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  - Domingo, Setembro 30, 2007

Convocados para o Académica - Leixões

O técnico Domingos Paciência já escolheu os jogadores que amanhã irão enfrentar o Leixões no Estádio Cidade de Coimbra. Em relação à última convocatória há as saídas de Berger e Vouho, ambos por opção técnica. Assim, segue a lista dos dezoito escolhidos:

Guarda-Redes
24 Pedro Roma
12 Ricardo

Defesas
4 Kaká
15 Orlando
21 Litos
18 Vítor Vinha
30 Pedro Costa

Médios
3 Fofana
8 Paulo Sérgio
17 Cris
23 Pavlovic
33 Tiero
78 N’Doye

Avançados
2 Joeano
7 H. Barbosa
10 Miguel Pedro
11 Lito
25 Ivanildo

Lesionados: Sarmento e Gyano.

  - Sábado, Setembro 29, 2007

José Eduardo Simões quer um estádio novo



Um novo estádio com capacidade para cerca de 12 a 13 mil espectadores. Foi este o desafio lançado por José Eduardo Simões, anteontem à noite, durante a Grande Gala da Académica, no Casino do Estoril.

O presidente da Briosa começou por recordar os elevados custos de manutenção que envolvem o Estádio Cidade de Coimbra para assim justificar essa obra, cujo apoio pediu a todos os académicos.Ao Diário de Coimbra, José Eduardo Simões explicaria que uma coisa é a manutenção regular da estrutura, outra bem diferente são as obras que serão necessárias a médio/curto prazo e para as quais a Académica não terá dinheiro. «Falo por exemplo de mudar todas as cadeiras, reparar a cobertura ou arranjar o tartan», acrescentou o líder academista, reconhecendo que são obras cuja necessidade inevitavelmente aparecerá nos próximos anos.

No novo estádio, explica, esses custos seriam substancialmentre inferiores («um quarto ou um quinto dos que implica um estádio com a dimensão do actual», disse), logo suportáveis pelo emblema conimbricense. Nesta fase, José Eduardo Simões prefere não adiantar mais pormenores sobre o projecto e sobre a sua eventual localização, mas garante que em breve voltará a abordar o assunto.

O presidente da Académica, no seu discurso, revelou ainda que a Academia Briosa XXI, cujas imagens exibiu às cinco centenas de academistas presentes, vai ser inaugurada até ao final do ano e aproveitou para convidar o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, para marcar presença nessa cerimónia. Adiantou ainda que aí será criada uma escola de guarda-redes que terá como principal responsável Pedro Roma.Mas a noite foi, essencialmente, de homenagem à Académica e aos académicos. «Isto é uma obra que não existe em lado nenhum do mundo», dizia José Eduardo Simões, referindo-se aos 160 atletas da Briosa que terminaram cursos superiores e aos dois já doutorados (José Belo deverá ser, em breve, o terceiro).A gala, que anualmente é organizada pela Casa da Académica em Lisboa, foi este ano co--organizada pela Direcção-Geral da AAC e pelo Organismo Autónomo de Futebol, enquadrando--se nas comemorações dos 120 anos da AAC.

Como resumiu Joel Vasconcelos, presidente da Assembleia Magna da AAC e líder da comissão que organizou as comemorações dos 120 anos «ser da Académica é algo de inexplicável».«O quanto, como e de que forma é que cada um sente a Académica é individual e talvez seja do adn que cada um de nós bebeu ou absorveu na nossa Coimbra. A irreverência, a genuidade, a procura da justiça, a disponilbidade para lutar sempre por um mundo livre e solidário. É assim a nossa Académica, foi assim e espero que seja para sempre, única e diferente», afirmou o dirigente estudantil no arranque de uma noite que terminaria já de madrugada após uma série de homenagens, todas elas muito sentidas pelos academistas presentes.

A gala foi conduzida por Andreia Madeira (directora de Comunicação da Briosa) e por Jorge Gabriel (que acumula a sua carreira de apresentador televisivo com a de técnico de futebol) e terminou com a apresentação do hino da Briosa, que como ontem anunciámos tem música de José da Ponte e letra de Tiago Torres da Silva.

Em Diário de Coimbra

  - Sexta-feira, Setembro 28, 2007

BriosoMilhões



Académica - Leixões


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  - Quarta-feira, Setembro 26, 2007

JES vai a julgamento (*)

O Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Coimbra decidiu esta quarta-feira levar a julgamento os oito crimes de corrupção imputados pelo Ministério Público ao presidente da Académica, José Eduardo Simões.
Citado pela agência Lusa, o advogado do dirigente, Rodrigo Santiago, disse aos jornalistas que o TIC não aceitou os argumentos do seu constituinte para que seis daqueles crimes, para os quais foi requerida a instrução, fossem excluídos do processo nesta fase.
A audiência, em que o presidente da Académica participou acompanhado pelo advogado, decorreu durante quase três horas.
Antigo director do Urbanismo na Câmara Municipal de Coimbra, JES foi acusado de quatro crimes de corrupção passiva para acto ilícito e de quatro crimes de corrupção passiva para acto lícito, puníveis com penas entre um e oito anos de prisão. É suspeito de ter favorecido promotores imobiliários a troco de donativos para a Académica.
Os factos que lhe são imputados são publicamente conhecidos desde 12 de Dezembro de 2006, tendo a Direcção reunido nesse mesmo dia para manifestar solidariedade e confiança na gestão de José Eduardo Simões, eleito em 17 de Dezembro de 2004 para um mandato de três anos.
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(*) adaptado de "Maisfutebol"



  - Segunda-feira, Setembro 24, 2007

Boavista 0-0 Académica
Empenho, garra... e alguma sorte

A Briosa empatou hoje no Estádio do Bessa num jogo sem golos mas que nem por isso deixou de ser aberto e pelo menos a espaços bem disputado só tendo mesmo faltado os golos para dar outro colorido ao marcador. No entanto, o empate final aceita-se dado o equilibrio que as duas equipas mantiveram ao longo do jogo.

No plano colectivo a exibição foi positiva pelo menos no que diz respeito a empenho e atitude.A Briosa empatou hoje no Estádio do Bessa num jogo sem golos mas que nem por isso deixou de ser aberto e pelo menos a espaços bem disputado só tendo mesmo faltado os golos para dar outro colorido ao marcador. No entanto, o empate final aceita-se dado o equilibrio que as duas equipas mantiveram ao longo do jogo.

No plano colectivo a exibição foi positiva pelo menos no que diz respeito a empenho e atitude. A equipa nunca perdeu a sua identidade e sempre que possível atacou com qualidade, fruto de iniciativas de Helder Barbosa no primeiro tempo, e Miguel Pedro no segundo, onde ambos desequilibraram a defesa boavisteira. Pelo meio, a Académica levou duas bolas na barra de Pedro Roma que com alguma sorte não acabaram no fundo das redes.

