O médio esquerdo brasileiro Diogo Gomes, que já representou a equipa B do FC Porto, assinou, esta terça-feira, contrato com a Académica, válido para as próximas duas temporadas.
Em declarações ao site oficial, Diogo Gomes manifestou-se «muito feliz por ter vindo para a Académica». «Agradeço ao clube e ao mister Domingos a oportunidade de regressar ao futebol português», explicou.
O jovem médio, que envergará a camisola 85, mostrou-se esperançado em ajudar a equipa da melhor maneira possível e deixou a promessa: «Vou trabalhar bastante para ajudar a alcançar todos os nossos objectivos».
Natural de Curitiba (Paraná, Brasil), Diogo Gomes tem 22 anos, mede 1,83 m e tem 76 kg. No seu currículo constam três anos ao serviço da equipa B do FC Porto (2003 a 2006). Ainda em 2006, regressou ao Brasil, onde alinhou pelo Coritiba e, posteriormente, pelo J. Malucelli.
Certificados de Edson e Garcés já chegaram Pedro Costa reintegrado
A Académica regressou ontem aos treinos e a novidade foi Pedro Costa que voltou a integrar os trabalhos pelo que já constitui opção para o jogo de Vila do Conde. Pelo contrário o Guarda Redes Pedro Roma e o central Markus Berger ainda estão a contas com lesões e não irão estar aptos a receber os vila condenses no próximo encontro.
Noutro campo, pelo que foi possível apurar, os certificados de Garcés e Edson já chegaram à sede da LPFP e isso faz com que Domingos conte com quase todos os jogadores para a recepção ao Rio Ave no próximo Domingo às 16.00 horas.
No regresso de um clássico à televisão portuguesa, o "Domingo Desportivo", da RTP1, o comentador residente, Luís Freitas Lobo, acredita que a nossa Académica poderá ser uma das surpresas desta edição da Liga Sagres. O referido comentador afirmou que o Braga e o Guimarães serão as equipas mais capazes de se intrometer no campeonato dos grandes, e em seguida estão o Nacional de Manuel Machado e a Académica de Coimbra, que, ainda segundo ele, tem em Sougou uma grande contratação. Esperemos que assim seja...
Numa tarde em que a Briosa começou a sua caminhada na Liga Sagres, na Amadora, os estudaantes desiludiram. Com um onze inicial sem surpresas (Peskovic; Pedrinho, Luiz Nunes, Orlando e Cléber; Pavlovic, Nuno Piloto, Cris, Tiero e Lito; Sougou), Domingos tentou dar dinâmica à equipa através das investidas do cabo verdiano Lito. Era inevitável a bola não passar pelos pés deste jogador. Com a Briosa a fazer um jogo muito previsível, Lito Vidigal apercebeu-se do que se passava, e colocou um jogador a marcar Lito, que continuava a ser a referência da equipa. Na primeira parte, a Briosa ainda consegui criar algumas situações de golo e algumas boas jogadas. Já na segunda, a má exibição de Tiero e Nuno Piloto, que pareceu limitado fisicamente, contribuíram para uns 45 minutos desastrosos, em que nada saía bem e as perdas de bola a meio campo eram constantes, permitindo ao Estrela lançar rápidos contra ataques. Celsinho, aos 57´ min, chegou ao golo, após uma saída da baliza de Peskovic, que foi "chapelado", tendo o brasileiro emprestado pelo Sporting apenas ter que empurrar para o fundo das redes. Quando se esperava uma reacção da Académica, a tendência foi a mesma. Muitas perdas do meio campo e rápidos contra ataques dos estrelistas. Situação que se intensificou com a entrada de Ndiaye, que destroçou a nossa defesa, valendo sempre Peskovic, que numa das situações saiu lesionado, mas podendo continuar na partida. A Briosa ainda teve a oportunidade soberanade empatar, com Éder a efectuar um remate completamente disparatado à baliza de Nélson, com Pedro Roma e Garcés a desesperarem na bancada.
Os muitos adeptos que se deslocaram de Coimbra (cerca de 300), não mereciam uma exibição tão pobre.
