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  - Terça-feira, Julho 31, 2007

Académica empata em Tábua

A Académica disputou hoje mais um jogo de preparação para a nova época desportiva. Com o primeiro jogo oficial a duas semanas de distancia, Manuel Machado começa a já ter uma ideia do seu "onze ideal" e os resultados, que embora para nada contem, começam a aparecer. Porém, hoje foi algo diferente dos últimos 3 jogos, a Académica empatou a um com o seu clube satélite.

Eis a ficha de jogo disponibilizada no site oficial:

TOURIZENSE (1):

Treinador: Tó Margarido

Onze inicial: 1 Eduardo; 18 Xavier; 13 Gonçalo; 24 Kay; 15 Hugo Simões; 11 sopas; 10 P. Fontes; 20 André Fontes; 14 Ito; 7 Sílvio e 17 Rui Miguel.

Jogaram ainda: 25 Ruben; 23 Chico; Fábio Santos; 5 Machado; 8 Tiago Mosa; 6 Diogo Melo; 2 Mário Jorge; 19 Bruno Lemos; 21 Éder; 9 Traquina; 12 Vítor;22 David Andrade; 16 David Segundo; 3 Marco; 11 Rui Costa.No Banco: Cubano e Fábio Pais.

ACADÉMICA (1):

Treinador: Manuel Machado

Onze inicial: 12 Ricardo; 22 Sarmento; 21 Litos; 4 Káká; 18 Vítor Vinha; 8 Paulo Sérgio; 26 Tiero; 77 N´Doye; 25 Ivanildo; 2 Joeano (cap.); 29 Gyano.

Jogaram ainda: 7 Hélder Barbosa;10 Miguel Pedro; 11 Lito; 14 Pedro Ribeiro; 30 Pedro Costa; 19 Cris; 32 Milos Pavlovic; 5 M. Berger; 9 Orlando; 28 Nuno Piloto e 20 Fofana.

No banco: 24 Pedro Roma; 1 Rui Nereu e 99 Peralta.

EQUIPA DE ARBITRAGEM:Árbitro: Pinto Nunes (AF Coimbra)Auxiliares: Filipe Rainha e Duarte Santos.

Ao intervalo: 0-0.

Marcadores: Tiago Rosa na pb aos 50'; Traquina aos 57'.

  - Sábado, Julho 28, 2007

Uruguaio Peralta na Académica



O "internacional" uruguaio Horácio Peralta é a nova contratação da Briosa para a nova temporada.

O novo reforço academista tem 25 anos e actuava no Nacional de Montevideu, já depois de ter representado clubes europeus em Itália (Inter e Cagliari) e em Espanha (Albacete). Jogou ainda no Flamengo (onde venceu a Copa Brasil) e no Bella Vista. Representou o Uruguai desde os escalões mais jovens e, aos 16 anos, foi chamado à selecção principal pelo seleccionador Daniel Passarela.

O jogador actua como médio ofensivo e poderá ser o "número 10" que Manuel Machado reclamava para suprir a saída de Filipe Teixeira.

Feirense, 0 - Académica, 2


A Briosa obteve, hoje, em Santa Maria da Feira, a terceira vitória consecutiva, quarta na pré-época.
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Depois do nulo verificado ao intervalo, os "pretos" superiorizaram-se na 2ª parte, com golos apontados por Cris (aos 65 minutos) e Gyano, em cima do apito final.
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De realçar o tento obtido pelo jovem médio frente aos seus antigos companheiros e também o facto de o ponta-de-lança húngaro ter voltado a "fazer o gosto ao pé".
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Sob a arbitragem de Carlos Moreira da Silva, as equipas alinharam:
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Feirense - H. Godinho; Hernâni, Jorge Silva Luciano e Macaé; Tales, Márcio, Gabi eJorge Leitão; Gaúcho e Tó Miguel.
Banco: William; Paulinho, Bruno Sousa, Mamadi, Galhano, Marlon, Hélder Castro, Barge, André Soares, Denilson, João e Serginho.
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Académica - Pedro Roma; Berger, Orlando, Káká e Vítor Vinha; Paulo Sérgio e Tiero; Lito, Miguel Pedro e Hélder Barbosa; Joeano.
Jogaram ainda: Sarmento, Litos, Pavlovic, Nuno Piloto, Cris, Fofana, Vouho, Pedro Ribeiro e Gyano.
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Marcadores: Cris (65) e Gyano (90).

  - Quinta-feira, Julho 26, 2007

Académica, 2 - Nacional, 1: Teste positivo


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A Briosa venceu hoje o Nacional por 2-1, em mais um encontro de preparação, disputado no Complexo Desportivo de Rio Maior.
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Manuel Machado testou, pela primeira vez, o sistema de 3-5-2. Assim, a Académica começou com um "trio" de "centrais", constituído por Berger, Litos e Orlando. No meio-campo, Pavlovic e Nuno Piloto eram os médios mais recuados; mais adiantados, Lito na ala direita, Tiero no meio e Vítor Vinha na ala esquerda, com a missão de fechar o respectivo corredor. Na frente, dois pontas-de-lança: Gyano e Joeano.
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A 1ª parte foi disputada em ritmo vivo, embora fosse visível alguma falta de "afinação" por parte de ambas as equipas, traduzida em frequentes perdas de bola.
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Começaram melhor os madeirenses, que tomaram conta do jogo e criaram algumas dificuldades à defesa academista, que denotou, então, alguma intranquilidade. Assim, as melhores oportunidades pertenceram ao Nacional, primeiro com uma "bicicleta" de Edu Sales a sair perto do poste e, depois, uma falha de Ricardo e de Orlando a isolar Rodrigo que, em boa posição, atirou para as nuvens. Da nossa parte, apenas um remate de Joeano por cima da barra.
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Mas, aos 26 minutos, a Briosa marcou. "Canto" na direita, apontado por Vítor Vinha, a bola foi rechaçada para o lado esquerdo, onde ORLANDO, solto de marcação, rematou cruzado para o fundo da baliza de Diego.
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Contudo, dois minutos depois, os funchalenses podiam ter empatado. Atrapalhação da nossa defesa, saída em falso de Ricardo, toque de Edu Sales para a baliza, corte de Litos e recarga de Juliano ao poste.
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A partir daí, a Académica equilibrou as operações e o jogo ficou mais repartido.
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Contudo, aos 39 minutos, surgiu a igualdade. "Livre" na esquerda, a meio do nosso meio-campo. Fillype Gabriel cruzou para a área mas a bola descreveu um arco caprichoso, acabando por se anichar no ângulo superior esquerdo da baliza de Ricardo, que se encontrava adiantado, à espera do cruzamento.
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No 2º tempo, o técnico academista voltou a mudar o sistema táctico. Assim, a equipa surgiu primeiro num atípico 3-3-3-1, com Orlando, Litos e Káká na defesa; seis unidades no "miolo": Paulo Sérgio, Tiero e Vítor Vinha (como falso "lateral" esquerdo) numa primeira linha e Lito, Miguel Pedro e Hélder Barbosa mais adiantados; na frente, Vouho. Mais tarde, com a entrada de Sarmento e a saída de Orlando, voltou ao mais habitual 4-2-3-1, com o recuo de Vítor Vinha.
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Nos primeiros minutos da etapa complementar, a Briosa voltou a adiantar-se no marcador. "Livre" na direita apontado por Hélder Barbosa, Rafael defendeu para a frente e VOUHO, oportuno, atirou para o fundo da baliza madeirense.
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A Académica passou a controlar mais o jogo e, cinco minutos depois, Miguel Pedro, em boa posição, rematou muito por alto. Pouco depois, foi a vez de Vouho atirar forte mas sobre a barra.
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O Nacional apenas criou perigo perto da meia hora, primeiro num bom cabeceamento de Rodrigo e, logo a seguir, num remate de Pateiro ao lado, após falha de Sarmento.
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Entretanto, as substituições que, de ambos os lados, se iam operando, fizeram baixar o ritmo da partida. Até ao final, destaque para uma boa iniciativa individual de Fofana, mas que terminou com um remate à figura de Rafael, e para um remate de N'Doye, igualmente defendido pelo guardião "nacionalista".
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Em conclusão, um jogo agradável de seguir e que se revelou um teste positivo para a Académica. Defensivamente, alguma intranquilidade na 1ª parte, no sistema de três "centrais", mas franca melhoria no 2º tempo. Ao nível do sector intermediário, nota-se a falta de um "patrão" que ligue o jogo da equipa. No ataque, algumas movimentações interessantes mas nem sempre bem concluídas. No fundo, a equipa protagonizou alguns momentos de qualidade, voltou a mostrar uma boa atitude competitiva mas vê-se que o conjunto ainda não está "afinado", havendo muitas "arestas a limar".
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Sob a arbitragem de Rogério Ribeiro, de Santarém, as equipas alinharam:
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Académica - Ricardo; Berger (Káká, 46), Litos e Orlando (Sarmento, 62); Pavlovic (Paulo Sérgio, 46) e Nuno Piloto (Miguel Pedro, 46; N'Doye, 83); Lito (Fofana, 65), Tiero (Cris, 58) e Vítor Vinha; Gyano (Vouho, 46) e Joeano (Hélder Barbosa, 46).
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Nacional - Diego (Rafael, 46); Patacas, Ricardo (Filipe Lopes, 62), Ávalos e Alonso; Cléber; Zé Vítor (Juninho, 62), Fillype Gabriel (João Coimbra, 54) e Juliano; Rodrigo (Gonçalo, 77) e Edu Sales (Pateiro, 62).
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Marcadores: Orlando (26) e Vouho (50), pela Académica; Fillype Gabriel (39), pelo Nacional.
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Os "pretos", um a um:
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Ricardo - Muito intranquilo e inseguro na 1ª parte, com algumas falhas que podiam ter comprometido o resultado. Mal batido no golo: esperava o cruzamento e sofreu um "chapéu". No 2º tempo, teve pouco trabalho. Enfim, um dia menos feliz.

Berger - Jogou a "central" com a função de fechar o lado direito. Uma "fífia" logo no ínicio mas, a partir daí, mostrou-se sempre atento e seguro.

Litos - Teve alguns problemas nos primeiros minutos mas depois "arrancou" uma exibição muito positiva. Foi o "patrão" da defesa.

Orlando - Não começou da melhor maneira e teve mesmo uma falha comprometedora. Depois do golo que marcou, transfigurou-se e cotou-se como um dos melhores. Foi um autêntico "gigante" nas alturas.

Pavlovic - Esteve muito bem nas tarefas defensivas mas menos bem a construir. Uma prestação regular.

Nuno Piloto - Sempre muito activo, procurou fazer a ligação entre a defesa e o ataque e imprimir velocidade ao jogo da equipa. Uma boa actuação.

Lito - Uma das suas prestações menos conseguidas nesta pré-época. Esteve ao serviço da selecção de Cabo Verde e é natural que comece a acusar algum desgaste.

Tiero - Não repetiu a exibição que realizou frente ao Beira Mar. Apesar de tudo, mostrou alguma irrequietude.

Vítor Vinha - No 1º tempo, actuou como médio esquerdo com a missão de fechar o seu flanco. No início do 2º tempo, recuou um pouco, aparecendo como falso "lateral" esquerdo. Por fim, acabou na sua posição habitual de defesa esquerdo. Em todas essas missões, cumpriu, embora sem grandes rasgos.

Gyano - Mais uma vez, pareceu mais solto. Ganhou algumas bolas nas alturas mas não teve grandes oportunidades de rematar à baliza.

Joeano - Algumas "tabelas" bem executadas, mas também não teve muitas hipóteses de mostrar a sua veia goleadora.

Sarmento - Mais uma actuação pouco conseguida. Quase não subiu e teve uma falha que poderia ter dado o empate.

Káká - Muito seguro. Destaque para um corte de cabeça, em voo rasante, a evitar o pior. Uma boa exibição.

Paulo Sérgio - Eficaz a destruir jogo, melhor que habitualmente a construir, "rubricou" uma actuação positiva.

Cris - Embora ainda pouco entrosado, teve uma boa estreia. Discreto mas com bom toque de bola, poderá, eventualmente, ser o tal médio "box to box" de que a equipa carece.

Fofana - Algumas bons apontamentos técnicos, mas nem sempre eficaz. De registar uma excelente jogada individual, que apenas pecou pela má finalização.

Miguel Pedro - Entrou para a posição de "número 10" e não esteve mal. Podia ter sentenciado o jogo mas atirou para as nuvens. Sofreu um toque no pé direito a meio da 2ª parte, ressentiu-se e acabou por ser substituído já perto do final.

Hélder Barbosa - Esteve melhor que no jogo com o Beira Mar. Voltou a mostrar que possui uma qualidade técnica acima da média, que o torna forte no 1x1. Por isso, só em falta os adversários o conseguiam travar. Falta-lhe ainda alguma velocidade para chegar ao nível do ano passado.

Vouho - Entrou e marcou um golo pleno de oportunidade. Teve também um remate forte, mas que saiu sobre a barra. É batalhador e oportuno mas nota-se que ainda está um pouco "verde".

N'Doye - Jogou apenas sete minutos. Um remate à baliza e pouco mais.

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Por motivos técnicos, não foi possível disponibilizar o vídeo com alguns momentos do jogo. Pelo sucedido, as nossas desculpas.