A destacar pela positiva há a qualidade de Pedro Costa que finalmente assegura um lado direito defensivo seguro e ainda alguma audácia ofensiva. Orlando e´Kaka parecem complementar-se, e ainda um destaque especial para Ousmane N'Doye que passados todos os problemas também se cotou como um dos melhores em campo, mesmo com alguns tiques de individualismo excessivo.

A Académica um a um:

Pedro Roma(3) - Uma noite complicado, onde viu a bola bater duas vezes no ferro e uma boa defesa ainda na primeira parte. No resto, apenas foi obrigado a recolher algumas bolas faceis.

Pedro Costa (4) - Seguro. Mesmo com a sua baixa estatura, raramente perde uma bola pelo ar, para além de que pelo chão dificilmente alguém o ultrapassa. Sempre bem posicionado e a antecipar-se nos momentos certos, é o acréscimo de qualidade que faltava no sector.

Káká (4) - O normal no Brasileiro. Rápido, eficaz e ainda algumas vezes a sair com a bola bem conduzida.

Orlando (3) - Boa companhia para Kaka. Tem raça, e raramente compromete. Nao inventa.

Vitor Vinha (4) - Pessoalmente previa um jogo complicado para o jovem defesa da Briosa dado o seu opositor directo ser Zé Kalanga, um jogador velocissimo que dá problemas a qualquer lateral. Errado! Não só defendeu de forma eximia como ainda subiu a preceito. Jogo muito bom de Vitor Vinha.

Paulo Sérgio (3) - Menos vistoso do que em outros jogos ainda assim a entrega habitual e tentando levar a bola jogável.

Ousmane N'Doye (4) - Pareceu-me a companhia ideal para Paulo Sérgio. Tem caracteristicas diferentes, um jogo mais habilidoso e consegue desequilibrar logo a partir daquela zona. Que continue assim o Senegalês.

Tiero (2) - Hoje mais apagado do que é costume, saiu ao intervalo. Talvez o apagão tenha tido origem na missão mais desgastante que lhe foi entregue, ao ter de deambular por todo o meio campo ofensivo.

Fofana (2) - À imagem de Tiero, mas ainda mais apagado. Quem o viu a semana passada hoje parecia não reconhecer o número 3 da Briosa.

Helder Barbosa (4) - Apesar de muito desgaste na segunda parte, foi a principal unidade do primeiro tempo. Tem lugar na equipa titular, e merece este ano a oportunidade de explodir.

Joeano (2) - Um pouco sozinho, e também perdido na frente de ataque. Apesar de tudo mostrou muita vontade e uma condição fisica já mais perto da desejavel.

Cris (2) - Entrou para organizar o jogo no lugar que era de Tiero, à frente de N'Doye e Paulo Sérgio mas nem sempre as coisas lhe correram de feição tendo de ajudar em missões defensivas. Vê-se que tem bons pés e por certo voltará às boas exibições rapidamente.

Miguel Pedro (4) - Entrou muito bem! Jogou e fez jogar e foi quando começou a pegar no jogo que se viram os melhores momentos da equipa. Hoje deu gosto de o ver jogar! Parece ser um dos preferidos de Domingos depois do apagão com Manuel Machado.

Lito (1) - Entrou para o centro do ataque e aquela não é a sua posição natural, pelo que não será de espantar o fraco rendimento. Percebe-se a intenção de em fim de jogo apostar na velocidade para o contra ataque mas não resultou.

  - Domingo, Setembro 23, 2007

Porquê? Sporttv


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Leio hoje no jornal A Bola : "Longe vai o tempo em que o rádio fazia as delícias das tardes de domingo, com jogos e golos em catadupa. Mas hoje, devido à presença de sete clubes portugueses nas competições europeias a meio da semana passada, o tempo volta atrás. " A verdade é que Boavista e Académica irão jogar amanhã, segunda-feira, num jogo em que não houve competições europeias para nenhum dos clubes a meio da semana, nem vai haver Taça da Liga a meio da próxima. E porquê? Sporttv...
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Um jogo da Académica no Bessa, sabemos à partida que se vai encerrar a jornada, tal como tem acontecido nos últimos anos. Mas a frustração é ainda maior depois de saber que o Académica - Leixões irá realizar-se, mais uma vez à segunda-feira. E assim iremos ter mais um jogo com pouca gente no estádio e a vantagem de ter o público a puxar pela equipa desvanece-se...

  - Sexta-feira, Setembro 21, 2007

BriosoMilhões



Boavista - Académica



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  - Domingo, Setembro 16, 2007

AAC, 1 - P.Ferreira, 0: Nove meses depois, "Dr." Domingos fez "parir" a vitória...com Paciência

