A Académica sofreu esta noite a segunda derrota na Liga Sagres diante do Sporting por 0-2. Os "estudantes" realizaram uma boa exibição mas dois erros defensivos na segunda parte impediram que a Académica pontuasse. Ficou a sensação de injustiça num jogo em que o "velho amigo" Jorge Sousa voltou a revelar a sua tendência contra a Académica.
Rogério Gonçalves manteve o 4-3-3 mas mexeu no onze inicial relativamente ao último jogo frente ao Paços de Ferreira deixando Sougou, Miguel Fidalgo, Bruno Amaro e Tiero de fora do onze inicial. Assim sendo, Ricardo foi mais uma vez o guarda-redes, Orlando e Luiz Nunes defesas centrais, Pedrinho pela direita e Pedro Costa no lado esquerdo da defesa. No meio campo, Paulo Sérgio recuperou o seu lugar depois de cumprido um jogo de castigo actuando à sua frente André Fontes e Cris. Miguel Pedro e Lito foram os extremos direito e esquerdo respectivamente ficando para o internacional sub-21 Licá a função de ponta de lança.
A Académica entrou melhor na partida controlando o adversário conseguindo mesmo criar uma boa oportunidade para marcar. Logo aos 6 minutos, após uma grande confusão na área, Paulo Sérgio consegue cabecear à baliza do Sporting mas Rui Patrício esteve melhor. No minuto seguinte Licá cai na área sofrendo falta mas Jorge Sousa mandou jogar. A partir daqui o Sporting equilibrou o jogo e a equipa de Rogério Gonçalves não mais conseguiu criar perigo. A inclusão de André Fontes tirou à equipa capacidade ofensiva e Miguel Pedro esteve em dia não, quebrando por várias vezes o ritmo do jogo quando tinha a bola nos pés. Se Académica jogava mal, o mesmo se poderia dizer do Sporting que obrigado a vencer conseguiu apenas um bom remate aos 21 minutos acertando em cheio na trave. Assim, assistiu-se a uma primeira parte muito fraca onde o nulo era o resultado justo.
Na segunda parte, embora sem nenhuma alteração, a Académica entrou melhor e com o objectivo de marcar golo mais claro. Era de bola parada que os "estudantes" criavam maior perigo com Paulo Sérgio a marcar sempre presença na zona de acção. A Académica era a equipa mais perigosa mas aos 64 minutos Pedrinho fica para trás num lance que devia ter controlado e após cruzamento para a área Liedson cabeceia sem marcação para o 0-1. Já com Sougou em campo a Académica tentava o empate mas Jorge Sousa perdoou o segundo amarelo a Pedro Silva expulsando poucos minutos depois Miguel Pedro, que já tinha visto amarelo na primeira parte por protestos. A partir daqui as esperanças da Académica complicaram-se, Éder estava já em campo rendendo André Fontes e a expulsão obrigou Rogério Gonçalves a compensar o meio campo entrando Tiero para o lugar de Licá. Sem imaginação a Académica nunca conseguiu criar uma verdadeira oportunidade de golo e aos 84 minutos o ex jogador da Académica Saleiro foge a Orlando assistindo Djaló para o 0-2 e fixando o resultado final. A partida terminava pouco depois sem que a Académica conseguisse alterar o rumo do jogo.
Após 3 jornadas da Liga a Académica continua sem vencer. Uma situação que não é alarmante mas deixa sem dúvida preocupados os adeptos. Dois erros defensivos ditaram a derrota desta noite numa defesa que transita da época passada. Esta noite faltou sorte, faltou clareza e velocidade à Académica. Pela terceira vez a Briosa voltou a acabar com 10 e fica privada de Miguel Pedro para o jogo na próxima jornada frente à Olhanense. O campeonato pára no próximo fim de semana para jogos internacionais tempo que Rogério Gonçalves aproveitará para estudar o caminho para as vitórias. O próximo jogo tem assim carácter vital.
Os "estudantes" um a um:
Ricardo (3) - Nada podia fazer nos dois golos sofridos, mostrou-se extremamente atento num lance em que teve de sair da área para chegar primeiro que Djaló. Apesar de ter sofrido golos em todos os jogos, merece ficar com a titularidade na baliza da Académica.
Pedrinho (2) - Da sua qualidade já ninguém duvida mas hoje esteve francamente mal no primeiro golo do Sporting. A maneira como é deixado para trás não é admissível e hoje custou bastante caro à Académica.
Orlando (2) - Patrão na defesa, esteve sempre bem até ao primeiro golo. Liedson cabeceia sem marcação quando deveria ser ele o responsável. No segundo golo perde a posição com Saleiro o que lhe dá nota negativa pela prestação de hoje.
Luiz Nunes (3) - Está bem mais adaptado ao futebol português, é hoje um jogador mais rápido e registou uma exibição agradável. Jogando a Académica mal, foi o melhor da Briosa.
Pedro Costa (3) - Pouco ou nada subiu no terreno, a defender passou despercebido. É um jogador que faz o lugar de defesa esquerdo com competência mas havendo outras duas opções para a posição poderá ter o lugar em risco.
Paulo Sérgio (3) - Mais uma vez mostrou-se um jogador muito duro, recorrendo por diversas vezes à falta para travar o adverário. Não garante a segurança que Nuno Piloto ou Pavlovic traziam e será difícil subtitui-los. Compensou a exibição sendo o jogador mais perigoso a atacar. Coube ao 8 da Académica as melhores oportunidades para fazer golo.
