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Académica empata em Tábua
A Académica disputou hoje mais um jogo de preparação para a nova época desportiva. Com o primeiro jogo oficial a duas semanas de distancia, Manuel Machado começa a já ter uma ideia do seu "onze ideal" e os resultados, que embora para nada contem, começam a aparecer. Porém, hoje foi algo diferente dos últimos 3 jogos, a Académica empatou a um com o seu clube satélite. Eis a ficha de jogo disponibilizada no site oficial: TOURIZENSE (1): Treinador: Tó Margarido Onze inicial: 1 Eduardo; 18 Xavier; 13 Gonçalo; 24 Kay; 15 Hugo Simões; 11 sopas; 10 P. Fontes; 20 André Fontes; 14 Ito; 7 Sílvio e 17 Rui Miguel. Jogaram ainda: 25 Ruben; 23 Chico; Fábio Santos; 5 Machado; 8 Tiago Mosa; 6 Diogo Melo; 2 Mário Jorge; 19 Bruno Lemos; 21 Éder; 9 Traquina; 12 Vítor;22 David Andrade; 16 David Segundo; 3 Marco; 11 Rui Costa.No Banco: Cubano e Fábio Pais. ACADÉMICA (1): Treinador: Manuel Machado Onze inicial: 12 Ricardo; 22 Sarmento; 21 Litos; 4 Káká; 18 Vítor Vinha; 8 Paulo Sérgio; 26 Tiero; 77 N´Doye; 25 Ivanildo; 2 Joeano (cap.); 29 Gyano. Jogaram ainda: 7 Hélder Barbosa;10 Miguel Pedro; 11 Lito; 14 Pedro Ribeiro; 30 Pedro Costa; 19 Cris; 32 Milos Pavlovic; 5 M. Berger; 9 Orlando; 28 Nuno Piloto e 20 Fofana. No banco: 24 Pedro Roma; 1 Rui Nereu e 99 Peralta. EQUIPA DE ARBITRAGEM:Árbitro: Pinto Nunes (AF Coimbra)Auxiliares: Filipe Rainha e Duarte Santos. Ao intervalo: 0-0. Marcadores: Tiago Rosa na pb aos 50'; Traquina aos 57'.
Uruguaio Peralta na Académica
 O "internacional" uruguaio Horácio Peralta é a nova contratação da Briosa para a nova temporada. O novo reforço academista tem 25 anos e actuava no Nacional de Montevideu, já depois de ter representado clubes europeus em Itália (Inter e Cagliari) e em Espanha (Albacete). Jogou ainda no Flamengo (onde venceu a Copa Brasil) e no Bella Vista. Representou o Uruguai desde os escalões mais jovens e, aos 16 anos, foi chamado à selecção principal pelo seleccionador Daniel Passarela. O jogador actua como médio ofensivo e poderá ser o "número 10" que Manuel Machado reclamava para suprir a saída de Filipe Teixeira.
Feirense, 0 - Académica, 2
 A Briosa obteve, hoje, em Santa Maria da Feira, a terceira vitória consecutiva, quarta na pré-época. .
Depois do nulo verificado ao intervalo, os "pretos" superiorizaram-se na 2ª parte, com golos apontados por Cris (aos 65 minutos) e Gyano, em cima do apito final. . De realçar o tento obtido pelo jovem médio frente aos seus antigos companheiros e também o facto de o ponta-de-lança húngaro ter voltado a "fazer o gosto ao pé". . Sob a arbitragem de Carlos Moreira da Silva, as equipas alinharam: . Feirense - H. Godinho; Hernâni, Jorge Silva Luciano e Macaé; Tales, Márcio, Gabi eJorge Leitão; Gaúcho e Tó Miguel.
Banco: William; Paulinho, Bruno Sousa, Mamadi, Galhano, Marlon, Hélder Castro, Barge, André Soares, Denilson, João e Serginho. . Académica - Pedro Roma; Berger, Orlando, Káká e Vítor Vinha; Paulo Sérgio e Tiero; Lito, Miguel Pedro e Hélder Barbosa; Joeano.
Jogaram ainda: Sarmento, Litos, Pavlovic, Nuno Piloto, Cris, Fofana, Vouho, Pedro Ribeiro e Gyano. . Marcadores: Cris (65) e Gyano (90).
Académica, 2 - Nacional, 1: Teste positivo
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A Briosa venceu hoje o Nacional por 2-1, em mais um encontro de preparação, disputado no Complexo Desportivo de Rio Maior.
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Manuel Machado testou, pela primeira vez, o sistema de 3-5-2. Assim, a Académica começou com um "trio" de "centrais", constituído por Berger, Litos e Orlando. No meio-campo, Pavlovic e Nuno Piloto eram os médios mais recuados; mais adiantados, Lito na ala direita, Tiero no meio e Vítor Vinha na ala esquerda, com a missão de fechar o respectivo corredor. Na frente, dois pontas-de-lança: Gyano e Joeano.
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A 1ª parte foi disputada em ritmo vivo, embora fosse visível alguma falta de "afinação" por parte de ambas as equipas, traduzida em frequentes perdas de bola.
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Começaram melhor os madeirenses, que tomaram conta do jogo e criaram algumas dificuldades à defesa academista, que denotou, então, alguma intranquilidade. Assim, as melhores oportunidades pertenceram ao Nacional, primeiro com uma "bicicleta" de Edu Sales a sair perto do poste e, depois, uma falha de Ricardo e de Orlando a isolar Rodrigo que, em boa posição, atirou para as nuvens. Da nossa parte, apenas um remate de Joeano por cima da barra.
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Mas, aos 26 minutos, a Briosa marcou. "Canto" na direita, apontado por Vítor Vinha, a bola foi rechaçada para o lado esquerdo, onde ORLANDO, solto de marcação, rematou cruzado para o fundo da baliza de Diego.
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Contudo, dois minutos depois, os funchalenses podiam ter empatado. Atrapalhação da nossa defesa, saída em falso de Ricardo, toque de Edu Sales para a baliza, corte de Litos e recarga de Juliano ao poste.
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A partir daí, a Académica equilibrou as operações e o jogo ficou mais repartido.
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Contudo, aos 39 minutos, surgiu a igualdade. "Livre" na esquerda, a meio do nosso meio-campo. Fillype Gabriel cruzou para a área mas a bola descreveu um arco caprichoso, acabando por se anichar no ângulo superior esquerdo da baliza de Ricardo, que se encontrava adiantado, à espera do cruzamento.
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No 2º tempo, o técnico academista voltou a mudar o sistema táctico. Assim, a equipa surgiu primeiro num atípico 3-3-3-1, com Orlando, Litos e Káká na defesa; seis unidades no "miolo": Paulo Sérgio, Tiero e Vítor Vinha (como falso "lateral" esquerdo) numa primeira linha e Lito, Miguel Pedro e Hélder Barbosa mais adiantados; na frente, Vouho. Mais tarde, com a entrada de Sarmento e a saída de Orlando, voltou ao mais habitual 4-2-3-1, com o recuo de Vítor Vinha.
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Nos primeiros minutos da etapa complementar, a Briosa voltou a adiantar-se no marcador. "Livre" na direita apontado por Hélder Barbosa, Rafael defendeu para a frente e VOUHO, oportuno, atirou para o fundo da baliza madeirense.
