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  - Domingo, Março 30, 2008

Situação difícil para a Briosa (*)

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ACADÉMICA - V.SETÚBAL JOGA-SE NO SÁBADO
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Ao perder na Amadora, frente ao Estrela, na 24ª jornada da BwinLiga, a Académica desperdiçou (mais) uma boa oportunidade de quase garantir a permanência no escalão maior do futebol nacional. Ao invés, o seu opositor de ontém terá atingido esse objectivo.
Apesar de tudo, valeu o facto de os nossos adversários mais directos não terem capitalizado esse desaire. Assim, Paços de Ferreira e Naval foram claramente derrotados pelos dois "grandes" lisboetas (ambos por 4-1): os pacenses "fora" e os figueirenses em "casa". Já o Leixões logrou uma igualdade sem golos em Braga.
Após esta ronda, a Briosa mantém-se no 12º lugar, com os mesmos pontos da Naval (mas, atenção, que os "navalistas" podem beneficiar do "caso Meyong") e apenas com mais um que os matosinhenses. Relativamente ao Paços de Ferreira, primeiro clube abaixo da "linha de água", a vantagem é de quatro pontos.
Quando faltam seis jornadas para o final da prova e com a U.Leiria praticamente condenada, resta (mais) uma vez à Académica lutar pela manutenção, juntamente com pacenses, leixonenses e figueirenses.
Os calendários destas equipas são os seguintes:
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ACADÉMICA - V. Setúbal (C), Benfica (F), V. Guimarães (C), Nacional (F), Naval (C) e Braga (F);
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NAVAL - U. Leiria (F), Marítimo (C), Paços de Ferreira (F), Boavista (C), Académica (F) e FC Porto (C);
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LEIXÕES - Belenenses (C), Sporting (F), Estrela da Amadora (C), U. Leiria (F), V. Setúbal (F) e Marítimo (C);
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PAÇOS DE FERREIRA - V. Guimarães (C), Nacional (F), Naval (C), Braga (F), Sporting (C) e U.Leiria (F).
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Eis os resultados da 24ª jornada:
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A classificação actual está assim ordenada:

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A 25ª jornada disputa-se no próximo fim-de-semana e o programa dos jogos é o seguinte:
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No próximo sábado, a Briosa terá, assim, um jogo difícil, ante um Vitória de Setúbal que confirmou o seu bom momento, ontém, frente ao Boavista. E onde "Pitbull" mostrou que está com a "dentuça afiada".

Actualizado a 1 de Abril

Eleiçoes amanha em "Prognósticos"



Amanha à noite, pelas 21h, na Rádio Universidade de Coimbra (RUC), no programa "Prognósticos", irá ser abordado o tema das eleições do Organismo Autónomo de Futebol da Académica. Por isso, é um programa especialmente interessante...
Destaque ainda para uma entrevista nos 107,9MHz da RUC com o jogador Nuno Piloto, e para a oferta de bilhetes para o próximo jogo em casa da Briosa frente ao vencedor da Taça da Liga, o Vitória de Setúbal, no próximo Sábado, pelas 18.45h.

  - Sábado, Março 29, 2008

Estrela ofusca Académica
3-1 foi o resultado final

Em partida a contar para a 24ª jornada a Académica deslocou-se ao Estádio José Gomes para disputar 3 pontos contra o Estrela da Amadora. À partida, as equipas encontravam-se distanciadas por dois pontos e uma vitória para os "estudantes" tinha hoje importância extrema. Com bom tempo a fazer sentir-se em Portugal, vários adeptos da Briosa deslocaram-se até à Reboleira ultrapassando em claro número os adeptos visitados. Mas nem com apoio a equipa correspondeu e 3-1 acabou por ser o resultado final.
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Domingos Paciência alterou o esquema táctico em relação à última partida com o Belenenses colocando o seu onze num 4-2-3-1. Pedro Roma foi o guarda-redes, Kaká e Orlando defesas centrais, Vítor Vinha pela esquerda e Pedrinho pela direita. Paulo Sérgio a lado de Nuno Piloto enquanto que Miguel Pedro encostado à direita e Lito à esquerda. No apoio a Joeano, esteve Luís Aguiar. Um esquema táctico que permitia sem qualquer dúvida mais fluência ofensiva.
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A Académica entrou pior, embora tenhamos assistido a uns primeiros 10 minutos de pouco interesse onde ambas as equipas se encaixavam e poucos eram os espaços para jogar. A Briosa melhorou a partir daqui e conseguiu pela primeira vez chegar à baliza adversária, mesmo que com pouco perigo. No entanto, é o Estrela quem chega ao golo ao minuto 16, num passe pelas costas da defesa, onde atrás da baliza parece claramente fora de jogo, aparecendo isolado Anselmo que sem dificuldades bate Pedro Roma. A Académica reagiu e foi à procura do empate, o que aconteceu poucos minutos depois. Pedrinho faz um passe comprido para Miguel Pedro que deixa a bola escapar para Luís Aguiar. O uruguaio que passou pelo Estrela isola-se mas perante Nelson mas remata à figura. O lance parecia perdido ao que o guarda-redes larga a bola e na confusão da área, acaba por sobrar para Lito que em cima da linha não teve dificuldade em marcar o seu 4º golo ao Estrela esta época.
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O jogo ganhava outro interesse e a Académica via em Lito o seu principal ponto de partida para o ataque. Ao minuto 26, o lance que decide o jogo: a bola é lançada para a esquerda onde Lito recebe mas apertado pede o apoio de Vítor Vinha. O cabo verdiano toca de calcanhar mas Vinha encontrava-se ainda muito atrás ao que Rui Duarte ganha a bola. Vítor Vinha tem então uma atitude completamente escusada com uma entrada dura e que Paulo Costa, avaliando o lance no meio campo decide mostrar cartão vermelho ao 18 da Briosa. A falta em si não terá sido para cartão vermelho, mas no local que foi não há desculpa para fazer aquilo.
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A partir daqui, Nuno Piloto passou para a esquerda e a Académica perdeu por completo o meio campo. O Estrela pegou no jogo e foi à procura do golo da vitória. Aos 31 minutos, o assistente vê uma falta de Kaká sobre o lado esquerdo e assinala um livre. Na sua sequência Orlando fica a ver e o central tricolor Maurício mostra-lhe o que acontece ao deixá-lo sozinho. 2-1 e a partir daqui saltaram à vista os poucos argumentos para a equipa de Domingos Paciência inverter o resultado. Eis que Domingos tenta acertar o seu jogo colocando em campo Markus Berger sacrificando Miguel Pedro, que até aqui efectuava uma exibição despercebida. Berger e Orlando passaram a ser os defesas centrais ficando Kaká na esquerda quando a Académica defendia. Nuno Piloto regressava assim ao meio campo e a diferença notou-se desde logo com um equilíbrio. Até ao intervalo, a Briosa melhorou mas nunca conseguindo verdadeiras oportunidades de golo.
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Para a segunda parte, Domingos entendeu não fazer nenhuma alteração e esperar que a equipa reagisse às palavras do balneário. Tal não aconteceu e o Estrela conseguiu sempre controlar o jogo. Aos 51 minutos o cartão amarelo para Paulo Sérgio limitou em muito o jogo da Briosa na segunda parte, não houve uma única oportunidade que pudesse ter dado golo. Domingos coloca aos 61 minutos Tiero quando Nuno Piloto era dos melhores da partida, e aos 68 entra Ivanildo para o lugar de Luís Aguiar. De nada valeram as substituições e aos 81 minutos, contra ataque letal por parte do Estrela com Vitor Moreno a bater Pedro Roma.
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Em resumo, a Académica teve hoje uma grande oportunidade de ganhar 3 pontos mas nada o fez para merecer. É verdade que a expulsão de Vinha condicionou em grande parte a partida da Académica mas, com 10 nunca conseguimos mostrar que temos mais valor que o Estrela. Parece que é preciso esperar pela última jornada para nos salvarmos da descida mas andamos assim há 6 anos... Algum dia a coisa corre mal.
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Os pretos, um a um:
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Pedro Roma (3) - Três golos sofridos em que nada podia ter feito. Teve duas saídas com os pés em que arriscou mas acabou por ser bem sucedido e junta à sua exibição uma boa defesa num remate fora de área, já na segunda parte.
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Vítor Vinha (1) - Expulsão completamente escusada que acabou com as hipóteses da Académica chegar à vitória. Para além disso, nos 20 minutos que esteve em campo mostrou-se sempre muito nervoso e nas vezes que foi chamado a cruzar a bola subiu, subiu, subiu...
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Kaká (2) - Muito intranquilo, a defesa da Académica permitiu que o Estrela atacasse com quis. Depois da entrada de Berger passou para a esquerda mas nunca mostrou qualidade para desempenhar a função.
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Orlando (2) - Também ele muito intranquilo, ficou a dormir no 2-1 permitindo que Maurício fizesse o golo. Para além disso, juntar o facto que, esta época, é a sétima vez que a Académica sofre 3 golos num jogo.
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Pedrinho (4) - Responsável a defender, foi um lateral que fez todo o corredor direito. Acabou o jogo estoirado mas até ao fim, lutou com todas as suas forças. O melhor da Briosa.
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Paulo Sérgio (2) - A ausência de Pavlovic foi hoje evidente e Paulo Sérgio nunca conseguiu segurar o meio campo. Várias vezes com recurso à falta, viu um amarelo no início da segunda parte o que o condicionou até ao final da partida.
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Nuno Piloto (3) - Candidato ao melhor em campo da Briosa, acabou por ser substituido no decorrer da segunda parte. A partir daí a diferença foi evidente, para pior.
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Miguel Pedro (2) - Sacrificado para a entrada de Berger, fazia até então uma partida discreta sempre muito colado à linha e demorando demasiado tempo a soltar a bola.
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Lito (3) - Depois dos três golos marcados em Coimbra mereceu especial destaque da defesa do Estrela da Amadora. Muito mexido, tentou rumar contra a maré sendo por várias vezes travado em falta. Marcou um golo e leva já 7 o melhor marcador da Briosa.
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Luís Aguiar (2) - Quis mostrar serviço actuando contra a sua ex-equipa. Embora se tenha esforçado, as coisas nunca lhe correram bem e foi presa fácil para a defesa contrária.
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Joeano (2) - Correu quilómetros à procura de espaços para poder receber a bola. Ganhou faltas importantes mas perdeu-se também em tentar arranjá-las. Oportunidades de golo, não teve nenhuma.
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Markus Berger (3) - Entrou quando a Académica perdia já por 2-1 e foi a primeira vez que alinhou pela Académica desde que Domingos é o treinador. Mostrou-se a nível razoável, mas muito mal no capítulo do passe.
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Tiero (1) - Com a sua entrada pedia-se velocidade, força e remates de meia distância. Nada disso foi conseguido e o ganês foi mais um espectador do que outra coisa.
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Ivanildo (1) - Era preciso alguém que inventasse uma jogada para passar a barreira do Estrela, alguém que encostado à linha ganhasse espaço para cruzar. Tal como Tiero, nem se deu pela sua entrada. Hoje Domingos errou redondamente nas substituições.

