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  - Sexta-feira, Novembro 30, 2007

Briosomilhoes

Guimarães - Académica

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  - Quarta-feira, Novembro 28, 2007

Ricardo em dúvida para Guimarães (*)


A lesão sofrida pelo guarda-redes Ricardo no lance do segundo golo do Benfica, no último encontro em Coimbra, é, afinal, mais grave do que era esperado à partida. Depois da reavaliação desta terça-feira, no reatamento dos treinos, concluiu-se que além do simples traumatismo no osso ilíaco, o jogador padece de uma lesão na parede abdominal e terá de realizar uma ecografia para um conhecimento mais aprofundado da situação.
Por enquanto, está em dúvida para o encontro da próxima segunda-feira, em Guimarães, mas o facto de ainda se encontrar bastante queixoso nesta altura indicia que dificilmente estará apto para a partida. Além disso, mesmo que recupere irá falhar grande parte dos treinos da semana, legitimando o regresso de Pedro Roma à baliza.
A confirmar-se este cenário, Domingos Paciência resolverá o problema da titularidade entre os postes, já que depois da exibição infeliz de Ricardo frente aos encarnados, poderiam levantar-se dúvidas quanto à sua continuidade no "onze" inicial.
Quem não jogará de certeza é Sarmento, ainda a contas com uma mazela num adutor, enquanto Orlando estará de novo à disposição, após cumprir castigo. A expectativa passa agora por saber se Domingos irá manter Litos no eixo da defesa ou promover o regresso do ex-Freamunde, para fazer dupla com o indiscutível (e por isso totalista) Kaká.
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(*) in Maisfutebol

  - Terça-feira, Novembro 27, 2007

Briosa em "maus lençóis" vai a Guimarães na próxima 2ª feira


Os resultados do fim-de-semana desportivo que ontém terminou foram bastante desfavoráveis para a Académica. Com a derrota frente ao Benfica, a Briosa viu-se ultrapassada por Boavista e Paços de Ferreira (que receberam e venceram o V. Guimarães e o Nacional, respectivamente) e caiu para o penúltimo lugar da classificação, abaixo da "linha de água", algo que já não sucedia desde Abril de 2006. Também o triunfo da Naval na Madeira (ante o Marítimo) e os empates do Estª Amadora em Belém e do Leixões na recepção ao Sporting não foram desfechos positivos para os interesses academistas. O único resultado menos mau foi a igualdade entre U.Leiria e Braga, que deixou os leirienses mais últimos.
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Eis os resultados completos da 11ª jornada da Bwin Liga:
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Belenenses – Estª Amadora....... 0-0
FC Porto – V. Setúbal.................. 2-0
AcadémicaBenfica................. 1-3
Boavista – V.Guimarães............. 3-2
Paços Ferrª – Nacional................ 1-0
Marítimo – Naval........................... 0-1
U.Leiria – Braga........................... 0-0
Leixões – Sporting....................... 1-1
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Entretanto, a classificação geral está assim ordenada:
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FCPorto......................................... 29
Benfica........................................... 25
Sporting......................................... 19
V.Guimarães................................. 19
V.Setúbal....................................... 18
Marítimo......................................... 17
Braga............................................. 15
Belenenses................................... 14
Naval.............................................. 12
Leixões.......................................... 11
Estª Amadora................................ 10
Nacional......................................... 10
Boavista........................................... 9
Paços Ferrª...................................... 9
ACADÉMICA................................... 8
U.Leiria............................................. 4

Entretanto, o programa da 12ª jornada é o seguinte:

V.Setúbal – Belenenses.............. 30/11................. 20,45.................. SportTV 1
Benfica – FC Porto...................... 01/12................. 19,45.................. SportTV 1
Nacional – Boavista..................... 02/12................. 16,00..................
Naval – Paços Ferreira................ 02/12................. 16,00..................
Estª Amadora – Leixões.............. 02/12................. 16,00..................
Sporting – U.Leiria....................... 02/12................. 19,15.................. TVI
Braga – Marítimo.......................... 02/12................. 21,15.................. SportTV 1
V. GuimarãesAcadémica...... 03/12................. 19,45.................. SportTV 1

  - Sábado, Novembro 24, 2007

AAC, 1- Benfica, 3: "Estudantes saciam águias com dois perús de Acção de Graças"



Apesar de ter jogado “olhos nos olhos” com o seu adversário durante 85 minutos, a Briosa acabou derrotada esta noite pelo Benfica, em partida disputada no ECC e perdeu uma boa oportunidade para “matar o borrego” de 34 anos.
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Relativamente à equipa que iniciou o jogo em Setúbal, Domingos Paciência operou uma verdadeira revolução. Assim, para além de Orlando (castigado) ter dado o lugar a Litos, o técnico academista fez estrear o guardião Ricardo e colocou em campo Paulo Sérgio, Ivanildo e Vouho, deixando no “banco” Pedro Roma, Cris, Miguel Pedro e Joeano.
O treinador dispôs a equipa no habitual 4-2-3-1, com Pavlovic e Paulo Sérgio à frente dos defesas, Lito à direita, N’Doye no centro, Ivanildo na esquerda e Vouho à frente.


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O início do jogo foi equilibrado, com ambas as equipas a procurar surpreender o adversário. Depois de uma boa jogada dos “all blacks” ter sido mal concluída, com um centro-remate de Nuno Piloto a sair muito ao lado, foi a vez de Pavlovic desarmar Nuno Assis, evitando que este se isolasse frente a Ricardo. Na sequência do lance, o benfiquista acabou por sair lesionado, sendo substituído por Cardozo.
A toada de parada e resposta mantinha-se mas o primeiro lance de perigo surgiu ao quarto de hora e para os visitantes. Rui Costa, na direita, centrou, Nuno Gomes amorteceu de cabeça para Cardozo mas Káká, também de cabeça, “tirou o pão da boca” ao paraguaio.
Logo a seguir, Vouho, após fazer um “túnel” a Luisão, rematou fraco e ligeiramente ao lado.
Até que, aos 24 minutos, a Briosa marcou. “Livre” ainda longe da área “encarnada” marcado por N’Doye, contra a barreira. A bola ressaltou para o senegalês que recargou. Corte deficiente de Luís Filipe, o esférico a sobrar para LITO, que, na meia direita, rematou rasteiro e cruzado, fazendo a bola entrar no canto inferior direito das redes de Quim.
Reagiu o Benfica, que, cinco minutos depois, viu Di Maria rematar à barra. Na recarga, Nuno Gomes obrigou Ricardo a defesa difícil.
E, aos 34 minutos, os “encarnados” repuseram a igualdade. No meio-campo, Nuno Piloto não foi lesto a afastar a bola, deixando-se bater por Di Maria. O argentino fugiu pelo corredor esquerdo, restando ao “lateral” direito academista derrubá-lo já próximo da área. Na sequência do respectivo “livre”, o extremo benfiquista deu um pequeno toque para Léo, que, com uma simulação, permitiu o remate seco e colocado de Rui Costa ao ângulo inferior esquerdo da baliza de Ricardo.
A equipa não pareceu acusar o golpe e, até ao intervalo, o “sinal mais” foi da Briosa.


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No reatamento, Ivanildo foi rendido por Miguel Pedro, mas a alteração não produziu grandes resultados.
Nos primeiros 20 minutos, o cariz do jogo manteve-se. Embora a melhor oportunidade tenha pertencido aos visitantes, num lance individual de Di Maria bem resolvido por Ricardo, a verdade é que o jogo academista se mostrava mais fluido e os “encarnados” revelavam bastante dificuldade em suster o jogo atacante dos conimbricenses, que apenas falhava na finalização.
Ao quarto de hora, Vouho era rendido por Joeano, mas nada de essencial se alterou.


