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  - Domingo, Abril 30, 2006

A Cábula

Na jornada 33, U.Leiria e Estrela da Amadora já garantiram matematicamente a manutenção, enquanto a Naval 1º Maio ficou submersa por troca com o Gil Vicente, na subida de um ponto da linha de água.

Mais uma vez, será na ultima jornada que os adeptos da Briosa poderão respirar de alivio, onde basta um ponto para que não se dependa de resultados de terceiros.

FORÇA BRIOSA!!!!

Permanência a 1 ponto de distância...

Belenenses 0-0 Académica


O ideal - como sempre - seria a vitória, que daria à turma conimbricense a segurança necessária para encarar o último jogo sem receios de espécie alguma, assegurando assim na penúltima jornada a permanência no escalão mais alto do futebol português. Mas se de um lado estava a Académica nessa situação, também do outro estava um Belenenses em clima semelhante dada a curta distância de um ponto que separava as duas equipas e onde o empate final acaba por premiar uma estratégia defensiva da Académica apesar do largo domínio de jogo dos de Belém, deixando assim a necessidade da já habitual máquina calculadora para a última jornada da prova.

O jogo começou por ser aberto de ambos os lados, ataque e contra ataque marcaram a primeira parte do encontro onde ambas as equipas pareciam estar dispostas de facto a discutir o jogo, e as oportunidades, embora em numero escasso, sempre foram surgindo quer para um lado quer para o outro embora sem perdidas escandalosas nem defesas fantásticas, excepção feita a um remate de Gaspar dentro da área a que Pedro Roma correspondeu com uma magnifica defesa como aliás já é seu timbre.

Uma espécie de pacto de não agressão foi a marcar que ficou do jogo entre os dois clubes que na segunda parte, com uma Académica retraída no terreno por clara opção técnica, e sendo Meyong bem anulado pelo agora central Ezequias, os únicos desequilibradores do encontro - Silas e Zé Pedro - não conseguiram ainda assim contrariar o nulo final.

Ficam para a última jornada a maior parte das decisões, sendo que para tristeza de todos os académicos o Guimarães praticamente deitou hoje fora quase todas as hipóteses que ainda tinha de ficar na Primeira Liga, uma pena pois claro...

  - Sábado, Abril 29, 2006

A caminho da manutenção...

Eles são 18, eles são da Académica, eles vão jogar amanhã como Belenenses, eles vão GANHAR, e com sorte… eles vão voltar a trazer 5 pasteis de Belém para Coimbra, como há dois anos.

Eles são…

12 Dani
24 Pedro Roma
2 Joeano
4 Ezequias
9 Gelson
13 Zé Castro
16 Pedro Silva
18 Vítor Vinha
19 Paulo Adriano
20 Fernando
21 Rui Miguel
22 Sarmento
23 Ito
28 Nuno Piloto
30 Andrade
50 Serjão
78 N’Doye
88 Roberto Brum


FORÇA BRIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOSA!

  - Sexta-feira, Abril 28, 2006

18.00,certas. É hora «d'a Cabra» tocar

Uma reflexão sobre o futuro da ACADÉMICA
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Com os meus 47 anos de idade, e cerca de 30 anos de associado, apesar de não ser natural nem residir em Coimbra, sou um Académico genuíno, ou seja, não sou, como muitos, para quem a Académica é o 2º clube, a seguir a outro. Eu só tenho uma paixão clubística, que sofro jogo a jogo e há muitos anos.
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Tenho lido não apenas os artigos, bem como os comentários, que são feitos, e de uma maneira geral, concordo com os “desabafos” que os associados fazem. Naturalmente, tenho plena consciência que este não é o momento ideal, para se criticar seja o que for, dado os próximos domingos serem decisivos para o futuro do nosso clube. Mas importa reflectir, o desempenho nos últimos anos, o balanço actual e sobretudo, reflectir do que poderá ser o futuro, se nada for feito em termos de decisão estratégica a médio e longo prazo.
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Tenho a convicção que o plantel da equipa é mal gerido há vários anos. Não posso estar mais de acordo quando leio relativamente à descaracterização da equipa, designadamente, excesso de brasileiros, jogadores que não sentem a camisola da Académica, e eventualmente a má prospecção feita no mercado brasileiro, quando nas divisões secundárias há jovens com maior valor de muitos titulares do nosso plantel.
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E sou daqueles que pensam que todas as equipas devem ter a sua dose de “mística”, nomeadamente entre várias coisas, a manutenção no plantel de pelo menos 5/6 jogadores influentes durante muitos anos, para a transmissão para os jogadores mais novos, sobre a realidade do clube, e as suas tradições.
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Mas penso que este problema não é só de agora, e tenho a convicção, que a Académica tem sido mal gerida há vários anos, ao nível de plantel. (por ex. quando há 3 anos, o ex atleta Marcelo, era um dos jogadores mais caros do plantel, está tudo dito, e não vale a pena dizer mais nada.
Não tenho qualquer dúvida, que algo tem que mudar. E desde já, sublinho o seguinte:
MESMO QUE NOS PRÒXIMOS DOMINGOS, TUDO NOS CORRA PELO MELHOR, NADA DEVERÁ FICAR COMO DANTES.
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Aos sócios e à assembleia-geral cabe a maior responsabilidade. Em qualquer organização, empresarial, desportiva, cultural, política, ou outra, a assembleia-geral, está e estará, sempre acima de uma direcção. Uma coisa, teremos que ter orgulho no nosso clube. Isto ainda não é uma SAD, não está instituído nenhum regime presidencialista, e muito menos, ninguém deve ser dono do clube, pôr e dispor a seu belo prazer. É um clube democrático, onde a vontade dos sócios, e a sua decisão e responsabilidade na eleição dos órgãos directivos se mantém. E espero sinceramente que pelo menos este aspecto prevaleça no futuro.
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Um plantel que tem no mínimo o 8ª ou 9ª orçamento da 1º liga, (e foi o Presidente que afirmou na Tv, na campanha para a sua eleição, questionado que teria o 4º maior orçamento, pelo seu opositor de então), não pode ter este rendimento ano após ano. E se a descida não se concretizar agora, (como todos esperamos), ano menos ano, ela será uma realidade, e todo o projecto do clube (se é que existe algum projecto, o qual duvido), económico e desportivo do clube será mais difícil, ou até comprometedor.
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A menos claro, que algo mais seja feito.
A decisão e a movimentação necessária para a busca de soluções alternativas, cabe aos sócios naturalmente.
A nossa Académica deverá ser, aquilo que os sócios quiserem que ela seja.
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Texto da autoria de João Carlos Cabral
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Este é um espaço em que cada adepto, livremente dá a opinião e a lança à
garraiada que regra geral, são os comentários neste espaço. Usem-no livremente!

Mata mata ... ou a mania da matemática !

Pois é caros amigos,

Chegamos ao fim de novo com a corda nas mãos e à beira da árvore mas acredito que ainda não vai ser desta que nos vão enforcar!

