizada no momento em que estas linhas são escritas. 2,615,777.euros. Tal foi feito pela adequação às normas legais imperativas e diplomas de referência sobre tal matéria. Assim os passes de direitos desportivos sobre os jogadores (bem como os prémios de assinatura de contratos acrescidos dos respectivos encargos patronais e montantes pagos a intermediários pela celebração dos respectivos contratos), encontram-se registados aos preços de aquisição. Igualmente as amortizações foram registadas e calculadas segundo método de quotas constantes, às taxas correspondentes à duração dos contratos celebrados com os respectivos jogadores.

Não tem fundamento o argumento da sobrevalorização de activos – jogadores – em final de contrato. Não existe nenhuma mais-valia de monta impregnada na detenção dos direitos desportivos de jogadores como Zé Castro ou Nuno Piloto. Financeiramente falando. O valor destes jovens valores no activo consolidado é diminuto, quase sem expressão pelo exercício de contabilidade que foi, e bem, idealizado.

Na óptica das despesas podemos aferir o facto claro de as remunerações com o pessoal terem aumentado de forma significativa. A Académica Organismo Autónomo de Futebol tem obrigações contratuais laborais com mais de 67 funcionários remunerados. Em mera operação estatística de divisão simples, ronda per capita, o valor de anual de pagamento na forma de salários, 59 mil euros (ano). Cada funcionário, estatisticamente aufere cerca de 4.200 euros mensais. Um valor alto, que se explica pelo forte investimento na equipa de futebol, mas que necessita de um forte backgroud de fluxo real de entrada. Quer em operações de exploração, quer em operações financeiras múltiplas.

Foi notório o recurso ao crédito bancário ( 1.450.000,00 euros) que tem a desvantagem de uma taxa de juro regra geral elevada, mas que pode ser repetidamente negociada. Para mais estes empréstimos foram transformados em investimento que se bem geridos, poderão constituir mais-valias directas de forma extraordinária a cadência «ordinária». Também existe uma parcela de real valor de adiantamentos a clientes (100.000 euros) que prevêem já outros investimentos, que detém já formas elaboradas de pagamento que começaram a ser efectivamente pagas.

De notar, que se demonstra, no exercício desta gestão, que as dividas face ao Estado para além de terem decrescido no período de um ano civil, são de irrisória monta. De notar ainda, que não estão contabilizadas nas dividas ao Estado, as dívidas provenientes de uma notificação das Finanças para o pagamento em sede de IRC dos exercícios de 1991 a 1996, num montante de 724.374,83 Euros aos quais acrescem juros de mora. Este montante não foi contabilizado por impugnação do contribuinte.

No campo dos proveitos directos provenientes da venda de mercadorias e produtos, nada de especial se passou. Bem pelo contrário. Terá de passar por aí, grande parte das mudanças estruturais do próximo mandato. Capitalizando os proveitos de forma contínua e duradoura, poderemos criar hábitos de compra, de vontade de aquisição da marca «Académica». Revolucionar as estruturas publicitárias (mesmo durante os jogos) e promover uma colagem do símbolo às exigências das camadas etárias mais novas. Tornar apetecível ser Briosa aos mais jovens.

Esta pequena resenha daquilo que é hoje, uma foto tipo passe-vite da Briosa, permite aferir uma forte vertente de investimento em tempo de crise. É esse investimento, não tenho qualquer tipo de dúvida nisso, que vai definir o futuro próximo da Briosa. Há que dar mérito a quem reuniu estas fontes de proveito. Quem mobilizou o investimento e o crédito a baixo-juro. Mas mesmo assim, não tenho qualquer tipo de dúvida, as pessoas serão cobradas, se os proveitos resultantes do investimento não sanearem a Académica. Se forem mal reinvestidos. Se não gerarem os retornos esperados.

