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  - Sábado, Março 31, 2007

Juniores da Briosa "assaltados" em Guimarães


A nossa equipa de juniores foi hoje derrotada pelo V.Guimarães, em encontro da 27ª jornada do "Nacional" da categoria (Zona Norte).
Num encontro onde a vitória era fundamental para manter a esperança de chegar ao 2º lugar e aceder ao "final four", a Briosa esteve melhor e, a cerca de 10 minutos do final, vencia por 2-0.
Num lance na nossa grande-área, uma mão que só o árbitro viu originou uma grande penalidade e a expulsão do jogador acusado de ter cometido a pretensa falta (ao que parece, a ter havido infracção, teria sido outro o "culpado").
Na transformação, os locais reduziram a desvantagem. A equipa desorientou-se e, na jogada seguinte, surgiu o empate.
Os nossos jovens sentiram o golpe, o público começou a pressionar e, já nos instantes finais, os vimaranenses acabaram por chegar ao triunfo.

Sarmento regressa aos convocados

O regresso de Sarmento, já recuperado da lesão que o afectou, é a principal novidade na convocatória da Briosa para o encontro de amanhã, frente à U.Leiria. Em contrapartida, Alexandre, que viu um duplo "amarelo" nas Aves, cumpre um jogo de suspensão.
São os seguintes os eleitos de Manuel Machado:
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Guarda-redes: Pedro Roma e Douglas
Defesas: Paulo Sérgio, Medeiros, Kaká, Litos, Lino e Vítor Vinha
Médios: Nuno Piloto, Roberto Brum, Sarmento, Miguel Pedro, Dame e Filipe Teixeira
Avançados: Cláudio Pitbull, Gyano, Sílvio e Joeano.

  - Sexta-feira, Março 30, 2007

Almeida Santos convoca formalmente a AG de 11 de Abril


O presidente da Assembleia Geral da Académica/OAF convocou aquele órgão para uma reunião a realizar no próximo dia 11 de Abril, de acordo com a convocatória que passamos a reproduzir:
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CONVOCATÓRIA
Nos termos do nº 2 do artigo 59º., dos estatutos, convoco a Assembleia Geral de Associados da Associação Académica de Coimbra – Organismo Autónomo de Futebol, em sessão ordinária, para o dia 11 de Abril de 2007, pelas 20H00, no Auditório do Estádio Cidade de Coimbra, sito na Rua D. Manuel I, em Coimbra, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1. Apreciação do Relatório e Contas do 2º semestre de 2006, correspondente à Época Desportiva 2006/2007.
2. Academia Briosa XXI – Conclusão e Financiamento.
3. Apreciação e votação da Proposta de renumeração dos Associados.
4. Informações
Coimbra, 16 de Março de 2007
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
Dr. António de Almeida Santos
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Artº. 62º. – 1 – A Assembleia Geral só funciona com poderes deliberativos, em primeira convocatória, com metade, pelo menos, dos seus sócios efectivos.
§ único – Não estando presente o quorum referido, a Assembleia funcionará uma hora depois e até às duas horas do dia seguinte, com poderes deliberativos se estiverem presentes e enquanto o estiverem, um mínimo de cinquenta associados e se tal constar do aviso convocatório.
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Um aspecto que está a levantar alguma controvérsia é o carácter ordinário do referido conclave. Com efeito, o ponto 2 do artigo 59º, ao abrigo do qual é convocada a Assembleia, reza assim:
"A Assembleia Geral reúne ordinariamente, em cada ano até 31 de Março, para aprovação e votação do relatório e contas da direcção, bem como o relatório e os pareceres do Conselho Fiscal e do Revisor Oficial de Contas, e até 15 de Dezembro para apreciar e votar o orçamento para o ano seguinte."
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Face à ultrapassagem do prazo estatutário, alguns associados entendem que a AG de 11 de Abril teria de assumir carácter extraordinário. Porém, outros entendem que o atraso na sua realização não inviabiliza a realização da reunião ordinária.
Mais uma "trapalhada" jurídica a prometer polémica!

Acabou a paciência de Domingos


Domingos Paciência deixou hoje o cargo de treinador da União de Leiria, nosso adversário do próximo domingo.
De acordo com o site "Maisfutebol", a sua saída teve como causa uma sucessão de casos disciplinares no seio do plantel.
A "gota de água" terá sido um desentendimento com Rossato, ocorrido no final do treino desta manhã, quando o jogador percebeu que não fazia parte da convocatória. Segundo a mesma fonte, o técnico manifestou ao presidente dos leirienses, João Bartolomeu, a intenção de prescindir do brasileiro. Contudo, aquele dirigente não esteve pelos ajustes, pelo que Domingos perdeu definitivamente a paciência, acabando por abandonar o clube.
Assim, no domingo, no ECC, será o até agora treinador adjunto Paulo Duarte que se sentará no "banco" dos visitantes.

Briosomilhões


Académica-U.Leiria
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Tótó Bola:
Fura-Redes:
Espaço Maya:
M&M'space:

  - Quarta-feira, Março 28, 2007

Pavlovic ao "Maisfutebol": "Sinto-me em casa"


Milos Pavlovic, que se lesionou com gravidade no jogo com o Boavista, foi entrevistado pelo site Maisfutebol, a propósito da deslocação da nossa selecção à Sérvia, o seu país natal.
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Em primeiro lugar, mostrou-se satisfeito por estar em Portugal.
«Fiquei muito contente quando assinei, porque já tinha estado em Portugal, em Maio do ano passado, no Europeu de sub-21 e gostei muito. Até comentei com os meus colegas: belo país, bons estádios, pessoas que adoram futebol, seria muito bom jogar aqui. E, por coincidência, surgiu a Académica. Viram-me durante o campeonato e apareceu o convite. Estou a adorar. Fui muito bem aceite e, em seis meses, ainda nem tive saudades do meu país. Sinto-me em casa. Há um grande convívio entre jogadores.»
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Sobre a sua lesão (uma fractura no pé direito, na recepção ao Boavista), o jogador mostra algum fair-play, embora revele poucas esperanças de voltar a jogar esta época.
«A minha lesão foi um acidente. Nem sei muito bem o que se passou. Disputei uma bola de cabeça e caí. Quando estava no chão, um jogador, nem vi quem foi, atingiu-me no pé. Senti muitas dores e vi logo que era grave. Levaram-me para o hospital e, na radiografia, via-se uma pequena fractura e uma rotura de ligamentos. O dr. Fonseca fez uma operação impecável e o pessoal do Centro Cirúrgico foi fantástico comigo. Fui muito bem tratado. Fizeram um belo trabalho. Estou a recuperar muito depressa, graças também ao trabalho do fisioterapeuta Miguel Rocha, mas não acredito que dê para jogar mais esta temporada.»
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Relativamente à sua vida pessoal, ficámos a saber que o jovem sérvio chegou a frequentar a Universidade, para se tornar engenheiro aeronáutico, mas o curso era muito exigente e o tempo, entre treinos, estágios e jogos, não abundava. Por isso, tentou algo mais próximo, dentro da gestão desportiva, mas, mais uma vez, não conseguiu compatibilizar as duas actividades.
«Como não foi possível atribuírem-me um regime de excepção e eu já estava a trabalhar com os seniores, não deu para continuar», lamenta o jogador, que decidiu vir para Portugal justamente quando estava numa fase de exames.
Questionado sobre a tradição estudantil da Briosa, responde: «Sei dessa vertente, mas é complicado. Primeiro, quero aprender a falar português como falo inglês. Quero melhorar, apesar de todos me dizerem que já me desenrasco muito bem. Essa é a minha prioridade. Para mim, é estúpido jogar num país dois ou três anos e não saber dizer uma palavra. Além disso, quando me retirar, gostaria de ter aprendido várias línguas», perspectiva.
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Ao contrário de maioria dos jogadores, Pavlovic não se furta a falar de política, em especial da guerra do Kosovo e da recente secessão do Montenegro.
Sobre a primeira, em 1999, conta a sua experiência :«A guerra estava concentrada sobretudo no Kosovo. A minha experiência não foi das piores, porque sempre vivi em Belgrado, longe dos conflitos. Mas tive vários amigos que participaram nele e viram coisas terríveis. Na guerra, ninguém pode cantar vitória. O pior foi quando a NATO bombardeou Belgrado.» Depois de dizer isto, Milos recorda um dia horrível para a população da principal cidade da Sérvia e aponta o dedo aos Estados Unidos:
«Queriam bombardear só porque andavam atrás de um único homem (Milosevic), por ser um criminoso de guerra. Mas isso não justifica destruírem hospitais, uma estação televisão ou pontes na capital do país. Nunca pensei que a NATO fosse capaz de bombardear Belgrado, porque é uma grande cidade, com dois/três milhões de habitantes. Sempre pensei que o conflito iria ficar-se pelo Kosovo. Mas não. Aconteceu. Nesse dia, foi terrível. Soaram as sirenes e tivemos de ir para as caves e bunkers. Houve inúmeras vítimas. Graças a Deus, não tive ninguém a lamentar, mas nunca poderei aprovar aquilo que os americanos fizeram à Sérvia».
Acusa ainda os norte-americanos de terem levado a efeito uma campanha de intoxicação da opinião pública: «Na Europa, deram uma ideia errada às pessoas. Os jornalistas da CNN, por exemplo, vinham ao Kosovo e a Belgrado e faziam estórias em que os sérvios apareciam como assassinos, terroristas e sei lá mais o quê. As pessoas, depois, viam isso em casa, e, claro, pensavam: como é possível? Ninguém contou a verdadeira estória do que se passou. Fizeram uma coisa totalmente diferente. Foi terrível.»
Relativamente à desagregação da Jugoslávia, iniciada em 1991, com a independência da Eslovénia e da Croácia e cujo último episódio foi a independência do Montenegro, no ano passado, Pavlovic considera-a negativa:
«É mau para o Desporto. Há 15 anos havia um grande país, a Jugoslávia, com a Sérvia, Croácia, Eslovénia, Macedónia, Bósnia Herzegovina, Montenegro e éramos fortes. Agora, temos um campo de recrutamento mais pequeno e fragmentado. Para mim é tudo a mesma coisa. Falamos a mesma língua, talvez com sotaques diferente, mas para mim o país é igual. Enfim, política»
O médio da Académica aceita a separação dos montenegrinos, apesar de defender que nunca houve animosidade entre os dois povos: «O Montenegro é que quis a independência, porque acredita ser possível entrar mais depressa para a União Europeia se for sozinho. E como todos ficaram contentes, não há problema. Se acham que estão melhor assim, tudo bem. Mais uma vez, é uma questão política, o povo não tem problemas com isso. Os montenegrinos não odeiam os sérvios, damo-nos todos bem. Eu, por exemplo, costumo ir lá nas férias, para fazer praia.»
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Por fim, considera o seu país favorito no jogo de hoje com Portugal. Eis a sua opinião:
«É claro que Portugal tem uma equipa muito boa, com individualidades muito fortes, e não falo apenas de Cristiano Ronaldo ou Quaresma, a defesa também é muito boa, e estão em grande forma, mas penso que somos favoritos. A Sérvia perdeu com o Cazaquistão e isso tornou o jogo mais difícil para Portugal, porque agora a nossa equipa sentirá mais pressão para ganhar. Outra vantagem é jogarmos em casa, num estádio especial [do Partizan de Belgrado], que leva muita gente, para ai 60 mil pessoas, e o facto de os adeptos serem fanáticos.»
Da sua selecção, fala de uma mescla de veteranos e jovens, alguns antigos companheiros seus nos escalões de formação: «A nossa equipa tem muitos jovens, cinco ou seis jogadores dos sub-21, que jogaram comigo no último Europeu, aqui em Portugal, e no qual chegámos às meias-finais. Destaco, por exemplo, o Krasic ou o Jankovic. Mas há uma mistura de gerações, entre jogadores experientes e mais novos.»
Quanto às hipóteses das duas equipas no apuramento para o Euro 2008, Pavlovic acredita que a formação de Scolari vencerá, com maior ou menor dificuldade, o grupo. Já sobre a Sérvia, tem muitas dúvidas se conseguirá ter a regularidade suficiente para agarrar o segundo posto. «Penso que Portugal é o candidato principal ao primeiro lugar. Antes da derrota no Cazaquistão, tinha mais esperanças. Foi só um jogo, é certo, mas era um daqueles em que era obrigatório ganharmos. Ainda por cima, agora vamos ter os encontros mais difíceis, em casa dos nossos adversários», considera Pavlovic.

Afinal como é?: Fica Machado ou entra Rogério?













Apesar de a Direcção ter comunicado, no site oficial, que chegara a acordo com o actual técnico da Briosa, Manuel Machado, para renovar por mais uma época, a verdade é que não cessaram as especulações acerca do seu futuro.
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De acordo com fontes anónimas, reproduzidas em vários espaços da blogosfera académica, Rogério Gonçalves será mesmo o treinador da Académica para a próxima época.
Na defesa da sua tese, está a redacção do comunicado directivo, referindo que a direcção "chegou a acordo com o técnico para a renovação do contrato por mais uma época" mas não afirmando, taxativamente, que "renovou por mais um ano".
Acresce ainda o facto de Manuel Machado ter afirmado, em entrevista à RUC, que apenas trataria do seu futuro no final da época e nunca ter confirmado a notícia da sua renovação em declarações posteriores à comunicação social.
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Algumas versões chegam mesmo a admitir a possibilidade de o antigo treinador da Naval e do Braga poder ainda rumar a Coimbra esta época, caso a classificação da equipa se agrave. Outras ainda, apontavam José Viterbo como seu adjunto, algo que o agora ex-técnico do Sourense desmentiu veementemente.
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Pela minha parte, não possuo quaisquer dados que me levem a duvidar da versão posta a circular pela Direcção. Agora, também sei que um treinador é escravo dos resultados e que, se estes não aparecerem, a situação de Manuel Machado se tornará insustentável. Tenha ou não renovado!
E, nessa eventualidade, Rogério Gonçalves, que desenvolveu um excelente trabalho na Figueira da Foz, é uma solução lógica.