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A Académica passou a controlar mais o jogo e, cinco minutos depois, Miguel Pedro, em boa posição, rematou muito por alto. Pouco depois, foi a vez de Vouho atirar forte mas sobre a barra.
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O Nacional apenas criou perigo perto da meia hora, primeiro num bom cabeceamento de Rodrigo e, logo a seguir, num remate de Pateiro ao lado, após falha de Sarmento.
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Entretanto, as substituições que, de ambos os lados, se iam operando, fizeram baixar o ritmo da partida. Até ao final, destaque para uma boa iniciativa individual de Fofana, mas que terminou com um remate à figura de Rafael, e para um remate de N'Doye, igualmente defendido pelo guardião "nacionalista".
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Em conclusão, um jogo agradável de seguir e que se revelou um teste positivo para a Académica. Defensivamente, alguma intranquilidade na 1ª parte, no sistema de três "centrais", mas franca melhoria no 2º tempo. Ao nível do sector intermediário, nota-se a falta de um "patrão" que ligue o jogo da equipa. No ataque, algumas movimentações interessantes mas nem sempre bem concluídas. No fundo, a equipa protagonizou alguns momentos de qualidade, voltou a mostrar uma boa atitude competitiva mas vê-se que o conjunto ainda não está "afinado", havendo muitas "arestas a limar".
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Sob a arbitragem de Rogério Ribeiro, de Santarém, as equipas alinharam:
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Académica - Ricardo; Berger (Káká, 46), Litos e Orlando (Sarmento, 62); Pavlovic (Paulo Sérgio, 46) e Nuno Piloto (Miguel Pedro, 46; N'Doye, 83); Lito (Fofana, 65), Tiero (Cris, 58) e Vítor Vinha; Gyano (Vouho, 46) e Joeano (Hélder Barbosa, 46).
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Nacional - Diego (Rafael, 46); Patacas, Ricardo (Filipe Lopes, 62), Ávalos e Alonso; Cléber; Zé Vítor (Juninho, 62), Fillype Gabriel (João Coimbra, 54) e Juliano; Rodrigo (Gonçalo, 77) e Edu Sales (Pateiro, 62).
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Marcadores: Orlando (26) e Vouho (50), pela Académica; Fillype Gabriel (39), pelo Nacional.
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Os "pretos", um a um:
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Ricardo - Muito intranquilo e inseguro na 1ª parte, com algumas falhas que podiam ter comprometido o resultado. Mal batido no golo: esperava o cruzamento e sofreu um "chapéu". No 2º tempo, teve pouco trabalho. Enfim, um dia menos feliz. Berger - Jogou a "central" com a função de fechar o lado direito. Uma "fífia" logo no ínicio mas, a partir daí, mostrou-se sempre atento e seguro. Litos - Teve alguns problemas nos primeiros minutos mas depois "arrancou" uma exibição muito positiva. Foi o "patrão" da defesa. Orlando - Não começou da melhor maneira e teve mesmo uma falha comprometedora. Depois do golo que marcou, transfigurou-se e cotou-se como um dos melhores. Foi um autêntico "gigante" nas alturas. Pavlovic - Esteve muito bem nas tarefas defensivas mas menos bem a construir. Uma prestação regular. Nuno Piloto - Sempre muito activo, procurou fazer a ligação entre a defesa e o ataque e imprimir velocidade ao jogo da equipa. Uma boa actuação. Lito - Uma das suas prestações menos conseguidas nesta pré-época. Esteve ao serviço da selecção de Cabo Verde e é natural que comece a acusar algum desgaste. Tiero - Não repetiu a exibição que realizou frente ao Beira Mar. Apesar de tudo, mostrou alguma irrequietude. Vítor Vinha - No 1º tempo, actuou como médio esquerdo com a missão de fechar o seu flanco. No início do 2º tempo, recuou um pouco, aparecendo como falso "lateral" esquerdo. Por fim, acabou na sua posição habitual de defesa esquerdo. Em todas essas missões, cumpriu, embora sem grandes rasgos. Gyano - Mais uma vez, pareceu mais solto. Ganhou algumas bolas nas alturas mas não teve grandes oportunidades de rematar à baliza. Joeano - Algumas "tabelas" bem executadas, mas também não teve muitas hipóteses de mostrar a sua veia goleadora. Sarmento - Mais uma actuação pouco conseguida. Quase não subiu e teve uma falha que poderia ter dado o empate. Káká - Muito seguro. Destaque para um corte de cabeça, em voo rasante, a evitar o pior. Uma boa exibição. Paulo Sérgio - Eficaz a destruir jogo, melhor que habitualmente a construir, "rubricou" uma actuação positiva. Cris - Embora ainda pouco entrosado, teve uma boa estreia. Discreto mas com bom toque de bola, poderá, eventualmente, ser o tal médio "box to box" de que a equipa carece. Fofana - Algumas bons apontamentos técnicos, mas nem sempre eficaz. De registar uma excelente jogada individual, que apenas pecou pela má finalização. Miguel Pedro - Entrou para a posição de "número 10" e não esteve mal. Podia ter sentenciado o jogo mas atirou para as nuvens. Sofreu um toque no pé direito a meio da 2ª parte, ressentiu-se e acabou por ser substituído já perto do final. Hélder Barbosa - Esteve melhor que no jogo com o Beira Mar. Voltou a mostrar que possui uma qualidade técnica acima da média, que o torna forte no 1x1. Por isso, só em falta os adversários o conseguiam travar. Falta-lhe ainda alguma velocidade para chegar ao nível do ano passado. Vouho - Entrou e marcou um golo pleno de oportunidade. Teve também um remate forte, mas que saiu sobre a barra. É batalhador e oportuno mas nota-se que ainda está um pouco "verde". N'Doye - Jogou apenas sete minutos. Um remate à baliza e pouco mais. . Por motivos técnicos, não foi possível disponibilizar o vídeo com alguns momentos do jogo. Pelo sucedido, as nossas desculpas.
Académica 2-1 Nacional Actualização em Directo
FIM DO JOGO Académica 2-1 Nacional 26' - Orlando 39' - Gabriel Intervalo 52' - Vouho Melhor em Campo SimplesmenteBriosa: OrlandoOutros destaques e a crónica do jogo mais logo por Jorge Martins.
Académica-Nacional hoje em Rio Maior
 A Briosa defronta hoje o Nacional, pelas 18 horas, no Complexo Desportivo de Rio Maior, em mais um jogo de preparação.Um teste mais exigente, frente a uma equipa da BwinLiga, e que, por isso, suscita alguma expectativa entre os adeptos academistas. Eu e o Francisco Martinho lá estaremos para fazer a crónica e a apreciação aos jogadores.
N'Doye chega a Coimbra em silêncio (*)
Ousmane N'Doye chegou em silêncio a Coimbra, depois de uma longa ausência e que provocou a instauração de um processo disciplinar por parte da Académica. O médio senegalês remeteu as suas declarações para esta quinta-feira por estar «cansado». O futebolista treinou com o restante plantel e até marcou um golo no treino de conjunto, mas não quis explicar a longa ausência de Portugal: «Não quero falar. Só falo amanhã. Agora só posso falar com o meu representante», disse à Agência Lusa. N'Doye devia ter-se apresentado a 2 de Julho, dia do arranque dos trabalhos, mas pediu chegar apenas uma semana depois porque tinha estado ao serviço da sua selecção. O pedido foi aceite, mas, depois de terem visto que o futebolista não apareceu no dia 9, os dirigentes da Briosa decidiram-se pelo processo disciplinar..