O nosso jogo de Domingo é de uma importância transcendental e temos a equipa completamente de rastos, mas por estranho que pareça é nestas alturas que costumamos tirar da cartola o impossível e levar os sócios à doce loucura. Podem chamar-me masoquista, mas o ardor destas batalhas é que nos dará força para em conjunto procurar-mos trilhar um caminho de mais sucesso e de mais Académica.

As minhas contas já estão feitas, infelizmente continuamos a ter de pesar factores que nada têm a ver com transpiração nem inspiração (embora rime com estas) e só por isso teremos de sofrer até à última jornada, mas sairemos de novo vencedores desta batalha! TENHO FÉ!
BRIOOOOOOOOOOSA !!

  - Quinta-feira, Abril 27, 2006

Briosómilhões















Belenenses - ACADÉMICA

TóTó Bola:
Fura-Redes:
Espaço Maya:

  - Quarta-feira, Abril 26, 2006

Luciano na Madeira

O ex-academista Luciano Fonseca, com quem foi rescindido contrato à menos de uma semana, afirmou ao jornal OJOGO que estaria prestes a assinar contrato com o Marítimo e que o Nacional também estava na corrida pelos préstimos do atleta.

Ser ou não ser ...

Depois de mais uma exibição de envergonhar o mais acérrimo dos Académicos, estou de volta a estas lides para falar de um tema que deveria esperar 3 semanas, mas que me descontenta ao ponto de quebrar o meu voto de silêncio em relação à situação directiva da Académica. Faço-o para procurar entender melhor as reacções por parte de pessoas que deviam, em proveito próprio, ter uma melhor noção de timing.

Eu próprio não votei no Eng. Simões porque não concordo com a descaracterização pura e simples do clube e da substituição da nossa mística por uma versão mais "apimbalhada" e "popularuxa", mas antes de avançarmos para soluções radicais extremante perigosas temos primeiro de encontrar uma forma de nos "aguentarmos no balanço sem cairmos ao mar".

Durante praticamente toda a semana, uma facção alegadamente ligada ao Dr. Campos Coroa insistiu na demissão, por razões éticas, do presidente Eng. José Eduardo Simões e na convocação de eleições antecipadas. Se, pelas mesmas razões, concordo que a posição do nosso presidente está bastante enfraquecida e que a própria Académica e os Académicos estão a sofrer as consequências do processo contra ele movido, já não concordo que este cenário deva dar lugar a eleições antecipadas, uma vez que a direcção em funções foi mandatada pelos sócios para cumprir uma estratégia financeira e desportiva que deve ser levada até ao seu final, mesmo que para isso tenha de ser encontrado no seu seio um novo presidente para a instituição.

A única situação em que um cenário de eleições antecipadas poderia ser admissível seria o da inexistência de quorum dentro da Direcção (por demissão de Vice-Presidentes) para a continuação do mandato e mesmo nessa situação existem, para mim, pelo menos duas questões em aberto em relação a uma eventual candidatura do Dr. Campos Coroa que passo a enumerar:

- Será que a relação do Dr. Campos Coroa com o tecido empresarial melhorou o suficiente para lhe confiarmos de novo a Instituição? Ser um grande Académico não é suficiente para pegar na Académica/OAF como já foi largamente comprovado. É preciso dinheiro fresco e ainda não vi o Dr. Campos Coroa nem ninguém ligado a ele a falar numa estratégia financeira que viabilize a candidatura e o clube.

- Depois de o Dr. Campos Coroa ter afirmado publicamente que saiu "crivadinho de facadas nas costas" e de agora ter surgido uma carta anónima colocando em causa a honorabilidade do actual presidente, teria o Dr. Campos Coroa de, também publicamente, manifestar solidariedade ao Eng. José Eduardo Simões para que na mente dos Académicos não surjam qualquer tipo de fantasmas ...

Já em relação ao timing de todo este alarido, penso que a tal facção está a "por-se a jeito" para carregar com parte da responsabilidade de uma eventual descida (que na prática pode implicar a extinção pura e simples do organismo autónomo de futebol tal como o conhecemos). Não podemos à Segunda apelar à união dos Académicos e à Quinta procurar dividi-los com questões que neste momento (E SÓ NESTE) são laterais e altamente prejudiciais para quem nos serve e vive de ordenados pagos por nós. Todos sabemos que a situação é grave ... é bom que não a agravemos ainda mais com uma descida de divisão ... ou não acham ?

ACREDITEM "RAPAZES" NESTA VITORIA!


A direcção da A.A.C./OAF vai disponibilizar GRATUITAMENTE AUTOCARROS para todos os sócios, claque e simpatizantes, assim os sócios e simpatizantes da nossa BRIOSA apenas terão de efectuar a respectiva inscrição na secretária do clube ou na sede da claque, sito no Pav. Jorge Anjinho solum e solicitar apenas a reserva de bilhete para o jogo.
O custo do bilhete é de apenas 7,5€.
A Mancha Negra vai efectuar a respectiva viagem com o nome de código: "ACREDITEM "RAPAZES" NESTA VITORIA!" e apela a toda a nossa massa associativa e simpatizantes de Coimbra para a mobilização neste encontro de carácter decisivo para a nossa BRIOSA.
As inscrições e informações podem e devem ser efectuadas na sede da claque, sito pavilhão Jorge anjinho, até 5º feira a noite ou através dos telefones 919485361 Miguel (vhs) e 936497246 Carlos (Viagra).
A viagem está programada para Domingo, dia 30, pelas 13 horas, partida do pavilhão Jorge Anjinho.
Sem mais, agradeço a atenção prestada de todos.
Miguel
919485361
MNTOURS85

  - Terça-feira, Abril 25, 2006

A Cábula

Nesta jornada a linha de água subiu mais dois pontos, principalmente inflacionada com os três pontos obtidos pelo Gil Vicente na recepção ao Rio Ave. Por outro lado, o Marítimo já se livrou do martírio das ultimas jornadas, garantindo a manutenção.



A Académica, com a derrota caseira voltou a descer uma posição, por troca com o Paços de Ferreira, e não larga os difíceis lugares da cábula. O anúncio é simples: PONTOS PRECISAM-SE!!!!

Nos recortes do passado

"Porque recordar é viver..."


