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  - Quinta-feira, Março 30, 2006

MOBILIZAÇÃO - mais uma etapa...

A mobilização avança a paços largos, e nada nem ninguém irá parar este tsunami Académico que aumenta a cada dia que passa. No entanto, há sempre aquelas pessoas que por esta ou aquela razão não poderão levar o carro, mas querem ajudar a Académica nesta etapa tão decisiva para a nossa classificação final. É por isso que pedimos que se disponibilizem, aqueles que têm carro, anunciem isso na caixa de comentários para os outros também poderem ir e tornar-mos o jogo numa autêntica festa onde se espera que apesar de ser na Amadora, sermos nós a jogar "em casa", passe a contradição.
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Sabemos que há quem se disponibilize a dar boleia, como tal, a caixa de comentários está aberta! Claro que quem for à boleia terá a obrigação moral de assumir metade da despesa adjacente à deslocação... mas por certo compensará! Não se pense sou mais uma gota e não faço falta mas antes, sou a gota que se vai juntar a esta enorme onda de apoio à Briosa, não falte!
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Nota: quem estiver disponível, é favor dizer quantos lugares terá disponiveis para que tudo seja combinado devidamente.

Briosómilhões
















Estrela da Amadora - Académica

Tótó Bola:
Fura-Redes:
Espaço Maya:

ORGANIZA!



Em caravana do hotel até ao estádio

«Alguns adeptos sugeriram e os blogues difundiram: que tal uma viagem de apoio, em caravana, desde o hotel que albergará a equipa da Académica até ao estádio do Estrela da Amadora? A ideia terá entusiasmado a maior parte dos que sentem o clube de Coimbra e, como os bilhetes se vendem pelo sistema de pague um e leve dois, o número de participantes aumenta de dia para dia. Quem quiser aderir só precisa de comprar o ingresso (cartão jovem a 15 euros, bancada superior Norte a 20, lateral Norte a 25 e central a 30) nas bilheteiras do estádio do Estrela e anotar na agenda a hora, 14 em ponto, de saída do hotel Riviera, em Carcavelos.»


In Jornal o Jogo - Edição de hoje.



«O clube de Coimbra prepara uma iniciativa de apoio à equipa, prevendo-se que um grupo de adeptos acompanhe os jogadores desde o Hotel Rivera, em Carcavelos, até ao Estádio José Gomes.»


Data: Quarta-feira, 29 Marco de 2006 - 20:53

In Record online


Poís é, já está em marcha e parece agora consolidado, este «buzinão de apoio». É fundamental que o máximo de académicos participam neste acto simbólico de apoio à equipa. Será um acto de sublinhada consciência académica,uma demonstração clara (que se espera ruidosa) da presença dos adeptos.

É fundamental que todos estejamos, pelo menos presentes. A importância da iniciativa e o seu resultado prático servirão para que nos juntemos e reavivemos míticas formas de apoio que o ideal académico foi tendo ao longo dos tempos. Se formos poucos redobraremos o barulho. Se formos muitos faremos baulho redobrado!

Este é um sinal claro de que a Instituição vive e pulsa de forma intensa. Os adeptos que realmente se interessam positivamente pela vida académica participarão sem regatear nada em troca. Apenas a vontade de demonstração de paixão a uma causa. Este é sem sombra de dúvida, um acto de paixão. Vamos todos participar! Força Briosa!

Nota - Dentro em breve disponibilizaremos uma lista com os carros que podem ainda levar académicos desde Coimbra até Lisboa e os lugares vagos que cada um terá. Precisamos de saber, pois, quem não tem veículo e que deseja participar! Vamos lá acordar, pessoal!

  - Quarta-feira, Março 29, 2006

SOMOS CAPAZES OU NÃO, CANECO?



Onda de apoio

Entretanto, um grupo de sócios da Académica está a promover uma onda de apoio à equipa na Reboleira. A informação circula via email e pretende a concentração de adeptos no hotel da Briosa antes do jogo, para iniciar uma caravana que acompanhará o autocarro estudantil até ao terreno do E. Amadora.

In «As Beiras» - Edição de Hoje

Começou com uma ideia de um grupo de amigos, que se junta ciberneticamente à mesa do computador para discutir a Académica, de forma positiva. O processo que começou com uma ou duas mensagens acaba agora por se alastrar e, parece-me necessário que não se extinga, pelo menos sem tentarmos algo para o concretizar.
Temos de arranjar forma de actuação. Temos de nos organizar e se possível – e se essa for a sua vontade – juntarmo-nos ao grupo dos Académicos, e da Casa da Académica de Lisboa. Através de comentário tentaremos estabelecer as premissas, o modo de operar e quem está ou não disposto a entrar neste nova «nave dos loucos».

Porque isto é «fazer Académica»,repito, de forma louca e positiva. Vamos lá a organizarmo-nos!

Noticia JN de hoje

Norton de Matos a caminho de Coimbra?

Segundo a edição do Jornal de Noticias de hoje, o antigo treinador sadino Norton de Matos poderá ser o principal alvo da direcção da Briosa para substituir Nelo Vingada no final da presente temporada, numa lista da qual também José Peseiro faz parte.
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Nem de uma parte nem da outra, ninguém confirma os contactos, no entanto o treinador diz: "a Académica é uma das equipas que qualquer treinador gostaria de orientar".

Zada em discurso directo


“Faltou carinho da torcida. Lá eles são mais reservados, ao contrário do brasileiro que xinga, mas sabe apoiar o ídolo."

O Estaleiro

Paulo Adriano, que domingo substitui o defesa central Zé Castro frente ao FC Porto, contraiu uma rotura parcial do ligamento lateral interno do joelho esquerdo e deve parar durante duas ou três semanas.
Segundo disse hoje o médico da Académica José Barros, o médio não terá de ser operado, enquanto a lesão de Zé Castro é de menor gravidade e o central deve ser recuperável para o jogo da 29ª jornada da Liga com o Estrela da Amadora, domingo na Reboleira.
Zé Castro foi substituído por Paulo Adriano ainda na primeira parte do jogo em casa com o FC Porto e hoje falhou a presença no estágio da selecção de Sub-21, em Rio Maior, por ter contraído uma ligeira contractura na coxa direita.
O médio brasileiro Dionattan, que falhou o jogo com os portistas após ter sofrido um estiramento do ligamento lateral externo em Guimarães, e submeteu-se ontem a uma ressonância magnética ao joelho esquerdo.
O defesa central brasileiro Danilo continua em recuperação da rotura na face posterior da coxa esquerda e o médio Sarmento recupera de uma mialgia (dores musculares).
Quanto Nuno Luís, a recuperação à intervenção cirúrgica ao
menisco prevê-se prolongada, pelo que o defesa direito não regressa até ao final desta temporada.

  - Terça-feira, Março 28, 2006

Melhor jogador do Ano para os Adeptos

Roberto Brum ainda no Comando

Apesar da escassa margem para Filipe Teixeira, Roberto Brum continua na liderança da tabela do Melhor Jogador do Ano para os Adeptos. Pela segunda semana consecutiva, após ter destronado o anterior líder.