Académica 2-1 Nacional
Actualização em Directo

FIM DO JOGO
Académica 2-1 Nacional

26' - Orlando
39' - Gabriel

Intervalo

52' - Vouho

Melhor em Campo SimplesmenteBriosa: Orlando

Outros destaques e a crónica do jogo mais logo por Jorge Martins.

Académica-Nacional hoje em Rio Maior


A Briosa defronta hoje o Nacional, pelas 18 horas, no Complexo Desportivo de Rio Maior, em mais um jogo de preparação.

Um teste mais exigente, frente a uma equipa da BwinLiga, e que, por isso, suscita alguma expectativa entre os adeptos academistas.

Eu e o Francisco Martinho lá estaremos para fazer a crónica e a apreciação aos jogadores.

  - Quarta-feira, Julho 25, 2007

N'Doye chega a Coimbra em silêncio (*)

Ousmane N'Doye chegou em silêncio a Coimbra, depois de uma longa ausência e que provocou a instauração de um processo disciplinar por parte da Académica. O médio senegalês remeteu as suas declarações para esta quinta-feira por estar «cansado».
O futebolista treinou com o restante plantel e até marcou um golo no treino de conjunto, mas não quis explicar a longa ausência de Portugal: «Não quero falar. Só falo amanhã. Agora só posso falar com o meu representante», disse à Agência Lusa.
N'Doye devia ter-se apresentado a 2 de Julho, dia do arranque dos trabalhos, mas pediu chegar apenas uma semana depois porque tinha estado ao serviço da sua selecção. O pedido foi aceite, mas, depois de terem visto que o futebolista não apareceu no dia 9, os dirigentes da Briosa decidiram-se pelo processo disciplinar.

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(*) in "Maisfutebol"

Francisco Andrade
“Já não conheço os adeptos da Académica”

Aceite o repto para falar do futebol da “sua” Académica, aqui se transcrevem as passagens mais importantes da agradável conversa que o Semanário Desportivo do Centro travou com Francisco Andrade, uma das maiores referências do clube. A constituição do plantel sénior e a ténue ligação com a formação, foram algumas das preocupações levantadas. “Não há muito tempo a Académica teve na equipa principal nove jogadores das suas camadas jovens”, recordou.

Semanário Desportivo do Centro (SDC) - Como tem acompanhado a preparação da nova época da Académica?

Francisco Andrade (FA) - Vejocomalgumapreocupação a saída de alguns elementos que, na época transacta, eram considerados chave. Mas desconheço, e isso é bom que se diga, quais foram os critérios e se as opções tomadas seguem um programa e um projecto de técnico. Se assim é e se realmente foi feito um estudo por parte do treinador e se as alterações verificadas foram feitas nessa sequência, está correcto. Estou convicto que a Académica aprendeu no ano anterior, quando tinha ideias de fazer um campeonato a redundar nas competições europeias mas acabou por estar em risco de descer de divisão. Isto no ano mais fácil de manter a equipa na Liga, uma vez que só houve dois despromovidos. Estou convencido que este ano isso não vai acontecer e que os reforços foram contratados com consciência técnica e atendendo à realidade do clube e às suas características sociais e desportivas.

SDC - No ano passado era opinião quase unânime que a equipa tinha excesso de jogadores estrangeiros…

FA - Isso faz-me lembrar as “lojas dos trezentos”. Quando se compra por comprar as coisas nunca dão certas. É preferível apostar no mercado português, tal e qual como parece que a Académica está agora a fazer. Para isso é preciso fazer uma prospecção muito séria, procurar e sinalizar determinados jogadores e depois acompanhá-los, sabendo quais são as suas características específicas em várias áreas, por exemplo desportiva e social. E apostar neles. Continuo a dizer que há em todas as divisões jogadores que têm características para serem jogadores da Académica e para serem verdadeiros reforços. preciso é que o clube tenha alguém com vivência prática do futebol e que saiba ser “olheiro”. Porque não é “olheiro” quem quer e não é qualquer um, só porque deu dois pontapés na bola, que descobre jogadores. Havendo um trabalho sério nesta área, com toda a certeza que se descobrem no país muitos jovens que podem ser reforços da equipa. Não quer isto dizer que não se aposte num ou outro jovem jogador estrangeiro, até porque hoje o mercado europeu assim o permite. O que não se pode, de maneira nenhuma, é formar uma equipa como uma “manta de retalhos” de vários países porque, assim, quando o balneário se consegue finalmente conhecer já está a época acabada.

SDC - Não lhe parece encerrar alguma contradição ter-se apontado o número elevado de reforços como um dos motivos dos maus resultados, porque o conjunto tardou em solidificar-se, e no final da época se tenha operado nova “revolução” no plantel?

FA - Essa é outra falácia. Agora usa-se muito dizer que se compra jogadores novos para serem formados. Fazer jogadores é na formação. Aí sim, preciso fazer uma aposta séria e profissional, sem fazer imitações. Quando falo em profissional tem ver com os métodos que se utilizam. Porque Académica já é profissional de fora para dentro, falta-lhe ser profissional de dentro para fora. Quando se diz que se vai buscar jovens e depois, no ano seguinte, alguns até com contrato de dois anos vão embora, é sinal de que a dita aposta não passa de uma falácia e apenas mais uma maneira de iludir quem rodeia a Académica. No actual contexto, falar em aposta não passa de uma frase feita sem qualquer sentido.

SDC - No seu entender, como olham hoje os adeptos da Académica para a equipa principal de futebol?

FA - A Académica tem que respeitar muito o seu passado, sem cair em saudosismos. E não há dúvida que o adepto da Académica fica um pouco baralhado quando a maioria dos jogadores lhe diz muito pouco. Mas também acontece, e isso não é muito bom, que o adepto da Académica já está quase vacinado e apenas à espera que a equipa ganhe. Já perdeu um pouco o interesse por outras coisas e outros valores que eram fundamentais há muito pouco tempo. Os sustos que têm apanhado fazem com que os adeptos perdoem muita coisa e queiram apenas que a equipa se salve. E quando assim é “perdoa-se o mal que sabe pelo bem que faz”. Mas se me perguntar seriamente, acho que o adepto da Académica continua a desejar que o clube seja um pouco do que era antigamente, adaptado ao moderno, mas sem perder as características de um clube “sui generis” como era a Associação Académica de Coimbra.

SDC - A manutenção dos valores próprios da Académica não é um trabalho dos dirigentes?

FA - Os exemplos vêm de cima, em tudo. Hoje há muitos adeptos da Académica que se divorciaram dos problemas académicos e não aceitam certas filosofias e certas atitudes. Mas quem gravita à volta do centro de poder da Académica são pessoas que estão mais enraizadas aos resultados do que à herança da “velha” Académica. E por isso perdoam muita coisa e, às vezes, comparam-se a outros clubes. Nós temos que competir com eles, é certo, mas era bom que não perdêssemos o fio umbilical aos valores que fazem a diferença entre a Académica e todos os outros clubes do mundo.

Aposta na formação

SDC - No plantel da Académica 2007/2008 há apenas um jogador que ascendeu dos Juniores. É pouco?

FA - É muito pouco! Lembro que não há muito tempo a Académica teve na equipa principal nove jogadores das suas camadas jovens. Tive uma grata recordação, há dias, ao reunir com os jogadores que estiveram presentes nas duas finais do Campeonato Nacional de Juniores. Hoje estão todos bem na vida. Falámos sobre os tempos em que a Académica ganhava aos ‘grandes’ e conseguia fazer chegar quatro, cinco, seis jogadores à equipa principal. Poderão dizer que eram outros tempos. Pois eram. Eram tempos em que a equipa principal da Académica se batia com as melhores equipas, num campeonato que era tão ou mais difícil em relação ao de hoje. Era tão difícil que um treinador que estivesse três jogos seguidos sem ganhar era despedido. Mas digo mais: continuo a não aceitar que a Académica não faça tudo o que pode no aspecto da formação.

SDC - Mas as más condições de trabalho que hoje são oferecidas aos treinadores da formação da Académica não obstam à realização de um melhor trabalho?

FA - Eu não culpo os técnicos, não culpo quem trabalha. Culpo é todo o projecto. Quando as camadas jovens são praticamente abandonadas e se espera que sejam os pais dos jogadores a resolver os problemas que deveriam ser resolvidos pelo clube, a única coisa que se pode esperar é que a valia dos jogadores acaba por ser imposta através da capacidade dos pais. E isso é muito mau. Se quer olhar verdadeiramente para as camadas jovens, a Académica tem que fazer uma aposta profissional, em termos de métodos, para que os jogadores formados no clube possam jogar ao mais alto nível. Um clube de 3.ª Divisão tem obrigação de formar jogadores para a 3.ª Divisão; um clube como a Académica tem obrigação de fazer jogadores para o campeonato que está a disputar. Por conseguinte a exigência tem de ser igual àquela que existe no Benfica, no Sporting e no Porto.

SDC - O novo complexo do Bolão, concluído a breve prazo, pode ajudar a que a formação da Académica dê o desejado salto qualitativo?

FA - Deve ajudar! A Académica sempre teve um défice muito grande em termos de condições de trabalho. No passado esse défice foi muitas vezes ultrapassado com muito querer, muita determinação, muita carolice, mas os tempos de hoje são outros, de facto, e a Académica precisa da tal profissionalização interna, na qual uma das áreas é encontrar condições de trabalho para que os jogadores possam crescer e evoluir.

SDC - E pode ser revitalizado o estatuto de jogador/estudante? No seu entender, continua a fazer sentido nos dias de hoje?

FA - Continua a fazer sentido, mas sem querermos enganar-nos em relação à possibilidade, que havia antigamente, de a equipa da Académica ser formada apenas por jogadores estudantes. Hoje continua a ser possível encontrar muitos jovens com capacidade para jogar na Académica e fazerem os seus estudos aqui em Coimbra, mas não sou contra a aquisição de jogadores profissionais, até para que seja feita a simbiose perfeita entre aqueles que procuram a Académica para a continuação dos seus estudos e aqueles que apenas querem jogar futebol.

Grupo dos últimos

SDC- A esta distância, como perspectiva o próximo campeonato da BwinLiga?

FA - Estou convencido que a classificação da Liga vai ser dividida em três grupos. Um primeiro onde vou incluir o Braga, além naturalmente de Porto, Sporting e Benfica; depois um grupo intermédio, onde me parece que vai aparecer o Guimarães e talvez o Paços Ferreira; finalmente um último grupo onde estão todas as outras equipas, incluindo a Académica e a Naval.

SDC-O sonho europeu, muito fala do no início da época passada, é possível no actual contexto da Académica?

FA - Tudo é possível no futebol. Mas quando se assume que se vai ter um sonho europeu e depois não se desce de divisão por pouco, leva-nos a pensar que o melhor é ter-se os pés bem assentes e construir uma equipa que dê aos adeptos e ao futebol uma valia técnica e uma capacidade de jogo que traga aos campos aqueles que se afastaram deles. Uma coisa é ir aos campos solidário com a Académica, dando-lhe apoio para que consiga um resultado positivo mas sem esperança de ver um bom jogo, e outra coisa é ir para um jogo de futebol na esperança de ver um bom espectáculo e na certeza de que com esse bom espectáculo também se podem somar pontos.

SDC - Na época que terminou os adeptos foram muito pacientes em relação à onda de maus resultados verificados em Coimbra…

FA - Eu venho a dizer, de há uns tempos a esta parte, que já não conheço os adeptos da Académica. Há dez ou quinze anos era impensável a Académica estar cerca de três meses sem ganhar um jogo em casa. Era impensável, fosse qual fosse o treinador. Nem que fosse o maior do mundo. E não estou a dizer que quero “chicotadas”, que não resolvem nada. O que quero dizer é que hoje as pessoas estão adormecidas. É um problema da sociedade, que parece andar narcotizada, anestesiada. Acabo por ter que felicitar a Direcção pela maneira como aguentou o barco, tendo em conta aquilo que a equipa da Académica fez na época passada, ao mesmo tempo que me interrogo em relação ao que se passa com os sócios da Académica e sobre o que terá feito alterar a sua maneira de pensar. Estes sintomas de adormecimento preocupam-me porque pode muito bem estar a perder-se a vitalidade e a entrega ao clube que sempre foram características dos adeptos da Académica.

SDC - E os estudantes universitários, continuam ao lado da equipa da Académica?

FA - Continuar continuam. Só que antigamente os estudantes vibravam com os bons resultados da Académica mas também vibravam com um bom jogo, mesmo perdendo. Muitas vezes, apesar da derrota, saber que a equipa da Académica foi a que melhor futebol praticou dava um grande gozo aos estudantes e enchia-lhes o ego. Agora o que me parece é que também eles já estão na onda de que o que interessa são os três pontos, venham eles de onde vierem…

SDC - Que mensagem gostaria de deixar para todos os academistas?

FA - Gostava muito que a Académica não se envergonhasse do passado, não tivesse compleção xos com os homens do passado do clube e que procurasse no futuro ser um pouco do que foi ao longo dos anos, adaptada ao momento actual.

  - Terça-feira, Julho 24, 2007

AAC, 2 - Beira Mar, 0: Apresentação briosa



Foto:www.OPiolhodaSolum.blogspot.comA Académica estreou-se hoje frente aos seus associados com uma vitória por 2-0 sobre o Beira Mar, em jogo de preparação disputado no ECC.