Cris (3) - Exibição discreta, sempre muito batalhador. Não deu nas vistas e fez um jogo ao seu nível mais comum.
André Fontes (3) - Jogo de estreia do jovem da Académica, não se mostrou capaz de levar a bola para o ataque. No entanto, teve uma noite positiva merecendo crédito para próximos jogos.
Miguel Pedro (2) - Dia não para o 10 da Académica que parece ser o novo mal amado de Coimbra. Claramente não é tão bom como se dizia quando chegou nem tão mau como tantas vezes se tem ouvido. Hoje quebrou o ritmo de jogo com a bola nos pés, quis fintar quando não devia, levou um amarelo por protestos e acabou o jogo expulso.
Lito (2) - Muito discreto, coube-lhe aproveitar a incompetência defensiva de Pedro Silva pelo lado esquerdo do ataque. Não conseguiu criar perigo e a sua velocidade de nada serviu.
Licá (2) - Depois do jogo de hoje fica a dúvida. Faltando Miguel Fidalgo quem é o ponta de lança da Académica? Hoje o escolhido foi Licá e claramente não mereceu a oportunidade. Muito apagado, não conseguiu marcar presença na área e tal como todo o ataque mostrou-se impotente para um adversário a jogar francamente mal.
Sougou (3) - Treinou condicionado durante a semana e por isso sentou-se no banco de suplentes. Entrou aos 63 minutos e mostrou-se a bom nível mostrando a sua imagem de marca: a velocidade.
Éder (2) - Sem oportunidades para mudar o rumo do jogo, acabou sozinho como ponta de lança depois da saida de Licá.
Tiero (2) - Entrou para compensar o meio campo após a expulsão e tentar usar a sua meia distância. Tentou já no final da partida com um remate forte mas a bola saiu por cima. Teve pouco tempo para fazer mais.
Deixei o seu palpite para o Académica - Sporting. A classificação, não houve tempo para conferir mas será lançada já na terça feira a seguir ao jogo. Frente ao Sporting, não é preciso lembrar que a derrota não vale no BriosoMilhões, esperemos que não valha no campo também.
. O médio Nuno Coelho é o mais recente reforço para o plantel liderado por Rogério Gonçalves e chega hoje a Coimbra emprestado por uma época. O jogador, de 21 anos, que estava cedido pelo FC Porto ao Villarreal, não convenceu o clube espanhol, que acabou por libertá-lo.
Nuno Coelho já estava referenciado pela Académica há algum tempo, tendo chegado mesmo a existir contactos por parte do emblema de Coimbra, antes de o jogador rumar a Espanha. Também os dirigentes da equipa da Figueira da Foz, a Naval 1.º de Maio, pretendiam que o jogador integrasse o seu plantel, mas foi a Briosa que ganhou a corrida pelo médio.
Percurso
Na época 2006/2007, Nuno Coelho esteve ao serviço da União de Leiria, juntamente com outras esperanças portistas, como Bruno Vale, Paulo Machado, mas acabou por só realizar uma partida. Curiosidade é que esse jogo foi contra a Académica e que ditou a vitória dos leirienses por 2-0.
Depois, o médio ingressou no Portimonense, equipa da Liga Vitalis, onde esteve duas temporadas e meia, sempre emprestado pelo FC Porto. Este ano rumou a Espanha para ingressar na equipa do Villarreal, mas acabou por voltar a Portugal.
Depois da saída de Nuno Piloto para o Iraklis da Grécia, a Académica procurava um médio-defensivo para colmatar a lacuna no plantel. Mesmo com a contratação de Bruno Amaro, que depois se lesionou com alguma gravidade, o nome de Nuno Coelho nunca deixou de estar em cima da mesa dos dirigentes.
E depois de um dia em que se especulou se seria ou não verdade a vinda de Bischoff para a Académica eis que o luso-francês já treinou esta tarde às ordens de Rogério Gonçalves. Médio defensivo, ofensivo, centro, ainda ninguém sabe bem ao certo, apenas se sabe que se trata de um jogador que há poucos dias ninguém arriscaria sequer por no caminho da Académica face ao nome que tem e o passado recente de clubes por onde passou.
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Para amanhã está preparada a sua apresentação no Estádio Cidade de Coimbra onde os sócios poderão finalmente ver o jogador vestido de negro. Sem dúvida uma boa surpresa este encerramento de mercado para todos nós adeptos da Briosa.
Segundo o site Mais Futebol, fundamentado numa fonte interna da Briosa, Amaury Bischoff, jogador luso-francês internacional sub-21 por Portugal, é a mais recente contratação da Académica. O jovem jogador, de 22 anos, representou o Arsenal, clube do qual foi recentemente dispensado, e estava em órbita de clubes como o Sporting e o Rangers. O contrato é válido por duas temporadas. Está assim encontrado o substituto de Bruno Amaro, que se lesionou com gravidade no último jogo.
Antes de mais ficam aqui as minhas desculpas pela crónica do jogo apenas ser publicada hoje passadas 24 horas da realização do jogo, mas a verdade é que o misto de sensações com que ontem saí do Cidade de Coimbra não me deixaram escrever com a clareza que todos os académicos merecem. Para vos ser sincero não gostei do jogo de ontem, além de termos um trio de arbitragem que apenas lembra ao demónio e que esteve mal, principalmente no campo disciplinar. Não gostei da atitude dos jogadores da Académica que quando tiveram o Estádio inteiro a puxar por eles mantiveram-se na defesa e não foram capazes de fazer o que diversas vezes aconteceu o ano passado, por fim, foi um jogo em que a sorte não quis nada com a Briosa.