"Oh pa, era importante marcar primeiro; 1-0. 1-0 é inseguro, só o segundo é que nos tranquilizava; 2-0. 2-0 é enganador, se não metemos o terceiro ainda nos vemos aflitos; 3-0. 3-0 sim, assim já é um resultado!; 4-0 Já lá está outro?. É... que 'cabazada'!" 5-0 final . . . " ao longo do jogo...
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No meio de um placar de cortiça, que cada vez mais cai em desuso fruto dos agora mais usuais arquivos digitais, e assim com muito menos fotos do que em tempos já teve, ainda assim há pequenos recortes que nos fazem recuar no tempo, para bons ou maus momentos conforme o pedaço escolhido. Foi neste momento que saltou à vista os 5 "pastelinhos", que tão bem souberam no já distante dia 21 de Fevereiro de 2004, quando aos comandos de João Carlos Pereira a Briosa fez uma das mais fantásticas exibições de um passado recente e com um monumental espectáculo bateu os de Belém na altura comandados por Augusto Inácio por esclarecedores 5-0.
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Para todos os que assistimos a este embate quer fosse pela televisão ou no estádio, terá certamente sido um jogo que dificilmente esqueceremos, e que nos ficará na memória como um dos melhores momentos enquanto academistas, tal como aos de Belém mas por motivos opostos...
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Ao outro dia de manhã, já só sobrava o relembrar da noite anterior, e a vontade de devorar os jornais desportivos todos que saiam nessa manhã, tal como viria a fazer... Daí hoje ter estes pequenos pedaços de jornal, carinhosamente expostos no tal placar de cortiça, para que a cada derrota encontremos no passado algum ânimo para continuar em frente, e neste momento, o caminho passa por Belém, e por ganhar, esquecendo o ultimo jogo e preparando este próximo, algo que pode ser difícil, aceito, mas de forma alguma é impossível! Vamos Briosa, vamos em frente, vamos ganhar, vamos assegurar de uma vez por todas a permanência na Liga em vez de deixar para a tão sofrida última jornada.

Uma boa notícia para alegrar (um pouco) o dia...





Mancha Negra claque da Académica, fez espera a João Tomás


Os elementos da Mancha Negra, claque da Académica, não gostaram da atitude de João Tomás, ex-avançado da equipa que marcou dois dos golos do Sp. Braga em Coimbra (0-3), esperando à saída do estádio pelo jogador para manifestarem a sua insatisfação.

A inimizade tem antecedentes, pela forma como João Tomás abandonou a Académica, para assinar pelo Benfica, e voltou a ser acentuada no encontro que terminou com o triunfo bracarense. Quando marcou o segundo golo da sua equipa, o ponta-de-lança foi comemorar junto da Mancha Negra, gesto que a claque encarou como provocação.

Os adeptos dirigiram-se, após o termo do encontro, à zona onde estava estacionado o autocarro do Sp. Braga para insultarem João Tomás, motivando o reforço do cordão policial que envolvia o veículo. O jogador, refira-se, não respondeu às palavras dos elementos da Mancha Negra.

  - Segunda-feira, Abril 24, 2006

O beijo de Judas


Mais uma traição ao jeito da compensação do futebol português. Mais uma pequena farsa, um Auto de Gil Vicente, um beijo histórico de morte. O segundo e terceiro golos, foram carícias de fel, do árbitro da partida e de um jogador que teve a sua paga – porque também foi assim, pago – «à letra». No final do encontro…


Uma oportunidade desperdiçada para conseguir desde já, a manutenção no primeiro escalão do futebol português, ou pelo menos, um maior conforto no enfrentar das últimas jornadas. O 4-3-3 inicial da Académica muito feito pelo meio do terreno e sem alas para dar profundidade ao jogo, esbarrou inevitavelmente na consistente muralha de meio campo adversária. O trio da frente composto por N’Doye, Joeano e Ezequias (este completamente desadaptado às funções de ataque) não dava nem lateralização ao jogo, nem pressionava o sector menos bom dos arsenalistas, a sua muralha defensiva. A incompreensível colocação de Gelson no centro de terreno, depois de em Vila do Conde ter marcado dois golos, plenos de antecipação, frustraram desde logo as esperanças de chegar mais longe, de poder incomodar o guarda-redes contrário.

Apesar de um inicio positivo, apoiado na capacidade ofensiva de transporte de bola do senegalês da Briosa e da combatividade das duas unidades de meio campo, Roberto Brum e Gelson, cedo se percebeu que Nuno Piloto e Ezequias não teriam capacidade para os movimentos das alas. O golo adversário chegou em má altura, por falha de marcação do sector intermédio. A partir desse momento tudo foi mais difícil. Os de fora adoram jogar em contra-ataque e os de negro não tinham outra qualquer possibilidade que não atacar o jogo.


A traição


Começou bem a segunda parte a Académica e logo nos primeiros minutos, já com o 4-4-2 transposto para o tabuleiro de jogo com Gelson e Joeano na frente, o resultado poderia ter funcionado e mudado o jogo. Se na primeira parte Hugo Alcântara e N’Doye foram os que falharam, desta vez foi a barra a impedir o golo que por certo mudaria a história do jogo, naturalmente, se o trio de malvados o deixasse. Logo de seguida, um golo precedido de falta escandalosa sobre Joeano, com um fora de jogo evidente. Acabou , por nesse instante, o jogo. Depois do primeiro beijo de traição, logo de seguida um outro, do rapaz que acabou por ser perseguido no final do jogo…


Análise Individual dos Jogadores:


Pedro Roma – Sofreu 3 golos sem qualquer culpa e evitou outros tantos. O esquema táctico de final de jogo talvez pedisse que o guarda-redes académico subisse um pouco mais no terreno, mas nada que comprometesse o nível da exibição.

Pedro Silva – É um jogador que se moraliza com as incidências do jogo. Joga melhor quando a equipa está por cima, acaba por entrar na toada de marasmo quando as coisas não correm bem. Ontem esteve muito longe do habitual desempenho, mas também nunca foi convenientemente auxiliado pelo companheiro «de direita».

Zé Castro – Esteva mal na marcação, mal no espaço que deixou a Hugo Alcântara para marcar, mal nos lançamentos longos e nas subidas em profundidade. Mas já esteve tantas vezes bem e estará, certamente, nos melhores momentos que ainda hão-de vir que esta exibição não pode contar para a média.


Hugo Alcântara – O melhor do quarteto defensivo neste jogo. Salvou duas iminentes ocasiões de golo e cortou a preceito duas ou três jogadas de perigo. Perdeu em velocidade alguns lances, mas não é especial incumbência sua ser mais forte nesse capítulo. Não é um central puro, de marcação e isso pode explicar a falta de ajuda que poderá ter dado no primeiro golo.

Vítor Vinha – Como se sente mais na equipa, está um pouco menos concentrado e tende já a infiltrar-se nos seus espaços de origem ( o centro de terreno). Perdeu por isso algum posicionamento na linha e nunca deslumbrou, mas tal como Pedro, esteve desapoiado.

Roberto Brum – Impressionante reparar que mesmo com o 0-3 ainda corria, tentava jogar e lutar pelo jogo. Muito colado aos centrais, não aparece nas zonas de transporte atacante e na linha de remate ou cruzamento.

Gelson – Perdeu, mais uma vez uma exibição que poderia até ser positiva, pela sua polivalência. Combateu as batalhas que tinha que lutar a meio de terreno, mas esteve impossibilitado em toda a primeira parte de se chegar à frente. No inicio da segunda metade, já em cunha com Joeano, atirou uma à barra em antecipação. Logo o jogo se havia de transmutar, com o segundo golo do adversário.