Este é o momento crucial da vida Académica. Nunca estivemos tão bem e ao mesmo tempo, tão perto da tentação da queda. Este é o momento de apostar na formação. Os terrenos do Bolão nada valem, acusam. Ninguém compra ou toma de arrendamento comercial um espaço físico daquela monta, ditam. Nada valem, portanto. Pergunto, qual a forma de capitalização mais directa do futebol. Não serão as mais-valias geradas pelos jogadores? Mais-valias essas, financeiras e desportivas, que se tornam novamente em financeiras. A aposta no jogador jovem é a chave para o pagamento dos campos do Bolão. E a sua mais óbvia forma de rentabilização. Quem ama de facto o futebol (na sua vertente do aproveitamento de jovens jogadores) não pode nunca acusar o investimento feito no complexo desportivo. Acusem antes, ou não, a falta de aproveitamento dos produtos que dele advirão. Este é o momento de apostar em vender bem e comprar melhor. No momento certo. No timming correcto. Sem pressões de adeptos, jogadores ou empresários intermediários. Será o lucro das futuras receitas extraordinárias provenientes da venda de passes de jogadores que ditarão as leis imediatas do futuro do clube. Este é o momento de aproveitar a fonte constante do dinheiro proveniente do contrato com a TBZ. É o momento de procurar novos mercados e explorar novas formas de retirar lucros de novos proveitos adormecidos. É hora de aproveitar o símbolo e a Marca. Gerar receitas através dela. É hora de estabelecer ligações à Universidade.

O caminho aguarda os nossos passos. Que sejam firmes e confiantes.

Simplesmente Briosa.

  - Domingo, Novembro 20, 2005

Iniciados levam de vencida os de Viseu na Pedrulha



2-0 foi o resultado


Mais uma vitória dos Iniciados da Briosa ante um adversário que nunca se lhe conseguiu opor. Os jovens académicos mostraram uma vez mais coesão defensiva e uma particular apetência para o golo, mesmo sem o seu goleador-mor Nuno Silva. 2-0 foi o resultado final, onde mais uma vez foi possível constatar que jogadores como Pedro, Guerra e Luís.

Juniores perdem novamente

Mais um jogo sem ganhar dos juniores. Depois de um exemplar início de campanha, os juniores perderam mais uma vez, ante o Gil Vicente em Barcelos, por 2-1. Mário Jorge foi o marcador do golo solitário e insuficiente para dar expressão pontual à exibição dos da Académica.

Juvenis imitam os séniores

Devemos olhar para «os mais grandes» como referência, mas não nestes moldes. Os Juvenis que até hoje não tinham sofrido golos, mesmo ante o líder Leixões, foram jogar com os jovens Dragões e perderam por...5-0.

Quem já viu a equipa jogar, não percebe como pode aquela defesa consentir 5 golos.

Futsal não consegue arrancar vitória

Começa a tornar-se hábito noticiar derrotas da equipa sénior de futsal da Académica. Mais uma, desta feita para a Taça ante o Ereira e Benfica. O resultado final foi de 6-7.

  - Sábado, Novembro 19, 2005

Porto 5-1 Académica


Decididamente, foi uma péssima entrada, Quaresma fez o que quis de Nuno Luís, Zé Castro falhou no jogo aéreo, as marcações que Nelo Vingada programou sairam furadas, e quando a AAC se deu conta, já lá "moravam" dois...
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A partir deste momento, e quando as coisas se equilibraram, a Académica foi para o intervalo desperdicando algumas oportunidades que não sendo soberanas, poderiam ter feito mossa na baliza de Vitor Baia.
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A segunda parte abriu com as entradas de Gelson e Ezequias que vieram dar uma outra capacidade atacante à equipa de Coimbra, e depois de mais um bom leque de oportunidades desperdicadas o árbitro decidiu entrar no jogo validando um golo que não o foi ao lateral esquerdo Cesar Peixoto, aquela que foi a machadada final nas aspirações académicas.
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Hoje a Académica não fez jus ao nome, como terá dito o treinador portista e foi uma turma que entrou para um teste dificil, confiando nas cábulas de poucos, e sem o estudo que seria aconselhável, acabando mal como não podia deixar de ser. Mas pior do que os que levam cábulas, são os que não as sabem fazer e nem sequer estudam como aquele senhor lateral direito... grrrrr

Porque há muito para lá do Futebol...