De realçar as subidas na classificação de Pedro Silva e Hugo Alcântara e as excelentes pontuações de Vítor Vinha.

Dani conseguiu obter uma confortável margem positiva, nos jogos em que foi titular.

1º - Roberto Brum 53.02 pontos de média
2º - F. Teixeira 52.53
3º - Pedro Roma 48.32
4º - Zé Castro 44.46
5º - H Alcântara 41.92
6º - Luciano 40.35
7º- Nuno Piloto 37.07
8º- Joeano 36.81
9º- Ezequias 35.07
10º- Danilo 34.17
11º - Dionattan 33.37
12º- Marcel 32.17
13º- P Adriano 32.09
14º - Gelson 29.29
15º - P Silva 28.67
16º- N Luís 28.45
17º - Fernando 19.24
18º - Zada 15.81
19º - Lira 15.74
20º - Sarmento 14.77
21º - Serjão 11.62
22º - Vítor Vinha 7.47
23º - Dani 3.20


Votação ACADÉMICA – FCP

Dani –
Pedro Silva –
Hugo Alcântara –
Zé Castro –
Vítor Vinha –
Ezequias –
Roberto Brum –
Filipe Teixeira –
Nuno Piloto –
Joeano –
Gelson –


Suplentes utilizados:

Paulo Adriano –
N’Doye –
Luciano –

A Cábula

Devido aos habituais problemas técnicos do site, não foi possível colocar a cábula em tempo real. Mas de qualquer maneira aqui fica ela actualizada e válida até ao inicio da ronda 29.



Com a derrota do Penafiel frente ao Sporting, deixou de ser matematicamente possível à equipa presidida por António Oliveira de se manter no escalão maior do futebol português.
Enquanto que o Vit.Setubal já terá praticamente garantida a manutenção, visto já ultrapassar a barreira psicológica dos 40 pontos.
Esta jornada apesar do resultado negativo da Briosa, é a primeira equipa a despedir-se de jogos perante os ditos "3 grandes", o que não significa que seja passeio até ao fim.

  - Domingo, Março 26, 2006

Uma importante vitória

Académica - OAF vs Futebol Clube do Porto

Enquanto descíamos as escadas do Cidade de Coimbra falando dos principais lances da partida de hoje, das incidências, da belíssima exibição de colectivo da AAC, da entrega e disponibilidade táctica dos jogadores académicos, ao mesmo tempo, ecoavam «Briosas» em espiral, nos acessos de caracol do Estádio. Não sendo, claramente, vozes da Mancha Negra – essas mais calejadas pela ingestão de malte de cevada – apenas poderiam ser da miudagem que se espalhava pela bancada do «topo das piscinas». Apressámo-nos até à saída e de facto eram eles. Miúdos de palmo e meio, de escolas, da Associação Acreditar, saindo do ECC gritando na plenitude das forças dos seus pequenotes pulmões, pelo nome da minha Associação. São muitos deles miúdos com histórias de vida de gente graúda, carregada de superação de sofrimento físico e psicológico causado pela doença. Hoje esqueceram todas as partidas que a vida lhes pregou, enganaram o destino por umas horas e gritaram bem alto, mesmo quando todo o estádio dormitava em silêncio, o nome da nossa Académica. Foi nesses momentos que vencemos! Há tempo para as vitórias da manutenção. Hoje foi outro tipo de vitória, desportivamente nula, é certo, mas muito importante do ponto de vista humano.

Independentemente do resultado, da exibição, das contingências do jogo, esta foi uma noite de vitória. Os putos já sabem quem é a Briosa. E mais que isso, merecem-na!

Quanto ao jogo é bom dize-lo, a Académica mostrou-se tacticamente perfeita. O desdobramento no ataque não foi bem conseguido, mas a manta foi hoje algo curta. A equipa acompanhou sempre a bola, quebrando as linhas de futebol de posse de bola que o Futebol Clube do Porto tanto aprecia, mas nunca conseguiu jogar suficientemente rápido (no capítulo do passe), nem com suficiente ponta de sorte (nas acções de um para um em ataque) para poder marcar um golo. Controlava os aspectos de jogo que eram necessários aos seus intentos, mas chegar mais à frente foi sempre um problema. As principais unidades de ataque dos do norte foram aniquiladas, com os laterais, (Pedro e Vinha) Hugo Alcântara e Zé Castro em óptimo plano. Roberto Bum colou mais aos da defesa, e Filipe Teixeira e Ezequias tentavam carrear jogo para a frente servindo, muitas vezes em jogo directo Joeano. O primeiro tempo foi feito, pois, de equilíbrios e compensações com a táctica a superar sempre o génio de qualquer jogador que pisou o terreno de jogo.

Lesão de Zé Castro impede parcialmente o empate

Zé Castro saiu lesionado depois de um lance mais duro com um avançado portista oriundo das Africas mais a Sul e o melhor sector dos Capas Negras viu-se condicionado. Não que Paulo Adriano tenha entrado mal para a posição de central, mas a dupla Hugo e, estava muitíssimo forte no jogo. Demasiadamente forte para um ser a posição colmatada por um jogador com uma menor rotina de lugar.

Segunda parte, o golo e a chave do jogo

O Futebol Clube do Porto entrou decidido a empurrar os briosos para o seu último reduto, actuava bastas vezes com dois defesas e uma ala esquerda defensiva desprotegida. O lance do golo surge em fase crucial. A chave do jogo para os estudantes estava claramente em tentar obrigar os adversários a fechar com dois jogadores do lado esquerdo, ou a morrer com a entrada de Luciano e as investidas de Pedro. O golo surge no momento em que se preparava já a substituição que obrigaria ao reposicionamento portista. Chegou, infelizmente tarde, a troca do ala direito por Nuno Piloto. Até ao final os pretos tentaram encostar os seus oponentes ao último reduto, mas nada de produtivo (leia-se golos) acabou por resultar das finais investidas de ataque.


Análise Individual dos Jogadores:


Dani – Bastante seguro, foi batido no inevitável lance, por um pontapé indefensável. Seguro nas saídas a cruzamentos, falhou apenas por uma vez na segunda parte, mas emendou a mão, literalmente, para colmatar a própria falha.

Pedro Silva – Não é mágico, esse é o outro, mas ele ( e os seus companheiros, diga-se) fizeram desaparecer o ilusionista adversário. Sempre atento, rodando para a linha da bola, concedendo propositadamente espaços que depois, ou recuperava com relativa facilidade, ou se transformavam em pontos de contacto facilitados com os centrais. Mais uma exibição de belíssimo nível.

Zé Castro – A infelicidade da lesão levou a acertos que acabaram por ser decisivos. Enquanto em campo esteve bem, apenas um lance na dividida com avançado portista que perdeu, embora a bola saísse sem perigo.