Declarações de Domingos
«O campeonato começa mal, com uma derrota. Não era para isto que vínhamos para aqui. Mais triste estou porque sinto que foi um jogo pouco conseguido. Foi o pior jogo que tivemos desde que estou na Académica, sobretudo na 2.ª parte. Foi um jogo muito mau. Na 1.ª parte, o jogo foi feio de parte a parte, na segunda ainda fizemos pior».
Estrela da Amadora - Académica - Lista de convocados
Para este primeiro jogo da época 2008/2008, a contar para a LigaSagres, Domingos convocou todos os 19 jogadores disponíveis no plantel. Entre lesões e questões burocráticas, a Briosa irá defrontar o Estrela algo debilitada. Destacam-se as ausências de Pedro Roma, Edson e do avançado Garcés. Esperemos que a Académica entre com o pé direito nesta edição da Liga, para assim começar-mos a sonhar com voos mais altos.
Convocados:
Guarda-redes: Peskovic e Rui Nereu. Defesas: Pedrinho, Orlando, Luiz Nunes, Gonçalo e Cléber.
Médios: Pavlovic, Nuno Piloto, Carlos Aguiar, Cris, Tiero, André Fontes e Madej.
Avançados: Miguel Pedro, Lito, Sougou, Éder e Licá.
A Académico de Coimbra foi a Viseu vencer o Académico na apresentação dos viseenses à massa associativa.
Ainda assim, com uma equipa onde apenas o guarda-redes Peskovic se perfila como titular, o técnico da Académica de Coimbra não deve ter ficado muito satisfeito com o teste, pois viu a sua equipa, em especial na primeira parte, produzir uma exibição longe do exigível tendo em conta que o Campeonato começa já no próximo fim-de-semana, e é importante começar a pontuar.
Sem dúvida que a Académica assumiu as despesas do jogo nos minutos iniciais, procurando imprimir alguma velocidade nas transições ofensivas, com a dupla Eder e Garcês a aparecerem mais adiantados, entre os centrais academistas.
A dupla Madej / Carlos Aguiar jogava no apoio à dupla atacante. Aos poucos e de forma confiante a formação viseense foi perdendo o respeito ao adversário e começou a aparecer com mais perigo junto à área de baliza de Pescovic.
Aos 12 minutos Rui Santos, por duas vezes, poderia ter colocado a equipa da casa em vantagem, mas não acertou no alvo que não ficou longe. Neste aspecto faltou alguma sorte aos academistas.
Defesa e meio-campo com boa ligação
A turma dos "estudantes" mostrou-se pouco objectiva na hora de caminhar para a baliza de Paulo Freitas, fruto, por um lado, da lentidão de processos, por outro pelo acerto da defesa e do meio campo academistas. que mostraram boa ligação na entreajuda. A partir do primeiro quarto de hora a partida ficou mais equilibrada.
Fruto da pressão alta dos donos da casa, a turma orientada por Domingos Paciência começou a sentir dificuldades a meio campo, com Rui Lage e Fernando Ferreira a municiarem Zé Bastos, Rui Santos e companhia. No entanto, quer por este ou aquele motivo, a verdade é que a baliza visitante continuava inviolada.
Bola no poste anunciou golo para os locais
Verdade se diga que o guar- dião da turma viseense também teve algum trabalho e viu por uma ou duas vezes o perigo rondar a baliza. Mas o conjunto mais ofensivo continuava a ser o orientado por José Miguel Borges. De facto “cheirava” a golo, mas para o lado da casa que, diga-se, se justificava perfeitamente.
Rui Santos, por duas vezes, aos 12 e 41 minutos, teve ensejo de inaugurar o marcador, com os viseenses a surgirem na recta final do primeiro tempo em cima do adversário.
Fernando Ferreira, aos 43 minutos, atirou ao poste, para no minuto seguinte Zé Bastos ser travado em falta, na área. O avançado viseense levou a sua equipa em vantagem para o intervalo. A formação orientada por Domingos Paciência entrou bem na etapa complementar. Aos 46 minutos Carlos Aguiar obrigou Paulo Freitas a aplicar-se, mas o guarda-redes academista nada pôde fazer aos 51 minutos, quando o mesmo jogador bateu um livre perto da linha limite da área, restabelecendo a igualdade.