O jogo começou praticamente com o golo da Briosa, Miguel Fidalgo aproveita uma desatenção da defesa pacense e na sobra ganha posição e rematou para o fundo da baliza quando só tinha o guarda-redes pela frente. A partir do golo, o jogo foi bastante disputado principalmente no meio campo com alguns lances de perigo para ambas as balizas. No lado da Académica por parte de Licá, Cris e Tiero, e do lado do Paços de Ferreira por parte de Cristiano. Mas, a primeira parte não acabaria sem o golo do Paços de Ferreira, que na marcação de um canto, Pedrinha aparece sozinho na entrada da área do lado contrário e com um excelente remate, coloca o empate no marcador. O jogo a terminar ao intervalo, e a haver um vencedor (caso houvesse justiça no futebol) seria a Académica.
Na segunda parte, o Paços de Ferreira manteve a postura musculada bem ao jeito de Jaime Pacheco o que viria a resultar nas quatro lesões, uma delas muito grave, dos jogadores da Académica. Mas, apesar do Paços de Ferreira ter feito mais pela vida na segunda parte, o que acho normal, visto jogou cerca de um quarto de hora com um jogador a mais, a Académica poderia por diversas vezes ter-se colocado em vantagem, principalmente no lance de Lito e de Éder já ao cair do pano.
Os estudantes um a um: Ricardo (3) - Apesar de ainda parecer um pouco inseguro na baliza da Académica, não teve a mínima culpa no golo. Pedrinho (3) - O lateral tentou fazer o que muitas vezes conseguiu o ano passado, que é levar a bola à área adversária através de subidas rápidas pela ala, infelizmente teve sucesso poucas vezes. Pedro Costa (3) - Foi um jogador constante na defesa, poucas vezes se aventurou no ataque. Luiz Nunes (3) - Apesar de um pouco mais lento do que o final da época passada, conseguiu sempre juntamente com Orlando apagar a ofensiva pacense. Orlando (3) - O capitão da Briosa foi aquilo a que já nos habituou o ano passado, sólido e prático na defesa. Bruno Amaro (3) - Ainda não tem os automatismo normais de quem já joga em equipa, jogou o que o árbitro deixou jogar (muito penalizado pelas chuteiras dos jogadores do Paços), acabou por sair com uma lesão muito grave (4 a 5 meses de fora da competição) aos 70minutos. Cris (4) - Foi o jogador mais criativo do meio campo da Briosa, as jogadas ofensivas passaram principalmente por ele. Tiero (3) - Apesar de conseguir impor algum músculo em campo, foi sempre apagado pelo uso da força bruta por parte do meio campo e defesa pacense. Sougou (3) - O avançado da Briosa continua com a velocidade de ponta e a acelaração intacta, o Ferrari da Briosa, apenas era travado com faltas, e tantas foram as faltas (umas assinaladas outras não) que acabou por sair aos 70' lesionado. Lito (3) - O experiente avançado da Académica nem sempre se mostrou activo no jogo, contudo ao cair do pano, protagonizou um lance em que ele e nós mereciamos melhor sorte. Miguel Fidalgo (3) - Marcou o golo logo a abrir o jogo, mostrou ao longo do pouco tempo que esteve em campo um bom posicionamento atacante. Mas, levou cacetada que ferveu por parte dos defesas pacenses acabando lesionado e substituído ainda na primeira parte por Licá. Licá (4) O MELHOR DA BRIOSA - Apenas faltou o golo ao jovem avançado da Académica, entrou, mostrou garra e atitude. Éder (3) - Entrou a substituir Tiero, mais rápido e possante que o médio, era uma tentativa de provocar um jogo mais ofensivo por parte da Briosa, mas acabou o jogo sozinho na frente do ataque e com um lance que obrigou o guardião contrário a aplicar-se. Miguel Pedro (2) - Entrou para o lugar do lesionado Sougou, e não conseguiu manter o nível de trabalho que o senegalês estava a demonstrar. Fez-se demasiado ás faltas, um furo abaixo dos restantes colegas. Sabe fazer muito melhor do que o que fez ontem.
Rogério Gonçalves (3) - Muito condicionado pelas lesões que foram surgindo ao longo do jogo mas, o público merecia uma atitude mais ofensiva e destemida por parte da equipa nos instantes finais, o que não houve.
Paços de Ferreira / Paulo Sérgio (2) - A equipa da capital do móvel, foi neste jogo o ressuscitar do Boavistão do Jaime Pacheco, muita cacetada e jogo violento durante os 90 minutos. Apenas no ínicio da segunda parte tentou jogar á bola civilizadamente.
Paulo Baptista (0) - O árbitro de Portalegre foi uma autêntica aberração neste jogo, uma dualidade de critérios gritante principalmente no que diz respeito ao critério disciplinar. Foi com a benção deste senhor que a Académica acabou o jogo com 10 jogadores, 4 lesionados onde um destes já foi submetido a uma cirurgia. Seria óptimo que, alguém de direito no futebol, explique a este senhor o que é a lei da vantagem, quando esta deve ou não ser aplicada, e principalmente estudar a lei do cartão amarelo. Foi demasiado permissivo perante o jogo violento do Paços de Ferreira ao longo dos 90 minutos.
