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Situação difícil para a Briosa (*)
. ACADÉMICA - V.SETÚBAL JOGA-SE NO SÁBADO . Ao perder na Amadora, frente ao Estrela, na 24ª jornada da BwinLiga, a Académica desperdiçou (mais) uma boa oportunidade de quase garantir a permanência no escalão maior do futebol nacional. Ao invés, o seu opositor de ontém terá atingido esse objectivo. Apesar de tudo, valeu o facto de os nossos adversários mais directos não terem capitalizado esse desaire. Assim, Paços de Ferreira e Naval foram claramente derrotados pelos dois "grandes" lisboetas (ambos por 4-1): os pacenses "fora" e os figueirenses em "casa". Já o Leixões logrou uma igualdade sem golos em Braga. Após esta ronda, a Briosa mantém-se no 12º lugar, com os mesmos pontos da Naval (mas, atenção, que os "navalistas" podem beneficiar do "caso Meyong") e apenas com mais um que os matosinhenses. Relativamente ao Paços de Ferreira, primeiro clube abaixo da "linha de água", a vantagem é de quatro pontos. Quando faltam seis jornadas para o final da prova e com a U.Leiria praticamente condenada, resta (mais) uma vez à Académica lutar pela manutenção, juntamente com pacenses, leixonenses e figueirenses.
Os calendários destas equipas são os seguintes: .
ACADÉMICA - V. Setúbal (C), Benfica (F), V. Guimarães (C), Nacional (F), Naval (C) e Braga (F); .
NAVAL - U. Leiria (F), Marítimo (C), Paços de Ferreira (F), Boavista (C), Académica (F) e FC Porto (C); .
LEIXÕES - Belenenses (C), Sporting (F), Estrela da Amadora (C), U. Leiria (F), V. Setúbal (F) e Marítimo (C); .
PAÇOS DE FERREIRA - V. Guimarães (C), Nacional (F), Naval (C), Braga (F), Sporting (C) e U.Leiria (F). .
Eis os resultados da 24ª jornada: .. . A classificação actual está assim ordenada:
 . A 25ª jornada disputa-se no próximo fim-de-semana e o programa dos jogos é o seguinte: . No próximo sábado, a Briosa terá, assim, um jogo difícil, ante um Vitória de Setúbal que confirmou o seu bom momento, ontém, frente ao Boavista. E onde "Pitbull" mostrou que está com a "dentuça afiada". Actualizado a 1 de Abril
Eleiçoes amanha em "Prognósticos"
 Amanha à noite, pelas 21h, na Rádio Universidade de Coimbra (RUC), no programa "Prognósticos", irá ser abordado o tema das eleições do Organismo Autónomo de Futebol da Académica. Por isso, é um programa especialmente interessante... Destaque ainda para uma entrevista nos 107,9MHz da RUC com o jogador Nuno Piloto, e para a oferta de bilhetes para o próximo jogo em casa da Briosa frente ao vencedor da Taça da Liga, o Vitória de Setúbal, no próximo Sábado, pelas 18.45h.
Estrela ofusca Académica 3-1 foi o resultado final
Em partida a contar para a 24ª jornada a Académica deslocou-se ao Estádio José Gomes para disputar 3 pontos contra o Estrela da Amadora. À partida, as equipas encontravam-se distanciadas por dois pontos e uma vitória para os "estudantes" tinha hoje importância extrema. Com bom tempo a fazer sentir-se em Portugal, vários adeptos da Briosa deslocaram-se até à Reboleira ultrapassando em claro número os adeptos visitados. Mas nem com apoio a equipa correspondeu e 3-1 acabou por ser o resultado final. . Domingos Paciência alterou o esquema táctico em relação à última partida com o Belenenses colocando o seu onze num 4-2-3-1. Pedro Roma foi o guarda-redes, Kaká e Orlando defesas centrais, Vítor Vinha pela esquerda e Pedrinho pela direita. Paulo Sérgio a lado de Nuno Piloto enquanto que Miguel Pedro encostado à direita e Lito à esquerda. No apoio a Joeano, esteve Luís Aguiar. Um esquema táctico que permitia sem qualquer dúvida mais fluência ofensiva. . A Académica entrou pior, embora tenhamos assistido a uns primeiros 10 minutos de pouco interesse onde ambas as equipas se encaixavam e poucos eram os espaços para jogar. A Briosa melhorou a partir daqui e conseguiu pela primeira vez chegar à baliza adversária, mesmo que com pouco perigo. No entanto, é o Estrela quem chega ao golo ao minuto 16, num passe pelas costas da defesa, onde atrás da baliza parece claramente fora de jogo, aparecendo isolado Anselmo que sem dificuldades bate Pedro Roma. A Académica reagiu e foi à procura do empate, o que aconteceu poucos minutos depois. Pedrinho faz um passe comprido para Miguel Pedro que deixa a bola escapar para Luís Aguiar. O uruguaio que passou pelo Estrela isola-se mas perante Nelson mas remata à figura. O lance parecia perdido ao que o guarda-redes larga a bola e na confusão da área, acaba por sobrar para Lito que em cima da linha não teve dificuldade em marcar o seu 4º golo ao Estrela esta época. . O jogo ganhava outro interesse e a Académica via em Lito o seu principal ponto de partida para o ataque. Ao minuto 26, o lance que decide o jogo: a bola é lançada para a esquerda onde Lito recebe mas apertado pede o apoio de Vítor Vinha. O cabo verdiano toca de calcanhar mas Vinha encontrava-se ainda muito atrás ao que Rui Duarte ganha a bola. Vítor Vinha tem então uma atitude completamente escusada com uma entrada dura e que Paulo Costa, avaliando o lance no meio campo decide mostrar cartão vermelho ao 18 da Briosa. A falta em si não terá sido para cartão vermelho, mas no local que foi não há desculpa para fazer aquilo. . A partir daqui, Nuno Piloto passou para a esquerda e a Académica perdeu por completo o meio campo. O Estrela pegou no jogo e foi à procura do golo da vitória. Aos 31 minutos, o assistente vê uma falta de Kaká sobre o lado esquerdo e assinala um livre. Na sua sequência Orlando fica a ver e o central tricolor Maurício mostra-lhe o que acontece ao deixá-lo sozinho. 2-1 e a partir daqui saltaram à vista os poucos argumentos para a equipa de Domingos Paciência inverter o resultado. Eis que Domingos tenta acertar o seu jogo colocando em campo Markus Berger sacrificando Miguel Pedro, que até aqui efectuava uma exibição despercebida. Berger e Orlando passaram a ser os defesas centrais ficando Kaká na esquerda quando a Académica defendia. Nuno Piloto regressava assim ao meio campo e a diferença notou-se desde logo com um equilíbrio. Até ao intervalo, a Briosa melhorou mas nunca conseguindo verdadeiras oportunidades de golo. . Para a segunda parte, Domingos entendeu não fazer nenhuma alteração e esperar que a equipa reagisse às palavras do balneário. Tal não aconteceu e o Estrela conseguiu sempre controlar o jogo. Aos 51 minutos o cartão amarelo para Paulo Sérgio limitou em muito o jogo da Briosa na segunda parte, não houve uma única oportunidade que pudesse ter dado golo. Domingos coloca aos 61 minutos Tiero quando Nuno Piloto era dos melhores da partida, e aos 68 entra Ivanildo para o lugar de Luís Aguiar. De nada valeram as substituições e aos 81 minutos, contra ataque letal por parte do Estrela com Vitor Moreno a bater Pedro Roma. . Em resumo, a Académica teve hoje uma grande oportunidade de ganhar 3 pontos mas nada o fez para merecer. É verdade que a expulsão de Vinha condicionou em grande parte a partida da Académica mas, com 10 nunca conseguimos mostrar que temos mais valor que o Estrela. Parece que é preciso esperar pela última jornada para nos salvarmos da