Empate "refez" conimbricenses
O empate deu ânimo aos estudantes, que, dando maior velocidade ao jogo, criavam muitas dificuldades ao último reduto viseense. Sem surpresa, aos 62 minutos, Garcês colocou a formação conimbricense na frente do marcador. Só que, três minutos volvidos, os donos da casa chegaram ao empate, com Rui Santos a aproveitar uma bola perdida na defesa visitante para bater Rui Nereu.
Na recta final, a Académica acabaria por chegar ao triunfo com um tento de Garcês, numa jogada de contra-ataque. Em resumo, diríamos que se assistiu a um bom teste dos viseenses, numa partida em que a segunda linha da Académica mostrou as alternativas possíveis a Domingos Paciência, embora ficasse a certeza de que há ainda muito trabalho de casa para fazer, mesmo tendo em conta que a maioria dos jogadores que actuaram no Fontelo, não vão todos ser titulares
Académico de Viseu deixou boas indicações
Quanto ao conjunto academista, frente a uma Académica com outro traquejo e argumentos para enfrentar um campeonato profissional, mostrou que tem gente capaz de fazer um bom campeonato da 3.ª Divisão Nacional. Mostrou vontade e habilidade para conseguir esse objectivo. Trabalho positivo do trio de arbitragem.
Na estreia da Académica na presente edição da Liga Sagres, Vasco Santos é o árbitro nomeado pela Liga de Clubes. Filiado na AF do Porto e contando com 32 anos, Vasco Santos é Estudante Finalista do Curso Engenharia de Qualidade e árbitro desde a época 1997/1998.
Pedro Roma não irá alinhar nas duas primeiras jornadas do campeonato. O nosso capitão lesionou-se no jogo da Taça da Liga, no passado Domingo, sofrendo de uma luxação no ombro esquerdo. Pedro Costa também não entra nas contas do encontro inaugural, o mesmo se passando com Edson e Garcés, que ainda esperam pelos certificados. Parecem estar abertas as portas à titularidade de Peskovic.
Antes de se falar no jogo em si, hoje há que olhar para o que se passou fora das quatro linhas antes de a bola começar a rolar. A desorganização da TBZ foi uma coisa por demais evidente, e quem ouviu os sócios foram os funcionários que sem culpa alguma e cumprindo o seu dever iam tentando resolver a situação conforme podiam. Houve gente que esperou mais de meia hora para adquirir um simples ingresso. Eu, cheguei à bilheteiro as 19.30 e quando finalmente obtive o mesmo e cheguei à bancada, já o jogo levava 20 minutos. Muita gente ainda havia na fila quando saí, o que quer dizer que vários foram os que não assistiram à primeira parte, e muitos depois de fazerem 200 km desde Freamunde o que não deixa nada boa imagem da organização da Briosa. Com toda a certeza, um pormenor a rever.
Vamos então ao jogo em si. Domingos Paciência montou a equipa no 4-4-2 habitual com Pedro Roma na baliza, Pedrinho, Luiz Nunes, Orlando e Cleber na defensiva, Pavlovic, Cris, Miguel Pedro e Tiero no meio campo a apoiarem Lito e Sougou na frente de ataque. Foi assim, que numa primeira parte amorfa em que embora a Académica tivesse mais posse de bola, só criou uma oportunidade em que poderia ter inaugurado o marcador. Sougou rematou, a bola ressaltou no Guarda Redes e depois lentamente embateu no poste e foi o defesa da equipa contrária a cortar sobre a linha antes do avançado da Briosa conseguir chegar para encostar. Para além deste momento, a Académica jogava seguro mas com pouco sentido de baliza.