  - Sexta-feira, Março 28, 2008

BriosoMilhões

Estrela da Amadora - Académica
Tótóbola:
Fura-Redes:
Espaço Maya:
SundaySpecial:

  - Quarta-feira, Março 26, 2008

João Francisco apresenta linhas do seu programa


Sob o lema "Académica Merece", a lista D, encabeçada por João Francisco Campos, apresentou hoje, em conferência de imprensa, as linhas gerais da sua candidatura.
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Eis o documento apresentado à comunicação social:
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"Os pontos aqui apresentados traduzem-se em compromissos que a lista pretende desenvolver e que são assumidos como pontos de honra.
Estes pontos devem ser interpretados como uma estrutura-base do Programa Oficial a divulgar, funcionando este documento como um pré-lançamento daquele.
O espectro gravitacional da candidatura assenta em três planos fundamentais: Financeiro, Desportivo e Humano. Que podem resumir-se em três conceitos-chave:
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Responsabilidade
Rigor
Transparência
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Responsabilidade
1. Aumentar real e objectivamente o número de sócios da Instituição.
2. Aumentar, sustentadamente e em qualidade, as assistências no Estádio Cidade de Coimbra.
3. Apostar claramente na formação e potenciar os escalões jovens. Criar uma rede de núcleos de formação com clubes da região.
4. Definir uma política de estabilidade e continuidade da estrutura base da equipa principal e treinador.
5. Potenciar a marca Académica e torna-la atractiva ao investimento.
6. Assumir, como Instituição que forma não só jogadores, como Homens, um compromisso social com a cidade e Instituições Sociais e de caridade.
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Rigor
1. Realização de uma auditoria de contas por uma entidade externa que determine a realidade financeira da Académica e o que vamos encontrar ‘por detrás da cortina’.
2. Profissionalizar a gestão das instalações desportivas.
3. Estabelecer uma estrutura exclusiva e profissional para o futebol sénior.
4. Profissionalização do gabinete financeiro.
5. Criar uma estrutura exclusiva para a formação.
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Transparência
Assumir com os sócios uma postura de total transparência, colocando-os a par da realidade da Instituição a cada momento e em todos os aspectos. "

Um novo esquema para a Taça da Liga

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Terminou, no passado sábado, com o triunfo do V. Setúbal, a primeira edição da Taça da Liga ou "Carlsberg Cup".
Aposta da nova Direcção da Liga, presidida por Hermínio Loureiro, a referida competição ficou algo aquém das expectativas criadas, com a média de espectadores a não ultrapassar as 3000 pessoas. A excepção foi a "final" entre sadinos e "leões", disputada no Estádio do Algarve.
A eliminação precoce de dois "grandes" (FC Porto e Benfica) e o facto de a prova não dar acesso a uma competição europeia terão contribuído para esse semi-fracasso. Mas o próprio figurino da competição não terá sido o mais feliz. Daí que a Liga se tenha mostrado aberta a sugestões de alteração.
Como se trata de uma competição em que a Académica estará envolvida (e esperemos que por muitos anos), apresentarei de seguida as minhas propostas de alteração à forma de disputa da referida prova.
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A 1ª fase envolveria os 32 clubes da Bwin Liga e da Liga Vitalis. Estes seriam divididos em 8 grupos de 4 equipas, que se disputariam no sistema de "poule" a uma "volta", por pontos.
No respectivo sorteio, haveria quatro potes:
A - 1º ao 8º classificados da Bwin Liga;
B - 9º ao 14º classificados da Bwin Liga e os dois promovidos da Liga Vitalis;
C - 3º ao 8º classificados da Liga Vitalis e os dois despromovidos da Bwin Liga;
D - 9º ao 14º classificados da Liga Vitalis e os dois promovidos da 2ª Divisão.
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De cada um deles sairia uma equipa para cada grupo. Em todos eles, o programa dos jogos seria o seguinte:
1ª jornada: C-A; D-B
2ª jornada: D-A; B-C
3ª jornada: A-B; C-D
Em caso de igualdade pontual, considerar-se-iam, sucessivamente, o(s) resultado(s) do(s) jogo(s) entre os intervenientes, a diferença entre golos marcados e sofridos, o maior número de golos marcados, o maior número de vitórias e, por mim, o menor número de cartões vermelhos e amarelos.
Os dois primeiros classificados de cada grupo apurar-se-iam para a fase seguinte, num total de 16 clubes.
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Estes jogariam os oitavos-de-final em duas "mãos", de acordo com a seguinte "chave":
A - 1º do Grupo 1 - 2º do Grupo 2;
B - 1º do Grupo 2 - 2º do Grupo 1;
C - 1º do Grupo 3 - 2º do Grupo 4;
D - 1º do Grupo 4 - 2º do Grupo 3;
E - 1º do Grupo 5 - 2º do Grupo 6;
F - 1º do Grupo 6 - 2º do Grupo 5;
G - 1º do Grupo 7 - 2º do Grupo 8;
H - 1º do Grupo 8 - 2º do Grupo 7.
A equipa vencedora do grupo jogaria a 2ª "mão" em "casa".
Em caso de empate na eliminatória, qualificar-se-ia a equipa que marcasse mais golos "fora". Se a igualdade subsistisse, recorrer-se-ia à marcação de grandes penalidades.
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Os 8 qualificados disputariam os quartos-de-final no mesmo sistema e de acordo com uma "chave" que evitaria a repetição de jogos da fase inicial:
1 - Vencedor da eliminatória A - Vencedor da eliminatória C;
2 - Vencedor da eliminatória B - Vencedor da eliminatória D;
3 - Vencedor da eliminatório E - Vencedor da eliminatória G;
4 -.Vencedor da eliminatória F - Vencedor da eliminatória H.
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Os 4 apurados jogariam as meias-finais, em encontros a uma "mão", em campo neutro. Os jogos seriam os seguintes:
I - Vencedor da eliminatória 1 - Vencedor da eliminatória 3;
II - Vencedor da eliminatória 2 - Vencedor da eliminatória 4.
Em caso de igualdade, recorrer-se-ia à marcação de grandes penalidades.
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A final da competição continuaria a ser disputada no sábado de Páscoa e seria de encarar a hipótese de manter o Estádio do Algarve como palco da partida.
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O vencedor apurar-se-ia automaticamente para a Taça UEFA, se Portugal tivesse direito a inscrever mais de duas equipas nessa competição.
Caso o país tivesse direito a duas equipas, disputaria um jogo de classificação com o clube que, na Liga, se situasse no último lugar de acesso às provas europeias.
Apenas no caso de só termos direito a uma vaga (hipótese felizmente remota) não teria acesso às competições "uefeiras".
Se o vencedor da Taça da Liga se apurasse para a Liga dos Campeões ou se ganhasse, igualmente, o direito a participar na Taça UEFA (pela sua posição na Liga ou pela vitória na Taça de Portugal), esse direito não seria transmitido ao finalista vencido.
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Com este esquema, todas as equipas fariam um mínimo de três jogos, o que seria importante especialmente para os clubes da Liga Vitalis. Ao efectuarem dois dos encontros no seu terreno, teriam mais hipóteses de qualificação e a possibilidade de boas receitas (especialmente para as que recebam um dos três "grandes").
Aqueles que se apurassem para os oitavos-de-final efectuariam, mesmo, cinco partidas.
Por seu turno, as sucessivas eliminatórias gerariam um maior interesse pela competição.
As meias-finais em campo neutro poderiam permitir o aproveitamento de alguns estádios do Euro 2004 que acolhem, normalmente, poucos espectadores ou, eventualmente, levar a competição ao interior do país.
É nessa perspectiva que defendo a fixação da final no Estádio do Algarve. É que, com o afluxo turístico à região na época da Páscoa, é sempre sinónimo de "casa cheia".
Claro que para que a competição suscite maior interesse dos clubes é dos adeptos é essencial que haja um prémio desportivo para o vencedor, ou seja, a garantia de acesso a uma prova da UEFA.

"Cumprir os Estatutos", objectivo da lista oposicionista à Assembleia Geral

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"Julgar" a vida da instituição, cumprir e fazer cumprir os estatutos da Académica" é a grande plataforma eleitoral da Lista E, que apresentou ontém, oficialmente, a sua candidatura à Mesa da Assembleia Geral da Briosa na eleição do próximo dia 14 de Abril.
"A missão do presidente da Mesa da Assembleia Geral é cumprir e fazer cumprir os estatutos, coisa que não tem acontecido até agora com o actual presidente da direcção, que não cumpre, alegando reserva", defendeu ontém, em conferência de imprensa, Ferreira da Silva, o candidato da lista à presidência da Mesa da AG.
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O memorando da Lista E, que apresenta o lema "Académica: uma Causa com Valores e Princípios", proclama "uma efectiva separação de poderes, sem alinhamentos tácticos". "Queremos assim: a Direcção para dirigir, o Conselho Fiscal para fiscalizar e a Assembleia Geral para julgar", destaca o documento.
A lista deseja, ainda, dar mais visibilidade ao Conselho Académico, "um órgão de estudo e de consulta, que deve ser ouvido em todas as questões de alto relevo para a Associação Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol".
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O documento acrescenta uma série de questões normativas a alterar no actual estado da vida da Académicasem exclusão de ninguém dos cadernos eleitorais, sem distinção de uns e de outros”, referindo-se aos cerca de 2000 associados que, alegadamente, "tinham sido inicialmente banidos dos cadernos eleitorais, devido ao atraso no pagamento das quotas e que agora já estão incluídos nos novos cadernos".
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Ferreira da Silva declarou que, se for eleito, "iniciará as Assembleias-Gerais ao som do fado de Coimbra." Vai propor, igualmente, "uma distinção aos sócios João Mesquita e João Santana pelos serviços prestados com a publicação do livro "Académica: História do Futebol " e a fixação de um dia da AAC-OAF, o dia da Briosa".
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Na conferência de imprensa, realce para a presença, para além de todos os elementos da lista candidata à AG, dos candidatos oposicionistas à presidência da Direcção, João Francisco Campos (Lista D) e do Conselho Fiscal, Américo Santos (Lista C).

  - Segunda-feira, Março 24, 2008

Porque é que a oposição não capitaliza o descontentamento?

Entramos, esta semana, na campanha eleitoral para as eleições dos corpos gerentes da Académica/OAF, que, como é do conhecimento geral, se realizam no próximo dia 14 de Abril.
Também sabemos que, ao acto eleitoral, concorrem duas listas para cada órgão a eleger: uma afecta ao actual presidente, José Eduardo Simões, que se recandidata (a lista A), e outra proposta pelos seus oponentes, encabeçada por João Francisco Campos para a Direcção, mas com letras diferentes consoante o órgão a que se candidatam (as listas B, C, D e E).

Neste "post", procurarei fazer uma espécie de ponto da situação em ambos os campos.

Assim, no que se refere ao actual presidente, a sua equipa surge bastante remoçada: apenas Luís Godinho continua como efectivo da Direcção. A sua estratégia passa por salientar os pontos positivos do seu mandato e esconder os negativos.