(*) in "Maisfutebol"
Francisco Andrade “Já não conheço os adeptos da Académica”
Aceite o repto para falar do futebol da “sua” Académica, aqui se transcrevem as passagens mais importantes da agradável conversa que o Semanário Desportivo do Centro travou com Francisco Andrade, uma das maiores referências do clube. A constituição do plantel sénior e a ténue ligação com a formação, foram algumas das preocupações levantadas. “Não há muito tempo a Académica teve na equipa principal nove jogadores das suas camadas jovens”, recordou. Semanário Desportivo do Centro (SDC) - Como tem acompanhado a preparação da nova época da Académica?Francisco Andrade (FA) - Vejocomalgumapreocupação a saída de alguns elementos que, na época transacta, eram considerados chave. Mas desconheço, e isso é bom que se diga, quais foram os critérios e se as opções tomadas seguem um programa e um projecto de técnico. Se assim é e se realmente foi feito um estudo por parte do treinador e se as alterações verificadas foram feitas nessa sequência, está correcto. Estou convicto que a Académica aprendeu no ano anterior, quando tinha ideias de fazer um campeonato a redundar nas competições europeias mas acabou por estar em risco de descer de divisão. Isto no ano mais fácil de manter a equipa na Liga, uma vez que só houve dois despromovidos. Estou convencido que este ano isso não vai acontecer e que os reforços foram contratados com consciência técnica e atendendo à realidade do clube e às suas características sociais e desportivas. SDC - No ano passado era opinião quase unânime que a equipa tinha excesso de jogadores estrangeiros…FA - Isso faz-me lembrar as “lojas dos trezentos”. Quando se compra por comprar as coisas nunca dão certas. É preferível apostar no mercado português, tal e qual como parece que a Académica está agora a fazer. Para isso é preciso fazer uma prospecção muito séria, procurar e sinalizar determinados jogadores e depois acompanhá-los, sabendo quais são as suas características específicas em várias áreas, por exemplo desportiva e social. E apostar neles. Continuo a dizer que há em todas as divisões jogadores que têm características para serem jogadores da Académica e para serem verdadeiros reforços. preciso é que o clube tenha alguém com vivência prática do futebol e que saiba ser “olheiro”. Porque não é “olheiro” quem quer e não é qualquer um, só porque deu dois pontapés na bola, que descobre jogadores. Havendo um trabalho sério nesta área, com toda a certeza que se descobrem no país muitos jovens que podem ser reforços da equipa. Não quer isto dizer que não se aposte num ou outro jovem jogador estrangeiro, até porque hoje o mercado europeu assim o permite. O que não se pode, de maneira nenhuma, é formar uma equipa como uma “manta de retalhos” de vários países porque, assim, quando o balneário se consegue finalmente conhecer já está a época acabada. SDC - Não lhe parece encerrar alguma contradição ter-se apontado o número elevado de reforços como um dos motivos dos maus resultados, porque o conjunto tardou em solidificar-se, e no final da época se tenha operado nova “revolução” no plantel?FA - Essa é outra falácia. Agora usa-se muito dizer que se compra jogadores novos para serem formados. Fazer jogadores é na formação. Aí sim, preciso fazer uma aposta séria e profissional, sem fazer imitações. Quando falo em profissional tem ver com os métodos que se utilizam. Porque Académica já é profissional de fora para dentro, falta-lhe ser profissional de dentro para fora. Quando se diz que se vai buscar jovens e depois, no ano seguinte, alguns até com contrato de dois anos vão embora, é sinal de que a dita aposta não passa de uma falácia e apenas mais uma maneira de iludir quem rodeia a Académica. No actual contexto, falar em aposta não passa de uma frase feita sem qualquer sentido. SDC - No seu entender, como olham hoje os adeptos da Académica para a equipa principal de futebol?FA - A Académica tem que respeitar muito o seu passado, sem cair em saudosismos. E não há dúvida que o adepto da Académica fica um pouco baralhado quando a maioria dos jogadores lhe diz muito pouco. Mas também acontece, e isso não é muito bom, que o adepto da Académica já está quase vacinado e apenas à espera que a equipa ganhe. Já perdeu um pouco o interesse por outras coisas e outros valores que eram fundamentais há muito pouco tempo. Os sustos que têm apanhado fazem com que os adeptos perdoem muita coisa e queiram apenas que a equipa se salve. E quando assim é “perdoa-se o mal que sabe pelo bem que faz”. Mas se me perguntar seriamente, acho que o adepto da Académica continua a desejar que o clube seja um pouco do que era antigamente, adaptado ao moderno, mas sem perder as características de um clube “sui generis” como era a Associação Académica de Coimbra. SDC - A manutenção dos valores próprios da Académica não é um trabalho dos dirigentes?