Na primeira semana, e com a derrota, só houve dois palpites pontuados. Ambos acertaram em cheio no homem-do-jogo que acabou por ser o guardião Ricardo. Para a próxima jornada apenas um aviso, cuidado com o tótó-bola, nunca meta derrota da Académica, tenham o cuidado de confirmar se está certo antes de enviar.
Ponto prévio: Rui Alves é gente que não interessa a ninguém. Gere um clube no qual deu o seu nome ao Estádio, à alameda que passa à porta do estádio e a mais coisas se houvesse à volta teria dado também.
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Mas o que fez ontem, ao impedir que o acesso à imprensa que prefere passar o Real Madrid - Borussia (amigável) aos clubes portugueses que estão na Liga Europa, foi à homem! Não querem transmitir também não há resumos nem golos para ninguém. Já é tempo de alguém perceber que não existem só três clubes, que a liga é feita a 16. Houvessem mais atitudes destas e o respeito pelos clubes mais pequenos seria outro.
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P.S: para cúmulo perdeu-se logo um jogo com o Zenit que ficou 4-3. Grandes golos diz-se, ainda bem que a TV ficou a perder.
A Académia foi derrotada pelo SCBraga no Estádio Axa por uma bola a zero em jogo a contar para a primeira jornada do campeonato. Num jogo em que houve oportunidades para os dois lados a equipa da casa foi de facto a melhor no terreno mas um empate nunca seria uma injustiça por força das oportunidades de golo criadas pelos estudantes.
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No primeiro jogo da época Rogério Gonçalves fez alinhar um onze sem reforço nenhum. Ricardo na baliza, quarteto com Pedrinho, Luiz Nunes, Orlando e Pedro Costa, meio campo com Paulo Sérgio no vértice mais recuado e Tiero e Cris à sua frente deixando o ataque entregue a Lito, Sougou e Miguel Pedro com este último no centro do terreno. Como ao longo de toda a pré temporada, a Briosa alinhou no seu 4-3-3.
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A toada do jogo começou repartida. O Braga lançava os seus ataques de forma mais construtiva, sobretudo através de bons passes de Hugo Viana e algumas iniciativas de Matheus e Meyong e do outro lado a Académica respondia de forma rápida, apostando na velocidade e mobilidade de Miguel Pedro, Lito e Sougou. No entanto do outro lado a lição estava bem estudada. O Sougou que há uns meses no mesmo estádio ía para cima de Evaldo e passava facilmente devido ao espaço dado pelo defesa, desta vez não o conseguiu fazer. O lateral esquerdo sabia bem com quem estava a lidar à semelhança do outro lado onde João Pereira nunca deu o espaço interior que Lito gosta de usar. Mérito óbvio para Domingos Paciência que conhecia melhor do que ninguém este tipo de movimentações.
. As oportunidades iam surgindo para os dois lados. Nos da casa Moisés e Matheus estiveram à beira do golo mas a Briosa também falhou nos pés de Lito uma oportunidade flagrante para inaugurar o marcador. Chegava o intervalo e o empate era claramente o resultado adequado. De referir que a superioridade do Braga existiu enquanto o meio campo da Académica deixou. Após vários erros, Rogério Gonçalves chamou Tiero ao pé de si e explicou como devia marcar Hugo Viana, que após essa correcção não mais apareceu em destaque.
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Com o inicio da segunda parte o Braga apareceu mais pressionante e a Académica com dificuldades em circular a bola. Aqui, destaque para o particularmente mau Paulo Sérgio. Com o Braga numa espécie de 4-4-2 que era practicamente um 4-2-4 em que Vandinho e Hugo Viana marcavam quase homem-a-homem Cris e Tiero e onde o nosso trinco com espaço livre não conseguiu nunca sair a jogar para a frente.
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Com o passar do tempo o Braga foi ganhando terreno mas foi numa fase onde parecia estar já o resultado feito que Alan fugiu pela direita, ganhou espaço a Pedro Costa, centrou e Meyong chegou mais alto que Pedrinho e fez o único golo da partida aos 86 minutos. No que faltava, Bruno Amaro ainda pôs à prova as capacidades de Eduardo num livre marcado com muita força mas o guardião da selecção mostrou-se à altura.
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Um resultado que como se disse no começo se aceita... mas onde o empate caberia bem à Académica por tudo o que fez ao longo dos 90 minutos.
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A Académica um a um:
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Ricardo (4) - uma exibição a tranquilizar todos os que duvidavam do sucessor de Peskovic. Importantissimo a segurar o empate com pelo menos duas grandes defesas. Sem hipóteses no golo.
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Pedrinho (3) - sempre que me falam que Pedrinho devia dar o salto costumo responder que tem um defeito grande, é um jogador baixo para defender na área. Ontem esse erro veio ao de cima apesar da restante boa exibição.
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Luiz Nunes (3) - é trapalhão e ainda não está na melhor forma mas quase sempre esteve bem. Compensa a falta de velocidade com a boa colocação e a falta de altura com uma capacidade atlética enorme! Raramente perde um duelo aéreo.
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Orlando (4) - não teve uma grande exibição mas foi o melhor da defensiva. O mais sereno, sempre no sitio certo e a transmitir confiança. Temos capitão.