Já as alterações feitas por Camacho (em especial, a entrada de Petit) deram mais força ao meio-campo lisboeta, deixando a Académica de ter tanto espaço para jogar. Assim, o Benfica passou a aparecer mais na frente mas a verdade é que não lograva criar perigo para as redes de Ricardo.
Contudo, a 10 minutos do final, a intranquilidade do guardião academista foi por demais evidente, quando, apesar de protegido por Káká, agarrou a bola fora da área, o que lhe valeu um “amarelo”. Felizmente, do “livre” nada resultou.
Mas, aos 86 minutos, nova falha do guarda-redes foi fatal. Binya bombeou o esférico para a área, Ricardo saiu desastradamente e Luisão, de calcanhar, tocou para a baliza deserta. Em desespero, o “keeper” da Briosa ainda tocou na bola mas limitou-se a ajudá-la a anichar-se nas redes.
Domingos ainda fez entrar Hélder Barbosa mas já nada havia a fazer. E, no último lance da partida, com a equipa totalmente descompensada, Adu, na meia direita, rematou rasteiro de fora da área. A bola embateu no poste esquerdo e acabou por entrar entre este e Ricardo, que se lançou tardiamente.


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Em resumo, numa boa partida de futebol, a Académica realizou uma exibição muito agradável, raramente se mostrando inferior ao seu poderoso adversário. Contudo, mais uma vez, uma série de erros individuais (com destaque para os "perús" do infeliz estreante Ricardo) acabou por ser fatal, ante um Benfica que não fez uma grande exibição e não teve grande produção ofensiva mas que aproveitou da melhor maneira as “ofertas” dos “all blacks”.


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Quanto à arbitragem de Olegário Benquerença, podemos dizer que, no capítulo técnico, esteve geralmente bem; já no capítulo disciplinar foi evidente a dualidade de critérios na amostragem dos “amarelos”. Assim, é incrível o que foi mostrado a N’Doye por pretensa simulação. Por outro lado, como é possível que Binya (o “carniceiro” de Glasgow) não tenha sido alvo de qualquer “cartolina”, apesar das várias faltas cometidas? E, para terminar, Litos foi “amarelado” por protestar mas o juiz leiriense foi condescendente com os jogadores “encarnados” em situações idênticas. Ou seja, mais uma vez prevaleceu o habitual princípio do nosso futebol: "in dubio, pro grande".


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Sob a arbitragem de Olegário Benquerença, do CA de Leiria, as equipas alinharam:
Académica – Ricardo; Nuno Piloto, Litos, Káká e Pedro Costa; Pavlovic (Hélder Barbosa, 88) e Paulo Sérgio; Lito, N’Doye e Ivanildo (Miguel Pedro, 46); Vouho (Joeano, 60).
Benfica – Quim; Luís Filipe, Luisão, David Luíz e Léo; Katsouranis (Petit, 60) e Binya; Rui Costa, Nuno Assis (Cardozo, 10) e Di María; Nuno Gomes (Adu, 63).


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Marcadores: Lito (24) pela Briosa; Rui Costa (34), Luisão (86) e Adu (90+3), pelo Benfica.


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Disciplina: Cartões amarelos a Vouho (47), Paulo Sérgio (75), N’Doye (78), Ricardo (80) e Litos (81); Katsouranis (41) e Luisão (64).


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Assistência: 16165 espectadores




Os "all blacks", um a um:
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Ricardo (1) – O futebol é, por vezes, cruel. Foi uma aposta arriscada de Domingos (talvez pensando na sua grande exibição frente aos “encarnados”, ao serviço do Varzim, na Taça de Portugal da última época). Durante 80 minutos, esteve quase sempre bem, embora não tenha tido grande trabalho, o que diz bem da fraca produção atacante do Benfica. A aposta parecia ganha.
Mas, nos últimos minutos, o nervosismo veio ao de cima e deitou tudo a perder. Depois de ter agarrado fora da área uma bola inofensiva, acabou por sofrer dois golos com grandes culpas, em especial aquele que colocou os visitantes em vantagem: falhou a saída e depois andou completamente “aos papéis”. Afectado por esse lance, voltou a ser mal batido no 3º golo. Ou seja, em cinco minutos, o técnico perdeu a aposta.
Em todo o caso, agora, há que recuperar psicologicamente o jogador. Ricardo é jovem, tem potencialidades e, por certo, melhores dias virão.
Nuno Piloto (2) – Tem grandes culpas no 1º tento benfiquista. Foi displicente a afastar a bola e, depois, deixou fugir Di Maria, agarrando-o já muito perto da área. Nunca se entendeu bem com o repentismo e a velocidade do argentino, sendo frequentemente ultrapassado por ele.
Litos (3) – Um regresso muito positivo deste “central”. Mostrou-se sempre muito seguro e, o que é mais importante, a jogar “limpo”.
Káká (4) – Uma excelente exibição. Revelou excelente sentido posicional, o que lhe valeu estar sempre muito bem nas “dobras”. Evitou um golo quase certo no 1º tempo e, na etapa complementar, ainda rematou forte mas à figura de Quim.
Pedro Costa (3) – Esforçado, mas sentiu algumas dificuldades ante Rui Costa e Adu. Apesar de tudo, não comprometeu.
Pavlovic (4) – Uma boa actuação do sérvio. Esteve sempre muito bem no auxílio à defesa e não permitiu que a bola chegasse muitas vezes jogável aos avançados adversários. Nas transições ofensivas, mostra ainda algumas deficiências mas revela progressos, sendo responsável por alguns bons lançamentos longos.
Paulo Sérgio (3) – O habitual “muro” à frente da defesa. Mostrou-se muito voluntarioso a destruir e a recuperar bolas mas continua a falhar no capítulo do passe.
Lito (4) – Marcou mais um golo (e vão cinco!). Esteve quase sempre bem, muito rápido sobre a direita, causando grandes problemas a Léo. No 2º tempo, tentou a sua sorte mas a pontaria não estava afinada.
N’Doye (4) – A jogar no centro do terreno, foi o verdadeiro “motor” da equipa. Mais uma vez, mostrou-se um “poço de energia”. Esteve muito bem nas compensações defensivas e procurou, sempre que possível, ligar o jogo atacante da equipa. Na parte final, quebrou um pouco e a equipa ressentiu-se. O melhor da Briosa.
Ivanildo (3) – Actuação positiva, embora marcada por alguma irregularidade exibicional. Começou bem, muito dinâmico na ponta esquerda, causando grandes dificuldades a Luís Filipe. Pouco a pouco, foi perdendo influência, acabando substituído ao intervalo. Terá sido em consequência de um “toque” de um adversário?
Vouho (2) – Surgiu na equipa inicial para a posição mais avançada. Esforçou-se mas parece ainda muito “verde”, sendo patente a sua ingenuidade em muitos lances. Foi substituído após um remate disparatado, que pôs fim a uma excelente jogada colectiva.
Miguel Pedro (2) – Substituiu Ivanildo ao intervalo. Entrou mal no jogo e acabou por rubricar uma actuação pouco conseguida.
Joeano (2) – Entrou para o lugar de Vouho mas não fez melhor. Batalhador, como sempre, mas viu-se pouco na área adversária. Também é verdade que a sua entrada coincidiu com a fase de alguma redução da produção atacante da equipa, mas já não dá para disfarçar a sua má "forma".
Hélder Barbosa (-) – Cinco minutos em campo. Entrou em desespero de causa, após o 2º golo do Benfica. Não deveria ter sido lançado mais cedo?

Ricardo na baliza frente ao Benfica

A fazer fé na noticia do Maisfutebol hoje, Pedro Roma dará o seu lugar ao ex-poveiro Ricardo na defesa da baliza da Briosa. O promissor guardião que a Académica foi esta época recrutar ao Varzim aparenta então começar agora a ter a oportunidade de provar o seu verdadeiro valor.

O SimplesmenteBriosa deseja-lhe uma grande exibição no jogo de hoje!