Hugo Alcântara – Uma notável exibição do central académico, que apenas chegou tarde à dobra de marcação, na ajuda a Paulo Adriano no lance do golo. Um jogo limpíssimo contra uma panóplia vastíssima de adversários com diferentes argumentos. Limpou sempre os cruzamentos que saíam rasteiros do lado esquerdo e deu sempre jogável.

Vítor Vinha – Muitíssimo bem, mesmo quando apanhou o «diabrete» pela frente. É pendular e sabe exactamente qual a sua missão em campo. Um jogo inteligentíssimo do agora defesa esquerdo dos capas negras, que nunca virou a cara à luta. No final do jogo o cansaço reflectiu-se na sua forma de actuar.

Roberto Brum – Exibição mais discreta, mas de luta. Apareceu pela fogosidade atacante dos adversários muito colado aos centrais, impedido de jogar e transportar jogo para a frente. Não comprometeu nunca e foi um dos expoentes defensivos dos Briosos.

Ezequias – A actuar pela esquerda, faltou-lhe sempre a flexão para o centro de terreno que tão bem executa (com posterior remate). Poderia ter sido decisivo, mas a sua margem de actuação foi sempre demasiadamente curta, cingindo-se a missões defensivas.

Nuno Piloto – Discreto no jogo, preocupado a defender por dentro e a atacar pela direita. Foi dele o remate mais perigoso dos de negro, mas faltou-lhe um pouco de força para no remate de ressaca impelir velocidade suficiente à bola. Ainda se nota, contudo, alguma insegurança de jogo, certamente ultrapassável pelo «factor estabilidade».

Gelson – Tão depressa jogava a médio defensivo, como partia para as posições de ataque onde poderia, logo nos primeiros minutos ter marcado um golo em lance de antecipação. Um jogo de esforço e abnegação.

Joeano – Lutou bravamente, mas sozinho. Muito mérito para um avançado, que apesar de estar entregue a uma luta desigual, nunca voltou a face ao trabalho de desgaste.

Suplentes utilizados

Paulo Adriano – Sem rotina de lugar suficiente, apesar de já ter jogado quer na pré-época, quer no campeonato na posição de defesa central, rubricou ainda assim, uma exibição que se pode considerar positiva pelas condicionantes.

N’Doye – Procurou qualquer coisa, que vai certamente achar, num dos próximos jogos. Para já, ainda lhe falta ritmo.

Luciano – Entrou, poderia ter sido a chave do jogo, mas o tempo e as condicionantes do jogo estiveram contra o ala brasileiro. Apesar disso, não virou nunca a cara à luta.


Declarações:

Professor Nelo Vingada:


«Jogo empolgante, não muito bem jogado, porque as circunstâncias era difíceis. A Académica não deu muitas veleidades ao F.C. Porto, que tem outros argumentos, dominou o jogo mas não teve grandes oportunidades. Se este resultado terminasse zero a zero, tenho a certeza que a imprensa elogiaria a postura da Académica. Terá faltado um pouco de atrevimento nas transições defesa-ataque, para aproveitar os espaços que o F.C. Porto concedeu. Aceito o resultado, num jogo sem casos. Se a Académica mantiver este nível, vai somar os pontos necessários para sair daquela molhada».

«Não estou resignado, não há razão para isso. Estou sim orgulhoso pela forma como nos batemos, por termos mostrado futebol e organização. O F.C. Porto teve uma oportunidade na primeira parte e esta na segunda. Mereceu ganhar. Mas a jogar com esta organização vamos atingir os nossos objectivos.»

Pedro Silva:

«Os primeiros jogos foram difíceis para mim, mas estou a melhorar, a adaptar-me bem e quero ajudar a Académica a conseguir os seus objectivos. Tivemos uma falha que não podia acontecer no golo do F.C. Porto. A saída do Zé Castro acabou por nos prejudicar, porque o Paulo (ndr. Adriano) não é defesa. O F.C. Porto tem uma excelente equipa, é o líder do campeonato e acabou por vencer bem. O Ricardo Quaresma é um excelente jogador, já sabia, e tentei não lhe dar espaços, mas ele conseguiu soltar-se algumas vezes.»

Nuno Piloto:

«Cumpri com o que me foi pedido, mas faltou-nos sair com maior acutilância para o ataque e criar mais problemas ao F.C. Porto. Numa fase mais tardia do jogo, o F.C. Porto conseguiu finalmente marcar e organizar-se de forma a não permitir a nossa resposta. Em termos defensivos, penso que estivemos bem, fora o lance do golo.
Tive uma boa oportunidade, mas faltou força no remate para bater o Hélton. Vai ser uma luta tremenda até ao fim, pela manutenção, mas esperamos somar os pontos necessários o mais rápido possível, para evitar a despromoção. O empate não ficava mal, mas acaba por se aceitar o resultado, porque o F.C. Porto acabou por controlar o jogo.»

Seremos os únicos?

Hoje acordei com uma pequena curiosidade: Será que a nossa BRIOSA é a unica equipa a actuar nos escalões principais da Europa que tem o equipamento principal todo preto?

Já andei a pesquisar em vários sites, perguntei a alguns conhecidos, e ninguém se lembra de outra equipa sem ser mesmo a nossa ACADÉMICA. Caso vocês saibam de alguma, digam!!!

  - Sexta-feira, Março 24, 2006

Façam-se "guerreiros"


O treinador da Académica, Nelo Vingada, afirmou hoje que só uma equipa guerreira poderá travar o FC Porto, líder da Liga portuguesa de futebol, e aspirar a vencer o jogo de domingo, em Coimbra, da 28ª jornada.

"Queremos ser guerreiros para contrariar o favoritismo do FC Porto. A nossa equipa vale pelo colectivo e os nossos jogadores terão que valer por dois para segurar Quaresma, McCarthy, Lucho, Adriano e companhia", salientou Nelo Vingada, salientando os pontos fortes do adversário.

O técnico começou por realçar o carácter crucial da partida para os dois lados: para os nortenhos, a afirmação da liderança no campeonato e, para a Académica, a importância de um bom resultado que permita contribuir para se afastar da mais da zona de despromoção.

Nelo Vingada afirmou que a derrota na primeira volta por 5-1, no Estádio do Dragão, "fica apenas para a história" e não reflecte o valor da equipa dos "estudantes", que no domingo terão de anular as "peças" essenciais do adversário e ser, a espaços, atrevidos na área contrária".

Reconheceu, no entanto, que o FC Porto de hoje, que lidera o campeonato, com 60 pontos, e acabou de garantir presença na final da Taça de Portugal, é mais difícil de contrariar, "devido aos bons resultados alcançados e à sua dinâmica de jogo".

"Estamos a viver um momento de pressão, porque precisamos de pontos para alcançar o mais depressa possível a manutenção. O empate contra o FC Porto já é um bom resultado, tal como na época passada, mas como em todos os jogos a nossa aspiração é a vitória", frisou o técnico.