Exactamente nove meses depois do último triunfo, a Académica voltou a vencer uma partida oficial disputada no ECC. Domingos Paciência, o novo técnico da Briosa, não podia ter melhor estreia.
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Em relação à equipa que iniciou o encontro na Madeira, frente ao Marítimo, foram muitas as alterações verificadas, podendo falar-se de uma verdadeira "revolução". Assim, na defesa, apenas se manteve Káká, surgindo Pedro Costa, Orlando e Vítor Vinha nos lugares de Sarmento, Berger e Cris, respectivamente. No meio-campo, Pavlovic não foi convocado, aparecendo Tiero no "onze" inicial. Também Lito e Hélder Barbosa foram preteridos em favor de Miguel Pedro e Ivanildo.
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Os "all blacks" alinharam num sistema de 4-2-3-1, com Pedro Costa na "lateral" direita, Orlando e Káká no meio e Vítor Vinha a defesa-esquerdo. No meio-campo, Tiero e Paulo Sérgio eram os "trincos", enquanto que, mais à frente, Miguel Pedro fazia de "número 10", enquanto os alas Fofana e Ivanildo trocavam constantemente de flanco. Na frente, solitário, o marfinense Vouho.
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Os primeiros momentos prometeram. Logo aos três minutos, Ivanildo, na transformação de um "livre" directo na zona frontal à baliza pacense, fez a bola passar pouco acima da barra.
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Na resposta, na sequência de um "livre" marcado por Fernando Pilar, a bola sobrevoou a área conimbricense, a defesa da Académica não foi lesta a aliviar a bola, valendo a intervenção de Pedro Roma a deter o remate de Márcio Carioca.
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Mas foram mesmo só promessas. A 1ª parte constituiu um mau espectáculo de futebol, com muitos passes falhados de parte a parte e quase sem oportunidades de golo. Basta dizer que só aos 35 minutos um remate forte de meia-distância, da autoria de Tiero, que passou muito perto da trave de Peçanha, quebrou a monotonia.
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É certo que a Briosa pressionou mais do que era usual no tempo de Manuel Machado, mas continuava a mostrar a mesma falta de soluções atacantes perante um adversário que se mantinha na expectativa. Por isso, aceitava-se o nulo verificado ao intervalo.
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No recomeço, o cariz da partida parecia manter-se. Até que Domingos Paciência "perdeu a dita" e resolveu mexer na equipa: primeiro, retirou o apagado Vouho e fez entrar Joeano; depois, fez sair Ivanildo (que, momentos antes, havia proporcionado uma boa defesa ao guardião do Paços) e colocou em campo Hélder Barbosa.
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Com estas alterações, os "all blacks" começaram a mostrar uma maior vivacidade atacante e a acercar-se com mais perigo da área adversária.
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Aos 67 minutos, registou-se um grande momento de futebol. Na meia-direita do ataque academista, Hélder Barbosa bateu um "livre" directamente, em arco. A bola dirigia-se para o ângulo superior direito da baliza de Peçanha, mas o guardião pacense evitou o golo, com um magnífica defesa para "canto".
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Pouco depois, Cris rendeu Miguel Pedro. A Briosa ia empurrando os "castores" para trás mas não conseguiu alvejar as redes contrárias.
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Até que, aos 86 minutos, "soltou-se o génio": HÉLDER BARBOSA ganhou uma bola no centro do terreno, foi mais rápido que dois adversários, entrou na área e "driblou" Peçanha, estatelando-se de seguida. Num ápice, levantou-se, virou-se e rematou com êxito, colocando o ECC em delírio.
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Os visitantes ainda vieram para a frente, num último fôlego, mas a Briosa segurou a vantagem até ao apito final.
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Em resumo, um triunfo certo da Académica, que mostrou já outra atitude. Domingos Paciência teve uma estreia feliz e esteve muito bem nas substituições. Esperemos qua assim continue. Apesar de tudo, há ainda muito trabalho a fazer ao nível da "afinação" do conjunto. E, a não ser por questões de ordem física, Hélder Barbosa tem lugar "de caras" nesta equipa.
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Num jogo sem problemas, Pedro Proença realizou um trabalho razoável. Contudo, na parte final, cometeu alguns erros no julgamento de algumas faltas, normalmente com prejuízo para as nossas cores.
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Sob a arbitragem de Pedro Proença, do CA de Lisboa, as equipas alinharam:



Académica - Pedro Roma; Pedro Costa, Orlando, Káká e Vítor Vinha; Tiero e Paulo Sérgio; Fofana, Miguel Pedro (Cris, 70) e Ivanildo (Hélder Barbosa, 60); Vouho (Joeano, 54).
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Paços de Ferreira - Peçanha; Mangualde, Luís Carlos, Rovérsio e Chico Silva (Ferreira, 83); Filipe Anunciação; Fernando Pilar, Dédé, Edson e Cristiano (Renato Queirós, 71); Márcio Carioca (Ricardinho, 50).
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Marcador: Hélder Barbosa (86).
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Disciplina: Cartões amarelos a Miguel Pedro (69) e Vítor Vinha (90+1); Filipe Anunciação (11).
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Assistência: 5222 espectadores.
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Os "pretos", um a um:
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Pedro Roma (4) - Uma grande defesa por instinto logo aos 4 minutos, a evitar o golo adversário. A partir daí, tarde tranquila.


Pedro Costa (3) - Teve uma actuação regular, seguro a defender, apenas com uma desatenção já nos instantes finais que podia ter comprometido. Não arriscou muito no apoio ao ataque.


Orlando (3) - Depois de um começo algo hesitante, impôs-se no centro da defesa. Não é muito dotado tecnicamente mas é eficaz a "varrer" a área.


Káká (4) - Uma actuação bem conseguida. Mostrou-se sempre bastante rápido e seguro. Cortou várias jogadas perigosas dos pacenses.


Vítor Vinha (3) - Esteve melhor que nos últimos jogos, pelo menos no capítulo defensivo. Continua a mostrar-se pouco eficaz no apoio ao ataque.


Tiero (3) - Uma actuação muito razoável do ganês. Falhou alguns passes mas foram dele os únicos remates à baliza adversária no 1º tempo. A espaços, mostrou pormenores técnicos interessantes. No final, quebrou fisicamente.


Paulo Sérgio (4) - Foi o "muro" habitual. Deu enorme força ao meio-campo, sendo responsável pelo fraco desempenho ofensivo dos pacenses. Se melhorasse no capítulo do passe, seria um grande jogador.


Fofana (3) - Realizou uma exibição positiva. Mostrou boas capacidades técnicas e deu alguma largura ao jogo da equipa.


Miguel Pedro (3) - Voltou a ser colocado no centro do "miolo" mas nem sempre mostrou a clarividência necessária para fazer essa posição. Nota positiva pelo esforço.


Ivanildo (3) - Teve algum protagonismo no início, embora nem sempre as suas movimentações tenham sido as melhores. Depois, o seu rendimento foi decaindo, mas, ironicamente, acabou substituído depois de uma boa iniciativa, culminada com um remate defendido com dificuldade pelo guardião pacense.


Vouho (2) - Isolado na frente de ataque, nunca conseguiu libertar-se das marcações a que foi sujeito. Pouco antes de sair, falhou a emenda a um cruzamento.


Joeano (3) - Está longe da melhor "forma". Contudo, a sua entrada deu outra vivacidade ofensiva ao conjunto, pois as suas movimentações permitiram abrir mais espaços na frente de ataque.


Hélder Barbosa (5) - Entrou e, de imediato, a equipa transfigurou-se para melhor, em especial no capítulo da acutilância atacante. Marcou um "livre" de forma magistral e só a atenção e os reflexos de Peçanha impediram que a bola entrasse. Por fim, a "cereja no bolo": uma jogada soberba, plena de técnica, de força e de crença. Sem qualquer dúvida, o melhor da Briosa.


Cris (3) - A sua entrada refrescou o meio-campo e deu mais força à equipa.

Primeira vitória no campeonato!

Académica 1
Paços de Ferreira 0

Foram vários Domingos de paciência sem ver a Académica ganhar em coimbra. Desde Novembro de 2006 que os adeptos não viam a Briosa conquistar três pontos no Cidade de Coimbra. Hoje finalmente, a Académica quebrou a maldição. No primeiro jogo de Domingos Paciência, 1-0 foi o resultado com um golo de Hélder Barbosa aos 85 minutos.