Entre os primeiros, destacamos: a manutenção da equipa principal, durante seis anos consecutivos na Liga maior do futebol nacional, algo que não sucedia desde os anos 70; a conclusão da Academia "Dolce Vita", que melhorou, enormemente, as condições de trabalho das equipas de futebol; o acordo com a TBZ, bem como o ter conseguido um bom conjunto de patrocinadores, o que permitiu maior folga na tesouraria e, consequentemente, acabar com os salários em atraso crónicos; a renovação da frota de autocarros; a melhoria da organização interna do clube e a "blindagem" da Direcção e do balneário, impedindo que tudo se soubesse cá fora quase instantaneamente.

Relativamente aos segundos, salientamos: a equipa principal não conseguiu dar o salto qualitativo (época após época, a manutenção tem sido conseguida com enorme sofrimento); a política de aquisições foi errática e sem critério, tendo sido contratados muitos jogadores nacionais e, sobretudo, estrangeiros sem qualidade e a preços elevados (só este ano foi, de alguma forma, "corrigido o tiro"), o que provocou um alarmante aumento do passivo da instituição; alguns negócios pouco claros e mal explicados (como o de Marcel), a par com actuações pouco dignas (de que o "caso Dame" é exemplo eloquente); a lentidão no processo de aquisição do edifício dos Arcos do Jardim; o "divórcio" em relação à cidade e à Academia e, por fim, os problemas judiciais que envolvem o presidente e se reflectem na imagem da instituição.

Temos, assim, um balanço ambíguo, que depende muito da perspectiva e da sensibilidade de quem analise o mandato da Direcção que agora cessa funções.

Apesar disso, não erraremos muito se dissermos que, para a maioria dos sócios da Briosa, o mandato de José Eduardo Simões ficou aquém das expectativas criadas quando da sua eleição.

Contudo, o actual presidente é o grande favorito à vitória no próximo acto eleitoral e, muito provavelmente, por uma larga maioria. A que se deve, então, este aparente paradoxo?

Fundamentalmente, à sucessão de erros crassos cometidos, desde o início, pela oposição declarada a JES. Quais foram, então, as falhas estratégicas dos oposicionistas?

Em primeiro lugar, nunca se demarcaram da gestão de Campos Coroa, de má recordação para grande número de associados. Ao invés, procuraram sempre justificar os episódios de triste memória que levaram à sua queda, como os vários meses de salários em atraso, os cheques sem cobertura ou o amadorismo da gestão.

Ao mesmo tempo, optaram por uma estratégia de "bota-abaixismo" permanente, que acabou por retirar impacto e credibilidade às críticas, mesmo quando pertinentes e fundamentadas.

Por outro lado, a adopção de um estilo arrogante e, por vezes, agressivo contra todos os que não concordavam com as suas teses (por exemplo, "vocês não são da Académica", "não sabem o que é a Académica"), a par com um discurso eivado de algum elitismo (tipo "nós, estudantes e/ou doutores, vocês futricas"), foi determinante para alienar o apoio de alguns sectores mais moderados, que, apesar de descontentes com JES, rejeitam qualquer espécie de regresso ao passado e não partilham do fundamentalismo ideológico desse sector da oposição.

Pior ainda foi o processo que levou à escolha do candidato. Vejamos, então, os principais protagonistas da "novela":

O primeiro a declarar a sua disponibilidade foi Luís Santarino. Corajoso, insubmisso, opositor desde a primeira hora, defronta-se, porém, com a imagem de "enfant terrible" de que não conseguiu descolar totalmente. Os "notáveis" "torcem o nariz" e os apoios não surgem. A partir de determinada altura, resta-lhe "marcar território" e lutar por uma saída airosa.

Uma alternativa aceite por grande parte da oposição seria Álvaro Amaro. Mas o actual autarca de Gouveia cometeu dois erros "de palmatória": esteve quase três anos sem pagar quotas e, depois, escreveu à Direcção a pedir um estatuto de excepção. Florentino, JES "assassinou" a sua putativa candidatura em plena AG.

Mas o grande desejado era José Belo. Antigo jogador e presidente do Núcleo de Veteranos, com imagem de homem sério, seria um candidato forte, pese embora alguma ausência de carisma e um discurso muito voltado para o passado. Mas a verdade é que sempre pareceu mais "empurrado" que entusiasmado com a ideia de concorrer. Nunca deu mostras de querer avançar...e não avançou.

Surgiu, então, Maló de Abreu. Derrotado por JES nas últimas eleições, desejava a desforra. Sempre "a correr em pista própria", era mal visto em vários sectores oposicionistas. Contudo, ao assumir a candidatura, impôs-se a toda a oposição, que se resignou a apoiá-lo para não dividir os votos anti-"jesistas" (recordo que o sistema eleitoral da Briosa é maioritário a uma volta). Porém, cedo se viu que não tinha um projecto consistente. Os "outdoors" que espalhou pela cidade com dizeres como "Académica magnífica" ou "Académica amada" eram o sintoma dessa vacuidade. Prevendo uma derrota por maior margem que em 2003, abdicou quatro dias antes do fim do prazo para entrega de listas, com uma desculpa "esfarrada", deixando os seus apoiantes "com a criança nos braços".

Não querendo deixar o actual presidente sozinho "em campo", mas sem tempo para preparar um projecto consistente, a estes só lhes restou encontrar uma solução de recurso.

Assim, para a Direcção, surge uma lista encabeçada por João Francisco Campos, ex-presidente da Mancha Negra, constituída na sua totalidade por jovens, alguns deles também com ligações à claque, sendo que dois deles vêm directamente do actual elenco directivo. Metaforicamente, quando os seniores não estão disponíveis, recorre-se aos juniores.

Por seu turno, apenas para os outros órgãos surgem listas encabeçadas e constituídas por "notáveis" (onde se destacam o próprio Campos Coroa e outros elementos da sua direcção, como Fernando Pompeu e José Eduardo Ferraz).

Apesar de aparecerem com letras diferentes (um mero "truque eleitoral" de eficácia mais que duvidosa), na prática trata-se de uma única lista.

Esta tem, quanto a mim, dois grandes problemas de credibilidade.

O primeiro é a excessiva juventude de todos os candidatos ao principal órgão decisor (e não apenas do João Francisco, que me parece até um grande académico e alguém com bom conhecimento da vida da instituição). Não penso que a presença de uma Direcção maioritariamente jovem seja, necessariamente, negativa. Pelo contrário, até poderia representar uma "lufada de ar fresco". Agora, julgo que era fundamental a presença de dois ou três elementos com mais experiência e a garantia de serem capazes de arranjar os apoios financeiros necessários à sobrevivência da Académica.

O segundo é a presença, nas listas para os outros órgãos, de muita gente ligada ao período "coroísta", que ganhou demasiados "anti-corpos" em grande número de associados. É que, em política, há associações que, em lugar de somar, subtraem. Na minha opinião, mais valia o candidato oposicionista ter-se rodeado de outras pessoas, eventualmente com menos nome mas mais consensuais. Talvez não chegasse para ganhar, mas julgo que os resultados seriam melhores.

Estas são, como é óbvio, as minhas opiniões pessoais, numa altura em que a campanha ainda não começou. E, como ainda faltam mais três semanas até às eleições, muito se pode alterar até lá. O futuro o dirá!

  - Domingo, Março 23, 2008

Porque nunca votaria JES

Quando se escolhe um candidato para os próximos três anos, não me parece sensato pensar apenas e só no que poderá acontecer nesses mesmos três anos. Prefiro antes pensar nos ideais que me parece ser os correctos para nortear a Académica, e os efeitos que a gestão desses três anos terão nos próximo cinco, dez, vinte, o que vier.

Se no dia de eleições tiver a oportunidade de me deslocar a Coimbra, não fazia sentido que oferecesse o meu voto a um candidato de quem ao longo destes últimos anos me fez pensar no que faria com que viessem sempre um “contentor” de brasileiros todos os anos - curiosamente do mesmo emblema – ou que nunca esclareceu aos associados o suposto melhor negócio da história da Académica. Faz-me confusão igualmente como é que se despede um vice-presidente depois de um contrato falseado por este. Faz-me confusão, porque nunca percebi como é que um vice-presidente elabora um contrato sem conhecimento do presidente, e no fim, demite-se o vice(e assume-se culpa) e o “patrão” fica impune. A não ser que na Académica os vice’s possam elaborar contratos sem dar conhecimento a mais ninguém…


Fazia-me confusão, votar num presidente que nunca percebeu o que era ser da Académica como me foi ensinado. Que em três anos elevou os níveis da educação a cenas como “o Sporting que não se desculpe por um eventual mau resultado por causa do relvado”. Que classe de resposta… acabou o jogo com a derrota da Académica, com o Sporting em segundo e a Académica em segundo também… dos que não descem pois claro. Que foi eleito pelos sócios, que várias vezes desrespeitou os estatutos e que nunca foi capaz de divulgar um comunicado meramente esclarecedor que não fosse para insultar alguém. Conseguiu ainda envolver-se em guerra com Sérgio Conceição. Será que um jogador ex-internacional que já comprou uma bilheteira inteira só para ajudar o clube decidiu manchar a sua imagem e a do clube sem mais nem menos por causa de um contrato? E que foi visto na sede da Liga por engano? Ou terá sido uma outra história, mais uma que nunca ninguém saberá?


Dizia logo no inicio do texto que não vejo uma eleição a curto prazo. Não me importo de que o orçamento seja mais modesto e não haja dinheiro para ir buscar um Pavlovic ou um Cris. São para mim dois dos melhores jogadores da equipa mas não os trocava por mais mil ou duas mil pessoas todos os domingos no Cidade de Coimbra. Um gestor profissional não verá assim, um Académico vê. Daqui a vinte anos ninguém se vai lembrar se tínhamos um Crislovic ou um Pavlocris, ou qualquer outro nome, lembrar-se-ão sim, as mil pessoas que foram a mais toda aquela temporada, de no primeiro jogo terem ido sozinhas, e de terem ficado com o bichinho e passados esses anos todos, terem a família que na altura estava espalhada pelos três estarolas, todos a torcerem pela Académica, que aqueles mil adeptos, passaram a ser três, quatro ou cinco mil associados, e que nesse dia, os jogadores em vez de durarem dois anos no clube, geraram adeptos, geraram receitas, fizeram renascer a Académica. E nunca ninguém lamentou a falta de dois jogadores, lembrou-se antes o ano da mudança.

Não me peçam que vos dê a certeza que João Francisco Campos será capaz de pensar assim. Dou-vos antes a garantia que José Eduardo Simões não o fará. Tenho a convicção de que José Eduardo Simões é um gestor frio e João Francisco Campos, com todas as más escolhas que me parece ter na sua lista, apesar de tudo são escolhas bem Académicas. É uma escolha entre o mau e o menos mau, mas prefiro que se aproveitem de umas centenas de contos para vinho, do que uns milhares a comprar jogadores apenas por interesse e sem critério. De JFC, habituei-me a ouvir sensatez aos microfones da RUC, não duvido da sua competência, duvido sim da sua companhia. A campanha, e o programa dela adjacente, parece-me que será decisivo para o esclarecimento de todos. No entanto, recuso-me a votar em quem tem feito tanto mal à minha Académica.

  - Sábado, Março 22, 2008

Fracas assistências no ECC: o que justifica?


Um facto que se tem vindo a notar nos jogos no Estádio Cidade de Coimbra (ECC), são as fracas assistências. No ano em que o estádio abriu, conseguíamos reunir, por jogo, cerca de 15 a 20 mil espectadores. Números animadores, portanto.