Manuel Machado voltou a dispor a equipa no 4-2-3-1 que vem sendo habitual nesta pré-época, com a novidade de experimentar Káká como "lateral" esquerdo. Paulo Sérgio e Nuno Piloto eram os dois "trincos", tendo à sua frente Lito, Tiero e Hélder Barbosa. Na frente, o solitário Vouho.

Foto:www.OPiolhoDaSolum.blogspot.comO 1º tempo, disputado em ritmo de treino, foi muito pouco interessante. Sucederam-se os passes transviados e a bola andou quase sempre longe das balizas, pelo que houve apenas duas oportunidades de golo, uma para cada lado: um cabeceamento de Lito (mal) defendido pelo guardião aveirense e, já perto do intervalo, uma grande intervenção de Pedro Roma a deter um remate ao ângulo superior esquerdo das suas redes.

Após o descanso, o técnico academista decidiu alterar o sistema táctico, passando a actuar em 4-4-2. Assim, saíram Paulo Sérgio e Nuno Piloto, ficando Pavlovic como médio mais recuado. À frente, a "dupla" Gyano-Joeano rendeu Vouho.

A 2ª parte foi disputada num ritmo mais vivo, por vezes já a "cheirar" a competição. A Académica esteve melhor, tendo até conseguido gizar algumas jogadas de bom recorte.

Joeano deu outra movimentação ao ataque academista e o próprio Gyano apareceu mais solto do que é habitual. Por seu turno, no meio-campo, Tiero mostrava que é reforço.

A Briosa ia criando algumas oportunidades e só a boa actuação do guardião Luís Almeida impedia a sua "dupla" atacante de facturar.

A 11 minutos do final, magnífica execução de Gyano e mais uma defesa do guarda-redes visitante para "canto". Na sequência deste, a bola é rechaçada para fora da área e TIERO, na meia esquerda, "fuzila" Luís Almeida. Um grande golo!

Os aveirenses reagiram e criaram algum perigo. Mas foi a Académica que, no último lance da partida, aumentou a contagem. Vítor Vinha recuperou uma bola a meio campo e endossou-a a Joeano. Este fugiu pela esquerda e serviu GYANO que, isolado na área contrária, rematou à meia volta para o fundo da baliza.

Em conclusão, uma estreia muito razoável da Briosa, que mostrou alguns momentos de futebol agradável e uma atitude competitiva que é de realçar. Mas a verdade é que a equipa está longe de estar formada, pelo que Manuel Machado ainda tem muito trabalho pela frente, em especial na criação de automatismos ofensivos.

Sob a arbitragem de Vítor Campos, de Coimbra, as equipas alinharam da seguinte forma:

Académica - Pedro Roma; Sarmento (Pedro Costa, 46; Berger, 77), Litos, Orlando e Káká (Vítor Vinha, 46); Paulo Sérgio (Pavlovic, 46) e Nuno Piloto (Joeano, 46); Lito (Miguel Pedro, 66), Tiero e Hélder Barbosa; Vouho (Gyano, 46).
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Beira Mar - Luís Almeida; Jorge Vidigal, Fernando, Vasco Matos, Artur, João Pedro, Mateus, Ricardo, Maurinho, Emerson e Camora.
Jogaram ainda: Tony, Vitinha, Buba, Roma, Vítor Alves, Coria e Pato.
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Marcadores: Tiero (79) e Gyano (90+3).

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Os "pretos", um a um:
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Pedro Roma - Pouco trabalho mas uma grande defesa. Continua "em forma".

Sarmento - Mais uma vez complicativo e sem grandes rasgos.

Litos - Uma boa actuação, embora tenha sentido algumas dificuldades na parte final, quando o Beira Mar procurava a igualdade. À meia hora da 2º tempo, derrubou Roma quando este se esgueirava perigosamente. Em jogo a sério, seria, no mínimo, "amarelo".

Orlando - Sóbrio mas eficiente. Entendeu-se razoavelmente com Litos e sentiu as mesmas dificuldades que este na parte final.

Káká - Face à saída de Lira, Manuel Machado testou-o na esquerda como eventual alternativa a Vítor Vinha, aproveitando a sua rapidez. Não se saiu mal de todo, mas viu-se nitidamente que não tem a rotina do lugar.

Paulo Sérgio - Esteve muito activo nas tarefas defensivas, mas mostrou-se algo lento e complicativo nas transições ofensivas.

Nuno Piloto - A ideia era ser o médio "box-to-box", ligando o sector defensivo ao atacante. A verdade é que nunca conseguiu desempenhar bem essa função.

Lito - Muito activo na ala direita, aparecendo, frequentemente, na área contrária. Na 2ª parte, foi jogar mais para o meio do terreno e perdeu fulgor.

Tiero - Grande jogo do médio ganês. É um jogador "vagabundo", que aparece em várias posições, tanto no meio como nas alas. O golo que marcou revelou, não apenas uma meia-distância potente e colocada, mas também um bom sentido de oportunidade.

Hélder Barbosa - Teve alguns bons apontamentos mas está ainda longe da "forma" que o notabilizou a época transacta. No 2º tempo, descaiu mais para o interior e a sua inadaptação foi notória.

Vouho - Muito só e quase sempre mal servido, mostrou-se ineficaz.

Pedro Costa - Mais activo e mais certo que Sarmento no apoio ao ataque, mas continua a não recuperar bem.

Vítor Vinha - A segurança habitual a defender mas os mesmos cruzamentos mal medidos, por vezes sem nexo. Mérito ao desmarcar Joeano no 2º golo.

Pavlovic - Uma boa actuação do sérvio, seguro a defender e melhor que Paulo Sérgio a soltar a bola.

Gyano - E se o "ponta-de-lança" que procuramos estiver na casa? Uma excelente actuação do húngaro, que viu o guardião contrário negar-lhe dois golos após dois bons lances por si protagonizados. No final, um golo de excelente exucução. É certo que, nestes jogos, as marcações são menos apertadas mas parece que vale mais do que mostrou a época passada.

Joeano - Deu outra movimentação ao ataque. A sua presença permitiu abrir espaços que muito úteis foram a Gyano, a quem ofereceu o 2º tento. Aos 63 minutos, foi autor de uma magnífica jogada que só não deu golo devido à grande intervenção do guarda-redes aveirense.

Miguel Pedro - Entrou para fazer de "número 10" (camisola que vai envergar esta época) e esteve melhor que em jogos anteriores. Será que estará à altura dessa missão?

Berger - Manuel Machado experimentou-o a "lateral" direito no último quarto de hora. Não esteve mal mas foi pouco tempo para uma apreciação mais objectiva.

Apresentação da Académica sem surpresas

Decorreu hoje no centro comercial Dolce Vita, em Coimbra, a apresentação aos sócios da equipa da Académica para a época 2007/2008.
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A apresentação iniciou-se com uma actuação do "Despertar", o mais recente grupo da Secção de Fado da AAC.
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Seguiu-se uma breve intervenção de Jaime Lopes, presidente executivo da "Chamartin", empresa proprietária do "Dolce Vita".

Salientou o facto de, pelo terceiro ano consecutivo, esta ser o patrocinador principal da Briosa, declarando que "não nos preocupam muito os resultados, mas sim a ligação às comunidades locais onde nos inserimos".

Ilustrou as dificuldades dos clubes portugueses, dando como exemplo a enorme diferença de orçamentos entre a Académica e o Valladolid, recém-promovido à 1ª Liga espanhola.
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Passou-se, então, ao momento mais aguardado, com a apresentação dos jogadores que representarão a Briosa na época 2007/2008. Não se registaram quaisquer novidades no que se refere a contratações embora o painel em que os jogadores da nova temporada iam assinando tivesse espaço para duas incógnitas.
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Apresentados, mas ainda sem número, foram os costamarfinenses Fofana e Vohou, que, após um período à experiência, acabaram por assinar contrato. O "lateral" esquerdo Lira não marcou presença na cerimónia de hoje e sabe o Simplesmente Briosa que a direcção está a tratar da sua saída, muito provavelmente para um clube israelita. Em pleno voo estaria nesse momento o senegalês Ousame N'Doye, que, a partir de amanhã, deverá estar à disposição de Manuel Machado, embora a contas com um processo disciplinar.

Eis, então, a constituição da Académica 2007/2008:

Guarda-Redes
1 - Rui Nereu
12 - Ricardo
24 - Pedro Roma

Defesas
22 - Sarmento
30 - Pedro Costa
21 - Litos
5 - Berger
4 - Kaká
15 - Orlando
18 - Vítor Vinha

Médios
23 - Pavlovic
8 - Paulo Sérgio
28 - Nuno Piloto
17 - Cris
33 - Tiero
16 - Licá
7 - Hélder Barbosa
25 - Ivanildo
10 - Miguel Pedro
11 - Lito

--- - Fofana


Avançados
14 - Pedro Ribeiro
29 - Gyano
2 - Joeano
--- - Vohou

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Por fim, falou o Presidente da Briosa, José Eduardo Simões.
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Começou por agradecer o apoio que a Amorim Imobiliária tem dado na construção da "Academia do Choupal" (sic).

Referiu que esta já possui dois relvados sintéticos e um edifício em construção, quase acabado, que deverá ser inaugurado em Novembro.

"Nunca na história da Académica se fez tanto como em 2007", afirmou.

Salientou que "o futebol profissional e a formação vão ter condições excepcionais para trabalhar e evoluir", o que implica uma "exigência de resultados desportivos".
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Foto:www.opiolhodaSolum.blogspot.comPassou depois para as questões orçamentais e financeiras, referindo que "pelo segundo ano consecutivo, o exercício foi positivo". "A Académica deu lucro, algo que só outros quatro clubes nacionais conseguiram", afirmou.

Referiu, igualmente, que, na Bwin Liga, "há 11 clubes cujo passivo é superior ao nosso". Mencionou, como excepções, o Marítimo, o Nacional, o Paços de Ferreira e o Leixões, sendo que a situação das duas colectividades madeirenses se deve aos apoios do respectivo Governo Regional.

Salientou, ainda, que, este ano, "há 10 ou 11 equipas com orçamento superior ao nosso".
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Lembrou que "nos últimos 28 anos, passámos 17 na 2ª Liga", mas que "já vamos em seis anos consecutivos na Liga principal, correspondentes aos mandatos desta Direcção e da Comissão Administrativa chefiada por João Moreno".

Admitiu que "foram cinco épocas muito sofridas", mas que, esta temporada, o objectivo é "buscar o mais cedo possível a tranquilidade na classificação", de forma a que, "daqui a um ano, possamos estar aqui a festejar o sétimo ano consecutivo na 1ª Liga".
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Elogiou a forma "extraordinária" como todos estão a trabalhar para que isso aconteça. "Vão dar tudo o que têm (sangue, suor, trabalho, talento) em prol da Académica".

Ilustrou as suas palavras com a última conversa que teve com Filipe Teixeira. O ex-jogador da Briosa ter-lhe-á manifestado a sua mágoa por partir, "apesar de ir ganhar um salário muitíssimo superior em Inglaterra", pois "nunca tinha estado num grupo de trabalho com tanta vontade de vencer".

Aproveitou para elogiar o ex-jogador, que comprou cinco lugares cativos no ECC para ver a Académica sempre que possa.
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A fechar, nova actuação do grupo de fados "Despertar" e, no final, um vibrante FRA, entoado por todos os presentes.
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Actualização de Jorge Martins.

Depois da "limpeza", ainda faltam "peças" no novo "puzzle"

Mais uma vez, o "defeso" da Briosa ficou marcado pela "dança" de jogadores da sua equipa principal.

Assim, dos 27 atletas que terminaram a última época, 14 deixaram Coimbra (eventualmente 15, se se confirmar a saída de Lira). Ou seja, mais de metade do plantel anterior não transitou para a nova temporada.

Vejamos, então, a relação de saídas:

Guarda-redes: Douglas (regressou ao Brasil) e Eduardo (Tourizense).
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Defesas: Nuno Luís (Chipre?), Danilo (regressou ao Brasil), Medeiros (Omonia Nicósia, de Chipre), Lino (FC Porto). Entretanto, Lira poderá vir a sair para o estrangeiro, em definitivo ou por empréstimo.

Médios: Alexandre (Curitiba, do Brasil), Brum (Braga), Dame (Panathinaikos, da Grécia) e Filipe Teixeira (West Bromwich Albion, de Inglaterra).

Avançados: Gelson (regressou ao Brasil), Nestor Alvarez (emprestado ao Busan, da Coreia do Sul), Sílvio (Tourizense) e Cláudio "Pitbull" (Leixões).

Destas, a maioria justifica-se pelo seu fraco rendimento, numa demonstração evidente do equívoco que constituiram algumas contratações. Por isso, parece-nos que se pode falar daquilo que, na gíria futebolística, se designa por "limpeza do balneário".
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As excepções são, sem dúvida, Filipe Teixeira, Dame, Lino e Brum. "Pitbull" é um caso especial, já que esteve emprestado pelo FC Porto, que, agora, o cedeu aos seus vizinhos matosinhenses.

Por seu turno, os "resistentes" certos são os seguintes:
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Guarda-redes: Pedro Roma.
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Defesas: Sarmento, Litos, Káká e Vítor Vinha.