FA - Os exemplos vêm de cima, em tudo. Hoje há muitos adeptos da Académica que se divorciaram dos problemas académicos e não aceitam certas filosofias e certas atitudes. Mas quem gravita à volta do centro de poder da Académica são pessoas que estão mais enraizadas aos resultados do que à herança da “velha” Académica. E por isso perdoam muita coisa e, às vezes, comparam-se a outros clubes. Nós temos que competir com eles, é certo, mas era bom que não perdêssemos o fio umbilical aos valores que fazem a diferença entre a Académica e todos os outros clubes do mundo. Aposta na formação SDC - No plantel da Académica 2007/2008 há apenas um jogador que ascendeu dos Juniores. É pouco?FA - É muito pouco! Lembro que não há muito tempo a Académica teve na equipa principal nove jogadores das suas camadas jovens. Tive uma grata recordação, há dias, ao reunir com os jogadores que estiveram presentes nas duas finais do Campeonato Nacional de Juniores. Hoje estão todos bem na vida. Falámos sobre os tempos em que a Académica ganhava aos ‘grandes’ e conseguia fazer chegar quatro, cinco, seis jogadores à equipa principal. Poderão dizer que eram outros tempos. Pois eram. Eram tempos em que a equipa principal da Académica se batia com as melhores equipas, num campeonato que era tão ou mais difícil em relação ao de hoje. Era tão difícil que um treinador que estivesse três jogos seguidos sem ganhar era despedido. Mas digo mais: continuo a não aceitar que a Académica não faça tudo o que pode no aspecto da formação. SDC - Mas as más condições de trabalho que hoje são oferecidas aos treinadores da formação da Académica não obstam à realização de um melhor trabalho?FA - Eu não culpo os técnicos, não culpo quem trabalha. Culpo é todo o projecto. Quando as camadas jovens são praticamente abandonadas e se espera que sejam os pais dos jogadores a resolver os problemas que deveriam ser resolvidos pelo clube, a única coisa que se pode esperar é que a valia dos jogadores acaba por ser imposta através da capacidade dos pais. E isso é muito mau. Se quer olhar verdadeiramente para as camadas jovens, a Académica tem que fazer uma aposta profissional, em termos de métodos, para que os jogadores formados no clube possam jogar ao mais alto nível. Um clube de 3.ª Divisão tem obrigação de formar jogadores para a 3.ª Divisão; um clube como a Académica tem obrigação de fazer jogadores para o campeonato que está a disputar. Por conseguinte a exigência tem de ser igual àquela que existe no Benfica, no Sporting e no Porto. SDC - O novo complexo do Bolão, concluído a breve prazo, pode ajudar a que a formação da Académica dê o desejado salto qualitativo? FA - Deve ajudar! A Académica sempre teve um défice muito grande em termos de condições de trabalho. No passado esse défice foi muitas vezes ultrapassado com muito querer, muita determinação, muita carolice, mas os tempos de hoje são outros, de facto, e a Académica precisa da tal profissionalização interna, na qual uma das áreas é encontrar condições de trabalho para que os jogadores possam crescer e evoluir. SDC - E pode ser revitalizado o estatuto de jogador/estudante? No seu entender, continua a fazer sentido nos dias de hoje?FA - Continua a fazer sentido, mas sem querermos enganar-nos em relação à possibilidade, que havia antigamente, de a equipa da Académica ser formada apenas por jogadores estudantes. Hoje continua a ser possível encontrar muitos jovens com capacidade para jogar na Académica e fazerem os seus estudos aqui em Coimbra, mas não sou contra a aquisição de jogadores profissionais, até para que seja feita a simbiose perfeita entre aqueles que procuram a Académica para a continuação dos seus estudos e aqueles que apenas querem jogar futebol. Grupo dos últimos SDC- A esta distância, como perspectiva o próximo campeonato da BwinLiga?FA - Estou convencido que a classificação da Liga vai ser dividida em três grupos. Um primeiro onde vou incluir o Braga, além naturalmente de Porto, Sporting e Benfica; depois um grupo intermédio, onde me parece que vai aparecer o Guimarães e talvez o Paços Ferreira; finalmente um último grupo onde estão todas as outras equipas, incluindo a Académica e a Naval. SDC-O sonho europeu, muito fala do no início da época passada, é possível no actual contexto da Académica?FA - Tudo é possível no futebol. Mas quando se assume que se vai ter um sonho europeu e depois não se desce de divisão por pouco, leva-nos a pensar que o melhor é ter-se os pés bem assentes e construir uma equipa que dê aos adeptos e ao futebol uma valia técnica e uma capacidade de jogo que traga aos campos aqueles que se afastaram deles. Uma coisa é ir aos campos solidário com a Académica, dando-lhe apoio para que consiga um resultado positivo mas sem esperança de ver um bom jogo, e outra coisa é ir para um jogo de futebol na esperança de ver um bom espectáculo e na certeza de que com esse bom espectáculo também se podem somar pontos. SDC - Na época que terminou os adeptos foram muito pacientes em relação à onda de maus resultados verificados em Coimbra…
FA - Eu venho a dizer, de há uns tempos a esta parte, que já não conheço os adeptos da Académica. Há dez ou quinze anos era impensável a Académica estar cerca de três meses sem ganhar um jogo em casa. Era impensável, fosse qual fosse o treinador. Nem que fosse o maior do mundo. E não estou a dizer que quero “chicotadas”, que não resolvem nada. O que quero dizer é que hoje as pessoas estão adormecidas. É um problema da sociedade, que parece andar narcotizada, anestesiada. Acabo por ter que felicitar a Direcção pela maneira como aguentou o barco, tendo em conta aquilo que a equipa da Académica fez na época passada, ao mesmo tempo que me interrogo em relação ao que se passa com os sócios da Académica e sobre o que terá feito alterar a sua maneira de pensar. Estes sintomas de adormecimento preocupam-me porque pode muito bem estar a perder-se a vitalidade e a entrega ao clube que sempre foram características dos adeptos da Académica. SDC - E os estudantes universitários, continuam ao lado da equipa da Académica?
FA - Continuar continuam. Só que antigamente os estudantes vibravam com os bons resultados da Académica mas também vibravam com um bom jogo, mesmo perdendo. Muitas vezes, apesar da derrota, saber que a equipa da Académica foi a que melhor futebol praticou dava um grande gozo aos estudantes e enchia-lhes o ego. Agora o que me parece é que também eles já estão na onda de que o que interessa são os três pontos, venham eles de onde vierem… SDC - Que mensagem gostaria de deixar para todos os academistas?FA - Gostava muito que a Académica não se envergonhasse do passado, não tivesse compleção xos com os homens do passado do clube e que procurasse no futuro ser um pouco do que foi ao longo dos anos, adaptada ao momento actual.
AAC, 2 - Beira Mar, 0: Apresentação briosa
 A Académica estreou-se hoje frente aos seus associados com uma vitória por 2-0 sobre o Beira Mar, em jogo de preparação disputado no ECC.
Manuel Machado voltou a dispor a equipa no 4-2-3-1 que vem sendo habitual nesta pré-época, com a novidade de experimentar Káká como "lateral" esquerdo. Paulo Sérgio e Nuno Piloto eram os dois "trincos", tendo à sua frente Lito, Tiero e Hélder Barbosa. Na frente, o solitário Vouho.
O 1º tempo, disputado em ritmo de treino, foi muito pouco interessante. Sucederam-se os passes transviados e a bola andou quase sempre longe das balizas, pelo que houve apenas duas oportunidades de golo, uma para cada lado: um cabeceamento de Lito (mal) defendido pelo guardião aveirense e, já perto do intervalo, uma grande intervenção de Pedro Roma a deter um remate ao ângulo superior esquerdo das suas redes.
Após o descanso, o técnico academista decidiu alterar o sistema táctico, passando a actuar em 4-4-2. Assim, saíram Paulo Sérgio e Nuno Piloto, ficando Pavlovic como médio mais recuado. À frente, a "dupla" Gyano-Joeano rendeu Vouho.
A 2ª parte foi disputada num ritmo mais vivo, por vezes já a "cheirar" a competição. A Académica esteve melhor, tendo até conseguido gizar algumas jogadas de bom recorte.
Joeano deu outra movimentação ao ataque academista e o próprio Gyano apareceu mais solto do que é habitual. Por seu turno, no meio-campo, Tiero mostrava que é reforço.
A Briosa ia criando algumas oportunidades e só a boa actuação do guardião Luís Almeida impedia a sua "dupla" atacante de facturar.
A 11 minutos do final, magnífica execução de Gyano e mais uma defesa do guarda-redes visitante para "canto". Na sequência deste, a bola é rechaçada para fora da área e TIERO, na meia esquerda, "fuzila" Luís Almeida. Um grande golo!
Os aveirenses reagiram e criaram algum perigo. Mas foi a Académica que, no último lance da partida, aumentou a contagem. Vítor Vinha recuperou uma bola a meio campo e endossou-a a Joeano. Este fugiu pela esquerda e serviu GYANO que, isolado na área contrária, rematou à meia volta para o fundo da baliza.
