|
Pedro Roma
 Numa altura em que se levantam muitas vozes contra o guardião academista, fica aqui um post de apoio a este GRANDE HOMEM, GUARDA-REDES E ACADÉMICO. Pedro Miguel da Mota Roma nasceu a 13 de Agosto de 1970 na cidade de Pombal. Chegou à cerca de 16 anos atrás à Associação Académica de Coimbra pela mão de Vitor Oliveira, decorria a época de 90/91 estando a Briosa a competir o que era designado de II Divisão de Honra.  Ao longo destes 16 anos onde 13 épocas foram com as cores da Briosa, o Pedro foi titular em mais de trezentos jogos (cerca de 307). Não sendo por acaso que foi homenageado como atleta do ano pela Casa da Académica de Lisboa.  .Muitos académicos (eu incluído) defendem que a braçadeira de capitão deveria pertencer ao número 24 da Briosa, assim como a sua chamada à selecção nacional por parte de Filipe Scolari. Além da presença e promoção em diversos eventos de solidariedade como os jogos da Instituição Luís Figo entre outros, o guarda-redes fundou uma escola de futebol na sua cidade natal. Fica aqui este post de apoio ao que considero um dos símbolos da nossa BRIOSA!
Treino a alta velocidade no Bolão
Nelo Vingada pegou no treino de hoje e tornou-o num jogo de 3 equipas, onde primeiramente uma atacava em superioridade numérica e numa segunda fase do treino, a equipa que perdia a bola num determinado número de passes, saía de jogo. Esta fórmula não muito vista fez com que o treino ganhasse um dinamismo apreciável, estando os jogadores sujeitos a longos períodos de «altas rotações» cardíacas, sempre espicaçados pelo «acelerador Professor». Na fase final do mesmo, corrida,exercícios de preparo físico e alongamentos. RegressosNuno Luís treinou já perfeitamente integrado com os companheiros, não se negando às exigências de esforço que o treino acabou por revelar. Zé Castro já esteve no relvado, treinou com bola, mas com uma só para si. Não que se revele uma qualquer faceta egoística do jogador, apenas o cumprimento das ordens do fisioterapeuta Miguel Rocha. Também Ito voltou ao treino em pleno com os seniores demonstrando apontamentos de qualidade. AusênciaNão do treino, mas dos exercícios de conjunto esteve Sarmento afastado. O jovem internacional produto das camadas jovens da Briosa fez apenas corrida à volta do relvado, como medida preventiva e de recuperação de esforço. DestaquesEm plano de destaque estiveram Zada e Andrade. Um pela qualidade de passe e pertinência dos seus movimentos atacantes que envolviam toda a equipa, o outro pela entrega ao jogo, capacidade de luta e de domínio de espaços defensivos. Capacidades de há muito reconhecidas ao jogador, capacidades quase que viscerais. Novamente os «vândalos»Não atacam apenas em via internáutica, ou em «missões camufladas» nos jogos da Briosa ante os grandes. Desta feita foi vítima de mais uns quantos actos de barbárie uma máquina (pesada) de construção que ficou sem vidros e sem estofos e as gigantes colunas que apoiam as redes de protecção do complexo, apareceram misteriosamente vergadas e no chão. Apesar do levantar do muro (que impede que viaturas circulem no asfalto, base dos futuros relvados sintéticos) mais uns quantos actos de vandalismo a registar, os quais, obviamente repudiamos.
Ir a Leiria jogar "EM CASA"
 Com uma média (excepto jogos com Benfica e Porto) com valores inferiores a 1300 espectadores por jogo, é o clube com a média de assistências mais baixa da Liga Betandwin.com.  Acredito que bastariam cerca de 600 adeptos da Briosa para que os estudantes estivessem em maioria frente aos leiriense. Mas mesmo assim deixo aqui o meu apelo aos adeptos academistas (este apelo inclui os camaleões do último fim-de-semana) que se desloquem em massa até ao Estádio dr.Magalhães Pessoa em Leiria, no domingo pelas 16h00, para empurrar os nossos jogadores para a vitória e a Briosa traga três preciosos pontos.
Glutões, à «garfada» na Fase Final
«Garfo» é alcunha que dá para estas coisas dos títulos às mil maravilhas, mas mais ainda para nome de jogador de futebol. O número 10 da Briosa foi um dos destaques da Académica hoje. Acabou o jogo entre suor, sangue (vitima de uma agressão na segunda parte) e…Glória. Foi uma bonita festa dos estudantes no «vale da Pedrulha» por entre eucaliptos e Alfas pendulares. A Académica foi sempre superior aos jovens jogadores do Rio Ave que mostraram pouca consistência de equipa. Estava clara a forma de ganhar o jogo, mesmo na primeira parte, quando o 0-0 era o resultado do encontro. O perigo aparecia sempre que se imprimiu força de contra-ataque pelo flanco direito do ataque. Poucas vezes a consistência defensiva do 4-3-1-2 dos de Vila do Conde resultou e apenas o não aproveitamento dessa condição e dos sucessivos falhanços, quer ao nível do passe, quer no aspecto da finalização (remates de Galvão e Vinhas disso foram exemplo) tolheram a marcha do marcador, fazendo com que a vitória fosse «apenas» pela diferença de dois golos. A menor eficácia é contudo desculpável pela importância do jogo. Pelo carácter emotivo, pela falsa tranquilidade com que o encontro (naturalmente) foi encarado pelos Negros. Com uma considerável falange de apoio – de destacar a presença de algumas dezenas de barulhentos « Manchas Negras» - que interagiu, e de que maneira, com os jovens Académicos, apenas a vitória era o resultado possível. Em momento algum esteve posta em causa a passagem dos Briosos à fase final do campeonato e o Rio Ave foi apenas perigoso, depois de estar a perder por 0-2 com um remata à barra, uma intervenção de luxo do guardião negro e um alívio na linha de golo de João Pedro. João Pedro que considero, com todo o risco que corra ao tecer tal afirmação, um futuro jogador de futebol na verdadeira acepção da palavra. Hoje adaptado a central e jogando ao lado de Makukula (marcador de um golo na sequencia de um canto, logo no reinicio da partida), no lugar do internacional Elias, foi um dos melhores em campo. O futuro defensivo da Briosa esteve hoje em campoÉ sempre uma afirmação «perigosa», mas adoro ver aqueles miúdos jogar futebol. Falo do sector defensivo, porque é ele pelo qual a equipa de Juvenis da Briosa é projectada. Ela existe como existe, porque «Os famosos Cinco» saltam das páginas dos livros de aventura, para brincar à bola. Sei os nomes de cor e não pestanejo ao escreve-los. Hernâni, Elias, Makukula, Rafa e João Pedro. Um quinteto de luxo. Um pela entrega ao jogo, outro pela serenidade que imprime, um pelo espírito de liderança, outro pela braçadeira de capitão e posicionamento em campo, e o ultimo pela inteligência cerebral do posicionamento. Todos eles apoiados na classe de um guarda-redes já feito Homem. Estas são as colunas, os pilares do edifício. Todos eles devem continuar, nos escalões de formação da Académica. Eles merecem fazer parte, um dia, daquele sonho que todos já aconchegámos no travesseiro. O telhadoNão quero dizer pelo que acima refiro, que apenas estes sejam mais valias. Longe disso. Galvão é um tecnicista com poucos e já foi chamado aos trabalhos da selecção sub-17, Vinhas é um velocista das alas e parece que Dadi quer cavar o seu lugar na equipa.«Garfo» foi hoje um pulmão de centro de terreno, demonstrando capacidade de luta e inteligência de construção de jogo. Afirmo sem dúvida que esta equipa é feita de trás para a frente, construída de baixo, a partir do solo, com os méritos do Prof Rui Silva. Mas nenhum edifício subsiste de modo consolidado sem o telhado. A Académica é hoje uma Equipa pela versatilidade do seu conjunto. Embora nela brilhem estrelas em ascensão. O JogoCom todas estas considerações subjectivas, está feito o filme do jogo. De um belíssimo jogo de colectivo que na segunda parte se materializou em golos. Ganhou a equipa mais madura, mais crescida técnico e tacticamente e porque não dize-lo, a melhor equipa! Mas nada está ganho. Este foi o princípio do começo, não do fim. Porque a Fase Final está, apenas e agora, a começar. Esta equipa deve contar com o apoio de todos. A todo os jogadores os nossos parabéns. A toda a equipa técnica o reconhecimento pelo excelente trabalho.