Médios: Paulo Sérgio, Pavlovic, Nuno Piloto, Miguel Pedro e Hélder Barbosa.

Avançados: Gyano e Joeano.

De referir que, dos referidos, Hélder Barbosa e Joeano continuarão na situação de emprestados, respectivamente, pelo FC Porto e pelos israelitas do Beitar Jerusalém.
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Para colmatar as numerosas saídas que acima referimos, verificou-se, para já, a entrada de 14 (ou 15) novos jogadores.

Eis, então, a respectiva relação:

Guarda-redes: Ricardo (ex-Varzim) e Rui Nereu (ex-Benfica).

Defesas: Pedrinho (ex-Varzim), Pedro Costa (ex-Braga), Berger (ex-SV Reid, da Áustria) e Orlando (ex-Freamunde).
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Médios: Cris (ex-Feirense), Licá (ex-Social de Lamas), Tiero (ex-Asante Kotoko, do Gana), Lito (ex-Naval), Ivanildo (ex-U. Leiria, emprestado pelo FC Porto) e Fofana (de um clube da Costa do Marfim). Regressou Ousmane N'Doye (ex-Al-Shabah, do Qatar), mas não é certo que fique.

Avançados: Pedro Ribeiro (ex-júnior) e Vouhu (de um clube da Costa do Marfim).

Porém, de acordo com o contrato, Pedrinho deverá continuar na Póvoa de Varzim, na condição de emprestado, pelo menos até Dezembro. Contudo, a sua boa exibição no jogo-treino que aí realizámos poderá fazer antecipar a sua vinda para Coimbra.
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Por seu turno,o jovem Licá, que vem da 3ª Divisão, será, ao que tudo indica, colocado a "rodar" no Tourizense.

Observando o plantel, vemos que nos faltam três "pedras" fundamentais: um defesa esquerdo (caso se confirme a saída de Lira), um médio que actue na posição de número "10" e um "ponta-de-lança".
Sabemos que a Direcção está à procura de alternativas para esses lugares, mas os condicionalismos financeiros da instituição, que obrigaram a uma siubstancial redução do orçamento para esta época, tendem a limitar a margem das escolhas.
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No "Dolce Vita", onde decorrerá a apresentação da equipa, estão colocados 26 "retratos" e mais dois com a indicação "confidencial". Haverá surpresas hoje? Logo saberemos...

Pavilhão Jorge Anjinho alvo de obras verdes


Pode ler-se hoje no site oficial que a " Direcção da ACC/OAF informa os utentes do Pavilhão Jorge Anjinho que foi adjudicada à empresa ENERSKY a obra de abastecimento de água quente para os balneários e instalações sanitárias."


Trata-se de um sistema misto de aquecimento utilizando energia solar e gás natural, sendo o modelo mais actual do mercado utilizado em pavilhões desportivos.
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E como funciona este sistema?
Como o nome indica, usam-se as duas formas de energia, solar e gás natural sendo que o sol tem sempre prioridade porque, segundo o ditado, quando nasce é para todos. Assim, serão instalados colectores solares inclinados a cerca de 38º para sul de modo a aproveitar o máximo de horas de sol durante o dia e assegurar a perpendicularidade entre a radiação solar e a área de superfície dos colectores. Criando o famoso efeito de estufa no seu interior, vai aquecer um líquido refrigerante que depois é filtrado indo a água (já quente) para um depósito armazenador. Aqui, os utilizadores do pavilhão iram receber desta água inicialmente até que se esgote na totalidade. Depois, entra automaticamente em funcionamento o sistema que muitos de nós usamos em casa, o a gás.
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Quanto custa este investimento à AAC/OAF?
Sendo um valor que apenas poderá ser conhecido no final do ano, quando recebermos o relatório de contas, podemos adiantar que uma obra desta envergadura custará entre 10 a 18 mil euros. Depois de uma má imagem deixada pelos colectores há cerca de 20 anos, a actualidade é bem diferente.
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A Enersky é uma empresa que trabalha apenas com certificados de qualidade fornecidos pelo Instituto Nacional de Engenharia , Tecnologia e Inovação (INETI). Para se obter este certificado, todos os produtos são submetidos a vários testes como a variação brusca de temperaturas, chuvas intensas, entre outros.
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Assim, é fornecida uma garantia de 6 anos que cobre todos os eventuais estragos de material. 6 anos porque é o tempo estimado para que o investimento esteja pago. A partir daí, a ACC/OAF terá apenas benefícios económicos pois deixa de pagar despesas com o aquecimento de água e já conseguiu reaver o seu dinheiro. Esta é uma medida que o ambiente agradece, pois "as estimativas da empresa apontam para uma redução na emissão de dióxido de carbono de 5,4 toneladas, por ano."
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É uma mudança que hoje pode até parecer estranha, mas que daqui a cerca de 10 anos todos teremos certamente de ter este pensamento.

Hoje: Apresentação no "Dolce Vita" e jogo com o Beira Mar

É hoje, pelas 17 horas e 30 minutos, que decorre, no átrio principal do Centro Comercial "Dolce Vita", a apresentação oficial aos sócios da equipa da Briosa para a temporada de 2007/2008.
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Com o mesmo objectivo, realizar-se-á, pelas 20 horas, no Estádio Cidade de Coimbra, um encontro de preparação entre a nossa equipa e a do Beira Mar.
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Os associados da Académica que já tenham adquirido o respectivo bilhete de época têm entrada gratuita. Os restantes terão de dispender 4 euros.
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Quem ainda não o fez, pode aproveitar a ocasião para o comprar, na Loja TBZ do ECC, entre as 10 e as 18 horas.

  - Segunda-feira, Julho 23, 2007

Transferências


Segundo o Site Oficial do West Bromwich Albion, Filipe Teixeira terá saído para Inglaterra por um pouco mais do que era a clausula de rescisão, cifrada nos 750 mil euros. Segundo este, a transferência terá custado cerca de £600.000, que equivale a cerca 890 mil euros. Sendo que a Académica tem uma fatia de 55% do passe, dá perto de 490 mil euros, algo dadas as circunstâncias acaba por ser positivo.
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O balão de oxigénio financeiro poderá assim permitir a entrada de Pedrinho de imediato, o que segundo o acordo establecido com o Varzim aquando da transferência, custará 100 mil euros agora, e 50 mil euros se vier só em Janeiro de 2008 para Coimbra.

Pedro Silva no Sporting


O lateral Pedro Silva que há cerca de dois anos atrás representou a Académica está prestes a assinar pelo Sporting. Lembre-se que este só foi titular em Coimbra quando Nuno Luis esteve lesionado e até Sarmento chegou a ficar com esse lugar antes do brasileiro.
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No entanto, ficou na retina um golo fantástico ao Rio Ave (ver aqui) em que o jogador fintou dois adversários e ainda sentou Mora antes de atirar para o fundo da baliza.
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Foi esta a opção dos leões para reforçarem o seu lado direito da defesa que ainda só contava com Abel.

  - Domingo, Julho 22, 2007

FILIPE TEIXEIRA
Obrigado

O que se segue não mais é do que um especial obrigado ao Filipe Teixeira pelos dois anos de momentos magnificos que nos proporcionou de Briosa ao peito. Alguém que sempre deu tudo em campo, que não só atacava com uma magia única como também ajudava nas missões defensivas mais trabalhosas, e que várias foram as vezes em que o vimos recuperar bolas, só poderia sair da Académica pela porta maior, uma por onde muito poucos conseguem, mas Filipe Teixeira sai com uma imagem fortissima, não só como jogador, mas também como pessoa, pela correcção com que pautou a sua saída desta instituição, correcção essa, digna de grande Académico!


  - Sábado, Julho 21, 2007

Varzim 0-0 Académica



Na estreia de Joeano desta sua nova etapa com a camisola negra vestida, a Académica alcançou mais um empate frente ao Varzim onde ainda joga o futuro lateral-direito da Briosa, Pedrinho que por sinal se cotou como um dos melhores em campo.
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Assim a Briosa iniciou o jogo com a seguinte equipa:
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Pedro Roma; Pedro Costa, Litos, Kaká e Vinha; P. Sérgio, Tiero, Miguel Pedro e Lito; Gyano e Joeano
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Os minutos passaram, e as maiores oportunidades foram sempre da equipa da Póvoa de Varzim que por várias vezes esteve perto de inaugurar o marcador, e tal só não aconteceu devido a algumas grandes defesas dos dois guarda redes. A equipa com que a Académica terminou o jogo, já com todas as substituições foi esta:
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Ricardo; Sarmento, Orlando, Berguer e Lira; Pavlovic, Fonfana, Nuno Piloto e Lito; H. Barbosa e Vouho.

  - Sexta-feira, Julho 20, 2007

ÚLTIMA HORA
Simplesmente Briosa reforça-se com visual novo

Estamos em condições de avançar em primeira mão que o Simplesmente Briosa tem novo visual para a nova época desportiva 2007/2008. A nossa fonte segura diz-nos que o Gonçalo Cabral trabalhou ao longo de vários dias intensivamente para que pudéssemos apresentar aos nossos leitores este grafismo que, a meu ver, é bem mais atractivo.
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A partir de hoje, ao aceder ao Simplesmente Briosa, irá encontrar a "cábula" no lado direito do ecrã. Uma cábula que é sempre útil a qualquer estudante que quer ter a matéria toda a mão. Aqui, encontrará as últimas notícias de todos os blogs da Académica.
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No canto superior direito, encontram-se agora 3 novos botões. O primeiro, serve para o caso de querer definir o Simplesmente Briosa como a sua homepage. Já o segundo, mostra-nos o já conhecido contador de visitas. Por fim, o terceiro trata-se de um botão que permite ler unicamente o Feed do Blog. O RSS é um sistema cada vez mais utilizado na Internet e o SB tenta abrir este caminho de forma a disponibilizar os nossos conteudos a outros que queiram fazer o que nós fazemos na cábula.
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Um agradecimento especial tem de ser feito aos colegas do Blog do Belenenses (belenenses.blogspot.com). A ajuda do Luís Vieira tornou-se fundamental.
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Tal como Fofana e Vouho, estamos ainda em fase de testes... Uma falha que prometemos desde já corrigir nos próximos dias é o melhoramento para os utilizadores do Mozzila Firefox.
Pode o leitor deixar a sua opinião.

  - Quinta-feira, Julho 19, 2007

Tiero chegou hoje, Joeano (e talvez, N'Doye) amanhã



O ganês William Tiero chegou finalmente a Coimbra, tendo estado já hoje na Tocha, onde assistiu ao encontro de preparação frente ao Feirense.
O jogador, de 26 anos, actua na posição de médio interior e é proveniente do Asante Kotoko, do seu país natal.
Após duas experiências mal sucedidas em Portugal, no V.Guimarães e na Naval (onde, devido a lesão ou a questões burocráticas, nunca actuou em nenhum jogo oficial), esperamos que à terceira seja de vez.
Caso se confirmem as expectativas colocadas na sua contratação, Tiero poderá ser o "número 10" de que a equipa tanto necessita após a saída de Filipe Teixeira.
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Entretanto, fonte próxima da Direcção confirmou que Joeano deverá chegar amanhã ao nosso país, sendo provável que integre, de imediato, os trabalhos da equipa. Quem também poderá estar de regresso é Ousmane N'Doye, embora a sua permanência no plantel ainda não seja certa.
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A mesma fonte referiu, ainda, que os marfinenses Fofana e Vouho continuarão a ser observados pelo técnico Manuel Machado. Para já, o mais provável é irem integrar o Tourizense, podendo, a qualquer momento, ser chamados à equipa da Briosa se o técnico assim o entender. Em contrapartida, o brasileiro Leonardo está completamente descartado.

Académica, 0 - Feirense, 0


A Académica empatou hoje sem golos com o Feirense, da Liga Vitalis, em mais um encontro de preparação disputado no Complexo Desportivo da Tocha.

Foi um típico jogo de pré-época aquele a que assistimos. Com falta de entrosamento entre os jogadores (especialmente quando as mexidas nos planteis são maiores, como sucedeu na Briosa) e com grandes cargas de treino, as equipas mostram-se ainda muito "perras" de movimentos. Por isso, são imensos os passes falhados, o ritmo de jogo é baixo e, salvo um ou outro momento, a partida acaba por se disputar em toada morna e torna-se um "bocejo" para o espectador. Algo que é especialmente válido na 2ª parte, quando, para além do natural desgaste físico dos atletas, os técnicos optam por colocar em campo um conjunto totalmente diferente ou por substituir meia equipa. No fundo, são jogos mais para os técnicos que para os adeptos, onde o resultado acaba por não ser o mais importante.

Depois de um início relativamente equilibrado, a Académica assumiu o comando do encontro a partir do quarto de hora, altura em que, após uma boa jogada de ataque da Briosa, Hélder Barbosa, em boa posição, atirou forte mas muito ao lado.