Em conclusão, uma estreia muito razoável da Briosa, que mostrou alguns momentos de futebol agradável e uma atitude competitiva que é de realçar. Mas a verdade é que a equipa está longe de estar formada, pelo que Manuel Machado ainda tem muito trabalho pela frente, em especial na criação de automatismos ofensivos.
Sob a arbitragem de Vítor Campos, de Coimbra, as equipas alinharam da seguinte forma:
Académica - Pedro Roma; Sarmento (Pedro Costa, 46; Berger, 77), Litos, Orlando e Káká (Vítor Vinha, 46); Paulo Sérgio (Pavlovic, 46) e Nuno Piloto (Joeano, 46); Lito (Miguel Pedro, 66), Tiero e Hélder Barbosa; Vouho (Gyano, 46). . Beira Mar - Luís Almeida; Jorge Vidigal, Fernando, Vasco Matos, Artur, João Pedro, Mateus, Ricardo, Maurinho, Emerson e Camora. Jogaram ainda: Tony, Vitinha, Buba, Roma, Vítor Alves, Coria e Pato. . Marcadores: Tiero (79) e Gyano (90+3).
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Os "pretos", um a um: . Pedro Roma - Pouco trabalho mas uma grande defesa. Continua "em forma".
Sarmento - Mais uma vez complicativo e sem grandes rasgos.
Litos - Uma boa actuação, embora tenha sentido algumas dificuldades na parte final, quando o Beira Mar procurava a igualdade. À meia hora da 2º tempo, derrubou Roma quando este se esgueirava perigosamente. Em jogo a sério, seria, no mínimo, "amarelo".
Orlando - Sóbrio mas eficiente. Entendeu-se razoavelmente com Litos e sentiu as mesmas dificuldades que este na parte final.
Káká - Face à saída de Lira, Manuel Machado testou-o na esquerda como eventual alternativa a Vítor Vinha, aproveitando a sua rapidez. Não se saiu mal de todo, mas viu-se nitidamente que não tem a rotina do lugar.
Paulo Sérgio - Esteve muito activo nas tarefas defensivas, mas mostrou-se algo lento e complicativo nas transições ofensivas.
Nuno Piloto - A ideia era ser o médio "box-to-box", ligando o sector defensivo ao atacante. A verdade é que nunca conseguiu desempenhar bem essa função.
Lito - Muito activo na ala direita, aparecendo, frequentemente, na área contrária. Na 2ª parte, foi jogar mais para o meio do terreno e perdeu fulgor.
Tiero - Grande jogo do médio ganês. É um jogador "vagabundo", que aparece em várias posições, tanto no meio como nas alas. O golo que marcou revelou, não apenas uma meia-distância potente e colocada, mas também um bom sentido de oportunidade.
Hélder Barbosa - Teve alguns bons apontamentos mas está ainda longe da "forma" que o notabilizou a época transacta. No 2º tempo, descaiu mais para o interior e a sua inadaptação foi notória.
Vouho - Muito só e quase sempre mal servido, mostrou-se ineficaz.
Pedro Costa - Mais activo e mais certo que Sarmento no apoio ao ataque, mas continua a não recuperar bem.
Vítor Vinha - A segurança habitual a defender mas os mesmos cruzamentos mal medidos, por vezes sem nexo. Mérito ao desmarcar Joeano no 2º golo.
Pavlovic - Uma boa actuação do sérvio, seguro a defender e melhor que Paulo Sérgio a soltar a bola.
Gyano - E se o "ponta-de-lança" que procuramos estiver na casa? Uma excelente actuação do húngaro, que viu o guardião contrário negar-lhe dois golos após dois bons lances por si protagonizados. No final, um golo de excelente exucução. É certo que, nestes jogos, as marcações são menos apertadas mas parece que vale mais do que mostrou a época passada.
Joeano - Deu outra movimentação ao ataque. A sua presença permitiu abrir espaços que muito úteis foram a Gyano, a quem ofereceu o 2º tento. Aos 63 minutos, foi autor de uma magnífica jogada que só não deu golo devido à grande intervenção do guarda-redes aveirense.
Miguel Pedro - Entrou para fazer de "número 10" (camisola que vai envergar esta época) e esteve melhor que em jogos anteriores. Será que estará à altura dessa missão?
Berger - Manuel Machado experimentou-o a "lateral" direito no último quarto de hora. Não esteve mal mas foi pouco tempo para uma apreciação mais objectiva.
Apresentação da Académica sem surpresas
Decorreu hoje no centro comercial Dolce Vita, em Coimbra, a apresentação aos sócios da equipa da Académica para a época 2007/2008.
. A apresentação iniciou-se com uma actuação do "Despertar", o mais recente grupo da Secção de Fado da AAC.
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Seguiu-se uma breve intervenção de Jaime Lopes, presidente executivo da "Chamartin", empresa proprietária do "Dolce Vita". Salientou o facto de, pelo terceiro ano consecutivo, esta ser o patrocinador principal da Briosa, declarando que "não nos preocupam muito os resultados, mas sim a ligação às comunidades locais onde nos inserimos". Ilustrou as dificuldades dos clubes portugueses, dando como exemplo a enorme diferença de orçamentos entre a Académica e o Valladolid, recém-promovido à 1ª Liga espanhola.
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Passou-se, então, ao momento mais aguardado, com a apresentação dos jogadores que representarão a Briosa na época 2007/2008. Não se registaram quaisquer novidades no que se refere a contratações embora o painel em que os jogadores da nova temporada iam assinando tivesse espaço para duas incógnitas.
. Apresentados, mas ainda sem número, foram os costamarfinenses Fofana e Vohou, que, após um período à experiência, acabaram por assinar contrato. O "lateral" esquerdo Lira não marcou presença na cerimónia de hoje e sabe o Simplesmente Briosa que a direcção está a tratar da sua saída, muito provavelmente para um clube israelita. Em pleno voo estaria nesse momento o senegalês Ousame N'Doye, que, a partir de amanhã, deverá estar à disposição de Manuel Machado, embora a contas com um processo disciplinar.
Eis, então, a constituição da Académica 2007/2008:
Guarda-Redes 1 - Rui Nereu 12 - Ricardo 24 - Pedro Roma
Defesas 22 - Sarmento 30 - Pedro Costa 21 - Litos 5 - Berger 4 - Kaká 15 - Orlando 18 - Vítor Vinha
Médios 23 - Pavlovic 8 - Paulo Sérgio 28 - Nuno Piloto 17 - Cris 33 - Tiero 16 - Licá 7 - Hélder Barbosa 25 - Ivanildo 10 - Miguel Pedro 11 - Lito --- - Fofana Avançados 14 - Pedro Ribeiro 29 - Gyano 2 - Joeano --- - Vohou
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Por fim, falou o Presidente da Briosa, José Eduardo Simões. . Começou por agradecer o apoio que a Amorim Imobiliária tem dado na construção da "Academia do Choupal" (sic). Referiu que esta já possui dois relvados sintéticos e um edifício em construção, quase acabado, que deverá ser inaugurado em Novembro. "Nunca na história da Académica se fez tanto como em 2007", afirmou. Salientou que "o futebol profissional e a formação vão ter condições excepcionais para trabalhar e evoluir", o que implica uma "exigência de resultados desportivos".