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Pedro Costa (2) - o golo surge do seu lado e teve muitas dificuldades sempre que enfrentou Alan ou Matheus. A dedicação está sempre no máximo mas não esteve no seu melhor.
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Paulo Sérgio (1) - está igual há dois anos. Não consegue sair a jogar e faz demasiadas faltas e muitas das vezes desnecessárias. Pode vir a ser um grande jogador se souber colocar-se no sitio correcto e aprender a sair da pressão dos adversários, mas para isso precisa de algo mais.
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Cris (2) - também lhe faltou discernimento na hora de construir, no entanto, foi na inteligência com que destroi normalmente que ontem fez mais falta à equipa. Se o meio campo da Académica foi o principal mal da equipa muito se deveu a ele e a Paulo Sérgio.
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Tiero (3) - o melhor do meio campo. Não parece cansar-se de correr e apareceu nas alas, no meio a construir e ainda a marcar Hugo Viana. Falhou no inicio dessa função mas depois corrigiu.
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Sougou (2) - Evaldo/Domingos conheciam-no bem e souberam anular as suas investidas. Perdeu a Académica que não teve o senegalês nos melhores dias.
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Lito (2) - não conseguiu vir para dentro porque desta vez foi a dupla João Pereira/Evaldo que não deixou à semelhança de Sougou. Ainda assim, apareceu com uma oportunidade flagrante que tinha de dar golo.
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Miguel Pedro (3) - percebeu-se a opção de Rogério Gonçalves mas não foi totalmente feliz. Apesar de tudo o mal amado dos adeptos da Académica foi o único avançado a conseguir levar a bola para a frente e a incomodar a defesa contrária mesmo que a espaços.
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Miguel Fidalgo (2) - Entrou, tentou segurar a bola na frente mas não fez mais do que Miguel Pedro apesar de poder ter outra presença na área.
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Bruno Amaro (2) - Um remate que com outro guarda-redes poderia ter valido o empate. Uma enorme mais valia que pode vir a ser nas bolas paradas.
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Licá (1) - Entrou e só se viu uma boa iniciativa individual que deu o livre a Bruno Amaro.
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Rogério Gonçalves (3) - não se pode dar nota negativa ao treinador pelo que a Académica fez em campo contra um adversário realmente mais forte. Tentou jogar rápido para a frente e encontrar o adversário desequilibrado e o resultado podia ter sido outro. Ainda falta muito campeonato mas a Académica já mostrou um nível exibicional acima do que começou a época passada por exemplo.
O avançado emprestado pela Académica Pedro Ribeiro fez hoje a sua estreia com a camisola do Sporting da Covilhã e da melhor maneira.
No jogo inaugural da Liga Vitalis, o Covilhã foi a Aveiro vencer o Beira-Mar por 0-1 com golo de Pedro Ribeiro. Aos 85 minutos o número 14 arrancou com a bola nos pés, deixando a defesa aveirense para trás e rematando forte sem hipóteses para o guarda-redes. O avançado foi mesmo eleito o melhor em campo.
A interacção entre todos os adeptos da Briosa, ou por e simplesmente do futebol, é sempre algo que se deve promover e, tanto quanto possível, sempre manter. Deste modo, o Simplesmente Briosa lança assim a quinta edição do Briosomilhões, procurando o verdadeiro treinador de bancada, aquele que merece que o que diz fique guardado na história.
Depois de Ivo Correia, Pedro Constantino, José e Filipe Couceiro abre-se a vaga para um novo adivinhador.
O jogo deste ano terá o mesmo molde dos anos anteriores, com uma novidade.
REGRAS:
1 – O passatempo terá como base o acertar no resultado (regra de 1-X -2) dos jogos que a Briosa disputará ao longo do campeonato. O acertar nesta primeira premissa valerá 1 (um) ponto. Acertar num dos marcadores (pela Briosa), em cada jogo, valerá 2 (dois) pontos. Acertar em cheio, no resultado, valerá 5 (cinco) pontos. Acertar no melhor em campo, valerá 3 (três) pontos. Para quem sente que é aquela a jornada em que de certeza não falha o resultado, lançamos o Jackpot que permite dobrar a pontuação da jornada.
1.1 – Cada secção terá uma designação:
Assim : Resultado 1 X 2 - «Tótó Bola» Marcadores - «Fura-redes» Em cheio no resultado - «Espaço Maya» Melhor em campo - «» Jackpot -«JESpot»
1.2 – O resultado «0» para a Briosa, corresponderá a «sem marcador», na segunda premissa. Se efectivamente tal acontecer, ao concorrente serão atribuídos os dois pontos da secção «Fura-redes».
1.3 - Não é permito colocar a Académica a perder.
1.4 - O JESpot, apenas poderá ser utilizado uma vez durante toda a época.
1.5 – Poder-se-ão inscrever adeptos, dos 6 meses de idade aos cento e treze anos e trinta e dois dias de vida. Os palpites serão feios através do programa feito pelo Gonçalo (que demorou 4 anos até cumprir com o prometido). Por cada jogador apenas um palpite. Nada de fazer batota, e inventar mais do que um nome, porque serão localizados os IP’s. Aos prevaricadores poderão ser aplicadas medidas de coacção que poderão passar, por exemplo, por umas férias forçadas na fábrica de conservas de sardinha da Cova-Gala, a escamar o dito peixe, para posterior acondicionamento da Sardine Pilchardus (para algum leitor menos atento, o nome científico do bicho…)
2 – Serão aceites apostas até ao minuto antes do dia do jogo.