O que é certo é que com o decorrer das épocas, as assistências têm vindo a decrescer de forma significativa. Dos cerca de 7 mil da época transacta, passou-se, este ano, para os hilariantes 4/5 mil. Nem nos jogos com os chamados “grandes” escapa. Vejamos: nos jogos com o FC Porto e Sporting, estiveram no ECC 7/8 mil espectadores (!). Números muito aquém dos alcançados em épocas anteriores, onde as assistências com os “grandes” andavam a rondar os 20 mil espectadores, um número razoável. Mesmo assim, a lotação do estádio não atingia a capacidade máxima, mas andava por lá perto. A melhor assistência esta época foi no jogo com o Benfica (cerca de 14 mil espectadores). Número, mesmo assim, um pouco inferior ao registado outrora.

Olhando para os números oficiais, disponíveis no site oficial da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, observa-se que a Académica ocupa o lugar no Ranking das assistências para o campeonato, antecedida, por esta ordem, de Benfica, Porto, Sporting, Guimarães e Braga. A Briosa têm, no total, 81.613 espectadores esta época presentes no seu estádio. Comparando com outros clubes da Liga, não são números muito desanimadores, uma vez que emblemas como o Setúbal e o Nacional estão bem abaixo no Ranking, e estão a lutar por outras nuances.

O que é certo é que já não temos tanta gente no “Calhabé”. A própria claque Mancha Negra, ressente-se disso. O sector Ultra, que antes estava sempre repleto, hoje apenas tem ocupado cerca de metade da sua lotação.

Uma das razões parece-me ser a falta de uma equipa competitiva, que lute por outros objectivos e que apresente um futebol bonito, que cative os adeptos. As sucessivas promessas falhadas de uma equipa que vai lutar pela Europa e que acaba por garantir a manutenção já nas últimas jornadas, é um facto a rever pela direcção. A falta de publicidade aos jogos, que cative, principalmente, o público jovem, aliado à (grave…) situação económica do país, faz com que as assistências no Estádio Cidade de Coimbra sejam cada vez menores. A tradição dos estudantes também parece já não ser o que era. O preço elevado dos bilhetes também não ajuda…

A Académica merece muito melhor! A discussão fica aberta…

Mudança para a Academia

Com a entrada em funcionamento do novo edifício da Academia, os seniores da Briosa puderam desde ontem equipar-se pela primeira vez nos novos balneários e utilizar as piscinas de hidromassagem. Uma mudança que abre espaço às camadas jovens, que podem a partir de agora utilizar o antigo balneário que da equipa principal.
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Para Pedro Roma, "trata-se, sem dúvida, de um passo importante. Temos agora mais conforto no trabalho". Também o sub capitão, Nuno Piloto, concorda que esta mudança só trará melhorias afirmando mesmo que a diferença é "do dia para a noite, notando-se uma grande evolução nas instalações da Académica".
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Quando Pitbull há uns meses referiu que a Académica poderia ter um ginásio melhor, o problema parece estar agora ultrapassado. Nuno Piloto afirmou que "os quartos estão mobilados e o ginásio bem equipado e funcional".
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A Académica tem agora mais um motivo para sorrir.

  - Quinta-feira, Março 20, 2008

Editorial: O "Simplesmente Briosa" e as eleições

Por motivos relacionados com a minha vida profissional, estive, nos últimos tempos, afastado das lides bloguísticas. Apesar de tudo, os meus jovens companheiros editores têm dado "conta do recado" e, pelo que vejo, o "Simplesmente Briosa" mostra uma vitalidade que há muito não se via. Aproveito também para saudar e desejar as maiores felicidades ao Rafael Tomás, a nossa nova "contratação".
A Briosa vive, actualmente, um momento importante para o seu futuro. Assim, decorre já a campanha para as eleições dos corpos gerentes da instituição, que se realizarão no próximo dia 14 de Abril.
Depois de muita especulação e do "golpe de teatro" que constituiu a desistência de Maló de Abreu, surgem, para cada um dos órgãos sociais, duas listas: uma afecta à actual Direcção, (presidida por José Eduardo Simões, que se recandidata) e outra à oposição (que, no que ao elenco directivo diz respeito, tem como "cabeça" João Francisco Campos, ex-presidente da Mancha Negra). Isto apesar de, formalmente, a candidatura oposicionista apresentar uma lista com letra diferente para cada órgão.
Fiel à sua tradição de independência, o "Simplesmente Briosa", enquanto espaço da blogosfera académica, não apoia qualquer uma das candidaturas em presença. Procuraremos cobrir a campanha com a maior imparcialidade, divulgando as acções promovidas por todas as listas e de que tenhamos conhecimento. Se formos convidados e algum editor tiver disponibilidade para o efeito, estaremos presentes em algumas dessas iniciativas, independentemente de quem as promover.
Mas o "Simplesmente Briosa" também tem como princípio a liberdade e independência dos seus editores. E, como é óbvio, todos estes são associados da Académica/OAF e terão a sua opinião. Assim, sem colocar em causa os princípios de independência, imparcialidade e equidistância acima definidos, pode qualquer um dos editores, a título meramente pessoal, apoiar uma ou outra candidatura. Ou seja, até pode haver, no próprio blogue, dois elementos com opiniões opostas. O que, a acontecer, só reforça a pluraridade deste espaço. E essa é, na minha opinião, uma das suas grandes riquezas.
São estas as "regras de jogo" que definimos para a campanha eleitoral. Publicitamo-las porque entendemos que deve haver transparência na nossa relação com os leitores. Para que estes saibam com o que contam e não digam que há "gato escondido com o rabo de fora".

  - Quarta-feira, Março 19, 2008

Três anos de José Eduardo Simões na presidência da Académica


Enquanto a corrida à presidência à direcção da Académica atravessa agora uma fase mais morna, achámos pertinente recordar o post que o Simplesmente Briosa publicou a 23 de Novembro de 2004, quando o actual presidente e candidato, José Eduardo Simões apresentou o seu programa eleitoral para o mandato de três anos, que viria a ganhar. Com eleições marcadas para 14 de Abril, não pense caro leitor que com este post pretendemos fazer pré campanha a José Eduardo Simões. A nossa opinião como Simplesmente Briosa, será divulgada nos próximos dias e daqui, queremos apenas fazer um balanço do percurso desta direcção enquanto esteve à frente da Associação Académica de Coimbra.