É um estado de espírito, hoje nada me correu bem, desde o início até ao fim. Porque não pude ir ao Porto quando o merecia, porque na minha escola morreu uma rapariga mais nova do que eu, porque há dias para esquecer, e há muita vida para além do futebol.
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"Há idades em que devia ser proibido morrer" diziam-me hoje, porque mete muita impressão ver alguém partir com 50 ou 60, mas mete incrivelmente mais ver-se com 15... e ninguém está livre disso, porque a nossa hora pode chegar quando menos se espera. Nunca tive o prazer de a conhecer, mas ainda assim é impossível ficar indiferente, e hoje não me apetece falar tanto como num dia normal falaria, mas o post irá sair na mesma, mas mais curto e menos detalhado, em respeito à Vanessa, porque repito, há muito para além do futebol.

“A Académica sabe que há três resultados em equação."

Hoje, às 21h15, a Académica vai jogar com o FCP no Estádio do Dragão.
Nelo Vingada desvaloriza o facto de o adversário ser um dos “pseudo-grandes” e continua com o mesmo lema que nas semanas anteriores - “Este jogo é o mais importante e o mais difícil, apenas porque é o próximo!”.
Acima de tudo, o treinador espera que seja um grande jogo de futebol. Para que isso aconteça, Vingada convocou o seguinte lote de jogadores:
- Dani
- Pedro Roma
- Danilo
- Ezequias
- Lira
- Zé Castro
- Pedro
- Nuno Luís
- Roberto Brum
- Filipe Teixeira
- Vítor Vinha
- Paulo Adriano
- Nuno Piloto
- Joeano
- Luciano
- Gelson
- Marcel
- Fernando

O “mister” não pretende alterar o sistema táctico da equipa, no entanto pode haver uma ou outra mudança a nível individual.

  - Quinta-feira, Novembro 17, 2005

Académica desloca-se aos Algarves




A caminhada faz-se andando. Passo a passo, a Briosa persegue um dos objectivos secretos que qualquer adepto académico. Hoje ficou a ser conhecido mais um adversário que se atravessa no caminho rumo ao objectivo final.

Em terras dos Algarves:

Louletano vs Académica , a contar para a V Eliminatória da Taça de Portugal.

  - Quarta-feira, Novembro 16, 2005

Joeano acredita que vai marcar de novo no Dragão



"Sinto cá dentro que isso vai acontecer de novo"...

em O Jogo

Briosómilhões

















Mais um jogo importante para a Académica. Mais uma oportunidade de todos os jogadores do BriosóMilhões têm de brilhar....

Fica aqui o BriosóMilhões para a 11ª jornada:

FC Porto - Académica

Tótóbola:
Fura-Redes:
Espaço Maya:

  - Segunda-feira, Novembro 14, 2005

Luís Neves pode estar de saída




Não é ainda oficial, mas poderá ser notícia nas próximas horas. Depois de José Guilherme Chieira não ter sido convidado a renovar o seu vínculo laboral temporário com a Briosa, desta feita poderá ser Luís Neves a abandonar o cargo que ocupa na Direcção do Futebol Profissional da Associação Académica de Coimbra – Organismo Autónomo de Futebol.

Depois das advertências de Roberto Brum ( e do assentimento de José Eduardo Simões à entrevista) a que algo estaria mal no seio da vertente directiva dos Académicos, o Presidente poderá tomar hoje na reunião ordinária semanal, ou depois da aprovação do relatório e contas, uma posição de força ante o elenco directivo. O nome do responsável pelo futebol profissional da Briosa é fortemente ventilado como hipótese para, antes do terminus da viagem, abandonar o navio. Resta saber, se pela prancha…


Novo Director Desportivo será Luís Agostinho

Ainda no domínio das mudanças no domínio do Futebol Profissional, parece ser dado cada vez mais certo, que Luís Agostinho (ex-treinador adjunto e interino da Briosa, bem como responsável pela subida da Naval à Liga de Honra Portuguesa) será o novo director desportivo da Académica.

O engenheiro civil será o nome de referência na estruturação da complexa teia de relações entre futebol profissional e Direcção.

Toca a desligar os interruptores.Marcel afirma como falsa a notícia da vontade de sair.