Do lado do Feirense, uma boa oportunidade poucos minutos antes do intervalo. Na sequência de um "canto", Gaúcho cabeceou de cima para baixo, mas Ricardo salvou sobre a linha.
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Após o intervalo, Manuel Machado colocou uma equipa quase totalmente nova, enquanto que o técnico da turma de Santa Maria da Feira, Henrique Nunes, ia fazendo diversas substituições.
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A 2ª parte foi uma verdadeira "tortura" para os cerca de 150 espectadores presentes, já que teve muito poucos motivos de interesse. A Briosa atacou mais mas sem objectividade, enquanto que os feirenses raramente chegaram à baliza academista. Oportunidades flagrantes de golo não existiram, pelo que o resultado não sofreu alteração.
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Sob a arbitragem de Fernando Matias, de Coimbra, as equipas alinharam de início com:
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Académica - Ricardo; Pedro Costa, Litos, Berger e Vinha; Paulo Sérgio e Nuno Piloto; Lito, Miguel Pedro e Hélder Barbosa; Vouho.
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Feirense - William; Hernâni, Mamadi, Luciano e Macaé; Tales; Tó Miguel, Gabi e Denilson; Jorge Leitão e Gaúcho.
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No 2º tempo, a Briosa alinhou com: Pedro Roma; Sarmento, Orlando, Káká e Lira; Pavlovic e Nuno Piloto; Lito (Fofana), Licá e Hélder Barbosa (Gyano); Vouho.
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No Feirense, entraram Godinho, André, Barge, Bruno, Piri, Serginho, Vítor Hugo, Marlon e Paulinho.

Os "pretos", um a um:

Ricardo - Pouco trabalho mas uma excelente defesa. Tem presença na baliza e bons reflexos.
Pedro Costa - Atacou muito mas mostrou-se demasiado lento a recuperar, abrindo muitos espaços nas suas costas.
Litos - Não comprometeu mas teve algumas falhas que, contra um adversário mais forte, poderiam ter tido consequências mais graves.
Berger - Coriáceo mas não muito dotado tecnicamente. Uma falha que podia ter comprometido.
Vítor Vinha - Não esteve mal a defender mas falhou no apoio ao ataque.
Paulo Sérgio - Um "mouro de trabalho". Muito eficiente nas tarefas defensivas mas algo trapalhão na fase de construção.
Nuno Piloto - Actuou durante os 90 minutos e teve alguns bons apontamentos. Esteve nas melhores jogadas da equipa.
Miguel Pedro - Não fez esquecer Filipe Teixeira. Não parece muito talhado para o lugar de "número 10".
Lito - Muito activo pelo seu flanco, embora longe da exibição que protagonizou frente ao V.Guimarães. É, sem dúvida, uma boa aquisição.
Hélder Barbosa - Ainda não está em "forma" mas a sua técnica começa a vir ao de cima. Não parece ter ficado afectado psicologicamente pela grave lesão que sofreu.
Vouho - O marfinense mostrou-se muito batalhador mas raramente foi servido em condições.
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Pedro Roma - Limitou-se a receber, com os pés, bolas atrasadas pelos colegas.
Sarmento - Muito trapalhão a defender e alguns maus passes. Melhor a subir pelo seu flanco.
Orlando - Mostrou-se seguro mas o ataque adversário, no 2º tempo, quase não existiu.
Káká - Uma boa actuação. Igualmente seguro a defender, procurou também sair com a bola controlada.
Lira - Tentou apoiar o ataque mas nem sempre da forma mais objectiva.
Pavlovic - Bem a defender, esteve mais activo que Paulo Sérgio na fase de construção, mas faltou-lhe alguma clarividência. Escusada aquela "entrada" dura no último lance do jogo.
Licá - Tem vontade mas falta-lhe experiência. Ainda está muito "verde".
Fofana - O segundo marfinense a actuar revelou pormenores muito interessantes, tendo sido responsável pelos poucos momentos de interesse da 2ª parte. Dotado de boa técnica individual, só com recurso à falta os adversários conseguiam travá-lo.
Gyano - Foi jogar na ala esquerda. Logo,...
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Conclusão:
Estes jogos servem para os técnicos fazerem experiências e para ajudar ao entrosamento da equipa, dando-lhe, igualmente, "endurance" competitiva. Por isso, valem o que valem.
Apesar de tudo, nota-se no conjunto a falta de um "médio" criativo (alguém que pense o jogo e faça jogar a equipa) e de um ponta-de-lança.
Outra lacuna importante é a marcação de "livres". Nesta partida, ou iam contra a barreira ou acabavam em "três pontos para a Nova Zelândia".

Joeano na Académica




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É uma grande notícia que hoje nos dão os jornais desportivos. Joeano será jogador da Académica por mais uma época, embora a título de empréstimo. Falou-se também no interesse do Vitória de Setúbal, mas o nosso Joeano, que já afirmou ter um grande amor a Coimbra e à sua Briosa, não hesitou em escolher "os pretos".


Joeano foi em 2006 o melhor marcador da primeira liga portuguesa com 11 golos em apenas metade da época e dispensa apresentações. A Mancha Negra pode agora voltar a cantar os golos de Joeano.

Entretanto, a equipa orientada por Manuel Machado realiza hoje o seu quarto jogo de treino às 18h na Tocha.

  - Quarta-feira, Julho 18, 2007

Fase de testes

Os exames nacionais já terminaram mas para a Académica só agora começou a fase de testes. Depois de na época transacta Manuel Machado ter descoberto um diamante por lapidar, fazem-se esforços para que este ano o mesmo suceda. Com a falta de opções de ataque, os costa-marfinenses Vohou e Fofana treinam já com o plantel principal, assim como o defesa central Brito - que caso assine pela Académica será o primeiro jogador brasileiro a ingressar nesta nova época. Vistos em acção ontem, no jogo de treino com o Penafiel vão continuar a ser observados nas próximas semanas para que depois se possa decidir se ficam ou não no plantel principal.

Um outro jogador a ser testado é Leonardo, ponta de lança brasileiro com 23 anos e já jogou na Portuguesa. Sabendo que é difícil encontrar jogadores a custo zero e com qualidade para jogar na Académica, a verdade é que mais vale fazerem-se testes a contratar jogadores de qualidade duvidosa e que podem necessitar de muito tempo de ambientação.

  - Terça-feira, Julho 17, 2007

Académica, 1 - Penafiel, 0

A Briosa obteve o primeiro triunfo da temporada, ao bater o Penafiel (da Liga Vitalis) por 1-0 em encontro disputado esta tarde no Complexo Desportivo da Tocha.
O golo da vitória foi marcado aos 25 minutos por intermédio de Vouho, um dos dois costamarfinenses que se encontram a treinar à experiência.

  - Segunda-feira, Julho 16, 2007

"Briefing" em Cantanhede: JES fala da actualidade da Briosa

Presidente confirma saída de Filipe Teixeira
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Num "briefing" com jornalistas, que teve lugar hoje, em Cantanhede, o presidente da Académica, José Eduardo Simões, referiu-se a várias questões que vêm marcando a actualidade da instituição.
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Dada a nossa impossibilidade de estar presentes, decidimos colocar os diversos temas por tópicos, socorrendo-nos, quando necessário, das declarações do Presidente transcritas pelo site "Maisfutebol".
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Objectivos para 2007/2008:
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"Uma classificação melhor que a média dos últimos 5 anos", o que significa, no mínimo, o 12º lugar.
Considera que o plantel para esta época é "melhor e mais equilibrado". Explicou o menor recurso aos mercados sul-americanos com a conjuntura económica, que "os torna menos atractivos".
Afirma que existe uma perspectiva de longo prazo: "criar as condições para termos uma equipa sólida, capaz de cimentar o seu estatuto na 1ª Liga durante muitos anos".
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Orçamento e situação financeira:
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Foi substancialmente reduzido. Segundo JES, "a média salarial, em termos brutos, rondará os 75 a 80 mil euros". Afirmou que, desde a sua chegada à direcção, "passámos a ter orçamentos credíveis". Como exemplo, referiu que "o de 2007/2008 será inferior ao de 2001/2002, quando estávamos na Liga de Honra".
Simultaneamente, referiu que o resultado do exercício de 2006/2007 "foi positivo" e que o são igualmente as expectativas financeiras para a próxima época.
Acrescentou que esse saldo positivo servirá para "abater o passivo" e "fazer investimento na Academia Briosa XXI", cuja inauguração previu para Novembro. O custo da obra está orçado em cerca de 750 mil euros.
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Ponto de situação e esclarecimentos sobre alguns jogadores:
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Filipe Teixeira - Confirmou a sua saída para o West Bromwich Albion, do segundo escalão do futebol inglês.
Referiu que o clube britânico pagou os 750 mil euros da cláusula de rescisão. Desses, a Académica receberá 400 mil, ficando o resto para o atleta.
Na sua opinião, "o valor é baixo, mas tivemos de respeitar o contrato com o atleta, quando este veio, a custo zero, do PSG". Lamentou a sua partida e elogiou as qualidades humanas do jogador.
Prometeu a contratação de um futebolista estrangeiro para o seu lugar, afirmado que a Direcção já está em conversações com esse eventual substituto.
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Dame - Criticou o comportamento do empresário do jogador. Referiu que "é um caso de Tribunal, onde o vice-presidente Luís Godinho accionou várias pessoas, mas também de justiça desportiva, já que a Académica recorreu à FPF, à Liga e à FIFA". Porém, fez questão de notar que se trata de um processo moroso, dando com exemplo o caso de Anchouet, que, na época passada, abandonou o Belenenses de forma semelhante, e que ainda não está resolvido. "Mas vamos fazer valer os nossos direitos", afirmou.
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Ousmane N'Doye - Tudo indica que haverá mais um foco de conflito com o outro membro da família. Autorizado a chegar apenas no dia 9, o jogador ainda não apareceu em Coimbra. Face à situação, o Presidente referiu que o atleta "está sob a alçada disciplinar do clube e sofrerá as devidas consequências". N'Doye terá algumas propostas do estrangeiro e, caso os montantes sejam interessantes, a Académica deverá aceitá-las.
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Tiero - Está com dificuldade em obter o visto. JES mostrou-se esperançado que possa estar em Portugal na quarta-feira.
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Gelson - A Académica e o jogador chegaram a acordo para a rescisão do seu contrato. Regressa ao Brasil.
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Brum - Confirmou a sua saída a custo zero. De acordo com o "Maisfutebol", o seu passe pertencia a um empresário (Emídio Mendes?).
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Lino - O encaixe financeiro foi pequeno, já que o jogador detinha a maior percentagem do seu passe.
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Pedrinho - Vai continuar no Varzim, por empréstimo, mas poderá vir a integrar o plantel da Briosa em Janeiro, se tal se vier a revelar necessário.
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Reatamento das relações com o V. Guimarães:
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Face à polémica que rodeou a realização do jogo-treino entre os dois emblemas e a sardinhada de confraternização, que selou o reatamento das relações institucionais entre os dois clubes, o Presidente da Briosa referiu que a saída de Pimenta Machado foi fundamental para a resolução da questão. E, numa "alfinetada" à Direcção de Campos Coroa, afirmou:
"Se, em 2002, tivesse sido convidado para disputar um torneio nas Caldas, frente ao V. Guimarães, diria, de imediato: comigo, não! Se Pimenta Machado, que personifica todo o mal que foi feito à Académica, fosse, ainda hoje, presidente do clube, com certeza não teríamos reatado relações. Mas, como já não o é, não há razão para eternizar esta querela. Há coisas mais importantes na vida. Isto não é uma guerra Israel/Palestina. A actual direcção não tem nada a ver com o assunto e as instituições devem estar acima das pessoas. Aliás, o jogo decorreu com toda a normalidade. Só foi pena não termos ganho".
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Sobre a sua situação judicial:
O Presidente declarou "estar de consciência tranquila" e "sem receio dos Tribunais".
Questionado sobre os pedidos de demissão protagonizados por alguns dos seus opositores, JES respondeu: "A Académica não é gerida de fora para dentro. Nem me preocupo com pessoas que nem sabem viver o clube. Contudo, se sentir que não tenho mais condições para ser presidente, se andar na cidade e sentir que as pessoas me olham de lado e me vêem como um vigarista, vou-me embora!". Desvalorizou, ainda, as críticas, afirmando ter recebido "inúmeras manifestações de apoio ao longo dos últimos meses".
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CONCLUSÃO:
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Nas questões mais polémicas que têm agitado a vida da Académica, o Presidente jogou "ao ataque" durante o "briefing" com a comunicação social, exprimindo algumas opiniões que, muito provavelmente, irão gerar controvérsia. Já no que se refre ao reforço do plantel, preferiu o "catenaccio". Aguardamos os comentários dos nossos leitores.
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OUTRAS NOVIDADES:
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À margem das declarações do Presidente, há a referir a presença, nos últimos treinos, dos costamarfinenses Fofona e Vouhu, que treinam à experiência e têm agradado, especialmente o primeiro. Será que vamos ter mais uma(s) surpresa(s) africana(s) como Dame? Se assim acontecer, só espero que o(s) respectivo(s) contratos sejam, desde já, "blindados".
Entretanto, o jovem Licá, proveniente do Social de Lamas, da 3ª Divisão, deverá ser cedido ao Tourizense para ganhar algum "calo" competitivo.