Partida de Carnaval
Briosa perde por 0-3 no mais imerecido resultado da épocaTínhamos os pontos, reclamavam as exibições. Temos as exibições clamam pelos pontos. Será esta uma impossibilidade, uma insanavelmente dicotomia esta época? Pontos e exibições convincentes num único jogo de futebol onde os negros entrem em campo, onde eficácia e futebol espectáculo entrem em campo, cumprindo um mesmo objectivo. A Briosa Vitória. A Académica entrou na partida a perder por 0-1 num lance precedido de fora-de-jogo na esquerda do ataque dos de Lisboa. Não houve que levantar a cabeça. Apenas começar a jogar, porque o resultado já vinha feito das cabines. Perdíamos por um golo de diferença ainda o jogo não tinha começado e houve apenas que por os pés ao caminho, porque este se faz andando (ou correndo…). Como havíamos anunciado em primeiríssima mão, Vítor Vinha foi o defesa-esquerdo titular da Académica. Apesar de ter estado directamente envolvido no primeiro golo do jogo, não deixou, como «Homem grande» que tal facto o fizesse tremer. Durante o restante jogo travou as investidas de quem lhe apareceu pela frente, tendo ainda tempo, com o exorcizar dos fantasmas da titularidade de subir a preceito e rematar por um par de vezes com perigo à baliza do guarda-redes adversário. O centro da defesa esteve a cargo de Danilo e Hugo Alcântara e o lado direito da defesa entregue a Sarmento. Depois a célebre cortina de meio-terreno com Roberto Brum, N’Doye, Filipe Teixeira e Dionattan e as despesas de ataque entregues a Joeano e à revelação do jogo, Serjão. É fácil escrever que toda a primeira parte foi de domínio académico. A estrutura defensiva foi aguentando estoicamente as ofensivas daquele que poucos, este ano conseguiram marcar a preceito, figurando como destaque Danilo e Hugo Alcântara. A dinamização do jogo de meio-campo era apreciável e baralhou por completo as marcações dos oponentes. Dionattan aparecia solto e em progressão bastas vezes, Filipe Teixeira teve nos pés duas oportunidades de repor a justiça no resultado, sendo que o «serviço» ao duo dinâmico de ponta-de-lanças não era o mais conseguido. Serjão tem a oportunidade de carimbar uma excelente exibição com um golo, mas a boa colocação do defesa contrário impediu o soltar do grito. O Intervalo chegava, com os Capas Negras trajados a preceito. 2ª parte e o golo «mal-entendido»Depois de um breve período de estudo no início do segundo tempo, Nelo Vingada decide mexer na equipa, tornando-a mais perigosa nas alas. Faz a clássica substituição do lateral pelo médio-ofensivo (ou avançado) aos 55 minutos e aos 57 sofre o golo. Liedson aproveita o mau entendimento táctico da substituição e o não posicionamento de um jogador na ala direita da defesa. O golo não é um passe de Hugo Alcântara, como uma visão linear pode erroneamente querer indicar. Há um corte de um passe longo, efectivamente, que cai na zona de ninguém da Académica. Liedson apenas tem de aproveitar a ausência de oposição para avançar e encher o pé. Um grande golo, mas cuja convicção fica que apenas acontece porque os jogadores da Briosa não perceberam os intentos do técnico. As explicações são fúteis quando se perde por 0-2. A Académica mexeu na equipa tornou-se mais plástica, mais atacante e acabou com 3 (!) jogadores de área. Roberto Brum e Dionattan faziam um papel misto de defesa / médio e a táctica, curiosamente, surpreendia pela positiva. Eram mais uma vez os estudantes, catedráticos no jogo. Até à expulsão de Pedro Roma e ao 0-3 para o Sporting. A lei de jogo é clara: Será punido com falta e advertência quem não permitir a reposição da bola em jogo. Sanção essa que pode conduzir à exibição de uma cartolina amarela. É necessariamente aquilo que Liedson faz antes da eventual(…) agressão do guardião académico. Se a agressão é sancionada, o jogo já deveria ter sido antes interrompido, para assinalar a falta pelo impedir do rápido reposicionamento da bola em jogo. Tudo o resto, a partir desse momento, foi um Domingo de Carnaval. Domingo em que para minha vergonha, muitos pseudo-adeptos da Briosa se mascararam de lagartos camaleões. Eu por via das dúvidas, fui de preto dos pés à cabeça… Análise Individual dos Jogadores Pedro Roma – O eventual acto de agressão e a consequente expulsão poderão ditar o afastamento da equipa por dois ou mais jogos. Não teve culpa nos golos sofridos, apesar do primeiro cruzamento ser feito na sua área de rigor. Dani será o próximo dono da baliza académica e não estará certamente mal entregue. Vítor Vinha – Boa estreia com dois ou três apontamentos de qualidade e acerto na hora de rematar. Cheirou a golo, mas apenas o infortúnio não permitiu a materialização dos intentos do mais recente defesa-esquerdo académico. À medida que o jogo o foi libertando, também a sua produção subiu na proporcional medida nas subidas no terreno. Danilo – Esteve certo e pouco faltoso. Apesar dos golos sofridos pouca culpa se poderá objectivar no centro defensivo da Briosa e no brasileiro em particular. Pouco vistoso em acções ofensivas. Hugo Alcântara – Boa exibição perante um adversário veloz e de calibre. Injustamente acusado da culpa exclusiva no segundo golo, o defesa central da Briosa limpou a preceito e por duas vezes cortou limpinho no um contra um. Um alívio infeliz e o desposicionamento defensivo da restante equipa…deu em golo. Sarmento – Cumpriu enquanto esteve em campo e entregou-se de corpo e alma às funções defensivas. Melhor ofensivamente vai-se ganhando a cada jogo que passa um defesa direito de qualidade. Saiu e o reposicionamento defensivo não foi suficientemente colmatado, originando o golo. Roberto Brum – Grande exibição do médio defensivo e recentemente promovido a capitão. Limpou lances, cortou bolas e saiu a jogar. Quando recuou para a posição mista de defesa / médio centro continuou com a mesma eficácia defensiva e ainda tendo pulmão para apoiar as acções ofensivas. N’Doye – Poderia ter marcado por uma vez, com a bola colada ao seu melhor pé, o esquerdo. O remate de pronto não saiu e o senegalês permitiu a defesa do reposicionado guarda-redes contrário. Ganhou alguma capacidade física, mas ainda lhe falta precisão de passe. Dionattan – Colocado mais no centro ou na direita, mais ou menos recuado no terreno a capacidade ofensiva do médio e a sua subida de rendimento merecem aplausos. Nos últimos 3 jogos tem três assistências para golo e isso é factor para sublinhar. Merecia algo mais neste jogo. Filipe Teixeira – Bem no controle de bola e nas acções de transição. A bola chega e cola-se aos seus pés. Sente-se aconchegada. Falta-lhe capacidade de remate, não se equilibra nesse tipo de acções. Ou