3 – O Prémio Final:
Afinal o que toda a gente quer saber. Afinal de contas, todos jogamos no Briosomilhões por amor à camisola. Assim, o Primeiro classificado do passatempo Briosomilhões, será contemplado com uma camisola oficial da grande Briosa.
Nota: Passatempo chama passatempo, depois da saída de Domingos Paciência do comando técnico perdemos o nome para o melhor em campo. Assim, lançamos à criatividade do leitor para o novo nome do espaço. O autor do nome escolhido parte na frente com 1 (um) ponto extra, sem que seja marcada falsa partida. Para a primeira jornada, devido ao confronto com Domingos o Sunday Special será mantido, o que já não acontecerá na segunda jornada. Recorde-se que o nome deverá ter a ver com o treinador, como tem acontecido anteriormente: Manuel Machado - M&M'space; Domingos Paciência - Sunday Special; Rogério Gonçalves - ?
1 - Rui Nereu - Português, 23 anos 12 - Ricardo - Português, 27 anos 31 - Barroca - Português, 23 anos, reforço
Média de idades: 24,3 anos Jogadores portugueses: 100% Reforços: 33,3 %
Defesas
2 - Amoreirinha - Português, 25 anos 4 - Luiz Nunes - Brasileiro, 27 anos 5 - Markus Berger - Austríaco, 24 anos 15 - Orlando - Português, 29 anos 55 - Hélder Cabral - Português, 25 anos 22 - Emídio Rafael - Português, 23 anos, reforço 19 - Pedrinho - Português, 24 anos 30 - Pedro Costa - Português, 27 anos
Média de idades: 25,5 anos Jogadores portugueses: 75% Reforços: 12,5%
Médios
17 - Cris - Português, 25 anos 33 - Tiero - Ganês, 28 anos 8 - Paulo Sérgio - Brasileiro, 28 anos 20 - André Fontes - Português, 24 anos, reforço 28 - Jonathan Bru - Francês, 24 anos, reforço 61 - Bruno Amaro - Português, 26 anos, reforço 85 - Diogo Gomes - Brasileiro, 23 anos
Média de idades: 25,4 anos Jogadores portugueses: 42,9 % Reforços: 42,9 %
Avançados
9 - Traquina - Português, 20 anos, reforço 10 - Miguel Pedro - Português, 26 anos 11 - Lito - Cabo Verdiano, 34 anos 14 - Miguel Fidalgo - Português, 27 anos, reforço 16 - Licá - Português, 20 anos 18 - Sougou - Senegalês, 24 anos 21 - Éder - Português, 21 anos 27 - Vouho - Costa Marfinense, 22 anos
Média de idades: 24,3 anos Jogadores portugueses: 62,5 % Reforços: 25 %
Plantel
Número de jogadores: 26 Média de idades: 24,9 anos Jogadores portugueses: 65,4 % Reforços: 26,9 % Jogador mais novo: Licá, 20 anos Jogador mais velho: Lito, 34 anos Mais jogos pelo clube (campeonato apenas): Miguel Pedro, 73 presenças Capitão: Orlando
Europa? Não, obrigado. A 'benfiquização' da Briosa
É mais um ano e uma Académica “benfiquizada” diz sempre que este ano é que é, finalmente podemos e vamos lutar pela Europa. Não acredito, nem sequer o desejo.
A pré-época está quase a acabar e a Académica deu razões para nos fazer acreditar numa boa época. Os resultados positivos aliados à manutenção de toda a equipa base (excluindo Peskovic e Piloto que parecem ter sido bem substituídos) assim como o reforço de posições cirúrgicas no plantel parecem dar alento para mais uma etapa. No entanto, parece claro que apesar de ter qualidade, não é um plantel com capacidade individual para fazer a diferença .
Repetir ou lugar da época passada ou melhorar foi o objectivo traçado por José Eduardo Simões. Ambiciosa meta pode-se dizer. Fora de alcance? Claro que não. Muito difícil? De certeza.
Olhemos então para dentro para depois podermos olhar para fora. A Académica tem um plantel que pelo menos em teoria oferece mais/melhores opções que a época passada. Hélder Cabral e Emídio Rafael são dois jogadores que qualquer um deles seria titular numa das últimas três épocas. Bruno Amaro preenche o lugar de Nuno Piloto (mesmo não sendo um trinco de raiz, Piloto também não o era), Amessan e André Fontes acrescentam opções no meio campo e ataque, e nem a perda de Carlos Saleiro parece ser suficiente para justificar um decréscimo de qualidade. Para o lugar dele há Miguel Fidalgo, Vouho, Licá, Eder, Traquina… chega!
É tempo então de olhar adversários. Se vamos falar do objectivo de ficar acima do último sétimo lugar então Braga, Nacional, Marítimo e Guimarães são adversários que só num cenário muito pouco provável ficariam atrás da Académica. Destes, confesso que há um que este ano me salta à vista. Faz-me lembrar os tempos da escola em que quando fazíamos equipas havia sempre alguém que escolhia primeiro e deixava os que não prestavam para o fim (e eu que ia à baliza dos mais fracos normalmente é que sofria mais). Mas vendo os planteis fico com a ideia que Carlos Carvalhal foi o grandalhão do recreio que escolheu primeiro. Pitbull, Alonso, Roberto Sousa, Peçanha, Robson a juntar a Djalma, Baba, Marcinho, Miguelito e companhia pelo menos no papel… mete respeito. Isto a juntar a um normalmente favorito à Europa Sporting Braga e a mais Nacional/Guimarães torna já muito difícil melhorar a última classificação.