  - Sábado, Setembro 15, 2007

Primeira Convocatória de Domingos

Para a estreia de Domingos Paciência no comando técnico da Briosa, amanhã frente ao Paços de Ferreira em jogo a contar a quarta jornada da BwinLiga, o "caloiro" convocou 20 jogadores, os seguintes:
Guarda-Redes: Pedro Roma e Ricardo
Defesas: Pedro Costa, Marcus Berger, Orlando, Vitor Vinha e Káká
Médios: Ivanildo, Miguel Pedro, Chris, Paulo Sérgio, Fofana, Tiero, Nuno Piloto, Helder Barbosa e NDoye
Avançados: Lito, Joeano, Vouho e Gyano
De fora por Castigo: Litos
De fora por lesão: Sarmento
De salientar a entrada no lote de convocados de Nuno Piloto já recurado da lesão, N'Doye que se encontrava sob a alçada disciplinar do clube. Quanto a saídas da lista de convocatória, está Pablo Castro e Peralta.

  - Sexta-feira, Setembro 14, 2007

Mais gente no ECC é o desejo do novo técnico e dos blogs da Académica



"Peço o apoio de todos. Vamos trabalhar e ter um espírito ambicioso, de vitória. Quero ter prazer em ver a equipa jogar." Foi assim que o novo treinador da Briosa abriu a primeira conferência de imprensa na sua apresentação.
Domingos Paciência assume que "vou ter responsabilidades, mas também vou ter tempo para criar condições que permitam à equipa ganhar mais vezes e sair do último lugar".
O factor casa tem sido inexistente para a Académica e o treinador quer começar já no próximo domingo a alterar a situação uma vez que "não pode estar há mais de nove meses sem ganhar em casa".

Domingos Paciência parece querer trazer a fórmula do sucesso para Coimbra: Bom futebol + Gente no Estádio = Vitórias.


Ao mesmo tempo, Denúncias e Opiniões, Viver Académica e Briosa OAF estão a promover uma campanha para levar mais gente a ver a Briosa. Não fique em casa, uma vitória ao vivo tem mais sabor do que pela rádio.

  - Quinta-feira, Setembro 13, 2007

BriosoMilhões

Je lidera isoladamente



Após 3 jornadas de BriosoMilhões, há já um líder isolado. Je, com 8 pontos ocupa o primeiro lugar da prova. Em segundo, um pelotão de 4 apostadores, todos com 6 pontos: Mário José Castro, Cuco, Kilkus e Mim.

Para esta semana o M&M'space manter-se-á com o mesmo nome porque só no próximo Domingo teremos Paciência para mudar o nome. Até lá aceitam-se sugestões.

Classificação Geral: briosomilhoes07-08.xls

Académica - Paços de Ferreira

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  - Quarta-feira, Setembro 12, 2007

Novo técnico da Briosa apresentado amanhã

A Direcção da AAC/OAF, após a reunião realizada na passada segunda-feira, dia 10 de Setembro, onde foi definido o perfil do novo treinador da Académica, chegou a acordo com Domingos Paciência, que, a partir de hoje, assume o comando técnico da equipa de futebol profissional.
O novo técnico da Briosa será apresentado amanha à comunicação social e aos associados pelas 12:30 no Estádio Cidade de Coimbra.
Antes disso, poderão assistir ao treino orientado por Domingos Paciência, às 10 horas, na Academia Briosa XXI.
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Coimbra, 12 de Setembro de 2007
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Entretanto, Miguel Cardoso deverá ser o adjunto do novo técnico, substituindo José Augusto. Antes, tinha coadjuvado Carlos Carvalhal no Belenenses e no Braga.

  - Terça-feira, Setembro 11, 2007

Domingos Paciência é o novo técnico da Briosa



Entre os vários nomes lançados para suceder Manuel Machado no técnico da Briosa, a direcção presidida por José Eduardo Simões parece ter chegado a um consenso. O ex-técnico Leiriense Domingos Paciência será o novo treinador da Académica.

A ele, desejamos a maior sorte e sucesso pois apenas assim irá dar-nos várias alegrias.

Grande Gala Académica
27 de Setembro, Casino do Estoril


Caro sócio e amigo da Académica,
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No próximo dia 27 de Setembro vai ter lugar, no Casino Estoril, a GRANDE GALA ACADÉMICA 2007.
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O evento integra-se nas comemorações dos 120 anos da ASSOCIAÇÃO ACADÉMICA DA COIMBRA, a maior e mais antiga associação de estudantes de Portugal, sendo uma organização conjunta da Direcção Geral da AAC, do Organismo Autónomo de Futebol e da Casa da Académica em Lisboa.
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O programa terá início às 20 horas com um COIMBRA DE HONRA, primeiro momento de um vasto programa que além do jantar inclui um espectáculo de muita qualidade, em que actuais e antigos estudantes vão fazer recordar Coimbra e a grandeza da sua academia, onde tradição e vontade de enfrentar os desafios do futuro se fundem. Será prestada homenagem a personalidades e entidades que contribuíram para o prestígio da Associação Académica de Coimbra.
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Queremos realçar a valia de Coimbra no contexto nacional e a dimensão da Académica, cuja matriz de Associação ligada à Universidade não deixa ninguém indiferente.
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Vamos evidenciar a grandeza da Académica de Coimbra, tanto pela sua história como pela defesa de valores que a perpetuarão no futuro como uma instituição especialmente querida em Portugal.
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Por tudo isto gostaríamos de contar consigo no dia 27 de Setembro, no Casino Estoril, pois a sua presença é imprescindível para que esta Gala tenha dimensão e brilho compatíveis com o prestígio da Associação Académica de Coimbra.
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Fica aqui o convite.

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Inscreva-se quanto antes na GALA DA ACADÉMICA 2007, pois o Casino tem lotação limitada, e prepare-se para saborear uma noite que ficará, certamente, gravada no álbum das melhores recordações.
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O custo de inscrição é de 50€ por pessoa e dá direito a todo o programa (recepção, jantar, espectáculo, homenagens e… surpresas).
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Para se inscrever contacte:
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Casa da Académica em Lisboa:

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918 780 660 (Joaquim Couto);
966 066 303 (Gustavo Cerdeira);
914 958 224 (Joaquim Freire);

Briosa: "cemitério" de treinadores!


Concretizou-se, ontém, a "saída anunciada"de Manuel Machado.

Como dissémos há uma semana atrás, o agora ex-técnico da Briosa há muito que tinha perdido a confiança da maioria dos associados e adeptos da Académica, com os quais, aliás, nunca teve grande empatia.

Por seu turno, ao demarcar-se, claramente, de quaisquer responsabilidades na constituição do plantel, afirmando que "o Orlando foi o único jogador de minha escolha pessoal", o treinador mostrou que as suas relações com o elenco directivo já não eram as melhores.