descida mas andamos assim há 6 anos... Algum dia a coisa corre mal. . Os pretos, um a um: . Pedro Roma (3) - Três golos sofridos em que nada podia ter feito. Teve duas saídas com os pés em que arriscou mas acabou por ser bem sucedido e junta à sua exibição uma boa defesa num remate fora de área, já na segunda parte. . Vítor Vinha (1) - Expulsão completamente escusada que acabou com as hipóteses da Académica chegar à vitória. Para além disso, nos 20 minutos que esteve em campo mostrou-se sempre muito nervoso e nas vezes que foi chamado a cruzar a bola subiu, subiu, subiu... . Kaká (2) - Muito intranquilo, a defesa da Académica permitiu que o Estrela atacasse com quis. Depois da entrada de Berger passou para a esquerda mas nunca mostrou qualidade para desempenhar a função. . Orlando (2) - Também ele muito intranquilo, ficou a dormir no 2-1 permitindo que Maurício fizesse o golo. Para além disso, juntar o facto que, esta época, é a sétima vez que a Académica sofre 3 golos num jogo. . Pedrinho (4) - Responsável a defender, foi um lateral que fez todo o corredor direito. Acabou o jogo estoirado mas até ao fim, lutou com todas as suas forças. O melhor da Briosa. . Paulo Sérgio (2) - A ausência de Pavlovic foi hoje evidente e Paulo Sérgio nunca conseguiu segurar o meio campo. Várias vezes com recurso à falta, viu um amarelo no início da segunda parte o que o condicionou até ao final da partida. . Nuno Piloto (3) - Candidato ao melhor em campo da Briosa, acabou por ser substituido no decorrer da segunda parte. A partir daí a diferença foi evidente, para pior. . Miguel Pedro (2) - Sacrificado para a entrada de Berger, fazia até então uma partida discreta sempre muito colado à linha e demorando demasiado tempo a soltar a bola. . Lito (3) - Depois dos três golos marcados em Coimbra mereceu especial destaque da defesa do Estrela da Amadora. Muito mexido, tentou rumar contra a maré sendo por várias vezes travado em falta. Marcou um golo e leva já 7 o melhor marcador da Briosa. . Luís Aguiar (2) - Quis mostrar serviço actuando contra a sua ex-equipa. Embora se tenha esforçado, as coisas nunca lhe correram bem e foi presa fácil para a defesa contrária. . Joeano (2) - Correu quilómetros à procura de espaços para poder receber a bola. Ganhou faltas importantes mas perdeu-se também em tentar arranjá-las. Oportunidades de golo, não teve nenhuma. . Markus Berger (3) - Entrou quando a Académica perdia já por 2-1 e foi a primeira vez que alinhou pela Académica desde que Domingos é o treinador. Mostrou-se a nível razoável, mas muito mal no capítulo do passe. . Tiero (1) - Com a sua entrada pedia-se velocidade, força e remates de meia distância. Nada disso foi conseguido e o ganês foi mais um espectador do que outra coisa. . Ivanildo (1) - Era preciso alguém que inventasse uma jogada para passar a barreira do Estrela, alguém que encostado à linha ganhasse espaço para cruzar. Tal como Tiero, nem se deu pela sua entrada. Hoje Domingos errou redondamente nas substituições.
BriosoMilhões
Estrela da Amadora - Académica Tótóbola: Fura-Redes: Espaço Maya: SundaySpecial:
João Francisco apresenta linhas do seu programa
 Sob o lema "Académica Merece", a lista D, encabeçada por João Francisco Campos, apresentou hoje, em conferência de imprensa, as linhas gerais da sua candidatura. . Eis o documento apresentado à comunicação social: . "Os pontos aqui apresentados traduzem-se em compromissos que a lista pretende desenvolver e que são assumidos como pontos de honra. Estes pontos devem ser interpretados como uma estrutura-base do Programa Oficial a divulgar, funcionando este documento como um pré-lançamento daquele. O espectro gravitacional da candidatura assenta em três planos fundamentais: Financeiro, Desportivo e Humano. Que podem resumir-se em três conceitos-chave: . Responsabilidade Rigor Transparência . Responsabilidade 1. Aumentar real e objectivamente o número de sócios da Instituição. 2. Aumentar, sustentadamente e em qualidade, as assistências no Estádio Cidade de Coimbra. 3. Apostar claramente na formação e potenciar os escalões jovens. Criar uma rede de núcleos de formação com clubes da região. 4. Definir uma política de estabilidade e continuidade da estrutura base da equipa principal e treinador. 5. Potenciar a marca Académica e torna-la atractiva ao investimento. 6. Assumir, como Instituição que forma não só jogadores, como Homens, um compromisso social com a cidade e Instituições Sociais e de caridade. . Rigor 1. Realização de uma auditoria de contas por uma entidade externa que determine a realidade financeira da Académica e o que vamos encontrar ‘por detrás da cortina’. 2. Profissionalizar a gestão das instalações desportivas. 3. Estabelecer uma estrutura exclusiva e profissional para o futebol sénior. 4. Profissionalização do gabinete financeiro. 5. Criar uma estrutura exclusiva para a formação. . Transparência Assumir com os sócios uma postura de total transparência, colocando-os a par da realidade da Instituição a cada momento e em todos os aspectos. "
Um novo esquema para a Taça da Liga
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Terminou, no passado sábado, com o triunfo do V. Setúbal, a primeira edição da Taça da Liga ou "Carlsberg Cup". Aposta da nova Direcção da Liga, presidida por Hermínio Loureiro, a referida competição ficou algo aquém das expectativas criadas, com a média de espectadores a não ultrapassar as 3000 pessoas. A excepção foi a "final" entre sadinos e "leões", disputada no Estádio do Algarve. A eliminação precoce de dois "grandes" (FC Porto e Benfica) e o facto de a prova não dar acesso a uma competição europeia terão contribuído para esse semi-fracasso. Mas o próprio figurino da competição não terá sido o mais feliz. Daí que a Liga se tenha mostrado aberta a sugestões de alteração. Como se trata de uma competição em que a Académica estará envolvida (e esperemos que por muitos anos), apresentarei de seguida as minhas propostas de alteração à forma de disputa da referida prova. . A 1ª fase envolveria os 32 clubes da Bwin Liga e da Liga Vitalis. Estes seriam divididos em 8 grupos de 4 equipas, que se disputariam no sistema de "poule" a uma "volta", por pontos. No respectivo sorteio, haveria quatro potes:
A - 1º ao 8º classificados da Bwin Liga;
B - 9º ao 14º classificados da Bwin Liga e os dois promovidos da Liga Vitalis;
C - 3º ao 8º classificados da Liga Vitalis e os dois despromovidos da Bwin Liga;
D - 9º ao 14º classificados da Liga Vitalis e os dois promovidos da 2ª Divisão. . De cada um deles sairia uma equipa para cada grupo. Em todos eles, o programa dos jogos seria o seguinte:
1ª jornada: C-A; D-B
2ª jornada: D-A; B-C
3ª jornada: A-B; C-D
Em caso de igualdade pontual, considerar-se-iam, sucessivamente, o(s) resultado(s) do(s) jogo(s) entre os intervenientes, a diferença entre golos marcados e sofridos, o maior número de golos marcados, o maior número de vitórias e, por mim, o menor número de cartões vermelhos e amarelos. Os dois primeiros classificados de cada grupo apurar-se-iam para a fase seguinte, num total de 16 clubes. .