Nuno Piloto – Uma nulidade defensiva, atacante, sem posicionamento. Consegue, por certo, fazer muito mas muito melhor. Depois de duas ou três fantásticas exibições de início de época está na hora de se erguer e como Doutor que é, fazer-se ao púlpito e tomar o protagonismo da Académica.

N’Doye – O mais inconformado da Briosa. Tentou fazer tudo o que os outros não conseguiam ou não demonstravam querer fazer. Subiu na ala de Ezequias, transportou jogo pelo meio, cruzou, rematou…mas os efeitos práticos de tanta correria, foram infelizmente, quase nenhuns. Poderia ter marcado um golo que daria a vantagem inaugural aos Capas Negras. E que importante golo seria.

Ezequias – Quando não se sente obrigado a defender, pela posição que ocupa no terreno (médio-esquerdo) não ajuda minimamente o lateral. Como neste jogo também não transportou nem subiu à linha, logo se percebeu que a exibição ficaria muito, mas muito longe do que pode fazer. Apenas um remate a registar.

Joeano – Tentou resolver sozinho, através de remates de muito longe, a falta de apoio ofensivo da equipa. Como o futebol se joga com 11 e não é para gente solitária (chamar-se-ia então gamão…) nada resolveu. Foi abnegado e lutador, como é seu timbre.


Suplentes utilizados –


Serjão – Não ganhou uma bola e parecia que já vinha de 3 maratonas consecutivas. Quando um avançado centro não faz um único remate…

Andrade – Na fase inicial da sua entrada, ainda com o 0-2 posicionou-se no centro de um esquema de três defesas. Depois do descalabro, foi o outro central, perdendo em velocidade, mas dando sempre tudo o que tinha.

Sarmento – Tentou jogar pela linha abrindo o 4-4-2 de início de segundo tempo. Não esteve muito mal, mas também não deslumbrou agarrou-se bem à bola, mas tendia sempre para o centro, afunilando o jogo académico.

ÚLTIMA HORA - 15 000 no ECC (previsão)



Uma autêntica romaria é o que se vai assistindo por estas horas no Estádio Cidade de Coimbra. A corrida aos bilhetes e convites é enorme e vive-se uma atmosfera de jogo grande !

Fonte ligada à TBZ estima em certa de 12000 lugares já reservados entre bilhetes de época, bilhetes pontuais de sócio, convites e bilhetes de não sócio sendo que a previsão aponta para que 15000 gargantas estarão com toda a segurança no ECC esta noite sendo que essa fasquia pode mesmo a vir a ser superada para números próximos das 20000 pessoas.

Gonçalo no estágio de sub-21

Gonçalo, o defesa central ainda ligado ao Tourizense, mas como o Simplesmente Briosa já adiantou (assim como o jornal «O Jogo»)já contratado para a próxima época desportiva, foi chamado ao estágio da selecção sub-21, garantindo aquilo que nós por aqui afiançamos. Um selo de garantia de qualidade.

  - Domingo, Abril 23, 2006

GANHAR, GANHAR, GANHAR...

É já amanhã a 1ª das 3 finais para a Briosa. É mais que importante vencer ao Braga para não ir a fazer contas até ao último jogo ou, quem sabe, garantir desde já a manutenção.

Nelo Vingada não está com a vida facilitada, pois continua sem poder contar com Nuno Luís, Dionattan, Danilo e Paulo Adriano por lesão. Já Fernando está a cumprir castigo, depois de ter visto o 2º amarelo no jogo com o Rio Ave.
Quem também não pode jogar é Filipe Teixeira, um dos jogadores mais influentes desta época.
Em contrapartida voltam Joeano, N’Doye, Nuno Piloto e Andrade.
No entanto, o regresso destes jogadores não é suficiente para colmatar as seis vagas, e como diz o ditado popular “Quem não tem cão caça com gato”.
Logo, Nelo Vingada, convocou o 3º guarda-redes, Eduardo, e alguns ex-Juniores.

Os 19 escolhidos do “mister” são:
1 Eduardo
12 Dani
24 Pedro Roma
2 Joeano
4 Ezequias
5 Hugo Alcântara
9 Gelson
13 Zé Castro
16 Pedro Silva
18 Vítor Vinha
21 Rui Miguel
22 Sarmento
23 Ito
28 Nuno Piloto
30 Andrade
50 Serjão
77 Fausto
78 N’Doye
88 Roberto Brum


O jogo realiza-se amanhã, dia 24, ás 20h30.
Como na Terça é Feriado Nacional, ninguém tem motivos para faltar!

BRIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOSA!

  - Sexta-feira, Abril 21, 2006

José Eduardo Simões constituí-se arguido












Nota de comunicado

Face à informação veiculada hoje na edição do Jornal de Notícias, dando conta que o Presidente da Associação Académica deCoimbra / Organismo Autónomo de Futebol foi “constituído arguido após interrogatório que se prolongou por cerca de quatro horas”, com referência a várias matérias que supostamente terão sido objecto do referido interrogatório, esclarece-se o seguinte:

1. É verdade que o Presidente da AAC/OAF foi constituído arguido. Porém, tal constituição não ocorreu após o interrogatório referido na notícia, mas apenas e só, na sequência de requerimento dirigido pelo próprio ao Senhor Juiz de Instrução - renovado por dois posteriores requerimentos – no sentido da sua constituição como arguido.

2. É verdade que o Presidente da AAC/OAF foi interrogado pela Polícia Judiciária e, também esta diligência ocorreu por requerimento do próprio. Porém, não é verdade que o interrogatório ocorreu na data referenciada na notícia.

3. Quanto às matérias sobre as quais incidiu o interrogatório, em obediência à obrigação de segredo de justiça, nada há a esclarecer. Aliás, como anteriormente, continua a estranhar-se e a condenar-se que um processo que se desenrola sob segredo de justiça continue a ser objecto de devassa e consequente exposição pública, com divulgação de notícias cuja exclusiva “fonte”, não sendo difícil de identificar, parece continuar na total impunidade.

Coimbra, 21 de Abril de 2006

José Eduardo Simões
(Presidente da AAC/OAF)

O album das memórias.


Por vezes, sentado nas modernas cadeirinhas de plástico abrigadas da intempérie, vêm-me à memória tempos passados e kilómetros percorridos atrás desta fé que veste de preto.

Vou por aqui deixar alguns desses episódios pitorescos que ilustram bem a forma irreverente como nós académicos vivemos o futebol e que não encontra paralelo em nenhuma outra instituição.

Já nos finais dos anos 80, se calhar uma época nem tão distante assim na mente de muitos, éramos muitas vezes obrigados a excursões a lugarejos onde a bola se jogava à “flor do saibro” e as costas das camisolas dos fiscais de linha acabavam invariavelmente adornadas pela "culta" massa associativa local.