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Diz então o post:
"Atabalhoado nas palavras, mas firme nas ideias. É desta maneira que mais facilmente podemos descrever a Conferência de Imprensa (ou devo dizer reunião de associados, visto estarem mais de 100 sócios e simpatizantes na sala) de José Eduardo Simões, esta tarde, na mesma sede que há dois anos serviu ao saudoso Presidente Honorário Dr. João Moreno. O candidato frisou isso mesmo no início do seu discurso de candidatura. «É com Honra e emoção que me encontro nesta sala, hoje. Foi aqui que tudo começou. Foi aqui que aprendi uma lição de vida. Aqui o Dr. João Moreno ensinou-me uma particular maneira de sentir da família academista».
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«Sou Candidato sem deixar que a paixão se sobreponha à razão.
«Sou Candidato com toda a cagança!»
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Convicto, afirmou que se candidata, por um projecto que acredita. Pela História do nosso emblema e pelos seus associados.«Honra, tradição, memória e tolerância, são ideais pelos quais nunca podemos deixar de lutar». Afirmou a Briosa como «um clube diferente, em que a integração social, a paixão, a amizade permanente em todo o Mundo, e a maneira especial de estar no desporto são regras pelas quais, não podemos deixar de nos reger».
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BRIOSA, É NESTE MOMENTO APETECÍVEL...E ANTES PORQUE É QUE NINGUÉM APARECEU?
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José Eduardo Simões, lembrou de que quando entrou nos trilhos da gestão da Académica, o clube encontrava-se no último lugar da classificação da Superliga com apenas 8 pontos. Os jogadores tinham mais de 3 meses de salários em atraso e o descrédito institucional, quer financeiro, quer desportivo era por demais evidente. «Com a nossa condução, a Briosa atingiu em 2 anos consecutivos a permanência. Há já sinais de inversão da crise financeira. Caminhamos agora, com passos seguros, com rigor, seriedade e capacidade de trabalho». Este é contudo, segundo palavras do Presidente Interino, «um trabalho não concluído, que por questões de princípio, moral ética e honra não pudemos concluir. Pegámos na AAC quando ela mais precisava e imprimimos credibilidade e confiança aos agentes económicos, desportivos e sociais. Alterar o rumo das coisas colocaria todo esse trabalho árduo por terra».
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MANDATO PROJECTADO E COM METAS BEM DELINEADAS
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Existem seis pedras basilares nesta candidatura, que surpreendem pela clarividência e objectividade. São eles:
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1- Conclusão da Academia Briosa XXI. Esta será segundo as palavras de José Eduardo Simões, a casa forte da Académica, importante para a conclusão do projecto academista para o novo milénio.
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2- Aquisição permanente da Sede nos Arcos do Jardim, efectivada em Janeiro se José Eduardo Simões for conduzido a Presidente.
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3- Estabilidade da equipa de futebol profissional, imprimindo qualidade gradativa. A cada ano, um degrau qualitativo é almejado.
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4- Concretização de uma rede de observadores, na região de Coimbra, assumindo protocolos com clubes de escalões inferiores. José Eduardo Simões, mostrou grande satisfação pelo crescente número de jovens que crescem e despontam nas camadas jovens da Briosa. De 170 no ao 2000, cresceram para 273 este ano, e a meta pretendida já para o próximo mandato é de 500 jovens praticantes.
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5-A AAC-OAF, como clube especial que é «renega em absoluto ao modelo das SAD'S». Deverá antes a Briosa ter um modelo especial de gestão, uma Fundação que regerá todo o património do clube, e um Fundo de Investimento que gerirá o espólio económico-financeiro que derive imediatamente da marca AAC-OAF.
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6- Surpreendentemente José Eduardo Simões, afirmou que é meta futura de curto-prazo, a «criação de um museu de desporto de Coimbra», onde todos os troféus quer da AAC-OAF, quer da AAC serão mostrados ao público.
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PALAVRAS SIGNIFICATIVAS
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Cargos acumulados
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Sobre a questão se deveria ou não José Eduardo Simões, se efectivamente for conduzido a Presidente da Briosa, abandonar o cargo de vereador na Câmara de Coimbra que presentemente ocupa, José Eduardo Simões foi claro. «Durante estes dois anos desempenhei as duas funções, sem descurar nem uma, nem outra. O cargo de Vereador não é um cargo político, mas sim técnico. Tentei dar o meu melhor; tentei sempre que os serviços que prestei fossem melhores que os que anteriormente existiam».
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EQUIPA B
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Uma das grandes bandeiras de Maló de Abreu é a revitalização da equipa B da Briosa. José Eduardo Simões, lembrou que não extinguiu a formação secundária da AAC, mas suspendeu-a por não haverem condições objectivas para que os jogadores evoluíssem. Apenas quando todas as condições, económicas e estruturais estiverem de pé, é que novamente se poderá colocar a questão «Equipa B».
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Contrato com a TBZ
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Será público o contrato com a TBZ. Isto é ponto assente. Será público no dia 18, por respeito primeiramente ao protocolo institucional, por quem efectivamente for Presidente da AAC-OAF, mas também porque este é um contrato ainda em aberto, «que satisfaz, mas que ainda poderá ser melhorado». Contudo afirma com convicção, que quem divulgará o contrato com a TBZ, será ele mesmo.
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Era voz corrente entre os muitos sócios que se juntaram na sede de campanha do «Sr. Engenheiro», que se este não fosse conduzido à Presidência da Briosa seria «uma manifesta injustiça», pelo trabalho destes dois anos. Organização e Empenho, nesta primeira amostra pareceram-nos evidentes. O apoio foi claramente esmagador. " Por João Amaral
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Dos seis principais pontos na referida apresentação, a Academia Dolce Vita é sem qualquer dúvida o principal trunfo da direcção de José Eduardo Simões. É certo que as datas de conclusão foram sucessivamente adiadas, mas o projecto de uma infra-estrutura capaz de albergar as camadas jovens da Académica dando condições de luxo para que os "nossos" jovens possam evoluir de modo a atingirem todo o seu potencial, é hoje obra feita. Depois de quatro títulos nas camadas jovens, três pelos juniores em 49-50, 51-52 e 53-54 e um pelos juvenis em 66-67, a Académica nunca mais conseguiu conquistar qualquer título, embora tenha por inúmeras vezes chegado às fases finais dos campeonatos nacionais. Para além do campo de Santa Cruz, muitas pessoas poderão não ter noção das condições em que as camadas jovens treinavam e jogavam. A verdade é que tive oportunidade de jogar na Pedrulha contra os juvenis da Académica e, para alguma vergonha, terá sido dos piores campos em que alguma vez joguei. Por isso, a Academia Dolce Vita é sinal de futuro e esperança nesta Académica.
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Quanto à estabilidade da equipa de futebol profissional, as opiniões podem divergir-se. Se por um lado assistimos a já seis anos consecutivos na primeira liga e sem qualquer dúvida um sinal de estabilidade e progresso, por outro o elevado orçamento comparativamente a outros clubes da primeira liga e avaliando pela tabela classificativa, esta estabilidade deixa muito a desejar. De recordar que na segunda época de Nelo Vingada, o objectivo europeu foi publicamente anunciado na apresentação aos jogadores e no entanto, a Académica acabou por terminar o campeonato em 14º lugar garantindo a permanência na última jornada.
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Em relação ao quarto ponto, o aumento da rede de prospecção, parece um tema várias vezes abordado por José Eduardo Simões, mas nunca com resultados práticos. Já na entrevista ao Simplesmente Briosa em 2005, o presidente da Académica tinha mencionado mais uma vez esse projecto e recentemente em entrevista ao diário O Jogo, a conversa não sofreu qualquer alteração.
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Por último, a criação de um museu de desporto de Coimbra parece ser hoje uma promessa caída no esquecimento. No entanto, a construção de uma nova obra parece ter sido substituída pela construção de um novo estádio na cidade de Coimbra. Já a questão da equipa B parece totalmente fora de questão pelos cargos que pode inviabilizar. Avaliando o panorama do futebol português, apenas o Marítimo conta ainda com uma equipa secundária de modo a rodar os seus jogadores menos utilizados.
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Durante o mandato desta direcção, a Académica teve três treinadores (Nelo Vingada, Manuel Machado e Domingos Paciência) e um número gigantesco de jogadores no futebol sénior: 50 - sendo que 22 integram ainda a actual equipa (contando com Gyano , Vohou e Sarmento que estão neste momento emprestados). A equipa alcançou o 14º posto por duas vezes (ambas com o campeonato a 18) e no ano passado terminou em 13º com a Bwin Liga a 16. Esta época, os "estudantes" ocupam-se na 12ª posição com 23 pontos em também 23 jogos.
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Um outro dado que não pode ser deixado de lado foram as várias notícias que correram pela comunicação social que apenas contribuem para manchar no nome da Académica. O líder da Académica é acusado pelo Ministério Público de dez crimes e foi em 2007 constituído arguido. José Eduardo Simões é inocente até que alguém consiga provar o contrário e por isso merece a solidariedade de todos os sócios.
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Financeiramente, não tendo conhecimentos de economia para opinar sobre as contas da Académica, na última Assembleia Geral de associados foi anunciado pelo presidente que "o passivo geral diminuiu 8 por cento, de 10,78 milhões para 9,85 milhões de euros, sendo que 5 milhões já estarão pagos ou liquidados, são garantidos por receitas contextualizadas (PPTV, Repsol) ou, ainda, são despesa contabilística."
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Assim, após este balanço dos três anos de presidência de José Eduardo Simões, os dois grandes objectivos foram "semi-cumpridos"; conclusão da Academica Dolce Vita e estabilidade na tabela classificativa, sendo que, embora a equipa tenha conseguido a permanência na primeira liga, parece não conseguir sair da metade inferior da tabela.
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Fica à discussão se é um balanço positivo ou negativo, o que podia ter sido melhor e os males que foram evitados.

Vítor Vinha convocado para os sub-21

O lateral esquerdo da Briosa, Vítor Vinha foi hoje convocado pelo treinador da selecção sub-21 Rui Caçador, para o jogo com a Bulgária, relativo à fase de qualificação do Europeu da categoria, que se realiza na Suécia em 2009.

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O 18 da Académica tem assim a oportunidade de se estrear com a camisola da selecção de esperanças, visto que apesar de já ter sido convocado, nunca jogou. É um motivo de orgulho para a Académica, que já não via um jogador formado no clube ser chamado aos sub-21 desde a saída de Zé Castro.
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No entanto, a grande novidade dos convocados por Rui Caçador incide na primeira chamada do avançado do Zwolle, Tozé Marreco. Recorde-se que aquele que é o melhor marcador da sua equipa na segunda divisão holandesa, foi dispensado pela Académica quando o treinador era Manuel Machado. A sua história pode ser relembrada aqui.


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Lista de convocados:
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Académica: Vitor Vinha;
Fiorentina: Manuel da Costa;
Fátima: Saleiro;
Estrela Amadora: Celestino;
Everton: Manuel Fernandes;
Inter: Pelé;
FC Porto: Helder Barbosa;
FC Zwolle: Tozé;
Fulham: Ricardo Batista;
Leixões: João Moreira, Paulo Machado e Vieirinha;
Portimonense: Mário Felgueiras e Nuno André Coelho;
Sporting: Bruno Pereirinha, e Yannick;
Salamanca: Vasco Fernandes;
V. Setúbal: Bruno Gama.

  - Terça-feira, Março 18, 2008

Estrela da Amadora - Académica é Sábado às 16h

Depois do empate com o Belenenses, a Académica prepara já a próxima partida, a 24ª da Bwin Liga nesta época. O adversário é o Estrela da Amadora, e devido ao número de golos nas últimas duas épocas (5 golos há dois anos e 6 no ano passado) este é um jogo que se perspectiva de grande emoção, até porque os "estudantes" não marcam há dois jogos e o Estrela ocupa a 11ª posição, uma acima da Briosa com apenas mais dois pontos. Um jogo que pode ser assim decisivo na fuga aos lugares de descida e está marcado para o próximo Sábado, dia 29 de Março às 16h.

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Preparando a deslocação à Reboleira, Domingos Paciência sabe já que não poderá contar com o sérvio Pavlovic que parece ter que ir "à bruxa" marcar uma consulta de modo a quebrar o feitiço que o atormenta nos finais de época que, até agora, fez pela Académica. As previsões apontam para 3 semanas de paragem e sendo assim, Paulo Sérgio deverá regressar ao onze titular.
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A Académica procura uma vitória fora de casa, algo que em 2008 ainda não conseguiu e já por tantas vezes escapou por golos sofridos nos últimos minutos.

  - Segunda-feira, Março 17, 2008

O primeiro (em Dia) no Simplesmente Briosa


Sendo editor de outro blog da Académica, o Académica em Dia 85, um projecto ainda recente, não foi de pronto que aceitei o convite que o Francisco Martinho me endereçou. Depois de cerca de uma hora a pensar se deveria ou não aceitar o convite, decidi- me pela primeira opção. Não só porque entrar no Simplesmente Briosa não irá por em causa o Académica em Dia 85 mas também porque o SB se destaca pela qualidade e pelas audiências na blogosfera academista.

Sendo academista desde sempre, Sócio desta grande instituição que se chama Associação Académica de Coimbra, e da claque Mancha Negra, e estudante do Ensino Secundário, vou fazer o meu melhor, na expectativa de corresponder a quem apostou em mim.

O meu enorme gosto pela escrita, em especial pela vertente jornalística, levou- me a iniciar um blog, já a cima referido, onde até hoje coloquei tudo o que me foi possível reunir sobre a Académica, o que nem sempre se torna tarefa fácil, porque vivo na Lousã, a cerca de 28Km da Cidade Mágica. Em cerca de seis meses, recebi com enorme orgulho o convite do Francisco. Penso que é sinal de algum reconhecimento por aquilo que fiz no Académica em Dia 85.

Desta forma, espero marcar muitos golos ao serviço do Simplesmente Briosa, com objectivo claro de tornar a Académica de Coimbra um clube cada vez mais respeitado no mundo do futebol. Regressar ao passado, não nos é possível, mas fazer algo de parecido, é.

Viva a Briosa!

Rafael Tomás é o novo editor do Simplesmente Briosa

Depois de se ter iniciado por conta própria na blogosfera, Rafael Tomás chamou-nos à atenção com o seu Académica em dia 85. Um blog que segundo ele, "pretende-se informar os sócios e simpatizantes da Académica – OAF sobre o dia a dia do clube de Coimbra".
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Com esta disposição, surgiu o convite para escrever no Simplesmente Briosa e assim, é com orgulho que podemos apresentar o nosso novo "reforço". Sócio da Mancha Negra, a terceira fila do Cidade de Coimbra é dele e o seu academismo não pode sequer ser questionado.
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Em nome de todos nós, muito boa sorte para o Rafael!

  - Sábado, Março 15, 2008

AAC, 0 - Belenenses, 0: "Nau da Briosa encalha em "mar chão" de Belém"

A Académica empatou hoje sem golos com o Belenenses, em partida disputada no ECC.
Domingos Paciência dispôs a equipa em 4-1-3-2, com Pedro Roma na baliza, Pedrinho, Orlando, Káká e Vítor Vinha na defesa; no meio-campo, Pavlovic a "trinco", Miguel Pedro na ala direita, Nuno Piloto no centro e Lito na ponta esquerda; na frente, Edgar e Luís Aguiar.

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Desde o início que a Briosa assumiu as "despesas do jogo" e, logo aos quatro minutos, Miguel Pedro desmarcou Nuno Piloto que, na passada, atirou "para as nuvens".

A partir daí, a partida entrou num ritmo "morno", onde o ascendente territorial dos "pretos" não tinha correspondência em oportunidades criadas. A melhor ocasião ocorreu no 34º minuto, quando, na sequência de uma jogada de insistência da Briosa, Káká rematou para defesa de Júlio César. Na recarga, Orlando atirou à rede lateral.

Na etapa complementar, o domínio academista acentuou-se e Luís Aguiar quase surpreendia o guardião "azul".