A grande questão que se colocava (e que, em meu entender era decisiva para o desfecho da situação) era saber se os jogadores estavam ou não com o técnico. Ora, a declaração acima citada terá sido a "machadada" final num relacionamento que já não era pacífico.

A fraca exibição na Madeira e a falta de reacção evidenciada após o 2-0 já eram um mau sinal relativamente à saúde psicológica do conjunto. A atitude da equipa no encontro de Gouveia, frente ao Braga, mostrou que a ruptura entre o treinador e o grupo de trabalho era irreversível. Como muitas vezes sucede, os jogadores "votaram" o despedimento daquele que os comandava.

O "caso Pablo Castro/Rogério Matias" foi o pretexto para a formalização do "divórcio".

A saída de Manuel Machado foi recebida com alívio e satisfação por amplos sectores académicos. Pela minha parte, entendo que a situação do ex-técnico era insustentável, não havendo, por isso, alternativa para a "chicotada". Porém, não sei se as alternativas disponíveis serão melhores. A verdade é que, dos nomes que têm sido falados, o único que me dá alguma confiança é Rogério Gonçalves, mas não está fácil a sua desvinculação do Beira Mar.

Independentemente do que se vier a passar, há algo que é mais preocupante e que nos deve merecer uma profunda reflexão: a Briosa está a transformar-se num verdadeiro "cemitério de treinadores".

Se considerarmos as nossas passagens pelo escalão maior nos últimos 10 anos, temos o seguinte quadro:

1997/1998 - Henrique Calisto e José Romão

1998/1999 - José Romão (despedido antes do início da época), Raul Águas, Vítor Manuel e Gregório Freixo

2002/2003 - João Alves e Artur Jorge

2003/2004 - Artur Jorge (despediu-se à 2ª jornada), Vítor Oliveira e João Carlos Pereira

2004/2005 - João Carlos Pereira e Nelo Vingada

2005/2006 - Nelo Vingada

2006/2007 - Manuel Machado

2007/2008 - Manuel Macado, ?

Como se pode ver, esta situação atravessou vários elencos directivos: direcção de Campos Coroa (1997/1998,1998/1999 e início de 2002/2003, até à saída de João Alves, em Dezembro), Comissão Administrativa de João Moreno/JES (resto de 2002/2003, 2003/2004 e início de 2004/2005, até Dezembro) e direcção de José Eduardo Simões (de Janeiro de 2005 até à actualidade).

Face a esta situação, alguém se surpreende de, em todos esses anos, não termos feito, uma única vez, um Campeonato minimamente tranquilo?

No fundo, a questão que coloco é esta: será que o problema é dos treinadores? Sinceramente, não me parece. Logo, o que tem levado a que, época após época, este "filme" se repita? Têm a palavra os leitores.

  - Segunda-feira, Setembro 10, 2007

Imposições

Em reunião de direcção para apresentação do nome do novo treindor nao existiu consenso quanto ao nome de Ulisses Morais.
A direcção definiu, pois, que o nome teria de ser consensual e Rogério Gonçalves, que já havia tido contactos prelimiares com o elenco directivo da Académica foi a escolha natural.

Neste momento estão a ser ultimados os pormenores da rescisão do contrato do técnico ex-Beira-Mar. Contudo nenhum valor (que eventualmente tenha de ser pago) estará a cargo da Briosa e apenas por motivos de bom relacionamento institucional pode existir alguma forma de compensação que nunca será monetária.

  - Domingo, Setembro 09, 2007

Última Hora
Ulisses Morais é o novo treinador da Académica

Numa noite que tem sido fértil em novidades podemos adiantar em primeira mão que Ulisses Morais vai ser, tal como tinhamos adiantado, o novo treinador da Académica. Os maus resultados terão estado na base de tudo, mas a exibição de ontem frente ao Braga, para além da atitude do treinador poderá ter sido a gota de água na paciência da direcção estudantil.
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As novidades vão chegando a todo o momento e sabe-se agora que mesmo depois do fim de Agosto, ainda poderão haver entradas e saídas no plantel. Pablo Castro já estará por esta hora a a rescindir a sua ligação ao clube e o ex Guimarães Rogério Matias pode ser o nome para o substituir visto que se encontra sem clube.

Simplesmente Briosa
Três anos online


Foram 1652 artigos em 1095 dias. Com estes números se contam os três anos que hoje completa o SimplesmenteBriosa desde 9 de Setembro de 2004, altura em que se iniciou toda uma actividade que à época em pouco tinha a ver com a dimensão que hoje tomou.
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Num mês onde na Académica brilhavam craques como Ricardo Fernandes ou o inesquecivel Kenny Cooper no endereço SimplesmenteBriosa.blogspot.com havia gente que na altura practicamente sozinhos na blogosfera Académica iam dando as noticias que sabiam e que podiam da sua Briosa. Nesse particular, há a destacar trabalhos de que muito nos orgulhamos e que jamais esqueceremos. Apenas três meses após a criação deste espaço fizemos aquela que terá sido na altura a mais completa e objectiva cobertura no que a eleições dizia respeito. Perto de 130 comentários, foi a marca "louca" para a altura, que um post do João Amaral fez no dia em que Maló de Abreu apresentou a sua candidatura. Ainda nada estava online, ainda o jornal do dia seguinte não tinha saído, e já se discutia o programa e as opções na janela de comentários do SimplesmenteBriosa. De referir que passados poucos dizias fizemos exactamente a mesma cobertura do programa do actual presidente da Briosa. Em dia de eleições, as votações também estiveram online ainda antes da meia-noite e assim terminou essa etapa de que tanto nos orgulhamos.
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Passados poucos dias a Académica procurava substituto para João Carlos Pereira, e também nessa altura, foi aqui que em primeira mão confirmamos o nome de Nelo Vingada como próximo treinador da Académica, numa tarde/noite em que jornalistas aguardavam à porta do pavilhão Jorge Anjinho e os dirigentes haviam procurado outras paragens para contratar o professor.
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Mais à frente, uma também inesquecivel entrevista exclusiva ao presidente da Académica. Nunca tal se havia passado na blogosfera nacional e dificilmente algum dia voltará a acontecer pelo menos nos tempos mais próximos. Algo atribulada é certo, mas nem assim deixou de ser uma sensação única para dois rapazes que de Seia sairam de manhã a dizer que iam entrevistar o presidente.
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São todas estas peças que fazem o puzzle que hoje temos e de que tanto nos orgulhamos, e que ainda hoje, apesar de já não ter sempre a actualização de outros tempos devido a mudanças na vida de cada um de nós, mantém um traço que quer se queira quer não é diferente. Sem guerras nem intrigas com aqueles que também lutam pelo mesmo que nós, por uma Académica diferente, por uma Académica melhor.
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Aos leitores, o nosso Obrigado!