a bola sai muito forte e por alto ou demasiadamente fraca, sem perigo, mas posicionada. Joeano – Um jogo esforçado mas cuja bola não lhe chegou. Não tem que transportar, mas sim finalizar, portanto o seu posicionamento em campo é correcto. Bem servido foi sempre um jogador perigoso. Serjão – Talvez o melhor jogo que fez ao serviço dos estudantes. Lutador, veio buscar jogo, serviu de «pivot». Merecia o golo pelo que lutou. Acabou o jogo extenuado. Luciano – Tentou entrar no jogo mas sem nunca o conseguir. Quis mostrar algo que não é, e isso fez com que não fosse o homem certo no lugar certo. Nuno Piloto – Cada vez que entra tenta resolver o jogo sozinho. O emperrado processo de renovação está a prejudicar de forma clara as suas exibições. Gelson – Entrou em campo e a sua maravilhosa disponibilidade e entrega ao jogo contagiou de alguma forma a equipa. Cortaram-lhe o fôlego e puseram-no a jogar à baliza… Os Golos(0-1) - João Moutinho (2'); Uma jogada de ataque rápido e de posição duvidosa, a bola acaba centrada para a área onde Vitor Vinha perde em luta com João Moutinho (nas repetições televisivas parece ser o defesa academista "em carrinho" que acaba por colocá-la dentro da baliza). (0-2) - Liedson (57'); Depois de dominar a bola e liberto de marcação, conseguiu desferir um remate bem colocado à baliza de Pedro Roma não dando hipótese de defesa ao guardião academista. (0-3) - Nani (90'); Na cobrança de uma grande penalidade, depois de uma paradinha, enviou a bola para o lado contrário do guarda-redes improvisado Gelson. A ArbitragemO trio de arbitragem teve um trabalho que se pode designar por manhoso, para isso basta contar os lances de contra-ataque rápidos da Briosa que acabaram travados em falta e os cartões amarelos mostrados aos defesas leoninos (aqui a lei é clara), e qualquer pessoa minimamente esclarecida em futebol sabe que um defesa amarelado joga mais condicionado. Demorou a mostrar o primeiro cartão amarelo e deveria ter mostrado cartão vermelho directo a Abel ainda na primeira parte por carga sem bola sobre Filipe Teixeira quando este seguia isolado para a baliza. O momentoO momento que marca este jogo é provavelmente o minuto 87, quando Pedro Roma depois de ser importunado toca com a luva no rosto de Liedson. Na época passada, também no jogo Académica x Sporting, ao então defesa academista Vasco Faísca foi-lhe mostrado por João Ferreira o segundo cartão amarelo e o respectivo vermelho por ter tocado no braço de Ricardo quando este ia colocar a bola em jogo. Eis que passado um ano, Liedson que por duas vezes perturba a acção de Pedro Roma é passado impune enquanto o toque de Pedro Roma quando tentava ganhar espaço para poder soltar a bola, já é considerado agressão e assinalada uma grande penalidade. Pontos Positivos1 - Excelente exibição do meio campo academista, principalmente Roberto Brum e Filipe Teixeira. 2 - Vitor Vinha, apesar de estar envolvido no golo inaugural, acabou por mostrar frieza e qualidade mais que suficiente para a partir deste jogo ser opção mais que viável para Nelo Vingada. 3 - A capacidade de luta e entrega dos jogadores, se a luta e entrega em Leiria for identica, os três pontos são clamente possíveis. Pontos Negativos1 - A falta de concretização, o resultado pecar por injusto deve-se sobretudo a uma ineficácia atacante. 2 - Faltou o mais importante: o resultado, apesar de a exibição ter sido excelente, a Briosa continua "com os pés molhados da linha de água". As declaraçõesNelo Vingada: "O golo logo no segundo minuto foi um handicap. Parece-me que houve irregularidades na sua construção. O resultado não condiz nada com o que se passou em campo. A Académica fez um jogo interessante e o nosso guarda-redes não fez uma única defesa difícil."*Por Tiago Freitas e João Amaral
Ultima Hora
O Simplesmente Briosa adianta -O Defesa esquerdo titular hoje será Vitor Vinha. Toda a sorte do mundo para o rapaz!
ACADÉMICA x Sporting (Antevisão)
 Será na noite de sábado pelas 21h15 que no Estádio Cidade de Coimbra se realizará mais um jogo de importância crucial para as aspirações académicas. Desta vez a tarefa é mais dificil porque pela frente terá o actual segundo classificado da Liga Betandwin.com, o Sporting Clube de Portugal. A Académica:A Briosa deverá apostar num esquema táctico, muito parecido com o 4x5x1 apresentado em Alvalade, com as diferenças da ausência de Marcel (perfeitamente colmatada por Joeano), Zé Castro por lesão é substituido por Danilo, Luciano dá o lugar a N'Doye na ala esquerda e Dionattan e Sarmento também deverão alinhar de inicio. A Académica deverá tentar colocar algum musculo e força no meio do terreno para anular a inspiração individual dos leões e com demonstrações de vontade, jogo de equipa e rápidos contra-ataques conseguir fazer a diferença no marcador. O Sporting:Os leões aparecem em Coimbra com quatro vitórias seguidas, uma equipa moralizada com o crescente de forma do "levezinho". Os convocados do Sporting: Ricardo e Tiago; Abel, Polga, Hugo, Tonel, Caneira e Tello; Luís Loureiro, Custódio, Moutinho, João Alves, Romagnoli e Nani; Douala, Koke, Deivid e Liedson. Possível Onze (4x3x3): Ricardo; Abel, Polga, Tonel e Caneira; Moutinho, Romagnoli, Custódio; Douala, Liedson, Deivid. Paulo Bento deverá trazer a Coimbra um Sporting marcado pelas ausências do capitão Sá Pinto e Carlos Martins, mas mesmo assim, um Sporting apoiado e esperançado nas caracteristicas individuais de alguns jogadores. O Sporting deverá apresentar-se com Polga e Tonel responsáveis por tentar anular o ataque academista enquanto Abel e Caneira deverão sempre que possível subir no terreno e apoiar o meio campo e ataque dos leões. Custódio deverá ser o trinco do Sporting enquanto a construção de jogadas de ataque ficar a cargo de Moutinho e Romagnoli, enquanto o ataque e contra-ataque pelas alas deverá ser feito por Douala e Deivid (ou João Alves) onde tentarão sempre que possível ganhar aos laterais da Briosa através da velocidade ou bolas colocadas nas costas destes. Quanto à finalização, todas as atenções do Sporting vão para o homem da área, Liedson, que deverá requerer uma marcação especial por parte de Danilo e Hugo Alcantara. Não bastará conseguir anular os pontos fortes do Sporting (Liedson, Moutinho, Romagnoli, Douala e Caneira), mas também é necessário que a Briosa imponha e valorize os seus valores (Joeano, Brum, N'Doye e Teixeira). E serão 90 minutos sob o olhar atento de Jorge Sousa que será auxiliado por Serafim Nogueira e João Silva. E quem não puder ir ao Estádio Cidade de Coimbra, poderá sempre acompanhar todos os acontecimentos através da transmissão televisiva da TVI.