Nelo Vingada confirmou, entretanto, que os defesas Zé Castro e Pedro Silva, bem como o médio senegalês N'Doye estarão aptos para defrontar o FC Porto no estádio Cidade de Coimbra (18:30).
Os defesas, que sofriam de dores musculares, e o médio ofensivo, que se lesionara no joelho esquerdo durante o jogo contra a sua ex-equipa, o Penafiel, há duas semanas, são recuperáveis para domingo e podem constituir opção.

N'Doye, que marcou na época passada contra o FC Porto pelo Estoril, afirmou sentir-se bem e quer repetir a dose: "Quero marcar e ganhar", afirmou após o treino.

Ao invés, são quatro os lesionados que não poderão dar o seu contributo contra o FC Porto: o lateral direito Nuno Luís, a recuperar de uma operação ao menisco, o médio Dionattan, a recuperar de um estiramento do ligamento lateral externo, o médio Sarmento, com pubalgia, e o defesa central Danilo, a recuperar de uma rotura na face posterior da coxa esquerda.

Outro problema será a escolha de guarda-redes. Nelo Vingada poderá manter o espanhol Dani ou fazer regressar o "velho" titular da primeira volta, Pedro Roma, que já não é chamado desde o jogo contra o Sporting, em Fevereiro, na 24ª jornada, no qual foi expulso por agressão a Liedson.

"Já escolhi o guarda-redes para domingo. Só vos posso dizer que será um dos três", sentenciou Nelo Vingada.

E os 18 convocados são:

Guarda-Redes:
12 Dani
24 Pedro Roma

Defesas:
4 Ezequias
5 Hugo Alcântara
13 Zé Castro
16 Pedro
18 Vítor Vinha

Médios:
14 Filipe Teixeira
19 Paulo Adriano
28 Nuno Piloto
30 Andrade
78 N’Doye
88 Roberto Brum

Avançados:
2 Joeano
7 Luciano
9 Gelson
20 Fernando
50 Serjão

Quando ela era... Simplesmente Briosa

Já passou meio século, estávamos na década de 50, quando a Académica era de facto uma senhora. Pelo respeito que impunha pelos campos onde passava, espalhando classe, com jogadores como Torres ou Bentes, a os de Coimbra encantavam multidões, cativando em massa dezenas ou centenas de pessoas que ainda hoje muitas delas não conseguirão ficar indiferentes ao que dizem também ser a sua Briosa.
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É por isto que a Académica em colaboração com a TBZ está a tentar trazer de volta algumas das coisas que nos façam recordar tão briosos momentos. Uma camisola, tentando imitar ao máximo aquela que Mário Wilson e outros envergaram no principio da década de 50, quando recorde-se a Académica foi a uma final da Taça de Portugal.
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A edição é limitada, e tem um preço de 30€ pelo que para os interessados basta dirigirem-se à loja da Académica no Pavilhão Jorge Anjinho ou em dias de jogos, à loja da TBZ no Estádio Cidade de Coimbra.

  - Quinta-feira, Março 23, 2006

Académica pode ganhar três pontos na secretaria

A eventual inscrição irregular do avançado Mateus do Gil Vicente na partida com a Académica, relativa à 23.ª jornada, foi alvo de protesto pela Briosa. A derrota no campo (4-3) pode agora… resultar em três pontos.

No passado dia 19 de Fevereiro, a Académica deslocou-se até Barcelos para defrontar o Gil Vicente, num encontro referente à 23.ª jornada da Liga Betandwin.com, tendo perdido por 4-3. Até aqui, nada de anormal. A questão é que na ficha do clube de Barcelos estava incluído o angolano Mateus, contratado semanas antes ao Lixa pelo clube minhoto e que, curiosamente, até marcou na partida em questão, mas que podia ter a sua situação por regularizar, uma vez que de acordo com os regulamentos desportivos o futebolista só podia estabelecer contrato de profissional no final desta temporada, o que não veio a acontecer.
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Inicialmente, a Federação Portuguesa de Futebol e a Liga Portuguesa de Futebol Profissional impediram que o número 11 gilista jogasse, mas uma providência cautelar possibilitou ao técnico Ulisses Morais (agora no Marítimo) utilizar Mateus em quatro desafios (V. Setúbal, Paços de Ferreira, Académica e Boavista) do escalão maior do futebol português.
No entanto, na véspera da visita ao Alvalade XXI, em virtude da providência cautelar ter sido levantada, os dois principais organismos do futebol português voltaram a impedir que o ex-Lixa actuasse, o que motivou, numa primeira fase, o protesto por parte do V. Setúbal (foi goleado por 5-0 com Mateus também a facturar) e, na pretérita sexta-feira, foi a vez da Briosa.
De resto, o pedido estudantil já teve resposta por parte da Liga que abriu um processo de inquérito para «averiguar da eventual conformidade regulamentar e relevância disciplinar da utilização em competição e das condutas conducentes ao registo provisório, obtido através do recurso à via judicial, do contrato de trabalho desportivo celebrado entre o Gil Vicente Futebol Clube e o jogador Mateus Galiano da Costa», conforme se pode ler num comunicado.

Trinta dias respeitados

O responsável pelo departamento jurídico da Académica, Ricardo Guedes Costa, lembra que o emblema de Coimbra enviou a participação para a LPFP antes de findarem os necessários 30 dias para a homologação dos resultados, pelo que caso se verifique que houve irregularidade, o Gil Vicente será punido com uma derrota, revertendo os três pontos para a Briosa . Caso o referido prazo não tivesse sido respeitado, o Gil seria castigado, mas os três pontos já não vinham para a cidade do Mondego.

Esta é a novidade (a não homologação do resultado) trazida a debate, neste momento. A restante notícia havia sido já colocada pelo Simplesmente Briosa e jornal «O Jogo» há umas semanas atrás.

Vítor Vinha e Zé Castro chamados

A Briosa é o terceiro clube que mais atletas inscreve na lista de presenças do estágio da Selecção Sub-21 portuguesa. A convocatória de Agostinho Oliveira saiu há poucas horas e se a presença de Zé Castro é já habitual, a do jovem médio (adaptado a defesa esquerdo por Nelo Vingada esta época) Vítor Vinha foi uma agradável surpresa para as hostes académicas.

O estágio realizar-se pelos dias 27 e 28 de Março no Complexo desportivo de Rio Maior, que regra geral alberga as concentrações das selecções de futuro.

Parabéns rapazes!

Molha no treino

Faltou Zada, que chegará hoje ao fim do dia ao Brasil, mas faltou igualmente mais de meia equipa da Briosa. A chuva marcou a segunda sessão da tarde de treino dos estudantes,composta essencialmente por exercícios físicos e de recuperação activa.

Descontracção, «futvolei» e algumas correrias fizeram com que o treino se aligeirasse e fosse apenas um complemento de recuperação do trabalho da manhã – esta foi uma sessão de treino físico bidiário.