O intervalo chegou e Domingos não fez alterações no onze. No entanto, notou-se que Tiero que estava a jogar como número 10, passou a vir atrás organizar jogo e deixar de sobrecarregar Miguel Pedro e Cleber na ajuda a Cris e Pavlovic. Permitiu assim que o jogo da Académica ganhasse lateralidade com a abertura destes jogadores mas nem assim a Briosa conseguia criar mais perigo. Para este facto há que recordar que do outro lado estava uma equipa bastante experiente, com jogadores de boa qualidade, entre os quais se destacava o experiente Bock na frente de ataque e o lateral esquerdo Nelson que demonstrou várias vezes bons pormenores. Domingos Paciência não se contentava com o empate e lançou Eder para o lugar de Miguel Pedro e a partir daí a Briosa actuou em 4-3-3. Eder entrou, segurou jogo na frente, permitiu que Sougou abrisse a linha para Pedrinho entrar várias vezes e Académica encostou o Freamunde às cordas a partir dos 70 minutos, mas essa pressão foi desvanecendo, e nem a substituição de Carlos Aguiar por Cris fez com que mudasse muita coisa.
Porém, aos 90 minutos, uma falha de defesa da Briosa faz com que Nuno Silva se isole e faça o golo com que ninguém estava à espera, sobretudo depois do sufoco da Briosa nos últimos minutos. No entanto, Domingos ainda foi a tempo de enviar Orlando para a frente e bombardear para a grande área a bola. Foi num desses ressaltos que Sougou aproveitou e fez o empate que reacendeu a chama do quase vazio Estádio Cidade de Coimbra.
Notas finais:
- A Académica não foi durante o jogo superior ao Freamunde e o empate acaba por se aceitar. No entanto, pelo que fez nos últimos 20 minutos talvez se aceitasse a vitória da equipa de Coimbra pelo que o empate acabou por ser um resultado justo, mas sobretudo um mal menor. - Não explicam tudo, mas as ausências de Nuno Piloto, Edson, Garcés, Peskovic e Madej em nada terão ajudado Domingos Paciência. A saída de Edson, para além de consistência defensiva fez com que a Académica perdesse o canhoto que normalmente joga do lado esquerdo do meio campo e que lhe confere características que Cris não tem de todo. Nuno Piloto fez com que a Briosa jogasse sem alguém que consiga por a bola no chão e sair a jogar como poucos. Garcés e Madej poderiam ser nesta altura alternativas válidas para entrar a meio de jogo e dar-lhe características diferentes. Peskovic tem grandes probabilidades de ser o titular esta temporada. Confere mais segurança à defensiva da Briosa, apesar da boa exibição de Pedro Roma hoje.
Análise aos jogadores:
Pedro Roma: Boa exibição, onde parece não ter sorte no golo sofrido, para além de ter ficado lesionado no lance. Respondeu bem quando foi chamado.
Pedrinho: Mais fraco a nivel defensivo, foi do seu lado que nasceram as maiores preocupações sem no entanto ser comprometedor. Subiu muito bem, e também foi pelo seu lado que saíram os melhores cruzamentos depois de boas combinações que com Lito quer com Sougou.
Luiz Nunes: Intrasponivel no jogo aéreo, mas ainda algo preso quando a bola vem mais rente ao chão. Precisa de tempo para se poder avaliar correctamente, mas registaram-se alguns cortes importantes.
Orlando: algo impreciso quando a bola lhe chega aos pés, no resto não comprometeu.
Cleber: Já parece estar mais habituado ao meio campo e hoje recuou. Cumpriu a rigor na defensiva mas pareceu faltar qualquer coisa nas subidas pelo seu flanco.
Pavlovic: Enorme como sempre, cortou, saiu a jogar e ainda era ele que conseguia sempre mudar o ritmo e mudar o lado do jogo da equipa com passes longos sempre certeiros. O melhor da Académica.
Cris: Não deu a largura que podia ao jogo. Melhorou quando veio para o centro em 4-3-3 e só foi substituído dado maior pendor ofensivo de Carlos Aguiar.
Miguel Pedro: o mais tecnicista da Briosa entrou bem mas foi perdendo fulgor. Teve de sair em nome da mudança de esquema táctico, mas podemos contar com o jovem extremo.
Tiero: algo apagado na primeira parte, transfigurou-se na segunda metade e fez a equipa mexer. Foi buscar bola atrás, correu, driblou, fintou, cruzou, faltou tentar rematar como tão bem sabe fazer mas nem sempre houve espaço.
Lito: Sempre mexido mas hoje algo apagado e inconsequente.
Sougou: Rapidíssimo esteve à beira do golo logo na primeira parte. Perde visibilidade quando encostado na ala direita do ataque. É o jogador ideal para o 4-4-2 de Domingos, mas mesmo assim hoje foi dos melhores da Briosa em campo.