Aos 58 minutos, a única oportunidade do Belenenses, numa jogada concluída por José Pedro, que viu Pavlovic desviar a bola para "canto".

Logo a seguir, Cândido Costa viu estupidamente o segundo "amarelo", ao cortar com a mão uma jogada ainda no meio-campo conimbricense.

A jogar contra dez, a Briosa intensificou a pressão mas a ineficácia ofensiva continuou a imperar.

Domingos demorou a mexer na equipa: só à entrada do último quarto de hora trocou Edgar por Joeano. Pouco depois, Pavlovic lesionou-se, a substituição demorou e a equipa ficou fragilizada, não conseguindo derrubar o "muro" que os visitantes ergueram em frente à sua baliza.

Em resumo, uma exibição regular da Académica, que, apesar de ter comandado quase sempre o jogo, foi incapaz de bater um adversário cujo objectivo pareceu sempre assegurar o empate.

O árbitro Rui Costa rubricou, em geral, um bom trabalho. A expulsão de Cândido Costa é cruel mas o certo é que se limitou a cumprir as leis do jogo. Só não entendemos porque demorou tanto tempo a permitir a entrada de Paulo Sérgio, quando rendeu o lesionado Pavlovic.
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Sob a arbitragem de Rui Costa, do CA do Porto, as equipas alinharam:

Académica - Pedro Roma; Pedrinho, Orlando, Káká e Vítor Vinha; Pavlovic (Paulo Sérgio, 82); Miguel Pedro, Nuno Piloto e Lito; Edgar (Joeano, 75) e Luís Aguiar (Ivanildo, 84).

Belenenses - Júlio César; Cândido Costa, Rolando, Hugo Alcêntara e Rodrigo Alvim; Gabriel Gomez; Rúben Amorim, José Pedro e Silas (Marco Ferreira, 88); Roncatto (Jankauskas, 74) e Weldon (Rafael Bastos, 66).

Disciplina: Cartões amarelos a Edgar (40); Cândido Costa (43 e 59), Rafael Bastos (87) e Júlio César (90+3). Cartão vermelho por acumulação a Cândido Costa (59).

Assistência: 4312 espectadores.
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Os "navegadores", um a um:
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Pedro Roma (3) - Não fez uma única defesa. Uma noite tranquila.

Pedrinho (3) - Bem defensivamente. Muito activo no apoio ao ataque mas nem sempre os centros lhe saíram bem.

Orlando (3) - O ataque adversário não lhe deu muito trabalho. Por vezes, um pouco atabalhoado a entregar a bola.

Káká (3) - Também teve pouco que fazer. Poderia, talvez, ter subido um pouco mais na parte final, quando o "Belém" já só defendia.

Vítor Vinha (3) - Defensivamente, não comprometeu. Menos activo no apoio ao ataque que o seu colega do lado direito. Apontou um "livre" que passou a centímetros do poste da baliza adversária.

Pavlovic (4) - Fartou-se de correr. Foi o grande responsável pela noite descansada do sector defensivo. Mostra evidentes progressos na fase da construção ofensiva. A sua lesão (uma mialgia na coxa esquerda, ao que apurámos) prejudicou o "forcing" final da equipa. O melhor da Briosa.

Miguel Pedro (3) - Muito diligente, procurou criar desequilíbrios pelo seu flanco. Contudo, nem sempre revelou clarividência.

Nuno Piloto (4) - Uma actuação muito positiva. Sempre muito activo, procurou ligar o jogo da equipa. Perdeu uma boa ocasião de golo logo aos 4 minutos.

Lito (3) - Na ala esquerda, procurou "tabelar" com os avançados. Mas a sua actuação foi algo discreta.

Edgar (3) - Muito esforçado e batalhador, mas ineficaz. Nota positiva pelo empenho.

Luís Aguiar (4) - Uma boa actuação do uruguaio. A jogar numa posição mais adiantada que o habitual, mostrou-se muito "mexido", tendo "rubricado" algumas das melhores jogadas da equipa.

Joeano (2) - Entrou no último quarto de hora. Encostado à linha, não teve grandes oportunidades para mostrar a sua "veia goleadora".

Paulo Sérgio (-) - Oito minutos em campo.

Ivanildo (-) - Seis minutos em campo.

  - Sexta-feira, Março 14, 2008

João Francisco Campos assume candidatura
"Pôr a Académica a mexer-se e dar-lhe outro rumo"


Segundo o diário desportivo Record, João Francisco Campos, ex-líder da claque Mancha Negra, disse à Agência Lusa que vai concorrer às eleições do clube, preparando-se para entregar sábado a lista completa. O nome tinha já sido falado depois de anunciada a desistência de Maló Abreu e surge hoje a confirmação, a 24h da entrega final das listas de candidatura.
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"Pôr a Académica a mexer-se e dar-lhe outro rumo" é o lema escolhido e amanhã serão conhecidos os nomes que constituirão a lista liderada por João Francisco Campos.
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Assim, para 14 de Abril, duas são as listas que à partida irão disputar as próximas eleições na Académica. De um lado o actual presidente, José Eduardo Simões enquanto que do outro João Francisco Campos.

D.Sebastião até amanhã

"Onde quer que, entre sombras e dizeres, Jazas, remoto, sente-te sonhado,
E ergue-te do fundo de não-seres
Para teu novo fado!
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Vem, Galaaz com pátria, erguer de novo,

Mas já no auge da suprema prova,
A alma penitente do teu povo
À Eucaristia Nova.

Mestre da Paz, ergue teu gládio ungido,
Excalibur do Fim, em jeito tal
Que sua Luz ao mundo dividido
Revele o Santo Gral! "

Fernando Pessoa

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A comparação com D. Sebastião poderá parecer algo exagerada, mas muitos são os académicos que acreditam que até amanhã, uma nova lista concorrente à presidência da Académica entre no Pavilhão Jorge Anjinho para que se possa assistir a umas eleições disputadas e onde a opinião dos sócios poderá de facto ser determinante.
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Depois do abandono de Maló Abreu, o actual presidente José Eduardo Simões perfila-se como o único candidato a um novo mandato na Associação Académica de Coimbra - OAF.
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Para qualquer sócio, amanhã espera-se uma manhã de nevoeiro, mesmo que de lá não venha o salvador da pátria, que pelo menos venha um combatente da Académica.

Académica - Belenenses
Pavlovic e Pedrinho de regresso

Depois da derrota com o Porto, a Académica recebe amanhã o Belenenses às 19h15 no Estádio Cidade de Coimbra. O técnico da Briosa, Domingos Paciência, garante que "estamos motivados e com espírito de vitória". Segundo o treinador, a derrota com o líder do campeonato é passado e o fim do ciclo invencível que a equipa atravessava não vai em nada ser afectado - "Perdemos contra uma equipa de indiscutível qualidade e, por isso, não se trata de uma derrota desmoralizadora".
Fundamental para conquistar os três pontos será sem dúvida o apoio dos adeptos. Domingos lanca o recado: "Nesta altura é muito importante contar com o apoio dos adeptos. Cada vez há menos jogos e é importante o apoio de todos".
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Os 18 convocados estão já escolhidos. Destaque para o regresso de Pavlovic, que falhou os últimos dois jogos por lesão, e do lateral direito Pedrinho que cumpriu no Dragão um jogo de castigo. De fora ficam Pedro Costa e Cléber enquanto que Irineu continua lesionado e ainda sem se estrear.
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Guarda-redes:
Pedro Roma e Rui Nereu,
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Defesas: Pedrinho, Orlando, Kaká, Berger, Vítor Vinha
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Médios: Nuno Piloto, Pavlovic, Paulo Sérgio, Luís Aguiar, Cris, Tiero, Ivanildo, Lito e Miguel Pedro.
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Avançados: Joeano e Edgar.

BriosoMilhões



Académica - Belenenses

Tótóbola:
Fura-Redes:
Espaço Maya:
SundaySpecial:



Classificação amanhã à tarde.

  - Quinta-feira, Março 13, 2008

Assembleia Geral: Passivo perto dos 5 milhões de euros


O vice-presidente para a área financeira da Académica, Luís Godinho, informou hoje, durante a assembleia geral ordinária do clube, que o passivo ascende a cinco milhões de euros, acrescentando que em três anos pode passar para capitais próprios positivos.
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Segundo o Relatório e Contas da direcção, o passivo geral diminuiu 8 por cento, de 10,78 milhões para 9,85 milhões de euros, sendo que 5 milhões já estarão pagos ou liquidados, são garantidos por receitas contextualizadas (PPTV, Repsol) ou, ainda, são despesa contabilística.
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Os direitos desportivos de atletas adquiridos a custo zero reflectem-se nas contas da Académica e o valor real da Academia Dolce Vita, Procac e o pavilhão não está contabilizado no activo.
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Em 2007/2008, os custos globais da Associação Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol são inferiores aos dois últimos exercícios, para além da instituição ser credora de verbas respeitantes a contratos de 2007/2008.
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O presidente da Académica, José Eduardo Simões, fez na AG o balanço da obra feita durante três anos de vigência da sua direcção, mas afirmou que a Académica "só é viável se se mantiver na Liga portuguesa de futebol".
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O presidente deu muitos "exemplos de sucesso", desde a construção da Academia Dolce Vita, a permanência de 6 anos consecutivos na Liga portuguesa, a formação do clube, a inclusão de muitos atletas-estudantes e a redução do passivo, mas também referiu alguns exemplos de "insucesso", como as épocas desportivas "pouco condizentes com a ambição do clube", o site oficial pouco apelativo e a falta de casas da Académica.
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O candidato a presidente João Francisco Campos criticou a direcção, rebatendo a realidade que o presidente "pintou como positiva". "Infelizmente não é isso que se vê e que se fala na realidade", concluiu aquele que pretende ser o próximo presidente da AAC/OAF.
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Pedimos desculpa aos nossos leitores mas foi de todo impossível a qualquer um dos editores marcar presença na AG de ontem.

  - Quarta-feira, Março 12, 2008

Hoje às 20h00 há Assembleia Geral


Enquanto que o site oficial nada afirma, relembramos que para hoje está marcada uma Assembleia Geral de Associados da Associação Académica de Coimbra - Organismo Autónomo de Futebol, em sessão ordinária a decorrer no Auditório do Estádio Cidade de Coimbra, a partir das 20h00 com a seguinte ordem de trabalhos:
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1 - Apreciação do Relatório de Contas referentes à época desportiva 2007/2008, do semestre correspondente ao período de 1 de Julho a 31 de Dezembro de 2007.
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2 - Informações.

  - Terça-feira, Março 11, 2008

Maló desiste de uma "farsa eleitoral"


Maló Abreu anunciou ontem a sua desistência à presidência da Académica, depois de se ter assumido como a oposição à direcção liderada por José Eduardo Simões. Segundo o ex-candidato, "afasto-me para permitir aos sócios interessados, e ainda a tempo, fazerem o combate que entenderem ao actual estado de degradação a que chegou a Instituição" mostrando-se assim fora daquilo que considera uma "farsa eleitoral".
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Depois de ter sido o primeiro a avançar com a candidatura, por considerar ser necessário devolver à Briosa toda a grandeza e prestígio que a Instituição merece, mostrou-se disposto a lutar por uma Académica melhor e transparente. Todos sabemos que muitos académicos, cansados com os vários erros de José Eduardo Simões durante a sua presidência, estavam dispostos a mudar, apoiando uma outra lista que não a defendida pelo actual presidente.
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Com este abandono, Maló foi o principal contribuinte para aquilo que chamou de "um quintal para José Eduardo Simões". A entrega das listas termina no dia 15 de Março, daqui a escassos 4 dias. Haverá tempo para avançar uma outra lista?