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Passou depois para as questões orçamentais e financeiras, referindo que "pelo segundo ano consecutivo, o exercício foi positivo". "A Académica deu lucro, algo que só outros quatro clubes nacionais conseguiram", afirmou.Referiu, igualmente, que, na Bwin Liga, "há 11 clubes cujo passivo é superior ao nosso". Mencionou, como excepções, o Marítimo, o Nacional, o Paços de Ferreira e o Leixões, sendo que a situação das duas colectividades madeirenses se deve aos apoios do respectivo Governo Regional. Salientou, ainda, que, este ano, "há 10 ou 11 equipas com orçamento superior ao nosso".
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Lembrou que "nos últimos 28 anos, passámos 17 na 2ª Liga", mas que "já vamos em seis anos consecutivos na Liga principal, correspondentes aos mandatos desta Direcção e da Comissão Administrativa chefiada por João Moreno". Admitiu que "foram cinco épocas muito sofridas", mas que, esta temporada, o objectivo é "buscar o mais cedo possível a tranquilidade na classificação", de forma a que, "daqui a um ano, possamos estar aqui a festejar o sétimo ano consecutivo na 1ª Liga".
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Elogiou a forma "extraordinária" como todos estão a trabalhar para que isso aconteça. "Vão dar tudo o que têm (sangue, suor, trabalho, talento) em prol da Académica". Ilustrou as suas palavras com a última conversa que teve com Filipe Teixeira. O ex-jogador da Briosa ter-lhe-á manifestado a sua mágoa por partir, "apesar de ir ganhar um salário muitíssimo superior em Inglaterra", pois "nunca tinha estado num grupo de trabalho com tanta vontade de vencer". Aproveitou para elogiar o ex-jogador, que comprou cinco lugares cativos no ECC para ver a Académica sempre que possa.
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A fechar, nova actuação do grupo de fados "Despertar" e, no final, um vibrante FRA, entoado por todos os presentes. . Actualização de Jorge Martins.
Depois da "limpeza", ainda faltam "peças" no novo "puzzle"
Mais uma vez, o "defeso" da Briosa ficou marcado pela "dança" de jogadores da sua equipa principal.Assim, dos 27 atletas que terminaram a última época, 14 deixaram Coimbra (eventualmente 15, se se confirmar a saída de Lira). Ou seja, mais de metade do plantel anterior não transitou para a nova temporada.
Vejamos, então, a relação de saídas:
Guarda-redes: Douglas (regressou ao Brasil) e Eduardo (Tourizense). .. Defesas: Nuno Luís (Chipre?), Danilo (regressou ao Brasil), Medeiros (Omonia Nicósia, de Chipre), Lino (FC Porto). Entretanto, Lira poderá vir a sair para o estrangeiro, em definitivo ou por empréstimo.
Médios: Alexandre (Curitiba, do Brasil), Brum (Braga), Dame (Panathinaikos, da Grécia) e Filipe Teixeira (West Bromwich Albion, de Inglaterra).
Avançados: Gelson (regressou ao Brasil), Nestor Alvarez (emprestado ao Busan, da Coreia do Sul), Sílvio (Tourizense) e Cláudio "Pitbull" (Leixões).
Destas, a maioria justifica-se pelo seu fraco rendimento, numa demonstração evidente do equívoco que constituiram algumas contratações. Por isso, parece-nos que se pode falar daquilo que, na gíria futebolística, se designa por "limpeza do balneário". . As excepções são, sem dúvida, Filipe Teixeira, Dame, Lino e Brum. "Pitbull" é um caso especial, já que esteve emprestado pelo FC Porto, que, agora, o cedeu aos seus vizinhos matosinhenses.
Por seu turno, os "resistentes" certos são os seguintes: .
Guarda-redes: Pedro Roma. . Defesas: Sarmento, Litos, Káká e Vítor Vinha.
Médios: Paulo Sérgio, Pavlovic, Nuno Piloto, Miguel Pedro e Hélder Barbosa. Avançados: Gyano e Joeano.
De referir que, dos referidos, Hélder Barbosa e Joeano continuarão na situação de emprestados, respectivamente, pelo FC Porto e pelos israelitas do Beitar Jerusalém. . Para colmatar as numerosas saídas que acima referimos, verificou-se, para já, a entrada de 14 (ou 15) novos jogadores. Eis, então, a respectiva relação: Guarda-redes: Ricardo (ex-Varzim) e Rui Nereu (ex-Benfica). Defesas: Pedrinho (ex-Varzim), Pedro Costa (ex-Braga), Berger (ex-SV Reid, da Áustria) e Orlando (ex-Freamunde). . Médios: Cris (ex-Feirense), Licá (ex-Social de Lamas), Tiero (ex-Asante Kotoko, do Gana), Lito (ex-Naval), Ivanildo (ex-U. Leiria, emprestado pelo FC Porto) e Fofana (de um clube da Costa do Marfim). Regressou Ousmane N'Doye (ex-Al-Shabah, do Qatar), mas não é certo que fique. Avançados: Pedro Ribeiro (ex-júnior) e Vouhu (de um clube da Costa do Marfim).Porém, de acordo com o contrato, Pedrinho deverá continuar na Póvoa de Varzim, na condição de emprestado, pelo menos até Dezembro. Contudo, a sua boa exibição no jogo-treino que aí realizámos poderá fazer antecipar a sua vinda para Coimbra. . Por seu turno,o jovem Licá, que vem da 3ª Divisão, será, ao que tudo indica, colocado a "rodar" no Tourizense.
Observando o plantel, vemos que nos faltam três "pedras" fundamentais: um defesa esquerdo (caso se confirme a saída de Lira), um médio que actue na posição de número "10" e um "ponta-de-lança". Sabemos que a Direcção está à procura de alternativas para esses lugares, mas os condicionalismos financeiros da instituição, que obrigaram a uma siubstancial redução do orçamento para esta época, tendem a limitar a margem das escolhas. . No "Dolce Vita", onde decorrerá a apresentação da equipa, estão colocados 26 "retratos" e mais dois com a indicação "confidencial". Haverá surpresas hoje? Logo saberemos...
Pavilhão Jorge Anjinho alvo de obras verdes
 Pode ler-se hoje no site oficial que a " Direcção da ACC/OAF informa os utentes do Pavilhão Jorge Anjinho que foi adjudicada à empresa ENERSKY a obra de abastecimento de água quente para os balneários e instalações sanitárias."