A gestão do plantel está a ser feita com rigor, permitindo a recuperação plena de todos os jogadores. Trabalho sério, com bola, apenas para os guarda-redes que lutam saudavelmente por uma posição de destaque na briosa baliza. Dani, Pedro Roma e Eduardo foram os que mais intensamente estiveram sujeitos a intensidade de trabalho redobrada, sob o comando atento do treinador Luís Matos. Sob um clima de saudavel companheirismo, diga-se.

Joeano: «Não há equipas invencíveis»

Porque equipa invencível é apenas a nossa, todas as outras são passíveis de serem derrotadas. Verdade de La Palisse, que Joeano com os seus golos, seus pares com o contributo no jogo e os adeptos da Briosa, com o seu apoio incondicional à equipa, terão apenas de confirmar.

«Não há equipas invencíveis, nem o Barcelona com um orçamento milionário, consegue vencer todos os seus jogos. Nessa perspectiva, e como a Académica manda na sua casa, a equipa está preparada para vencer o FC Porto». Joeano considera o seu regresso, quase como «inexplicável», mas acredita no potencial de luta da equipa. Afirma-se «feliz pelo meu reaparecimento depois de ter passado por momentos complicados».

Nós estamos contigo e com a equipa. Força Briosa!

  - Quarta-feira, Março 22, 2006

Briosómilhões















Classificação:

Acp - 53
Ivo Correia - 53

Kilkus - 47
SOBRAL - 42
ClaraF - 40
Paulo Alexandre - 38
F. Zagalo - 37
J L - 35
Luis Correia - 33
Laranjeiro - 33
Ana Castro - 32
Hugo Manaia - 32
D - 31
Jonas - 30
Zeca - 29
Gonçalo Cabral - 28
Ricardo Guimarães - 27
Chicao - 27
Zandinga - 27
Ana Carolina - 25
_Fury_ - 24
Cajo - 24
T_T - 23
Pedro Santos - 23
fpires - 23
FaceToFace - 22
Paulo Albuquerque - 22
Filipe Santos - 22
Ana - 21
Ricardo Nuno - 21
Inex - 20
Zé Preto - 20
João Amaral - 19
nuno - 18
Tiago Freitas - 14
Filipe Barata - 13
MPS - 13
Sergei - 11
João - 10
Az Pereira - 9
Jota Pê - 8


Académica - Porto:

Tótó Bola:
Fura Redes:
Espaço Maya:

  - Terça-feira, Março 21, 2006

Melhor jogador do ano para os adeptos














Isto com a avaria do servidor ficou tudo confuso. No entanto lançamos aqui a votação dos jogadores da nossa Briosa!

Académica - Penafiel

Dani
Pedro
Danilo
Ze Castro
Vitor Vinha
Roberto Brum
Dionattan
N'Doye
Filipe Teixeira
Joeano
Gelson
.
Paulo Adriano
Serjão
Luciano
.
Guimarães - Académica
.
Dani
Pedro
Hugo Alcantara
Ze Castro
Vitor Vinha
Ezequias
Roberto Brum
Dionattan
Filipe Teixeira
Gelson
Joeano
.
Paulo Adriano
Serjao
Nuno Piloto

Zada está de saída

O médio ofensivo Zada, contratado ao Santa Cruz -do Brasil - no início da temporada, está prestes a deixar Coimbra para voltar ao seu clube de origem, onde tantas saudades deixou desde que partiu. Zada estava referenciado como um polivalente do meio campo, onde poderia colmatar eventuais falhas tornando-se assim um jogador útil ao treinador Nelo Vingada. Acontece que a sua adaptação não foi das mais fáceis, e apesar de ainda ter feito alguns jogos a titular, encontra-se de momento de "malas feitas" para Santa Cruz, e ao que se sabe, ter-se-á desvinculado no passado Domingo da Briosa, e chega ao clube brasileiro na próxima quinta-feira.
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Para onde quer que vás, e porque representaste as nossas cores, boa sorte Zada!

Acabou a temporada para o defesa direito


Nuno Luís até ao final da época

Acabou a época para Nuno Luís. Esta é uma informação que se confirmará, infelizmente, de jornada em jornada, até ao final do campeonato. Está ausência forçada do sub-capitão académico é devido a uma lesão do menisco que obrigou o jogador a uma intervenção cirúrgica há pouco menos de duas semanas.

O defesa lesionou-se no jogo com o Benfica da 18ª jornada no menisco do joelho esquerdo e foi, agora, por impossibilidade de recurso a qualquer outra forma de recuperação fisiatra, sujeito à tal intervenção cirúrgica.


N’Doye está apto


Quem veremos já no primeiro treino da semana a treinar com os companheiros será N’Doye. O médio senegalês que sofreu uma entorse no joelho (sem muita gravidade) no jogo com o Penafiel, é já opção para o importante embate da próxima jornada.


Dionattan reavaliado


Como havíamos dito, Dionattan será hoje reavaliado para se perceber da extensão da lesão do médio brasileiro. Depois das excelentes exibições das últimas jornadas, esta lesão complica a afirmação do jogador na equipa e na Liga portuguesa.

  - Segunda-feira, Março 20, 2006

O que seria de nós sem rivalidades?