  - Segunda-feira, Março 10, 2008

Maló de Abreu desiste
Última hora

Maló de Abreu desistiu da corrida à presidência. Depois de já terem sido dados como quase certos alguns nomes de peso, o médico que iria ser candidato pela segunda vez acaba por não levar a luta até ao fim.

Em causa estarão factores como a não divulgação dos cadernos eleitorais e outras alegadas intromissões de José Eduardo Simões na corrida eleitoral, nada leais de acordo com o candidato.

Esta noite na RUC, o seu advogado estará presente e deve dar mais alguns esclarecimentos sobre o assunto. Uma noticia a desenvolver portanto.

Prognósticos na RUC

O programa de hoje, que conta com o regresso após prolongada ausência de Ricardo Chambel, terá como pratos fortes a presença em estúdio de Lito, atleta da AAC/OAF, bem como do treinador dos juvenis André Lage. Será a partir das 21h15m nos 107.9 RUC.

Académica sem personalidade perde no Dragão

Análise aos jogadores:
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Pedro Roma (3) – É certo que no lance do golo merece ser culpabilizado. No entanto, fez um par de defesas que negaram o 2-0 aos portistas.
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Pedro Costa (3) – De regresso à titularidade após lesão, efectuou uma exibição segura pelo lado direito. Quando Domingos decidiu tirar Cléber passou para o lado esquerdo da defesa e mostrou ter classe para jogar em qualquer das faixas laterais.
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Kaká (4) – Com a agressividade habitual com que encara o jogo, conseguiu anular quase sempre aquele que é o melhor marcador do campeonato português.
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Orlando (3) – Mais nervoso que o seu colega no eixo da defesa, teve falhas que podiam ter comprometido a equipa. No entanto, nota positiva por nunca ter dado em nada.
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Cléber (3) – Estreia a titular do brasileiro, mostrou ter dotes técnicos acima da média e deve ser encarado como um sério candidato à titularidade. Acabou por ser substituído numa altura em que Domingos quis apostar tudo.
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Paulo Sérgio (4)
– É um poço de energia, teve hoje uma missão extremamente complicada. Cumpriu e segurou como pôde o meio campo da Briosa.
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Tiero (2) – Bem melhor em Matosinhos do que no Dragão, foi um jogo em que raramente conseguiu explorar o ataque. Acabou substituído ao intervalo.
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Cris (3)
– Tal como Tiero, saiu substituído ao intervalo pois Domingos entendeu que era necessário abrir o jogo para que a Académica pudesse atacar, coisa que na primeira parte não conseguiu. Um bom jogo do português.
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Nuno Piloto (3) – Boa exibição do 28 da Académica. Acabou na lateral direita quando Cléber foi substituído e mostrou que pode desempenhar com qualidade qualquer dos dois papéis.
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Luís Aguiar (2) – O ataque da Académica praticamente não existiu, o uruguaio correu bastante mas teve sempre pouca bola.
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Joeano (2) – Tal como Luís Aguiar, muito apagado e sem oportunidades.
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Miguel Pedro (3) – É um extremo com boa técnica, mas num jogo com o de ontem as coisas nunca saíram realmente bem.
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Ivanildo (3) – Jogando contra o seu clube, deu velocidade à equipa mas por vezes perdeu-se em dribles.
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Lito (2) – A ideia era explorar a sua velocidade nos minutos finais em que o Porto poderia apresentar mais fadiga. Raramente se viu e ainda lhe foi mostrada uma cartolina amarela.

  - Sábado, Março 08, 2008

Porto - Académica
Convocados

12 - Ricardo
24 – Pedro Roma
2 – Joeano
15 – Orlando
3 - Fofana
4 – Kaká
5 - Berger
30 - Pedro Costa
28 – Nuno Piloto
18 – Vítor Vinha
8 – Paulo Sérgio
82 - Cléber
85 - Luís Aguiar
17 – Cris
33 – Tiero
25 – Ivanildo
26 - Edgar
11 – Lito
10 – Miguel Pedro

  - Sexta-feira, Março 07, 2008

José Eduardo Simões assume recandidatura

José Eduardo Simões anunciou na manhã desta sexta-feira a esperada recandidatura à presidência da Académica, tendo agora até 15 deste mês para formalizar a lista com a qual tentará ser eleito para mais um mandato de três anos. «O trabalho mais difícil está feito, agora é tempo evoluir para um patamar diferente. Não fiquei, obviamente, alheio ao apelo de muitas centenas de associados e, por isso, definitivamente, posso referir que vou ser candidato com uma excelente equipa», revelou aos microfones da Diário de Coimbra FM.
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O presidente dos estudantes, recorde-se, vai ser julgado por oito crimes de corrupção e há, até, possibilidade de as audiências começarem ainda antes do acto eleitoral, agendado para dia 14 de Abril, algo que não o incomoda: «Se não foi perturbador para mim nos últimos dois anos e meio, também não o será agora.»
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O outro candidato conhecido até agora é Maló de Abreu, perspectivando-se, assim, a reedição do duelo de há três anos, quando José Eduardo Simões obteve 1310 votos (56,19%), enquanto o médico conimbricense recolheu 957 (41,05%).
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Durante a entrevista, José Eduardo Simões deixou ainda algumas críticas a Manuel Machado, falou dos casos Dame NDoye e, mais recentemente, da transferência falhada de Sérgio Conceição, e deu a entender que, caso seja reeleito, irá manter Domingos Paciência no comando técnico da equipa. «Faz parte de um projecto a médio prazo», confessou.
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In MaisFutebol

BriosoMilhões

Porto - Académica
Tótóbola:
Fura Redes:
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SundaySpecial:

  - Quarta-feira, Março 05, 2008

Mancha Negra
Porto - Académica

A Mancha Negra, claque oficial da A.A.C./Oaf, vai efectuar aOrganização da deslocação para o apoio a nossa Académica com o valor da respectiva Viagem c/ Bilhete pelo valor de 20 euros para sócios MN e 25 euros para público em geral,estes valores são em virtude do preço dos respectivosingressos para o jogo, apelamos assim á presença dos Académistas para o apoio aequipa no proximo Domingo pelas 19:00h.

As inscrições e informações adicionais podem e devem ser efectuadas na sededa claque, pavilhão Jorge Anjinho, de Terça a Sexta feira das 15H ás 19h eQuinta feira até as 24H, informações adicionais através dos telefones936000633 Miguel Pedro ou 917691086.

A viagem esta programada para Domingo dia 09 Março com saída prevista pelas16:00h do Pavilhão Jorge Anjinho.

Saudações Académicas,
Miguel 936000633
MNTOURS85

  - Terça-feira, Março 04, 2008

Como levar mais gente ao estádio? Eis uma boa solução

Bolton quer «noite memorável» no Reebok Stadium
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."O Bolton está decidido a criar uma atmosfera única no Reebok Stadium, no jogo de quinta-feira com o Sporting. Para tal, e de modo a garantir lotação esgotada, o clube inglês rejeitou «duas propostas substanciais» para a transmissão televisiva do encontro da primeira mão dos «oitavos» da Taça UEFA.
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«Os adeptos são a nossa prioridade para uma noite que, acreditamos, vai ser memorável. Por isso, quisemos garantir que o jogo se iniciasse a uma hora conveniente para a maioria dos adeptos», explicou o presidente do Bolton, Phil Gartside, que se mostra decidido a repetir o «ambiente fantástico» vivido no embate com o Atlético de Madrid: «O jogo na eliminatória anterior [vitória por 1-0] foi memorável, não só pela vitória como também pelo ambiente fantástico criado pelo estádio cheio. Queremos que a atmosfera se repita no jogo com o Sporting e por isso fizemos todos os esforços para iniciar o jogo num horário tradicional».
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Diga-se, de resto, que a visita do Sporting está a gerar grande entusiasmo junto dos adeptos do Bolton, sendo que, a dois dias do jogo, o Reebok Stadium está praticamente lotado."
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Em Portugal, temos jogos segunda-feira e domingo à noite e a serem transmitidos pela televisão, bilhetes cada vez mais caros. Esforços para levar mais gente ao estádio são cada vez menos e, o site da Liga afirma ainda "que Portugal, com 28 bilhetes por cada mil habitantes, é o país onde mais bilhetes se vendem, proporcionalmente à população. A seguir vêm a Inglaterra e Espanha, com 25, a Alemanha, com 18, França, com 15 e Itália com 14. Os dados são do Eurostat."

Rectificação: Paulo Sérgio disponível para o Dragão, Pedrinho não

No Domingo referi que, depois do cartão amarelo visto em Matosinhos, Paulo Sérgio iria falhar o embate com o Porto por ter sido o quinto cartão amarelo na Bwin Liga época 2007/2008 e, como manda o regulamento da liga: "O jogador que , na mesma época desportiva e em jogos diferentes, acumular uma série de cinco, quatro, três ou dois cartões amarelos, fica cada uma dessas referidas séries pela ordem referida, automaticamente suspenso, e é punido com um jogo de suspensão, a ser cumprido nos termos nº7 do artigo nº32 e com uma multa de 150€. "
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A verdade é que Paulo Sérgio viu sim o quinto amarelo nesta edição da Liga, mas no jogo com o Marítimo, em partida da 3ª jornada, o árbitro Paulo Costa mostrou-lhe por duas vezes a cartolina amarela e o brasileiro da Briosa cumpriu assim no jogo com Paços de Ferreira, um jogo de suspensão, o que "limpa" a contagem de séries de cartões amarelos..
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Quem por seu turno falha, e desta é de certeza, o jogo no Dragão é o lateral direito Pedrinho. Este sim, por ter visto o 5º amarelo esta época. O comunicado da comissão disciplinar da liga referente à 21ª jornada, pode ser consultado aqui.
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Erros acontecem mas foi sem dúvida um acto de ingenuidade ter escrito a informação sem antes ter ido confirmar. Aos nossos leitores, as minhas desculpas e um obrigado pelo alerta dado nos comentários.