Eder: Entrou e mudou a equipa. Segurou na frente, apoiou o jogo do meio campo e ainda tentou levar a bola para a frente através de movimentos individuais. Faltou depois alimento para o seu bom cabeceamento quando entrava na área.
Carlos Aguiar: entrou para o lugar de Cris uma vez que tem mais capacidade ofensiva mas pouco se viu do Uruguaio, que diga-se a verdade, também não teve muito tempo.
Licá: Entrou aos 86 min quando Domingos arriscou tudo. Apesar de não ter tocado muito na bola, viu a Briosa sofrer e marcar um golo.
Para todos os que estão impossibilitados de se deslocar ao Estádio Cidade de Coimbra, a RUC transmitirá o relato a partir das 19h45m em 107.9 e em www.ruc.pt. Os académicos espalhados pelo mundo agradecem ...
Depois das férias, a Académica volta à competição. Hoje, pelas 19.45h, no Estádio Cidade de Coimbra (só irá abrir a bancada Poente Inferior e a bancada para os adeptos de fora), a Briosa irá defrontar o Freamunde, a contar para a Calrlsberg Cup. No meio de 8 ausências, repartidas entre lesões e questões burocráticas, a Briosa deverá apresentar o seguinte onze:
Pedro Roma; Pedrinho, Luiz Nunes, Orlando e Cléber; Pavlovic, Tiero, Carlos Aguiar e Cris; Sougou e Lito.
Cléber foi o jogador mais utilizado por Domingos Paciência durante a pré-temporada academista. Nas oito partidas que os estudantes enfrentaram ao longo de cinco semanas, o brasileiro somou quase 500 minutos. Um dado que não deixa de ter alguma dose de curiosidade, uma vez que, em 2007/2008, o "canhoto" apenas participou em três encontros, depois de ter chegado ao clube em Janeiro.
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A verdade é que o agora dono da camisola 7 renovou contrato por dois anos e acabou por permanecer na Briosa, ao invés, por exemplo, de Vítor Vinha (utilizado mais frequentemente o ano passado), que foi emprestado ao Estrela da Amadora.
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No entanto, nesta altura Cléber - que ainda no sábado apontou um golo na vitória em Tondela - reúne mais possibilidades de actuar no lado esquerdo do meio-campo, isto porque o lugar de defesa do mesmo flanco deverá ser entregue a Edson, precisamente o segundo no "ranking" dos mais utilizados. Uma situação que se compreende. É que o brasileiro, sendo um central de raiz, precisa de minutos para ganhar rotina na "nova" posição. A fechar o lote de cinco primeiros, destaque para a presença dos titulares da época passada, Pedrinho e Nuno Piloto, enquanto Berger ainda não terá ganho esse estatuto.
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Do trio de guarda-redes, Rui Nereu foi o que esteve mais tempo em acção, depois de ter completado 90 minutos no último sábado. No entanto, o facto de não ter sido aposta no encontro de apresentação diante do Espanhol pode indiciar que, neste momento, terá menos possibilidades de atingir a titularidade. Nesse particular, a luta será entre Peskovic e Pedro Roma, parecendo o reforço estar neste momento em vantagem relativamente ao capitão da equipa estudantil.
. NOME - TOTAL . Cléber - 493 Edson - 420 Pedrinho - 420 Nuno Piloto - 414 Berger - 407 Tiero - 405 Orlando - 394 Gonçalo - 389 Lito - 357 André Fontes - 354 Miguel Pedro - 346 Carlos Aguiar - 338 Madej - 336 Luiz Nunes - 324 Éder - 324 Paulo Sérgio - 288 Vouho - 280 Rui Nereu - 270 Pavlovic - 265 Licá - 255 Pedro Roma - 225 Peskovic - 225 Cris - 123 Sougou - 87 Pedro Costa - 77 Fofana - 45 Galvão - 33 Ramone - 27 Garcés - 22 . In O Jogo
A Associação Académica de Coimbra conheceu ontem o primeiro adversário da época. O Freamunde bateu o Desportivo das Aves e será adversário da Briosa dia 17 de Agosto, no Estádio Cidade de Coimbra. . O Freamunde até perdeu na segunda mão por 2-0 mas devido à vitória por 1-3 no primeiro encontro, as duas equipas viram-se obrigadas a ir à lotaria das grandes penalidades. A equipa de Freamunde foi a mais feliz e segue para a fase de grupos. . Gondomar segue o exemplo . Depois de uma vitória também por 3-1 diante o Beira-Mar na primeira mão, o Gondomar perdeu ontem por 2-0 e foi obrigado a decidir a passagem também através da marca de grandes penalidades. Batendo o Beira-Mar, a equipa de Gondomar conclui o Grupo F da Taça da Liga.