Plantel da Briosa visitou Museu Académico*


Na manhã de ontém, o grupo de trabalho do futebol profissional teve oportunidade de conhecer o Museu Académico de Coimbra. Numa visita guiada pelo Director do Museu, Dr. Trindade Ribeiro, o Presidente da Direcção, José Eduardo Simões, atletas, equipa técnica e restantes elementos do staff, mergulharam naquela que é, também, a história de todos os Académicos.
Uma história que nos revela uma Academia única e singular nos seus princípios. Prova disso mesmo é a exposição que está actualmente patente no Museu dedicada à solidariedade num tributo a alguns dos membros da Academia de se dedicaram a melhorar o seu mundo e o mundo à sua volta. A exposição chama-se “Quando o sol nasce...” e pode ser visitada até ao final do mês de Março.
O momento de maior entusiasmo ocorreu numa das salas de troféus. Ali conta-se a história do futebol da Briosa desde 1911. Realmente emocionante foi unir a equipa em torno da Taça de Portugal de 1939... não há palavras - só mesmo as do Presidente: “queremos ganhar outra igual”!
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*in site oficial (adaptado)

  - Terça-feira, Março 27, 2007

PEDRO ROMA PERTO DE RENOVAR
Já existe entendimento verbal entre as partes

É o jogador mais utilizado de todo o plantel da Académica e mesmo da I Liga, mas ao que noticía hoje o Diário "as Beiras" ainda não é certa a sua continuidade no plantel da Briosa no que diz respeito à época 2007/2008.
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Diz-se que a idade não perdoa para uns. Para outros, como é o caso de Pedro Roma, não só a idade perdoa como faz efeito "vinho do Porto" e parece que quanto mais velho melhor está. O actual guardião da Briosa já conta 35 anos, mas ainda assim tem sido esta época o jogador mais utilizado o que aprova a sua enorme qualidade, assim como a importância que tem para o conjunto quer dentro quer fora das quatro-linhas.
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O processo de renovação do 24 da Académica está ainda longe de estar resolvido mas segundo palavras do jogador, "Neste momento, não está nada resolvido. Já conversámos e já chegámos a acordo em relação às pretensões das duas partes, mas nada está resolvido", afirmou Pedro Roma ao DIÁRIO AS BEIRAS. No entanto, segundo palavras do mesmo, não há outro panorama para o seu futuro que não seja a Académica, pelo que se poderá esperar para breve o anuncio da renovação do seu contrato.

  - Domingo, Março 25, 2007

Iniciados vencem, juniores folgam e mantém aspirações


A equipa de iniciados da Briosa bateu hoje o V. Setúbal por 2-0 em jogo disputado no campo da Pedrulha, a contar para a 2ª jornada da 2ª fase do Campeonato Nacional da categoria (Zona C).

Os nossos miúdos conseguiram, assim, os três primeiros pontos, após o desaire em Leiria, na ronda inaugural. No outro encontro da série, o Benfica recebeu e venceu a U.Leiria também por 2-0 e é líder com seis pontos.

.Por seu turno, prosseguiu o "Nacional" de juniores, com a realização da 26ª jornada. A Académica folgou, pois deveria defrontar o Gil Vicente, que, desde o início da época, se encontra suspenso devido ao "caso Mateus".

Apesar disso, a conjugação de resultados verificada permite que os nossos jovens mantenham ainda algumas esperanças de qualificação para a 2ª fase. De entre eles, destaque para as copiosas derrotas do V. Guimarães no terreno do rival e vizinho Braga, do Boavista em Leiria e do Leixões no campo do também vizinho e já apurado F.C.Porto. Apenas o triunfo caseiro do Candal sobre o Varzim nos foi desfavorável.

Desta forma, a luta pelo segundo lugar da Zona Norte está ao rubro, com cinco equipas ainda com fundadas aspirações a ocupar a última vaga de acesso ao "final four".
Eis os resultados da jornada:

F.C.Porto-Leixões.................3-0
Braga-V.Guimarães..............3-0
U.Leiria-Boavista...................4-1
Candal-Varzim.......................4-1
Rio Ave-U.Coimbra...............1-1
Vizela-Penafiel.......................0-0
Infesta-Feirense.....................1-2
Folgou a Académica.

A classificação dos sete primeiros classificados está assim ordenada:
F.C.Porto.......................63 (25 jogos)
Candal...........................47 (24)
V.Guimarães.................47 (25)
Boavista.........................46 (24)
Académica...................44 (24)
Braga.............................43 (24)
Leixões..........................41 (25)

  - Sábado, Março 24, 2007

BOM TESTE EM OLIVEIRA DO BAIRRO
Académica vence por 5-2

A Académica deslocou-se esta manhã a Oliveira do Bairro, onde goleou a equipa local por 5-2. Numa altura em que Manuel Machado tem vindo a queixar-se da finalização, a equipa acabou por dar uma resposta cabal, ainda que frente a um adversário da II Divisão.
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A Académica alinhou com Douglas, Kaká, Medeiros, Litos, Lino, Paulo Sérgio, Roberto Brum, Dame, Sílvio, Joeano e Pitbull, mas o destaque do jogo-treino foi para Nuno Luís, que voltou a jogar mais de três meses depois de ter participado no seu último jogo, a 10 de Dezembro de 2006, frente ao Marítimo.

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Os golos dos estudantes foram apontados por Pitbull (2), Joeano, Nestor Alvarez e Gyano, curiosamente todos eles avançados. O técnico da Briosa aproveitou, tal como o fizera a meio da semana, frente ao Tourizense, para testar algumas soluções tendo em vista o jogo com o U. Leiria, no dia 1 de Abril. Kaká foi novamente lateral direito e Paulo Sérgio voltou a jogar no meio-campo, isto porque Alexandre está castigado e não poderá alinhar diante da União de Leiria.

  - Sexta-feira, Março 23, 2007

AAC - U.Leiria no domingo, dia 1 de Abril


Já está disponível o agendamento das partidas referentes à 23ª jornada da Bwin Liga, a disputar no fim-de-semana prolongado com "epicentro" a 1 de Abril.

No que se refere à Briosa, não há qualquer alteração: a recepção à U. Leiria continua agendada para aquele domingo, às 16 horas

Eis os encontros que dela fazem parte, bem como os respectivos horários e transmissões televisivas:

Académica - U.Leiria (Dom, 1/4, 16 horas)
Sporting - Beira Mar (Seg, 2/4, 19 e 15 horas, TVI)
Belenenses - Desp.Aves (Sab, 31/3, 19 horas, SportTV)
V.Setúbal - Estª Amadora (Dom, 1/4, 16 horas)
Benfica - F.C.Porto (Dom, 1/4, 20 e 15 horas, SportTV)
Boavista - Paços Ferrª (Sab, 31/3, 21 e 30 horas, SportTV)
Marítimo - Braga (Dom, 1/4, 18 horas, SportTV)
Naval - Nacional (Dom, 1/4, 16 horas)

II ENCONTRO DE ESCOLINHAS DR. JOÃO MORENO*


Esta é já segunda vez em que o habitual encontro de escolinhas, que se realiza na altura das férias da Páscoa, é dedicado à memória do saudoso Presidente da BriosaDr. João Moreno, uma decisão dos responsáveis academistas que teve a primeira edição no ano passado.
O II Encontro de Escolinhas Dr. João Moreno vai realizar-se no próximo sábado, dia 24 de Março no Estádio Cidade de Coimbra, tem inicio agendado para as 10 horas e vai contar com a presença de todos os atletas da Escolinha Briosa, bem como da Escola de Futebol do Pampilhosa e do Centro Norton de Matos.
Esta iniciativa vai envolver cerca de duas centenas de jovens e é mais um sinal de que a Escolinha Briosa não pára e tem vindo a comprovar que é uma aposta completamente ganha!
Recorde-se que só a Escolinha Briosa movimenta cerca de 150 crianças entre os 5 e os 10 anos, divididas em oito turmas.

*in site oficial

  - Quinta-feira, Março 22, 2007

MANUEL MACHADO RENOVA COM A ACADÉMICA
Site Oficial confirma mais um ano de contrato

Numa altura em que já se avançava com várias hipoteses para a sucessão do professor Manuel Machado na Académica, eis que num repente o Site Oficial do clube avança com a renovação do contrato do treinador da Briosa por mais uma época, feito não muito habitual na carreira do mesmo, uma vez que só no Moreirense ficou mais de uma época consecutiva.
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José Eduardo Simões vai avançar com novo projecto
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Não é só do treinador a novidade na Académica. O presidente José Eduardo Simões está a tentar cativar os apoios necessários para lançar a sua candidatura a um novo mandato. Ao que parece trata-se de um projecto que pretende remodular o departamento de futebol da Briosa e para além disso voltar a aproximar a Académica de valores mais tradicionais e conservadores, procurando assim um maior consenso entre todas as faixas de Académicos.
Aguardam-se desenvolvimentos nos tempos mais próximos no que a esta matéria diz respeito.

Processos disciplinares a Sonkaya

A Direcção da Académica/OAF decidiu instaurar um processo disciplinar a Sonkaya, na sequência de uma entrevista do jogador ao "Diário As Beiras", em que teceu violentas críticas à Direcção e ao técnico Manuel Machado.
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A decisão directiva foi tornada pública ao fim da tarde de hoje, em comunicado publicado no site oficial da Briosa, que passamos a transcrever:

O atleta profissional Fatih Sonkaya foi cedido à AAC/AOF pelo FC Porto/ SAD para a temporada 2006/ 2007.

O contrato prevê que a AAC/OAF é obrigada a “disponibilizar um apartamento para habitação do jogador e seu agregado familiar” (agregado familiar constituído pelo próprio e sua esposa).O atleta decidiu arrendar um apartamento na “Quinta da Romeira”, cujo valor da renda não poderia ser, em circunstância alguma, suportado exclusivamente pela AAC/OAF.

Deste facto foi dado conhecimento ao atleta com indicações várias para se apresentar na sede da AAC/OAF de modo a resolver a questão. O que o atleta não fez.

Estando em curso um inquérito disciplinar por motivo de recusa do atleta Sonkaya em integrar a comitiva da AAC/OAF que disputou a partida com o Nacional da Madeira; e tendo em conta o teor das notícias publicadas hoje na comunicação social, reportando declarações do atleta em causa, a Direcção da AAC/OAF decidiu instaurar novo processo disciplinar ao jogador, com carácter de urgência, e comunicar ao FC Porto/SAD, para os devidos efeitos.”

22 de Março de 2007

O jogador encontra-se suspenso de toda a actividade desportiva, situação que deverá manter-se até à conclusão do processo.

O surrealismo continua: Vai haver AG, mas é outra!


Mais uma vez surreal o que se passa na Briosa.
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Na passada terça-feira, demos conta de que, na sequência de um abaixo-assinado subscrito por cerca de 50 sócios, encabeçados por João Francisco Campos, o presidente da Assembleia Geral, Almeida Santos, teria convocado uma reunião daquele órgão para 11 de Abril próximo, com a finalidade de este se pronunciar acerca da interpretação estatutária da data das eleições.
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Desde logo, ficámos a saber que tínhamos laborado num equívoco: tal convocatória teria sido avançada, não em função do pedido daqueles associados, mas antes em resposta a uma carta que lhe fora dirigida por José Eduardo Ferraz, antigo vice-presidente da direcção de Campos Coroa, com o propósito de inquirir a sua opinião acerca da mesma questão estatutária.
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Contudo, ontém, surgiu, no site oficial, o comunicado que passamos a transcrever:

ASSEMBLEIA GERAL DE ASSOCIADOS A 11 DE ABRIL
A Direcção da Académica solicitou junto do Presidente da Mesa da AG a convocatória de uma Assembleia Geral Ordinária para o próximo dia 11 de Abril, que terá lugar no Auditório do Estádio Cidade de Coimbra.
ALMEIDA SANTOS NÃO RECEBEU NENHUM PEDIDO POR PARTE DE ASSOCIADOS
Ao contrário do que tem vindo a ser veiculado, esclarecemos que não chegou ao Presidente Almeida Santos nenhum pedido por parte de um ou mais associados no sentido de convocar uma Assembleia Geral. A mesma vai acontecer na sequência do pedido por parte da Direcção, como de resto está estatutariamente consignado.
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Entretanto, em entrevista ao jornal "Campeão das Províncias", Almeida Santos entende que o acto eleitoral para a escolha dos novos corpos sociais da instituição só deverá ocorrer em finais do corrente ano.
Segundo declarou, o conclave de 11 de Abril destinar-se-á apenas a "votar as contas inerentes ao segundo semestre de 2006 e apreciar aspectos relacionados com a construção da Academia Briosa XXI".
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A confusão está novamente instalada: afinal vamos ter apenas uma AG ordinária.
Mas, então, algumas questões se levantam:
Angariaram-se ou não as 50 assinaturas, nos termos estatutários?
Foram ou não entregues a Almeida Santos?
Se foram, não terá este de marcar uma AG extraordinária, independentemente da ordinária?
Ou, uma vez que os Estatutos não estabelecem qualquer prazo para essa marcação, poderá o presidente da Assembleia Geral usar uma espécie de "veto de bolso"?
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Com mais este episódio, a Briosa continua o seu processo "a caminho do surrealismo". Aguardamos as "cenas dos próximos capítulos".