Vitória Guimarães VS Académica - Sempre um duelo diferente
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Por mais anos que recuemos no tempo, não chegaremos com certeza a nenhum espaço temporal em que as rivalidades não existissem e que não fossem por vezes cometidos excessos na defesa de cada um. Se nos povos pré-históricos se lutava por animais que serviriam de alimento, e nos dias de hoje se luta intensamente por um outro "alimento", também no futebol a luta pela sobrevivência, e mais do que isso, por uma superioridade, que por vezes leva a que sejam cometidos excessos. E qual a melhor altura para dissertar acerca do assunto, senão depois de um sempre emotivo Guimarães-Académica?
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É hoje um assunto em voga na sociedade este das claques, ao ponto de já se questionar o beneficio ou malefício que estas trazem ao futebol, os cânticos que embalam as equipas, ou simplesmente a dedicação e amor ao clube demonstrados por estas minuto a minuto, jogo a jogo, temporada a temporada, sempre atrás da sua religião. Não será novidade para ninguém, que existem milhares e milhares espalhados por este mundo fora - e quantos já perderam a vida em viagens atrás do seu clube - que põem acima de tudo e todos, mesmo os que lhe são mais próximos, e que são capazes de tirar de si próprios para - como se de um filho se tratasse - entregarem-se de corpo e alma a seus emblemas. Não será então por aqui que aparece o lado negro das claques, mas antes na questão da mentalidade, algo que nos dias de hoje não é exclusivo das claques mas antes da sociedade dos nosso tempos, a cada dia que passa com uma crescente falta de valores e princípios, e que se reflecte nos momentos de maior euforia, ou naqueles de fracasso e tristeza...
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Os "ultras" por tudo o que foi dito atrás, manifestam talvez o lado mais visível de tudo o que a sociedade de hoje vive, com violência, a mesma violência que todas as noites acontece em vários locais bem distantes do 'palcos da bola' mas que a televisão e os jornais já não relatam, talvez por tão useiras e vezeiras que são.
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Com o que se escreve aqui neste momento, não se quer no entanto tentar transparecer que somos indiferentes a todas e quaisquer atitudes que possam ser tomadas, porque é opinião geral que algumas claques fariam a mesma falta ao futebol que uma viola faz num enterro, mas como em tudo na vida, ao fazer-se uma análise geral, há sempre extremos que não são possíveis de atingir nessa análise por mais alargada que esta seja.
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No último Domingo, na cidade berço de Portugal, defrontaram-se adeptos diferentes, de clubes diferentes e com uma mentalidade enormemente diferente. Se a nossa "Mancha Negra" ainda hoje - como sempre - entra em todos os jogos para ganhar, pela sua atitude única e exclusivamente a favor do espectáculo, quase sempre alheada de guerras e demais distúrbios, do outro lado estavam as várias claques organizadas do Vitória de Guimarães, que não ensaiam um único instante para uma provocação a um jogador ou adepto ou mesmo em guerrilhas internas que nada beneficiam o seu clube, para o qual repito, que não tenho duvidas de que seja muitas vezes o que na vida mais facilmente lhes traz emoções, quer de alegria ou de tristeza, de euforia ou profunda consternação.
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O resultado final foi um empate, e até nos deu um certo regozijo, entrar nos fóruns do Vitória e encontrar no meio de tanta frustração, banners como esta que vêem à vossa direita, numa frase que seguramente não tem o carimbo vitoriano na sua génese. Mas mais do que o resultado e do que estes desabafos tão usuais em qualquer adepto, foram as atitudes das claques vimaranenses, pelo menos ao que rezam as crónicas que nos chegam, porque desportivismo e ser adepto, não é fácil, e a dedicação à causa não justifica atitudes como as que foram tomadas contra as gentes da Briosa, e contra a própria integridade física dos Académicos que marcaram presença no Estádio D. Afonso Henriques.
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Agredir pela simples razão de agredir, ultrapassa todas e quaisquer barreiras, todos e quaisquer limites, mesmo aqueles que para as claques são amplamente alargados por tudo o que já foi dito em cima, e trata-se neste caso de situações de uma falta de civismo atroz, em que não tenho qualquer receio em afirmar que são verdadeiros burros, com talas viradas unicamente para a violência e para o seu clube, não olhando a meios nem a fins para atingir os seus objectivos, e adeptos como estes meus amigos, estragam tudo o que se pode dizer de bom acerca de um clube que leva 18.000 pessoas ao seu estádio e com a equipa em zona de despromoção. Não sou particularmente apreciador do Guimarães, mas digo-o, admiro imenso os seus adeptos que a todos os níveis nos dão todas as semanas verdadeiras lições, mas tenho um pavor às suas terríveis claques, tão más que até Pimenta Machado decidiu excomungar uma delas...

Dionattan reavaliado amanhã



Apesar de ser difícil a participação do médio no jogo da próxima jornada em casa, Dionattan será amanhã reavaliado para se perceber a extensão da lesão que afecta o profícuo jogador académico. O médio, como o Professor Nelo Vingada afirmou «sentiu um toque no joelho esquerdo», após um belíssimo lance individual, que infelizmente culminou da forma que se sabe. O treinador da Briosa disse ainda que «entre hoje e amanhã o jogador deverá ser reavaliado».

Folga para começar a preparar o jogo de Domingo

O jogo da próxima jornada será Domingo às 18.30h, ante o líder do campeonato. A preparação do jogo que poderá ser um dos conclusivos passos para a manutenção ( em caso de vitória) começará apenas amanhã e por isso, apenas a partir dessa altura se poderão perceber quais as reais opções que Nelo Vingada tem à sua disposição para tão importante embate. Para já, Sarmento, Nuno Luís, N’Doye,Danilo e Dionattan estão na lista dos «entregues ao estaleiro».

A Cábula

Apesar da Briosa ter conseguido um importante ponto no D. Afonso Henriques caíu uma posição na tabela classificativa ocupando agora a décima posição com 33 pontos.

Esta jornada foi bastante feliz para a Naval, Belenenses e Amadora que conseguiram amealhar três pontos e a conseguirem colocar numa situação menos desafogada.
A situação de Gil Vicente, Paços de Ferreira e V.Guimarães por outro lado ficou um popuco mais complicada podendo em breve alguma destas se juntar ao Penafiel.

  - Domingo, Março 19, 2006

Briosa empata na Cidade Berço

Em jogo de luta pela permanência no escalão mais alto do futebol português, Académica e Vitória de Guimarães protagonizaram um empate perante as cerca de 18.000 pessoas que marcaram presença neste duelo. O resultado final foi um empate a uma bola, com golo de Joeano para a Briosa e Saganowsky para os da casa, no entanto, o resultado acaba por ser mais favorável aos estudantes uma vez que ficam com vantagem no confronto directo e mantém a linha de água a uma distância ainda minimamente confortável...
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Um minuto bastou para que todo o jogo fosse decidido. Foi aos 18 minutos que a Briosa abriu o activo por intermédio de Joeano batendo com um toque subtil o guardião Nilson na sequência de um livre apontado à entrada da área. Porém, pouco foi o tempo que os estudantes tiveram para festejar o tento do brasileiro, já que na jogada seguinte era o polaco Saganowski a fazer uma recarga vitoriosa depois de um primeiro remate defendido (mal) para a frente por Dani.
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A segunda parte recomeçou com atitudes diferentes, um Vitória mais vocacionado para o ataque, a Briosa sempre à espreita no contra-golpe, arte em que parece estar cada vez mais cómoda, tal é a regularidade com que tenta estas situações. Vitor Pontes mexeu na equipa, tirou Neca ainda na primeira parte e ao inserir Paulo Sergio em jogo, tentou pelo menos alargar a linha atacante vitoriana, mas este raramente conseguiu cumprir os intentos do seu treinador. Até ao final um punhado de boas oportunidades para o Guimarães poderiam por certo ter desfeito a desvantagem numa altura em que a Académica vivia à espera de um momento individual ou de Joeano ou de Filipe Teixeira, mas foi Dani o herói ao fazer defesas absolutamente fantásticas, a redimir o seu erro que causou o golo de Saganowsky ainda no primeiro tempo. É certo que o Vitória esteve por cima - salvo seja - durante a maioria do segundo tempo, mas a consistência defensiva apresentada pelos pupilos de Nelo Vingada, justificou na plenitude o ponto alcançado em Guimarães.
Análises Individuais
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Dani – A bola era difícil porque bateu mesmo à frente do guarda-redes da Briosa, mas o que é certo é que este a largou. O avançado contrário foi lesto a atacar a bola e por isso marcou. Mais uma falha a acabar o jogo, com duas grandes intervenções no entretanto. Merecia, obviamente, a titularidade.