Trata-se de um sistema misto de aquecimento utilizando energia solar e gás natural, sendo o modelo mais actual do mercado utilizado em pavilhões desportivos. . .E como funciona este sistema? Como o nome indica, usam-se as duas formas de energia, solar e gás natural sendo que o sol tem sempre prioridade porque, segundo o ditado, quando nasce é para todos. Assim, serão instalados colectores solares inclinados a cerca de 38º para sul de modo a aproveitar o máximo de horas de sol durante o dia e assegurar a perpendicularidade entre a radiação solar e a área de superfície dos colectores. Criando o famoso efeito de estufa no seu interior, vai aquecer um líquido refrigerante que depois é filtrado indo a água (já quente) para um depósito armazenador. Aqui, os utilizadores do pavilhão iram receber desta água inicialmente até que se esgote na totalidade. Depois, entra automaticamente em funcionamento o sistema que muitos de nós usamos em casa, o a gás. .Quanto custa este investimento à AAC/OAF? Sendo um valor que apenas poderá ser conhecido no final do ano, quando recebermos o relatório de contas, podemos adiantar que uma obra desta envergadura custará entre 10 a 18 mil euros. Depois de uma má imagem deixada pelos colectores há cerca de 20 anos, a actualidade é bem diferente. .A Enersky é uma empresa que trabalha apenas com certificados de qualidade fornecidos pelo Instituto Nacional de Engenharia , Tecnologia e Inovação (INETI). Para se obter este certificado, todos os produtos são submetidos a vários testes como a variação brusca de temperaturas, chuvas intensas, entre outros. .Assim, é fornecida uma garantia de 6 anos que cobre todos os eventuais estragos de material. 6 anos porque é o tempo estimado para que o investimento esteja pago. A partir daí, a ACC/OAF terá apenas benefícios económicos pois deixa de pagar despesas com o aquecimento de água e já conseguiu reaver o seu dinheiro. Esta é uma medida que o ambiente agradece, pois "as estimativas da empresa apontam para uma redução na emissão de dióxido de carbono de 5,4 toneladas, por ano." .É uma mudança que hoje pode até parecer estranha, mas que daqui a cerca de 10 anos todos teremos certamente de ter este pensamento.
Hoje: Apresentação no "Dolce Vita" e jogo com o Beira Mar
 É hoje, pelas 17 horas e 30 minutos, que decorre, no átrio principal do Centro Comercial "Dolce Vita", a apresentação oficial aos sócios da equipa da Briosa para a temporada de 2007/2008. .Com o mesmo objectivo, realizar-se-á, pelas 20 horas, no Estádio Cidade de Coimbra, um encontro de preparação entre a nossa equipa e a do Beira Mar.
. Os associados da Académica que já tenham adquirido o respectivo bilhete de época têm entrada gratuita. Os restantes terão de dispender 4 euros. .
Quem ainda não o fez, pode aproveitar a ocasião para o comprar, na Loja TBZ do ECC, entre as 10 e as 18 horas.
Transferências
 Segundo o Site Oficial do West Bromwich Albion, Filipe Teixeira terá saído para Inglaterra por um pouco mais do que era a clausula de rescisão, cifrada nos 750 mil euros. Segundo este, a transferência terá custado cerca de £600.000, que equivale a cerca 890 mil euros. Sendo que a Académica tem uma fatia de 55% do passe, dá perto de 490 mil euros, algo dadas as circunstâncias acaba por ser positivo. . O balão de oxigénio financeiro poderá assim permitir a entrada de Pedrinho de imediato, o que segundo o acordo establecido com o Varzim aquando da transferência, custará 100 mil euros agora, e 50 mil euros se vier só em Janeiro de 2008 para Coimbra.
Pedro Silva no Sporting
 O lateral Pedro Silva que há cerca de dois anos atrás representou a Académica está prestes a assinar pelo Sporting. Lembre-se que este só foi titular em Coimbra quando Nuno Luis esteve lesionado e até Sarmento chegou a ficar com esse lugar antes do brasileiro. . No entanto, ficou na retina um golo fantástico ao Rio Ave (ver aqui) em que o jogador fintou dois adversários e ainda sentou Mora antes de atirar para o fundo da baliza. . Foi esta a opção dos leões para reforçarem o seu lado direito da defesa que ainda só contava com Abel.
FILIPE TEIXEIRA Obrigado
O que se segue não mais é do que um especial obrigado ao Filipe Teixeira pelos dois anos de momentos magnificos que nos proporcionou de Briosa ao peito. Alguém que sempre deu tudo em campo, que não só atacava com uma magia única como também ajudava nas missões defensivas mais trabalhosas, e que várias foram as vezes em que o vimos recuperar bolas, só poderia sair da Académica pela porta maior, uma por onde muito poucos conseguem, mas Filipe Teixeira sai com uma imagem fortissima, não só como jogador, mas também como pessoa, pela correcção com que pautou a sua saída desta instituição, correcção essa, digna de grande Académico!
Varzim 0-0 Académica
 Na estreia de Joeano desta sua nova etapa com a camisola negra vestida, a Académica alcançou mais um empate frente ao Varzim onde ainda joga o futuro lateral-direito da Briosa, Pedrinho que por sinal se cotou como um dos melhores em campo. . Assim a Briosa iniciou o jogo com a seguinte equipa: . Pedro Roma; Pedro Costa, Litos, Kaká e Vinha; P. Sérgio, Tiero, Miguel Pedro e Lito; Gyano e Joeano . Os minutos passaram, e as maiores oportunidades foram sempre da equipa da Póvoa de Varzim que por várias vezes esteve perto de inaugurar o marcador, e tal só não aconteceu devido a algumas grandes defesas dos dois guarda redes. A equipa com que a Académica terminou o jogo, já com todas as substituições foi esta: . Ricardo; Sarmento, Orlando, Berguer e Lira; Pavlovic, Fonfana, Nuno Piloto e Lito; H. Barbosa e Vouho.
ÚLTIMA HORA Simplesmente Briosa reforça-se com visual novo
Estamos em condições de avançar em primeira mão que o Simplesmente Briosa tem novo visual para a nova época desportiva 2007/2008. A nossa fonte segura diz-nos que o Gonçalo Cabral trabalhou ao longo de vários dias intensivamente para que pudéssemos apresentar aos nossos leitores este grafismo que, a meu ver, é bem mais atractivo. .
A partir de hoje, ao aceder ao Simplesmente Briosa, irá encontrar a "cábula" no lado direito do ecrã. Uma cábula que é sempre útil a qualquer estudante que quer ter a matéria toda a mão. Aqui, encontrará as últimas notícias de todos os blogs da Académica. .
No canto superior direito, encontram-se agora 3 novos botões. O primeiro, serve para o caso de querer definir o Simplesmente Briosa como a sua homepage. Já o segundo, mostra-nos o já conhecido contador de visitas. Por fim, o terceiro trata-se de um botão que permite ler unicamente o Feed do Blog. O RSS é um sistema cada vez mais utilizado na Internet e o SB tenta abrir este caminho de forma a disponibilizar os nossos conteudos a outros que queiram fazer o que nós fazemos na cábula. .
Um agradecimento especial tem de ser feito aos colegas do Blog do Belenenses (belenenses.blogspot.com). A ajuda do Luís Vieira tornou-se fundamental. .
Tal como Fofana e Vouho, estamos ainda em fase de testes... Uma falha que prometemos desde já corrigir nos próximos dias é o melhoramento para os utilizadores do Mozzila Firefox.
Pode o leitor deixar a sua opinião.