Estes jogariam os oitavos-de-final em duas "mãos", de acordo com a seguinte "chave": A - 1º do Grupo 1 - 2º do Grupo 2; B - 1º do Grupo 2 - 2º do Grupo 1; C - 1º do Grupo 3 - 2º do Grupo 4; D - 1º do Grupo 4 - 2º do Grupo 3; E - 1º do Grupo 5 - 2º do Grupo 6; F - 1º do Grupo 6 - 2º do Grupo 5; G - 1º do Grupo 7 - 2º do Grupo 8; H - 1º do Grupo 8 - 2º do Grupo 7.
A equipa vencedora do grupo jogaria a 2ª "mão" em "casa". Em caso de empate na eliminatória, qualificar-se-ia a equipa que marcasse mais golos "fora". Se a igualdade subsistisse, recorrer-se-ia à marcação de grandes penalidades. .
Os 8 qualificados disputariam os quartos-de-final no mesmo sistema e de acordo com uma "chave" que evitaria a repetição de jogos da fase inicial: 1 - Vencedor da eliminatória A - Vencedor da eliminatória C;
2 - Vencedor da eliminatória B - Vencedor da eliminatória D; 3 - Vencedor da eliminatório E - Vencedor da eliminatória G; 4 -.Vencedor da eliminatória F - Vencedor da eliminatória H. .
Os 4 apurados jogariam as meias-finais, em encontros a uma "mão", em campo neutro. Os jogos seriam os seguintes:
I - Vencedor da eliminatória 1 - Vencedor da eliminatória 3;
II - Vencedor da eliminatória 2 - Vencedor da eliminatória 4.
Em caso de igualdade, recorrer-se-ia à marcação de grandes penalidades. .
A final da competição continuaria a ser disputada no sábado de Páscoa e seria de encarar a hipótese de manter o Estádio do Algarve como palco da partida. .
O vencedor apurar-se-ia automaticamente para a Taça UEFA, se Portugal tivesse direito a inscrever mais de duas equipas nessa competição. Caso o país tivesse direito a duas equipas, disputaria um jogo de classificação com o clube que, na Liga, se situasse no último lugar de acesso às provas europeias. Apenas no caso de só termos direito a uma vaga (hipótese felizmente remota) não teria acesso às competições "uefeiras". Se o vencedor da Taça da Liga se apurasse para a Liga dos Campeões ou se ganhasse, igualmente, o direito a participar na Taça UEFA (pela sua posição na Liga ou pela vitória na Taça de Portugal), esse direito não seria transmitido ao finalista vencido.
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Com este esquema, todas as equipas fariam um mínimo de três jogos, o que seria importante especialmente para os clubes da Liga Vitalis. Ao efectuarem dois dos encontros no seu terreno, teriam mais hipóteses de qualificação e a possibilidade de boas receitas (especialmente para as que recebam um dos três "grandes"). Aqueles que se apurassem para os oitavos-de-final efectuariam, mesmo, cinco partidas. Por seu turno, as sucessivas eliminatórias gerariam um maior interesse pela competição. As meias-finais em campo neutro poderiam permitir o aproveitamento de alguns estádios do Euro 2004 que acolhem, normalmente, poucos espectadores ou, eventualmente, levar a competição ao interior do país. É nessa perspectiva que defendo a fixação da final no Estádio do Algarve. É que, com o afluxo turístico à região na época da Páscoa, é sempre sinónimo de "casa cheia". Claro que para que a competição suscite maior interesse dos clubes é dos adeptos é essencial que haja um prémio desportivo para o vencedor, ou seja, a garantia de acesso a uma prova da UEFA.
"Cumprir os Estatutos", objectivo da lista oposicionista à Assembleia Geral
. "Julgar" a vida da instituição, cumprir e fazer cumprir os estatutos da Académica" é a grande plataforma eleitoral da Lista E, que apresentou ontém, oficialmente, a sua candidatura à Mesa da Assembleia Geral da Briosa na eleição do próximo dia 14 de Abril. "A missão do presidente da Mesa da Assembleia Geral é cumprir e fazer cumprir os estatutos, coisa que não tem acontecido até agora com o actual presidente da direcção, que não cumpre, alegando reserva", defendeu ontém, em conferência de imprensa, Ferreira da Silva, o candidato da lista à presidência da Mesa da AG. . O memorando da Lista E, que apresenta o lema "Académica: uma Causa com Valores e Princípios", proclama "uma efectiva separação de poderes, sem alinhamentos tácticos". "Queremos assim: a Direcção para dirigir, o Conselho Fiscal para fiscalizar e a Assembleia Geral para julgar", destaca o documento. A lista deseja, ainda, dar mais visibilidade ao Conselho Académico, "um órgão de estudo e de consulta, que deve ser ouvido em todas as questões de alto relevo para a Associação Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol". . O documento acrescenta uma série de questões normativas a alterar no actual estado da vida da Académica “sem exclusão de ninguém dos cadernos eleitorais, sem distinção de uns e de outros”, referindo-se aos cerca de 2000 associados que, alegadamente, "tinham sido inicialmente banidos dos cadernos eleitorais, devido ao atraso no pagamento das quotas e que agora já estão incluídos nos novos cadernos". . Ferreira da Silva declarou que, se for eleito, "iniciará as Assembleias-Gerais ao som do fado de Coimbra." Vai propor, igualmente, "uma distinção aos sócios João Mesquita e João Santana pelos serviços prestados com a publicação do livro "Académica: História do Futebol " e a fixação de um dia da AAC-OAF, o dia da Briosa". . Na conferência de imprensa, realce para a presença, para além de todos os elementos da lista candidata à AG, dos candidatos oposicionistas à presidência da Direcção, João Francisco Campos (Lista D) e do Conselho Fiscal, Américo Santos (Lista C).
Porque é que a oposição não capitaliza o descontentamento?
Entramos, esta semana, na campanha eleitoral para as eleições dos corpos gerentes da Académica/OAF, que, como é do conhecimento geral, se realizam no próximo dia 14 de Abril.
Também sabemos que, ao acto eleitoral, concorrem duas listas para cada órgão a eleger: uma afecta ao actual presidente, José Eduardo Simões, que se recandidata (a lista A), e outra proposta pelos seus oponentes, encabeçada por João Francisco Campos para a Direcção, mas com letras diferentes consoante o órgão a que se candidatam (as listas B, C, D e E).
Neste "post", procurarei fazer uma espécie de ponto da situação em ambos os campos.
Assim, no que se refere ao actual presidente, a sua equipa surge bastante remoçada: apenas Luís Godinho continua como efectivo da Direcção. A sua estratégia passa por salientar os pontos positivos do seu mandato e esconder os negativos.