18:00h, "a Cabra" toca
Ser da Académica
. . . . . . . . . . . . .. Tenho um cachecol. Nele está escrito: “O meu clube de sempre, ACADÉMICA”. E vou-me gabando aos meus amigos: “este cachecol festejou as últimas duas manutenções”. E porquê ser-se da Académica quando nunca se festejou um título, uma taça ou quando a vitória a um dos “grandes” foi festejada há tão poucos meses? Porquê ser-se da Académica quando nem se vive em Coimbra e os esforços são enormes para, por vezes, sairmos com a desilusão da derrota? Acredito que perceber como um “clube de antigamente” é hoje a paixão de todos nós (jovens) não seja fácil. Mas para tudo há uma explicação racional, que não se limita ao gosto de ver a equipa de negro jogar. Por isso, decidi hoje escrever na “Hora da Cabra”… É constantemente dito entre o mundo academista, que a Briosa é um clube diferente de todos os outros. Diferente não por ser a única equipa a equipar completamente de preto em todas as partidas mas sim por toda a sua tradição. Os jogadores, eram estudantes. Os adeptos, também. Capa e Batina era a farda de Domingo para apoiar o clube. “Sofria-se de maneira diferente” como me diz o meu avô… Acredito que seja verdade, mas os tempos mudaram. A “onda” de jogadores brasileiros que invadiu o futebol português não é vista com bons olhos por muitos críticos que mantêm o ideal brioso: uma equipa competitiva de portugueses/estudantes. Eu, discordo. E discordo porque uma das grandes razões para amar assim a Académica é ter um ídolo. Andando um ano atrás no tempo, a Académica levava 9 jogos sem perder e a deslocação seguinte era Alvalade. O 88, Roberto Brum, tinha-se afirmado rapidamente como uma das mais importantes peças para a tão grandiosa recuperação da Académica. Visto como o melhor reforço de Inverno o jogador criou o seu próprio site, visitou e comentou os blogs ligados à Académica. E em vésperas de tão importante jogo enviei-lhe um e-mail. Foi uma manifestação de boa sorte e confiança que tentei transmitir nas curtas palavras. Estava consciente que era uma coisa que muito possivelmente não iria dar em nada. Provavelmente, o jogador nem iría ler. Mas não, no seu próprio site obtive a resposta: “Recebi um e-mail de um menino de 16 anos que nunca viu a Académica vencer um dos grandes. A única coisa que posso dizer a vocês e a esse menino é que tudo vamos fazer para que vejam a Académica a ganhar amanhã ao Sporting. Acreditem em nós e apoiem-nos.”
Em mim, fez-se “clique”. O jogador simpático viu crescer uma enorme admiração. Mais tarde pedi-lhe uma camisola, e promessa ficou feita. A época acabou e Roberto Brum ganhou o prémio de melhor jogador da época para os leitores do Simplesmente Briosa. Como tal, foi feito um vídeo (que pode ser visto aqui) enaltecendo as características do jogador. Um vídeo que não chega para transmitir toda a minha admiração... Hoje, Brum conhece-me e eu vejo nele um exemplo de se ser da Académica. Quando nos juvenis da minha equipa me perguntaram qual o número que queria para a minha camisola, a resposta foi imediata: “88! Tal como o Brum!”. Hoje, vão-me chamando Roberto e não é com vergonha que deixo escapar um sorriso. Este ano, a surpresa foi outra. Quem criticou duramente Gélson certamente já se arrependeu. Fiquei fascinado com a única conversa que tive com o jogador. Quem visse aquilo diria que era um familiar ou um amigo de longa data. Mas não, nem o jogador sabia o meu nome... Um jogador com poucos meses a morar em Coimbra tinha os objectivos bem incutidos, “Todos nós queremos muito essa Taça (de Portugal)! Quem vier ao caminho da Académica não passa daí!”
São dois exemplos que me dão orgulho em ser da Académica. Que me fazem sofrer e gritar por ela no estádio ou mesmo em casa. São exemplos que podem até não dizer muito a muita gente, mas que a mim marcaram-me. No fundo, os jogadores da Académica são ídolos e, quer queira quer não, são os “culpados” das tristezas ou felicidades que tenho aos Domingos. O meu gosto da Académica parte daqui. E permite-me dizer que sim, a Académica é um clube diferente. Permite-me dizer: “O meu clube de sempre, ACADÉMICA”.
Joeano - O Regresso do Rei!
Ainda bem que tu voltaste!
"Amigos, voltei!". Bem que podia ser esta, a frase de Joeano ao deparar-se com a objectiva fotográfica, depois de mais um golo... golo... que bem que soa a palavra quando pronunciada com o do número 2 da Briosa, que tantas alegrias nos tem dado, desde que lhe deram o "seu" espaço, e outras tantas com as quais promete continuar a brindar o seu público! Sim, o seu, porque ninguém consegue, nem pode(!) ficar indiferente ao sempre alegre cântico do: “Joeano OH HO, Joeano voltou a marcar, e pôs a Mancha a cantar!”, um cântico especial para um jogador também ele especial que conquistou os adeptos desde a primeira vez que envergou a camisola negra da grande Académica. Jogava-se a uma sexta-feira, e Joeano depois de ter dado boas indicações nos últimos minutos contra o Vitória de Guimarães, foi aposta inicial de João Carlos Pereira, ocupando a faixa esquerda do "seu" 4x3x3 que tão bons resultados demonstrou. .Foi um jogo de nervos, mas Paulo Sérgio deu os três pontos aos da casa... Joeano a poucos minutos do fim, teve um violento choque de cabeça, e recolheu ao balneário mais cedo, mas a surpresa aconteceu, passados alguns minutos, com uma ligadura que cobria toda a caixa encefálica, e foi aí, nesse momento que os adeptos ficaram conquistados, a equipa voltou a jogar com 11 e o Boavista não criou mais perigo até ao final do jogo. .Foi preciso apenas uma semana, para que o nº2 proveniente do Salamanca se estreasse a marcar com a camisola da Briosa, frente ao Belenenses, naqueles 5-0 (pelos quais o Luciano Rodrigues ainda hoje é alvo de gozo), e que já agora podem ver por aqui. Gesto imediato foi correr, como podem ver, correr para a sua Mancha Negra, despindo a camisola e festejar como se fosse aquele um golo decisivo de um qualquer campeonato ou taça, mas era apenas e só, o primeiro de muitos... .Não tenho dúvidas da entrega ao clube de Joeano, lembro até com algum carinho as suas palavras, quando a manutenção entrava na fase decisiva, e ao falar-se entre outros, do interesse do Marítimo no brasileiro ao que ele respondeu: "Quer a Académica fique ou desça, eu fico!". São estas, são estas as palavras certas para que qualquer adepto se sinta orgulhoso dos heróis que representam o seu clube, são estas as palavras que ficam, que rotulam qualquer um, e certamente as mais demonstrativas do carácter de alguém, e tanta falta de carácter existe por esse futebol fora... .