  - Quarta-feira, Março 21, 2007

Briosa e adversários directos bafejados pela "graça do último minuto" (actualização)


A 22ª jornada da Bwin Liga deixou tudo na mesma no que se refere aos quatro últimos classificados, já que todos empataram, curiosamente em circunstâncias bastante similares.
Assim, a Briosa empatou no terreno do actual "lanterna vermelha", o Desp. Aves. Depois de estarem a vencer ao intervalo, os "pretos" permitiram a reviravolta ao adversário. Apesar de reduzidos a dez elementos, acabaram por chegar à igualdade a um minuto do termo do encontro, por intermédio de Filipe Teixeira.
Por seu turno, o Beira Mar cedeu um empate em "casa" frente ao Marítimo, numa partida cujo marcador teve uma evolução semelhante ao da Académica: os aveirenses chegaram ao intervalo em vantagem, consentiram dois golos "de rajada" já perto do final mas, no minuto 90, Alcaraz evitou a derrota da sua equipa.
Também o V. Setúbal logrou uma igualdade no terreno da U.Leiria. Os sadinos viram, igualmente, um jogador expulso no início da 2ª parte, sofreram um golo mas, já nas compensações, o veterano Ayew repôs o equilíbrio no marcador.
Com estes desfechos, tudo se manteve, do ponto de vista pontual, na cauda da tabela. Assim, a Briosa manteve a "almofada" de segurança de cinco pontos de que dispõe face à "linha de água", teimando em ocupar o 13º lugar da Liga principal do futebol português.
Quanto à apreciação da situação da Académica, podemos ter duas leituras: uma, optimista, que dirá que jogámos "fora" e que passou mais uma jornada sem que a nossa situação se tenha agravado; outra, pessimista, que lamentará o facto de não conseguimos descolar dos três últimos (inclusive o facto de não termos aproveitado as derrotas do Estrela da Amadora e do Boavista) e apontará o calendário desfavorável das últimas jornadas como fonte de preocupação.
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Eis os resultados dos encontros já efectuados da 22ª jornada:
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Desp. Aves - Académica............2-2
B.Mar - Marítimo............................2-2
U. Leiria - V.Setúbal......................1-1
F.C.Porto - Sporting......................0-1
Nacional - Boavista.......................2-0
Paços Ferrª - Belenenses............0-2
Est.ª Amadora - Benfica...............0-1
Braga - Naval.................................2-1
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A classificação actual está assim ordenada:
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F.C.Porto................ 52
Benfica.................... 51

Sporting.................. 46
Braga...................... 35
Belenenses.............34
Paços Ferrª............ 32
Nacional...................31
U. Leiria.................. 30
Marítimo.................. 29
Naval........................28
Boavista...................25
Estª Amadora..........24
ACADÉMICA..........20
V. Setúbal................16
Beira Mar.................15
Desp. Aves..............13
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A 23ª jornada, a disputar no fim-de-semana futebolístico de 1 de Abril, engloba os seguintes encontros:
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Académica-U.Leiria
Sporting-Beira Mar
Belenenses-Desp.Aves
V.Setúbal-Estª Amadora
Benfica-F.C.Porto
Boavista-Paços Ferrª
Marítimo-Braga
Naval-Nacional

  - Terça-feira, Março 20, 2007

Abraço Académico!

O caminho para o sucesso é por vezes longo e tortuoso, mas é apenas percorrido pelos que pela sua cabeça e com seriedade, honestidade e competência estão à altura dos desafios que o dia-a-dia nos coloca. O futebol não é excepção, embora a particularidade de mexer com paixões de uma forma que, se calhar, nenhuma outra profissão mexe, possa dar azo a manobras circenses dignas de um qualquer Cardinalli …

Mas nunca pode essa paixão servir para violentar quem tudo dá por uma causa, mais do que por um clube. O futebol é de quem o ama e serve.

Sais pela porta grande, vencerás no futebol e na vida pela tua competência e darás uma enorme lição de vida a quem te escorraçou. Para o homem, para o Académico, para o nosso amigo José Viterbo sai um FRA !!

Assembleia Geral provável a 11 de Abril

De acordo com notícias vindas a público, Almeida Santos, presidente da Assembleia Geral da Briosa, terá marcado para o próximo dia 11 de Abril uma reunião daquele órgão, na sequência de um pedido subscrito por 50 sócios, encabeçados pelo antigo presidente da Mancha Negra, João Francisco Campos.
Embora ainda não haja conhecimento da ordem de trabalhos, tudo indica que aí será discutida a data das eleições, dependente da interpretação estatutária que for feita.

  - Segunda-feira, Março 19, 2007

PROGNÓSTICOS
Luís Santarino hoje em directo

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Em ano de eleições na Briosa vão-se avançando pelos meios de comunicação vários possíveis candidatos à presidência. Para fazer frente à direcção de José Eduardo Simões, Luís Santarino é cada vez mais uma opção válida e estará hoje em directo nos estúdios da Rádio Universidade de Coimbra a partir das 21h no já habitual "Prognósticos".
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Em duas horas de programa, destaque também para o empate da Académica na Vila das Aves e as secções de Futebol e Basquetebol. Para poder participar, basta ligar 239410427.
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A não perder sintonizando 107.9 ou através de www.ruc.pt.

“Papá, vamos ao Luso ver os pretos!?!?”

A febre de Domingo à tarde começa com o pedido meio implorado do costume. A caravana negra é de monta, cachecóis e capas ao vento só param aos pés da frondosa Mata Nacional do Buçaco. Eucaliptos, em vez de cimento, emoldurando o campo de batalha, bola jogada à “flor do saibro”, pevides, espírito académico e sentido de humor, aí está a Briosa sentada na bancada que lhe estava destinada.

Começa o aquecimento. Nem a poeira afasta os olhos daqueles 11 que parecem estranhar um ambiente tão seco e rude. Como que querendo despejar a frustração, e antes de recolher ao balneário, grande Eldon atira um bico que valeria três pontos para o País de Gales, mas que a ele valeu apenas uma viagem de ida e volta ao eucaliptal, rogando pragas entre-dentes, por entre a galhofa da malta: “Acho que hoje jogamos sem ponta de lança ... o gaijo nunca mais encontra a bola …”

Esteve a vitória nos pés de um tal de Rubens Feijão, longilíneo médio ofensivo que então despontava nos pelados da segundona. Vitória que acabou por fugir nos últimos segundos quando o Luso resolveu colocar um empate a dois tentos no placard. Mas a tarde não foi de tristeza, não foi de apupo nem assobio (para o árbitro talvez, mas creio que chamar-lhe “aracnídeo” até tem um certo nível … ele deve ter pensado que se tratava de um elogio …) mas antes de fervor académico. Não se rasgaram cartões de sócio, não se excomungou a equipa nem a equipa excomungou os sócios. Foi apenas uma tarde de … afecto.

Hoje o cimento é disfarçado por poltronas de plástico, o ar já não sabe a pó, e os próprios académicos parecem difrentes, emproados em vez de sarcásticos, mal-humorados e sem o tal afecto por algo que é seu e que apregoado ao vento não faz sentido para quem nos ouve. Mas é essa falta de carinho que sinto no ar. Falta de carinho de todos, da equipa para com quem a apoia, de quem a apoia para com a equipa, e mais grave ainda, de quem comanda para com TODOS!

BASQUETEBOL
Derrotas caseiras para a Académica

Marcava 11.30h o relógio de Domingo quando no Pavilhão Multidesportos Académica de Coimbra e Académico do Porto iniciavam a partida a contar para a 5ª jornada do Nacional de Basquetebol Femininos - escalão Juniores. Duas equipas que estavam até então igualadas na tabela embora a equipa de fora tenha ainda um jogo a menos. Cedo se percebeu qual a equipa mais forte em campo e apesar de todos os esforços pelas estudantes, a bola teimou sempre em não entrar. Académica 40 - 66 Académico do Porto foi o resultado final que deixa a Briosa no 6º lugar com 6 pontos. Recorde-se que para chegar até ao nacional, esta equipa já passou por uma fase distrital ficando aí em primeiro lugar num grupo constituído também por SP Figueirense, Telecom Coimbra e Olivais Coimbra.
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.Já no escalão de Séniores Masculinos, a Briosa sofreu também uma derrota. Desta feita com o segundo classificado, o V.Guimarães por 77-87 num jogo a contar para a Pro Liga. Depois da jornada 24 estar concluída, a Académica de Coimbra encontra-se na 9ª posição com 34 pontos.

Tudo na mesma

Desportivo das Aves 2 - 2 Académica

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Na mesma é como ficam as coisas depois de mais uma jornada da bwin liga. A Académica manteve a distância aos principais oponentes directos e ganha assim vantagem no confronto directo com o Desportivo das Aves. Esta é a visão positiva que podemos tirar depois de mais uma fraca partida da Briosa em que o regresso a casa se faz triste e sem grandes motivos de orgulho. A Académica teve hoje uma oportunidade de dizer basta às críticas sentidas depois do último jogo e mostrar que a fuga à despromoção não é o lugar para uma equipa que tem atributos para muito mais que isso. Falava ontem com o Jorge Martins que a continuar assim a Académica já nem lutava para não descer, enquanto Aves, Beira Mar e V. Setúbal não ganharem jogos podemos continuar descansados.
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Há uma imagem que parece descrever o que se passa na equipa sénior de futebol da Académica de Coimbra: confusão. Depois criticado após o esquema utilizado em Alvalade para o jogo da Taça de Portugal, Manuel Machado regressou a um esquema de três centrais. Sendo Pedro Roma o guarda-redes, Medeiros, Litos e Kaká jogaram de início. Paulo Sérgio na direita e Lino foi o encarregado pelo corredor esquerdo da forma como atacavam os pretos. No meio campo Alexandre e Roberto Brum enquanto que na frente Miguel Pedro, Dame e Filipe Teixeira foram os eleitos. Não sou apologista de uma mudança constante de esquema táctico devido ao factor campo/adversário. Sendo o Aves a pior equipa da Liga, entrava a Briosa com a obrigação de mandar no jogo.
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O jogo começou algo tenso com ambas as equipas a saberem que não podiam falhar. Os cartões amarelos mostrados a Medeiros e Alexandre comprometeram desde cedo a exibição dos dois jogadores da Briosa. Para chegar ao golo, Dame N’Doye, Filipe Teixeira e Lino evidenciavam-se ameaçando por duas vezes. Do outro lado, Jorge Ribeiro alertou que podia criar perigo embora só na segunda parte tenha mostrado a sua especialidade na cobrança de bolas paradas. Ao minuto 39 a Académica chega à vantagem numa altura em que dominava a partida, ao seu estilo – depois de um toque para o lado – Dame atira uma bomba para o fundo da baliza. Antes do intervalo, o senegalês podia ter chegado ao 0-2 depois de uma excelente arrancada mas o guarda-redes Nuno esteve à altura.
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A segunda parte abriu com um Aves à procura do golo mas melhor ou pior a Académica ia limpando. Manuel Machado mexeu mudando simplesmente as peças de ataque. Cláudio Pitbull e Joeano renderam Miguel Pedro e Dame respectivamente. O 1-1 surge à passagem da meia hora do segundo tempo. Em mais um livre directo a Académica treme ficando Pedro Roma mal batido. Com a equipa da casa em crescente as coisas complicaram-se com a expulsão de Alexandre depois de ver a segunda cartolina amarela. Para piorar a situação, Hernâni faz o 2-1 numa jogada que mostra a passividade da defesa dos estudantes. Com tudo parado a ver jogar, o jogador do Aves apareceu a encostar na cara de Pedro Roma livre de qualquer marcação.
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Quando já tudo parecia perdido, após cruzamento de Pitbull, Filipe Teixeira aparece na area a cabecear restabelecendo a igualdade.
É um resultado mau, que todos esperavam melhor. Afinal de contas o Desportivo das Aves é o último classificado da Liga e três pontos hoje podiam ter definido muita coisa. O próximo duelo é com a União de Leiria em Coimbra.
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Os "estudantes" um a um:

Pedro Roma (2) - Depois da má imagem deixada no jogo com o Paços voltou a estar mal no primeiro golo sofrido. Embora seja dos mais regulares desta equipa leva já 36 golos sofridos. A Académica tem a segunda pior defesa da prova.
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Paulo Sérgio (3) - A adaptação de recurso acaba por ser a única solução viável nesta altura para o lado direito da defesa. tentou jogar simples e não comprometer.
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Medeiros (2) - Com um cartão amarelo logo nos minutos iniciais a missão complicou-se. É um jogador fraco no jogo aéreo e hoje era preciso transmitir confiança a toda a equipa.
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Litos (3) - No regresso à equipa após lesão mostrou ser o defesa mais experiente da Académica. Num campo apertado soube ocupar os espaços fatando, como a toda a equipa. a garra de querer vencer.
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Kaká (3) - Voltou a fechar o lado esquerdo como já tem sido habitual. Hoje não esteve seguro e pareceu andar perdido nas marcações.
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Alexandre (2) - A expulsão comprometeu o resto do jogo numa altura que uma unidade era fundamental. Graças a Deus, Filipe Teixeira empatou.
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Roberto Brum (3) - Bem no meio campo, mostra porque é titular.

Miguel Pedro (2) - No regresso à Vila das Aves não esteve à altura para desequilibrar na frente de ataque.
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Filipe Teixeira (4) - Mais uma vez o salvador, é o melhor jogador da Académica.
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Dame (3) - Um golo e uma grande arrancada no final da primeira parte deram vida à Briosa. Durante o resto do jogo foi pouco influente e o jogo passou-lhe ao lado.

Claudio Pitbull (2) - A sua entrada transmitiu força à equipa. Tirou o cruzamento para o golo do empate.
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Joeano (2) - Nada mudou durante o tempo que esteve em campo.
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Nuno Piloto (2) - Entrou depois da expulsão de Alexandre para compensar o meio campo. Conseguiu ainda assim garantir alguma solidez.

  - Domingo, Março 18, 2007

Domingo aziago para as camadas jovens



O dia de hoje acabou por se revelar negativo para as camadas jovens da Briosa ainda em competição.

Assim, os iniciados, que iniciaram hoje a sua participação na 2ª fase do respectivo "Nacional", foram derrotados por 2-0 na sua deslocação ao terreno da U. Leiria. Entretanto, o Benfica derrotou o V.Setúbal por igual marca, no outro encontro da série, disputado na cidade do Sado.