  - Quinta-feira, Novembro 22, 2007

Taça de Portugal

Rumo ao Jamor, Benfica - Académica foi o que ditou o sorteio. O jogo está marcado para Domingo dia 9 de Dezembro mas poderá ser alvo de transmissão televisiva.

Briosomilhões

Académica - Benfica

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  - Terça-feira, Novembro 20, 2007

Rogério Matias próximo da Briosa (*)


O lateral-esquerdo Rogério Matias (ex-Standard de Liège) começou a treinar-se nesta terça-feira com o plantel da Académica e está a um pequeno passo de assinar contrato com a Briosa, em princípio, até final da temporada, regressando, desta forma, ao clube que representou na época de 1995/96.

Embora a versão oficial seja a de que o jogador, actualmente desempregado, está apenas a manter a forma junto do plantel, a verdade é que o interesse dos «estudantes» já vem de trás e tudo aponta para que Domingos Paciência possa garantir o seu primeiro reforço para Janeiro.
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O próprio jogador, em declarações ao Maisfutebol, confirmou a iminência do acordo: «Neste momento, só estou à espera de falar com o presidente. Também tenho uma proposta do estrangeiro, mas dou prioridade ao meu país e vejo com muito bons olhos esta possibilidade da Académica, que é um clube que já conheço e onde deixei amigos

Restará apenas saber se o lateral, de 33 anos, será inscrito de imediato, já que está actualmente sem clube, ou apenas na reabertura do mercado. Tudo dependerá da avaliação que Domingos Paciência irá fazer da sua condição física e da premência em tê-lo disponível para actuar numa posição que tem sido preenchida com o recurso à adaptação de Pedro Costa.

Além de Rogério Matias, o técnico da Briosa deverá receber ainda, como é sabido, outro lateral-direito, Pedrinho, jogador adquirido pela Académica no último defeso, mas que tem jogado pelo Varzim a título de empréstimo. Depois disso, faltará apenas contratar um ponta-de-lança, sendo que neste particular o emblema de Coimbra estará particularmente atento à lista de dispensas dos «grandes», apontando baterias nomeadamente a Edgar, do F.C. Porto.

No capítulo das saídas, além de Nestor Alvarez, também Sarmento e Vítor Vinha, tal como o Maisfutebol avançou, deverão ser emprestados a clubes dos escalões secundários.
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(*) in Maisfutebol

  - Domingo, Novembro 18, 2007

Académica-Benfica é sábado à noite




O encontro entre a Briosa e os "encarnados" de Lisboa realiza-se no próximo sábado, no ECC, pelas 21 horas e 15 minutos.

É o seguinte o programa da 11ª jornada da BwinLiga:

U.Leiria - Braga ...........................23/11 (20,30 horas) - SportTV1

Leixões - Sporting .......................24/11 (19,15) - SportTV2

Académica - Benfica .................24/11 (21,15) - TVI

Paços Ferrª - Nacional ...............25/11 (16)

Marítimo - Naval ..........................25/11 (16)

FC Porto - V.Setúbal ..................25/11 (18,15) - SportTV1

Belenenses - Estª Amadora ......25/11 (20,30) - SportTV1

Boavista - V.Guimarães ............26/11 (19,45) - SportTV1

Jogo amigável
Académica 4-0 Lousanense

A Académica venceu o Lousanense por quatro golos sem resposta num encontro em que os destaques vão na direcção do hat-trick de Joeano e um lesão que ainda não se sabe a gravidade da parte do jovem Sarmento que saiu a meio com muitas queixas.
O resultado ao intervalo era de 1-0 fruto de um solitário tento de Cris.

  - Sexta-feira, Novembro 16, 2007

Assembleia Geral: Contas e Orçamento aprovados; Academia Briosa XXI inaugurada em Dezembro