A época acabou com Joeano a prometer uma nova temporada em grande, e com a Briosa a prometer algo mais do que a simples manutenção - como tem sido aliás, apanágio dos últimos anos - mas Joeano, com o 9, número de Ponta de Lança, nas costas defraudou algumas expectativas até então criadas, e ao que se soube posteriormente, fruto de uma lesão mal tratada, que o impediu de jogar nas melhores condições físicas durante toda a época, e depois... depois... chegou Marcel, e bem que podia ter aqui acabado a história de Joeano, porque de facto, Joeano não rendia, e havia que arranjar alguém que marcasse golos, tal como Marcel veio a fazer nas jornadas até ao fim do campeonato. .Marcel, tapou Joeano, é certo, mas só não aprende com todas as situações quem não quiser, e por certo Joeano aprendeu a esperar, a ver o que poderia melhorar, e de um momento para o outro, apareceu um Joeano mais maduro, mais "matador", mais evoluído, até mais completo, e o que à primeira vista poderia parecer apenas um fogacho, parece começar a notar-se que de facto houve evolução, e não foi de um dia para o outro, mas só foi possível de ver agora, agora que já não é a sombra de ninguém, mas numa analogia literal, podemos dizer que Joeano abrigou-se na sombra, e cresceu... para aquilo que hoje vemos e vamos por certo continuar a ver. .
Joeano vai continuar a marcar, e vai voltar a por a Mancha a cantar, e que disso, ninguém tenha dúvidas, porque ele está lá, mais "crescido" e dedicado, e com o apoio do seu público, golos é algo que certamente não escasseará nos próximos tempos... Força Joeano e força Briosa, de preferência, já no próximo Domingo!
Briosómilhões
 Não, este jogo ainda não morreu! Académica - SportingTótó Bola: Fura Redes: Espaço Maya:
A dor de cabeça
 A mais sonante dor de cabeça de Nelo Vingada é a de quem irá realizar as funções de lateral esquerdo, o que as expulsões de Ezequias e Pedro apenas vieram piorar a situação. O Simplesmente Briosa vai assim mostrar quais as possibilidades para colmatar esta falha. Opção 1: Sarmento.Como Nuno Luís já se treina sem limitações, este, Nuno Piloto ou Andrade podem vir ocupar a lateral direita e Sarmento apresentar-se pela esquerda tal como terminou o passado apronto em Barcelos. Opção 2: Vitor Vinha.Para grandes males, grandes remédios. E nada melhor do que oferecer esta "oportunidade" de ouro a um jogador proveniente da cantera academista. Esta jovem promessa pode ser a solução ideal, visto poder juntar o esforço de mostrar trabalho com a motivação de ser titular e defrontar um dos chamados grandes em pleno Cidade de Coimbra, para não falar de alguma irreverência natural da idade. Opção 3: Fernando ou outro.Tal como tem acontecido em alguns jogos, o professor Nelo Vingada pode mostrar mais uma vez os dotes de aproveitar características de jogadores e coloca-los a outras posições e funções. Assim, e com N'Doye a ocupar o ataque da ala esquerda, o médio Fernando poderá mostrar as suas capacidades defensivas e vir colmatar a lacuna do lado esquerdo. Mas, qualquer que seja a opção escolhida pelo professor, NÓS apoiaremos da mesma maneira.
Danilo: «Continuem a apoiar, vamos virar!»
Danilo falou hoje sobre a Briosa. Sobre o potencial da equipa, sobre o actual momento, sobre as suas esperanças futuras e sobre a cidade que o acolheu. Um discurso desassombrado que analisa o actual momento da equipa com objectividade, mas também com elevada dose de confiança. Nas capacidades individuas e colectivas da Académica. «Os três pontos não aconteceram»O jogo ante o Gil Vicente foi um daqueles que o central dos estudantes, Danilo, considerou de resultado injusto e que foi resolvido nos pormenores das bolas paradas. Um jogo para recordar e superar o mais rapidamente possível. «Foi um jogo muito disputado onde tivemos falhas nas bolas paradas». «Apesar da grande reacção, os três pontos não aconteceram porque nas bolas paradas deixámos a desejar e estamos a corrigir isso. As dificuldades do jogo em si, favoreceram a existência dos lances de bola parada». Danilo não considera esses lances obra do acaso. «Não são coincidência. Sofremos demasiados golos desses e já deixámos muitos pontos em campo por causa disso».O chamar da responsabilidadeAté porque estes lances são daqueles em que toda a equipa é chamada a intervir, seria bastante mais fácil o central académico abordar o discurso pela perspectiva do todo. Pela perspectiva da equipa. O número 3 da Briosa prefere chamar a responsabilidade em primeira linha ao sector recuado. «A maior culpa deste tipo de lances é da defesa mas o meio-campo e atacantes também ajudam. Acho que não basta corrigir as falhas dos centrais ou dos alas». «O Plantel é forte e merece estar mais acima na tabela»O jovem defesa brasileiro acredita que a Académica merece muito mais do que o que conseguiu até ao momento. «O plantel da Académica é forte e merecia estar mais acima na tabela. Não basta falar, há que trabalhar». Assim lança um apelo aos adeptos «Vamos olhar para a frente e nos próximos desafios vamos procurar estar mais acima. Acredito muito que vamos ficar mais acima e quem não acreditar não merece estar aqui. Vamos trabalhar. O apoio dos adeptos é fundamental».Adaptações são mérito do treinadorHá uma nova perspectiva de abordagem sobre as adaptações de Nelo Vingada. Danilo considera-as «positivas». « É uma situação favorável que nos ajuda. O Gelson , por exemplo, adaptou-se bem e nos ajudou. Também já joguei a trinco e me senti muito bem. Este é um mérito do técnico, uma forma positiva de actuação do treinador». Fidelidade aos clubes por onde passouApenas 3 clubes na sua carreira. Marília, cidade do estado de S.Paulo onde nasceu para a vida e para o futebol. Depois 6 anos de Coritiba, onde conseguiu alguns feitos de destaque e 1 ano e meio na nossa Associação Académica. Não são necessários muito gráficos ou palavras para descrever a carreira deste central e o seu percurso pelo futebol. Fidelidade poderia bastar. «Estive 6 anos no Coritiba e 1 ano e meio na Académica e estou muito contente. Fui contratado por João Carlos Pereira, recebi a proposta e como era uma meta que tinha aceitei». «Jogadores portugueses e directoria facilitam» a integração A relação dentro do balneário da Briosa é, segundo o central, «muito boa. Os jogadores portugueses facilitam e a directoria também. Toda a gente respeita a cultura e o espaço de cada um». Para além do mais «gostei bastante do clube e da cidade. Temos um estádio espectacular e uma claque maravilhosa que nunca nos falta».Renovação está acertadaDanilo refere já que «é uma satisfação continuar na Académica. «Está tudo pronto para aceitar mais dois anos» de renovação, apesar de faltarem ainda limar pormenores que não serão certamente impeditivo de continuar» ao serviço do emblema negro, como o Simplesmente Briosa em tempo oportuno anunciou. A não formalização imediata do acordo não prejudica em nada o desempenho do jogador; «Sei separar as coisas. A minha cabeça está preparada para ajudar a Académica. Quero mostrar mais serviço ainda». «A Académica é um desafio», conclui o Brioso jogador. «Excelente Presidente e adeptos»Não é por falta de apoio que os Capas Negras não conseguiram pontuar nos últimos dois jogos. Apoio da direcção e , em especial do Presidente e dos adeptos. « O Presidente é um excelente profissional que está para o que der e vier com os jogadores». O apoio dos adeptos é incondicional e o central pede «Continuem a apoiar. Os adeptos estão de parabéns pelo apoio. Agora vamos fazer tudo por tudo, para melhorar a situação».