Por seu turno, os juniores foram derrotados por 3-0 na sua visita ao líder F.C. Porto, em partida da 25ª jornada do Campeonato Nacional da categoria (Zona Norte). Uma expulsão e uma grande penalidade que originou o primeiro golo "portista" logo nos primeiros minutos condicionou a prestação da nossa equipa. Apesar de tudo, a Académica mantém algumas esperanças de qualificação para a Fase Final, pois a luta pelo 2º lugar continua bastante acesa. Os resultados já conhecidos da jornada foram os seguintes:

F.C.Porto-Académica.........3-0

V.Guimarães-Candal............3-2

Boavista-Rio Ave...................2-1

U.Coimbra-Infesta..................3-2

Penafiel-U.Leiria....................2-4

Leixões-Feirense...................3-1

Folgou o Braga.

A classificação dos primeiros classificados está assim ordenada:

F.C.Porto.......................60 (24 jogos)
V.Guimarães.................47 (24)
Boavista.........................46 (23)
Académica...................44 (24)
Candal...........................44 (23)
Leixões..........................41 (24)
Braga.............................40 (23)

Desp. Aves, 2 - Académica, 2

A Briosa empatou hoje a duas bolas no terreno do Desp. Aves, último classificado da Liga.
Dame colocou a nossa equipa em vantagem, na transformação de um "livre", aos 38 minutos, resultado com que se chegou ao intervalo.
Na 2ª parte, Jorge Ribeiro, da mesma forma, empatou a partida aos 71 minutos. Pouco depois, Alexandre viu o segundo "amarelo" e tudo ficou mais difícil. Aos 84 minutos, Hernâni deu a volta ao marcador, mas, a um minuto do final, um cabeceamento de Filipe Teixeira permitiu evitar mais uma derrota para as nossas cores.
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Mais tarde (após o regresso de Vila das Aves), crónica de Francisco Martinho.

  - Sábado, Março 17, 2007

Sílvio é novidade na convocatória


A estreia do jovem Sílvio constitui o principal destaque no lote de convocados da Briosa para o importante jogo de domingo, na Vila das Aves, frente à equipa local, actualmente última classificada da Bwin Liga.
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A chamada daquele jogador, que actuou no satélite Tourizense até Dezembro, fica a dever-se ao facto de Nestor se ter lesionado num dos treinos desta semana.
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Outra novidade na convocatória é o regresso de Litos (já recuperado da lesão contraída no encontro da Taça, em Alvalade). Em contrapartida, Danilo saiu do lote dos eleitos de Manuel Machado.
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Por fim, há ainda a registar a habitual rotação dos guarda-redes suplentes: Douglas substitui Eduardo.
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É a seguinte a lista dos convocados:
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24 Pedro Roma
1 Douglas
2 Joeano
4 Káká
5 Alexandre
6 Roberto Brum
8 Paulo Sérgio
10 Filipe Teixeira
12 Sílvio
14 Medeiros
16 Lino
18 Vítor Vinha
19 Miguel Pedro
21 Litos
28 Nuno Piloto
29 Gyano
77 Dame
82 Cláudio "Pitbull"
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Lesionados: Nestor, Sarmento, Pavlovic, Nuno Luís e Hélder Barbosa.

  - Sexta-feira, Março 16, 2007

Briosómilhões



Desportivo das Aves - Académica


Tótó Bola:
Fura-Redes:
Espaço Maya:
M&M'space:


Por motivos técnicos, apenas segunda-feira estará disponível a classificação. As nossas desculpas.

  - Terça-feira, Março 13, 2007

Luís Godinho processa empresário de Dame

Em declarações à agência Lusa, o auto-suspenso vice-presidente da Briosa, Luís Godinho, anunciou que irá processar Artur Fernandes, empresário do futebolista Dame N'Doye, por prejuízos causados a si próprio, à sua empresa e à Académica/OAF.
Segundo afirmou, o referido agente é responsável por lhe ter sido "montada uma cabala para fazer dinheiro à custa do jogador e do clube".
Luís Godinho acusa-o ainda de ser responsável pelo má exibição do atleta na partida de domingo passado, frente ao Paços de Ferreira. "Esteve em Coimbra no dia do jogo e falou com o Dame, influenciando-o negativamente. Fez-lhe a cabeça e, por isso, ele não rendeu metade do habitual", afirmou aquele dirigente, que também já havia manifestado a intenção de processar o jogador.
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Artur Fernandes já reagiu, declarando "estar de consciência tranquila". Reafirmou que o "vice" academista tentou burlar o futebolista, escondendo um novo contrato no meio dos documentos tendentes à compra de um novo automóvel. Ao mesmo tempo, manifestou a sua opinião de que o contrato de Dame termina em 2006/2007, pois as cláusulas de opção são nulas, de acordo com as directivas da FIFA. "Só seriam válidas se o direito de opção fosse das duas partes, o que não é o caso".

Grupo de sócios pede AG extraordinária



Na sequência das dúvidas relativamente à data das eleições para os corpos gerentes da Briosa, um grupo de associados, encabeçado por João Francisco Campos, antigo presidente da Mancha Negra, colocou a circular, no decurso do jogo com o Paços de Ferreira, um abaixo-assinado, solicitando ao presidente da Assembleia Geral, Almeida Santos, a convocação de um conclave extraordinário para discutir a questão.
Neste momento, já estarão largamente ultrapassadas as 25 assinaturas estatutariamente requeridas para o efeito, pelo que é provável que a Assembleia aí solicitada venha a ter lugar dentro em breve.

  - Segunda-feira, Março 12, 2007

Surrealismo na Briosa: não há eleições mas sobram candidatos!


O ambiente de crise que se instalou no seio da Académica/OAF, na sequência do "caso Dame", veio reavivar a polémica acerca da duração do mandato dos actuais corpos gerentes e da data das eleições para a sua renovação.
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Para recordar os contornos dessa discussão, vou recuperar parte de um post da minha autoria, aqui publicado em Dezembro de 2006, na sequência de uma entrevista de José Eduardo Simões à RUC.
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Aí, o actual presidente revelou que as eleições para escolha dos novos corpos gerentes da Académica/OAF apenas deverão ocorrer em Dezembro deste ano (ou em Abril de 2008), posição que afirmou ser sustentada em opiniões de juristas com que, entretanto, contactou. Porém, essa interpretação não é pacífica no seio da instituição, onde há quem defenda que o acto eleitoral se deveria realizar já no próximo mês de Abril. Algo que implicaria a entrega das listas concorrentes até à próxima 5ª feira, dia 15.
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Em causa, estão os artigos 41º e 46º dos Estatutos da colectividade. Assim, o primeiro reza que "os corpos sociais são eleitos e exercem o seu mandato por três anos, que cessa com a posse dos novos órgãos sociais eleitos"; já o segundo dispõe que "as eleições para os órgãos sociais decorrem no período de 1 a 15 de Abril do ano em que devam ter lugar".
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Acontece que o falecimento do anterior presidente, João Moreno, criou uma situação omissa em termos estatutários. É que, estranhamente, os Estatutos não prevêm a vacatura do cargo presidencial, apenas dispondo que "o presidente designará um dos vice-presidentes para seu adjunto, que o substituirá nos seus impedimentos" (artº 66º). Será que isso se aplica à sua morte?
Na altura, não foi essa a interpretação. Por isso, avançou-se para novas eleições, em Dezembro de 2004, das quais saíram vencedores os actuais corpos dirigentes. Ao contrário do que alguns sustentam, estas não tiveram carácter intercalar (isto é, não se destinaram apenas a completar o que faltava do mandato do presidente falecido), pois essa situação não está prevista estatutariamente.
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Só que, não tendo o acto eleitoral ocorrido em Abril, gera-se uma contradição entre os dois artigos acima citados. Logo, não havendo, na "lei fundamental" da Briosa, nenhuma disposição específica aplicável a este caso, gerar-se-á sempre uma situação antiestatutária: se as eleições ocorrerem em Abril, os actuais órgãos sociais cumprem unicamente dois anos e quatro meses de mandato, não completando o triénio aí previsto. Mas, se se realizarem apenas em Dezembro, não respeitam a data expressamente estatuída para a sua efectivação.
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Claro que haveria uma solução para que tudo se processasse correctamente do ponto de vista formal: eleições em Abril e tomada de posse dos novos dirigentes apenas no final de 2007. Uma situação surrealista e que, muito possivelmente, entraria no anedotário das secções de fait-divers das agências noticiosas internacionais.
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Não sou jurista, mas, na minha opinião pessoal (e independentemente do que penso sobre o "prazo de validade política" desta Direcção), parece-me ser mais relevante o respeito pelo cumprimento integral do mandato dos corpos sociais que pela data prevista para as eleições. Por isso, julgo que seria preferível realizar o acto eleitoral no final deste ano. Entretanto, seria incluída nos Estatutos uma disposição transitória que prorrogasse em três meses o mandato dos órgãos sociais aí sufragados. Ou, então, colocar-se-ia a palavra "preferentemente" no artº 46º.
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No fundo, gera-se uma situação surreal: qualquer que seja a decisão tomada, é, simultaneamente, legítima (porque é uma interpretação tendente à resolução de um caso omisso) e ilegítima (porque viola uma disposição estatutária).
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Mas há mais. Suponhamos que a Direcção é demitida ou se demite no final da época, em Maio. Qual a solução estatutária? Eleições antecipadas? Eleições intercalares? Comissão Administrativa até Abril de 2008? Mais uma vez, terá de ser encontrada uma solução por via de uma qualquer interpretação jurídica. Como é possível esse cenário não estar previsto?
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O que me espanta é que o clube mais representativo de uma cidade que possui uma Universidade cuja Faculdade de Direito é uma referência nacional, onde existem tantos juristas de inegável mérito e prestígio, possua uns Estatutos com tantos "buracos". Lá diz o ditado: "casa de ferreiro, espeto de pau". A ideia que tenho ao lê-los é que, na última revisão, houve apenas a preocupação de os adaptar às exigências da Liga, não se cuidando de aspectos essenciais da vida da instituição. .
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Relativamente à situação que actualmente se vive na Briosa, recordo que a convocação das eleições compete ao Presidente da Assembleia Geral, pelo que é a este que cabe "desatar o nó". Almeida Santos ainda não se pronunciou, mas, mesmo que se pronunciasse a favor da marcação do sufrágio, seria possível ter as listas prontas até 5ª feira? Só por milagre!
No entanto, dado o seu alinhamento com as posições de José Eduardo Simões tudo leva a crer que o mais provável é o acto eleitoral só ter lugar daqui por um ano (ou, quanto muito, no final do próximo). A não ser que a Direcção se desmorone ou seja demitida em Assembleia Geral extraordinária.
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Contudo, apesar de não haver eleições marcadas para os próximos tempos, as movimentações aceleraram-se na última semana, onde todos os dias apareciam várias personalidades académicas como putativos candidatos. Assim, para além do actual presidente, José Eduardo Simões, surgiram nomes como Maló de Abreu, Álvaro Amaro, José Belo, Campos Coroa, Luís Santarino, Manuel Queiró, Américo Santos... No mínimo, surrealista!
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Claro que toda esta situação surreal só é possível pelas insuficiências dos actuais Estatutos, cuja revisão está há vários anos em curso. Urge, pois, concretizá-la. Consta que a nova proposta será apresentada pela comissão encarregue dessa tarefa no próximo mês. A ver vamos...
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Para concluir: não será por estas e outras deficiências de carácter organizativo que não conseguimos sair da "cepa torta"?
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Notas finais:
1) Este texto foi elaborado na passada sexta-feira à noite. Contudo, dada a importância do jogo com o Paços de Ferreira, decidi colocá-lo em stand-by.
2) Face à derrota e ao descontentamento por ela gerado, poderá haver novos desenvolvimentos que tornem mais próxima a convocação de eleições. Mas, se isso acontecer, será devido a condições "políticas" favoráveis e não a interpretações estatutárias.
3) Concordo plenamente com opiniões expressas noutros blogues que, nesta semana, devemos deixar-nos de "tricas" e dedicarmo-nos a apoiar a equipa para a decisiva "operação Aves". Se todos cumprirmos, será óptimo.

"Almofada" não encolheu muito, mas...