A Assembleia Geral da Académica/OAF, realizada esta noite no Auditório do ECC, decorreu de forma relativamente calma. Contudo, o conclave foi pouco participado, já que só cerca de 15 minutos depois das 21 horas se atingiu o quórum de 50 sócios exigido pelos Estatutos.
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Antes da ordem do dia, o presidente da AG, Almeida Santos, invocou Fausto Correia e propôs um minuto de silêncio em sua memória, algo que foi de imediato apoiado e acatado por todos os presentes.
De seguida, Lucílio Carvalheiro pediu a palavra para referir a importância da Direcção apresentar os novos Estatutos antes do próximo acto eleitoral, para que este não tenha de ser repetido pouco tempo depois.
Antecipando a entrada na ordem de trabalhos, deu a sua opinião sobre o Relatório e Contas. Considerou que "houve um salto qualitativo na sua apresentação", uma vez que todos os documentos tinham a chancela do Revisor Oficial de Contas (ROC). Por isso, ao contrário do ano anterior, iria votar favoravelmente. Não terminou, no entanto, sem levantar algumas questões, nomeadamente em relação aos custos de financiamento da Academia Briosa XXI e ao futuro dos contratos com a Câmara Municipal de Coimbra e com a TBZ.
Seguidamente, Almeida Santos sugeriu que a acta da Assembleia anterior fosse aprovada sem se proceder à leitura da mesma, algo a que ninguém se opôs.
A terminar este período, justificou a ausência do presidente do Conselho Fiscal, Gonçalo Capitão, com uma deslocação deste ao estrangeiro.
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Entrou-se, então, no primeiro ponto da ordem de trabalhos: "Apreciação e votação do Relatório e Contas da época desportiva 2006/2007, bem como dos pareceres e relatórios do Conselho Fiscal e do Revisor Oficial de Contas referentes ao mesmo exercício".
O presidente José Eduardo Simões apresentou o documento, referindo que nos activos líquidos não estão ainda contabilizados a Academia Briosa XXI, o passe dos atletas contratados a custo zero (como Berger, Lito e Rui Nereu), os direitos de formação de alguns ex-jogadores (citou Fábio Felício e Luís Filipe) e o edifício da PROCAC.
Quanto ao passivo (superior a 10 milhões de euros), afirmou que "aumentou o de médio e longo prazo - devido ao empréstimo à CGD para a conclusão dos dois relvados sintéticos do Bolão - e diminuiu o de curto prazo". Declarou, ainda, que, devido à "regularização contabilística, pagamentos entretanto efectuados - de IVA e IRC e à Segurança Social, bem como de algumas facturas - e à não contabilização de situações objecto de contencioso, o verdadeiro passivo não deve ultrapassar os 8,5 a 9 milhões de euros". Deste, "apenas 5 a 5,5 milhões correspondem a dívidas efectivas".
Questionado sobre a situação do ex-jogador Marcelo, informou que, tendo este ganho a causa em Tribunal, a AAC/OAF entrou em contacto com o seu advogado de forma a proceder ao pagamento faseado da dívida. Segundo JES, "no início de Setembro, o atleta esteve reunido comigo de manhã e aceitou a proposta; à tarde, demandou judicialmente a Académica, que viu penhorado o pagamento da TBZ, referente ao mês de Outubro".
Passou-se, então, à votação do Relatório e Contas, que foram aprovados por larga maioria, com apenas cinco votos contra e nove abstenções, num universo de cerca de 80 associados.
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Seguiu-se, então, o segundo ponto da convocatória: "Apreciação e votação do Orçamento relativo à época desportiva 2007/2008".
De novo no uso da palavra, o presidente da Direcção salientou a diminuição nos gastos como o principal objectivo.
Referiu que "a Académica possui uma receita rígida (TBZ, Amorim/Chamartin, Bingo, contratos publicitários, SportTV), algo que considerou "muito positivo". Ao mesmo tempo, declarou estar em condições de "renegociar o contrato com a Olivedesportos em condições muito favoráveis". Globalmente, "receita e despesa corrente equivalem-se", declarou.
Informou, ainda, que as instalações do futebol (profissional e juvenil) irão ser transferidas para a Academia Briosa XXI, o que "permitirá economias de escala". No entanto, referiu ser necessário rentabilizar o novo edifício para fazer face às despesas com a nova infraestrutura.
Seguiu-se Fernando Pompeu, que protestou contra o atraso na apresentação do Orçamento sem ter havido qualquer explicação por parte do elenco directivo e contra a designação de Academia Briosa XXI em lugar de Complexo de Treinos Dr. Francisco Soares.
Respondeu José Eduardo Simões, explicando que "o atraso se deveu às mudanças impostas pela Liga de Clubes à elaboração dos orçamentos", que impossibilitaram a realização da AG em Julho.
Quanto à designação do Bolão, foi de opinião de que os campos e o balneário mantém o nome do antigo médico da instituição, mas que esses são apenas uma parte integrante da Academia Briosa XXI, que, entretanto, se alargou.
Falou depois o antigo presidente Campos Coroa que anunciou o seu voto contra o documento porque, "desde 2003, todos foram inconsequentes com o que preconizavam antes". Citou declarações de JES antes da aprovação de orçamentos anteriores, dizendo sempre que "vai reduzir o passivo e adequar as receitas às despesas". Ao invés, "nos últimos cinco anos, duplicou o passivo".
Criticou também a designação da Academia, afirmando que "a Académica deve distinguir-se pela memória".
Uma referência irónica do actual presidente aos cheques sem cobertura passados pelo seu antecessor gerou um pequeno tumulto, prontamente sanado por Almeida Santos.
Seguiu-se Lucílio Carvalheiro que, face a uma referência a "acordos verbais" constante dos documentos da Direcção, declarou que, no seu tempo de dirigente, isso não se verificava. Criticou, ainda, a ausência do presidente do Conselho Fiscal a várias Assembleias, sem qualquer justificação, o que o poderia levar a "perder o mandato".
Entretanto, Carlos Clemente manifestou-se "pasmado" pelo facto de se estar a pôr em causa um Orçamento, "porque há um parecer do Conselho Fiscal, um órgão independente da Direcção". Referiu, ainda, que "qualquer orçamento pode sofrer alterações na sua execução".
Posto à votação, o documento foi também aprovado por larga maioria: dos cerca de 100 associados que, então, marcavam presença, suscitou a oposição de 12 e a abstenção de nove.
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Seguiu-se, então, o terceiro ponto da ordem de trabalhos: "
Academia Briosa XXI – conclusão e inauguração".
O novo edifício foi apresentado pelo presidente da Direcção, que destacou algumas funcionalidades para ele previstas. Entre elas, referência para uma Clínica de Fisioterapia e Reabilitação, que se pretende "tornar numa referência a nível nacional", podendo ser utilizada, não só pelos atletas mas também "pelos sócios e população em geral".
No 1º andar, localizar-se-á toda a área de gestão da instituição e uma zona residencial com 20 quartos.
Entretanto, será construído um quarto relvado sintético. Relativamente ao projecto inicial, apenas não houve dinheiro para a cobertura.
Comparando a nova infraestrutura com congéneres de outros clubes, afirmou que "em nada desmerece". Em sua opinião, só fica a perder por ter menor espaço disponível, mas "foi o que a Câmara pôde disponibilizar".
Interveio de seguida o vice-presidente Reis Torgal, para declarar que, apesar de "saudar tudo o que tem sido feito pelo presidente", discorda da designação de Academia Briosa XXI. No final, anunciou ir deixar um cheque de 500 euros para a instituição.
Seguiu-se de novo José Eduardo Simões, que apelou a que "surgisse um conjunto de pessoas a dar as mãos, para que esta obra - que a todos nos orgulha - vá para a frente e se torne cada vez maior".
Revelou, então, que a inauguração oficial deverá ocorrer entre os próximos dias 15 e 17 de Dezembro, com a presença do Secretário de Estado do Desporto, Laurentino Dias.
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Finalmente, entrou-se no último ponto a tratar, com o título de "Informações".
Mais uma vez usou da palavra o presidente da Direcção, que deu conhecimento aos sócios de alguns aspectos da actualidade da instituição, dos quais destacamos os mais relevantes:
Novos Estatutos - Até ao final da próxima semana, a proposta estará no site oficial. Os sócios poderão apresentar "sugestões de trabalho" até 15 de Janeiro.
Manuel Machado - Rescisão por mútuo acordo: o antigo técnico só recebeu enquanto esteve desempregado (cerca de dois meses). Os seus adjuntos tiveram de pagar uma indeminização para sair.
Uruguaios: Não se adaptaram. Só receberam enquanto cá estiveram.
Tourizense: Vão-se acompanhando os atletas emprestados.
Jogadores universitários: Há cinco nos seniores (Pedro Roma, Nuno Piloto, Pedro Ribeiro, Vítor Vinha e Pedrinho, que está emprestado ao Varzim) e sete nos juniores.
Cromos: Vai sair uma segunda caderneta em Dezembro, com um "espaço memória", dedicado aos ex-presidentes da Briosa.
Transportes: Problemas graves nos autocarros. Está em vista a aquisição de uma nova viatura, com 28 lugares.
PROCAC: A AAC/OAF já detém 65% do capital accionista. No dia 13 de Dezembro, haverá uma Assembleia para a venda do imóvel dos Arcos do Jardim ao OAF.
TBZ: O contrato tem resultados positivos, mas a TBZ tem-se atrasado no pagamento de algumas prestações. Relativamente a 2006, a parte móvel (dependente dos resultados financeiros) está em falta.
Bingo: A sua transferência para o ECC originou um aumento de 60% nas receitas, que compensou a saída do Bar Remix.
Aniversário: Êxito da Gala no Estoril. Novo hino com letra de Zé da Ponte.
Renumeração: Há 8300 a 8400 sócios com as quotas em dia, 1300 a 1400 com menos de um ano de atraso no respectivo pagamento e 700 a 800 que "não cumpriram o compromisso". Caso não regularizem a situação, os respectivos números ficarão vagos.
Nessa situação encontra-se o antigo dirigente Álvaro Amaro, que enviou uma carta à Direcção (lida pelo presidente) em que solicita que possa manter a sua antiguidade como sócio caso regularize a sua situação, apesar de se ter "descuidado" e não pagar quotas desde 2004.
Gerou-se, então, uma discussão mais acalorada, que durou quase até ao final da reunião.
Almeida Santos manifestou alguma compreensão pela situação daquele associado, mas foi contrariado pelo dirigentes Carlos Clemente e Reis Torgal, secundados pelo associado Luís Borges, que consideraram que as regras da renumeração já haviam sido definidas noutra Assembleia Geral e não fazia sentido estar, agora, a modificá-las. Este último afirmou estranhar que "alguém que vai tantas vezes ao futebol não saiba o que se passa relativamente às quotas". Para o primeiro dos intervenientes referidos, isso sucede porque "entra no Estádio com borlas de amigos".
Por seu turno, Campos Coroa defendeu Álvaro Amaro, referindo que "já deu provas do seu academismo, já deu muito à Académica, já exerceu cargos na instituição", pelo que não lhe choca que a sua proposta seja aceite.
Entretanto, Mário José de Castro, depois de criticar o site oficial ("quase não existe, nenhuma notícia ou informação é dada"), propôs que fosse colocado à votação o nome da Academia. Algo que o presidente da AG rejeitou por não constar da ordem de trabalhos, embora não fechando à porta à discussão da questão noutra Assembleia.
Por fim, falou António Ferrão. Começou por referir que a questão da renumeração já estava fechada. E, quanto a Álvaro Amaro, afirmou, "não há filhos e enteados".
Aí, foi interrompido por Almeida Santos, para quem "dar o direito de pagar quotas em atraso é quase uma obrigação. Fica com um número novo, mas mantém a antiguidade." Mas acabou por remeter o assunto para nova reunião magna da instituição.
Retomando a sua intervenção, o orador criticou asperamente a Direcção pela apresentação tardia do Orçamento ("a mudança das regras contabilísticas é desculpa de mau pagardor"), pela realização do jogo particular com o V. Guimarães ("o que é que a AAC ganhou com isso?"), pelo "caso Dame" ("felicito o nosso presidente financeiro, por termos ficado sem o jogador") e pela política de comunicação ("quando há algo que não lhe interessa discutir, os sócios apenas têm direito a um comunicado").
Classificou a gestão desportiva de "catastrófica", dando como exemplo a contratação dos uruguaios.
Por fim, acusou Luís Borges: "Fartava-se de pedir borlas para os jogos no tempo em que eu era dirigente".
E foi com a troca de acusações entre estes dois associados que Almeida Santos deu por encerrada a Assembleia.