Vítor Vinha – Ora fechando mais no meio quando se colava aos centrais, fazendo a tripla de defesas, ora caindo mais na esquerda abrindo as subidas do seu companheiro de sector, o jovem académico mostrou mais uma vez a regularidade que sempre o patenteia. Sóbrio na ocupação de espaços e na percepção do jogo.

Zé Castro – Defendeu sempre a preceito e secou, com os companheiros de sector, aquele que é o mais forte argumento dos contrários, o ataque. Afinal a solidez defensiva é o dínamo que vence jogos.

Hugo Alcântara – Um corte soberbo que os adversários reclamaram de penalty. O ponta de lança contrário apenas ajoelhou e rezou, perante tal miraculoso corte. De resto sempre bem e claramente, bem acompanhado.

Pedro Silva – Apesar de por vezes ser excessivamente rezingão, é um jogador que sempre apreciámos pela sua consistência defensiva, capacidade de cruzar e bater livres. Hoje foi apenas mais uma tarde de confirmação. Excelente partida do defesa direito da Briosa.

Ezequias – Jogando a médio esquerdo, recuando mais até à posição de defesa do mesmo lado quando Vítor Vinha se colava aos centrais, fulminou os adversários com arrancadas de nível e algumas faltas cavadas.

Roberto Brum – Aparece nos momentos em que a equipa mais dele necessita, especialmente em missões defensivas. A partir dos 20 minutos da segunda parte, cresceu, cresceu até se tornar um dos pêndulos do jogo dos de negro.

Dionattan – Enquanto esteve em capo levou a equipa para a frente, fintou adversários vezes sem conta e arrancou faltas importantes. Saiu lesionado com queixas no joelho, depois de ter feito mais uma arrancada soberba e ter rematado à baliza.

Filipe Teixeira – Agora parte mais de trás, levando a bola e imagine-se, fez parte da cobertura a uma das mais importantes unidades do ataque contrário, um tal de argelino. Poderia ter marcado um golo, ainda na primeira parte do encontro.

Joeano – Mais um golo, para aquele que certamente no final das contas será o melhor marcador académico do campeonato. Um bom desvio de cabeça a uma óptima solicitação de Pedro Silva. Poderia ter marcado por mais uma vez, mas falhou o que anteriormente havia conseguido.

Gelson – Extremamente lutador e abnegado, teve dois lances em que poderia ter facturado, mas a sua principal missão foi a de servir de primeiro tampão às investidas contrárias.

Nuno Piloto – A ansiedade parece tê-lo abandonado por instantes e jogou mais, sem complicar ou querer resolver tudo sozinho. Foi muito mais produtivo em jogo colectivo de equipa.

Paulo Adriano – Entrou para pautar jogo de meio campo e esteve bem.

Serjão – Entrou na luta da «prisão» de pelo menos dois defesas contrários e no pouco tempo de jogo que teve disponível, cumpriu.
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Sala de Imprensa
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Nelo Vingada, treinador da Académica:
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«Esta jornada era uma oportunidade para agarrar. Precisávamos de pontuar, sabíamos da importância de manter o Vitória de Guimarães a uma distância confortável, embora não decisiva. O Vitória vinha de uma onda muito positiva, mas é justo dizer que o nosso guarda-redes não fez uma defesa difícl na segunda parte. Julgo que o resultado é correcto. Demos mais um pequeno passo. O F.C. Porto? Agora vamos recuperar e depois pensamos nisso, a minha vida não é só futebol!».
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Pedro Silva
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Pedro Silva considerou o «resultado injusto». Para aquele que foi um dos melhores da Briosa o «resultado merecido era a vitória». «A Académica teve várias oportunidades para marcar, mas é um ponto válido". Com o pensamento já no próximo encontro o lateral considerou que «No jogo ante o líder da competição, vamos fazer tudo para conseguir um grande resultado».

José Eduardo Simões: « Mancha Negra é espectacular em qualquer estádio»

O Presidenta da Briosa considerou este «um empate importante, que poderia ter sido uma vitória». Sobre o magnifico apoio da claque, o Presidente considerou-o «sempre fantástico, a Mancha Negra é espectacular em qualquer estádio».
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As análises individuais são da responsabilidade do Embriolado

  - Sábado, Março 18, 2006

Obrigatório GANHAR!

Até se garantir a tão desejada manutenção ainda há muita tinta para correr…
Os jogos que se seguem são autênticas finais para a Briosa, e o jogo de amanhã com o Guimarães NÃO é excepção.
Para trazer os 3 pontos para Coimbra foram convocados os seguintes 20 jogadores:









Guarda-Redes
12 Dani
24 Pedro Roma

Defesas
4 Ezequias
5 Hugo Alcântara
13 Zé Castro
16 Pedro Silva
18 Vitor Vinha
22 Sarmento


Médios
11 Dionattan
14 Filipe Teixeira
19 Paulo Adriano
23 Ito
28 Nuno Piloto
30 Andrade
87 Zada
88 Roberto Brum

Avançados
2 Joeano
9 Gelson
20 Fernando
50 Serjão

No lote dos escolhidos não se encontram os lesionados Danilo, Nuno Luís e N’Doye. Castigado está Luciano, depois de ter visto o 5º amarelo no jogo ante o Sporting.
O jogo será amanhã ás 16h, no Estádio D. Afonso Henriques.


Nelo Vingada está confiante na vitória “Vamos jogar amanhã com esse pensamento, vamos aproveitar esta oportunidade para pontuar”
Em relação à confiança do adversário depois de ter eliminado o Benfica da Taça de Portugal, Nelo Vingada desdramatiza afirmando que “está numa fase de grande motivação – motivação esta que por si só não chega para vencer o jogo”.

  - Sexta-feira, Março 17, 2006

As contas até ao fim

Não é noticia para ninguém que as contas até ao fim do campeonato se farão a diversas vozes, para auxiliar todos "os matemáticos" e não só que gostam de contar pelos dedos os jogos e os adversários que faltam aos aflitos, o Simplesmente Briosa coloca ao dispor uma pequena cábula que lhes poderá ser bastante útil.

Conforme as jornadas forem passando esta "cábula" será actualizada. Que as contas corram de forma favorável à nossa Briosa!
Boas contas!!!

A vontade que não esmorece

Ainda muitos voos estarão por dar
Por motivos que são completamente alheios à nossa responsabilidade, o nosso servidor teve nestes últimos dias alguns problemas que nos afectaram de forma directa, uma vez que não tem sido possível aceder a este espaço.
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Contudo, e apesar do inconveniente que foi, também serviu como tempo de pausa, de reflexão, para que neste momento voltemos ainda mais fortes e lúcidos, continuando o trabalho que estávamos a fazer até a este pequeno contra tempo.
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Como em tudo na vida, existe sempre um lado bom das coisas, e este está descoberto, porque é com este optimismo que encaramos o dia-a-dia e que tentamos também transmitir a quem nos lê!
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Um pedido de desculpas, um abraço, e que Domingo os três pontos venham para Coimbra!