A derrota sofrida em "casa" frente ao Paços de Ferreira (a quinta consecutiva no ECC) só não teve consequências mais graves para a Briosa porque as três equipas que se encontram pior classificadas que a Académica (e, infelizmente, penso que é com elas que temos de nos preocupar) não foram além de empates nos encontros que disputaram neste fim-de-semana futebolístico prolongado.
Assim, V. Setúbal e Aves defrontaram-se no Bonfim, em encontro que terminou com uma igualdade a uma bola. Um resultado mau para os sadinos e não muito bom para os avenses, que se mantém na última posição.
Melhor fez o Beira Mar, que foi a Braga impor um nulo aos locais, ainda a recuperar do esforço dispendido quinta-feira, no encontro da Taça UEFA, frente aos ingleses do Tottenham. Sem dúvida, um ponto ganho pelos aveirenses.
Olhando um pouco para cima (se é que ainda podemos acalentar essa esperança), não aproveitámos a derrota natural do Estrela da Amadora em Alvalade nem o empate do Boavista na Figueira da Foz.
Com estes desfechos, a Académica viu reduzir-se em um ponto a "almofada" de segurança de que dispõe face à "linha de água". Assim, a Briosa está agora com cinco pontos à melhor sobre os lugares de descida, teimando em ocupar o 13º lugar da Liga principal do futebol português. Mas o certo é que o calendário das últimas jornadas é tudo menos favorável e a posição da equipa (após três desaires consecutivos) é cada vez menos tranquilizadora.
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Eis os resultados da 21ª jornada:
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Académica - Paços Ferrª......... 0-2
V.Setúbal - Desp. Aves............. 1-1
Braga - B.Mar............................. 0-0
Sporting - Est.ª Amadora.......... 3-1
Naval - Boavista......................... 1-1
Belenenses - Nacional.............. 2-0
Marítimo - F.C.Porto.................. 1-2
Benfica - U.Leiria....................... 2-0
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A classificação actual está assim ordenada:
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F.C.Porto................ 52
Benfica.................... 48
Sporting.................. 43
Braga...................... 32
Paços Ferrª............ 32
Belenenses............ 31
U. Leiria.................. 29
Marítimo.................. 28
Nacional.................. 28
Naval....................... 28
Boavista................. 25
Estª Amadora........ 24
ACADÉMICA........ 19
V. Setúbal...............15
Beira Mar................14
Desp. Aves.............12
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A 22ª jornada, a disputar no próximo fim-de-semana futebolístico alargado (da próxima 6ª feira a 3ª feira da semana seguinte!...), engloba os seguintes encontros:
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Desp. Aves - Académica (Dom., 15 horas)
B.Mar - Marítimo (Dom., 16 horas)
U. Leiria - V.Setúbal (Dom., 16 horas)
Est.ª Amadora - Benfica (2ª feira, 20 e 30 horas, TVI)
Nacional - Boavista (6ª feira, 20 e 30 horas, SportTV)
Paços Ferrª - Belenenses (Dom., 18 e 15 horas, SportTV)
Braga - Naval (3ª feira, 20 e 30 horas, SportTV)
F.C.Porto - Sporting (Sáb., 20 e 30 horas, SportTV)

  - Domingo, Março 11, 2007

AAC, 0 - P.Ferreira, 2: Briosa com os "paços" trocados


Ao perder hoje com o Paços de Ferreira por 2-0, a Académica somou a quinta derrota consecutiva no ECC em jogos da Bwin Liga.
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Relativamente à partida da Choupana, registaram-se as trocas de Danilo por Medeiros e de Gyano por Nestor. Ao mesmo tempo, o regresso de Vítor Vinha levou à saída de Cláudio "Pitbull" do "onze" inicial.
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Manuel Machado voltou a dispor a equipa no habitual 4-3-3. Paulo Sérgio, Káká, Medeiros e Vítor Vinha formavam o quarteto defensivo; no meio-campo, Brum e Alexandre como médios recuados e Filipe Teixeira mais adiantado; à frente, Dame na ala direita e Lino na esquerda, ficando Nestor como "ponta-de-lança".
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A Briosa pareceu entrar bem no jogo e, logo no quarto minuto, Dame foge pela direita, entra na área e remata cruzado. Peçanha desvia para o lado, mas Nestor falha a recarga, atirando rente ao poste direito da baliza visitante.
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Mas, aos nove minutos, o primeiro "balde de água fria" abate-se sobre os academistas. Livre na meia direita do ataque pacense, marcado por Antunes, que cruza para a área. Medeiros, com um toque infeliz, desvia a trajectória e trai Pedro Roma, que ainda tocou na bola.
Na resposta, Nestor, em boa posição, atirou ao lado. A equipa sentiu o golo sofrido e entrou num período onde o nervosismo e o desacerto foram a norma.
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Aos 28 minutos, o técnico da Académica mexeu no conjunto. Sacrificou Vítor Vinha e colocou em campo Cláudio "Pitbull". O brasileiro foi colocar-se na ala direita, derivando Dame para o centro e Filipe Teixeira para a ponta esquerda. Por seu turno, Lino recuou para "lateral" esquerdo.
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Depois de Antunes, por volta da meia hora, ter assustado Pedro Roma, na sequência de um "livre" directo marcado a grande distância, assistiu-se ao melhor período da Briosa ao longo de todo o encontro.
Cláudio "Pitbull", muito mexido, deu outra movimentação ao jogo atacante da equipa, que passou a acercar-se cada vez mais das redes adversárias.
Aos 36 minutos, após centro de Paulo Sérgio na direita, o recém-entrado brasileiro, no coração da área, cabeceou ao poste esquerdo da baliza de Peçanha.
Até ao descanso, os "pretos" pressionaram, ganharam vários "cantos" mas apenas um remate de Nestor à figura do guardião nortenho causou algum perigo.
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Após o intervalo, Manuel Machado trocou as posições de Dame (que regressou à direita) e Cláudio "Pitbull" (que derivou para o centro, no apoio ao ponta-de-lança).
A equipa nada ganhou com essa mudança e voltou a perder fulgor. Os pacenses equilibraram as operações a meio-campo e, aos seis minutos, Cristiano, isolado por Edson, atirou sobre a barra.
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Pouco depois do quarto de hora, Joeano entrou para o lugar de Nestor, algo que deu algum ânimo aos adeptos da Briosa.
Mas, cinco minutos depois, nova alteração nos "pretos": saiu Brum e entrou Miguel Pedro, passando a equipa a actuar em 4-2-4. Dame voltou ao meio e o jogador recém-entrado foi colocar-se na ala direita.
Esta nova mudança táctica acabou por constituir a "machadada" final na equipa. Não só esta não melhorou a sua produção ofensiva (quase sempre caracterizada por uma lentidão enervante) mas também acabou por perder o meio-campo e ficar partida.
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O Paços, sempre muito sereno, aproveitou para estender mais o seu jogo e, a dez minutos do final, sentenciou a partida. Na meia esquerda, Cristiano cruzou para dentro da área. Do lado contrário, Káká foi lento a reagir, permitindo que a bola chegasse a Renato Queirós, que rematou, fazendo o esférico entrar entre Pedro Roma e o poste esquerdo da sua baliza.
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No final, muitos assobios para a equipa, algumas invectivas e os primeiros lenços brancos para Manuel Machado.
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Em conclusão, uma exibição muito fraca da nossa equipa, que se mostrou incapaz de reagir ao autogolo sofrido logo no início da partida. A entrada de "Pitbull", ainda na 1ª parte, mexeu com o conjunto, que teve o seu melhor período até ao intervalo. No 2º tempo, as alterações tácticas em nada beneficiaram a equipa, que voltou a mostrar-se lenta, apática e sem ideias.
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Em jogo correcto, boa arbitragem do alentejano Paulo Baptista.
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Sob a arbitragem de Paulo Baptista, de Portalegre, as equipas alinharam:
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Académica - Pedro Roma; Paulo Sérgio, Káká, Medeiros e Vítor Vinha (Cláudio "Pitbull", 28); Alexandre, Roberto Brum (Miguel Pedro, 67) e Filipe Teixeira; Dame, Nestor (Joeano, 62) e Lino.
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Paços de Ferreira - Peçanha; Mangualde, Geraldo, Luíz Carlos e Antunes; Paulo Sousa, Elias (Leanderson, 90+2) e Fahel; Edson (Renato Queirós, 69), João Paulo e Cristiano (Pedrinha, 85).
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Marcadores: Medeiros p.b. (9) e Renato Queirós (80).
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Disciplina: Cartões amarelos a Medeiros (30); Paulo Sousa (53) e Renato Queirós (84).
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Os "pretos", um a um:
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Pedro Roma (2) - Não esteve nos seus dias. No 1º golo, terá sido traído pelo desvio de Medeiros, mas talvez pudesse ter feito melhor; no 2º tento, parece mal batido, deixando a bola entrar pelo "buraco da agulha".
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Paulo Sérgio (3) - O melhor da defesa. Teve a virtude de não complicar e, por vezes, ainda procurou apoiar o ataque.
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Káká (2) - Não teve muito trabalho, mas fica ligado ao 2º golo pacense, já que foi muito lento a atacar a bola, permitindo que esta chegasse a Renato Queirós.
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Medeiros (1) - Esteve francamente mal. Não foi só o autogolo que marcou e que influenciou todo o jogo, mas também a insegurança de que deu mostras sempre que foi posto à prova.
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Vítor Vinha (2) - Foi sacrificado tacticamente aos 28 minutos. Não estava a jogar mal, embora os seus centros tivessem como destino invariável o guardião adversário.
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Alexandre (3) - Jogador "raçudo", esteve em bom plano no capítulo defensivo mas mostrou-se demasiado complicativo ao nível das transições ofensivas.
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Roberto Brum (3) - Não começou muito bem, falhando alguns passes. Melhorou com o decorrer da partida, sendo o centro-campista que melhor estava a conseguir ligar a defesa e o ataque. A sua saída foi a "machadada" final na equipa.
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Filipe Teixeira (3) - Não esteve hoje ao seu melhor nível. Apesar de voltar a mostrar uma técnica acima da média do conjunto, não conseguiu criar os desequilíbrios habituais.
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Dame (2) - Começou bem, quase marcando aos 4 minutos. Depois, foi desaparecendo do jogo, muito por culpa das constantes mudanças de posição a que foi obrigado.
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Nestor (2) - Não foi das suas piores exibições. Na etapa inicial, teve alguns apontamentos interessantes mas nunca conseguiu criar verdadeiro perigo, à excepção da recarga falhada ao remate de Dame. A sua substituição justificou-se, pois, no 2º tempo, apagou-se por completo.
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Lino (2) - Uma exibição pouco conseguida. Começou na ala esquerda, onde se mostrou muito trapalhão. Recuou depois para "lateral", mas a sua actuação não melhorou.
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Cláudio "Pitbull" (3) - A sua entrada para a ponta direita deu origem ao melhor período da equipa. Cabeceou uma bola ao poste, que poderia ter mudado o rumo dos acontecimentos. Depois, derivou para o meio e a sua produção baixou um pouco. Mas foi sempre um dos mais inconformados. O melhor (ou, a bem dizer, o menos mau) da Briosa.
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Joeano (2) - A sua entrada puxou pelos adeptos. Lutou mas não teve grandes oportunidades de mostrar serviço. Como já referi, é um excelente reforço mas não é o D. Sebastião.
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Miguel Pedro (1) - Pouco acrescentou à equipa.

AAC, 0 - P. Ferreira, 2

A AAC perdeu hoje no ECC com o Paços de Ferreira por 2-0. Um autogolo de Medeiros aos 9 minutos e um tento de Renato Queirós aos 80 decidiram a partida.
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Crónica do jogo mais tarde.

  - Sábado, Março 10, 2007

AAC-Paços de Ferreira: A inesquecível vitória sofrida de 2004

*foto do jornal "As Beiras" relativo ao jogo
Finais de Abril de 2004. Estávamos a pouco mais de um mês do início do Campeonato da Europa, que, pela primeira vez, se realizaria no nosso país. Para permitir uma adequada preparação da selecção nacional, a Liga terminaria no início de Maio.

Num magnífico dia de Primavera, a Académica recebia o Paços de Ferreira, em jogo decisivo para as duas equipas.

Com efeito, depois de uma péssima 1ª volta, que terminámos no último lugar, Vítor Oliveira fora substituído por João Carlos Pereira e a equipa encetara uma notável recuperação. Um triunfo nessa partida quase significava a garantia da permanência, uma vez que, na última jornada, recebíamos o frágil Estrela da Amadora, "lanterna vermelha" destacado.

Por seu turno, o encontro representava a última oportunidade para os pacenses, penúltimos classificados, poderem acalentar esperanças de fugir à despromoção. Assim, aos visitantes só a vitória interessava.
O ECC, inaugurado uns meses antes, registava uma interessante moldura humana: cerca de 15 mil pessoas, na sua esmagadora maioria afectas à Briosa.

Assisti ao jogo no meu lugar habitual, no segundo anel da bancada poente (ou "dos tótós", segundo a Mancha), ao lado da Maria João (minha actual colega do blogue) e do seu pai, meu habitual companheiro dos jogos da Académica.
Os "pretos" começaram ao ataque, empurrando o adversário para trás. Como corolário desse domínio, colocámo-nos em vantagem perto da meia-hora, por intermédio de Paulo Adriano, e tivémos várias oportunidades para sentenciar, desde logo, a partida. Não o conseguimos e haveríamos de pagá-lo caro na 2ª parte.

Na etapa complementar, o cariz do jogo manteve-se no essencial, mas o Paços surgiu mais atrevido e começou a aparecer mais junto da nossa baliza. Ao mesmo tempo, o nervosismo começava a tomar conta da nossa equipa.

Próximo dos 20 minutos, estivemos perto de fazer o 2-0 mas Joeano (penso que foi ele, mas não tenho a certeza), isolado frente ao guarda-redes adversário, atirou a rasar o poste, quando já toda a gente se preparava para festejar o golo.

Foi então que o aforismo lapalissiano "quem não marca, arrisca-se a sofrer" se revelou bem verdadeiro. Cinco minutos depois, Renato Queirós, com um remate colocado à entrada da área, empatou o jogo. A equipa tremeu e, pouco depois, uma perda de bola à saída da nossa grande-área permitiu a Fernando Gaúcho colocar os forasteiros na frente do marcador, "gelando" o estádio.

Em desespero, João Carlos Pereira coloca em campo Marcelo, um ponta-de-lança veterano (então com 35 anos) que apenas tinha marcado dois golos durante toda a época e que, por isso, era mal amado pelos adeptos. Há assobios. Na bancada, comenta-se: "Quando tem de entrar este cromo para virar o resultado, está tudo dito. Estamos feitos!".

Ao meu lado, a Maria João (na altura, com 13 anos) está desoladíssima e desespera. No entanto, algo me diz que a sentença não está lida. E digo para ela: "Ainda acredito". E acrescento: "Se conseguirmos empatar, ganhamos".

Mas o tempo vai passando e nada muda. Começo a descrer. Um silêncio sepulcral abate-se sobre o ECC. Os adeptos da Briosa vivem um verdadeiro pesadelo.
Até que, no 89º minuto, a bola é lançada para a área visitante e parece perdida. No entanto, o guardião pacense hesita na saída e Tonel (que já estava a jogar a ponta-de-lança) surge sem marcação e desvia o esférico para a baliza.

A esperança volta ao estádio, mas sabemos que o tempo é pouco. Mas estão preenchidas as condições para a reviravolta: o empate não serve aos Paços e a Académica volta a acreditar que o triunfo ainda é possível.
O árbitro dá quatro minutos de compesação. A equipa cai em cima do adversário. No segundo minuto, defesa do guarda-redes para "canto". Este é marcado do lado direito do nosso ataque. A bola sai tensa, sobrevoa a área e, ao segundo poste, Marcelo cabeceia vitoriosamente. O ECC quase vem a baixo. É o delírio. Recordo de saltar abraçado ao pai da Maria João. Este, ainda lívido, pergunta-me: "Quem foi?" "Marcelo", respondo. "Nunca mais digo mal dele", retorque.