  - Quinta-feira, Novembro 15, 2007

AG aprova Contas e Orçamento

A Assembleia Geral da Académica/OAF aprovou, hoje, por larga maioria, os documentos apresentados pela Direcção.
Assim, o Relatório e Contas de 2006/2007 foi aprovado apenas com cinco votos contra e nove abstenções.
Já o Orçamento para 2007/2008 suscitou a oposição de 12 associados e a abstenção de outros nove.
Entretanto, o presidente José Eduardo Simões anunciou que a Academia Briosa XXI será inaugurada entre 15 e 17 de Dezembro próximos.
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Relato circunstanciado da Assembleia mais tarde.

Hoje é dia de Assembleia Geral



Realiza-se hoje, no Auditório do ECC (formalmente pelas 20 horas, na prática uma hora depois), mais uma Assembleia Geral da Académica/OAF.

Da ordem de trabalhos destacam-se a votação do Relatório e Contas deste ano, bem como do Orçamento para o próximo.

Deverá, igualmente, haver novidades acerca da conclusão da Academia Briosa XXI.

Tendo em conta que será, muito provavelmente, o último conclave antes das próximas eleições para os corpos gerentes, marcadas para Abril, a reunião está a despertar alguma curiosidade. Até porque ocorre após uma derrota e uma pálida exibição da equipa em Setúbal, o que poderá favorecer os contestatários da actual Direcção.

Resta-nos aguardar. O Simplesmente Briosa lá estará e dará conta do que de mais relevante se passar na Assembleia.

  - Domingo, Novembro 11, 2007

Tão pouco Briosa
Vitória de Setúbal 3 - 1 Académica

Num jogo a contar para a 10ª jornada da Bwin Liga, a Académica perdeu esta tarde com o Vitória de Setúbal por três bolas a uma consentindo assim mais uma derrota esta temporada. Numa partida em que a Académica foi sempre inferior ao adversário, sobressaíram as fragilidades defensivas e o pouco dinamismo ofensivo.

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Vinda de um empate a 3 com o Estrela da Amadora, um resultado que embora não tenha sido positivo deixava grandes expectativas aos adeptos, a Académica deslocou-se hoje ao estádio do Bonfim com o objectivo de ser a primeira equipa a quebrar a invencibilidade sadina. Domingos Paciência fez apenas uma alteração no "onze" inicial tentado rectificar o que na última jornada tinha falhado. Pedro Roma foi mais uma fez o guardião da Académica contando com uma defesa a quatro: Nuno Piloto pela direita, Pedro Costa na esquerda, enquanto que Kaká e Orlando fixavam-se no eixo da defesa. Jogando a trinco clássico Pavlovic contou desta vez com Cris em seu apoio, ficando N'Doye para levar a equipa à baliza contrária. Pela direita, o melhor marcador da Académica, Lito enquanto que do outro lado jogou Miguel Pedro. Na frente, alinhou um sozinho Joeano. Em suma, Domingos Paciência apostou num 4-2-3-1.
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A Académica entrou em campo dando a iniciativa de jogo ao adversário e tentando explorar o contra-ataque. Os primeiros cinco minutos disfarçaram ainda assim uma primeira parte que viria a ser miserável para os "estudantes". A jogar em casa e com a confiança em alta, o Setúbal tomou conta do jogo e nem precisou de impor muita velocidade para que fosse a melhor equipa. Conhecedores das adaptações nas laterais, a equipa sadina tentou desde cedo tirar partido dessas mesmas fragilidades para assim criar lances de perigo. Vários passes a rasgar para a velocidade de Elias, Pitbull, Leandro e Matheus deixaram a defesa da Briosa completamente perdida e o golo, que apenas surgiu aos 18 minutos, bem podia ter sido mais cedo. Depois de N'Doye perder a bola e ficar no relvado a reclamar falta, Pavlovic ainda consegue uma intersecção mas ficou também a ver jogar deixando a bola para Ricardo Chaves. Com mais um passe a rasgar, isolou Matheus que na cara de Pedro Roma não teve dificuldade em o bater. De cabeça perdida, a Académica voltou a ter uma falha de concentração logo no minuto seguinte. Desta vez foi Elias que apareceu nas costas da defesa, pelo lado de Pedro Costa, e fez 2-0. A partir daqui foi a vez da Académica tentar reduzir o marcador, mas sem velocidade, sem imaginação e sem vontade. Assistimos de facto a uma primeira parte muito fraca da Académica e com pouco brio.
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Ao intervalo, era inaceitável que Domingos não mexesse na equipa. Assim, fez entrar Fofana e Hélder Barbosa por Joeano e Cris. O nº3 da Académica, Fofana, trouxe ao ataque muito mais velocidade e Briosa foi para cima do Setúbal. Aos 61 minutos, num lance fortuito para a Académica, N'Doye tenta desmarcar Fofana e a bola vai à baliza. O guarda-redes Eduardo, não esperava tal lance e a bola acabou por entrar devagar no canto direito da sua baliza. 2-1 era o resultado e a Académica voltava a entrar no jogo acreditando numa recuperação. O Vitória de Setúbal tremeu mas a verdade é que é invencível por algum motivo. Numa jogada de contra-ataque, Orlando faz falta à entrada da área e o árbitro mostra-lhe o segundo amarelo e consequente expulsão. Na sequência do livre directo, a bola vai à barreira e o árbitro assinala mão na bola e grande penalidade. O ex-jogador da Académica, Cláudio Pitbull foi chamado à conversão e não desperdiçou a oportunidade de fazer 3-1 aos 62 minutos.
Pouco ou nada havia a fazer, e Domingos Paciência arriscou o que podia. O ponta de lança Gyano entrou para o lugar de Miguel Pedro que estava há muito apagado do jogo. Os 90 minutos chegavam ao fim sem muito mais para contar. Alguns bons pormenores de Hélder Barbosa mas que nunca tiveram o destino desejado.
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Em resumo, a Académica perdeu e perdeu bem. Não mostrou a equipa que parecia ter nos últimos jogos e a defesa mostrou muitas fragilidades. A primeira parte envergonhou todos os que se dirigiram ao estádio do Bonfim e num minuto, por duas falhas de concentração o jogo ficou perdido. Agora o plantel tem pela frente uma pausa devido aos jogos das selecções nacionais e terá em seguida um campeonato bastante difícil: Benfica em casa, V. Guimarães fora, Nacional em casa e Naval fora.Os Pretos Um-A-Um
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Pedro Roma (2) - Sofreu 6 golos em dois jogos o que mostra que algo não vai bem na defesa da Académica. Hoje não teve responsabilidades nos golos mas apenas fez uma boa defesa.
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Pedro Costa (3) - É uma adaptação que é para ficar, pelo menos até à reabertura do mercado. Rápido e sem medo de subir, hoje teve problemas com os passes a rasgar nas suas costas.
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Orlando (2) - Algum nervosismo, que não tem sido habitual nos últimos jogos. Viu o primeiro cartão amarelo por agarrar um jogador sadino no meio campo e desfalcou a equipa com a expulsão.
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Kaká (3) - Mesmo com 3 golos sofridos, foi o melhor da defesa. Teve vários cortes fundamentais mas com a bola nos pés, por vezes complicou.
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Nuno Piloto (2) - O defesa direito da Briosa, teve hoje uma tarefa bastante complicada. Foi voluntarioso a subir no terreno, mas para trás ficou sempre muito jogo por aquele flanco e muitas dificuldades em defender.
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Pavlovic (3) - Bem a destruir, segurou da maneira que conseguiu o jogo. Depois da expulsão de Orlando foi ocupar o eixo da defesa.
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Cris (2) - Jogo fraco do ex-Feirense. Nem conseguiu dar tranquilidade defensiva, nem transportar a bola para o ataque. Acabou substituído ao intervalo.
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N'Doye (3) - Jogo mais fraco do que tem sido habitual do senegalês. Ficou a protestar falta no lance do primeiro golo, e por pouco não perdeu a cabeça quando a equipa estava a perder 2-0. Salva-se o golo que marcou.
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Lito (3) - Num dia mau para a Briosa, parece ser o jogador em melhor forma. Correu, lutou e podia ter marcado um golo na segunda parte. Do mal o menos, o melhor da Briosa.
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Miguel Pedro (2) - Pouca bola passou por ele e quando a teve não conseguiu desequilibrar .
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Joeano (2) - Sozinho e sem velocidade para incomodar a defesa do Vitória, passou ao lado do jogo. Hoje pareceu longe do Joeano doutros tempos.
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Hélder Barbosa (3) - Mexeu com a equipa e espalhou a sua magia. No entanto, não foi suficiente para dar um bom resultado à Académica.
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Fofana (3) - A sua posição parece ainda indefinida, mas a verdade é que a sua velocidade tem de ser explorada. Trouxe muito mais dinamismo ao ataque, coisa que Joeano nunca conseguiu.
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Gyano (-) - Entrou e saiu pouco tempo depois gravemente lesionado. Esperemos que não seja nada...
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* Por Francisco Martinho