  - Sábado, Setembro 08, 2007

Torneio Estrela: AAC, 0 - Braga, 2

A Académica perdeu esta tarde frente ao Braga o jogo em que se disputou a 5.ª edição da “Taça da Estrela”.
Os golos de Jailson aos 21’ e Castanheira aos 49’ sentenciaram a partida.

Manuel Machado na corda bamba

Ponto prévio. Não será necessário nenhum analista de futebol para perceber que a situação de Manuel Machado na Académica está algo vulnerável, senão mesmo bastante. Nos meandros do clube vão chegando já informações relativas à sua sucessão e o nome de Ulisses Morais é um dos mais consensuais entre os vários que são falados, dizendo mesmo alguns que a sair o actual técnico, será este o favorito para saltar para o comando técnico da Briosa.
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Manuel Machado ainda tem crédito
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Mesmo não estando a situação nada fácil, o que é certo é que a direcção presidida por José Eduardo Simões continua a acreditar no treinador que noutros clubes já deu provas do seu valor e o insucesso em Coimbra continua ainda dificil de explicar, mesmo para aqueles que já em nada apoiam o técnico da Briosa. O que é certo, é que com o elevado salário que aufere, e com a confiança que ainda é nele depositada, não se afigura nada provável que para já o treinador saia da Briosa, no entanto, maus resultados nos próximos 2/3 jogos poderão ditar o afastamento definitivo de Manuel Machado e já há nomes a circular para a sua sucessão.
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Ulisses Morais é o favorito
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O que quer que aconteca nos próximos jogos, o que é certo é que se diz que já há treinadores sondados. Dois nomes são apontados e o primeiro é mesmo o de Ulisses Morais, que depois de passagens por Estoril, Gil Vicente e Maritimo, se encontra agora sem treinar e assim livre para assinar por qualquer clube. A Académica parece agradar-lhe e um possível pré-acordo para o caso de Manuel Machado poder vir a sair nas próximas jornadas diz-se já existir pelo que é um nome a ter em conta no futuro. Quanto ao segundo, ainda é cedo para apurar, e desenvolvimentos sairão nas próximas jornadas conforme os resultados se afigurem a favor ou contra o ainda técnico da Académica.

  - Quinta-feira, Setembro 06, 2007

Fim da terceira jornada e temos a académica em primeiro















Ideia Original parte I e parte II

  - Quarta-feira, Setembro 05, 2007

Académica vence Tourizense em jogo-treino (*)



A Académica deslocou-se nesta quarta-feira a Tábua, onde venceu (1-0) a sua equipa satélite, o Tourizense, num jogo destinado a preencher o vazio competitivo gerado pela paragem do campeonato. O golo solitário foi obtido logo aos 15 minutos, por intermédio de TIERO, na conversão de um livre directo.
Manuel Machado fez alinhar Ricardo; Pedro Costa, Berger, Orlando e Vítor Vinha; Paulo Sérgio e Cris; Miguel Pedro, Tiero e Fofana; Gyano.
Este "onze" poderá ser repetido no próximo sábado, quando os «estudantes» se deslocaram a Gouveia, para disputarem o Troféu Estrela, frente ao Braga.
Ausentes dos trabalhos têm estado Lito, NDoye e Hélder Barbosa, todos ao serviço das respectivas selecções, além de Nuno Piloto, ainda a recuperar de uma lesão.
Nestes dois jogos, Manuel Machado poderá rectificar alguns aspectos e sedimentar um onze capaz de arrancar uma exibição e, principalmente, um resultado positivo na próxima jornada da Liga.
A paciência dos sócios, face a um início de época desastrado (eliminação da Taça da Liga e apenas um ponto em nove possíveis) começa a esgotar-se e o futuro do técnico poderá estar dependente daquilo que acontecer no próximo encontro, em casa, frente ao Paços de Ferreira.
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(*) adaptado de "Maisfutebol"