Pouco depois, a partida termina com o estádio em verdadeira euforia. Apesar dos 35 anos que tenho de sócio da Briosa, esta foi uma das vitórias que nunca esquecerei.

Juniores empatam, futsal vence



A equipa de juniores da Briosa empatou esta tarde a uma bola com o Leixões, em partida disputada na Mealhada, a contar para a 24ª jornada do "Nacional" da 1ª Divisão da categoria.

Entretanto, no "Nacional" da 2ª Divisão (série 1) de futsal, a Académica goleou os bracarenses do Nogueiró por 8-1, dando um passo importante na fuga à despromoção.

CONVOCADOS
ACADÉMICA - PAÇOS FERREIRA



Mais um jogo, mais uma batalha! Para o jogo de amanhã frente ao Paços de Ferreira o técnico Manuel Machado voltou a chamar Vitor Vinha depois de castigo, joeano depois de lesão e mais uma vez trocou de Guarda Redes entre Eduardo e Douglas. Assim, a lista de convocados é a seguinte:

24 Pedro Roma
15 Eduardo
2 Joeano
3 Danilo
4 Káká
5 Alexandre
6 Roberto Brum
8 Paulo Sérgio
10 Filipe Teixeira
14 Medeiros
16 Lino
18 Vítor Vinha
19 Miguel Pedro
28 Nuno Piloto
29 Gyano
77 Dame
82 Cláudio Pitbull
99 Nestor

Lesionados: Litos, Milos Pavlovic, Nuno Luís, e Hélder Barbosa.

  - Sexta-feira, Março 09, 2007

Briosómilhões



Académica - Paços de Ferreira

Tótó Bola:
Fura-Redes:
Espaço Maya
M&M'space:

Mas onde é que estás andam?

Tinha que ser da Briosa...

Um ano depois de se ter tornado na primeira mulher a comandar um navio da Marinha, Gisela Antunes faz um balanço positivo e diz ainda ter tempo para o hobby preferido: assistir aos jogos da Académica de Coimbra.

Há precisamente um ano, no Dia Internacional da Mulher, a segundo-tenente Gisela Antunes tornou-se na primeira mulher a comandar uma unidade da Marinha portuguesa, através de um convite feito pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, almirante Melo Gomes.

A Marinha integrou pela primeira vez elementos femininos nas suas unidades navais e em terra em 1992, tendo actualmente 675 mulheres ao serviço.
Gisela Antunes, que realizou o tirocínio (treino) de embarque na corveta "João Roby" e na fragata "Comandante Sacadura Cabral", comanda desde 18 de Maio do ano passado o NRP Sagitário, uma lancha da classe Centauro, com cerca de seis anos.



Natural de Coimbra, Gisela Antunes interessou-se pela Marinha aos 18 anos, depois de ter efectuado uma visita à Escola Naval e por influência do pai que havia sido marinheiro durante dois anos. Entrou para a Marinha em 1998.
Um ano depois de ter assumido o comando do NRP "Sagitário", Gisela Antunes, disse em entrevista à agência Lusa sentir um grande orgulho por ter sido a primeira mulher a comandar um navio da marinha.
"Sinto orgulho de ter sido eu mas acho que o que é mais importante é o facto de ser comandante", disse, salientando que "ser comandante de um navio é um cargo muito nobre".



"Para mim comandar logo como segundo-tenente foi espectacular, foi muito bom, até porque sendo oficial jovem dá para aprender muito, dá-nos muita responsabilidade", contou.
Gisela explicou à Lusa que não sentiu dificuldades no início do seu comando, mas teve que ultrapassar a fase inicial de adaptação que é sempre necessár ia quando se vai para um sítio novo.



"Eu vinha de uma corveta que tem cerca de 84 metros de comprimento e com uma lotação de cerca de 60 homens e fui para uma lancha com 28 metros para oito pessoas. É tudo diferente, desde o comportamento no mar até à organização do próprio navio", disse.



Gisela, que comanda sete homens, diz não ter sentido qualquer constrangimento no trabalho diário, uma vez que a situação não era novidade para ela.
Para a segundo-tenente, o último ano foi de grande sorte pois as missões correram bem, sem sobressaltos, e nunca se sentiu diferente por ser mulher.
"Tive a sorte de o navio estar sempre operacional, ou seja, nunca tivemos uma paragem para efectuar reparações e, por isso, foi possível concretizar todas as missões que propuseram ao NRP "Sagitário", adiantou.


O NRP "Sagitário" é uma lancha de fiscalização rápida com oito tripulantes e que tem como missão principal a fiscalização da pesca e patrulhamento de toda a costa portuguesa, mas leva a cabo também missões de salvamento e de colaboração com outras entidades.
Estas lanchas estão atribuídas na zona marítima do centro entre a zona de Pedrógão, a Norte da Nazaré, e a zona de Odeceixe, na zona marítima do Sul, entre Odeceixe e Vila Real de Santo António, e pontualmente no arquipélago da Madeira.


Gisela Antunes contou à Lusa que a missão que mais a marcou foi a primeira, que aconteceu dois dias depois de ter assumido o comando da lancha.
"A minha primeira missão coincidiu com as comemorações do Dia da Marinha, um dia em que se dá a oportunidade às pessoas de visitarem os barcos maiores e de fazerem um baptismo de mar", adiantou a segundo-tenente.
Deste dia, Gisela recorda que estava preocupada porque era a sua primeira missão e o seu primeiro contacto com a organização da lancha, a que não estav a habituada.
"Por outro lado, queria que corresse tudo bem com as pessoas que transportámos para o baptismo de mar", referiu.

"Fizemos uma missão conjunta com a ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica) no Algarve para efectuar inspecção de higiene e segurança alimentar nos arrastões", disse a segundo-tenente, frisando que se tratou de uma missão importante porque até aí as inspecções aos arrastões eram feitas depois de as embarcações chegarem ao porto.
Apesar de ter uma vida muito preenchida, Gisela Antunes diz ter tempo para o marido, para a família, para os amigos e para os seus hobbies.
"No ano passado tive aulas de Salsa, gosto de fazer snowboard, de ir ao cinema e, sempre que posso, ir a Coimbra assistir a jogos da Académica", disse a segundo-tenente, que já jogou futebol.

BRIOSA


"Em pequena ia ver os jogos com o meu pai e sempre que posso vou até lá ver os jogos da Académica, que me tem dado grandes tristezas nos últimos tempos ", disse.
Quanto ao futuro, Gisela Antunes afirmou que depois de terminar o comando (duram cerca de um ano e meio a dois anos) ainda não sabe o que vai fazer.
"O futuro não depende de mim. Quando sair do comando do `Sagitário' posso fazer um curso de especialização ou ir para uma corveta ou para uma unidade em terra dar aulas", disse Gisela Antunes.
"Felizmente na Marinha há uma diversidade de cargos e funções o que é bom porque não caímos na rotina", referiu.

Não havia necessidade!...


Quando comecei a escrever no "Simplesmente Briosa" decidi que não iria entrar em guerras com outros blogues académicos. Pela minha parte, porque penso que o clube necessita de pacificação, o que implica uma maior serenidade na análise das questões, distinguindo o essencial do acessório; por outro, porque, apesar das diferentes maneiras de encarar a instituição, em especial o seu presente e o seu futuro, pressuponho que todos queremos o melhor para a Académica. Para além disso, todos constituimos um cada vez mais importante elo de ligação entre os sócios e a sua Briosa, o que nos confere responsabilidades que não se compadecem com tricas fúteis e discussões estéreis.
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Apesar de manter o mesmo espírito de não alimentar polémicas, a verdade é que não posso deixar de manifestar a minha estufacção perante a iniciativa de um blogue académico (posteriormente, seguida por outro) de divulgar os salários aproximados de alguns atletas do nosso plantel sénior.
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É certo que o próprio autor da notícia confessa ter-se inspirado numa iniciativa semelhante do "Record" em relação ao Sporting. Porém, creio que o momento para divulgar essa informação não podia ter sido pior escolhido.
Na verdade, se há algo que tem o condão de desestabilizar um balneário é o conhecimento da existência de elevadas diferenças salariais, especialmente quando os que jogam e rendem dentro do campo ganham menos que os que não jogam e/ou não apresentam rendimento compatível com o seu nível salarial.
Ora, quando os ecos do tristemente célebre "caso Dame" continuam a sentir-se na cabine, numa altura em que a permanência ainda não está assegurada e em que se avizinham quatro jogos importantíssimos para atingir esse objectivo, parece-me muito pouco oportuno divulgar algo que só serve para aumentar a intranquilidade no seio do plantel.
Dir-me-ão (e eu acredito) que a maioria dos jogadores sabe quanto ganha a maior parte dos colegas. Mas, mesmo assim, julgo não ser aconselhável tornar pública essa informação num período tão decisivo para a equipa e, consequentemente, para o futuro da nossa instituição.
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Por outro lado, somos, infelizmente, um país de invejosos. E, por alguns comentários que li nos blogues que publicaram essa notícia, corremos o risco de ver alguns adeptos a insultar e a assobiar o jogador A ou B quando as coisas lhe correrem menos bem, apenas porque acham que eles ganham demais para aquilo que jogam.
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Para finalizar, reafirmo que sou abertamente a favor da liberdade de escrita, pelo que sempre fui, sou e serei contra toda e qualquer forma de censura. Mas, quando possuímos informação controversa, julgo que temos também a responsabilidade de nos autoregularmos. A realidade é que somos "órgãos de informação" académica.
Pergunto, para todos reflectirmos e debatermos: não nos deveremos interrogar, antes de publicarmos uma determinada notícia, se a sua divulgação não irá prejudicar os interesses da Académica? Neste caso concreto, havia necessidade de publicar uma informação que o próprio autor assume ser "não oficial, embora de fonte segura"? Na minha opinião, não. Mas admito, perfeitamente, que possa estar errado. Por isso, aguardo as opiniões dos leitores!

  - Quinta-feira, Março 08, 2007

When you wish upon a star*


Há pessoas que marcam a nossa vida, há ideias que mudam o nosso rumo e... há estrelas que nos iluminam o caminho.
O projecto When You Wish Upon a Star é um daqueles movimentos a que ninguém consegue ficar indiferente. Esta Associação tem sede no Reino Unido e dedica-se a realizar “os desejos” de crianças e jovens cuja estrela parece querer apagar-se prematuramente.
E, o que fazer quando está ao nosso alcance contribuir para realizar o desejo de seres tão especiais? Tudo!
O trabalho desta Associação chegou até nós através de um grupo de cidadãos britânicos que visitaram Coimbra no Euro 2004 e que, desde então, se tornaram fieis adeptos da Académica.
Porque a causa é nobre, o British Council de Coimbra, a Associação de Paralisia Cerebral do Centro e a AAC/OAF convergiram esforços no sentido de proporcionar, de 9 a 11 de Março, a jovens doentes e suas famílias, de nacionalidade britânica, que expressaram o desejo de conhecer a nossa cidade - um fim de semana desportivo com a equipa de futebol sénior da AAC/OAF.
Durante o fim-de-semana, este grupo muito especial vai ter oportunidade para conhecer um pouco da nossa Cidade, numa visita pelos pontos históricos e culturais mais significativos; vai poder brincar no Portugal dos Pequenitos e na Quinta da Conraria; conhecer o Mondego a bordo do “Basófias” e “torcer” pela Briosa no jogo Académica – Paços de Ferreira.
Para que este fim de semana seja inesquecível foi fundamental a ajuda de alguns amigos que desde o primeiro momento se quiseram associar: Hotel Dona Inês, Restaurante Itália, Restaurante A Taberna, ÓdaBarca, Tbz e Dolce Vita – a eles o nosso obrigado.
Para mais informações sobre a Associação When you wish upon a Star, poderá consultar o web site através do endereço: www.whenyouwishuponastar.org.uk.
*in site oficial da AAC/OAF

Mal-estar na Direcção: João Paulo Fernandes ponderou demissão

Em entrevista ao "Diário de Coimbra", o vice-presidente João Paulo Fernandes assumiu a sua vontade de abandonar o actual elenco directivo.
De acordo com as suas declarações, tal só não sucedeu por saber que os elementos da secção de futsal sairiam se ele demitisse: "Os meus colegas de secção, treinadores e jogadores merecem por mim toda a consideração". Por isso, manifesta a sua intenção de "fazer um esforço para ficar até ao final da época".
Para aquele dirigente, "o caso Dame" foi a gota de água que fez transbordar o copo". Contudo, iliba o seu colega Luís Godinho (que se autosuspendeu na sequência daquele episódio): . "Tudo não passou de um mal entendido. O meu colega de Direcção esclareceu tudo e não houve da sua parte uma tentativa de burlar o Dame. Houve sim um acto menos reflectido e um processo burocrático que devia ter sido tratado pela secretaria da Académica. É certo que ele usurpou um pouco as suas funções, mas repito que tudo não passou de um mal entendido."
Questionado sobre a data das futuras eleições, entende que elas deveriam realizar-se no próximo mês. "O mandato desta Direcção termina em Abril", afirmou.

  - Terça-feira, Março 06, 2007

Da(-)me pena...