Entre os primeiros, destacamos: a manutenção da equipa principal, durante seis anos consecutivos na Liga maior do futebol nacional, algo que não sucedia desde os anos 70; a conclusão da Academia "Dolce Vita", que melhorou, enormemente, as condições de trabalho das equipas de futebol; o acordo com a TBZ, bem como o ter conseguido um bom conjunto de patrocinadores, o que permitiu maior folga na tesouraria e, consequentemente, acabar com os salários em atraso crónicos; a renovação da frota de autocarros; a melhoria da organização interna do clube e a "blindagem" da Direcção e do balneário, impedindo que tudo se soubesse cá fora quase instantaneamente.
Relativamente aos segundos, salientamos: a equipa principal não conseguiu dar o salto qualitativo (época após época, a manutenção tem sido conseguida com enorme sofrimento); a política de aquisições foi errática e sem critério, tendo sido contratados muitos jogadores nacionais e, sobretudo, estrangeiros sem qualidade e a preços elevados (só este ano foi, de alguma forma, "corrigido o tiro"), o que provocou um alarmante aumento do passivo da instituição; alguns negócios pouco claros e mal explicados (como o de Marcel), a par com actuações pouco dignas (de que o "caso Dame" é exemplo eloquente); a lentidão no processo de aquisição do edifício dos Arcos do Jardim; o "divórcio" em relação à cidade e à Academia e, por fim, os problemas judiciais que envolvem o presidente e se reflectem na imagem da instituição.
Temos, assim, um balanço ambíguo, que depende muito da perspectiva e da sensibilidade de quem analise o mandato da Direcção que agora cessa funções.
Apesar disso, não erraremos muito se dissermos que, para a maioria dos sócios da Briosa, o mandato de José Eduardo Simões ficou aquém das expectativas criadas quando da sua eleição.
Contudo, o actual presidente é o grande favorito à vitória no próximo acto eleitoral e, muito provavelmente, por uma larga maioria. A que se deve, então, este aparente paradoxo?
Fundamentalmente, à sucessão de erros crassos cometidos, desde o início, pela oposição declarada a JES. Quais foram, então, as falhas estratégicas dos oposicionistas?
Em primeiro lugar, nunca se demarcaram da gestão de Campos Coroa, de má recordação para grande número de associados. Ao invés, procuraram sempre justificar os episódios de triste memória que levaram à sua queda, como os vários meses de salários em atraso, os cheques sem cobertura ou o amadorismo da gestão.
Ao mesmo tempo, optaram por uma estratégia de "bota-abaixismo" permanente, que acabou por retirar impacto e credibilidade às críticas, mesmo quando pertinentes e fundamentadas.
Por outro lado, a adopção de um estilo arrogante e, por vezes, agressivo contra todos os que não concordavam com as suas teses (por exemplo, "vocês não são da Académica", "não sabem o que é a Académica"), a par com um discurso eivado de algum elitismo (tipo "nós, estudantes e/ou doutores, vocês futricas"), foi determinante para alienar o apoio de alguns sectores mais moderados, que, apesar de descontentes com JES, rejeitam qualquer espécie de regresso ao passado e não partilham do fundamentalismo ideológico desse sector da oposição.
Pior ainda foi o processo que levou à escolha do candidato. Vejamos, então, os principais protagonistas da "novela":
O primeiro a declarar a sua disponibilidade foi Luís Santarino. Corajoso, insubmisso, opositor desde a primeira hora, defronta-se, porém, com a imagem de "enfant terrible" de que não conseguiu descolar totalmente. Os "notáveis" "torcem o nariz" e os apoios não surgem. A partir de determinada altura, resta-lhe "marcar território" e lutar por uma saída airosa.
Uma alternativa aceite por grande parte da oposição seria Álvaro Amaro. Mas o actual autarca de Gouveia cometeu dois erros "de palmatória": esteve quase três anos sem pagar quotas e, depois, escreveu à Direcção a pedir um estatuto de excepção. Florentino, JES "assassinou" a sua putativa candidatura em plena AG.
Mas o grande desejado era José Belo. Antigo jogador e presidente do Núcleo de Veteranos, com imagem de homem sério, seria um candidato forte, pese embora alguma ausência de carisma e um discurso muito voltado para o passado. Mas a verdade é que sempre pareceu mais "empurrado" que entusiasmado com a ideia de concorrer. Nunca deu mostras de querer avançar...e não avançou.
Surgiu, então, Maló de Abreu. Derrotado por JES nas últimas eleições, desejava a desforra. Sempre "a correr em pista própria", era mal visto em vários sectores oposicionistas. Contudo, ao assumir a candidatura, impôs-se a toda a oposição, que se resignou a apoiá-lo para não dividir os votos anti-"jesistas" (recordo que o sistema eleitoral da Briosa é maioritário a uma volta). Porém, cedo se viu que não tinha um projecto consistente. Os "outdoors" que espalhou pela cidade com dizeres como "Académica magnífica" ou "Académica amada" eram o sintoma dessa vacuidade. Prevendo uma derrota por maior margem que em 2003, abdicou quatro dias antes do fim do prazo para entrega de listas, com uma desculpa "esfarrada", deixando os seus apoiantes "com a criança nos braços".
Não querendo deixar o actual presidente sozinho "em campo", mas sem tempo para preparar um projecto consistente, a estes só lhes restou encontrar uma solução de recurso.
Assim, para a Direcção, surge uma lista encabeçada por João Francisco Campos, ex-presidente da Mancha Negra, constituída na sua totalidade por jovens, alguns deles também com ligações à claque, sendo que dois deles vêm directamente do actual elenco directivo. Metaforicamente, quando os seniores não estão disponíveis, recorre-se aos juniores.
Por seu turno, apenas para os outros órgãos surgem listas encabeçadas e constituídas por "notáveis" (onde se destacam o próprio Campos Coroa e outros elementos da sua direcção, como Fernando Pompeu e José Eduardo Ferraz).
Apesar de aparecerem com letras diferentes (um mero "truque eleitoral" de eficácia mais que duvidosa), na prática trata-se de uma única lista.
Esta tem, quanto a mim, dois grandes problemas de credibilidade.
O primeiro é a excessiva juventude de todos os candidatos ao principal órgão decisor (e não apenas do João Francisco, que me parece até um grande académico e alguém com bom conhecimento da vida da instituição). Não penso que a presença de uma Direcção maioritariamente jovem seja, necessariamente, negativa. Pelo contrário, até poderia representar uma "lufada de ar fresco". Agora, julgo que era fundamental a presença de dois ou três elementos com mais experiência e a garantia de serem capazes de arranjar os apoios financeiros necessários à sobrevivência da Académica.
O segundo é a presença, nas listas para os outros órgãos, de muita gente ligada ao período "coroísta", que ganhou demasiados "anti-corpos" em grande número de associados. É que, em política, há associações que, em lugar de somar, subtraem. Na minha opinião, mais valia o candidato oposicionista ter-se rodeado de outras pessoas, eventualmente com menos nome mas mais consensuais. Talvez não chegasse para ganhar, mas julgo que os resultados seriam melhores.
Estas são, como é óbvio, as minhas opiniões pessoais, numa altura em que a campanha ainda não começou. E, como ainda faltam mais três semanas até às eleições, muito se pode alterar até lá. O futuro o dirá!