  - Sábado, Julho 14, 2007

Imperou o bom senso: Sardinhada entre as direcções "enterra caso N'Dinga"



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Afinal, os desejos que ontém exprimimos realizaram-se. O jogo com o V. Guimarães, hoje disputado na Tocha, com cerca de 500 pessoas a assistir, decorreu dentro de um clima de civismo, não se tendo registado quaisquer incidentes dignos de registo.
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Os dirigentes de ambos os clubes assistiram ao encontro lado a lado. No final, realizou-se uma sardinhada de confraternização em que todos participaram, "enterrando", simbolicamente, o "caso N'Dinga".
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Pela minha parte, congratulo-me com este desfecho. Ao tomar esta atitude, a Briosa mostrou a sua face humanista e tolerante e terá subido uns pontos na consideração que os adeptos (civilizados) de futebol têm por ela, independentemente da cor clubista. Mais uma vez, Coimbra foi uma lição.
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A única nota negativa para as nossas cores foi mesmo o jogo em si: uma derrota por 2-0, numa partida em que os vimaranenses foram claramente superiores.
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Sob a arbitragem de João Henriques, de Coimbra, as equipas alinharam:
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Académica - Ricardo; Pedro Costa, Litos, Kaká e Vítor Vinha; Pavlovic e Paulo Sérgio; Ivanildo, Miguel Pedro e Lito; Nestor Alvarez.
Jogaram ainda: Pedro Roma,Sarmento, Berger, Orlando, Lira, Hélder Barbosa e Licá.
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V. Guimarães - Nuno Santos; Andrezinho, Danilo, Geromel e Luciano Amaral; Alan, João Alves, Flávio Meireles e Desmarets; Ghilas e Felipe.
Jogaram ainda: Nilson, Sereno, Carlitos, Targino, Tiago Ronaldo, Fajardo, Moreno, Márcio Martins, Mohma, Serginho, Mrdakovic e Rabiola.
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Marcadores: Andrezinho (41) e Ghilas (44).
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O Vitória entrou melhor e criou algumas oportunidades de golo, negadas por Ricardo. A Briosa procurou reagir, em especial por intermédio de Lito (muito activo) e Ivanildo, mas mostrou-se inofensiva no ataque.
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Perto do intervalo, em duas jogadas pelos flancos, os vimaranenses acabaram por obter os dois golos que lhes valeram o triunfo.
No primeiro, centro de Alan, na esquerda, e Andrezinho a isolar-se e a marcar. Logo de seguida, do lado oposto, cruzamento de João Alves e Ghilas, à vontade, a aumentar a contagem, perante a passividade da nossa defesa.
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Ao intervalo, os vimaranenses apresentaram outra equipa, enquanto que, na Briosa, Pedro Roma substituiu Ricardo. Posteriormente, Manuel Machado mudou toda a defesa e fez entrar Hélder Barbosa.
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Apesar dessas alterações, o cariz do jogo manteve-se. O Vitória teve várias oportunidades de aumentar a vantagem, mas Pedro Roma mostrou que está em "forma" e evitou o pior. Pelo meio, Fajardo enviou uma bola à barra.
Da Briosa, apenas a registar um remate de Lito ao poste, já perto do final.
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Enfim, uma exibição pouco auspiciosa da nossa equipa. Mas ainda estamos a começar e, face ao grande número de jogadores novos, é cedo para estarmos a exigir resultados.
Contudo, estes dois jogos da pré-época já mostraram que é essencial reforçar o ataque, com, pelo menos, mais um "ponta-de-lança". Se isso não acontecer, a nossa inoperância ofensiva poderá causar-nos alguns "amargos de boca".

Académica, 0 - V. Guimarães, 2

A Académica perdeu hoje por 2-0 com o V. Guimarães em partida disputada hoje de manhã no Complexo Desportivo da Tocha.
Andrezinho, aos 41 minutos, e Ghilas, aos 43, foram os autores dos golos que derrotaram a Briosa.
Apesar de toda a polémica que envolveu a realização do jogo, não se registaram quaisquer incidentes.

  - Sexta-feira, Julho 13, 2007

AAC - V.Guimarães: Bom senso, serenidade e civismo exigem-se












Realiza-se amanhã, pelas 10 horas e 30 minutos, no Complexo Desportivo da Tocha, o polémico encontro de preparação entre a Briosa e o Vitória de Guimarães.
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Desde há muito que venho defendendo o reatamento das relações entre as duas colectividades, cortadas na sequência do "caso N'Dinga", por razões que já referi em posts anteriores. Logo, ao contrário de muitos académicos, apoiei a realização do jogo de amanhã, que via como uma oportunidade para que isso acontecesse.
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Porém, ao que parece, nenhuma das direcções entendeu dar esse passo, pelo que vamos assistir à situação surreal de termos uma partida dita amigável entre dois clubes que, formalmente, continuam de relações cortadas.
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Face a alguns comentários mais inflamados, daqui faço um apelo a todos os adeptos da Briosa (independentemente da sua posição relativamente à realização da partida): nada de atitudes que possam comprometer a imagem da Académica e, em caso de incidentes graves, levá-la a sofrer sanções por parte da Liga. Que podem ocorrer, apesar de o encontro ser particular.
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Se queremos ser diferentes, temos de mostrar que somos tolerantes e sabemos perdoar, apesar de não esquecermos o que se passou.
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Agora, há um ponto que me parece importante frisar: se algo se passar que perturbe a realização do jogo e a Académica vier a sofrer consequências disso, a responsabilidade directa será daqueles que praticarem esses actos e a indirecta dos que andaram a "atear o fogo". Não valerão, assim, desculpas do tipo "se a direcção não tivesse feito o jogo nada teria acontecido". Que quem pratica as acções assuma as suas responsabilidades e não se esconda atrás de terceiros.
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Isto apesar de pensar, como referiu noutro post o Francisco Martinho, que o elenco directivo falhou na informação prestada aos associados. No fundo, parece-me que houve alguma relutância em assumir a realização do jogo, faltando a coragem para dar o passo decisivo de "virar a página" no que respeita às relações entre as duas colectividades.

Apesar de tudo, espero que a jornada de amanhã se paute pelo bom senso, serenidade e civismo de todos os intervenientes. Por isso, termino este texto com o "slogan" dos pacifistas israelitas: "Give peace a chance" .Ou, em português, "dêem uma oportunidade à paz".

Académica empata no primeiro teste da época




Cheira a relva, rola a bola. Começou para os adeptos a época 20007/2008 da Académica de Coimbra. O primeiro adversário escolhido para o jogo de treino foi o Estoril, equipa da Liga de Honra e que ainda há dois anos jogou connosco no campeonato principal. O resultado acabou por ser um empate sem golos, mas mais não se pode pedir num jogo destas características.

Pela primeira em acção estiveram os reforços Ivanildo, Lito, Berger, Orlando, Licá, Pedro Costa e Ricardo. À semelhança do ano passado, o Simplesmente Briosa irá fazer um resumo de cada um dos reforços após os jogos amigáveis. No entanto, seria precipitado fazer qualquer juizo de valor sobre jogadores que, à excepção de Lito e Ivanildo, nunca vimos jogar.


Quanto ao jogo, vale o que vale. Como era de esperar, os jogadores parecem pesados e sem ritmo de competição. Estamos a um mês de arrancarem os jogos oficiais e haverá certamente tempo para que a condição física entre nos valores aceitáveis. Manuel Machado fez apresentar duas equipas distintas, uma em cada parte da partida. Primeiro, o onze tipo que o treinador da Briosa tem em mente para esta época: Pedro Roma, Litos e Kaká na defesa, Sarmento e Vítor Vinha. Paulo Sérgio, Nuno Piloto, Miguel Pedro, Ivanildo, Lito e Gyano. Os primeiros 45 minutos da época, mal jogados e sem grande interesse. Foi até o Estoril a equipa mais perigosa que atirou à trave e tirando essa oportunidade, mais nenhuma sucedeu.

Na segunda parte, tempo para ver mais alguns reforços. A equipa que entrou foi: Ricardo, Berger e Orlando, Pedro Costa, Lira. Paulo Sérgio, Pavlovic, Lito, Hélder Barbosa, Licá e Nestor Alvarez. Mais 45 minutos de futebol fraco, o que era de esperar. Lito é um jogador que promete dar muito esta época vestindo de negro. Parece evidente faltar à Académica uma referência no ataque. Caso Joeano não venha, um outro jogador terá de vir.



O próximo jogo é o tão polémico Académica - Guimarães, já amanhã às 10:30h. Esperamos ver melhorias desta equipa que parece mais equilibrada e capaz de fazer uma época menos sofrida.

  - Quinta-feira, Julho 12, 2007

Sorteio da Bwin Liga

Eis o resultado do sorteio da Bwin Liga, hoje realizado no Hotel Lagoas Park, em Oeiras:
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1ª- 16ª jornadas (18/8;13/1)
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Marítimo - Paços Ferrª
U. Leiria - Boavista
Sporting - ACADÉMICA
Braga - FC Porto
Naval - Belenenses
Nacional - Estª Amadora
V.Guimarães - V.Setúbal
Leixões - Benfica
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2ª - 17ª jornadas (26/8;27/1)
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Paços Ferrª - Leixões
Boavista - Marítimo
ACADÉMICA - U. Leiria
FC Porto - Sporting
Belenenses - Braga
Estª Amadora - Naval
V.Setúbal - Nacional
Benfica - V.Guimarães
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3ª - 18ª jornadas (2/9;3/2)
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Paços Ferrª - Boavista
Marítimo - ACADÉMICA
U.Leiria - FC Porto
Sporting - Belenenses
Braga - Estª Amadora
Naval - V.Setúbal
Nacional - Benfica
Leixões - V.Guimarães
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4ª - 19ª jornadas (16/9;17/2)
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Boavista - Leixões
ACADÉMICA - Paços Ferrª
FC Porto - Marítimo
Belenenses - U.Leiria
Estª Amadora - Sporting
V.Setúbal - Braga
Benfica - Naval
V.Guimarães - Nacional
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5ª - 20ª jornadas (23/9; 24/2)
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Boavista - ACADÉMICA
Paços Ferrª - FC Porto
Marítimo - Belenenses
U.Leiria - Estª Amadora
Sporting - V.Setúbal
Braga - Benfica
Naval - V.Guimarães
Leixões - Nacional
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6ª - 21ª jornadas (30/9;2/3)
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ACADÉMICA - Leixões
FC Porto - Boavista
Belenenses - Paços Ferrª
Estª Amadora - Marítimo
V.Setúbal - U.Leiria
Benfica - Sporting
V.Guimarães - Braga
Nacional - Naval
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7ª - 22ª jornadas (7/10;9/3)
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ACADÉMICA - FC Porto
Boavista - Belenenses
Paços Ferrª - Estª Amadora
Marítimo - V.Setúbal
U.Leiria - Benfica
Sporting - V.Guimarães
Braga - Nacional
Leixões - Naval
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8ª - 23ª jornadas (28/10;16/3)
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FC Porto - Leixões
Belenenses - ACADÉMICA
Estª Amadora - Boavista
V.Setúbal - Paços Ferrª
Benfica - Marítimo
V.Guimarães - U.Leiria
Nacional - Sporting
Naval - Braga
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9ª - 24ª jornadas (4/11;30/3)
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FC Porto - Belenenses
ACADÉMICA - Estª Amadora
Boavista - V.Setúbal
Paços Ferrª - Benfica
Marítimo - V.Guimarães
U.Leiria - Nacional
Sporting - Naval
Leixões - Braga
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10ª - 25ª jornadas (11/11;6/4)
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Belenenses - Leixões
Estª Amadora - FC Porto
V.Setúbal - ACADÉMICA
Benfica - Boavista
V.Guimarães - Paços Ferrª
Nacional - Marítimo
Naval - U.Leiria
Braga - Sporting
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11ª - 26ª jornadas (25/11;13/4)
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Belenenses - Estª Amadora
FC Porto - V.Setúbal
ACADÉMICA - Benfica
Boavista - V.Guimarães
Paços Ferrª - Nacional
Marítimo - Naval
U.Leiria - Braga
Leixões - Sporting
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12ª - 27ª jornadas (2/12;20/4)
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Estª Amadora - Leixões
V.Setúbal - Belenenses
Benfica - FC Porto
V.Guimarães - ACADÉMICA
Nacional - Boavista
Naval - Paços Ferrª
Braga - Marítimo
Sporting - U.Leiria
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13ª - 28ª jornadas (16/12;27/4)
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Estª Amadora - V.Setúbal
Belenenses - Benfica
FC Porto - V.Guimarães
ACADÉMICA - Nacional
Boavista - Naval
Paços Ferrª - Braga
Marítimo - Sporting
Leixões - U.Leiria
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14ª - 29ª jornadas (23/12;4/5)
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Leixões - V.Setúbal
Benfica - Estª Amadora
V.Guimarães - Belenenses
Nacional - FC Porto
Naval - ACADÉMICA
Braga - Boavista
Sporting - Paços Ferrª
U.Leiria - Marítimo
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15ª - 30ª jornadas (6/1;11/5)
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V.Setúbal - Benfica
Estª Amadora - V.Guimarães
Belenenses - Nacional
FC Porto - Naval
ACADÉMICA - Braga
Boavista - Sporting
Paços Ferrª - U.Leiria
Marítimo - Leixões

ACADÉMICA desloca-se a Alvalade na 1ª jornada da Bwin Liga

Eis o resultado do sorteio da 1ª jornada, a disputar em 18 e 19 de Agosto próximos:
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Marítimo - Paços Ferrª
U.Leiria - Boavista
Sporting - ACADÉMICA
Braga - FC Porto
Naval - Belenenses
Nacional - Estª Amadora
V. Guimarães - V. Setúbal
Leixões - Benfica
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Brevemente, o calendário completo.