Marcel avisa: «Vou lutar pela posição de melhor goleador»


É difícil querer ser o melhor goleador do campeonato se Marcel abandonasse a Faculdade de Futebol da Briosa (mesmo que alguns a digam ao serviço de qualquer programa de troca de «estudantes» com os irmãos brasileiros) para um grande clube europeu em Janeiro. Não que eles não existam, como já referiu José Eduardo Simões – Bordéus, um clube espanhol e um qualquer outro de uma outra latitude geográfica – mas porque é intento do prolífico avançado pensar apenas na Briosa, enquanto outras instruções lhe não forem dadas, por quem de direito.


"Ser o artilheiro do campeonato é o desejo de qualquer avançado, até porque se marcar golos estarei a ajudar a equipa. Não tenho expectativas em termos de números, quero fazer o máximo que puder, é para isso que entro em campo",
afirmou o avançado.

Quanto aos rumores de saída Marcel negou as declarações de que muitos o acusam o número 10 dos estudantes foi peremptório, embora ainda muitos teimem em não ouvir as palavras do avançado, quando referidas na primeira pessoa.

"Estou só concentrado na Académica e empenhado em fazer golos para ajudar a equipa", referiu. "Por acaso, hoje [ontem] li que teria admitido sair em Janeiro, o que é mentira. Fiquei enojado com a atitude desse jornalista, pois não falei nada do que ele escreveu, não falei sobre qualquer transferência".

O avançado foi assim, esclarecedor. A decisão da sua saída é sua, mas em última conivência com os intentos dos directores do futebol da Briosa.

Empate «técnico-táctico» dos Juvenis




Não é de números, contas ou qualquer outra forma estatística que se explica este jogo. Para se melhor se compreender o que aconteceu no campo do Murtal, no Paço ( localidade que por mais vezes que se lá vá, nunca se sabe ao certo onde fica) é necessário olhar a critérios subjectivos de avaliação. Força, coragem, bravura e entrega ao jogo de uma equipa que defensivamente, enquanto colectivo nunca virou a cara à luta. O quatro de defesa, o triangulo de meio-campo e os dois rapazes mais avançados, tiveram sempre a perfeita noção de entreajuda, de sentido de posicionamento perante uma equipa fisicamente mais forte e com recursos na frente de ataque de peso. Literalmente.

Mais um jogo sem sofrer qualquer golo

Boavista e o seu temível ataque de Selecção Nacional, todas as outras equipas que disputam este Campeonato Nacional de Juvenis e agora o líder Leixões (que chegou a Coimbra para defrontar a Briosa, apenas com vitórias) não conseguiram marcar um único golo aos bravos guerreiros das Capas Negras. Capas que são rede, pela forma como estrangulam o adversário e o sufocam até que se sintam demasiadamente cansados para lutar, para facturar golos no ataque.


Mérito defensivo é da equipa mas tem Nomes Próprios


É um facto que é lugar comum – e verdadeiro! – que toda a equipa tem mérito na consistência defensiva do jogo da Académica. Mas há uns mais consistentes que outros e que ainda por cima dão nas vistas. É o caso dos dois centrais Makukula e João e dos laterais esquerdo e direito (Hernani e Rafa) e do médio defensivo. Muralhas que pesam toneladas, verdadeiramente intransponíveis. Mesmo contra um Leixões que chegou a colocar cinco «homens» na frente de ataque.
Lances de perigo, apenas em cantos e numa cabeçada ao poste.

Mesmo com a diferença de estatura entre as equipas, seria a Briosa a criar maior número de lances de perigo em cantos e bolas paradas, muito por acção do prometedor central Makukula. Duas bolas de grande perigo que fizeram vibrar as bem compostas bancadas. Para os branco-rubros um chapéu pouco intencional de cabeça, quase deu golo na primeira parte. Grande defesa do poste académico a aliviar o perigo.


Falta o Goleador

Se esta equipa tivesse um goleador nato, um rapaz de área, qualquer coisa alta e forte seria uma equipa para lutar, desassombradamente pelo título de campeã nacional. Assim está limitada, faz o seu jogo no erro das equipas mais fortes. Nem sempre dá para marcar, mas para não sofrer… é prioridade máxima. Excelente trabalho de Rui Silva, treinador de juvenis desta equipa da Académica que incutiu um forte espírito de colectivo sem vedetismos mas com muito trabalho em prol da equipa.