Luciano sob alçada disciplinar
 O extremo direito brasileiro Luciano, encontra-se sob processo disciplinar interno depois de ter tido atitudes que fugiram ao estipulado nas normas internas impostas pelo clube. . Segundo a Agência Lusa o jogador, após o jogo com o boavista, envolveu-se numa acesa discussão num bar perto da Mealhada, da qual terá resultado uma queixa da parte de um pretenso agredido no posto da GNR local. . Ao que diz a mesma fonte, o assunto será hoje analisado em reunião directiva, pelo que se esperam por novidades nos próximos dias.
Melhor jogador do Ano para os adeptos
Esta semana a votação: Pedro RomaPedro SilvaHugo AlcantaraDaniloEzequiasSarmentoRoberto BrumN'DoyeFilipe TeixeiraGelsonJoeanoNuno PilotoDionattanPaulo Adriano
Chuva... até de golos!!
 É costume dizer-se, que a sorte protege os audazes, ou que esta não existe e é apenas o prémio de muito trabalho, mas para quem viu o que se passou hoje em Barcelos, concerteza que ficou com a sensação que a sorte desta vez, foi algo ingrata para os estudantes... A Académica começou o jogo com Pedro Roma na baliza, Pedro Silva, Danilo, Hugo Alcântara e Ezequias na defesa. No meio campo estavam Roberto Brum, N’Doye, Sarmento e Filipe Teixeira. Joeano e Gelson ocupavam a frente academista. A Briosa entrou bem no jogo, e logo aos 7 minutos, Joeano (quem mais?) inaugurou o marcador! Numa jogada rápida de Sarmento, este lança Filipe Teixeira que cruza para a cabeça de Joeano! Estavam a decorrer os 18 minutos da partida, quando Ezequias derrubou Carlos Carneiro à entrada da área, e foi expulso. Não tardou a sentir-se a falta do defesa. Na marcação dum livre directo, o Gil Vicente empatou o jogo. Ainda a Briosa estava a recuperar do golo sofrido, quando a equipa da casa voltou a marcar, outra vez de livre. Estava feita a reviravolta no marcador. Mas para quem pensou que o jogo tinha acabado por ali, enganou-se! Bastaram apenas 10 minutos para a Académica voltar a ter esperanças! Joeano é chamado para converter um penalty, e não desilude! 2-2 era o resultado aos 34 minutos. Mais 5 minutos, e a história voltou-se a repetir. O Gil Vicente volta a ficar em vantagem. Mais um golo de livre. Notória a dificuldade da equipa de Coimbra nos lances de bola parada. Um minuto de compensação e o acabou a 1ª parte do jogo. De volta à partida, a Académica entrou “meio adormecida”, mas não deu muito espaço de manobra aos atacantes gilistas. No entanto, Nelo Vingada fez substituições na equipa, fazendo sair Gelson e Sarmento para o lugar de Nuno Piloto e Dionattan, respectivamente. Bastaram 8 minutos para que Dionattan desse nas vistas. Uma grande jogada do brasileiro que foi concluída com um GRANDE golo, mais um, de JOEANO! Era caso para dizer “JOEANO voltou a marcar! E pôs a mancha a cantar!”. Mas como hoje a sorte não estava para o lado dos “estudantes”, o Gil Vicente marcou o 4º e ultimo golo da partida! Carlos Carneiro, antecipou-se a Hugo Alcantâra e cabeceou para o fundo das redes, deitando todas as ilusões academistas por terra. Para piorar a situação da Académica, Pedro Silva foi expulso por acumulações de amarelos. Um jogo impróprio para cardíacos, com muitos golos há mistura, acabou por dar numa derrota por 4-3.
Chuva... até de golos
A Briosa perdeu esta tarde no terreno do Gil Vicente por 4-3. Joeano foi o autor dos 3 golos da Académica. Resumo do jogo mais logo
Convocados para Barcelos
 Para um jogo que se considera de uma importância fulcral, o professor Nelo Vingada convocou 18 jogadores para o dificil apronto de amanhã no Municipal de Barcelos frente ao Gil Vicente. Nesta convocatória destaca-se a ausência de Zé Castro e Nuno Luís que ainda estão entregues ao departamento médico da Briosa. Os convocados são os seguintes:Guarda-Redes: Pedro Roma e Dani; Defesas: Sarmento, Danilo, Ezequias, Hugo Alcântara, Andrade e Pedro Silva. Médios: Dionattan, Filipe Teixeira, Paulo Adriano, Fernando, Nuno Piloto, N´Doye e Roberto Brum. Avançados: Gelson, Joeano e Serjão. Possível Onze (4x5x1): Pedro Roma; Sarmento, Danilo, Hugo Alcantara e Ezequias; Roberto Brum, Dionattan, Filipe Teixeira, N'Doye, Nuno Piloto; Joeano;
Zé Castro no Atlético de Madrid
 Ao contrário do que tem sido especulado nos últimos dias, Zé Castro vai rumar a Espanha para representar o Atlético de Madrid, segundo assegura o jornal espanhol A MARCA. Numa prova de gestão eficaz por parte de Miguel Gil Marín e Toni Muñoz, os colchoneros conseguiram antecipar-se a outros clubes europeus e assegurar a jovem promessa portuguesa no Vicente Calderón, sem que o clube da capital espanhola tenha que desembolsar qualquer dinheiro. Nos clubes que pretendiam o atleta estavam clubes italianos, franceses, da Premier inglesa e mesmo o Sevilla, chegando mesmo a falar-se na imprensa em FCPorto e Deportivo da Coruna.
Por impossibilidade técnica a Cabra não tocou
 Devido a uma impossibilidade técnica e apesar de termos já agendado o texto que iria esta semana entrar, tal não foi possível, por impossibilidades técnicas. O texto desta semana saltará para a próxima sendo que todos os outros terão igual destino (há que acrescentar pois, uma semana, à data que foi enviada como confirmação). Desde já as nossoas desculpas Simplesmente Briosa
Contundência e Agressividade
Em declarações ao site oficial, o professor Nelo Vingada já adiantou o que pretende da Briosa para o embate frente ao Gil Vicente no Municipal de Barcelos: "Vamos ter que ser mais contundentes e agressivos"!!!!Só com vontade e garra se conseguirá trazer três preciosos pontos, afinal de contas ainda faltam catorze pontos para o objectivo proposto pelo técnico, e depois do desaire frente ao Boavista na passada jornada é fundamental a vitória em Barcelos para voltar a levantar a moral dos jogadores e adeptos.
Danilo e Sarmento renovam
Sarmento e Danilo renovam O acordo com Danilo é total e o jovem central brasileiro vai continuar de negro, apesar de alguns convites tentadores, de outros dois clubes da Liga. A vontade das partes de estabelecer um célere acordo foi factor decisivo para que as negociações chegassem a bom porto. O acordo é por duas épocas com mais uma de opção para o clube e os valores, apesar de não terem sido divulgados, traduzir-se-ão numa pequena melhoria das condições salariais do jogador. Quem também se apresta para renovar o vínculo que o liga à Briosa é Sarmento. O jovem internacional sub-20 que tinha contrato até ao terminus de 2007 estabeleceu já um princípio de acordo tendente à renovação da sua ligação ao emblema académico. Zé Castro entre o Corunha e o Futebol Clube do PortoPara os académicos é uma questão de menor importância esta de para onde o central português rumará, dado que não ficará, certamente, na nossa Associação Académica. De entre as notícias de acordo firmado com o Futebol Clube do Porto e as certezas do contrato com o Deportivo, sairá em certeza o destino do central. O central negou já hoje, contudo a notícia avançada pelo jornal «Record». «Várias vezes já disse que gostaria de jogar num grande e o FC Porto agrada a qualquer jogador. Mas tenho propostas provenientes não só de clubes portugueses e terei ainda de analisar o que será melhor», começou por explicar o jogador, negando ter já rubricado acordo com os «azuis-e-brancos». Zé Castro refere ainda «Há muita especulação e fala-se de muita coisa. Claro que sou uma pessoa com ambição e tenho os meus objectivos, mas neste momento, pelo que sei, não há nada com o FC Porto». Pelos anos de Académica que tem, apenas lhe podemos agradecer a sua passagem por Coimbra.