  - Quarta-feira, Julho 11, 2007

ACADÉMICA - GUIMARÃES
A pagar, e então?




Depois de ponderada a hipótese do tão polémico Académica - V.Guimarães se disputar à porta fechada, desmentida na passada Segunda-Feira no programa radiofónico Prognósticos pelo vice-presidente António Preto, é hoje notícia que, para quem quiser assistir ao jogo amigável, terá de pagar o bilhete. A contestação já se fez surgir em alguns académicos do mundo da internet que, atrás do computador, prometem fazer com que o jogo não se realize e apontam o dedo a esta direcção por uma gestão vergonhosa.

O jogo foi marcado pelo treinador da Briosa, Manuel Machado, que passou 19 anos nos quadros técnicos de formação do clube vimaranense. Por certo ninguém se esqueceu que esta é uma situação idêntica à da época passada que acabou com o cancelamento do jogo por parte da direcção de Guimarães. Manuel Machado afirmou depois da marcação do respectivo jogo
"compreender os amargos de boca das pessoas, passados 15 anos, mas a Alemanha esteve em guerra, assim como o Japão, e nem por isso deixam de ser países, neste momento, bem relacionados com aqueles com quem estiveram em conflito. É tempo de sanar estas questões."

Não sou do tempo do caso N'Dinga e não andei 10 anos a ver a Académica jogar pelos pelados da 2ª divisão. A indignação chega-me por pessoas que sentiram na pele a descida de divisão da Briosa - o meu avô, o Jorge Martins ou o Gonçalo Pereira. E compreendo, não gosto do Guimarães, e as vitórias contra eles sabem a dobrar.

O facto de ser de manhã, de madrugada ou à hora do jantar pouco importa. Tal como a pagar ou de borla. A época passada quem quis ver o jogo em Tábua com o Paços de Ferreira ou em Avanca com o Beira-Mar, foi na mesma, não se importando com o preço do bilhete. Porque um adepto de futebol é isso mesmo, vai pelo espectáculo e pelo gosto de acompanhar a sua equipa. O que está mal é o ser um Académica - Guimarães, o jogo com o clube com que a Académica cortou relações há 19 anos atrás e até hoje ainda não houve reconciliação mesmo que tenham mudado as direcções. E é aqui que aponto o dedo à direcção, na sua falta de comunicação para com os sócios. Se a intenção é sanar estas questões, o que acho que faz sentido, há o site oficial para divulgar um comunicado, há os jornais, os blogs - por amor de Deus, estamos em ano de eleições!

A Académica vai ser sempre um clube diferente. E a Académica vai jogar com o Guimarães no próximo Sábado . Por isso, não vamos esquecer o que se passou, mas vamos ser cívicos e quem for ao jogo que vá para ver jogar os novos reforços e como a equipa está preparada para mais uma época ao mais alto nível.
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Nota: A direcção emitiu entretanto no site oficial um comunicado afirmando que "atendendo à parceria com a Direcção da AAC/OAF, a CM de Cantanhede, a Junta de Freguesia da Tocha e o Intocha decidiram que os sócios da Académica, com as quotas em dia, bem como os sócios da União Desportiva da Tocha terão ENTRADA LIVRE".

  - Segunda-feira, Julho 09, 2007

ÚLTIMA HORA
Dame oficialmente apresentado no Panathinaikos

O Senegalês Dame foi há minutos apresentado no Panathinaikos FC, rubricando um contrato que o liga aos gregos para as próximas quatro temporadas. Mesmo com o diferendo que o liga a Coimbra, e com a FIFA a dar principio de razão à Briosa o atleta acabou mesmo por assinar com os gregos.
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"Panathinaikos announces the start of cooperation with Dame N΄ Doye. Τhe player signed a 4 year contract." pode ler-se no site oficial do clube.

Prognósticos RUC

Não perca o último Prognósticos antes do início da temporada 2007/2008.
Aqueles que todos querem ouvir:
- Hélder Barbosa e Ivanildo em estúdio;
- Lito e as expectativas para a próxima época;
- Vice-presidente António Preto em estúdio;
- Filipe Teixeira fala sobre o seu futuro;
- Será esta a época de afirmação de Paulo Sérgio?;
- Nestor Alvarez fica no plantel?;
- Luís Matos, o novo treinador de guarda-redes, fala do regresso à Académica;
- Todo o desporto da Academia e uma agenda de competições para o Verão que se aproxima.

Não perca. Em 107.9 ou em www.ruc.pt, hoje das 21h às 23hOuvintes podem participar através do 239 410 427

ZÉ CASTRO EM ENTREVISTA
"Gostava que o clube estivesse noutra situação"

Aproveitando o seu último dia de férias em Portugal, o defesa central ex-Académica falou ao jornal Record sobre a primeira época fora de Coimbra, as perspectivas futuras, a selecção nacional e não se esqueceu de referir, claro, o clube que o criou. Entre duas páginas de jornal, duas perguntas foram destinadas à Briosa: .
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R - O que achou da Académica? Tinha ambições europeias e acabou a lutar pela permanência...
ZC - Sempre que posso, acompanho os jogos da Académica na televisão, porque fiz lá a minha formação e passei 15 anos ali. Gostava que o clube estivesse noutra situação. A época não foi muito boa , mas é preciso ver que o treinador era novo e tentou incutir a sua filosofia, e também tinha muitos jogadores novos.

R - Acha que o clube pode chegar à Europa em breve?

ZC - A curto prazo será muito difícil, porque é preciso criar uma base sólida, a nível de jogadores e directivo. É um clube com uma grande história em Portugal, e gostava que tivesse mais sucesso. Mas neste momento acho isso difícil de alcançar.

Académica x Guimarães


É hoje notícia no jornal Record a possíbilidade do jogo que tanta polémica está a trazer nesta pré-época realizar-se à porta fechada. Segundo o jornal desportivo "o jogo de preparação com o V. Guimarães, agendado para a Tocha, no próximo dia 14, poderá ser disputado à porta fechada. Existe alguma insatisfação de vários sócios e adeptos, pela marcação deste amigável, mas o confronto vai mesmo acontecer.

Equacionou-se, como sucedeu na época passada, o cancelamento do jogo, por respeito àqueles que, em tempos, enfrentaram o célebre caso N´Dinga.

Contudo, o assunto já foi dado por encerrado e, agora, em prol das condições de segurança, equaciona-se a realização do jogo à porta fechada."

PEDRO ROMA: AOS 36 ANOS A MESMA VONTADE
"É como se fosse a minha primeira época, como se fosse a primeira vez que vestia a camisola da Briosa"


A pouco mais de um mês de completar 37 anos, Pedro Roma prepara-se para cumprir a 15.ª temporada como sénior da Académica. E apesar de muito se falar da reforma, o jogador garante estar cada vez melhor e com as capacidades mais refinadas. Em entrevista ao Diário de Coimbra, o capitão da Briosa nunca se furtou… a nenhum remate

Dário de Coimbra (DC) - Como é partir para a 15.ª época como sénior da Académica?
Pedro Roma (PR) – É como se fosse a minha primeira época, como se fosse a primeira vez que vestia a camisola da Briosa. É uma satisfação enorme sentir que cada temporada que começa me sinto capaz de ir à procura dos meus objectivos individuais. É óptimo fazer parte de uma instituição tão grande e estar a escrever cada dia que passa uma página de uma história que acho fantástica. Estou numa instituição e numa cidade que adoro. Vou um dia mais tarde recordar que tive um percurso fantástico na Académica.


DC – O facto de ser um dos atletas que mais vezes vestiu a camisola negra deve ser motivo de orgulho?
PR – Claro que sim. Ao longo destes anos todos é um orgulho ser um dos jogadores mais utilizados. Neste momento, julgo que sou o guarda-redes com mais jogos feitos pela Académica e com uma larga vantagem. São dados estatísticos que me deixam extremamente orgulhoso. É sinal de que a minha dedicação, entrega e forma de viver a Académica tem tido algum sucesso. É pena que, às vezes, não exista o retorno e a valorização necessária e justa por parte de outras pessoas. Às vezes, costumo dizer que a estatística vale o que vale – provavelmente daqui a alguns anos já ninguém se lembrará do percurso do Pedro Roma na Académica -, mas esses dados para mim valem muito.



DC – Está à beira de completar 37 anos. Sente-se nesta altura melhor guarda-redes do que há um ou dois anos?
PR – Sinto. Muito sinceramente cada ano que passa sinto-me ainda mais jovem e cada vez mais completo. Nesse particular, quero salientar o papel do treinador de guarda-redes, neste caso o “mister” Luís Matos, que voltou novamente, e do Zivanovic, que, se calhar, foram determinantes no meu amadurecimento enquanto guarda-redes. Se os tivesse encontrado mais cedo na minha carreira, talvez o meu percurso pudesse ter sido outro. Sinto que cada vez tenho sido mais eficaz, forte e regular, fruto da minha dedicação e de ser uma pessoa que gosta de ir à procura da perfeição. Sou muito exigente comigo mesmo. Não há dúvida, que me sinto cada vez mais capaz.



DC – De qualquer maneira, fala-se mais no final da carreira do que propriamente no presente…
PR – As pessoas têm legitimidade de falar dessa forma, porque tudo na vida tem um ciclo. Agora, se as pessoas têm dúvidas de alguma coisa peguem nos dados estatísticos e leiam as críticas, isto se isso valer de alguma coisa para elas. O meu ciclo dentro da Académica provavelmente vai se esgotar enquanto profissional, mas sinto-me extremamente bem.



DC – Sente-se capaz de jogar até que idade?
PR – Hoje em dia, se repararmos em termos de contexto mundial há uma longevidade cada vez maior nos guarda-redes. Tivemos em Portugal o caso do Preud’Homme e actualmente temos o caso do Kahn, do Toldo ou do Lehmann que atingiram o seu auge, mas que continuam a manter uma regularidade até perto dos 40 anos. Portanto, esse mito do guarda-redes a partir dos 30 e tal anos já estar velho e do seu ciclo estar numa fase decrescente é algo que tem de se afastar. Não coloquei nenhuma data, nem nenhuma meta. Essencialmente, gostaria de ser eu a determinar quando me vou afastar e não serem outras pessoas de fora que determinassem quando seria a minha última época. Eu próprio terei consciência quando será o momento para terminar. Quando não me sentir capaz, aí sim. Não me quero arrastar. Tudo tem um ciclo. Eu próprio irei determinar isso e tenho consciência de que irei consegui-lo.



DC – É posto à prova todos os dias?
PR – Constantemente.



DC – Por si ou por outros?
PR – Pelas duas partes. Coloco-me a mim à prova todos os dias, em cada minuto de treino e em cada jogo, pois só assim poderei melhorar. Também cometo erros, mas se não tivesse uma luta interior dentro de mim provavelmente já tinha desmotivado e o meu ciclo terminaria de uma forma muito mais rápida. Eu motivo-me constantemente. Peço às outras pessoas para me motivarem e tenho tido colegas que me obrigam a ser cada vez mais forte. Felizmente, tenho conseguido jogar e alcançado grandes sucessos ao longo destas épocas. Também existe o outro lado que é o facto de toda a gente me cobrar e me colocar à prova, em virtude de estar há muitos anos na Académica e de ser um dos mais experientes. Se calhar, determinado tipo de erros que se podiam admitir noutros elementos, em mim já não se admitem de uma forma natural, fruto da regularidade e do nível elevado que tenho demonstrado.



DC – Mas vai acabar a carreira na Académica?
PR – Seguramente. A minha decisão é terminar na Briosa, se as pessoas mo permitirem.



DC – Mas não lhe estarão a colocar limites quando lhe apresentaram um contrato de um ano?
PR – Claro que sim. É um desafio enorme. Terei de provar mais um ano que se as coisas correrem bem tenho capacidade para jogar ainda mais uma época. É uma exigência grande, mas julgo estar preparado para isso. Agora, é um limite que se colocou em virtude das pessoas entenderem que o meu ciclo poderá estar a terminar. Agora, vamos ver até quando.



DC – E a Académica acabou de contratar dois guarda-redes.
PR – É uma situação natural. São dois jovens que poderão ser o futuro da Académica, com grande qualidade por aquilo que tenho visto. A única coisa que me entristece é que não sejam jovens formados na Académica. Se a memória não me falha, desde que saiu o Tó Luís, o João Viva e eu, julgo que mais nenhum guarda-redes da formação se afirmou no plantel sénior, o que é uma situação que me deixa extremamente triste. E, se calhar, temos de inverter um bocadinho isso. Em vez de irmos buscar matéria a outro lado, como tem acontecido na Académica, gostaria que a aposta tivesse sido feita num elemento proveniente das camadas jovens da Académica. Certamente, este ano iremos ter uma luta muito saudável e, dentro daquilo que me é possível, vou tentar ajudá-los ao máximo.



DC – Qual foi o guarda-redes com quem teve mais prazer de lutar pelo lugar?
PR – Não posso escolher um em concreto. Todos eles tiveram uma forma saudável de estar no treino. Há um elemento que posso referenciar, embora não considere que tenha sido uma luta, com quem partilhei muitos anos nesta instituição que foi o Eduardo, que acaba de sair. É um atleta com um potencial fantástico, pena que tenha sido condicionado por não ter uma estatura ideal para um guarda-redes. O Eduardo tem um capital humano fantástico e temos uma amizade que vai para além da luta por um lugar. Mas com todos os guarda-redes aprendi um bocadinho.