Golos de Joeano só dão para empatar

A titularidade de Joeano, em Matosinhos, frente ao Leixões, surgiu de forma totalmente inesperada, até porque o brasileiro Edgar parecia, nos últimos tempos, ter o lugar garantido no onze inicial de Domingos Paciência. No entanto, a aposta do técnico, no sábado à noite, revelou-se acertada, pois o avançado brasileiro marcou por duas vezes na baliza defendida por Beto.
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O problema é que o dianteiro emprestado pelo Beitar de Jerusalém não consegue ultrapassar um problema na presente temporada: sempre que marca… a equipa empata. Foi assim na recepção ao União de Leiria e ao Braga e agora… em Matosinhos. Um quarteto de golos que só renderam três pontos à Briosa que teima em não subir alguns degraus na tabela classificativa.
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Apesar de uma temporada de menor fulgor - também é verdade que não tem sido tantas vezes titular -, Joeano costuma ser sinónimo de golo no emblema estudantil, basta recordar a performance em 2003/2004 e 2005/2005. É verdade que não marcava desde 4 de Janeiro (há quase dois meses), mas é, neste momento, o segundo melhor marcador da Académica, apenas superado pela meia dúzia de Lito.
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Joeano veio para Portugal para representar a Sanjoanense, e deu nas vistas ao ponto de chamar a atenção dos espanhóis do Salamanca. De regresso a Portugal, assinou pela Académica, onde passou a ser um dos jogadores mais acarinhados pelos adeptos.
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In O Jogo

  - Domingo, Março 02, 2008

Paulo Sérgio falha jogo com o Porto

Depois da lesão de Pavlovic no jogo com o Boavista, o seu substituto Paulo Sérgio viu no jogo com o Leixões o 5º cartão amarelo nesta edição da Bwin Liga e cumprirá assim um jogo de suspensão. Para a visita ao Dragão, Domingos Paciência não poderá contar com os seus dois trincos, uma vez que é quase certo que o sérvio não recupere da sua lesão.
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Uma dor de cabeça para o treinador da Briosa que terá de efectuar alterações no seu meio campo. Perfilam-se para ocupar a posição de trinco Nuno Piloto, Cris ou mesmo Luís Aguiar.

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Entretanto, está já definido o calendário para a jornada 22. A Académica joga no domingo com o líder Porto às 19h e o jogo será transmitido pela TVI.

  - Sábado, Março 01, 2008

A nova aquisição

O Leixões aproveitou o jogo de hoje, frente á Académica para apresentar o seu novo reforço.

Ficha Técnica
Nome: Carlos Xistra
Naturalidade: Castelo Branco
Clube: Leixões
Estreia na Superliga: Leixões x Académica (Homem do Jogo)

A decisão de homem do jogo e melhor do Leixões foi unanime por toda a comunicação social, Carlos Xistra, conseguiu que o seu clube arrecadasse um ponto quando a derrota já era mais que certa.

A primeira grande jogada do jogador, foi a seguinte:

http://futebol.videos.sapo.pt/WJ2rhLnYNyEJQiSKnlEw

Numa jogada que parece sem espinhas por parte de Vitor Vinha, onde a haver falta, esta começa fora da grande área o homem do jogo, conseguiu transformar o livre directo em grande penalidade inaugurando o marcador a favor da sua equipa.

O segundo lance, onde o novo reforço apresenta toda a sua garra a favor do seu clube do coração:

http://futebol.videos.sapo.pt/V0CBjILPq4Sq9FZW3U63

Neste lance, a nova estrela leixonense, conseguiu deixar todos de boca aberta, nem a comunicação social consegue ser unanime, uns dizem que foi assinalada grande penalidade por a bola ter sido tocada com a mão pelo Kaká (o que dá para ver que assim não acontece), outros dizem que foi carga do defesa da Briosa sobre o Jorge Gonçalves, o que, como é praticamente impossivel visto este estar atrás do academista.

Depois disto, certamente que a nova estrela leixonense, merece o salário que este clube lhe paga, ou pelo menos deveria pagar.
Enfim, isto faz lembrar os tempos do Loureiro, do Gondomar, das prendas em ouro. Esperemos que a Liga, pelo menos se autoquestione sobre a fantástica exibição deste novo reforço Leixonense.

Carlos Xistra empata Académica
2-2 foi o resultado final

Em partida da jornada 21 da Bwin Liga, época 2007/2008, Leixões e Académica defrontaram-se no Estádio do Mar. Um ponto separava as duas equipas à entrada da partida e assim se manteve esta distância para os leixonenses depois do empate a dois golos. Um ponto que acaba por valer por dois, uma vez que a Académica passa a ganhar em confronto directo (relembre-se que em Coimbra o resultado foi de 1-1). Num jogo que poderia, mais uma vez, ter sido decisivo para a Académica, os "estudantes" voltaram a mostrar valor, dando espectáculo ao seu futebol mas, mais uma vez nos últimos minutos não conseguiu segurar a vantagem. Desta vez alguém se esqueceu de marcar Carlos Xistra.
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Em relação ao onze da última jornada, o técnico Domingos Paciência fez quatro alterações na equipa principal. Pavlovic por lesão ficou de fora enquanto que Edgar, Lito e Ivanildo sentaram-se no banco. Assim, a Académica entrou em campo com o seu capitão Pedro Roma na baliza, Pedrinho na direita, Kaká e Orlando no centro da defesa enquanto que Vítor Vinha ocupou o lado esquerdo. Paulo Sérgio foi o homem mais recuado do meio campo enquanto que Cris, Tiero, Nuno Piloto formaram o habitual trio que Domingos Paciência incutiu na equipa. Luís Aguiar e Joeano foram os homens mais avançados. Perante estas alterações, poder-se-ia pensar que a disposição táctica iria mudar. No entanto, o sistema manteve-se o mesmo e os jogadores parecem entender perfeitamente o que se lhes é pedido.
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A primeira parte começou e desde cedo a Académica foi o conjunto dominador. Procurando o golo desde cedo, dispôs de uma grande oportunidade logo aos 5 minutos: Livre marcado por Luís Aguiar com Tiero a aparecer muito bem na grande área a cabecear (começa a ser especialidade do ganês) para defesa do guarda-redes Beto. A bola sobra para Orlando que de baliza aberta embora que num ângulo apertado, remata com o pé esquerdo e acerta no poste. Aos 17 minutos, o primeiro lance do jogo. Carlos Xistra entende que Vítor Vinha derruba Jorge Gonçalves dentro de área embora pelas imagens televisivas fiquem algumas dúvidas. Chamado à conversão, Roberto fez o 1-0 para os da casa. Com o golo sofrido, a Académica reagiu e cresceu no jogo. Os capas negras remeteram o Leixões ao seu meio campo e foram criando jogadas de perigo. Aos 24 minutos, o golo surge finalmente. Depois de uma jogada de insistência após o pontapé de canto, Kaká remata e Joeano desvia já dentro da pequena área estabelecendo a igualdade. O jogador que tinha sido aposta de Domingos Paciência para este jogo, cumpria a sua obrigação - marcar golos.
Nos últimos 10 minutos da primeira parte, foi a vez da Académica passar por momentos de algum aperto mas de uma maneira ou de outra, Pedro Roma e a defesa foram segurando o empate.
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A segunda parte arrancou com o jogo igualmente disputado. Aos 50, Vítor Vinha pelo lado direito fez um remate em arco que teria sido um grande golo, no entanto Beto defendeu para canto. O Leixões provou ter uma boa equipa e criou também alguns lances de bastante perigo. Primeiro foi Roberto a atirar ao poste sendo jogadas de perigo, principalmente pela direita do ataque leixonense foram-se repetindo. Vítor Vinha parecia não conseguir tomar conta do recado e por isso Domingos Paciência mexeu na equipa estreando o brasileiro Cléber na Liga. Substituição bem sucedida uma vez que foi pela esquerda que a Académica avançou aos 63 minutos por intermédio de Luís Aguiar que cruzou para a área onde se encontrava Joeano que, com tempo para receber, atirou para o fundo da baliza. 1-2 era o resultado e tudo fazia prever 3 importantes pontos para a Académica. O grande caso do jogo sucede aos 90 minutos, quando era o Leixões quem mais tenções tinha de marcar um golo. Aproveitando um livre directo para fazer um cruzamento para a área, Carlos Xistra viu o que ninguém viu e decidiu tirar dois pontos à Académica. As imagens televisivas nada mostram e mesmo os jogadores do Leixões nem reclamaram qualquer falta dentro de área. A verdade é que o árbitro decidiu e Jorge Gonçalves terminou com a partida fazendo o 2-2.
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Com este empate, a Académica ainda só perdeu um jogo nos últimos 8 jogos e ocupa agora a 11ª posição com 22 pontos. A equipa mostra bom futebol e Domingos Paciência mostra confiar em todos os seus jogadores. Joeano mostrou que não quer ser suplente fazendo o seu primeiro "bis" esta época. Cada vez mais um chefe de primeira categoria, uma coisa vai sendo cada vez mais evidente: Renovação com Domingos, já!
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Os pretos, um a um:
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Pedro Roma (3) - Sofrer dois golos e de grande penalidade é ingrato para um guarda-redes que durante 90 minutos mostrou a habitual segurança embora sem defesas de grande destaque.
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Pedrinho (4) - É sem dúvida um bom lateral e a sua chamada em Janeiro está, até agora, justificada. Lateral que sobe muito mostrou hoje cultura táctica e a continuar assim, corre Pedro Costa...
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Vítor Vinha (2) - Não é por ser um jogador da casa que leva nota negativa, o 18 da Académica esteve bastante mais nervoso que no jogo com o Boavista. É ele que comete a primeira grande penalidade e acaba por ser substituido numa altura em que o lado esquerdo da defesa passava por momentos de grande aperto. Tem ainda assim, um bom remate aos 50 minutos que poderia ter dado um grande golo.
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Kaká (3) - Encara o jogo com a habitual raça, e não tem medo ou vergonha em pontapear a bola para a frente. Fez um jogo atento e foi o autor da suposta falta da segunda grande penalidade.
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Orlando (3) - A par de Kaká, não foi pelos centrais que a Académica não ganhou hoje. No entanto, estes dois jogadores são os maiores responsáveis em lances de bolas paradas e hoje, a Académica sofreu várias vezes.
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Paulo Sérgio (4) - Tinha a difícil tarefa de ir jogar no lugar do fundamental Pavlovic. Foi um bloco no meio campo e até ter visto cartão amarelo, foi o senhor do meio campo.
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Cris (3) - Um bom jogo do médio da Académica, preenchendo todo o campo. Caiu na segunda parte mas cumpriu com as exigências.
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Nuno Piloto (4) - A jogar, finalmente, na sua posição é inteligente a colocar a bola no relvado e sair a jogar. Encaixa bem no meio campo da Académica e parece agora ganhar um lugar como titular.
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Tiero (4) - Bom jogo do ganês sendo o transportador para o ataque e dando ao jogo maior técnica. Muito útil à Académica.
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Luís Aguiar (3) - Surpreendeu jogando no lugar de Lito. Muito sacrifício e uma boa partida. Especialidade: bolas paradas.
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Joeano (5) - Qualquer avançado vive de golos, mas especialmente Joeano. É um jogador que tem fases, mais ou menos goleadoras. Com dois golos hoje e quilómetros corridos, o melhor da Briosa.
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Cléber (3) - Estreia do brasileiro pela Académica, mostrou bons pormenores na saída para o ataque e acabou com o sufoco por que a equipa passava até à sua entrada. Quando apertado pelo Leixões, bola na frente, provavelmente o que lhe foi pedido.
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Miguel Pedro (2) - Sem tempo para mostrar as suas qualidades, entrou para explorar o contra-ataque quando a Académica ganhava, mas não foi bem sucedido.
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Edgar (1) - Começou o jogo no banco e foi chamado já nos minutos finais para queimar tempo. Podia ter comprometido com o puxão que fez dentro de área, mas Carlos Xistra tinha já o trabalho de casa feito.