Uma dessas deslocações, na altura para a Taça de Portugal, foi à Mealhada (ouro sobre azul, enfardamos um leitão e a seguir comemo-los de sobremesa). Mas as coisas não correram bem como o planeado. Num daqueles jogos típicos de “segundona” acabámos empatados a 1 golo após prolongamento, mas a parte mais engraçada do jogo até apareceu no intervalo.

Após a recolha dos jogadores às cabines, um pequeno “gaiato” agarrou numa bola esquecida e com ela começou a percorrer o campo direito a uma baliza, sem se aperceber que um adiposo agente da autoridade, lhe procurava fazer uma marcação cerrada, por forma a expulsar tão perigoso intruso do terreno de jogo. Uma vez agarrado o pobre rapazinho, foi levá-lo ao seu pai, por sinal um irreverente académico que não compreendia tamanho excesso de zelo:

- Oh Senhor Guarda, deixe lá o miúdo divertir-se um bocado …

- Tenho ordens para não deixar entrar ninguém, o que é que “bouxê” quer que eu faça ???

- Oh amigo, precisamente! Eu quero é que o amigo não faça nada …

A tarde valeu por este episódio, e pelo leitãozinho que, como de costume, estava óptimo !!!

  - Quinta-feira, Abril 20, 2006

Estádio Cidade de Coimbra

Um Elefante Branco? Ou talvez não…
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Basta uma foto, uma simples foto e todo um turbilhão de memórias tenta a toda a força invadir o pensamento de cada um de nós, onde tantas e tantas coisas que nos podemos recordar parecem sobrepor-se continuamente numa incessante procura de momentos, briosos(!) momentos do passado. Muitas e muitas memórias nos passam de facto pela cabeça, mas com toda a certeza que nas melhores estarão momentos com o na altura Estádio Municipal de Coimbra ‘pelas pontas’, rondando os 25.000 lugares que este possuía antes da colocação de cadeiras. O Calhabé, podia ter os topos sempre vazios, podia ter uma acústica péssima, podia até chover em cima da grande maioria das gentes que assistiam ao jogo, mas ninguém nunca irá esquecer a magia que morava em cada pedaço de bancada do nosso “velhinho”, a revolta que não era calada dos mais fervorosos adeptos que em momentos de rara inspiração soltavam um pequeno riso dos restantes ainda que sustido pelo nervosismo que é a cada segundo em que vemos a nossa Briosa jogar, momento onde os problemas ficam fora do estádio e as energias se concentram apenas e só em mais uma apetecível vitória do se diz ser o único clube no mundo que equipa totalmente de negro.

No entanto os tempos evoluíram, tal como a nossa Briosa, para melhor ou para pior ninguém saberá ao certo, e o Calhabé também deu lugar a um familiar seu, familiar pelas aparências semelhantes, que parece só ter levado em cima de si um segundo andar com cobertura total, juntamente com um novo colorido das cadeiras que já não possuem o amarelo e grená que dão cor à bandeira de Coimbra. Hoje e mesmo que se recorde o passado com alguma nostalgia, precisaremos acima de tudo de projectar o futuro para uma Briosa condizente com as exigências dos novos tempos, saindo do refúgio de sempre o passado, que nos esquecemos que o passado do futuro…é o presente e aos poucos e poucos vamos perdendo este refúgio que tantas e tantas vezes nos aparece como saída mais fácil para as situações.

O Estádio Cidade de Coimbra é sem sombra de dúvida uma boa construção do ponto de vista arquitectónico. É bonito, moderno, “arejado” – como uma vez disse Gabriel Alves - o tom azul presente nas bancadas transmite alegria e vivacidade aos seus visitantes, e se nas duas centrais os espectadores presentes satisfazem o mínimo necessário, o mesmo já não acontece em ambos os topos dos estádio. Aqui se encontra uma falha da actual gestão directiva, que em conjunto da TBZ não têm sido capazes de rentabilizar o estádio para que se sinta o verdadeiro espírito de jogar em casa! E as soluções, fazendo aqui uma comparação com uma alimentação correcta, não se pode dizer que o alimento x seja o mais importante e que só bebendo leite por exemplo podemos ser saudáveis. Também na solução de um complexo problema como é o das assistências nos estádios, não podemos atribuir a totalidade das culpas às coberturas televisivas, nem aos preços dos bilhetes, nem às horas menos próprias a que os jogos são feitos, nem ao descrédito do futebol português e outras razões que não chegaria este texto para as enumerar, mas o que é facto é que todas juntas, sendo que umas mais importantes do que outras fazem com que as assistências estejam longe das desejáveis, e que são prática noutros países europeus.
O problema como se disse, é extremamente complexo, mas não se pode esperar de um país onde o ordenado mínimo ronda os 374€ que para uma família comum de 5 pessoas ir assistir a um jogo se paguem mais de ¼ desse valor para assistir a um jogo entre duas equipas medianas… e a realidade em Coimbra é esta!
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Mais… porque não abrir toda a bancada superior sul a quem traga capa e batina??? Porque não fazer disso medida corrente em todos os jogos do campeonato numa tentativa efectiva de fazer regressar a Briosa de outros tempos e aproximar um pouco da cidade da equipa!
Porque não abrir livremente o topo norte ao todos os miúdos das escolas do concelho bastando-lhes apresentar o cartão de estudante? Não seria preferível ter ali juventude, juventude que não nos podemos esquecer que é nossa base de futuro, e começar já(!), desde novos a cultivar neles o espírito de Académica como em todos nós foi cultivado. Qual é o miúdo que fica indiferente a um estádio cheio todas as semanas, com centenas a apoiar efusivamente e não sente aquela adrenalina toda a correr pelas veias? Vamos desde já assegurar o futuro ao mesmo tempo que cobrimos clareiras do estádio, proporcionemos um melhor espectáculo e cativemos a miudagem que no futuro será a gente que nos guiará. Aproximemos a Cidade do clube e certamente “ela” a senhora Briosa, voltará a crescer em muitos corações como hoje bate!

Com esperança num futuro melhor me despeço…

Antevisão Académica-Sp.Braga


O coração bate mais forte, a adrenalina vai subindo, na Segunda-Feira espera-nos uma das 3 finais que animarão o nosso final de campeonato.

Esta equipa do Sporting de Braga tem utilizado normalmente um esquema semelhante ao nosso, um 4-4-2, mas com intérpretes de características bem diferentes. Se a Académica aposta em dois pontas de lança móveis, o Braga tem dois à moda antiga (altos e espadaúdos) que compensam com presença na área o que lhes falta em técnica.