  - Sábado, Novembro 10, 2007

À conversa com...
Cláudio Pitbull


Num exclusivo SimplesmenteBriosa, o avançado Cláudio Pitbull acedeu a responder rapidamente a algumas palavras por nós colocadas. Adepto das novas tecnologias (lançou há duas semanas o seu site oficial em http://www.pitbullfera.com/ ) não foi dificil para que voluntariamente nos dissesse algumas palavras sobre o que pensa do jogo de Domingo.


1. É este ano a principal figura do V. Setúbal, quinto classificado na Liga mas o ano não conseguiu mostrar esse valor que este ano todos vêem. O que acha que correu mal?


O que correu mal é que nos outros clubes nunca tive uma sequência de jogos e aqui estou tendo essa oportunidade.

2. Qual é a sensação de defrontar a ex-equipa? Traz algum tipo de motivação especial defrontar ex-companheiros ou mostrar que podia ter sido em Coimbra a sua afirmação, caso tivesse havido uma aposta da Académica na sua contratação?


É bom,tenho muitos amigos lá... mas o importante é que dei tudo enquanto lá estive , mas nunca tive a sequência de jogos que falei atrás. Mas adoro o clube, adoro os adeptos... e toda a gente à volta do clube é porreira.

3. Que principais diferenças encontrou entre a Académica e o Vitória que fizeram transfigurar as suas prestações?


Os 2 clubes sao adoraveis . Mas o momento da equipa também influencia. Nao estava num bom momento a Academica e o Vitória nesta altura está. Mas os 2 clubes sao muito bons... a Académica poderia ter um ginásio melhor...

Orlando renova, Pablo Castro e Peralta de saída

Domingos Paciência já tinha dito que pretendia uma diminuição no número de jogadores ao seu dispor até Janeiro e os resultados começam já a querer ganhar forma. Depois de muito tempo sem jogar, Pablo Castro e Peralta, dados no ínicio da época como fortes apostas, acordaram a cessassão dos seus respectivos contratos e vão regressar ao seu clube o Bella Vista. Depois de uma passagem nada feliz, a direcção estudantil enaltece no seu site oficial a dignidade e profissionalismo dos dois jogadores, no que à parte final do acordo disse respeito.

Por terem passado pela Académica, desejamos-lhes as maiores felicidades nos seus futuros profissionais.

Orlando renovou contrato

O central Orlando, que se tornou numa das boas surpresas desta época, viu reconhecido o seu trabalho com a renovação do vinculo que o ligava ao clube até ao final da época, até Julho de 2010 altura em que terá 29 anos. Em declarações ao Site Oficial disse o central: “é o reconhecimento do meu trabalho, sinto que estou numa boa fase da minha carreira e é, também, sinal que me sinto muito bem na Académica e que é para mim uma enorme honra continuar a vestir esta camisola.” .

  - Sexta-feira, Novembro 09, 2007

Briosomilhões

V. Setúbal - Académica

Tótó Bola:
Fura-Redes:
Espaço Maya:
SundaySpecial:

Classificação hoje ao final da tarde, sem falta.

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  - Quarta-feira, Novembro 07, 2007

Assembleia Geral no dia 15 (*)

CONVOCATÓRIA
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Nos termos do nº 2 do artigo 59º. dos Estatutos, convoco a Assembleia Geral de Associados da Associação Académica de Coimbra – Organismo Autónomo de Futebol, em sessão ordinária, para o dia 15 de Novembro de 2007, pelas 20H00, no Auditório do Estádio Cidade de Coimbra, sito na Rua D. Manuel I, em Coimbra, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1. Apreciação e votação do Relatório e Contas da época desportiva 2006/2007, bem como dos pareceres e relatórios do Conselho Fiscal e do Revisor Oficial de Contas referentes ao mesmo exercício.
2. Apreciação e votação do Orçamento relativo à época desportiva 2007/2008.
3. Academia Briosa XXI – conclusão e inauguração.
4. Informações
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Coimbra, 2 de Novembro de 2007
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O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
Dr. António de Almeida Santos
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Artº. 62º.
1 – A Assembleia Geral só funciona com poderes deliberativos, em primeira convocatória, com metade, pelo menos, dos seus sócios efectivos.
§ único – Não estando presente o quorum referido, a Assembleia funcionará uma hora depois e até às duas horas do dia seguinte, com poderes deliberativos se estiverem presentes e enquanto o estiverem, um mínimo de cinquenta associados e se tal constar do aviso convocatório.
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(*) in Site oficial

Pablo Castro rescindiu...e Sarmento poderá ser emprestado (*)


Vítima das circunstâncias, como o próprio definiu, Pablo Castro vai abandonar, definitivamente, a Académica. O lateral-esquerdo uruguaio, que nunca havia sido convocado, nem por Manuel Machado nem por Domingos Paciência, revelou ao MaisFutebol ter chegado a um «acordo satisfatório para todas as partes», que lhe permitirá rescindir o seu contrato (expirava em 2009) nos próximos dias e regressar a casa.
«Encontrámos uma solução e vou regressar ao Uruguai o mais rapidamente possível para poder voltar a jogar. Em princípio, vou para o meu anterior clube, o Bella Vista», desvendou.
A experiência de Pablo Castro em Portugal resumiu-se a três meses, durante os quais o defesa de 22 anos tentou lutar por um lugar, sem sucesso. «Na hora da despedida, quero que as pessoas saibam que não vim para cá por dinheiro, mas por uma oportunidade, para mostrar o meu futebol e dar tudo pela Académica. Lamentavelmente, não se proporcionou e não vou atribuir culpas a terceiros por isso. Também tenho responsabilidades. Se calhar, não rendi aquilo que todos esperávamos», observou.
Em suma, o uruguaio sai sem rancores. «As circunstâncias não eram as melhores. Não tive oportunidades e também não houve tempo para conseguí-las. O treinador mudou e a Académica estava pressionada pelos pontos. Mas, felizmente, ainda sou novo e, se Deus quiser, hei-de ter outras oportunidades. Quiçá na Europa, quiçá na Académica, com mais ritmo e noutro contexto. Saio com uma excelente imagem do clube, da cidade e do futebol português», admitiu o jovem sul-americano.
Resolvido o caso de Pablo Castro, o plantel da Briosa passou a ter 26 jogadores, um número ainda longe dos 23 a 24 no máximo pretendidos por Domingos Paciência e contando já com os reforços de Janeiro.