No entanto daqui pode sair uma discussão: quais seriam as vantagens de uma eventual participação europeia? “O foguetório da Europa” como diz o CParis, onde as equipas vão como objectivo e não como consequência de um trabalho devidamente estruturado. Não se deve jogar a pensar no objectivo Europeu! Como dizia Jesualdo Ferreira nos tempos de Braga, “importante não é ir à Europa este ano e fazer boa figura, é ir este, e no próximo, e no próximo…” pois só assim é possível adquirir experiência para depois trazer resultados. Vai tudo isto de encontro ao que diz o CParis, a Europa deve ser sempre uma consequência, nunca um objectivo.
O caminho da Académica poderá passar por aí no futuro sim, aliás, esperamos todos que passe por esses voos e mais altos até se possível. No entanto, a “benfiquização” que assisto no clube, o sofrer desenfreado em que todos os anos se diz “este ano é que é, vamos lá!” não faz sentido! Só estamos a adiar, ao querer dar passos maiores do que as pernas (até nisto estamos a benfiquizar). Vamos apoiar esta equipa, tem bons valores, pode ser possível de repetir o lugar do ano passado e se não for um lugar entre os dez primeiros nunca poderá ser considerado um fracasso. Desde há largos anos, pela primeira vez conseguimos só perder duas ou três peças dos principais jogadores e conseguimos colmatar com portugueses, nossos conhecidos e com qualidade assumida – o ano passado também conseguimos perder só quatro/cinco unidades e coincidência ou não foi o melhor dos últimos anos. Para além disso ainda reforçámos esta ou aquela posição.
É este o caminho, finalmente entrámos! Vamos dar passos maiores que a perna e arriscar cair outra vez? A Europa há-de vir, mas por enquanto, e por uma questão de lógica, não obrigado.
Académica perde com Espinho e Rio Ave Rogério Gonçalves, essa besta
A Académica perdeu esta tarde os dois jogos disputados frente ao Espinho e Rio Ave. Rogério Gonçalves, a escolha errada, mas que até ontem afinal até era o "Senhor, porque o Domingos era um parolo" já voltou a ser a escolha errada outra vez e parece ter um caminho difícil pela frente. Pelo meio nada conta o que se passou no jogo, nem sequer interessa. "Mostra que há muito trabalho a fazer" diz quem viu o jogo... pelo resultado final escrito através de um site qualquer.
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Para comentário, não interessa o que se tenha passado em campo. Saber se a equipa jogou bem ou mal é de menor importância. Quem jogou também não importa muito. Nem sequer se os jogos foram disputados num sistema tão habitual como 45 minutos. Vamos mas é ao "bota-abaixo", correr com o treinador, com toda a certeza o único responsável do que quer que seja. É esta a solução! Falar agora que a equipa está em construção, que apresenta fio de jogo, que criou mais oportunidades contra um adversário difícil como era o Nacional há uns dias e acabou por não ter sorte não pode se realçado sob pena de o treinador poder parecer competente, nunca!
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Mais do que isso também não convém relembrar o percurso de Rogério Gonçalves. Só porque subiu a pulso as divisões todas(!) para chegar até aqui não conta. Daqui a pouco estávamos a lembrar-nos de um Académica-Naval há três anos em que a jogar com menos um mais de meia hora deu um banho táctico ao Prof. da táctica... Não, não vamos por aí.
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Rogério é provadamente incompetente. Até ganhar dois jogos pelo menos. Quando voltar a ser o senhor, a escolha certa, finalmente o gajo!
O avançado panamiano José Luis Garcés, de 28 anos, vai ser emprestado pela Académica a um clube da Arábia Saudita, na temporada 2009/10, confirmou este sábado à Lusa o seu empresário Jorge Baidek.
O jogador e o empresário estão no aeroporto de Barajas, em Madrid, a fazer escala para aquele país árabe, com o objetivo de colocar o jogador num clube da liga saudita.
Questionado sobre qual o clube que Garcés irá representar, o empresário escusou-se a revelar o seu nome, enquanto o "negócio não estiver totalmente concluído".
O avançado Garcés encontrava-se sob a alçada disciplinar dos departamento jurídico dos "estudantes", uma vez que partiu em Dezembro para férias de Natal no seu país e não regressou à Briosa, clube com o qual tem contrato até junho de 2011.
José Luís Garcés embarcou, na terça-feira à noite, para Portugal, procurando resolver um conflito de longa data com a Académica. O avançado panamiano diz que não viajou no domingo por problemas de última hora, mas descarta qualquer tipo de receio pela recepção em Coimbra.
«Não tenho nenhum medo, pois espero chegar a um acordo com a Académica. Existe uma possibilidade de seguir para outra equipa, mas nada de concreto, neste momento», explicou o avançado, à partida, em declarações à imprensa local.
O jogador vai mais longe. «Vou viajar para ver o que acontece com a minha equipa, vou discutir a minha situação. Não tenho nada contra a minha equipa, não se passou nada e sei que vou encontrar uma solução», conclui Garcés.
Como o MaisFutebol dá notícia, João Moreira (avançado ex Valência e internacional pelos sub-21) e Zezinando (médio, ex Sporting), são dois jogadores livres, depois de uma aventura de pré-temporada no Hearts da Escócia.