Tiero chegou hoje, Joeano (e talvez, N'Doye) amanhã
 O ganês William Tiero chegou finalmente a Coimbra, tendo estado já hoje na Tocha, onde assistiu ao encontro de preparação frente ao Feirense. O jogador, de 26 anos, actua na posição de médio interior e é proveniente do Asante Kotoko, do seu país natal. Após duas experiências mal sucedidas em Portugal, no V.Guimarães e na Naval (onde, devido a lesão ou a questões burocráticas, nunca actuou em nenhum jogo oficial), esperamos que à terceira seja de vez. Caso se confirmem as expectativas colocadas na sua contratação, Tiero poderá ser o "número 10" de que a equipa tanto necessita após a saída de Filipe Teixeira. . Entretanto, fonte próxima da Direcção confirmou que Joeano deverá chegar amanhã ao nosso país, sendo provável que integre, de imediato, os trabalhos da equipa. Quem também poderá estar de regresso é Ousmane N'Doye, embora a sua permanência no plantel ainda não seja certa. . A mesma fonte referiu, ainda, que os marfinenses Fofana e Vouho continuarão a ser observados pelo técnico Manuel Machado. Para já, o mais provável é irem integrar o Tourizense, podendo, a qualquer momento, ser chamados à equipa da Briosa se o técnico assim o entender. Em contrapartida, o brasileiro Leonardo está completamente descartado.
Académica, 0 - Feirense, 0
 A Académica empatou hoje sem golos com o Feirense, da Liga Vitalis, em mais um encontro de preparação disputado no Complexo Desportivo da Tocha. Foi um típico jogo de pré-época aquele a que assistimos. Com falta de entrosamento entre os jogadores (especialmente quando as mexidas nos planteis são maiores, como sucedeu na Briosa) e com grandes cargas de treino, as equipas mostram-se ainda muito "perras" de movimentos. Por isso, são imensos os passes falhados, o ritmo de jogo é baixo e, salvo um ou outro momento, a partida acaba por se disputar em toada morna e torna-se um "bocejo" para o espectador. Algo que é especialmente válido na 2ª parte, quando, para além do natural desgaste físico dos atletas, os técnicos optam por colocar em campo um conjunto totalmente diferente ou por substituir meia equipa. No fundo, são jogos mais para os técnicos que para os adeptos, onde o resultado acaba por não ser o mais importante. Depois de um início relativamente equilibrado, a Académica assumiu o comando do encontro a partir do quarto de hora, altura em que, após uma boa jogada de ataque da Briosa, Hélder Barbosa, em boa posição, atirou forte mas muito ao lado. Do lado do Feirense, uma boa oportunidade poucos minutos antes do intervalo. Na sequência de um "canto", Gaúcho cabeceou de cima para baixo, mas Ricardo salvou sobre a linha. . Após o intervalo, Manuel Machado colocou uma equipa quase totalmente nova, enquanto que o técnico da turma de Santa Maria da Feira, Henrique Nunes, ia fazendo diversas substituições. . A 2ª parte foi uma verdadeira "tortura" para os cerca de 150 espectadores presentes, já que teve muito poucos motivos de interesse. A Briosa atacou mais mas sem objectividade, enquanto que os feirenses raramente chegaram à baliza academista. Oportunidades flagrantes de golo não existiram, pelo que o resultado não sofreu alteração. . Sob a arbitragem de Fernando Matias, de Coimbra, as equipas alinharam de início com: . Académica - Ricardo; Pedro Costa, Litos, Berger e Vinha; Paulo Sérgio e Nuno Piloto; Lito, Miguel Pedro e Hélder Barbosa; Vouho. . Feirense - William; Hernâni, Mamadi, Luciano e Macaé; Tales; Tó Miguel, Gabi e Denilson; Jorge Leitão e Gaúcho. . No 2º tempo, a Briosa alinhou com: Pedro Roma; Sarmento, Orlando, Káká e Lira; Pavlovic e Nuno Piloto; Lito (Fofana), Licá e Hélder Barbosa (Gyano); Vouho. . No Feirense, entraram Godinho, André, Barge, Bruno, Piri, Serginho, Vítor Hugo, Marlon e Paulinho. Os "pretos", um a um:
Ricardo - Pouco trabalho mas uma excelente defesa. Tem presença na baliza e bons reflexos.
Pedro Costa - Atacou muito mas mostrou-se demasiado lento a recuperar, abrindo muitos espaços nas suas costas. Litos - Não comprometeu mas teve algumas falhas que, contra um adversário mais forte, poderiam ter tido consequências mais graves. Berger - Coriáceo mas não muito dotado tecnicamente. Uma falha que podia ter comprometido. Vítor Vinha - Não esteve mal a defender mas falhou no apoio ao ataque. Paulo Sérgio - Um "mouro de trabalho". Muito eficiente nas tarefas defensivas mas algo trapalhão na fase de construção. Nuno Piloto - Actuou durante os 90 minutos e teve alguns bons apontamentos. Esteve nas melhores jogadas da equipa. Miguel Pedro - Não fez esquecer Filipe Teixeira. Não parece muito talhado para o lugar de "número 10". Lito - Muito activo pelo seu flanco, embora longe da exibição que protagonizou frente ao V.Guimarães. É, sem dúvida, uma boa aquisição. Hélder Barbosa - Ainda não está em "forma" mas a sua técnica começa a vir ao de cima. Não parece ter ficado afectado psicologicamente pela grave lesão que sofreu. Vouho - O marfinense mostrou-se muito batalhador mas raramente foi servido em condições. . Pedro Roma - Limitou-se a receber, com os pés, bolas atrasadas pelos colegas.
Sarmento - Muito trapalhão a defender e alguns maus passes. Melhor a subir pelo seu flanco.
Orlando - Mostrou-se seguro mas o ataque adversário, no 2º tempo, quase não existiu.
Káká - Uma boa actuação. Igualmente seguro a defender, procurou também sair com a bola controlada. Lira - Tentou apoiar o ataque mas nem sempre da forma mais objectiva. Pavlovic - Bem a defender, esteve mais activo que Paulo Sérgio na fase de construção, mas faltou-lhe alguma clarividência. Escusada aquela "entrada" dura no último lance do jogo. Licá - Tem vontade mas falta-lhe experiência. Ainda está muito "verde". Fofana - O segundo marfinense a actuar revelou pormenores muito interessantes, tendo sido responsável pelos poucos momentos de interesse da 2ª parte. Dotado de boa técnica individual, só com recurso à falta os adversários conseguiam travá-lo. Gyano - Foi jogar na ala esquerda. Logo,... . Conclusão: Estes jogos servem para os técnicos fazerem experiências e para ajudar ao entrosamento da equipa, dando-lhe, igualmente, "endurance" competitiva. Por isso, valem o que valem. Apesar de tudo, nota-se no conjunto a falta de um "médio" criativo (alguém que pense o jogo e faça jogar a equipa) e de um ponta-de-lança. Outra lacuna importante é a marcação de "livres". Nesta partida, ou iam contra a barreira ou acabavam em "três pontos para a Nova Zelândia".
Joeano na Académica
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É uma grande notícia que hoje nos dão os jornais desportivos. Joeano será jogador da Académica por mais uma época, embora a título de empréstimo. Falou-se também no interesse do Vitória de Setúbal, mas o nosso Joeano, que já afirmou ter um grande amor a Coimbra e à sua Briosa, não hesitou em escolher "os pretos".
Joeano foi em 2006 o melhor marcador da primeira liga portuguesa com 11 golos em apenas metade da época e dispensa apresentações. A Mancha Negra pode agora voltar a cantar os golos de Joeano.
Entretanto, a equipa orientada por Manuel Machado realiza hoje o seu quarto jogo de treino às 18h na Tocha. |