Porque nunca votaria JES
 Quando se escolhe um candidato para os próximos três anos, não me parece sensato pensar apenas e só no que poderá acontecer nesses mesmos três anos. Prefiro antes pensar nos ideais que me parece ser os correctos para nortear a Académica, e os efeitos que a gestão desses três anos terão nos próximo cinco, dez, vinte, o que vier. Se no dia de eleições tiver a oportunidade de me deslocar a Coimbra, não fazia sentido que oferecesse o meu voto a um candidato de quem ao longo destes últimos anos me fez pensar no que faria com que viessem sempre um “contentor” de brasileiros todos os anos - curiosamente do mesmo emblema – ou que nunca esclareceu aos associados o suposto melhor negócio da história da Académica. Faz-me confusão igualmente como é que se despede um vice-presidente depois de um contrato falseado por este. Faz-me confusão, porque nunca percebi como é que um vice-presidente elabora um contrato sem conhecimento do presidente, e no fim, demite-se o vice(e assume-se culpa) e o “patrão” fica impune. A não ser que na Académica os vice’s possam elaborar contratos sem dar conhecimento a mais ninguém…
 Fazia-me confusão, votar num presidente que nunca percebeu o que era ser da Académica como me foi ensinado. Que em três anos elevou os níveis da educação a cenas como “o Sporting que não se desculpe por um eventual mau resultado por causa do relvado”. Que classe de resposta… acabou o jogo com a derrota da Académica, com o Sporting em segundo e a Académica em segundo também… dos que não descem pois claro. Que foi eleito pelos sócios, que várias vezes desrespeitou os estatutos e que nunca foi capaz de divulgar um comunicado meramente esclarecedor que não fosse para insultar alguém. Conseguiu ainda envolver-se em guerra com Sérgio Conceição. Será que um jogador ex-internacional que já comprou uma bilheteira inteira só para ajudar o clube decidiu manchar a sua imagem e a do clube sem mais nem menos por causa de um contrato? E que foi visto na sede da Liga por engano? Ou terá sido uma outra história, mais uma que nunca ninguém saberá? Dizia logo no inicio do texto que não vejo uma eleição a curto prazo. Não me importo de que o orçamento seja mais modesto e não haja dinheiro para ir buscar um Pavlovic ou um Cris. São para mim dois dos melhores jogadores da equipa mas não os trocava por mais mil ou duas mil pessoas todos os domingos no Cidade de Coimbra. Um gestor profissional não verá assim, um Académico vê. Daqui a vinte anos ninguém se vai lembrar se tínhamos um Crislovic ou um Pavlocris, ou qualquer outro nome, lembrar-se-ão sim, as mil pessoas que foram a mais toda aquela temporada, de no primeiro jogo terem ido sozinhas, e de terem ficado com o bichinho e passados esses anos todos, terem a família que na altura estava espalhada pelos três estarolas, todos a torcerem pela Académica, que aqueles mil adeptos, passaram a ser três, quatro ou cinco mil associados, e que nesse dia, os jogadores em vez de durarem dois anos no clube, geraram adeptos, geraram receitas, fizeram renascer a Académica. E nunca ninguém lamentou a falta de dois jogadores, lembrou-se antes o ano da mudança.  Não me peçam que vos dê a certeza que João Francisco Campos será capaz de pensar assim. Dou-vos antes a garantia que José Eduardo Simões não o fará. Tenho a convicção de que José Eduardo Simões é um gestor frio e João Francisco Campos, com todas as más escolhas que me parece ter na sua lista, apesar de tudo são escolhas bem Académicas. É uma escolha entre o mau e o menos mau, mas prefiro que se aproveitem de umas centenas de contos para vinho, do que uns milhares a comprar jogadores apenas por interesse e sem critério. De JFC, habituei-me a ouvir sensatez aos microfones da RUC, não duvido da sua competência, duvido sim da sua companhia. A campanha, e o programa dela adjacente, parece-me que será decisivo para o esclarecimento de todos. No entanto, recuso-me a votar em quem tem feito tanto mal à minha Académica.
Fracas assistências no ECC: o que justifica?
 Um facto que se tem vindo a notar nos jogos no Estádio Cidade de Coimbra (ECC), são as fracas assistências. No ano em que o estádio abriu, conseguíamos reunir, por jogo, cerca de 15 a 20 mil espectadores. Números animadores, portanto. O que é certo é que com o decorrer das épocas, as assistências têm vindo a decrescer de forma significativa. Dos cerca de 7 mil da época transacta, passou-se, este ano, para os hilariantes 4/5 mil. Nem nos jogos com os chamados “grandes” escapa. Vejamos: nos jogos com o FC Porto e Sporting, estiveram no ECC 7/8 mil espectadores (!). Números muito aquém dos alcançados em épocas anteriores, onde as assistências com os “grandes” andavam a rondar os 20 mil espectadores, um número razoável. Mesmo assim, a lotação do estádio não atingia a capacidade máxima, mas andava por lá perto. A melhor assistência esta época foi no jogo com o Benfica (cerca de 14 mil espectadores). Número, mesmo assim, um pouco inferior ao registado outrora. Olhando para os números oficiais, disponíveis no site oficial da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, observa-se que a Académica ocupa o 6º lugar no Ranking das assistências para o campeonato, antecedida, por esta ordem, de Benfica, Porto, Sporting, Guimarães e Braga. A Briosa têm, no total, 81.613 espectadores esta época presentes no seu estádio. Comparando com outros clubes da Liga, não são números muito desanimadores, uma vez que emblemas como o Setúbal e o Nacional estão bem abaixo no Ranking, e estão a lutar por outras nuances. O que é certo é que já não temos tanta gente no “Calhabé”. A própria claque Mancha Negra, ressente-se disso. O sector Ultra, que antes estava sempre repleto, hoje apenas tem ocupado cerca de metade da sua lotação. Uma das razões parece-me ser a falta de uma equipa competitiva, que lute por outros objectivos e que apresente um futebol bonito, que cative os adeptos. As sucessivas promessas falhadas de uma equipa que vai lutar pela Europa e que acaba por garantir a manutenção já nas últimas jornadas, é um facto a rever pela direcção. A falta de publicidade aos jogos, que cative, principalmente, o público jovem, aliado à (grave…) situação económica do país, faz com que as assistências no Estádio Cidade de Coimbra sejam cada vez menores. A tradição dos estudantes também parece já não ser o que era. O preço elevado dos bilhetes também não ajuda… A Académica merece muito melhor! A discussão fica aberta…
Mudança para a Academia
 Com a entrada em funcionamento do novo edifício da Academia, os seniores da Briosa puderam desde ontem equipar-se pela primeira vez nos novos balneários e utilizar as piscinas de hidromassagem. Uma mudança que abre espaço às camadas jovens, que podem a partir de agora utilizar o antigo balneário que da equipa principal. . Para Pedro Roma, "trata-se, sem dúvida, de um passo importante. Temos agora mais conforto no trabalho". Também o sub capitão, Nuno Piloto, concorda que esta mudança só trará melhorias afirmando mesmo que a diferença é "do dia para a noite, notando-se uma grande evolução nas instalações da Académica". .
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Quando Pitbull há uns meses referiu que a Académica poderia ter um ginásio melhor, o problema parece estar agora ultrapassado. Nuno Piloto afirmou que "os quartos estão mobilados e o ginásio bem equipado e funcional". .
A Académica tem agora mais um motivo para sorrir.