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Sarmento para emprestar

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Peralta e Nestor Alvarez serão os próximos visados pelo emagrecimento do efectivo dos «estudantes», mas poderá não ser fácil chegar a um entendimento com estes dois. No caso do segundo, nem será a primeira vez que esta situação se coloca. Com contrato até 2009, o colombiano mostrou-se irredutível durante o último defeso quanto a uma rescisão e o seu empréstimo a um clube coreano também ficou sem efeito. Aguardam-se desenvolvimentos nas próximas semanas.
Ainda assim, o plantel continuaria demasiado extenso, pelo que outros jogadores terão de ser dispensados. Sarmento está na calha para ser emprestado e a aposta em Nuno Piloto para a lateral-direita é disso forte indício, até porque caso se confirme o ingresso de Pedrinho (Varzim) em Janeiro, o jovem formado nas escolas da Académica ficará totalmente sem margem de manobra.
Outros nomes poderão ser equacionados para sair e para isso basta atentar naquilo que têm sido as convocatórias de Domingos para perceber que Vítor Vinha ou Vouho são jogadores com fortes probabilidades de serem considerados «excedentários».

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(*) in "Maisfutebol"

  - Segunda-feira, Novembro 05, 2007

Não se elogia só quando se ganha

Diz-se que no futebol há uma bola e são onze para cada lado, que a sua magia é que o jogo só acaba quando o árbitro o dá por encerrado, que quem não mata morre, e sobretudo, que nem sempre ganha quem merece, foi o que se passou no Domingo, no encontro entre Académica e Estrela da Amadora no Estádio Cidade de Coimbra, mas mesmo com um resultado penalizador, acabam por ser de ordem vária as notas a retirar do jogo e do actual momento.

Atenção, que basta olhar para os resultados da turma de Daúto Faquirá para perceber que nãos e trata de uma equipa vulgar. Já bateu esta época o pé a Braga e Maritimo para além de outros bons resultados! Mas nem isso foi impeditivo para a Académica fezer aquela que foi para mim a melhor exibição dos últimos dois anos. Tento lançar um olhar sob um passado recente, e desde os tempos sob a batuta de Hugo Leal & Cia. que não mais me lembro de tantas oportunidades num só jogo e, corrigam-me se estiver errado, mas três golos num jogo, só na visita a Barcelos na última presença destes no principal escalão do futebol português. E quantas oportunidades houve no Domingo para que se chegasse a um resultado épico? Quatro, cinco, seis, sete golos, oportunidades houve, faltou algum discernimento na hora de rematar à baliza. Lembro-me assim de repente de uma jogada pela direita, em que num cruzamento semelhante ao que deu o terceiro golo, Miguel Pedro atira à figura de Nelson quando tinha tudo para fazer o golo. Lembro-me de três bolas atiradas para as nuvens por N'Doye e um cabeceamento de posição favoravel. Lembro-me de um cabeceamento de Joeano na primeira parte que deu a Nelson a defesa da tarde... Bolas na trave... 'and so on'...

Primeira realidade: é a mesma equipa que não criava uma situação digna de registo com Manuel Machado ao leme, são os mesmos jogadores, é o mesmo estádio, mas alguma(muita) coisa já mudou.

A equipa tinha até agora estado bem a nivel defensivo, ontem não vi a mesma defesa. Talvez tenha a ver com a presença de Nuno Piloto na lateral direita, talvez, não sei... Há ali garra, há ali talento, mas não é para aquela posição certamente. Porque não Cris? Domingos Paciência terá as suas razões, cabe-nos a nós avaliar o desempenho.

É entao nessa avaliação que importa distinguir o enorme crescimento da equipa volvidas cinco jornadas desde a entrada de Domingos. A equipa sofreu um golo nos primeiros quatro jogos e deixou a insegurança que antes disso existia. Passou a jogar um futebol rápido, que entusiasma, e também no Domingo, não foram poucos os momentos em que se viu o público entusiasmado e a puxar pela equipa como há muito nao se via.

É isto! É isto que é preciso. Este futebol começa a entusiasmar e será apenas uma questão de tempo até que se possam começar a festejar vitórias. Tal como há um ano atrás se dizia em Belém: "Esta equipa pode ainda não estar a ganhar, mas quando arrancar não paramos, que grande equipa estamos a fazer", não tenho medo de dizer que Domingos Paciência está num rumo igual, a motivar homens para batalhas futuras, onde as desconcentrações vão ser substituidas por motivação e confiança!

Há matéria para explodir? - perguntam alguns. CLARO! Onde está a veia goleadora de Joeano? E a qualidade mais do que óbvia de Cris que deixou saudades no inicio de época embora neste momento se encontre mais ofuscado? E os desequilibrios de Helder Barbosa? E a impressionante capacidade fisica do Paulo Sérgio de há umas semanas atrás? E quando os tiros de Tiero comecarem a acertar no fundo das redes? E esta equipa reforçada de um bom defesa lateral em Janeiro?

Dá vontade de sonhar quando se junta tudo isto ao que já se viu no Domingo, naquela que repito, foi para mim das melhores exibições de um passado recente. Vamos então dar tempo, a jogar assim temos todos a consciência que o tempo será o único travão das vitórias, e vamos acreditar que é no rumo certo, desportivamente, que caminhamos neste momento.

FORÇA BRIOSA!

  - Domingo, Novembro 04, 2007

AAC, 3 - Estª. Amadora, 3: Erros próprios e adversário "reforçado" estragam "obra-prima" de Lito




A Briosa perdeu hoje uma grande oportunidade para subir na tabela classificativa, ao empatar a três bolas com o Estrela da Amadora em partida disputada no ECC, na qual chegou a dispor de uma vantagem de dois golos.
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Relativamente à equipa que iniciou o jogo no Restelo, apenas uma alteração: a saída de Cris e a entrada de Tiero.
Ao contrário do habitual 4-2-3-1, Domingos Paciência dispôs a equipa num 4-3-3 clássico, com Nuno Piloto à direita, Orlando e Káká ao centro e Pedro Costa à esquerda no quarteto defensivo. No "miolo", Pavlovic surgiu à frente dos defesas e Tiero e N’Doye mais adiantados, formando um triângulo. Os alas Miguel Pedro e Lito apareciam mais adiantados, mantendo-se Joeano como ponta-de-lança solitário.
A ideia era dar maior acutilância atacante à equipa, num jogo que era importante vencer. Porém, se esse objectivo foi conseguido, teve também o efeito perverso de reduzir a sua consistência defensiva, algo que foi visível desde os primeiros momentos.
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O início do jogo foi electrizante, com o “sinal mais” a pertencer aos visitantes. Logo no segundo minuto, Yoni isolou-se e, ante a saída de Pedro Roma, fez-lhe um “chapéu” que só não deu golo porque Orlando, de cabeça, interceptou a bola e cedeu “canto”. Na sequência deste, Jeremiah cabeceou à trave.
A Académica respondeu logo na jogada seguinte, com Lito a rematar de forma acrobática rente ao poste direito da baliza amadorense.
Ao quarto de hora, Joeano, com um excelente golpe de cabeça, obriga Nelson à defesa da tarde.
Reagiu o Estrela que, aos 23 minutos, podia ter marcado. Tiero perdeu a bola em zona proibida, permitindo que Marco Paulo se isolasse na meia esquerda do seu ataque. O jogador “estrelista” entrou na área mas o seu remate embateu no poste direito da baliza academista.
Na resposta, a Briosa inaugurou o marcador. Grande abertura de Pavlovic a desmarcar LITO, que aproveitou a hesitação da defesa amadorense para se isolar e bater Nelson, que saíra ao seu encontro. A bola passou por baixo do corpo do guardião visitante e entrou lentamente no canto inferior direito da sua baliza.
Após o golo, os “all blacks” melhoraram a produção. Contudo, os “tricolores” não desistiram e, aos 36 minutos, acabaram por repor a igualdade: incursão de Rui Duarte pelo flanco direito, a que correspondeu o “central” Maurício à entrada da área com um excelente golpe de cabeça, a fazer anichar o esférico no canto esquerdo das redes de Pedro Roma.
A equipa sentiu o golo e pareceu algo perturbada. Até ao intervalo, apenas há a registar um remate fortíssimo de Tiero, de meia-distância, que quase surpreendia Nelson.
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No reatamento, o técnico academista fez sair o ganês e entrar Hélder Barbosa, passando Miguel Pedro para o centro do “miolo”.