  - Quinta-feira, Março 16, 2006

Briosómilhões


O melhor jogo do mundo com a classificação disponivel na 6ª feira. Lembramos que também se pode jogar através do e-mail simplesmentebriosa@hotmail.com visto que os problemas com o servidor têm sido constantes.

V.Guimarães - Académica
Tótó Bola:
Fura Redes:
Espaço Maya:

Adeus, até para o ano

Depois do Simplesmente Briosa ter estado inactivo por motivos alheios às nossas responsabilidades, a Académica ficou também fora da Taça de Portugal.












"Essa Taça é nossa" disse Gelson há não muito tempo. Ontem, contra o Sporting, a Briosa disse adeus ao sonho...


Em relação ao jogo com o Penafiel, a equipa tinha que ser mexida. A lesão de N'Doye, o castigo de Filipe Teixeira e um adversário com um potêncial bastante maior obrigavam a isso. E Nelo Vingada mexeu. Hugo Alcântara, Danilo e Zé Castro formaram o trio defensivo, Ezequias, Pedro Silva, Roberto Brum e Paulo Adriano no meio campo e Fernando, Luciano e Serjão na frente. Um 3-4-3 claro que se justificava apenas por um motivo: o adversário ser o Sporting.

A Académica entrou melhor, ganhou o meio campo e teve até bons lançes de ataque. Ezequias rematou, Pedro silva também. Paulo Adriano demorou e assim se perderam as melhores oportunidades da Académica. Num jogo pobre, chegava-se ao intervalo com um resultado justo pelo que foi feito.

Tal como nos dois últimos jogos, houve golo logo após a 2ª parte. Desta vez, fruto de uma falha de marcação, Deivid fez o 0-1 aos 51 minutos.
Depois, jogo com coração... Entrou Joeano, Gelson e toda a artilharia pesada. Sem arte nem engenho a Académica não conseguiu marcar. Aos 95' num contra ataque bem organizado o Sporting "matou" o jogo.

É então uma história simples. Num jogo que podia ter dado para os dois lados, o Sporting acabou por ser mais feliz. Marcou dois golos e segue em frente na Taça. A Académica fica por aqui depois de ter eliminado adversários de respeito como o Gil Vicente e o D.Aves. Culpados na Briosa? Todos, é um grupo.

Adeus, até para o ano...

  - Quarta-feira, Março 15, 2006

Hoje é dia de Taça

Logo, às 20.30h o sonho regressa a Coimbra. Quartos de Final da Taça de Portugal. Académica - Sporting.

Os convocados estão escolhidos:
1 Eduardo
12 Dani
2 Joeano
3 Danilo
4 Ezequias
5 Hugo Alcântara
7 Luciano9 Gelson
13 Zé Castro
16 Pedro Silva
18 Vítor Vinha
19 Paulo Adriano
20 Fernando
28 Nuno Piloto
30 Andrade
50 Serjão
87 Zada
88 Roberto Brum


"É com este sonho que eu e muitos da nossa geração, uma larguíssima geração, dos 0 aos 40 que já não teve a oportunidade de viver o que tanto ainda hoje se orgulha apesar do já grande passar do tempo. Tudo isso, porque este sonho, acredito ser possível de realizar, é só preciso… acreditar! ACREDITAR que somos capazes, que não há ninguém superior a nós mas nunca perdendo a humildade que em tempos nos caracterizou, com a crença de que podemos chegar longe, e quando me refiro à pessoa plural, também vocês, homens que “carregam” o nosso orgulho domingo a domingo, têm de acreditar, porque nós acreditamos em vocês, vamos em frente Briosa, porque o meu sonho, é o nosso! "

Problemas de bilheteira

Há algo que se poderá revelar um quebra-cabeças para os sócios da Briosa. Como já se sabe, o bilhete de época não pode ser utilizado neste encontro, mas não deverá servir, em princípio, como identificação para o jogo de hoje à noite. Fazer com que os sócios recorram ao velhinho cartão de associado (com a fotografia), que nos haviam já dito que se encontrava «extinto», poderá trazer graves dificuldades a quem seja apoiante dos Estudantes e não tenha já consigo, tal elemento de identificação.

A Direcção da Académica parece querer inverter este procedimento esquisito e no último momento, permitir a entrada dos associados no estádio com o cartão de época.

Mas ainda nada é definitivo. Pede-se apenas bom senso, tendo em linha de conta que frequentemente foi dito pelos responsáveis de secretaria do clube, que o velhinho cartão de associado, adquiria mero sentido «figurativo».

  - Segunda-feira, Março 13, 2006

Xanana Gusmão - Um exemplo

O Presidente em visita a Coimbra




















Talvez até já nem seja novidade que o presidente de Timor visitou Coimbra. Uma visita agradável e com direito a cerimonia. Pouco faltava para as 11h de Domingo e já o nosso presidente, José Eduardo Simões, esperava a comitiva que viajava de Timor. No centro comercial Dolce Vita o palco estava pronto. Num placard podia-se ler "Bem-Vindo a Coimbra", e foi bem-vindo que chegou o aguardado Xanana Gusmão com um cachecol da Académica aos ombros.
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Simpático e afável, como desde sempre nos habituou, Xanana Gusmão mantém a humildade com que em tempos lutava em campos de batalha contra o regime Indonésio e a favor da independência do seu povo. Capa e batina a ombros, bem como um cachecol daquela que considerou ser também a "sua" Briosa, o presidente Timorense. “Emocionado e comovido por estar em Coimbra”, foi assim que se apresentou aos cidadãos que àquela hora se passeavam no Dolce Vita, e por entre algumas palmas e outras mensagens de apoio, Xanana sempre bem humorado, lá seguiu na companhia de José Eduardo Simões entre outros até ao Estádio Cidade de Coimbra.
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Já à tarde, em pleno estádio, e antes do simbólico pontapé de saída dado por Roberto Brum e o presidente de Timor, este não pôde de deixar algumas palavras para o público presente no estádio, que a cada pausa, não resistia a uma salva de palmas, com as palavras simpáticas tal como quem as proferia.
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Agradecendo o gesto da Académica, de entregar equipamentos para Timor, disse "A generosidade que sempre foi um acto de princípio do povo português configura-se na vontade e solidariedade da AAC no apoio que está a dar à juventude timorense", tendo concluído o seu discurso com o apelo: "Espero que um dia, neste magnifico estádio, possa vir a jogar um Timorense da Académica de Dili! Viv'à Académica!" foram as palavras que antecederam as palmas finais, quando muitas pessoas fizeram questão de o aplaudir de pé.

Sempre com o pronome "nossa" antes de dizer o nome Académica ou magnífico antes de Estádio, Xanana ganhou o respeito dos cerca de seis milhares de pessoas que o ouviram, e parece ter ficado um espírito. Adeptos como este... é um orgulho para qualquer clube do mundo! Obrigado pelo exemplo que nos deu, que nos dá, e que certamente continuará a dar, Presidente!

ManchaNegra - Viagem a Guimarães