O treino da Briosa
Reinou a boa disposição esta manhã no treino da Académica. No Bolão prepara-se a importante partida contra o Gil Vicente. Nelo Vingada apostou num treino técnico-táctico incidindo sobre a finalização para o ataque e cabeçeamento para a defesa. Zé Castro, Nuno Luís e Gélson continuam lesionados. N'Doye não treinou por precaução e Sarmento está ao serviço da selecção.O treino Pouco faltava para as 10h e já o capitão Paulo Adriano fazia dupla com Eduardo para um jogo de "fute-volei" contra Luciano e Dionattan. A dupla portuguesa acabou por vencer esperando os próximos adversários que assistiam já ao jogo. Nelo Vingada estragou o momento e apitou para o treino começar. Uma corrida ligeira deu seguimento à habitual sessão de alongamentos. Depois, o mister dividiu o grupo em dois mandando os defesas trabalhar com Arnaldo Carvalho enquanto dos "matadores" tratou Nelo Vingada. A defesa, que contou com a presença de Paulo Adriano, começou por treinar cabeçeamentos e recepções de bola. Pouco depois uma mini pelada com balizas de hóquei. Andrade mostrou que pode vir a ser útil ao meio campo nesta segunda volta e Hugo Alcântara encantou... Com o ataque, Nelo Vingada foi sempre bastante interventivo. A equipa treinou algumas jogadas com um apenas dois objectivos: golos e golos! Desde tabelas com os médios a pedir ao avançado(Joeano ou Serjão) para vir buscar jogo, vários cruzamentos saíram. Alguns deram em golos... outros nem por isso, e lá se ia ouvindo Nelo Vingada: "Dionattan, uma jogada dessas tem que dar golo" ou "Vamos Serjão, sem medo" Fausto treinou com a equipa sénior e impressionou. Grandes cruzamentos e mostrou saber utilizar bem os dois pés. É um jogador que está inscrito na Liga, por que não jogar já?  Para terminar o treino, todos os jogadores remataram à baliza. Pedro Roma, que tinha estado a treinar com o treinador de Guarda Redes Luís Matos, juntou-se ao grupo. Mostrando a boa disposição foi-se fazendo um "bota-fora" dos jogadores que falhavam o golo. Fernando e Vítor Vinha resistiram até final acabando por ser o jovem português a "ganhar" o jogo. Notas: 1 - Filipe Teixeira contínua com o joelho ligado. 2 - Quando Zada rematava, Nelo Vingada insistia com o jogador. 3 - Serjão está claramente a crescer de forma. 4 - Danilo não integrou a última parte do treino ficando a correr à volta do campo. 5 - Depois de choque no jogo contra o D.Aves, Gélson ainda não treinou apenas por indicação do departamento médico. O jogador afirmou estar com vontade de treinar e que possivelmente pode ser opção para o próximo jogo. 6 - Quem disse que Hugo Alcântara era fraco tecnicamente? Com o calcanhar, com rodriguinhos e toques bonitos o central brasileiro arrancou aplausos dos restantes colegas. 
Briosómilhões
 Para não tornar isto aborrecido: 1º Acp - 47 Pontos 2º Ivo Correia - 37 Pontos 3º Sobral - 34 Pontos Gil Vicente - Académica: Tótó Bola: Fura Redes: Espaço Maya:
(O NOSSO) Esclarecimento
 Este não é um post que pretenda agitar ou serenar as águas. É apenas um desabafo, uma pequena chamada de atenção ou uma tomada oficial de posição. Entendam-no, como quiserem, os académicos nos visitam.
Não vamos clamar por justiça ou bramir bem alto, com a bandeira da Académica nos braços. Ela merece bem mais do que isto. Não merece ser usada. Estamos convictos que tais comportamentos apenas serviriam para gáudio de quem tão bem tem feito essa encenação. Estas linhas não vão servir para isso.
Desengane-se, desde já, quem pense que falaremos dos «Pardalitos do Choupal» e do seu staff enquanto um todo. Os méritos e deméritos dos espaços académicos não estão nos seus conteúdos, mas nas suas intenções. Dar o que se tem, em verdade, é ser Académica. As opiniões sobre os blogs que mencionam devida ou indevidamente o nome da Briosa são tomadas dia a dia por quem os visita e não por qualquer um de nós em juízo de valor.
Não podemos deixar passar, o que hoje foi escrito por Mário José de Castro em post de nome «Esclarecimento». No nosso intimo todos sabemos que desde a primeira linha até ao seu final é uma completa mentira e, porque não dize-lo, um acto de traição para quem generosa e graciosamente fez com que aquele espaço fosse possível. Ele é um pouco do «Simplesmente» porque na sua génese está o contributo orgulhoso de alguns dos editores do nosso espaço, Gonçalo Cabral e Francisco Martinho.
Por outro lado, obviamente, nunca convidámos Mário Castro para o nosso espaço. Nem convidaríamos nunca, por razões que não serão em tão curtas linhas discutidas. Muitas delas, em verdade, são pessoais e intransmissíveis e mesmo cruéis de serem lembradas. Apenas afirmamos, que alguns de nós sentimos por esse sr., alguma admiração académica que muito rapidamente, como qualquer ténue cortina de fumo se desvaneceu.
Hoje não resta nada. Reprovamos e refutamos TODAS as acusações feitas por Mário Castro em plena consciência. Não há uma linha de verdade nas suas afirmações. Afirmamos, contudo, que isto não é uma luta de espaços Net ou de «blogs». Aos restantes membros dos «Pardalitos do Choupal» pedimos a compreensão por estas linhas. Mas fazemo-lo pela reposição da verdade, sem procurar ter a pretensão de julgar ninguém. Infelizmente o tempo disso se encarregará.