Chegou ao fim a telenovela Garcês, proveniente do campeão Bulgaro (CSKA Sofia) o internacional panamiano vai estar vinculado à Briosa durante as próximas 3 temporadas.
Nome Completo: José Luis Garcês Rivera
Data de Nascimento: 09-05-1981 (27 anos)
Naturalidade: Panamá City . Panamá
Clubes que representou: CSKA Sofia (BUL), Belenenses, Nacional de Montevideo (URU), San Francisco (PAN), Dep Arabe (PAN), Sporting San Miguelito (PAN) e CA Independiente (PAN).
Em declarações ao site oficial, o jogador não quis estipular metas no que diz respeito a golos marcados, prometendo dar o seu melhor em prol da Briosa.
Segundo a mesma fonte, no momento da apresentação, a direcção afirmou que apesar do esforço feito nesta contratação, não houve nenhuma derrapagem financeira.
Está tudo praticamente acertado entre o médio brasileiro Paulo Sérgio e o clube saudita Al Ittifaq, o médio que chegou a Coimbra proveniente do Moreirense e pela mão de Manuel Machado, sendo um dos jogadores mais utilizados na sua dinastia, sendo depois relegado para suplente e jogador não utilizado por parte de Domingos Paciência.
O médio brasileiro jogou nas duas épocas com a camisola dos estudantes 46 jogos oficiais, não tendo marcado qualquer golo. O camisola 8 irá assim continuar a sua carreira na Arábia Saudita.
O ultimo jogo de pré-época dos estudantes serviu para o Tondela se apresentar aos seus adeptos, e para Domingos Paciência pela primeira vez ter todo o plantel á sua disposição.
Estádio: Municipal de Tondela Assistência: 500 pessoas Arbitro: Nuno Ventura
TONDELA (3ª Divisão): Mikael; Tarzan, João Paulo, Abadito, Schwartz, Xico, Barca (cap), Nuno Pedro, Steven, Beré e Ricardo.Jogaram ainda: Rui Vale, Ivo Maia, Espanhol, Séninho, Jacques, Piojo e Rodrigo. Treinador: António Jesus.
ACADÉMICA: Rui Nereu; Fontes, Gonçalo, Berger, Cléber, Pavlovic (cap), Madej, Carlos Aguiar, Cris, Éder e Miguel Pedro.Jogaram ainda: Licá, Sougou, Pedrinho, Garcés, Vouho e Tiero. Treinador: Domingos Paciência.
Os dois golos foram marcados pelos defesas Berger (80) e Cléber (85)
Académica mostra-se aos Sócios 1-1 foi o resultado
A Académica recebeu hoje o Espanhol de Barcelona naquele que foi o seu jogo de apresentação aos sócios. Sougou marcou para os "estudantes" mas o resultado acabou por ser um empate a um.
. Mais uma vez, a Académica mostrou que está preparada para enfrentar mais uma época marcada por algumas influências exteriores ao plantel. A equipa parece rumar finalmente para a época da confirmação na liga e com o jogo desta noite, parece haver garantia de uma temporada mais tranquila. Embora o empate tenha sido um resultado positivo, uma equipa de arbitragem tendenciosa não nos deixou ir mais longe.
. Destaques
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Peskovic - parece ganhar terreno na luta pela baliza.
. Pavlovic e Nuno Piloto - vão dar muito que falar durante a época.
. Sougou - assinou uma bela exibição, inaugurando o marcador logo no inicio do jogo, depois de uma bela jogada de entendimento do ataque academista.