  - Terça-feira, Setembro 04, 2007

A continuidade de Manuel Machado: prós e contras

Depois de um período de férias na Europa Central e nas praias da Normandia, voltei a Portugal uns dias após o jogo de Alvalade. Contudo, para descansar um pouco, preferi prolongar a interrupção da actividade bloguística até ao final de Agosto, excepção feita à crónica do encontro com a U.Leiria.
Apesar de tudo, fui procurando seguir, com um mínimo de atenção, o que de essencial se ia passando no seio da nossa Briosa.
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Ora, neste meu regresso em pleno à blogosfera académica, verifico que estamos confrontados com uma das habituais mini-crises de resultados, que coloca o técnico Manuel Machado sob pressão. Como se pode verificar por muitos comentários postados em vários blogues, muitos adeptos (entre os quais alguns dos meus colegas editores) defendem a saída imediata do treinador. Mas será essa a melhor forma de dar a volta à situação?
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Se, logo a seguir a uma derrota, é natural que alguns ânimos se exaltem, agora, mais a frio, é tempo de reflectirmos, de forma serena e ponderada, sobre essa questão, essencialmente colocando algumas interrogações.
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Analisemos, então, os resultados, que todos consideramos negativos.
Assim, a derrota em Alvalade é natural e, pelo que ouvi, os números são algo enganadores. Frente à U.Leiria, a atitude de Litos condicionou a equipa, além de que, em Coimbra, nunca ganhámos aos leirienses em jogos a contar para o Campeonato principal. Na Madeira, está certo que fomos incapazes de aproveitar os 83 minutos que estivemos em superioridade numérica, mas há que atender ao facto de termos defrontado um Marítimo que, este ano, possui um excelente plantel e vai, seguramente, lutar pelos lugares cimeiros da classificação.
O único desfecho claramente anormal foi a derrota em Fátima, que ditou a nossa eliminação da nóvel Taça da Liga. Mas a verdade é que as provas a eliminar, ainda por cima numa só "mão", vivem destas surpresas: quem não se lembra do FCPorto-Atlético da última edição da Taça de Portugal? E o certo é que quatro dos oito participantes da BwinLiga foram afastados por adversários da Vitalis.
Claro que a questão não está apenas nestes desaires. O problema é que, por um lado, as exibições não convencem; por outro, vêm na sequência de um final da época passada com prestações igualmente pouco felizes. E é um facto que, em jogos oficiais disputados no ECC, no ano de 2007, não ganhámos nenhum jogo e apenas marcámos dois golos, ambos de "penalty". Residirá, então, o problema no comando técnico?
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Em primeiro lugar, há que atender ao currículo de Manuel Machado. Foi campeão nacional de juniores com o V.Guimarães. Entretanto, saiu e levou para o Fafe alguns dos seus pupilos, acabando por subir os fafenses à 2ª Divisão B. Depois, colocou o Moreirense na Liga principal e, apesar do reduzido orçamento, aí manteve o clube durante dois anos (no último dos quais terminou na 1ª metade da tabela). Voltou a Guimarães, onde, depois de um começo algo "tremido", levou o Vitória à Taça UEFA. Proeza que repetiu no ano seguinte na Madeira, à frente do Nacional. Será que não serve para a Académica?
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Penso que o problema não estará tanto no técnico mas na política de contratações levada a efeito nas últimas temporadas, em especial na anterior. Aí, verificou-se a entrada de 16 novos futebolistas, maioritariamente com recurso ao mercado sul-americano, em especial brasileiro. Ora, para além da dificuldade em formar uma equipa e dos inconvenientes de ter muitos elementos "made in Brasil", uma grande parte desses atletas mostrou não ter a qualidade suficiente para alinhar na prova principal do futebol nacional. Daí que tivéssemos uma equipa desequilibrada, onde apenas se salvava o meio-campo. A defesa era um verdadeiro "susto" (foi a 2ª pior da Liga) e o ataque uma perfeita nulidade, especialmente após a lesão de Hélder Barbosa. Por isso, mesmo descontando a debilidade do Aves e os problemas directivos e financeiros de Beira Mar e V. Setúbal, acho que termos garantido a manutenção na penúltima jornada já não foi mau de todo. A agravar a situação, muitos desses elementos foram excessivamente caros e as contas da instituição entraram "no vermelho", obrigando à redução do orçamento.
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Face a essa realidade, a Direcção "emendou a mão" e promoveu uma autêntica "limpeza do balneário", que se traduziu numa nova "revolução no plantel". Assim, mais uma vez, voltaram a ser contratados mais 16 jogadores, em grande parte jovens. O número de brasileiros da equipa desceu para três, a que se juntam dois uruguaios, dois marfinenses, mais outros três africanos e três da Europa Central, naquilo que nos parece uma saudável diversificação das proveniências. Mas as limitações orçamentais não permitiram grandes aventuras.
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E o certo é que, mais uma vez, o técnico tem de voltar a construir uma equipa quase a partir do zero. O que, como todos sabemos, não é fácil. Por isso, com três jogos já realizados na Liga, ainda anda a experimentar jogadores em diferentes posições. Pela mesma razão, é difícil à equipa apresentar os automatismos que são a base para a construção de um fio de jogo coerente e eficiente. Daí que, quando Manuel Machado pede tempo e paciência, tem razão. O problema é que os sócios e adeptos da Briosa já estão fartos de esperar e a impaciência vai-se apoderando de todos. Mas, pergunto: seria outro treinador do mesmo nível capaz de "queimar" etapas? Tenho fortes dúvidas.
A verdade é esta: enquanto não conseguimos estabilizar minimamente o plantel de uma época para a outra não vamos a lado nenhum. Seja quem for o treinador!
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Queremos com isto dizer que o técnico está isento de culpas? Com certeza que não, pois entendo que Manuel Machado tem cometido alguns erros.
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Em primeiro lugar, ao nível da comunicação. O actual treinador da Briosa não é uma figura simpática, que crie grande empatia com a massa associativa. Pela minha parte, não acho que isso seja necessariamente um defeito. Para o "parlapiê" e o "pepsodent" já basta a maioria da nossa classe política. Por outro lado, prefiro um bom profissional, discreto mas trabalhador, do que um técnico com muita "laracha" e que passe a vida a "dar corda" aos adeptos no CC. Como dizem os brasileiros, "cada macaco no seu galho".
O problema está no discurso, não só muito defensivo, mas também quase sempre vago, a roçar o "lapalissiano", do estilo "vamos trabalhar para conseguir o melhor resultado possível" ou, após uma derrota, "cometemos alguns erros, que vamos tentar corrigir". Hoje em dia, uma boa estratégia comunicacional é meio caminho andado para o êxito. E, aí, MM tem falhado rotundamente.
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Outra questão prende-se com as concepções técnico-tácticas e a viabilidade da sua aplicação aos jogadores que tem ao seu dispor.
Manuel Machado é um técnico que entende que uma equipa deve estar preparada para jogar em qualquer sistema, sendo que este poderá variar em função do adversário e das condições do jogo. Assim, já vimos a equipa a jogar em 4-2-3-1, 4-3-3, 4-4-2 (clássico ou em losango) e 3-5-2. Por vezes, o sistema é alterado frequentemente no decurso do encontro, algo que levou o comentador Luís Freitas Lobo a falar de um "camaleão táctico".
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Teoricamente, a ideia parece correcta. Mas será que se aplica às características do plantel? Um exemplo é o jogo da Taça, em Alvalade, na época passada.
Ao contrário de MM, Paulo Bento é fiel a um sistema: o 4-4-2 em losango, apostando mais em dois pontas-de-lança no interior da área e menos nos flancos. Assim, o 3-5-2, povoando mais o centro da defesa, parece um bom antídoto para contrariar o sistema "leonino". Mas, para isso, necessita de defensores rápidos, capazes de fechar as alas quando necessário. Ora, com Litos e Danilo, que se caracterizam pela lentidão, os resultados foram os que se conhecem.
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Por outro lado, estando a equipa em construção, ainda sem os automatismos necessários a uma boa articulação do conjunto, não seria preferível dar alguma estabilidade táctica ao plantel? É certo que não passo de um simples "treinador de bancada" mas pergunto: não será tanto sistema "muita areia para a camioneta" da maioria dos jogadores?
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Por fim, aquela que me parece a questão essencial, quiçá decisiva para a continuidade de Manuel Machado: a relação entre o técnico e os seus comandados.
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Tenho lido alguns comentários falando de indisciplina no seio da equipa. Pela minha parte, não possuo quaisquer dados que me permitam confirmar ou infirmar essas opiniões. Mas estranho um pouco, pois sempre tive de Manuel Machado a ideia de um treinador disciplinador.
Aquilo que sei é que N'Doye protagonizou alguns casos que revelam uma violação reiterada dos seus deveres profissionais, mas aí estamos em presença de um jogador que procura chantagear o clube para forçar a sua saída. Algo que, obviamente, ultrapassa, em muito, o técnico. Não me parece que possamos "tomar a nuvem por Juno". Agora, se existem outras situações, o caso "muda de figura"...
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Mas, quando falo neste ponto, a questão que coloco é esta: estão os jogadores com o treinador? Acreditam nele? A sua mensagem passa para o grupo?
MM esteve mal quando disse que "o Orlando foi o único elemento do plantel de minha escolha pessoal". No fundo, procurou "sacudir" alguma responsabilidade pelos resultados, mas o certo é que essa afirmação pode ter sido interpretada como um voto de desconfiança ao plantel.
A verdade é que a falta de reacção da equipa após o 2º golo do Marítimo me deixou algo preocupado relativamente à saúde psicológica do conjunto. Mas podemos estar apenas em presença de um dia mau.
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Julgo que este último ponto é essencial para a (não) continuidade de Manuel Machado. Se os jogadores estiverem com ele, a sua substituição não se justifica; caso contrário, teremos de recorrer a (mais) uma "chicotada psicológica".
Claro que há outros pressupostos a considerar, que vão desde as questões financeiras (e todos sabemos que a situação da Briosa não é boa e que uma rescisão tem custos elevados) às alternativas disponíveis. É que "para melhor está bem, está bem; para pior, já basta assim".