Staff Simplesmente Briosa
Noticia "Jornal de Noticias"
Presidente da Académica teria 200 mil euros no carro Dinheiro encontrar-se-ia dividido por envelopes e parte do montante seria para entregar ao clube. Quantia foi apreendida pela PJ nas diligências feitas na semana passadaPor Paula GonçalvesA Polícia Judiciária (PJ) apreendeu cerca de 200 mil euros, em dinheiro, que o presidente da Associação Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol, José Eduardo Simões, teria guardado no interior do seu carro. Este montante estaria distribuído por envelopes e foi encontrado na sequência das buscas realizadas pela Directoria de Coimbra da PJ, no início da passada semana, à residência do dirigente desportivo, ao gabinete que ocupou na Câmara de Coimbra (quando exerceu as funções de director do Departamento de Urbanismo) e ainda à sede do clube. Segundo o "Jornal de Notícias" apurou, parte do dinheiro que estava na posse de José Eduardo Simões seria alegadamente proveniente de donativos para a Académica/OAF, havendo também montantes que seriam seus. Recorde-se que as buscas efectuadas na passada semana, como na altura afirmou uma fonte do clube ao JN, "tanto podem estar relacionadas com interesses cruzados da política, com o mundo imobiliário e o futebol, como também podem ter a ver com transferências de jogadores". Aliás, a investigação terá sido desencadeada na sequência de uma denúncia anónima que se referia a alegadas ligações perigosas entre o futebol e interesses imobiliários, visando em concreto a polémica urbanização Jardins do Mondego, empreendimento que acabou, entretanto, por ser embargado. O proprietário deste empreendimento acabaria também por ser alvo das atenções da Policia Judiciária, tendo decorrido, no mesmo dia em que eram feitas buscas em Coimbra, uma outra diligência, na zona da Grande Lisboa, junto desse empresário. Nas buscas feitas em Coimbra, além dos cerca de 200 mil euros, os investigadores terão ainda levado alguns documentos. Contudo, José Eduardo Simões não foi constituído arguido. Confrontado na altura com a notícia das buscas, José Eduardo Simões afirmava que "viver com a sombra de uma suspeição é o pior que pode acontecer a quem está inocente", ao sublinhar que a visita da PJ pecava "por tardia".
Melhor jogador do ano para os adeptos
A votação esta semana:
Pedro Roma Sarmento Danilo Hugo Alcantara Ezequias Roberto Brum N'Doye Dionattan Filipe Teixeira Luciano Joeano Fernando Serjão
"Se me vem tanta glória só de olhar-te"
. Se me vem tanta glória só de olhar-te É pena desigual deixar de ver-te Se presumo com obras merecer-te Grão paga de um engano é desejar-te. . Se aspiro por quem és a celebrar-te, Sei certo por quem sou que hei-de ofender-te; Se mal me quero a mim por bem querer-te, Que prémio querer posso mais que amar-te
Sempre escrita estarás nesta memória E esta alma viverá, pois por ti morre, Porque ao fim da batalha é a vitória. Luís de Camões, que a História relata como um dos fanáticos apoiantes da BriosaO próximo passo é com o Sporting clube de Portugal, no Estádio Cidade de Coimbra.
Académica 0-2 Boavista
Não há duas com três.... O Boavista saiu de Coimbra com a sensação de dever cumprido, ao invés que a a Académica com a sua incrível fobia aos três jogos de seguida a ganhar mostrou que não estudou tão bem a lição quanto a turma de Carlos Brito, e nem aquelas cábulas de última hora como as que Filipe Teixeira muitas vezes "inventa" livraram a Briosa de reprovar no importante teste que hoje teve. . Foi com uma aparente superioridade, que a Académica entrou em jogo, com calma, serenidade e boa troca de bola, principal causador do dominio territorial exercido pela Briosa nos primeiros 15/20 minutos de jogo. A partir desde momento o jogo equilibrou-se e talvez até nem seja injusto dizer que o Boavista teve uma ligeira superioridade, culminando com um golo de João Pinto na melhor altura possível, mesmo antes de recolher aos balneários, fruto de uma falha de marcação da parte de Ezequias que deixou o capitão fugir e cabecear sem hipótesses para Pedro Roma. . A segunda parte recomeçou novamente com um bom inicio dos estudantes mas já sem a calma e serenidade que tinha sido patente na primeira parte, mas antes com mais passes falhados e desde cedo a tentar um "chuveirinho" algo que foi também ainda mais incutido por Nelo Vingada ao fazer a primeira alteração de tirar Dionattan e introduzir Serjão no jogo. É certo que a equipa ficou com melhor jogo aéreo, melhor capacidade de cabeceamento, mas ao mesmo tempo, perdeu capacidade de transporte de bola, capacidade essa que só veio a ser possível quando saiu o esforçado mas inconsequente Joeano para dar lugar a Fernando, que permitiu que Filipe Teixeira se fixasse mais no centro, que Serjão tivesse a companhia de Hugo Alcantara e que o flanco esquerdo não perdesse nada, uma vez que Ezequias e o brasileiro acabado de entrar dariam conta do lugar. . A partir daqui o tipo de jogo mudou alguma coisa, mas não o suficiente para que se criassem boas ocasiões para igualar, até que ao minuto 79', Paulo Jorge corre bem, enfrenta Danilo no um-para-um e N'Doye na vez de vir auxiliar o seu companheiro, fica como se nada se tratasse a observar a jogada, deixando que João Pinto entrasse a seu bel-prazere fizesse o que queria do desamparado Pedro Roma que hoje também não teve uma noite feliz, quando comparado com o que lhe temos visto fazer. . Se o jogo estava mau até a esta altura, pior ficou, e já sem discernimento suficiente, pouco mais há a relatar até ao apito final do juiz da partida. Concluindo, podemos dizer que a Académica acusou em demasia o golo sofrido ao terminar a primeira parte e não mais conseguiu responder ao futebol, ainda durão, e é preciso realçar que a imagem do Boavista de Pacheco ainda não desapareceu por completo, mas um Boavista muito bem organizado a defender e letal na hora de atacar. Por seu lado a Briosa não conseguiu nunca abrir a muralha axadrezada, quer pelo lado esquerdo em que Ezequias foi visivelmente bem estudado e sempre que possível os adversários tapavam os caminhos da baliza quanto antes, e no lado direito onde Sarmento ainda não adquiriu o à vontade suficiente para subir apesar de alguns bons passes executados, e Luciano que ainda não mostrou a forma que fiz notar na temporada passada. Destaque ainda para o meio campo criativo apresentado por Nelo Vingada que não fosse o golo que claramente "abalou" toda a estrutura, e Filipe Teixeira, Dionattan e N'doye, três jogadores com qualidade que podem ainda vir a dar que falar durante a segunda parte da temporada... . Sala de imprensa . Nelo Vingada: .  Com o pragmatismo habitual, o treinador da Académica afirmou que "o Boavista acabou por ganhar bem porque o boavista foi sempre mais tranquilo e mais sereno" mas que comparando o trabalho dos dois Guarda Redes "o William teve mais trabalho que o Pedro Roma" ainda que "o 1º golo afectou a nossa estratégia e o nosso descernimento" em que "sem ter sido um dominio claro tivemos sempre mais perto da baliza deles". Falando sobre a situação classificativa disse que "esta jornada foi de marcar passo" mas que "no proximo domingo com uma equipa do nosso campeonato vamos tentar alcançar um bom resultado para nos livrarmos desta amargura de estar sempre com a corda ao pescoço". Por fim, e questionado sobre mais um golo marcado de bola parada respondeu da seguinte forma aos jornalistas presentes: "Sabe quantos golos o João Pinto ja marcou deste genero? Contra grandes jogadores e grandes equipas...". "Tivemos uns furos abaixos porque perdemos jogando contra uma equipa boa e num bom momento que marcaram num lance de bola parada e isso condicionou-nos". Análise individualPedro Roma – Não fez desta vez a diferença porque não defendeu o impossível. Em tudo o resto cumpriu a preceito. Apenas um reparo. No lance do livre que origina o primeiro golo do Boavista permitiu que apenas um jogador ficasse na barreira. Danilo saiu da sua posição de segundo homem…e a bola passou… Sarmento – Secou Zé Manel o que não muitos se podem gabar esta época. Defende melhor do que há umas semanas e é claramente um jogador em evolução. Sendo um médio / extremo direito pede-se que se liberte e ata |