Não seriam opções válidas para reforçar a Académica, principalmente o primeiro?
Se há alguma coisa que distingue os grandes homens, normalmente são as atitudes e os valores que mostram a cada etapa. Quando são tantos que para contarmos a história ficam sempre alguns esquecidos então há alguém acima da mediania, que merece (pelo menos) respeito.
Pedro Roma é um Homem dessas histórias. Em qualquer lado onde está representa mais do que um jogador de futebol ou mais do que um simples jogador da Académica. Roma é um símbolo daqueles que quem foi vendo envelhecer (no bom sentido, como o Vinho Porto a que tantas vezes foi comparado) foi-se habituando a admirar.
Para os da minha geração será o segundo e último verdadeiro grande símbolo a sair, com o mesmo respeito do primeiro. Dêem-se as voltas que quiserem, Pedro Roma e Dário são os únicos jogadores realmente marcantes dos últimos 15 anos. Tanto um como outro vão acabar por sair sem honra (que mereciam) e em conflito com a direcção.
Voltando às histórias recordo em especial o Académica-Porto em Taveiro. Aquela exibição... bolas! A forma como no dia a seguir numa escola perdida na Serra da Estrela, a mais de 100km de Coimbra ouvia um gajo qualquer a dizer para outro "remata, com a força que quiseres, hoje sou como o Pedro Roma!" é daquelas coisas que me ficaram na memória e estupidamente ou não dão um pequeno arrepio na espinha ao recordar. Era a Académica! Numa só pessoa. Era a Académica!
E se como jogador não teríamos tempo para contar tudo o que já fez não de bom mas sim de fantástico como Homem houve uma atitude em especial que me marcou ainda há pouco tempo. O célebre Académica - Benfica que marcou Ricardo. Quando no final do jogo o jornalista incitou o guarda redes a mostrar o seu descontentamento, esqueceu-se que ali estava um senhor. Sem polémicas, desviou o assunto e disse que era uma decisão normal, manifestando-se sempre disponível para voltar com a mesma entrega.
Serve isto tudo para perguntar como foi possível que ontem não se tivesse apresentado Roma como jogador. Se não vai jogar? Não me interessa! A Académica deve-lhe uma salva de palmas! Muitas! Nunca estará pago. Custava alguma coisa? Até as pessoas que lá estavam mereciam poder aplaudir um ídolo.
Fim de tarde frio na cidade do Mondego. Aliás, foi o espelho do jogo. Um jogo lento, muito lento, onde ninguém se empenhou em fazer melhor. Com a "velhinha" Central A quase repleta, a Académica não mostrou aquilo que a notabilizou a época passada.
Vamos ao jogo. Os primeiros 5 minutos, foram dominados pela Briosa, que tinha como referência no ataque o jovem Licá, que no entanto não correspondeu às expectativas nele depositadas. O Nacional virou o sentido do jogo, e a equipa da casa passou a sair em contra ataques lentos. Foi daí que sairam algumas oportunidades para a Briosa, onde se destaca um cruzamento rasteiro de Miguel Pedo que depois de um ressalto, Lito não conseguiu emendar para a baliza dos insulares. O Nacional foi dominando, embora que de forma pouco esclarecida. Num passe a rasgar a defesa, que parece algo verde, Mateus ficou perante Ricardo e atirou a contar. O golo parece ter amolecido ainda mais a Académica, e o intervalo chegou.
No segundo tempo, foi mais do mesmo. Os estudantes não pegaram no jogo, eram bastante lentos, passivos e sem garra. Esta não foi a equipa que eu vi jogar no Torneio da Covilhã. Vou acreditar que este foi um dia mau, porque se assim não for, estamos em maus lençois. O segundo golo nasceu sem surpresa, através de um pontapé livre apontado por Amuneke que deixou Rui Nereu pregado ao chão. Destaque ainda para uma grande defesa do jovem guardião e para o golo de consolação de Amoreirinha à entrada da pequena àrea, já nos descontos.
No final, a equipa saiu sob aplausos, e esperemos que este seja um ano de tranquilidade.
91 min - Termina a partida, Académica perde na apresentação aos sócios por 1-2 frente ao Nacional da Madeira. Resumo mais logo. 90 min - GOLO DA ACADÉMICA! Amoreirinha reduz já nos descontos 72 min - Golo do Nacional por livre directo. 0-2.
Recomeça a partida.
45 min - Intervalo
42 min - Sai Tiero para entrar André Fontes. 35 min - Golo do Nacional. Rasgo na defesa e Mateus a aproveitar.
0 min - Começa a partida
Onze inicial: Ricardo, Pedrinho, Luiz Nunes, Orlando (cap), Hélder Cabral, Bruno Amaro, Cris, Tiero, Lito, Miguel Pedro e Licá.
Foi esta tarde apresentado no centro comercial Dolce Vita o plantel para a nova época desportiva. A grande novidade surge no patrocinador principal. A EFAPEL - empresa fabril de produtos eléctricos - é o nome apresentado na frente das camisolas, ficando Dolce Vita e Bascol nas costas.
Outra das novidades prende-se com o facto de Pedro Roma não constar no plantel tornando-se apenas treinador de guarda-redes.
A partir das 18h30 a Académica apresenta-se aos sócios com um amigável frente ao Nacional da Madeira.