No meio campo, e com a provável inclusão do N'Doye no meio, parece-me que ganhamos maior poder de choque embora percamos em clarividência e rapidez na circulação de bola com a saída do Filipe Teixeira. O Andrés Madrid e o Vandinho vão ter de ser seguidos de perto (sobretudo o segundo) de forma a não aparecerem soltos e embalados nas costas dos pontas de lança ou lateralizarem o jogo aproveitando os laterais extremamente ofensivos (Rossato e Luis Filipe) a juntar aos médios/extremos Wender e Frechaut.

Para mim estas serão as chaves do jogo:

- Bolas paradas. O Braga pode colocar 4 "andaimes" na nossa área em cantos ou livres. É preciso atenção a movimentações a partir do segundo poste (sofremos um golo em Braga assim) nas costas da nossa defesa.

- Procurar não abdicar dos pontas de lança para defender o resultado. Ficou provado na Amadora que é suícídio e em Vila do Conde que temos equipa para nos batermos de igual para igual com qualquer adversário.

- Conseguir bloquear os defesas laterais do Braga. Vamos ter de meter jogadores nas alas que estejam dispostos a correr atrás do Rossato e do Luis Filipe. O adiantamento destes pode também ser aproveitado sobretudo pelo Ezequias.

Tenho fé que na Segunda chegamos aos 40 pontos, que pelas minhas contas garantem a manutenção. A ver vamos ...

Nova cara no Simplesmente Briosa















Contamos com ele para dar pontos para a manutenção, isso já nos foi prometido. A partir de hoje o activo e polémico membro da Mailing List da Académica, Gonçalo Pereira é novo membro do Simplesmente Briosa.

Gonçalo Pereira, 29 anos, odeia telenovelas, não tem cachorro, treinador de bancada com propensão para o insulto. O reforço de peso afirma ser "sócio e adepto desde que me conheço, sem segundas paixões futebolisticas."

A ele, BOA SORTE!

  - Quarta-feira, Abril 19, 2006

Pedro Silva com convite holandês


Pedro, em destaque na pretérita jornada (onde apontou um soberbo golo) falou hoje de um convite de um clube holandês nos seus préstimos. Clube esse que milita na primeira divisão o principal campeonato do país dos Orange. Um convite que deixou o defesa direito «muito feliz» apesar de estar apenas concentrado na Académica neste momento. Aliás, o jogador espera receber um contacto da direcção da Briosa para prolongar o seu vinculo contratual. «Apesar de dois clubes portugueses interessados, em Portugal» dá o jogador «sempre preferência à Académica».

Briosómilhões















Aqui já todos têm a permanência garantida. A luta trava-se pelo 1º lugar: Ivo Correia lidera com 5 pontos de avanço do já não habituado ao 2º lugar Acp.
A 3 jogos do fim, o Briosómilhões entra numa fase decisiva. Recomenda-se a quem quer manter as suas apostas anónimas enviar o palpite para o e-mail simplesmentebriosa@hotmail.com.

Classificação Geral após a 31ª jornada:

Ivo Correia - 63 Pontos



Acp - 58 Pontos


Kilkus - 52 Pontos


SOBRAL - 47 Pontos


ClaraF - 44 Pontos


F. Zagalo - 41 Pontos


J L - 40 Pontos


Paulo Alexandre - 38 Pontos
Hugo Manaia - 38 Pontos


D - 36 Pontos

10º
Laranjeiro - 35 Pontos
Luis Correia - 35 Pontos
Jonas - 35 Pontos

11º
Ana Castro - 33 Pontos

12º
Zeca - 31 Pontos

13º
Zandinga - 30 Pontos

14º
Chicao - 29 Pontos

15º
Gonçalo Cabral - 28 Pontos

16º
Ricardo Guimarães - 27 Pontos
Cajo - 27 Pontos

17º
_Fury_ - 26 Pontos
Pedro Santos - 26 Pontos

18º
Ana Carolina - 25 Pontos
Filipe Santos - 25 Pontos
Ricardo Nuno - 25 Pontos

19º
fpires - 24 Pontos
FaceToFace - 24 Pontos
Ana - 24 Pontos

20º
T_T - 23 Pontos
Zé Preto - 23 Pontos

21º
Paulo Albuquerque - 22 Pontos
João Amaral - 22 Pontos
nuno - 22 Pontos

22º
Inex - 20 Pontos

23º
Tiago Freitas - 17 Pontos

24º
MPS - 16 Pontos
Sergei - 16 Pontos

25º
Az Pereira - 14 Pontos

26º
Filipe Barata - 13 Pontos

27º
João - 10 Pontos

28º
Jota Pê - 8 Pontos

29º
Brmsca - 1 Ponto
Abreu - 1 Ponto
Marco Aires - 1 Ponto





Para Segunda, Briosómilhões:

ACADÉMICA - Sp. Braga

Tótó Bola:
Fura-Redes:
Espaço Maya:

  - Segunda-feira, Abril 17, 2006

A Cábula

Ao passar a jornada 31 ficou a linha de água igual, nos 34 pontos do Rio Ave.
Contudo, a nossa Briosa conseguiu uma importante vitória em Vila do Conde, que permite aos adeptos poderem encarar melhor o futuro próximo.

Mas, a jornada 31 ficou marcada por seis equipas presentes na "cábula" conseguirem amealhar três pontos. O que é mais um tónico de emoção para as três jornadas que faltam.

Funcionário do Mês

Foi ele que caminhou sozinho e até escreveu um post sobre isso. Foi ele que manteve viva a chama do blog quando todos estavam de férias. Dias e noites agarrado ao computador enquanto Russas, Ucranianas e tantas outras misses Mundo o esperavam…
O sermão, só ele teve o privilégio de dar...
.
Ao Embriolado, parabéns! Funcionário do Mês para o Staff do Simplesmente Briosa!

RedBull e Whisky...dão-te asas!

Confirma-se aquilo que o Simplesmente Briosa adiantou na quinta-feira passada. Infelizmente o problema do jogador Luciano Fonseca não era apenas a ausência da convocatória do jogo contra o Rio Ave, mas a impossibilidade de se treinar junto do restante plantel e o processo disciplinar que levou à rescisão do contrato de trabalho que ligava o jogador ao futebol profissional da Briosa por mais duas épocas.

O comunicado pode ler-se no site oficial.

Os números da crítica


Palavras contra números, estatística versus opinião. Letras e algarismos são muitas vezes realidades inconciliáveis, umas opinativas, outras demonstrativas, todas elas tendem a tentar enquadrar uma forma de pensamento numa determinada realidade. A frieza dos números ou a força opinativa do argumento são as formas mais recorrentes de debater ideias. Mais fácil de lançar, a opinião, carece apenas do rabisco de uma forma de pensamento. Por outro lado, a demonstração matemática promove a pesquisa e a tentativa de balizar as questões mais pertinentes. Uma e outra lançam argumentos sobre quais das duas é a mais acurada. Qual fornece melhores e maiores pontos de vista, sobre uma realidade. Mediante a nossa aproximação sentimental a cada uma das realidades, preferimos uma ou outra forma de construir uma base demonstrativa.