Orlando foi uma das figuras da Académica na época passada, formando com o totalista Kaká uma dupla de respeito. Este ano, depois da saída do brasileiro para o Hertha de Berlim, o central da Briosa – contratado ao Freamunde em 2007 – recusa o epíteto de “patrão” da defesa, mas antevê uma temporada positiva e diz-se privilegiado por representar um clube “com tanta história”.
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"A Académica é grande. Este clube merece outros patamares, porque tem uma estrutura muito boa, consegue vender jogadores e tem uma expressão além-fronteiras.
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Pessoalmente, gostaria de ficar ligado a outros voos”, ambiciona Orlando, de 28 anos, para quem representar a Briosa “tem muito significado”.
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Depois de seis épocas a lutar para não descer e em que o melhor que conseguiu foi um 12.º lugar, precisamente na época passada, a Académica parte para 2008/09 com o objectivo de fazer uma temporada mais tranquila. Para Orlando, o facto de a equipa ter “mantido a base constitui uma vantagem”.
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“Vamos poder começar a temporada com maior tranquilidade. Ainda é cedo para avaliar a qualidade do conjunto e dos reforços, mas acredito que estamos mais fortes”, assinala o central, que se estreou na Liga pelo Moreirense em 2002/03 e que na época passada somou 26 presenças pela Briosa no campeonato.
Jose Luis Garcés "Quero marcar golos com a camisola da Académica"
José Luis Garcés já está em Coimbra e confirmou ontem ao Diário de Coimbra que vai jogar pela Académica. O avançado panamiano revelou-se feliz por regressar a Portugal, depois de uma passagem pelo Belenenses em 2007. Com 27 anos, o jogador mostrou vontade em "sair da Bulgária" e sente-se "feliz por regressar a Portugal. Gosto muito da liga portuguesa".
.. Estando a transferência praticamente acordada, Garcés diz que "em princípio começo a treinar na próxima semana. Posso garantir que vou treinar forte, mas, acima de tudo, quero jogar bom futebol e ajudar a equipa a atingir os seus objectivos." . "Quero marcar golos com a camisola da Académica. Essa é a função dos avançados".
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Com contrato até 2011, o CSKA Sofia ficará com 50% do passe do jogador dividindo a Académica e Garcés a restante metade.
A Académica empatou este sábado a zero com o Nacional, na última partida do torneio organizado pela Legea, no qual participaram ainda Beira Mar e U. Leiria. Na marcação de grandes-penalidades, a equipa insular venceu 4-3, com Licá e Galvão a falharem na conversão.
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A Académica foi a equipa que somou mais pontos nas três partdas (cinco, contra três do Beira Mar e Nacional e dois da U. Leiria), a mais concretizadora (três golos) e a que menos golos sofreu (apenas um), mas ainda assim não recebeu o troféu, uma vez que uma inédita atribuição de pontos às grandes-penalidades apontadas no final de cada encontro, colocou a equipa em igualdade pontual com aveirenses e madeirenses.
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Como só havia uma taça para entregar ao vencedor, a cerimónia ficou adiada “sine die”.
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Frente ao Nacional, Domingos Paciência fez alinhar o seguinte “onze”: Peskovic; Pedrinho, Orlando, Luiz Nunes, Edson, Pavlovic, Nuno Piloto (cap), Tiero, Cléber, Lito e Éder.
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Jogaram ainda: Rui Nereu, Berger, Gonçalo, Galvão, André Fontes, Paulo Sérgio, Madej, Carlos Aguiar, Licá, Miguel Pedro e Vouho.
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A equipa cumpre este domingo um dia de folga, retomando os trabalhos na segunda-feira, pelas 10:00, na Academia Dolce Vta.
Na primeira eliminatória da Taça da Liga, Freamunde e Gondomar venceram os respectivos jogos e ganham vantagem para a segunda mão a disputar no próximo dia 10 de Agosto. Os vencedores dos jogos Freamunde-Aves e Gondomar-Beira Mar irão integrar o Grupo F da Taça da Liga, juntamente com a Académica.
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Ambas as equipas ganharam em casa por 3-1 mas só depois da segunda mão se saberá quais os adversários que a Académica irá encontrar.