  - Segunda-feira, Setembro 03, 2007

Os números do nosso Manuel

Numa altura em que a equipa técnica está a ser mais criticada que nunca, e parece já não haver escapatória ou justificação minimamente válida e aceite pelos académicos, fica aqui um pequeno resumo da prestação desta equipa técnica ao serviço da Briosa:

Liga Bwin:
2007/2008 - 16ªposição
3jogos; 0 vitórias, 1 empate, 2 derrotas, 2 golos marcados e 7 golos sofridos
2006/2007 - 13ªposição
30 jogos; 6 vitórias, 8 empates, 16 derrotas, 28 golos marcados e 46 golos sofridos

Taça de Portugal:
2007/2008 - ainda nenhum jogo efectuado
2006/2007: quartos de final
4 jogos; 3 vitórias, 0 empates, 1 derrota, 6 golos marcados e 5 golos sofridos: (Académica x Setubal - 2-1; Leixões x Académica - 1-2; Atlético x Académica - 0-1; Sporting x Académica - 2-1)

Taça Carlsberg:
2007/2008 - I eliminatória
1jogo;0 vitórias; 0 empates, 1 derrota, 0 golos marcados e 1 sofrido: (Fátima x Académica -0-1)
2006/2007 - não se realizou a prova

TOTAIS:
2007/2008:
4 jogos; 0 vitórias, 1 empate, 3 derrotas, 2 golos marcados e 8 sofridos
2006/2007:
34 jogos; 9 vitórias; 8 empates; 17 derrotas; 34 golos marcados e 51 sofridos

TOTAL MANUEL MACHADO:
38 jogos; 9 vitórias; 9 empates; 20 derrotas; 36 golos marcados e 59 sofridos

MÉDIAS:
23% de vitórias
23% de empates
54% de derrotas
0,94 golos marcados por jogo
1,55 golos sofridos por jogo

  - Domingo, Setembro 02, 2007

Marítimo, 2 - AAC, 0 (*)




A Académica foi hoje derrotada pelo Marítimo, em jogo disputado no Estádio dos Barreiros, no Funchal.
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O encontro não podia ter começado pior para a Briosa, que, logo aos 3 minutos, sofreu o primeiro golo. Num rápido contra-ataque dos madeirenses, Ediglê lançou em profundidade Makukula, que se isolou e bateu Pedro Roma.
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Contudo, quatro minutos depois, a sorte pareceu sorrir aos academistas. O mesmo Makukula, que tinha visto o cartão amarelo por excesso na comemoração do golo, teve uma entrada dura sobre Paulo Sérgio. Nova "cartolina" amarela e consequente expulsão.
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Entretanto, pouco depois, nova contrariedade para os locais: o "lateral" direito Ricardo Esteves lesionou-se e foi substituído por Briegel.
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A verdade é que a Briosa não aproveitou essas contrariedades do adversário. Assim, durante toda a 1ª parte, os madeirenses revelaram-se sempre mais perigosos, com os defesas academistas sempre em dificuldades para travar a velocidade de Kanu, Marcinho e Fábio Felício.
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Aos 25 minutos, Manuel Machado retirou Paulo Sérgio (já "amarelado") e fez entrar Tiero.
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Acabou por ser do ganês a única ocasião de golo para a Académica na etapa inicial: aos 44 minutos, rematou forte mas Marcos defendeu para "canto".

No reatamento, o técnico academista forçou o ataque, retirando Sarmento e fazendo entrar Joeano. A Briosa passou a jogar apenas com três defesas, ficando Lito encarregado de fechar o corredor direito.
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Cinco minutos após o descanso, Fofana remata forte mas ligeiramente ao lado das redes de Marcos.
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Pouco depois, Peralta estreava-se com a camisola dos "all blacks", rendendo Vouho.
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A Académica atacava mais, mas não lograva criar perigo. Apenas um "livre" apontado pelo uruguaio apoquentou o guardião maritimista.
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Aos 70 minutos, Bruno, na transformação de um livre directo, aumentou a vantagem dos madeirenses e sentenciou a partida.
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A partir daí, a Briosa quebrou animicamente e, até ao final, apenas há a registar uma boa intervenção de Pedro Roma a negar o golo a Marcinho.
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Enfim, uma exibição muito descolorida da nossa equipa, que, após ter começado a perder, foi incapaz de tirar partido da superioridade numérica para dar a volta ao jogo e de reagir após o segudo tento do adversário.
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Sob a arbitragem de Paulo Costa, do Porto, as equipas alinharam:.
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Marítimo - Marcos; Ricardo Esteves (Briegel, 12), Van der Linden, Ediglê e Evaldo; Olberdam, Bruno, Fábio Felício (Luís Olim, 90+2) e Marquinhos; Makukula e Kanu (Márcio mossoró, 77).
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Académica - Pedro Roma; Sarmento (Joeano, 46), Berger, Káká e Cris; Paulo Sérgio (Tiero, 25) e Pavlovic; Lito, Vouho (Peralta, 57) e Hélder Barbosa; Fofana.
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Marcadores: Makukula (3) e Bruno (70).
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Disciplina: Cartões amarelos a Makukula (4) e Fábio Felício (41); Paulo Sérgio (25), Hélder Barbosa (45+1), Berger (59) e Fofana (67).
Cartão vermelho a Makukula (7), por acumulação de "amarelos".
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(*) A partir de "Maisfutebol"

Simplesmente Briosa - Fanzone

A pedido de várias familias, vamos voltar à semelhança do ano passado a criar um post regular designado por Simplesmente Briosa - Fanzone.
Neste post vamos salientar a mestria dos conhecimentos futebolisticos e estratégicos dos adeptos da Briosa e visitantes do site.

As competições serão:

Liga Bwin - Liga Record BP Ultimate - código da liga privada: briosa
Liga Inglesa - http:\\fantasy.premierleague.com - código da liga privada: 1079728-163427
Liga do Campeões da UEFA - a criar em breve

A liga inglesa e liga dos campeões são gratuitas, enquanto a liga record é necessário dispender 3€ de inscrição.

Boa sorte a todos.