E, dois minutos após o reatamento, a Académica voltou a colocar-se na frente do marcador. Hélder Barbosa marcou um “livre” no lado direito e LITO, oportuno, a aparecer na pequena área onde, com um toque subtil, desviou a bola do alcance de Nelson.
O jogo entrou, então, numa toada menos agradável, mas era a Briosa que controlava as operações.
Aos 58 minutos, grande jogada de Lito, que entregou a bola a Miguel Pedro, que fugia pelo lado direito. Este foi à linha, centrou atrasado para o “coração” da área visitante, onde o mesmo LITO, na passada, bateu facilmente Nelson.
Tudo corria bem aos “all blacks”, que pareciam ter a vitória no “bolso”. Puro engano.
Três minutos depois, entrou em acção o “Reforço” dos “tricolores”: depois do árbitro não marcar um “canto” a favor da Académica e deixar passar em claro uma falta de um jogador do Estrela, Anselmo vai ganhando sucessivos ressaltos, a defesa da Briosa hesita e o avançado visitante, isolado frente a Pedro Roma, reduz a diferença. Na sequência dos protestos que se seguiram, Pavlovic viu o “amarelo”.
Pouco depois, deu-se a entrada de Paulo Sérgio e a saída de Miguel Pedro. Assim, a Briosa voltou ao 4-2-3-1, com o objectivo de equilibrar defensivamente a equipa.
Apesar de tudo, os conimbricenses jogavam melhor e tiveram várias oportunidades para sentenciar a partida. Nesse aspecto, N’Doye, quase sempre com a "alça levantada", esteve especialmente perdulário.
Com o aproximar do final da partida, a Briosa recuou no terreno e o Estrela voltou a mostrar-se mais perigoso. Até que, a dois minutos do fim, um “balde de água fria” abateu-se sobre o ECC. Na sequência de um “livre” marcado por Mateus no lado esquerdo do nosso meio-campo, a bola foi bombeada para a área, a defesa foi lenta a tentar colocar os adversários fora-de-jogo, Pedro Roma hesitou na saída e Wagnão, à vontade, cabeceou vitoriosamente.
Pouco depois, o jogo terminou, deixando um sentimento de frustração nos adeptos academistas.
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Em resumo, uma partida muito agradável de seguir, jogada sempre em bom ritmo e com ambas as equipas constantemente à procura do golo. Infelizmente, os conimbricenses ”tiveram o pássaro na mão e deixaram-no fugir”. Ao contrário de outros jogos, hoje não falhámos no capítulo ofensivo mas falhámos rotundamente na defesa.
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A arbitragem de Luís Reforço teve duas “caras”: excelente na 1ª parte, onde quase não se deu por ele; péssima na etapa complementar, quando quis ser protagonista e pareceu querer “reforçar” a equipa da Amadora. Não foi apenas o lance do segundo tento visitante mas também o julgamento das faltas (quase sempre contra a Académica) e a dualidade de critérios disciplinares.
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Sob a arbitragem de Luís Reforço, do CA de Setúbal, as equipas alinharam:
Académica – Pedro Roma; Nuno Piloto, Orlando, Káká e Pedro Costa; Pavlovic; Tiero (Hélder Barbosa, 46) e N’Doye; Miguel Pedro (Paulo Sérgio, 72), Joeano e Lito (Fofana, 82).
Estª Amadora – Nelson; Rui Duarte, Wagnão, Maurício e Hugo Carreira; Fernando; Marco Paulo (Mateus, 64) e Tiago Gomes; Paulo Pereira (Vítor Moreno, 46), Jeremiah (Anselmo, 46) e Yoni.

Marcadores: Lito (24, 47, 58), pela Briosa; Maurício (36), Anselmo (61) e Wagnão (88).
Disciplina: Cartões amarelos a Pavlovic (62) e Miguel Pedro (66).
Assistência:.6201 espectadores.

Os "all blacks", um a um:

Pedro Roma (2) – Não teve grande trabalho, apesar de ter sofrido três golos e visto os ferros devolver duas bolas. Mostrou-se mais inseguro que habitualmente. Se, nos dois primeiros tentos, não tem quaisquer hipóteses, já no último hesitou demasiado na saída e ficou “a meio da viagem”.
Nuno Piloto (3) – Não começou mal, mas, na 2ª parte, experimentou muitas dificuldades quando o Estrela começou a dirigir os seus ataques pelo flanco esquerdo.
Orlando (2) – Logo aos dois minutos, evitou o golo adversário. A partir daí, mostrou-se sempre muito inseguro. Não por acaso, todos os golos do Estrela surgiram na zona central da nossa defesa.
Káká (2) – É certo que teve alguns bons pormenores. Mas também é verdade que mostrou a mesma insegurança do seu companheiro de sector, com quem partilha as mesmas responsabilidades nos golos adversários.
Pedro Costa (3) – Foi o melhor da defesa. Não comprometeu defensivamente e ainda procurou apoiar o ataque.
Pavlovic (3) – Uma actuação com altos e baixos. Talvez por ter jogado como único “trinco”, sentiu algumas dificuldades no início, quando o volume atacante do Estrela foi maior. Depois, subiu de produção, mas terminou em dificuldades. Excelente a abertura para o 1º golo de Lito.
Tiero (2) – Uma aposta falhada. Nunca conseguiu ligar o jogo da equipa. Uma perda de bola em zona proibida ia dando golo ao adversário. De positivo, um forte remate que obrigou Nelson a defesa apertada. Bem substituído ao intervalo.
N’Doye (4) – É certo que esteve muito perdulário no 2º tempo. Porém, voltou a mostrar-se um “poço de energia”. Esteve muito bem nas compensações defensivas e procurou, sempre que possível, catapultar a equipa para o ataque.
Miguel Pedro (3) – Começou algo “perro”, demorando muito a soltar a bola. No início da etapa complementar melhorou, tendo estado no lance do terceiro golo da Briosa. Viu um cartão amarelo por pretensa simulação e foi substituído.
Joeano (3) – Muito esforçado e batalhador mas continua distante da “veia goleadora” de outros tempos. Apesar de tudo, a sua presença abriu espaços, permitindo libertar mais Lito.
Lito (5) – Grande jogo. Conseguiu o primeiro “hat-trick” desta edição da BwinLiga, mostrando grande sentido de oportunidade em todos os golos. Mas, para além dos tentos que apontou, as suas movimentações provocaram desequilíbrios frequentes na defensiva adversária. Saiu para a ovação. Sem quaisquer dúvidas, o melhor da Briosa.
Hélder Barbosa (3) – Teve alguns bons pormenores mas esteve longe de ser o desequilibrador da época passada.
Paulo Sérgio (2) – Entrou para segurar o resultado mas não conseguiu dar a consistência defensiva de que a equipa precisava.
Fofana (-) – Jogou oito minutos e nada acrescentou.

  - Sábado, Novembro 03, 2007

Inaceitável