Editorial: O "Simplesmente Briosa" e as eleições
Por motivos relacionados com a minha vida profissional, estive, nos últimos tempos, afastado das lides bloguísticas. Apesar de tudo, os meus jovens companheiros editores têm dado "conta do recado" e, pelo que vejo, o "Simplesmente Briosa" mostra uma vitalidade que há muito não se via. Aproveito também para saudar e desejar as maiores felicidades ao Rafael Tomás, a nossa nova "contratação".A Briosa vive, actualmente, um momento importante para o seu futuro. Assim, decorre já a campanha para as eleições dos corpos gerentes da instituição, que se realizarão no próximo dia 14 de Abril. Depois de muita especulação e do "golpe de teatro" que constituiu a desistência de Maló de Abreu, surgem, para cada um dos órgãos sociais, duas listas: uma afecta à actual Direcção, (presidida por José Eduardo Simões, que se recandidata) e outra à oposição (que, no que ao elenco directivo diz respeito, tem como "cabeça" João Francisco Campos, ex-presidente da Mancha Negra). Isto apesar de, formalmente, a candidatura oposicionista apresentar uma lista com letra diferente para cada órgão. Fiel à sua tradição de independência, o "Simplesmente Briosa", enquanto espaço da blogosfera académica, não apoia qualquer uma das candidaturas em presença. Procuraremos cobrir a campanha com a maior imparcialidade, divulgando as acções promovidas por todas as listas e de que tenhamos conhecimento. Se formos convidados e algum editor tiver disponibilidade para o efeito, estaremos presentes em algumas dessas iniciativas, independentemente de quem as promover. Mas o "Simplesmente Briosa" também tem como princípio a liberdade e independência dos seus editores. E, como é óbvio, todos estes são associados da Académica/OAF e terão a sua opinião. Assim, sem colocar em causa os princípios de independência, imparcialidade e equidistância acima definidos, pode qualquer um dos editores, a título meramente pessoal, apoiar uma ou outra candidatura. Ou seja, até pode haver, no próprio blogue, dois elementos com opiniões opostas. O que, a acontecer, só reforça a pluraridade deste espaço. E essa é, na minha opinião, uma das suas grandes riquezas. São estas as "regras de jogo" que definimos para a campanha eleitoral. Publicitamo-las porque entendemos que deve haver transparência na nossa relação com os leitores. Para que estes saibam com o que contam e não digam que há "gato escondido com o rabo de fora".
Três anos de José Eduardo Simões na presidência da Académica
 Enquanto a corrida à presidência à direcção da Académica atravessa agora uma fase mais morna, achámos pertinente recordar o post que o Simplesmente Briosa publicou a 23 de Novembro de 2004, quando o actual presidente e candidato, José Eduardo Simões apresentou o seu programa eleitoral para o mandato de três anos, que viria a ganhar. Com eleições marcadas para 14 de Abril, não pense caro leitor que com este post pretendemos fazer pré campanha a José Eduardo Simões. A nossa opinião como Simplesmente Briosa, será divulgada nos próximos dias e daqui, queremos apenas fazer um balanço do percurso desta direcção enquanto esteve à frente da Associação Académica de Coimbra. .
"Atabalhoado nas palavras, mas firme nas ideias. É desta maneira que mais facilmente podemos descrever a Conferência de Imprensa (ou devo dizer reunião de associados, visto estarem mais de 100 sócios e simpatizantes na sala) de José Eduardo Simões, esta tarde, na mesma sede que há dois anos serviu ao saudoso Presidente Honorário Dr. João Moreno. O candidato frisou isso mesmo no início do seu discurso de candidatura. «É com Honra e emoção que me encontro nesta sala, hoje. Foi aqui que tudo começou. Foi aqui que aprendi uma lição de vida. Aqui o Dr. João Moreno ensinou-me uma particular maneira de sentir da família academista». . «Sou Candidato sem deixar que a paixão se sobreponha à razão.
«Sou Candidato com toda a cagança!»
. Convicto, afirmou que se candidata, por um projecto que acredita. Pela História do nosso emblema e pelos seus associados.«Honra, tradição, memória e tolerância, são ideais pelos quais nunca podemos deixar de lutar». Afirmou a Briosa como «um clube diferente, em que a integração social, a paixão, a amizade permanente em todo o Mundo, e a maneira especial de estar no desporto são regras pelas quais, não podemos deixar de nos reger». . BRIOSA, É NESTE MOMENTO APETECÍVEL...E ANTES PORQUE É QUE NINGUÉM APARECEU? . José Eduardo Simões, lembrou de que quando entrou nos trilhos da gestão da Académica, o clube encontrava-se no último lugar da classificação da Superliga com apenas 8 pontos. Os jogadores tinham mais de 3 meses de salários em atraso e o descrédito institucional, quer financeiro, quer desportivo era por demais evidente. «Com a nossa condução, a Briosa atingiu em 2 anos consecutivos a permanência. Há já sinais de inversão da crise financeira. Caminhamos agora, com passos seguros, com rigor, seriedade e capacidade de trabalho». Este é contudo, segundo palavras do Presidente Interino, «um trabalho não concluído, que por questões de princípio, moral ética e honra não pudemos concluir. Pegámos na AAC quando ela mais precisava e imprimimos credibilidade e confiança aos agentes económicos, desportivos e sociais. Alterar o rumo das coisas colocaria todo esse trabalho árduo por terra».
. MANDATO PROJECTADO E COM METAS BEM DELINEADAS . Existem seis pedras basilares nesta candidatura, que surpreendem pela clarividência e objectividade. São eles: . 1- Conclusão da Academia Briosa XXI. Esta será segundo as palavras de José Eduardo Simões, a casa forte da Académica, importante para a conclusão do projecto academista para o novo milénio. .
2- Aquisição permanente da Sede nos Arcos do Jardim, efectivada em Janeiro se José Eduardo Simões for conduzido a Presidente.
. 3- Estabilidade da equipa de futebol profissional, imprimindo qualidade gradativa. A cada ano, um degrau qualitativo é almejado. . 4- Concretização de uma rede de observadores, na região de Coimbra, assumindo protocolos com clubes de escalões inferiores. José Eduardo Simões, mostrou grande satisfação pelo crescente número de jovens que crescem e despontam nas camadas jovens da Briosa. De 170 no ao 2000, cresceram para 273 este ano, e a meta pretendida já para o próximo mandato é de 500 jovens praticantes.
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5-A AAC-OAF, como clube especial que é «renega em absoluto ao modelo das SAD'S». Deverá antes a Briosa ter um modelo especial de gestão, uma Fundação que regerá todo o património do clube, e um Fundo de Investimento que gerirá o espólio económico-financeiro que derive imediatamente da marca AAC-OAF.
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6- Surpreendentemente José Eduardo Simões, afirmou que é meta futura de curto-prazo, a «criação de um museu de desporto de Coimbra», onde todos os troféus quer da AAC-OAF, quer da AAC serão mostrados ao público.
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PALAVRAS SIGNIFICATIVAS .