Linear, desde logo, em meu entendimento, é que Dame N’Doye para o ano não vestirá a camisola negra da Briosa. O jogador sairá em litígio com esta direcção, o caso arrastar-se-á eventualmente pelos tribunais comuns, até que algum despacho ou acórdão referia a liminar incompetência do tribunal para o julgamento de questões desportivas. Um processo paralelo na Liga, cuja decisão remeterá para o exposto nos regulamentos de transferências da UEFA e o jogador, ao final, poderá considerar-se livre de qualquer ligação contratual desportiva com a Briosa.
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Um pequeno exercício de futurologia,caso o jogador não aceite a carta de renovação imediata do contrato que deverá seguir até dia 30 de Abril de 2007, que serve para que percebamos, pois, que não existe neste futebol moderno, qualquer vínculo de gratidão que ligue jogador e clube.
...
É por isso que chamamos a este futebol de «profissional». Dame quando chegou à Académica, era um jogador rejeitado por uma mão cheia de clubes franceses de meio da tabela da segunda liga gaulesa, jogador do galáctico campeonato senegalês. Um perfeito desconhecido, com um sobrenome que lhe conferia o estatuto de poder mostrar algo na Briosa. Lutou por uma oportunidade, mostrou que não era apenas um «jogador de treino» e sedimentou-se na primeira equipa da Associação Académica de Coimbra por mérito próprio, embora ache que a inexistente dívida de gratidão ainda é maior do jogador em relação à nossa instituição, do que o contrário. De qualquer forma, como este futebol que assistimos nas bancadas tem o epíteto de «profissional» essa dívida é mesmo assim…inexistente. Res Nullie.
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No futebol moderno há duas forças em disputa. Jogadores e empresários (« os amigos que aconselham») de um lado, direcção e treinadores do outro. Lutam para ficar o mais tempo possível num clube, os primeiros, quando as qualidades futebolísticas não abundam. Desesperam pela transferência quando o seu nome é referenciado demasiadas vezes por cadernos de olheiros e capas de jornais, pela rotatividade e pelos números das transferências envolvidos, pelas percentagens que auferem. Fundamental, portanto, que dos dois lados da trincheira estejam verdadeiros profissionais, qualificados para as suas funções que na altura adequada saibam programar, agir e decidir. Profissionais que consigam perceber desde cedo a qualidade de um jogador, analisar o seu potencial em jogo, a sua margem de evolução e os momentos apropriados para renovações efectivas de contratos. Neste capítulo, tenho de dize-lo, a nossa Associação não é, ao nível do seu elenco directivo, um clube profissional no tratamento específico que se deve dar ao futebol. Em primeira linha o director desportivo, ultima ratio o Presidente, responsável pela pirâmide funcional que edificou.
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O director desportivo é responsável pela articulação dos interesses desportivos do clube com futuras decisões directivas baseadas nos condicionalismos financeiros. Deve indicar sem margens para dúvida, entre outras funções, quais os jogadores que no seu subjectivo entendimento devem ou não renovar e dar essa indicação à direcção. É uma linha de continuidade desportiva que vai muito para além, mesmo, dos treinadores que estejam pontualmente ao serviço do clube. Será que depois de um par de jogos do Dame, o director desportivo deu a indicação (visível a qualquer adepto de futebol) que o jogador deveria, o mais rapidamente possível, renovar o vínculo laboral com a Briosa? Que seria um jogador para tentar um contrato a longo prazo numa altura em que o jogador estaria numa posição de fragilidade negocial?
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O poder de antecipação às circunstâncias e a atenção aos mais ínfimos pormenores do mundo do futebol são características essenciais desta figura. Algo que sente que não existe de todo, na Académica. Se o director desportivo marcou a sua posição e não foi ouvido apenas se poderia demitir ou deixar veementemente expresso, de forma pública, o que pretendia. Se não o fez apenas poderia ser dispensado das suas funções.
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Assim como um responsável pelo departamento de futebol (na avaliação de capacidades do jogador), departamento jurídico (que elabora o contrato) e Presidente (responsável pela estrutura orgânica) que erram de forma tão crassa – falamos de negócios de algumas centenas de milhar de euros fulcrais para a sobrevivência financeira da Instituição – têm de ser responsabilizados no momento (e forma) em sede própria, em minha perspectiva.
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Repare-se que a Académica tem falhado essencialmente no momento de comunicação com os jogadores no momento de renovações contratuais. Que invariavelmente os processos negociais acabam por não se concretizar com as partes a saírem em litígio. Porque falham? A este problema a direcção não consegue dar resposta, mas a solução deverá estar na mesma razão que de forma intransigente consegue bons acordos no que toca a transferências de jogadores. Inflexibilidade negocial, pouquíssimo diálogo e distância, mesmo frieza, em relação à contraparte. Se este tipo de mecanismos pode resultar por intimidação a posições distantes, cedo se percebe que é difícil «intimidar» jogadores como Zé Castro, Zé António, Lucas e a mais recente estrela meteórica Dame.
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Porque não existe na Briosa um profissional que faça a ligação entre atletas e elenco directivo, promovendo a articulação cuidada das negociações. O futebol da Académica é em regra constituído por figuras distantes e com pouco peso no balneário, personagens nas quais os jogadores não vislumbram pontos de confiança. Esse é o maior problema da direcção de
José Eduardo Simões.
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Finalizando, no caso Dame, a culpa morrerá solteira, por entre acusações, revelações de mentiras e verdades escabrosas. Dame não é inocente, longe disso. A direcção,por seu lado foi incapaz de reagir antes da acção do jogador. A Briosa e todas as partes envolvidas sairão sempre prejudicadas de todo este processo. Porque não se ter sido capaz de prever, antecipar, programar, mais uma vez, o futebol académico.

Equipa sénior estreia sintéticos



Os novos sintéticos da futura Academia Briosa XXI, colocados há poucos dias, já começam a mostrar a sua utilidade.
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Assim, a chuva que caíu ininterruptamente durante todo o dia de hoje teve como consequência o empapar do relvado principal do Bolão.
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Por esse motivo, a equipa sénior da Briosa acabou por estrear os novos campos no decurso do treino desta tarde.

Luís Godinho processa Dame. Senegalês mantém acusação.














Em declarações ao site "Maisfutebol", o vice-presidente Luís Godinho, que ontém anunciou a suspensão das suas funções na Direcção da Briosa, afirmou que o fez para processar o jogador Dame N'Doye e alguns órgãos de comunicação social.
"Mandatei os meus representantes legais para tomarem as medidas necessárias à salvaguarda do meu nome e da minha empresa", afirmou. Justificou o seu afastamento "para poder agir em total liberdade no sentido de esclarecer de forma cabal esta situação, ou seja, não podia estar sujeito ao exercício deste cargo e, em simultâneo, debater-me com a necessidade de mover um processo ao jogador e a órgãos de comunicação social".
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No mesmo "site", o jogador mantém a sua versão. "Porque havia de inventar uma estória dessas? Nada me move contra a pessoa em causa. Tentaram enganar-me. Apenas isso. No meio dos papéis que me deram, havia um que dizia contrato de trabalho. Não é preciso ser um génio para saber o que é isso". Sobre a intenção de Luís Godinho em processá-lo judicialmente, Dame afirma: "Estou tranquilo. Sei que não fiz nada de mal".

Luís Godinho suspende o mandato

Terminou há pouco a reunião do elenco directivo da Briosa, que culminou com a suspensão do mandato do vice-presidente Luís Godinho, na sequência do "caso Dame". Não se confirmam, assim, as demissões dos vice-presidentes Vasco Gervásio e João Paulo Fernandes.
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No final, a Direcção emitiu o seguinte COMUNICADO:
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"Na sequência de notícias vindas a público, no passado fim de semana, a AAC/OAF viu-se envolvida num conjunto de factos que, sendo embora absolutamente a ela alheia, serviram de pretexto para alimentar todo o tipo de comentários e suspeições sobre a actividade desta nobre e respeitada Instituição e, mormente, sobre a conduta da sua Direcção.
Acerca de tais notícias, teve já a Direcção da AAC/OAF oportunidade de, na base dos elementos de informação que então dispunha, emitir um comunicado verberando tais notícias e lastimando o facto de as mesmas, invariavelmente, surgirem em vésperas de jogos importantes para a Académica. Após obter toda a informação relevante, ouvindo as partes envolvidas, a Direcção da AAC/OAF, reunida hoje, deliberou emitir o seguinte esclarecimento:
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1. O atleta Dame N’Doye subscreveu, em 30 de Agosto de 2006, com a AAC/OAF um contrato de trabalho desportivo, válido para a época 2006/2007, o qual se encontra regularmente registado na LPFP e FPF.
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2. No referido contrato dispõe-se expressamente que “a AAC/OAF terá direito de opção pela renovação do presente contrato para as épocas 2007/2008 e 2008/2009, o qual deverá ser exercido através de comunicação escrita dirigida ao jogador até ao dia 30 de Abril de 2007”.
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3. Prevê, igualmente, de forma expressa, o contrato quais as condições remuneratórias que vigorarão para o referido período de renovação contratual.
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4. São, assim, inteiramente falsas as notícias que referem que a Direcção da AAC/OAF não accionou, em tempo útil, a referida cláusula de opção.
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5. Ao invés, há algum tempo a esta parte foi desencadeado o processo tendente à renovação do contrato de trabalho com o atleta Dame N’Doye, havendo da parte da Direcção da AAC/OAF, não apenas a intenção de accionar a referida cláusula de opção, mas a de obter o concurso do referido atleta por período mais alargado, com naturais contrapartidas remuneratórias acrescidas. Negociações que estão exclusivamente sob a alçada do departamento de futebol da AAC/OAF.
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6. Daí que não faça o mínimo sentido associar o procedimento tendente à renovação do contrato com Dame N’Doye a episódios supostamente ocorridos a propósito de actos de natureza exclusivamente privada do atleta, relacionados com a aquisição de uma viatura automóvel, ainda que a entidade comercial que com este tenha negociado seja propriedade de alguém que, fazendo disso seu modo de vida, é simultaneamente vice-presidente da AAC/OAF.
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7. Face aos esclarecimentos prestados pelo vice-presidente, Luís Guilherme Godinho, sobre os factos que vieram a público na comunicação social, a Direcção da AAC/OAF considera-se perfeitamente esclarecida.
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8. Não obstante, considerando o vice-presidente da AAC/OAF, Luís Guilherme Godinho, que, não abdicando de exercer o seu direito à defesa do seu bom nome pessoal e profissional, manchado com as imputações que injustamente lhe foram feitas, não tem condições para o fazer continuando no exercício efectivo de funções, manifestou o pedido de suspensão de mandato, o qual foi aceite.
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Coimbra, 5 de Março de 2007
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A Direcção reunida subscreve este comunicado por unanimidade."

"Caso Dame":demissões em perspectiva?

A tentativa, alegadamente levada a efeito pelo vice-presidente Luís Godinho, de levar Dame, à falsa fé, a assinar novo contrato com a Briosa, continua a agitar a vida da instituição.
Ontém, ao fim da tarde, o presidente José Eduardo Simões convocou o jogador para um reunião, na qual lhe terá proposto a renovação do contrato, em condições financeiras substancialmente melhores que as actuais.
Contudo, o atleta senegalês terá recusado essa alegada oferta, o que indicia que, face ao episódio em que se viu envolvido, não estará disposto a prorrogar o seu vínculo à Académica.
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Entretanto, decorre ainda a reunião da Direcção, de que ontém demos conta. E, ao que parece, o clima é de tensão entre alguns elementos. De acordo com o jornal "As Beiras", na sua edição on line, após ouvirem a explicação de Luís Godinho, os vice-presidentes Vasco Gervásio e João Paulo Fernandes terão apresentado os seus pedidos de demissão dos respectivos cargos.
Resta agora saber a atitude que tomará Luís Neves, o outro vice-presidente que, juntamente com os seus dois pares acima referidos, terá solicitado a convocação desta reunião e que encararia, igualmente, a hipótese de sair.
O Presidente prometeu, no final, a leitura de um comunicado aos órgãos de comunicação social.

  - Segunda-feira, Março 05, 2007

Mais uma vez, valeram as derrotas dos outros


A goleada sofrida na Madeira voltou a não ter consequências imediatas na classificação da Briosa, pois as três equipas que se encontram pior classificadas que a Académica foram igualmente derrotadas nos encontros que disputaram neste fim-de-semana futebolístico prolongado.
Assim, o Beira Mar foi batido em "casa" pela Naval, enquanto que o V. Setúbal baqueou em Paços de Ferreira. Por seu turno, o Aves perdeu na recepção ao Benfica e continua a segurar a "lanterna vermelha".
Curiosamente, as derrotas desses nossos adversários ficaram assinaladas por lances controversos que originaram a marcação de grandes penalidades. Foi o caso do tento da vitória pacense e também do que deu o 2º golo "navalista" em Aveiro, recolocando os figueirenses em vantagem, a 10 minutos do final. Já os avenses desperdiçaram um penalti a seu favor, ainda na 1ª parte, com o marcador em branco. Olhando um pouco para cima, o triunfo do Estrela da Amadora sobre o Marítimo deixou-nos mais longe dos amadorenses.
Com estes desfechos, e apesar da derrota, a Académica conseguiu manter a "almofada" de seis pontos de distância para os lugares de descida, teimando em ocupar o 13º lugar da Liga principal do futebol português. Mas o certo é que o calendário das últimas jornadas é tudo menos favorável e a posição da equipa continua a não ser tranquilizadora.
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Eis os resultados da 20ª jornada:
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Nacional - Académica.................4-0
B.Mar - Naval.................................1-3
Paços Ferrª - V.Setúbal...............1-0
Desp. Aves - Benfica....................0-1
Est.ª Amadora - Marítimo.............1-0
Boavista - Belenenses.................0-0
F.C.Porto - Braga.........................1-0
U.Leiria - Sporting........................0-0
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A classificação actual está assim ordenada:
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F.C.Porto................ 49
Benfica.................... 45
Sporting.................. 40
Braga...................... 31
U. Leiria.................. 29
Paços Ferrª............ 29
Nacional................. 28
Belenenses.............28
Marítimo..................28
Naval....................... 27
Boavista................. 24
Estª Amadora........ 24
ACADÉMICA........ 19
V. Setúbal...............14
Beira Mar................13
Desp. Aves.............11
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A 21ª jornada, a disputar no próximo fim-de-semana futebolístico alargado, engloba os seguintes encontros:
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Académica - Paços Ferrª (Domingo, 16 horas)
V.Setúbal - Desp. Aves (Domingo, 16 horas)
Braga - B.Mar (Domingo, 19 horas)
Sporting - Est.ª Amadora (Sábado, 21 e 30, Sport TV)
Naval - Boavista (Sexta, 20 e 30, Sport TV)
Marítimo - F.C.Porto (Domingo, 19 e 15, TVI)
Benfica - U.Leiria (Segunda, 19 e 45, Sport TV)
Belenenses - Nacional (Sábado, 19 e 15, Sport TV)

  - Domingo, Março 04, 2007

"Caso Dame": Direcção reune amanhã



A situação ontém relatada, em que Dame acusava o vice-presidente Luís Godinho de o ter tentado enganar, fazendo-o assinar um novo contrato quando o jogador apenas pretendia comprar um automóvel, terá causado mal-estar no interior do elenco directivo.