Sobre a Académica, já muito se opinou, se discute e continuará – saudavelmente – a discutir. É certo, que por um ou outro motivo, mais baseado na formulação argumentativa do discurso, mais ou menos elaborado. Por isso, como já fizemos em post anterior (sobre o aproveitamento dos escalões de formação, onde se verificava que os Negros eram o terceiro plantel com melhor aproveitamento das camadas jovens na construção do plantel sénior) tentamos novamente lançar dois dados novos, sobre a actualidade desportiva da Briosa.


Um e outro realidades interessantes, sobre as quais convém, pelo menos fazer referência. Uma é hoje, curiosamente, escrita pelo atento Luís Pena Viegas no Jornal o «O Jogo». A Briosa é o segundo melhor ataque da Liga fora de casa, com 22 golos marcados. Nem o já quase consagrado campeão Futebol Clube do Porto, marcou tantas vezes fora. O primeiro classificado, desta mini-tabela o Sporting, está a apenas dois golos de diferença. Com 5 vitórias fora, que facilmente poderiam ser 7 ou 8, os Capas Negras são das mais produtivas e temidas equipas a jogar fora de casa. Méritos indiscutíveis da estratégia do Professor Nelo Vingada, que apenas por 3 vezes permitiu que a sua equipa não facturasse a jogarem fora de portas. Ao contrário em casa, por 5 vezes não marcou. Esta é uma equipa de contra-ataque que espera o erro do adversário e que não costuma perdoar na frente, quando ele surge. Contudo, depois da saída de Marcel, esta tendência tem-se alterado e a equipa marca mais golos, está mais solta, mais liberta. 13 golos na totalidade do campeonato até à saída do goleador brasileiro, uma espectacular marca de 21 golos após a sua saída e ainda com 3 jornadas por decorrer até ao final do campeonato, onde certamente ampliaremos esta marca da felicidade. Condicionantes estratégicas, diferente posicionamento da equipa e dos jogadores, multiplicidade de referências na frente… tudo factores de importância para esta curiosa marca.


Anotaram a solução do sucesso?

Marcar quatro golos de goleada, em casa de um concorrente circunstancial como é o Rio Ave na luta pela manutenção é obra! De maior ressalva ainda a forma como foi atingida, os méritos que aos jogadores têm de ser atribuídos. Gelson, Rui Miguel e Pedro Silva, todos eles pontualmente maltratados (por direcção e facções de adeptos) foram os aríetes da vitória do conjunto. Que muitas mais vezes sejam, é o que todos desejamos. Dois dos apontados «brasileiros sem qualidade» e um «proscrito por opção técnica» fizeram vibrar as gargantas académicas espalhadas pelo mundo.

Curiosamente os mais criticados, foram os que gritaram «Presente!» na hora do encosto final e um deles fez um golo «à la Maradora». A chave da vitória esteve sempre aqui, debaixo dos nossos «cartolados narizes». Um misto de jogadores da casa, com qualidade e o reforço dos outros sectores carenciados, com jogadores o melhor possível, dos mercados mais acessíveis ou mais propensos a penetrar no futebol português. No jogo de Vila do Conde a Briosa igualou mais um record que nos enche de orgulho, a todos os Académicos. Foi a par do Sporting ( no jogo ante o Penafiel, fora) que mais jogadores das suas escolas, com menos de 23 anos apresentou em campo, num estádio de futebol da Liga portuguesa deste ano. Vítor Vinha, Zé Castro, Rui Miguel, Sarmento e Ito – sendo que Eduardo estava sentado no banco de suplentes e que Nuno Piloto, se não estivesse castigado teria também dado o seu contributo à equipa – foram o espelho da orgulhosa formação académica, que se quer sempre melhor, mas que tem de ser aplaudida, neste preciso momento. Uma palavra de forte apreço ao treinador, que aposta forte nas jovens escolhas à sua disposição e para os «putos» que tão bem se portaram…melhor? Impossível!


Uma equipa que festejou os golos da alegria coimbrã no mesmo abraço, na mesma língua. Um misto de belíssimos jogadores, brasileiros (filiados em escolas de samba ou não) e portugueses unidos na «roda-do-golo». Afinal não é este o objectivo do futebol?

FORÇA BRIOSA!

  - Domingo, Abril 16, 2006

José Barros: «Lesão grave»


A lesão de Filipe Teixeira, como ontem se temia é grave. Depois de uma entrada duríssima de Milhazes, o médio ofensivo da Briosa fracturou o perónio da perna direita. O jogador foi assistido no Hospital da Póvoa do Varzim, depois da duríssima entrada do defesa esquerdo vilacondense aos 43 minutos.

O médico da Briosa, José Barros afirmou que «o atleta deverá estar inactivo, pelo menos, dois ou três meses, pelo que só deverá regressar no início da próxima temporada».

  - Sábado, Abril 15, 2006

Filipe Teixeira gravemente lesionado




Ainda é cedo para fazer o último prognóstico e sequer qual a amplitude e localização exacta da lesão. Certezas, apenas, a de que o médio saiu de ambulância do estádio dos Arcos e com a perna imobilizada. Se ao nível do pé, do tornozelo ou da perna é ainda impossível de dizer. A época deverá ter acabado para o médio ofensivo académico.

Continuaremos a acompanhar os desenvolvimentos deste caso clínico.

Muita força rapaz! Estamos todos contigo!

OS MAIORES DO MUNDO !!!


A crónica do adepto


Hoje não há, para já, crónica do jogo, mas sim do adepto. Porque as análises tendencialmente imparciais ficaram já há muito, para trás. Agora é o momento da paixão, da irracional inexplicabilidade de uma relação amorosa, da fervorosa devoção a esta Associação.

Não tive sequer coragem de ir para Vila do Conde. Foi mais forte do que eu, o pensamento de que nos últimos jogos fora, tenho «atrapalhado». Mentalizei-me que ficaria, a custo, em casa e que ouviria o relato na inevitável rádio. A verdade é que nem para isso tive coragem. Refugiei-me em casa de amigos, na esperança que o tempo passasse depressa, que o encontro terminasse, sei lá… Fazia conversa de sala, mas o meu pensamento estava com os de negro. Voava até Vila do Conde, cogitava sobre o que passava. A conversa de ocasião não resolveu a coisa e a angústia do isolamento foi maior ainda do que aquela de acompanhar o jogo. Ele compreendeu imediatamente o que se passava. Afinal a primeira exclamação à porta de sua casa «Tu?! Não foste a Vila do Conde?». Um rádio manhoso dado pela Yoplait, que as novas tecnologias não funcionavam e uma sorte tremenda. Apanhei uma rádio que nunca tinha ouvido a dar o relato. Ele procurou no teletexto o resultado. Os meus olhos rebuscavam os números, as cores, os resultados.