Cargos acumulados
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Sobre a questão se deveria ou não José Eduardo Simões, se efectivamente for conduzido a Presidente da Briosa, abandonar o cargo de vereador na Câmara de Coimbra que presentemente ocupa, José Eduardo Simões foi claro. «Durante estes dois anos desempenhei as duas funções, sem descurar nem uma, nem outra. O cargo de Vereador não é um cargo político, mas sim técnico. Tentei dar o meu melhor; tentei sempre que os serviços que prestei fossem melhores que os que anteriormente existiam». . EQUIPA B
. Uma das grandes bandeiras de Maló de Abreu é a revitalização da equipa B da Briosa. José Eduardo Simões, lembrou que não extinguiu a formação secundária da AAC, mas suspendeu-a por não haverem condições objectivas para que os jogadores evoluíssem. Apenas quando todas as condições, económicas e estruturais estiverem de pé, é que novamente se poderá colocar a questão «Equipa B». .
Contrato com a TBZ . Será público o contrato com a TBZ. Isto é ponto assente. Será público no dia 18, por respeito primeiramente ao protocolo institucional, por quem efectivamente for Presidente da AAC-OAF, mas também porque este é um contrato ainda em aberto, «que satisfaz, mas que ainda poderá ser melhorado». Contudo afirma com convicção, que quem divulgará o contrato com a TBZ, será ele mesmo.
. Era voz corrente entre os muitos sócios que se juntaram na sede de campanha do «Sr. Engenheiro», que se este não fosse conduzido à Presidência da Briosa seria «uma manifesta injustiça», pelo trabalho destes dois anos. Organização e Empenho, nesta primeira amostra pareceram-nos evidentes. O apoio foi claramente esmagador. " Por João Amaral
.  Dos seis principais pontos na referida apresentação, a Academia Dolce Vita é sem qualquer dúvida o principal trunfo da direcção de José Eduardo Simões. É certo que as datas de conclusão foram sucessivamente adiadas, mas o projecto de uma infra-estrutura capaz de albergar as camadas jovens da Académica dando condições de luxo para que os "nossos" jovens possam evoluir de modo a atingirem todo o seu potencial, é hoje obra feita. Depois de quatro títulos nas camadas jovens, três pelos juniores em 49-50, 51-52 e 53-54 e um pelos juvenis em 66-67, a Académica nunca mais conseguiu conquistar qualquer título, embora tenha por inúmeras vezes chegado às fases finais dos campeonatos nacionais. Para além do campo de Santa Cruz, muitas pessoas poderão não ter noção das condições em que as camadas jovens treinavam e jogavam. A verdade é que tive oportunidade de jogar na Pedrulha contra os juvenis da Académica e, para alguma vergonha, terá sido dos piores campos em que alguma vez joguei. Por isso, a Academia Dolce Vita é sinal de futuro e esperança nesta Académica. .
Quanto à estabilidade da equipa de futebol profissional, as opiniões podem divergir-se. Se por um lado assistimos a já seis anos consecutivos na primeira liga e sem qualquer dúvida um sinal de estabilidade e progresso, por outro o elevado orçamento comparativamente a outros clubes da primeira liga e avaliando pela tabela classificativa, esta estabilidade deixa muito a desejar. De recordar que na segunda época de Nelo Vingada, o objectivo europeu foi publicamente anunciado na apresentação aos jogadores e no entanto, a Académica acabou por terminar o campeonato em 14º lugar garantindo a permanência na última jornada. . Em relação ao quarto ponto, o aumento da rede de prospecção, parece um tema várias vezes abordado por José Eduardo Simões, mas nunca com resultados práticos. Já na entrevista ao Simplesmente Briosa em 2005, o presidente da Académica tinha mencionado mais uma vez esse projecto e recentemente em entrevista ao diário O Jogo, a conversa não sofreu qualquer alteração. .
Por último, a criação de um museu de desporto de Coimbra parece ser hoje uma promessa caída no esquecimento. No entanto, a construção de uma nova obra parece ter sido substituída pela construção de um novo estádio na cidade de Coimbra. Já a questão da equipa B parece totalmente fora de questão pelos cargos que pode inviabilizar. Avaliando o panorama do futebol português, apenas o Marítimo conta ainda com uma equipa secundária de modo a rodar os seus jogadores menos utilizados. .
Durante o mandato desta direcção, a Académica teve três treinadores (Nelo Vingada, Manuel Machado e Domingos Paciência) e um número gigantesco de jogadores no futebol sénior: 50 - sendo que 22 integram ainda a actual equipa (contando com Gyano , Vohou e Sarmento que estão neste momento emprestados). A equipa alcançou o 14º posto por duas vezes (ambas com o campeonato a 18) e no ano passado terminou em 13º com a Bwin Liga a 16. Esta época, os "estudantes" ocupam-se na 12ª posição com 23 pontos em também 23 jogos.
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Um outro dado que não pode ser deixado de lado foram as várias notícias que correram pela comunicação social que apenas contribuem para manchar no nome da Académica. O líder da Académica é acusado pelo Ministério Público de dez crimes e foi em 2007 constituído arguido. José Eduardo Simões é inocente até que alguém consiga provar o contrário e por isso merece a solidariedade de todos os sócios. .
Financeiramente, não tendo conhecimentos de economia para opinar sobre as contas da Académica, na última Assembleia Geral de associados foi anunciado pelo presidente que "o passivo geral diminuiu 8 por cento, de 10,78 milhões para 9,85 milhões de euros, sendo que 5 milhões já estarão pagos ou liquidados, são garantidos por receitas contextualizadas (PPTV, Repsol) ou, ainda, são despesa contabilística."
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Assim, após este balanço dos três anos de presidência de José Eduardo Simões, os dois grandes objectivos foram "semi-cumpridos"; conclusão da Academica Dolce Vita e estabilidade na tabela classificativa, sendo que, embora a equipa tenha conseguido a permanência na primeira liga, parece não conseguir sair da metade inferior da tabela. .
Fica à discussão se é um balanço positivo ou negativo, o que podia ter sido melhor e os males que foram evitados.
Vítor Vinha convocado para os sub-21
 O lateral esquerdo da Briosa, Vítor Vinha foi hoje convocado pelo treinador da selecção sub-21 Rui Caçador, para o jogo com a Bulgária, relativo à fase de qualificação do Europeu da categoria, que se realiza na Suécia em 2009. .
O 18 da Académica tem assim a oportunidade de se estrear com a camisola da selecção de esperanças, visto que apesar de já ter sido convocado, nunca jogou. É um motivo de orgulho para a Académica, que já não via um jogador formado no clube ser chamado aos sub-21 desde a saída de Zé Castro. .
No entanto, a grande novidade dos convocados por Rui Caçador incide na primeira chamada do avançado do Zwolle, Tozé Marreco. Recorde-se que aquele que é o melhor marcador da sua equipa na segunda divisão holandesa, foi dispensado pela Académica quando o treinador era Manuel Machado. A sua história pode ser relembrada aqui.. Lista de convocados: .
Académica: Vitor Vinha;
Fiorentina: Manuel da Costa; Fátima: Saleiro; Estrela Amadora: Celestino; Everton: Manuel Fernandes; Inter: Pelé; FC Porto: Helder Barbosa; FC Zwolle: Tozé; Fulham: Ricardo Batista; Leixões: João Moreira, Paulo Machado e Vieirinha; Portimonense: Mário Felgueiras e Nuno André Coelho; Sporting: Bruno Pereirinha, e Yannick; Salamanca: Vasco Fernandes; V. Setúbal: Bruno Gama.