DC – O que faltou na sua carreira?
PR – Tenho pena de nunca ter ido à selecção nacional A. Fui apenas internacional sub-21. Teria sido a cereja no topo do bolo, mas o facto de jogar na Académica poderá ter condicionado essa decisão. De qualquer maneira, tenho tido a felicidade de estar numa instituição enorme.

  - Sábado, Julho 07, 2007

Hélder Barbosa e Ivanildo confirmados...Joeano talvez! (*)


Estão confirmados os ingressos de Ivanildo e Hélder Barbosa na Académica, por empréstimo do F. C. Porto. Ambos os jogadores colocaram o «preto no branco» nesta sexta-feira e deverão apresentar-se ao serviço na próxima segunda-feira.
No caso do segundo trata-se, no fundo, do regresso ao clube que representou na última época, antes de se lesionar, gravemente, em Novembro. Já Ivanildo irá cumprir a segunda temporada a rodar fora da «casa-mãe», depois de, no ano passado, ter actuado com a camisola da U. Leiria.
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Entretanto, a Briosa continua atenta à situação de Joeano. O jogador esteve nesta sexta-feira em Jerusalém, com o intuito de conseguir ser novamente dispensado pelo Beitar, o que não se afigura difícil. O avançado brasileiro dá prioridade à Académica, faltando apenas saber se conseguirá desvincular-se do clube israelita ou se será, de novo, emprestado.
No primeiro cenário, todavia, será mais complicado ao emblema de Coimbra reaver o seu goleador, já que a concorrência tenderá a aumentar. Um dos clubes interessados em Joeano, sabe o MaisFutebol, é o Shakhtar Donetsk.
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(*) in "MaisFutebol"

  - Sexta-feira, Julho 06, 2007

Pedro Roma homenageado em tertúlia alfacinha (*)


Dezenas de académicos reuniram-se ontem à noite na capital lisboeta, no Restaurante Roseiral, para homenagear o “guardião da baliza e dos valores” da Briosa, Pedro Roma.

A história do Pedro Roma mistura-se com a história da própria Académica.São já 14 épocas a defender a baliza, a camisola e a instituição. 356 Jogos fazem dele o 5.º jogador mais utilizado de sempre e o primeiro enquanto guarda-redes.Tem 201 jogos no escalão principal do futebol português - 96 dos quais com a braçadeira de capitão.

Falar do Pedro… é falar do atleta, é falar do estudante, é falar do capitão, é falar do Homem, é falar do Académico….Foi este o mote das intervenções da noite.

Sob a coordenação de Joaquim Couto, foram várias as figuras que ali deram o testemunho, que fizeram o seu tributo a Pedro Roma: O Presidente da Casa da Académica de Lisboa, Daniel Sanches; o Vice-Presidente da Académica, António Preto e os académicos: Dimas, João Mesquita, João Castilho e Mário Wilson. Emoção e comoção são, talvez, os sentimentos que melhor descrevem o que ia na alma de tantos académicos e, sobretudo, do académico Pedro Roma.

O Presidente da Casa da Académica de Lisboa, Daniel Sanches, fez questão de sublinhar o trabalho de proximidade, “uma colaboração como nunca existiu”, entre a Casa da Académica e a Direcção da AAC/OAF, presidida por José Eduardo Simões, e que será visível na Grande Gala Académica (integrada nas comemorações dos 120 Anos da AAC) que terá lugar em Setembro no Casino Estoril e que se pretende seja um momento histórico para os três organizadores: Direcção da AAC; Direcção da AAC/OAF e Casa da Académica de Lisboa.

O Vice-Presidente da Académica (em representação do Presidente), António Preto, felicitou a Casa da Académica pelas realizações de grande qualidade que tem promovido e reiterou o trabalho conjunto que ambas as direcções estão a encetar. Sobre o homenageado, sublinhou a importância do atleta, do estudante, do homem – a “referência que o Pedro Roma é para todos nós”. António Preto abordou, ainda, a próxima época desportiva e foi com optimismo que garantiu aos presentes ter a “certeza de que se está a fazer o melhor para garantir resultados mais positivos, que nos dêem mais alegrias e menos sofrimento”.

Foi um Pedro Roma visivelmente emocionado que afirmou que aquela noite era, talvez, “uma das defesas mais importantes da sua vida”. Que “ser da Académica não se explica, implica!

Esta homenagem terminou com a récita de um poema da autoria de Gustavo Cerdeira, dedicado a Pedro Roma, e com a actuação do grupo “Serenata de Coimbra”.
(*) in site oficial

  - Quinta-feira, Julho 05, 2007

João Carlos Pereira no Koweit


João Carlos Pereira vai treinar o Altadamon, da I Divisão do Koweit. O treinador português, que estava sem clube, assinou por uma época.

«Há um ano que não treino, daí que tenha aceite este convite para dar continuidade à minha carreira. Em Portugal, não há mercado para tantos treinadores», afirmou o técnico à agência Lusa.

João Carlos Pereira já orientou a Académica e por isso lhe desejamos a maior sorte possível.

  - Quarta-feira, Julho 04, 2007

Casa da Académica de Lisboa homenageia Pedro Roma


A Casa da Académica de Lisboa promove na próxima quinta-feira, dia 5 de Julho, pelas 20 horas, um Jantar Tertúlia, que decorrerá no Restaurante Roseiral, situado no Jardim Zoológico de Lisboa (Sete Rios).

Como é tradição nas tertúlias promovidas por aquela instituição, vai ser homenageada uma figura de referência da Briosa. Esta ano, o escolhido foi o guarda-redes e "capitão" Pedro Roma.

Todos os que desejarem associar-se a esta iniciativa podem inscrever-se junto dos responsáveis da Casa da Académica de Lisboa.

O "Simplesmente Briosa" manifesta o seu apoio a esta iniciativa e dá os seus sinceros parabéns ao Pedro Roma por mais esta merecida distinção.

  - Segunda-feira, Julho 02, 2007

Fernando rescindiu com a Académica

Tal como adiantámos há alguns dias, o Brasileiro Fernando assinou ontem com o Belenenses por uma temporada com outra de opção depois de ter rescindido o contrato com a Académica que ainda o ligava ao clube por mais duas temporadas.
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O brasileiro foi contratado há duas épocas ao Moreirense depois de finalizado o seu contrato com o emblema de Moreira de Cónegos mas nunca teve o sucesso que dele se esperava em Coimbra. Numa primeira temporada foi forte aposta inicial de Nelo Vingada, que via nele um atleta capaz de preservar a bola e ainda desequilibrar no um para um. No entanto, este revelou-se algo inconsequente e depois das primeiras jornadas foi começando a sair da equipa, e só mesmo no final do campeonato regressou para colmatar a ausência de Filipe Teixeira da equipa principal.
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O ano passado nunca convenceu Manuel Machado, e é com alguma naturalidade que agora se vê o seu afastamento definitivo do clube. A ele todos desejamos as maiores felicidades, tal como a todos os que vestem a camisola da Briosa.

Briosa regressa ao trabalho: fazer melhor que o ano passado é o objectivo assumido


A Académica arrancou na manhã desta segunda-feira para a nova temporada com uma conferência de imprensa onde estiveram presentes o vice-presidente António Preto, o técnico Manuel Machado e a maioria dos jogadores que iniciarão a pré-temporada.
Por motivos particulares, o presidente José Eduardo Simões não pôde comparecer à apresentação da equipa. Também não estiveram presentes os jogadores Lito e Tiero (devidamente autorizados), bem como N'Doye, Ivanildo e Hélder Barbosa, que são esperados nos próximos dias.
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O plantel conta, para já, com 26 jogadores e Manuel Machado pretende, pelo menos, mais um ponta-de-lança, o que poderá levar à saída de alguns elementos. Os mais prováveis são Nestor Alvarez, Gelson (e, com menor probabilidade, Lira) com quem o técnico não parece contar. Daí as suas declarações: «São atletas do clube, mas o mercado continua disponível por mais 60 dias. Vamos ver.»
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Entretanto, António Preto frisou que, relativamente à última época, "o orçamento foi substancialmente reduzido» mas que o objectivo é fazer um Campeonato tranquilo, procurando uma classificação superior ao 13º lugar de 2006/2007.
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Manuel Machado declarou querer "fazer um pouco melhor do que nas últimas épocas, que têm sido, se me permitem, medíocres. Ou seja: a meta é permanecer na Liga e ter um rendimento um pouco acima".
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O técnico da Briosa salientou, ainda, a importância de a época ter sido melhor planificada que a anterior. «No ano passado, na apresentação, tinha 12 atletas. Hoje, apesar de não ter ainda um plantel fechado, porque o mercado continua em aberto até final de Agosto, posso perspectivar que, no início do estágio, de hoje a uma semana, já teremos o grupo praticamente definido», observou.
Ao mesmo tempo, salientou a aposta num plantel com uma maioria de jogadores portugueses com a "melhor relação qualidade/preço". Segundo revelou, estes constituirão "cerca de 2/3 do plantel".
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Questionado sobre a possibilidade de o jogo-treino com o V. Guimarães, marcado para o próximo dia 14, no Complexo Desportivo da Tocha, se realizar à porta fechada, Manuel Machado nada adiantou sobre essa eventualidade, mas foi peremptório: «O jogo vai realizar-se com toda a certeza, apesar de compreender os amargos de boca das pessoas, passados 15 anos, mas a Alemanha e o Japão estiveram em guerra com outros países e nem por isso, neste momento, deixam de estar bem relacionados com aqueles com quem estiveram em conflito. É tempo de sanar estas questões».
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O primeiro treino decorrerá hoje, pelas 17 horas e 30 minutos, no Bolão.

Aceitam-se “Prognósticos” para a nova época



Esta segunda-feira, dia 2 de Julho, pelas 11h, o novo grupo de trabalho daBriosa é apresentado à Comunicação Social, no Estádio Cidade de Coimbra, ea RUC testemunha o acontecimento.
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Não perca as primeiras impressões de Manuel Machado, José Eduardo Simões ede alguns dos rostos para a nova temporada e ainda toda a actualidade daAcadémica/OAF e do Desporto da Academia… em “Prognósticos”.Todas as segundas-feiras, às 21h, em 107.9 FM ou em www.ruc.pt

  - Domingo, Julho 01, 2007

Um novo recomeço

Iniciam-se amanhã os trabalhos da nova época desportiva da Briosa.
Estamos, assim, em presença de um novo recomeço. Mais uma vez, com todo o seu cotejo de sentimentos contraditórios entre dirigentes, técnicos, atletas, sócios e simpatizantes:desde a esperança num bom desempenho que se vai renovando de ano para ano (ao estilo "este ano é que vai ser!") ao cepticismo provocado por sucessivas desilusões ("vamos voltar a sofrer até ao fim").
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Pela minha parte, comungo de um optimismo moderado, ou seja, acredito que possamos fazer um Campeonato tranquilo, longe das aflições dos últimos anos, mas sem pretensões de qualificação para as competições europeias.
Para esse meu estado de espírito contribui o critério que presidiu às novas aquisições: jogadores maioritariamente portugueses, uns mais jovens e outros mais experientes, alguns dos quais vindos dos escalões secundários, escolhidos de acordo com as orientações do técnico Manuel Machado. Quanto aos estrangeiros, apenas foram contratados, até ao momento, o austríaco Berger e o ganês Tiero (o caboverdiano Lito é quase português).
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Claro que há ainda algumas dúvidas e indefinições que marcam a constituição do plantel. Nesse particular, a possível manutenção de jogadores dados como dispensáveis mas com contrato, por falta de acordo quanto às respectivas rescisões, constitui um revés para a nova política.
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Um problema que se coloca é a necessidade de voltar a construir uma nova equipa, já que, do plantel anterior, saíram 15 jogadores e entraram (para já) 12. Algo que leva tempo e não produz resultados a curto prazo. Além de que as aquisições são como os melões: só depois da sua abertura se vê a sua qualidade. Estando a massa associativa "escaldada" com várias temporadas de aflições, uma série de maus resultados no início poderá ter efeitos perniciosos na equipa. .
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Apesar de todos os sofrimentos, vamos para a sexta temporada consecutiva no escalão principal do futebol português, algo que já não sucedia desde o período compreendido entre 1973/74 e 1978/79. Se tudo correr bem, para o ano ultrapassaremos esse limiar.
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Entretanto, fora das "quatro linhas", teremos eleições para os corpos gerentes em Abril de 2008. Espero que as divisões entre os vários projectos para a Académica que, nessa altura, estarão, por certo, mais exacerbadas, não se reflictam negativamente na equipa. Nesse capítulo, é fundamental o papel do técnico Manuel Machado na "blindagem do balneário".
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Que, mais do que um conjunto de jogadores, tenhamos uma verdadeira EQUIPA, que, em todos os jogos, ganhando, perdendo ou empatando, "deixe a pele" no campo, são os nossos desejos para a época que agora começa. Para os novos, as nossas boas-vindas; para todos, as maiores felicidades, sinónimo de grandes alegrias para todos.