Assim, na reunião de amanhã à noite da Direcção, o referido dirigente deverá ser directamente confrontado pelos seus pares acerca do seu comportamento nesse triste episódio.

Se os seus esclarecimentos não forem convincentes, coloca-se a hipótese de alguns vice-presidentes (onde se incluiria o adjunto, Vasco Gervásio) apresentarem a sua demissão, caso Luís Godinho o não faça por sua livre iniciativa ou não seja demitido pelo presidente, José Eduardo Simões.

Numa altura em que a situação da equipa de futebol não é brilhante, o pior que agora poderia vir a acontecer seria uma crise directiva. Mas também me parece que, a ser verdadeira a versão do jogador, o dirigente envolvido não reune condições para se manter nos órgãos directivos da Briosa, que tem de ser, sempre, uma pessoa de bem.

Nacional, 4 - AAC, 0


A Briosa foi hoje goleada na Choupana, numa partida em que começou melhor mas onde os erros defensivos e o desgaste do encontro de Alvalade acabaram por ser fatais.
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Manuel Machado voltou ao habitual 4-3-3, com Danilo no lugar do lesionado Litos. No meio-campo, Brum a "trinco", Alexandre à direita e Filipe Teixeira à esquerda e uma frente de ataque alargada, com Dame e Cláudio Pitbull bem abertos nas alas no apoio a Gyano.
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O ascendente da Académica foi evidente desde o início da partida, com o ataque a conseguir maior profundidade quase sempre pela disponibilidade de Dame, em tarde inspirada no transporte da bola pelos flancos. No entanto, apesar da maior posse de bola e dos muitos pontapés de canto conquistados (oito na primeira parte), a equipa não conseguia espaços para visar a baliza de Diego Benaglio.
Foi, assim, contra a corrente do jogo que surgiu o primeiro golo, à passagem da meia-hora, na sequência de um bom trabalho de Chilikov. Chaínho, vindo de trás, aproveitou uma desatenção dos centrais da academistas para ganhar espaço e bater Pedro Roma com um remate à meia-volta.
A Briosa reagiu, intensificando a pressão, sempre com Dame em destaque, mas o Nacional manteve um muro intransponível junto da sua área com um quarteto defensivo bem afinado.
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Logo a abrir o segundo tempo, a equipa da "casa" voltou a marcar, desfazendo desde logo as esperanças dos "pretos" em regressar a casa com pontos no bolso. Juliano deixou Paulo Sérgio para trás e serviu Cássio, que atirou a contar.
A Académica já tinha poucas reservas de energia e os sucessivos erros defesivos acabaram por ditar o volumoso resultado que os primeiros minutos não faziam, minimamente, prever.
Já perto do final do jogo, mais uma falha da nossa defesa permitiu a Diego passar por toda a gente antes de atirar, já em queda, para as redes da Briosa.
Antes do final, mais um golo, após um cruzamento de Ricardo Pateiro com desvio de Diego. Pedro Roma ainda defendeu mas Cássio, na recarga, aproveitou para bisar.
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Em conclusão, os madeirenses permitiram que a Académica assumisse, inicialmente, a condução de jogo, mas apenas de forma ilusória, aproveitando da melhor forma uma das poucas oportunidades criadas para ganhar vantagem. O segundo tento, logo a abrir a etapa complementar, sentenciou a partida. A equipa acusou depois o desgaste provocado pelo jogo da Taça e caiu definitivamente aos pés dos madeirenses.
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Sob a arbitragem de Rui Costa, do Porto, as equipas alinharam:
Nacional - Diego Benaglio; Patacas, Ricardo Fernandes, Ávalos e Bruno Basto; Chaíno (Ricardo Pateiro, 85); Bruno Amaro, Bruno (Leandro do Bonfim, 68) e Juliano Spadacio; Chilikov (Diego, 58) e Cássio.
Académica - Pedro Roma; Paulo Sérgio, Danilo, Káká e Lino; Roberto Brum (Gelson, 56), Alexandre e Filipe Teixeira; Dame, Gyano (Nuno Piloto, 80) e Cláudio "Pitbull" (Miguel Pedro, 55).
Marcadores: Chaínho (30), Cássio (47 e 88) e Diego (83).
Disciplina: Cartões amarelos a Bruno Basto (15); Roberto Brum (24), Danilo (39) e Gyano (64).
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Esta crónica foi escrita com base nas informações do site "Maisfutebol".
De acordo com a mesma fonte, foram as seguintes as pontuações atribuídas aos jogadores da Briosa:
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Pedro Roma (3)
Paulo Sérgio (1)
Danilo (1)
Káká (1)
Lino (2)
Roberto Brum (2)
Alexandre (2)
Filipe Teixeira (3) - Foi o único jogador da Académica a merecer destaque no "Maisfutebol", que lhe dedicou estas linhas: "Foi o mais inconformado de uma equipa completamente perdida no 2º tempo. Foram seus os principais remates e as melhores jogadas dos estudantes como já começa a ser habitual. Lutou muito, mas foi impotente para travar a turma madeirense". Por isso, é por nós considerado o melhor da Briosa.
Dame (3)
Gyano (2)
Cláudio "Pitbull" (2)
Miguel Pedro (2)
Gelson (2)
Nuno Piloto (-)

  - Sábado, Março 03, 2007

Dame acusa Luís Godinho de tentar enganá-lo: onde está a verdade?

Um caso lamentável (independentemente de quem tenha razão) marcou o final da semana da Briosa.
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Em declarações prestadas ontém ao JN (e reafirmadas hoje ao site "Maisfutebol"), o jogador Dame N'Doye faz graves acusações ao vice-presidente Luís Godinho.
Segundo afirmou o atleta senegalês, aquele dirigente, a pretexto da compra de um automóvel, estaria a fazê-lo assinar um novo contrato com o clube, que estaria junto com a documentação necessária à aquisição da viatura.
«É lamentável aquilo que tentaram fazer comigo. Primeiro, vendeu-me um carro de 1999 por 15 mil euros e, depois, fez-me ir ao seu stand para trocá-lo por outro. Quando lá cheguei, já lá estava uma notária, sinal de que ele fez tudo com premeditação. Felizmente, apercebi-me do embuste e não assinei nada», conta o jogador ao "Maisfutebol".
Na sequência do referido episódio, o avançado academista declarou que "as hipóteses de renovar pela Briosa desceram consideravelmente". «Quando chegar o final da época, já sei o que vou fazer», rematou.
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Em declarações recolhidas na sexta-feira pela agência Lusa, o dirigente negou «categoricamente» o caso, embora tenha reconhecido que Dame esteve, de facto, no seu stand, tendo apenas rubricado contrato de financiamento para aquisição de uma nova viatura.
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Entretanto, outra questão que se coloca é saber se a Académica possui (ou não) direito de opção sobre o seu passe por mais duas épocas. Também aqui as versões do jogador e da Direcção se revelam desencontradas. Segundo declarou o jogador ao site acima referido: «Tenho alguns amigos especialistas nessa matéria que já me disseram que a cláusula não é válida. O meu vínculo termina no final da época, ponto final.»
Ao invés, a Direcção reafirma o contrário, em comunicado distribuído ao final da tarde de hoje e que reproduzimos na íntegra:
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“ESCLARECIMENTO
O atleta Dame N’Doye tem contrato com a AAC/OAF até ao final da época 2008/09.
Alguns órgãos de comunicação social têm publicado notícias de hipotéticos “contratos já assinados” com outros clubes, entre os quais: Braga, Belenenses, etc.
Noticias publicadas cirurgicamente em vésperas de jogos importantes para a Académica. Percebemos as coincidências e as fontes cuja falta de crédito é manifesta.
Neste momento em que nos preparamos para inaugurar os dois relvados sintéticos na Academia Briosa XXI vamos continuar a trabalhar com vista ao fortalecimento e engrandecimento da Académica.
Quanto ao nosso atleta Dame N’Doye, é nossa inabalável convicção que vai mostrar em campo o grande profissional que é e o quanto ama e quer dignificar a camisola da nossa Académica.”
3 de Março.
A Direcção da AAC/OAF

A expulsão de Vítor Vinha...ou o critério da camisola


Não tenho por hábito procurar nas arbitragens a explicação das derrotas da Académica e até sou, por vezes, criticado por isso. Entendo, mesmo, que, em Portugal, as discussões futebolísticas (tanto à mesa do café como nas televisões) centram-se demasiado nos erros dos árbitros e nas pretensas intenções destes em prejudicar o clube A ou B. Confesso, aliás, que já dei para esse peditório.
Relativamente ao jogo da passada quarta-feira, em Alvalade, também não me parece correcto dizer que perdemos por culpa do juíz de campo, apesar dos antecedentes de Jorge Sousa em jogos da Briosa (quem não se recorda do Académica-Naval da época passada, em que acabámos com oito jogadores?). Contudo, duas decisões da arbitragem acabaram por condicionar, em nosso desfavor, o desenrolar dos acontecimentos.
Com efeito, depois de um início de jogo desastroso, que comprometeu as nossas aspirações, a nossa equipa veio para a 2ª parte com outra atitude e claramente disposta a virar o resultado. Foi exactamente no início da etapa complementar que ocorreram dois lances passíveis de acção disciplinar, que tiveram em comum uma interpretação do árbitro em prejuízo dos "pretos".
No primeiro, Tonel, à entrada da área do Sporting, agarra Gyano, que ficaria isolado frente a Ricardo. Uma acção que poderia ter sido sancionada com um cartão vermelho directo. No entanto, como Polga se encontrava próximo, o juíz portuense entendeu que este estava entre o húngaro e o guardião "leonino", pelo que decidiu mostrar apenas mostrar a cartolina amarela ao defesa sportinguista.
No segundo, Vítor Vinha e João Moutinho disputam uma bola a meio-campo. O defesa-esquerdo academista falha o tempo de entrada ao lance e atinge violentamente o pé direito do adversário, que chegara primeiro à bola. Sem qualquer dúvida, uma acção merecedora da amostragem de um "amarelo". Para nosso espanto, o árbitro exibe o "vermelho" directo. Não lhe interessou que o nosso jovem atleta não tivesse tido intenção maldosa, que não tivesse ainda cometido qualquer falta durante o jogo, que não seja um jogador habitualmente violento. Nada! Rua e pronto...
Claro que, do ponto de vista formal, se pode dizer que esses lances dependem do critério do arbitro. E que, assim sendo, as decisões de Jorge Sousa são inatacáveis. Mas permitam-me um pequeno exercício especulativo.
Imaginem que a primeira situação ocorria perto da nossa área e os protagonistas eram Káká e Liedson, estando Litos no lugar de Polga. Ficar-se-ia pelo "amarelo" ao nosso jogador? E na segunda, se Caneira tivesse atingido Filipe Teixeira? Também exibiria a cartolina encarnada? Se, no primeiro caso, a resposta ainda poderá, eventualmente, ser positiva, no segundo tenho quase a certeza que tal não aconteceria.
No fundo, o árbitro utilizou algo muito frequente no futebol português: o critério da camisola, que tende a privilegiar os jogadores dos três "grandes" face aos dos outros clubes. Aliás, há uns anos atrás, um antigo juíz internacional declarou, "preto no branco", que, na dúvida, decidia sempre a favor de Benfica, Sporting e FC Porto.
No fundo, os árbitros são humanos e sabem o enorme peso institucional e mediático dessas colectividades. Se cometerem um erro em seu desfavor, "águias" , "leões" ou "dragões" moverão as suas influências na Liga ou na FPF, de forma a que os respectivos organismos responsáveis pela arbitragem os castiguem. Por outro lado, serão "crucificados" em toda a comunicação social, especialmente naqueles programas de televisão onde participam apenas paineleiros desses clubes. Logo, a maioria opta pela solução mais fácil.
Para mim, é exactamente este peso desproporcionado dos chamados três "grandes" que está na base de grande parte dos problemas do nosso futebol. Mas isso seria tema para outro artigo.

  - Sexta-feira, Março 02, 2007

Convocados para a choupana


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Depois da eliminação da Taça de Portugal, a Académica volta a jogar já este Domingo pelas 16h pela primeira vez fora do território continental. O Nacional da Madeira é uma equipa que Manuel Machado e Zivanovic (técnico de guarda-redes) conhecem bem e por isso experam ter a fórmula da vitória. Litos e Vítor Vinha são as principais baixas para este jogo, por lesão e castigo devido ao último jogo. Ainda não é desta que Joeano regressa os relvados e está por isso Gelson de regresso aos convocados assim como Lira que esta época ainda só alinhou no jogo frente ao Atlético. Dando Lino provas que é um jogador muito mais rentável jogando a extremo, seria Lira uma boa opção para fechar o lado esquerdo da defesa?

Eis os 18 escolhidos:

Guarda-Redes
24 Pedro Roma
1 Douglas

Defesas
3 Danilo
4 Káká
14 Medeiros
16 Lino
20 Lira

Médios
5 Alexandre
6 Roberto Brum
8 Paulo Sérgio
10 Filipe Teixeira
22 Sarmento
28 Nuno Piloto

Avançados
9 Gelson
19 Miguel Pedro
29 Gyano
77 Dame
82 Cláudio Pitbull

  - Quinta-feira, Março 01, 2007

Briosómilhões


Nacional - Académica

Tótó Bola:
Fura-Redes:
Espaço Maya:
M&M'space:


Mais tarde a classificação geral.