Estrela da Amadora - Académica é Sábado às 16h
 Depois do empate com o Belenenses, a Académica prepara já a próxima partida, a 24ª da Bwin Liga nesta época. O adversário é o Estrela da Amadora, e devido ao número de golos nas últimas duas épocas (5 golos há dois anos e 6 no ano passado) este é um jogo que se perspectiva de grande emoção, até porque os "estudantes" não marcam há dois jogos e o Estrela ocupa a 11ª posição, uma acima da Briosa com apenas mais dois pontos. Um jogo que pode ser assim decisivo na fuga aos lugares de descida e está marcado para o próximo Sábado, dia 29 de Março às 16h. .. 0
Preparando a deslocação à Reboleira, Domingos Paciência sabe já que não poderá contar com o sérvio Pavlovic que parece ter que ir "à bruxa" marcar uma consulta de modo a quebrar o feitiço que o atormenta nos finais de época que, até agora, fez pela Académica. As previsões apontam para 3 semanas de paragem e sendo assim, Paulo Sérgio deverá regressar ao onze titular. .
A Académica procura uma vitória fora de casa, algo que em 2008 ainda não conseguiu e já por tantas vezes escapou por golos sofridos nos últimos minutos.
O primeiro (em Dia) no Simplesmente Briosa
 Sendo editor de outro blog da Académica, o Académica em Dia 85, um projecto ainda recente, não foi de pronto que aceitei o convite que o Francisco Martinho me endereçou. Depois de cerca de uma hora a pensar se deveria ou não aceitar o convite, decidi- me pela primeira opção. Não só porque entrar no Simplesmente Briosa não irá por em causa o Académica em Dia 85 mas também porque o SB se destaca pela qualidade e pelas audiências na blogosfera academista. Sendo academista desde sempre, Sócio desta grande instituição que se chama Associação Académica de Coimbra, e da claque Mancha Negra, e estudante do Ensino Secundário, vou fazer o meu melhor, na expectativa de corresponder a quem apostou em mim. O meu enorme gosto pela escrita, em especial pela vertente jornalística, levou- me a iniciar um blog, já a cima referido, onde até hoje coloquei tudo o que me foi possível reunir sobre a Académica, o que nem sempre se torna tarefa fácil, porque vivo na Lousã, a cerca de 28Km da Cidade Mágica. Em cerca de seis meses, recebi com enorme orgulho o convite do Francisco. Penso que é sinal de algum reconhecimento por aquilo que fiz no Académica em Dia 85. Desta forma, espero marcar muitos golos ao serviço do Simplesmente Briosa, com objectivo claro de tornar a Académica de Coimbra um clube cada vez mais respeitado no mundo do futebol. Regressar ao passado, não nos é possível, mas fazer algo de parecido, é.
Viva a Briosa!
Rafael Tomás é o novo editor do Simplesmente Briosa
 Depois de se ter iniciado por conta própria na blogosfera, Rafael Tomás chamou-nos à atenção com o seu Académica em dia 85. Um blog que segundo ele, "pretende-se informar os sócios e simpatizantes da Académica – OAF sobre o dia a dia do clube de Coimbra".. .
Com esta disposição, surgiu o convite para escrever no Simplesmente Briosa e assim, é com orgulho que podemos apresentar o nosso novo "reforço". Sócio da Mancha Negra, a terceira fila do Cidade de Coimbra é dele e o seu academismo não pode sequer ser questionado. .
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Em nome de todos nós, muito boa sorte para o Rafael!
AAC, 0 - Belenenses, 0: "Nau da Briosa encalha em "mar chão" de Belém"
A Académica empatou hoje sem golos com o Belenenses, em partida disputada no ECC.Domingos Paciência dispôs a equipa em 4-1-3-2, com Pedro Roma na baliza, Pedrinho, Orlando, Káká e Vítor Vinha na defesa; no meio-campo, Pavlovic a "trinco", Miguel Pedro na ala direita, Nuno Piloto no centro e Lito na ponta esquerda; na frente, Edgar e Luís Aguiar. . Desde o início que a Briosa assumiu as "despesas do jogo" e, logo aos quatro minutos, Miguel Pedro desmarcou Nuno Piloto que, na passada, atirou "para as nuvens".
A partir daí, a partida entrou num ritmo "morno", onde o ascendente territorial dos "pretos" não tinha correspondência em oportunidades criadas. A melhor ocasião ocorreu no 34º minuto, quando, na sequência de uma jogada de insistência da Briosa, Káká rematou para defesa de Júlio César. Na recarga, Orlando atirou à rede lateral.
Na etapa complementar, o domínio academista acentuou-se e Luís Aguiar quase surpreendia o guardião "azul".
Aos 58 minutos, a única oportunidade do Belenenses, numa jogada concluída por José Pedro, que viu Pavlovic desviar a bola para "canto".
Logo a seguir, Cândido Costa viu estupidamente o segundo "amarelo", ao cortar com a mão uma jogada ainda no meio-campo conimbricense.
A jogar contra dez, a Briosa intensificou a pressão mas a ineficácia ofensiva continuou a imperar.
Domingos demorou a mexer na equipa: só à entrada do último quarto de hora trocou Edgar por Joeano. Pouco depois, Pavlovic lesionou-se, a substituição demorou e a equipa ficou fragilizada, não conseguindo derrubar o "muro" que os visitantes ergueram em frente à sua baliza.
Em resumo, uma exibição regular da Académica, que, apesar de ter comandado quase sempre o jogo, foi incapaz de bater um adversário cujo objectivo pareceu sempre assegurar o empate.
O árbitro Rui Costa rubricou, em geral, um bom trabalho. A expulsão de Cândido Costa é cruel mas o certo é que se limitou a cumprir as leis do jogo. Só não entendemos porque demorou tanto tempo a permitir a entrada de Paulo Sérgio, quando rendeu o lesionado Pavlovic.
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Sob a arbitragem de Rui Costa, do CA do Porto, as equipas alinharam:
Académica - Pedro Roma; Pedrinho, Orlando, Káká e Vítor Vinha; Pavlovic (Paulo Sérgio, 82); Miguel Pedro, Nuno Piloto e Lito; Edgar (Joeano, 75) e Luís Aguiar (Ivanildo, 84).
Belenenses - Júlio César; Cândido Costa, Rolando, Hugo Alcêntara e Rodrigo Alvim; Gabriel Gomez; Rúben Amorim, José Pedro e Silas (Marco Ferreira, 88); Roncatto (Jankauskas, 74) e Weldon (Rafael Bastos, 66).
Disciplina: Cartões amarelos a Edgar (40); Cândido Costa (43 e 59), Rafael Bastos (87) e Júlio César (90+3). Cartão vermelho por acumulação a Cândido Costa (59).
Assistência: 4312 espectadores.
. Os "navegadores", um a um:
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Pedro Roma (3) - Não fez uma única defesa. Uma noite tranquila.
Pedrinho (3) - Bem defensivamente. Muito activo no apoio ao ataque mas nem sempre os centros lhe saíram bem.
Orlando (3) - O ataque adversário não lhe deu muito trabalho. Por vezes, um pouco atabalhoado a entregar a bola.
Káká (3) - Também teve pouco que fazer. Poderia, talvez, ter subido um pouco mais na parte final, quando o "Belém" já só defendia.
Vítor Vinha (3) - Defensivamente, não comprometeu. Menos activo no apoio ao ataque que o seu colega do lado direito. Apo |