«Merda, estamos a perder por 1-0.Estamos a jogar bem, afinal foi um deles expulso…GOLO!! O empate!! Grande Gelson és tudo para mim, o nosso Etoo, este gajo é uma maravilha. Livre Perigoso, porra, caneco, passou….GOLOOO!! Rui Miguel, ganda puto! És um gajo do caraças, é um jogador da bola do caneco… Porra o Fernado expulso, é sempre a mesma merda, caraças pá, não aguentamos a vantagem, ai Jesus os últimos dois jogos, o Vingada não pode defender, não há gajos de defesa no banco. Que merda, a lesão do Filipe Teixeira, não acredito… acaba, ‘tá na hora, o árbitro é um ladrão…GOOLOOO!! GELSON, nunca me enganou! É o melhor ponta de lança do campeonato!! 1-3 estamos descansados? Na Amadora foi a mesma coisa, ainda sofremos o empate, mas também não era mau, um ponto é um ponto…Acabou!! Ainda não, merda, GOOLLOOO!! PEDRO SILVA, um Génio da bola, um golão, uma goleada!! Estes gajos são dos imparáveis, uma goleada, dá cá uma cerveja para festejar.»

Corre a ir para casa, ligar a «net», ver a reacção dos meus amigos de bancada cibernáutica. Umas apitadelas, a lembrança de que o cachecol vai para a janela e ir não esquecer de ir receber a chegada dos jogadores. Que bela tarde, que pena não ter ido…ou talvez não!

  - Sexta-feira, Abril 14, 2006

Convocados para o Rio Ave

Para o importante apronto para as aspirações da Briosa nesta temporada, o professor Nelo Vingada, convocou os 17 jogadores que por entre lesões e castigos conseguiu arranjar.
Assim, os convocados são os seguintes:
Guarda-Redes: Dani, Pedro Roma e Eduardo;
Defesas: Ezequias, Hugo Alcântara, Pedro Silva, Zé Castro, Vitor Vinha e Fausto;
Médios: Filipe Teixeira, Roberto Brum, Fernando, Ito e Sarmento;
Avançados: Gelson, Rui Miguel e Serjão;

Possível Onze: Pedro Roma; Pedro Silva, Zé Castro, Hugo Alcantara e Vitor Vinha; Roberto Brum, Filipe Teixeira, Sarmento e Ezequias; Gelson e Rui Miguel.

De fora possivelmente por motivos disciplinares encontra-se o médio Luciano que esta época tem estado uns furos abaixo do que nos habituou na época passada.
Eu aposto no regresso do Pedro Roma à baliza da Briosa, enquanto que esta poderá ser a oportunidade que faltava para Rui Miguel poder mostrar a sua qualidade e principalmente o seu amor à Briosa.

Total apoio da claque


Foi no por entre «Briosas» e «Força Rapazes» que o treino decorreu. Essencialmente de descompressão antes do grande embate face ao Rio Ave em Vila do Conde, Zé Castro e Pedro Silva foram poupados à quase totalidade da sessão, onde se treinaram com especial afinco, lances de bola parada. No final o Professor Nelo Vingada, o Presidente José Eduardo Simões e mesmo alguns jogadores confraternizaram com a Mancha Negra e as Velhas Guardas. Ficou prometida a bola do jogo, para festejar a vitória a um elemento da claque.

Quem treinou à parte do restante plantel foram N’Doye e Danilo. O primeiro em gestão de esforço, o segundo em estilo de recuperação da lesão que sofreu no jogo ante o Futebol Clube do Porto. Paulo Adriano e Nuno Luís recuperaram já no Bolão, ainda sem bola, mas perto dos companheiros. Já Dionattan retirou o gesso que imobilizava a perna direita e começa agora a recuperação.


Luciano afastado dos treinos


Luciano é carta fora do baralho para o Professor Nelo Vingada. A questão não é na sua essencialidade se foi ou não convocado. Essa é uma questão marginal e consequente da restante. Useiro e vezeiro neste tipo de situações (escapadas nocturnas) não treina sequer com o plantel principal, foi afastado dos treinos da equipa e poderá estar sob alçada disciplinar do clube, que em última ratio o colocará sob um processo de despedimento com justa causa por incumprimento dos regulamentos internos profissionais, quebrando-se assim o contracto que o ligava à Briosa.

  - Quinta-feira, Abril 13, 2006

Velhas Guardas da Mancha Negra convocam apoio


Amanhã é feriado de reflexão pascal para os católicos e ao mesmo tempo para os académicos. Mas para estes será igualmente dia de apoio incondicional à equipa. Para isso, este grupo organizou uma forte onda de apoio (que naturalmente passa pela Mancha Negra – Claque da Académica) que se reunirá no treino de sexta-feira pelas 10.30 no Campo de treinos do Bolão.

Pede-se a comparência de todos os sócios e adeptos que de forma individual (porque essa é também uma importante forma de apoio) queiram dar o seu apoio a esta iniciativa e à equipa num dos últimos aprontos físicos antes do importante embate face ao Rio Ave, em Vila do Conde.

Compareçam em força!

Nelo Vingada assume que vai até ao fim



Nelo Vingada
já leu o relatório da nota de culpa que lhe aplicou uma multa de 10 dias e pouco mais de 1000 euros de multa. O reflexo das suas palavras é aquilo que já todos sabemos. O que José Ramalho ordenou que se escrevesse no relatório final do jogo é uma mentira: «É evidente que não me considero um santo e também sei dizer palavrões. Agora aquilo que vem escrito, não só não é o meu estilo como é uma expressão completamente desenquadrada do meu nível socio-cultural que não tem nada a ver comigo. É uma expressão que nem sequer é originária dos sítios por onde andei, convivi, trabalhei e aprendi. Portanto não vou ficar calado, irei reclamar até onde for possível». Esperam-se pois, desenvolvimentos do caso.

Nunca caminharás sozinha









Quando caminhares nessa tempestade
Ergue a cabeça direita, face a ela.

Cada um de nós, amarras, tábuas, velas.

Cada braço meu, uma amarra a ele esticada
e outro braço de alguém, uma amarra ao mar voltada
Se sou sozinho um fio de novelo imprestável,
Todos, uns nos outros, esse cordame inquebrável.

Cada garganta, um sopro de murmúrio, canta
e noutra garganta junta, esse vento se levanta
Se sou sozinho uma leve brisa imprestável,
Todos, uns nos outros, um alísio indomável.

Cada corpo ténue, prostrado, uma pouca tábua de calado
Com outro e outro corpo junto, range já o casco selado!
Se sou sozinho uma balsa de mar e vento imprestável,
Todos, uns nos outros, o porão da vontade inquestionável.


É na fúria dos ventos das tempestades que o sonho é moldado
É lá que encontras a génese do sonho que havias sonhado.

Porque…

Antes de afundares, cede o casco e cada uma das tábuas.
Antes de o mar te voltar, parte-se uma e todas as amarras.
Antes de o vento pegar, são mil pedaços de velas despedaçadas.<